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Como Explicar E Entender A Liberdade De Escolha No Mundo Em Que Vivemos?

Como explica a liberdade de escolha no mundo em que vivemos?

A importância das nossas escolhas – Nossa liberdade como seres humanos reside nas escolhas que fazemos e na responsabilidade que temos para com os resultados dessas escolhas. Isso é verdade em relação a coisas concretas, como quando escolhemos trocar uma carreira por outra e nos responsabilizamos pelo sucesso ou fracasso dessa escolha.

Mas, também é verdade, embora menos evidente, quanto aos sentimentos: alimentar uma tristeza profunda que nos leva ao abismo também pode ser uma escolha. Por favor, não estamos dizendo que escolhemos o que sentimos — se fosse assim, escolheríamos por quem nos apaixonar —, estamos dizendo que escolhemos o que fazer com o que sentimos.

Liberdade está em ser tão consciente de si, que se consegue racionalizar sobre o que se sente ao ponto de resolver os próprios problemas emocionais. Somos livres se somos capazes de agir conforme pensamos, com coerência e ética pessoal, É possível.

Como explicar entender a liberdade de escolha?

Assim, de acordo com esse conceito ser livre é poder escolher entre fazer ou não fazer algo, sendo a possibilidade de fazer escolhas a própria manifestação da liberdade e o colocá-la em prática a própria vontade.

O que é liberdade de escolha na filosofia?

Para a filosofia sartreana o homem é livre para escolher, já que possui consciência. Essa consciência gera a intencionalidade das ações praticadas e envolve a sociedade, pois a liberdade é uma pesada obrigação que traz a responsabilidade com seu destino e com o dos outros a sua volta.

Qual é a relação entre liberdade e escolha?

«O que a informação consome é bastante óbvio: ela consome a atenção de seus destinatários. Dessa maneira, uma riqueza de informação cria uma escassez de atenção e uma necessidade de alocar essa atenção eficientemente entre a superabundância de fontes de informação que podem consumi-la.» —Herbert Simon, prêmio Nobel de Economia (1916 – 2001) Há alguns anos eu estava ministrando um workshop sobre o Sutra do Coração,

Nós tínhamos acabado de terminar aquela longa lista de negações e todo mundo estava meio abalado, como se tivessem puxado o tapete debaixo deles de quatro ou cinco maneiras diferentes. As linhas seguintes eram: «Porque para os bodisatvas não há realização, eles repousam, confiando na perfeição da sabedoria.» «Quando ele atinge a perfeição da sabedoria, um bodisatva pode escolher fazer o que quiser?», perguntou um rapaz.

«A ilusão da escolha é uma indicação da falta de liberdade,» eu respondi. Ele me olhou atordoado, então virou-se e gentilmente bateu a cabeça contra a parede enquanto dizia: «Agora minha cabeça realmente dói.» Como Explicar E Entender A Liberdade De Escolha No Mundo Em Que Vivemos A maioria das pessoas compara escolha e liberdade. Isto parece sensato. Liberdade significa que você é livre para escolher, certo? Significa que você é livre de restrições. Se você não pode escolher, então você não é livre. E isto parece levar a crer que quanto mais escolhas você tem, maior é a liberdade.

  1. Mas não funciona dessa maneira.
  2. Quanto mais opções você tem, mais energia precisa investir para tomar decisões.
  3. Qual shampoo? Qual carro? Qual roupa? Qual restaurante? Qual filme? Sua energia e atenção são consumidas por essas decisões e sobra pouco para seguir vivendo.
  4. Recentemente conheci um jovem empreendedor que reduziu o número de itens que possuía para 15 (incluindo roupas, apenas uma calça jeans).

Seu objetivo? Reduzir escolhas em sua rotina diária para que pudesse focar a atenção em seu negócio. Isso me lembrou que no retiro de três anos eu tinha apenas duas mudas de roupa. O objetivo era o mesmo: reduzir a escolha para que eu pudesse focar a atenção na prática de meditação.

Muitas pessoas deliberadamente eliminam a escolha e a necessidade de decisões adotando horários definidos. Eles conservam energia para decisões importantes ao invés das de rotina, como John Tierney descreve neste artigo do NY Times, Pesquisas sobre comportamento dos consumidores mostram que as pessoas são mais propensas a comprar aparelhos com mais recursos, mas são menos propensas a usá-los porque é muito demorado descobrir como fazer até mesmo a tarefa mais simples.

Parte do sucesso da Apple, por exemplo, é justamente a redução de escolhas, tornando o uso de seus produtos fácil e intuitivo. O que a escolha oferece? Uma resposta é que a escolha torna possível moldar o mundo de acordo com as suas preferências. Tudo isso permite a você dar forma a um mundo que é uma extensão de seus próprios padrões.

Com a tecnologia moderna, você pode tecer um casulo com suas preferências e raras vezes topar com algo que as contradiga. O Google agora completa suas buscas de acordo com seu comportamento online, mantendo-o em um casulo em seu próprio mundo. Em outras palavras, muita escolha é uma armadilha. Você acaba isolado da riqueza e complexidade da vida.

(Veja a palestra «O paradoxo da escolha «, de Barry Schwarz.) Escolha é uma benção duvidosa quando diz respeito à prática espiritual; na verdade, quando diz respeito a qualquer esforço criativo. Boa arte é geralmente o resultado da restrição, de formas, materiais, temas etc.

As restrições concentram a atenção e estimulam a criatividade. É a mesma coisa na prática de meditação. Como você aumenta sua capacidade de atenção? Eliminando toda escolha. Uma postura. Um objeto. Repouse ali mesmo. Sem escolha. E, como todos sabemos, não é fácil. A falta de escolha o coloca diretamente em contato com o jeito que você costuma ignorar, desligar, manipular ou controlar sua experiência.

Quando você não tem escolha, é preciso aprender como se relacionar com o que a vida oferece. Você não pode tecer um casulo confortável. Por outro lado, restringindo sua escolha de ações, é possível desenvolver uma disciplina interna de não-reação. É por isso que a disciplina moral é tradicionalmente vista como a base para a prática de meditação.

  1. Quando eu olho para a minha própria jornada, desde que comecei a estudar com Kalu Rinpoche, eu não tive muita escolha.
  2. A tradição e a instrução assumiram o controle.
  3. Aprender tibetano, fazer essa prática, depois aquela outra etc.
  4. O retiro de três anos foi o mesmo, uma prática depois da outra.
  5. Sem escolha.

Por causa dessas restrições, eu não pude evitar minha própria bagagem emocional. Ela veio à tona de maneiras bem brutais. Como Explicar E Entender A Liberdade De Escolha No Mundo Em Que Vivemos a firm way-seeking mind Na época em que saí do retiro, todas as portas haviam se fechado para mim na tradição em que pratiquei. No entanto, outra coisa havia se formado — uma mente firme e sedenta ( ), para usar a frase de Suzuki Roshi, Nos anos seguintes, eu vim a entender que uma mente firme e sedenta é a qualidade mais importante para se cultivar.

  • Com ela você é capaz de transpor qualquer obstáculo.
  • Eu simplesmente não enxergo como você pode desenvolver essa mente se escolher somente o que se encaixa a você.
  • Uma das funções dos monastérios, retiros, códigos de ética e outras estruturas associadas à prática espiritual é a de eliminar escolhas.
  • Quando as pessoas participam da disciplina relativamente estrita do Tassajara Zen Center, por exemplo, elas saem se sentindo rejuvenescidas, revigoradas etc, precisamente porque elas não tiveram escolha por alguns dias.

Elas sentem-se livres, vivas, despertas de uma maneira diferente de suas vidas normais. Prisioneiros que mantém uma prática de meditação alegam que, restringindo seu raio de ação mesmo em meio às limitações da prisão e apenas sentando em meditação, encontram uma liberdade que nunca suspeitaram ser possível.

  1. O que é liberdade? É a experiência momento a momento de não ser carregado pelos próprios mecanismos de reação.
  2. Isto lhe dá mais opções? Usualmente não.
  3. Quando você não é levado pelas reações, consegue enxergar as coisas mais claramente, e geralmente existe apenas um, ou possivelmente dois cursos de ações que são efetivamente viáveis.

A liberdade da tirania da reação leva a um jeito de experienciar a vida que o deixa com pouca coisa a fazer se não tomar a direção que a vida oferece em cada momento. Por isso é que a ilusão da escolha é uma indicação da falta de liberdade. Nota : Esse texto foi publicado originalmente no Huffington Post e traduzido por Elder Martins,

  1. Leia também esse texto similar de Marcos Bauch: «Ser livre é fazer o que se quer?»,
  2. Allowfullscreen Para quem está cansado de apenas ler, entender e compartilhar sabedorias que não sabemos como praticar, criamos o lugar: um espaço online para pessoas dispostas a fazer o trabalho (diário, paciente e às vezes sujo) da transformação.

veja como entrar e participar → publicado em 21 de Julho de 2014, 08:40

Como as escolhas influenciam na nossa liberdade?

Fazer escolhas pode ser libertador – Dar-se conta de que estamos, o tempo todo, realizando escolhas, pode ser angustiante, mas também libertador. Angustiante porque nos damos conta de que estamos onde nos colocamos, por meio das escolhas que fizemos até este momento.

Portanto, sendo responsáveis por nossas experiências. Libertador porque é necessário entender que escolhemos o que entendemos como a melhor opção em determinado momento de nossas vidas. Escolhemos com as ferramentas e opções que tínhamos, mas que hoje, ao perceber que a realidade é diferente e nosso desejo é outro, podemos fazer outras escolhas e nos direcionar para outro futuro.

Neste ano, circulou na internet um texto que dizia: «casamento é difícil; divórcio é difícil. Escolha o seu difícil. Obesidade é difícil; ser fitness é difícil. Escolha o seu difícil. Ter dívidas é difícil; ser financeiramente disciplinado é difícil. Escolha o seu difícil.

  • Comunicar-se é difícil; não comunicar-se é difícil.
  • Escolha o seu difícil.
  • A vida nunca é fácil.
  • Será sempre difícil.
  • Mas podemos escolher nosso difícil.
  • Escolha sabiamente».
  • Esse texto quer dizer que não haverá situação ideal.
  • Há escolhas e consequências.
  • Há aquilo que optamos por realizar em nossos dias e os desdobramentos com os quais teremos de lidar.

Ocorre que, por vezes, podemos estar mais ou menos seguros para escolher. Em alguns momentos, teremos claras as razões pelas quais optamos por um caminho e não por outro. Porém, em outros períodos da vida, pode ser que tenhamos dificuldade para tomar distância das situações e avaliá-las de modo a estarmos seguros do trajeto a seguir.

O que nos leva a fazer escolhas?

3 – Sou pró-ativo – Há também outros fatores que permitem que os seres humanos se emancipem e se afirmem de forma proativa. Assim, segundo Descartes, o sujeito pensa e é consciente de si mesmo e consciente de que pensa, cogito ergo sum, Dotado de consciência, o sujeito pode aceder à sua verdade e autoconhecimento.

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Por outro lado, como afirma Stephen R. Covey, autor do bestseller «Os 7 Hábitos das Pessoas Altamente Eficazes», o livre arbítrio é outro fator determinante. Ele tem o poder de modificar as nossas representações mentais, de nos ajudar a rever as nossas crenças e a agir de acordo com princípios bem compreendidos.

Assim, graças àminha consciência e ao meu livre arbítrio, sou diferente do meu irmão gémeomonozigótico, embora tenhamos a mesma herança genética e tenhamos recebido amesma educação. Da mesma forma, como pessoa, «eu» também possoescolher os meus valores e a minha ética, independentemente daqueles que me foramtransmitidos durante a minha educação.

É possível definir a liberdade justifique a resposta?

O conceito de liberdade, na filosofia, designa de uma maneira negativa, a ausência de submissão, de servidão e de determinação, isto é, ela qualifica a independência do ser humano. De maneira positiva, liberdade é a autonomia e a espontaneidade de um sujeito racional.

Como nossas escolhas mostram nossos valores?

Reflexões sobre Escolhas, Motivação e Autenticidade Por Andréa Nery À medida que um novo dia começa, somos confrontados com diversas oportunidades à nossa frente. As escolhas que fazemos moldam nosso percurso, deixando alguns caminhos para trás. Ao olharmos para dentro de nós mesmos, podemos entender o que estamos nutrindo em nossas vidas, onde focamos nossa energia e como contribuímos para o mundo ao nosso redor.

Imagine que nossa motivação é como uma bússola interna, nos guiando na busca por oportunidades e impulsionando nossas ações. Quando refletimos sobre nossas escolhas, temos a chance de alinhar nossas ações com nossos valores e intuição, construindo uma ligação profunda entre quem somos e como agimos. Isso nos leva a um caminho mais autêntico e gratificante.

Aqui surge uma pergunta importante: estamos ativamente buscando a felicidade? Nossas decisões são complexas, influenciadas por nossas experiências e emoções. Quando enfrentamos desafios, memórias antigas podem ser desencadeadas, guiando nossas ações. Ao explorarmos nossa própria história e identificarmos o que nos afeta, damos início a uma jornada de transformação.

  • Esse processo nos ajuda a redefinir nossa relação com o mundo.
  • Conhecer nossos valores, confiar em nossa intuição e acreditar em nossas decisões são passos essenciais para encontrar a felicidade.
  • Nos dias agitados, nos deparamos com obstáculos e surpresas.
  • No entanto, o poder de escolha está sempre em nossas mãos.

Embora não possamos mudar o passado, podemos escolher como reagir às situações. Essa habilidade é crucial para evitar cair em armadilhas de frustração. Reconhecer que não temos controle absoluto e entender a complexidade das relações humanas nos ajuda a superar esses desafios.

Transformar frustrações em oportunidades é fundamental para nosso crescimento. Isso significa deixar para trás o que não nos serve mais e abraçar novas perspectivas. Nossa jornada em busca da felicidade exige resiliência e a disposição de mudar. Ao invés de obstáculos, as frustrações podem se tornar trampolins que impulsionam nosso desenvolvimento pessoal.

Continua após a publicidade Pausando para pensar sobre nossas ideias, surge uma pergunta: como as colocamos em prática? O mundo está ansioso por nossas contribuições criativas e, ao trabalharmos juntos, podemos tomar decisões que fortaleçam nossa conexão com o ambiente ao nosso redor.

Nossas ações direcionam o rumo que tomamos e, com o tempo, nossas escolhas crescem, gerando resultados que alimentam nossos sonhos. Ter a coragem de ser autêntico é o que nos impulsiona a avançar e a defender nossas crenças e valores. Praticar a autoavaliação, sem julgamento, nos ajuda a perceber desequilíbrios internos.

Em meio às rápidas mudanças e incertezas, é normal nos sentirmos sobrecarregados e presos a situações improdutivas. Isso nos mantém em nossa zona de conforto, nos impedindo de agir. No entanto, quando escolhemos agir conscientemente, fortalecemos nossa capacidade de tomar decisões.

Isso, por sua vez, fortalece nossa conexão com quem realmente somos, dando-nos a confiança para enfrentar as escolhas do dia a dia. Construir autoconfiança inicia um ciclo de impacto significativo, permitindo-nos confiar nos outros. Ao superarmos medos e inseguranças, estabelecemos relacionamentos mais profundos.

Essas conexões nos dão a confiança necessária para abraçar o presente, lidar com o inesperado e aceitar surpresas. O presente é um reflexo das nossas escolhas até agora. Compreender que as circunstâncias externas não são obstáculos nos abre para uma realização mais completa.

  1. O presente é resultado de nossos desejos, intenções e ações interconectadas, onde reside o impacto fundamental das nossas escolhas.
  2. Cada escolha, motivação e aprendizado contribuem para esculpir nossa jornada de crescimento pessoal.
  3. Ao viver com clareza, coragem e confiança, não só podemos influenciar positivamente nossas próprias vidas, mas também os relacionamentos e o mundo ao nosso redor.

Ao construirmos um presente vibrante, abrimos portas para um futuro repleto de possibilidades.

Então, qual será a sua próxima escolha?

: Reflexões sobre Escolhas, Motivação e Autenticidade

O que é direito à escolha?

Prevê que o consumidor deve ter o direito básico de escolher o momento de contratar, o que contratar e com quem contratar. Em geral, protege o consumidor das vendas agressivas e das práticas comerciais ou contratuais que desrespeitam a sua manifestação de vontade.

O que significa afirmar que o ser humano se escolhe a si mesmo?

É esse segundo significado que constitui o sentido profundo do existencialismo. Ao afirmarmos que o homem se escolhe a si mesmo, queremos dizer que cada um de nós se escolhe, mas queremos dizer também que, escolhendo-se, ele escolhe todos os homens.

O que significa liberdade para o ser humano?

O que é liberdade: – Liberdade tem origem no latim libertas e significa a condição do indivíduo que possui o direito de fazer escolhas autonomamente, de acordo com a própria vontade. Na tradição cristã, a liberdade está muitas vezes identificada como livre-arbítrio,

Já no direito, liberdade está também relacionada com os direitos de cada cidadão. Liberdade é classificada pela filosofia, como a independência do ser humano, autonomia, auto-determinação, espontaneidade e intencionalidade. A liberdade pode ser entendida em um sentido amplo ou mais restrito, pensado como liberdades e definidas pelo Direito.

Alguns exemplos de liberdades são:

Liberdade de pensamento Liberdade de opinião Liberdade de expressão Liberdade religiosa Liberdade de imprensa Liberdade de ir e vir Liberdade condicional

Quem é o responsável pelas escolhas que fazemos?

Somos os donos de nossas escolhas, responsáveis por nossas decisões, os únicos donos, da nossa vida.

O que a filosofia diz sobre escolhas?

As diferentes posições sobre a felicidade e como ser feliz em meio às escolhas? Em nosso cotidiano, ouvimos falar constantemente sobre o tema da felicidade. Muitas pessoas afirmam que desejam ser felizes, que querem alcançar a felicidade, ou que estão infelizes.

Isso nos leva a refletir sobre as seguintes questões: a felicidade é um conceito objetivo ou subjetivo? Existe «a» felicidade ou cada um tem seu conceito sobre o que é ser feliz? Frente a estas dúvidas, a tendência é tentar negar a existência da felicidade. Perigosa tentação, pois às vezes é mais fácil negar a felicidade do que aceitar que ela existe e reconhecer que não a possuímos.

Estamos frente a uma situação limite. pouco discutida e que quase não é refletida em nosso cotidiano corrido. Você já parou para pensar sobre o que é a felicidade? Você já se perguntou um dia por que todo mundo a deseja ou acredita na sua existência? Desde a Grécia Antiga os filósofos já se ocupavam sobre a questão da felicidade.

Em especial, um grande filósofo chamado Aristóteles já postulava importantes considerações sobre esse tema. Segundo ele, todas as coisas que existem tendem para um fim. O homem, por sua vez, também existe para uma finalidade: «ser feliz». Nesse sentido, Aristóteles constata que existe um grande consenso entre os homens: «todos querem ser felizes»; mas também há um grande descenso entre eles: «O que é a Felicidade?».

Como o próprio autor afirma em sua obra Ética a Nicômaco: «Todos estão de acordo e dizem ser o fim do homem a felicidade e identificam o bem viver e o bem agir com o ser feliz. Diferem, porém, quanto ao que seja a felicidade, o homem limitado não a concebe da mesma forma que o sábio».

  1. Sendo assim, nem todos os homens compreendem a felicidade de maneira semelhante.
  2. Para resolver esse dilema, Aristóteles afirma que o homem verdadeiramente feliz é aquele que age segundo sua própria natureza, isto é, que age racionalmente e visa ser virtuoso, visto que para esse filósofo grego, a essência do homem é sua razão, pois todos tendem ao saber.

Mas qual é de fato a nossa natureza? Muitos dizem que somos seres essencialmente bons, outros dizem que somos naturalmente maus e egoístas. Mas podemos acreditar também que somos seres inacabados. incompletos. que ao invés de nascerem com uma essência pré-estabelecida, buscam construir esta suposta essência na própria existência, na vida real, no cotidiano.

Assim sendo, podemos ser tanto anjos como demônios. Nossa natureza depende de nossas escolhas, e devido a isso, nossa felicidade também dependerá delas. É o que afirma o filósofo francês Jean-Paul Sarte em sua obra «O Existencialismo é um Humanismo» : «Se verdadeiramente a existência precede a essência, o homem é responsável por aquilo que é.

Assim, o primeiro esforço é o de pôr todo homem no domínio que ele é, de lhe atribuir a total responsabilidade da sua existência. E, quando dizemos que o homem é responsável por si próprio, não queremos dizer que o homem é responsável pela sua restrita individualidade, mas que é responsável por todos os homens».

Dessa maneira, eliminando uma natureza pré-definida que nos dirá o que é ser feliz, podemos analisar uma outra perspectiva sobre o tema, afirmando que a felicidade se encontra na forma como fazemos nossas escolhas, ou seja, encarando a vida da maneira como ela realmente se apresenta, vivendo-a intensamente com responsabilidade.

Ora, encarar a vida tal como ela se apresenta não é tarefa fácil. Somos seres jogados na existência e estamos condenados a fazer escolhas. Cada possibilidade de existência assumida significa a renúncia de outro modo de vida. Dessa maneira, podemos acertar ou errar, ganhar ou perder.

  • Tudo depende de nossas escolhas.
  • A angústia é a disposição emocional que nos acompanha neste drama da existência.
  • Como então ser feliz em uma realidade tão dura como essa? A felicidade não é uma disposição emocional.
  • Ser feliz não é estar sempre alegre.
  • O sofrimento e a angústia também fazem parte da vida e da própria felicidade.

Se tudo na vida fosse só alegria, as pessoas não dariam real valor a felicidade. Às vezes, é preciso chorar para sabermos o quanto é bom sorrir. é preciso sentir saudades para saber o quanto gostamos de alguém. Às vezes, quando temos tudo, nada parece ter valor.

  • A vida é constante movimento, ela é um antes, um durante e um depois.
  • Por isso, devemos viver o momento, sem deixar de olhar para nosso passado e nos projetar para o futuro.
  • Os momentos difíceis são parte integrante da vida e deles não podemos escapar.
  • No entanto, estes momentos são necessários para que possamos valorizar os acontecimentos felizes e encontrarmos a felicidade.
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É partindo desse ponto de vista, que o filósofo Karl Jaspers ressalta: «Os problemas e conflitos podem ser a fonte de uma derrota, uma limitação para a nossa potencialidade, mas também podem dar lugar a uma maior compreensão da vida e o nascimento de uma unidade que se fortalece com o tempo.» Frente a estes pontos de vista, esse artigo chega a conclusão de que a felicidade não deve ser entendida como um objetivo ditado por uma essência pré-definida existente no homem, ou como um sentimento.

  • A felicidade pode ser entendida como a própria vida sendo vivida de maneira intensa e responsável nas próprias escolhas do dia-a-dia, seja nas alegrias ou nos sofrimentos, buscando sempre tirar um aprendizado para aquilo que ocorre conosco.
  • Como afirma Erich Fromm: «buscar a felicidade é como caçar borboletas: quanto mais você tenta, mais ela foge.

No entanto, se você deixar a borboleta voar e se preocupar com outras coisas, ela pode até pousar em seus ombros». Arnin Braga

Qual Filósofo fala sobre escolhas?

542/543). Para a filosofia sartreana o homem é livre para escolher, já que possui consciência.

Como você se prepara para fazer escolhas conscientes?

As escolhas que movem nossa vida: Conscientes e/ou Inconscientes De uma forma natural, ao longo de nossa jornada, optamos pelo mais fácil em nossas vidas. E tudo, ou quase tudo, está pautado em nossas escolhas. Escolhas que, não necessariamente, são aceitas por nosso inconsciente que, segundo Freud «nos prega peças insistentemente»; Quem nunca tomou uma decisão e logo após fechou os olhos e disse: «Por que fiz isso?»; Ou até mesmo: «por que não fiz o que deveria ter feito?» Estas questões aparecem em nossa mente constantemente e nos faz ficar indecisos com relação aos nossos próprios desejos.

  1. Normalmente tornam-se fantasmas que atormentam nossas vidas.
  2. Por este motivo, dizemos que : escolher é tão difícil.
  3. E como fazer uma escolha consciente? Analisando as consequências de cada escolha.
  4. Diferente seria querer agir da mesma forma com as escolhas inconscientes, que nos influenciam com tanta eficácia e nos confundem a ponto de acreditar que naquele momento, essa ou aquela, seria a melhor opção.

Uma escolha consciente parte do ato de aceitar a responsabilidade por seus sentimentos, pensamentos e comportamentos; escolha consciente é responsabilizar-se por suas decisões, dando a si mesmo a consciência para avaliar os custos e benefícios ao tomar uma decisão.

Escolher conscientemente é usar o cérebro cortical e dialogar com os planos cerebrais: reptiliano e límbico, para tornar conscientes as emoções e definir estratégias inteligentes de bem expressá-las. Fazer escolhas conscientes significa ação. Proatividade, o que é mais do que iniciativa. Ser proativo é pensar antes nos custos e benefícios de uma situação, prever o que pode acontecer de bom e ruim e ter controle da situação.

Já no caso das escolhas inconscientes, podemos dizer que estamos movidos a reações. Reagir é ser reativo, o problema ocorre porque aquilo não estava previsto, e a situação passa a ser de crise, sem o controle da pessoa. Pessoas que fazem escolhas inconscientes são totalmente vulneráveis à raiva desnecessária e à sua expressão inadequada.

As escolhas inconscientes nos tornam reativos e imobilizados para qualquer mudança, porque não somos responsáveis pelos eventos que ocorrem em nossa vida. As escolhas conscientes nos tornam fortalecidos para assumir nossos sentimentos e emoções e escolher o que acreditamos ser melhor para nós. A pessoa livre sabe usar sua inteligência para avaliar os custos e benefícios de suas escolhas, identificando assim maneiras eficazes de lidar com os pontos fracos e, quem sabe, descobrir alternativas salutares para transformar as fraquezas em fortalezas.

Liberdade implica coragem para dar limites, coragem para dar amor, aceitação e respeito pela diversidade, não exigir do outro o que ele não pode dar e não ter medo de seus «defeitos». E principalmente, aprender a lidar com as decepções. Elas acontecem quando criamos muita expectativa na «ação/reação» do outro.

As escolhas inconscientes precisam de um acompanhamento maior. Uma análise mais precisa, um acompanhamento profissional e em muitos casos, aceitação do que são nossos alicerces. Fato é que precisamos nos encontrar, entender nossos desejos e não fechar os olhos e sofrer. Escolher é uma tarefa individual, no entanto, acaba refletindo em todos que estão à nossa volta.

Por tudo isto é importante estar forte para assumir as consequências de nossas escolhas, orientadas por nosso consciente e/ou inconsciente. Mas é muito importante que além de saber fazer escolhas conscientes, você tenha a consciência de perdoar a pessoa que você foi no passado.

Compreenda, de uma vez por todas, que lá atrás você não tinha a maturidade que tem hoje. Não se julgue, não se condene. Tudo o que a sua versão do passado precisa e espera de você é compaixão e empatia. Pare de olhar para o que passou com as lentes da crítica e do arrependimento. Entenda, isso não vai te ajudar em nada.

Uma vez que você já identificou onde errou e o que não pode repetir mais em sua vida, o melhor a fazer é encher a alma de gratidão pelos aprendizados e seguir. Além disso, não se culpe ou se responsabilize pelas escolhas do outro. Mas, entenda, cada um oferece o que tem, e cada um faz suas escolhas de acordo com suas vivências, dores, medos e bagagens.

Adquirimos muito através dos nossos desacertos. De fato; Os dissabores também contribuem muito para a construção da pessoa que você é hoje: mais seletiva, mais observadora, mais prudente e, acima de tudo, consciente da sua capacidade de superação. Tudo o que você precisa é fazer as pazes com o seu passado.

Dê um desconto à sua versão anterior. Não é justo se crucificar por suas escolhas. Evite se lamentar pelo tempo em que esteve aprisionado. Se ficar focado na mágoa e no ressentimento, você não terá condições emocionais de se refazer. Oxigene a sua alma, perdoe-se pelos dissabores, ainda que você tenha permitido, entenda que você estava, de alguma forma, sem imunidade emocional.

Como as escolhas nos ajudam?

Fazer escolhas pode ser libertador – Dar-se conta de que estamos, o tempo todo, realizando escolhas, pode ser angustiante, mas também libertador. Angustiante porque nos damos conta de que estamos onde nos colocamos, por meio das escolhas que fizemos até este momento.

Portanto, sendo responsáveis por nossas experiências. Libertador porque é necessário entender que escolhemos o que entendemos como a melhor opção em determinado momento de nossas vidas. Escolhemos com as ferramentas e opções que tínhamos, mas que hoje, ao perceber que a realidade é diferente e nosso desejo é outro, podemos fazer outras escolhas e nos direcionar para outro futuro.

Neste ano, circulou na internet um texto que dizia: «casamento é difícil; divórcio é difícil. Escolha o seu difícil. Obesidade é difícil; ser fitness é difícil. Escolha o seu difícil. Ter dívidas é difícil; ser financeiramente disciplinado é difícil. Escolha o seu difícil.

  • Comunicar-se é difícil; não comunicar-se é difícil.
  • Escolha o seu difícil.
  • A vida nunca é fácil.
  • Será sempre difícil.
  • Mas podemos escolher nosso difícil.
  • Escolha sabiamente».
  • Esse texto quer dizer que não haverá situação ideal.
  • Há escolhas e consequências.
  • Há aquilo que optamos por realizar em nossos dias e os desdobramentos com os quais teremos de lidar.

Ocorre que, por vezes, podemos estar mais ou menos seguros para escolher. Em alguns momentos, teremos claras as razões pelas quais optamos por um caminho e não por outro. Porém, em outros períodos da vida, pode ser que tenhamos dificuldade para tomar distância das situações e avaliá-las de modo a estarmos seguros do trajeto a seguir.

Quão livre somos as escolhas que fazemos no cotidiano?

«Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências» (Pablo Neruda). Não sei se você, algum dia, também teve medo ao se deparar com decisões complexas que, várias vezes, têm de ser tomadas na solidão. Mas, se isso já aconteceu a você, bem-vindo ao mundo real, porque não há ser humano que não tenha passado por uma escolha crucial sem estremecer nas bases.

Fazer escolhas é doloroso. Temos medo de errar e sofrer, temos medo de optar pelo ruim e desprezar o bom. Escolher, em resumo, é um misto de arte, dor, superação e aprendizado. Tudo na vida depende das escolhas que fazemos. Até mesmo pequenas escolhas influenciam toda uma vida. Você escolhe ser responsável, fiel, aceitar, comprometer-se, mudar, resistir ou não.

Se escolhermos corretamente, seguramente conquistaremos nossos objetivos. Mas como saber qual é a escolha certa, principalmente em momentos críticos, onde tudo parece tão difícil? Viver é uma sequência de escolhas, com consequências favoráveis ou contrárias.

  • Somos o produto de nossas escolhas.
  • Não há dúvida de que as escolhas são fatores determinantes da vida, então, por que é tão difícil escolher? Fazer escolhas é ponderar entre o conhecido e o ignorado, analisar os poucos benefícios do certo e os enormes do duvidoso ou meditar sobre os riscos e oportunidades.

Tudo isso mesclado, refletido, depositado na balança junto com o medo, a coragem e as incertezas, para se chegar finalmente à escolha que se acredita ser a melhor. As dificuldades para escolher o caminho certo são muitas. Muitas pessoas não se dão conta de que a escolha e a renúncia são como as duas faces da mesma moeda.

Ao pensarmos nas vantagens em preferir uma alternativa, também teremos que ter consciência das desvantagens de renunciar à outra. Ao fazer escolhas, as pessoas não podem esquecer a importância de se manter em sintonia com seus valores e crenças, para não se arrependerem mais tarde, entrando em conflito consigo mesmas.

No processo de escolhas, tem três tipos de pessoas: as «pessoas do ontem», que optam por se lamentar sobre o passado, não aproveitando as coisas boas do presente; as «pessoas do amanhã», que são voltadas para o futuro sem viver o presente, se preocupando com problemas que nunca acontecerão, e as «pessoas do hoje», que são centradas na realidade e desfrutam de cada momento, pesando suas escolhas com sabedoria.

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Fazer escolhas faz parte da vida de todos. O importante é saber que todos têm a liberdade para fazer suas escolhas, porém, as consequências de cada uma delas é que precisam ser assumidas. Quando penso em escolhas, fico pendendo de um lado para outro, tal qual o pêndulo de um grande relógio, a princípio sem saber o que escolher.

Uma hora, inclino-me a isto; outra hora, a aquilo, e descobri que escolher dói, sempre dói. «Hoje, neste tempo que é seu, o futuro está sendo plantado. As escolhas que você procura, os amigos que você cultiva, as leituras que você faz, os valores que você abraça, os amores que você ama, tudo será determinante para a colheita futura» (Padre Fábio de Melo).

Quais são as consequências das nossas escolhas?

Escolhas e consequências Todos nós somos responsáveis pela própria vida, o que significa que somos responsáveis pelas nossas escolhas e, portanto, pelas consequências delas. O que você vive hoje é consequência das escolhas que fez, e estas escolhas incluem atitudes em relação a você e aos outros, seus comportamentos, sentimentos, entendimento dos fatos, e como enxerga o meio em que vive.

Fazemos escolhas o tempo todo, desde as mais simples, até as mais complexas e planejadas. E à medida que amadurecemos, passamos a fazer escolhas mais acertadas. Normalmente as nossas escolhas são baseadas em nossas crenças limitantes e em nossos medos. E um dos maiores medos que, infelizmente, norteiam as escolhas que a maioria das pessoas faz, é sobre o que as outras pessoas vão falar e pensar.

Muitas pessoas deixam de fazer o que deseja, de se divertir, de arriscar, e, consequentemente, de ser feliz, por medo do julgamento que farão dela. Acontece que sempre irão falar. Alguns irão torcer a favor e outros contra, e isto é fato. Então você precisa entender isto e aceitar, ou vai continuar refém do inevitável, assumindo uma posição medíocre diante da vida e distante de quem você realmente é.

Não estou dizendo que você não deva levar em conta a opinião de outras pessoas, nem que você deva agir sem se importar com os outros. Se tem dúvidas sobre uma decisão importante que precisa tomar, busque pessoas da sua confiança e converse sobre o assunto. Fale sobre seus receios, seus desejos e sentimentos.

Diga que é importante ouvir aquela opinião e deixe claro que vai ponderar sobre o que ouviu, porém que a decisão será sua, mesmo correndo o risco de errar. E se errar, não veja isto como um fracasso, mas como aprendizado. Nossas escolhas erradas não nos punem ou castigam.

O que ocorre é que cada ação gera uma consequência, coerente com o que foi feito. Por isso, caso não esteja satisfeito com sua vida atual, reflita sobre suas decisões e reveja seus comportamentos e atitudes. Reconhecer e tentar reparar o erro são de extrema importância para definir uma nova postura e fazer escolhas mais acertadas.

Não somos vítimas do destino, nem injustiçados. Somos o resultado das nossas escolhas e ações. Observe como se posiciona diante das situações. Você está sempre abrindo mão do que quer, para agradar os outros? Ou você age pensando apenas nos seus próprios interesses, sem se preocupar com as pessoas envolvidas? Você quer que tudo aconteça do seu jeito e no seu tempo? Reflita como costuma agir diante de um momento de escolha e reconhecerá o que precisa mudar.

  • E não tenha medo de mudar! Se observe e se desfaça de crenças, pensamentos, sentimentos e comportamentos limitantes.
  • Reforme-se e cresça! Isto não significa que não irá mais errar, mas que suas escolhas serão mais coerentes com quem você é.
  • Os riscos que cada escolha traz, poderão ser melhor avaliados, e as consequências serão arcadas com mais responsabilidade, sem ficar procurando culpados pelo que não deu certo.

Isto é amadurecer. Isto é crescer. E é apenas quando assumimos a responsabilidade das nossas escolhas, e das consequências que elas trazem, que podemos construir uma vida mais saudável e feliz.

Ouça o áudio do comentário de Lílian Martini.Redação Saúde no ArAutor do texto: Psicoterapeuta e Cientista Social, Lílian Martini.

: Escolhas e consequências

Qual a importância da liberdade de escolha?

A construção da liberdade de escolha, de forma responsável, é um processo que alia recursos educacionais e familiares. É algo que transpassa os limites da vivência escolar, podendo ajudar a criar relações firmes e saudáveis entre a criança, o ambiente onde ela vive e as pessoas com as quais ela interage.

Qual significado de escolhas?

Substantivo feminino Ato ou efeito de escolher, de selecionar entre uma coisa e outra; seleção, preferência, opção : a vida é feita de escolhas. Predileção que se demonstra em relação a algo ou alguém; preferência.

O que quer dizer você faz suas escolhas e suas escolhas fazem você?

Resumo – Há uma frase (do Steve Beckman) que diz «você faz suas escolhas e suas escolhas fazem você.» Todo indivíduo é dotado de habilidades que formam suas competências e lhe permite decisões. Há dias atrás, uma frase de minhas leituras me chamou a atenção, «fiz péssima escolha».

Como a liberdade é considerada no mundo atual?

Hoje, a liberdade é considerada um direito humano, presente na Declaração Universal dos Direitos Humanos da ONU.

É possível ser livre na sociedade em que vivemos?

More em condomínios que proporcionam opções de lazer e entretenimento – Para entender se é possível ser livre na sociedade em que vivemos, também é preciso avaliar quais são as condições do local onde você reside para que sejam proporcionados momentos de lazer ao lado de pessoas queridas e que farão com que todos os problemas relacionados ao âmbito profissional sejam deixados de lado.

  • Hoje, existem condomínios com e com um contato bastante próximo com a natureza, que proporcionarão ótimos encontros de confraternização.
  • Além disso, há alternativas para a prática de exercícios físicos diariamente,, seja na, que contribuirão para uma mais elevada.
  • Também há espaços para festas, com opções para crianças se divertirem e distraírem-se.

Especialmente em centros urbanos, o acaba se perdendo, sendo necessário que você encontre alternativas que possam solucionar essa demanda. Neste conteúdo, você pôde entender algumas dicas que comprovam que é possível ser livre na sociedade em que vivemos.

Como nossas escolhas mostram nossos valores?

Reflexões sobre Escolhas, Motivação e Autenticidade Por Andréa Nery À medida que um novo dia começa, somos confrontados com diversas oportunidades à nossa frente. As escolhas que fazemos moldam nosso percurso, deixando alguns caminhos para trás. Ao olharmos para dentro de nós mesmos, podemos entender o que estamos nutrindo em nossas vidas, onde focamos nossa energia e como contribuímos para o mundo ao nosso redor.

  • Imagine que nossa motivação é como uma bússola interna, nos guiando na busca por oportunidades e impulsionando nossas ações.
  • Quando refletimos sobre nossas escolhas, temos a chance de alinhar nossas ações com nossos valores e intuição, construindo uma ligação profunda entre quem somos e como agimos.
  • Isso nos leva a um caminho mais autêntico e gratificante.

Aqui surge uma pergunta importante: estamos ativamente buscando a felicidade? Nossas decisões são complexas, influenciadas por nossas experiências e emoções. Quando enfrentamos desafios, memórias antigas podem ser desencadeadas, guiando nossas ações. Ao explorarmos nossa própria história e identificarmos o que nos afeta, damos início a uma jornada de transformação.

  1. Esse processo nos ajuda a redefinir nossa relação com o mundo.
  2. Conhecer nossos valores, confiar em nossa intuição e acreditar em nossas decisões são passos essenciais para encontrar a felicidade.
  3. Nos dias agitados, nos deparamos com obstáculos e surpresas.
  4. No entanto, o poder de escolha está sempre em nossas mãos.

Embora não possamos mudar o passado, podemos escolher como reagir às situações. Essa habilidade é crucial para evitar cair em armadilhas de frustração. Reconhecer que não temos controle absoluto e entender a complexidade das relações humanas nos ajuda a superar esses desafios.

  1. Transformar frustrações em oportunidades é fundamental para nosso crescimento.
  2. Isso significa deixar para trás o que não nos serve mais e abraçar novas perspectivas.
  3. Nossa jornada em busca da felicidade exige resiliência e a disposição de mudar.
  4. Ao invés de obstáculos, as frustrações podem se tornar trampolins que impulsionam nosso desenvolvimento pessoal.

Continua após a publicidade Pausando para pensar sobre nossas ideias, surge uma pergunta: como as colocamos em prática? O mundo está ansioso por nossas contribuições criativas e, ao trabalharmos juntos, podemos tomar decisões que fortaleçam nossa conexão com o ambiente ao nosso redor.

  1. Nossas ações direcionam o rumo que tomamos e, com o tempo, nossas escolhas crescem, gerando resultados que alimentam nossos sonhos.
  2. Ter a coragem de ser autêntico é o que nos impulsiona a avançar e a defender nossas crenças e valores.
  3. Praticar a autoavaliação, sem julgamento, nos ajuda a perceber desequilíbrios internos.

Em meio às rápidas mudanças e incertezas, é normal nos sentirmos sobrecarregados e presos a situações improdutivas. Isso nos mantém em nossa zona de conforto, nos impedindo de agir. No entanto, quando escolhemos agir conscientemente, fortalecemos nossa capacidade de tomar decisões.

  1. Isso, por sua vez, fortalece nossa conexão com quem realmente somos, dando-nos a confiança para enfrentar as escolhas do dia a dia.
  2. Construir autoconfiança inicia um ciclo de impacto significativo, permitindo-nos confiar nos outros.
  3. Ao superarmos medos e inseguranças, estabelecemos relacionamentos mais profundos.

Essas conexões nos dão a confiança necessária para abraçar o presente, lidar com o inesperado e aceitar surpresas. O presente é um reflexo das nossas escolhas até agora. Compreender que as circunstâncias externas não são obstáculos nos abre para uma realização mais completa.

O presente é resultado de nossos desejos, intenções e ações interconectadas, onde reside o impacto fundamental das nossas escolhas. Cada escolha, motivação e aprendizado contribuem para esculpir nossa jornada de crescimento pessoal. Ao viver com clareza, coragem e confiança, não só podemos influenciar positivamente nossas próprias vidas, mas também os relacionamentos e o mundo ao nosso redor.

Ao construirmos um presente vibrante, abrimos portas para um futuro repleto de possibilidades.

Então, qual será a sua próxima escolha?

: Reflexões sobre Escolhas, Motivação e Autenticidade

Em que a liberdade se caracteriza a humanidade do ser humano?

A liberdade implica assim na responsabilidade do indivíduo por seus próprios atos. Sem dúvida há no conceito de liberdade o envolvimento com a consciência, poder, dever e identidade do ser humano. Citando Teilhard Chardin em sua obra O fenômeno humano in verbis: ‘ O animal sabe.