Moulin Rouge | Temuco

Consejos | Trucos | Comentarios

Como SO As Fezes De Quem Tem IntolerâNcia à Lactose?

Como é a cor das fezes de quem tem intolerância à lactose?

» Cor: a cor das fezes pode variar, mas não há uma cor específica associada à intolerância à lactose. No entanto, em alguns casos, pode haver uma coloração mais clara ou escura que o normal. » Cheiro: as fezes podem ter um odor mais forte devido à fermentação da lactose no intestino grosso, que produz gases e ácidos.

O que pode ser confundido com intolerância à lactose?

O que é a intolerância à lactose? – Segundo o Gerente Técnico do Laboratório Lustosa, João Campos, a intolerância à lactose é o nome que se dá à incapacidade parcial ou completa do organismo em digerir o açúcar existente no leite e seus derivados. Ela ocorre quando o organismo não produz, ou produz em quantidade insuficiente, uma enzima digestiva chamada lactase, que quebra e decompõe a lactose, ou seja, o açúcar do leite.

  • Como consequência, essa substância chega ao intestino inalterada.
  • Ali, ela se acumula e é fermentada por bactérias que fabricam ácido lático e gases, promovem maior retenção de água e o aparecimento de diarreias e cólicas», explica.
  • O problema costuma ser muito confundido com a alergia ao leite, mas são completamente diferentes.

A alergia é uma reação imunológica adversa às proteínas do leite, que se manifesta após a ingestão de uma porção, por menor que seja, de leite ou derivados. A mais comum é a alergia ao leite de vaca, que pode provocar alterações no intestino, na pele e no sistema respiratório (tosse e bronquite, por exemplo).

Quais são os sintomas mais graves de intolerância à lactose?

Intolerância à lactose | Biblioteca Virtual em Saúde MS Intolerância à lactose é a incapacidade de digerir a lactose (açúcar do leite). O problema é resultado da deficiência ou ausência de uma enzima intestinal chamada lactase. Esta enzima possibilita decompor o açúcar do leite em carboidratos mais simples, para a sua melhor absorção.

  1. É importante estabelecer a diferença entre alergia ao leite e intolerância à lactose.
  2. A alergia é uma reação imunológica adversa às proteínas do leite, que se manifesta após a ingestão de uma porção, por menor que seja, de leite ou derivados.
  3. A mais comum é a alergia ao leite de vaca, que pode provocar alterações no intestino, na pele e no sistema respiratório (tosse e bronquite, por exemplo).

Causas: – deficiência congênita da enzima: a criança nasce com um defeito genético que impossibilita a produção da lactase; – diminuição na produção da lactase em conseqüência de doenças intestinais; – deficiência primária: ocorre diminuição da produção da lactase como conseqüência do envelhecimento.

Esse fato é mais evidente em algumas raças como a negra (até 80% dos adultos têm deficiência) e menos comum em outras, como a branca (20% dos adultos). Sintomas: Os sintomas mais comuns são náusea, dores abdominais, diarréia ácida e abundante, gases e desconforto. A severidade dos sintomas depende da quantidade ingerida e da quantidade de lactose que cada pessoa pode tolerar.

Em muitos casos pode ocorrer somente dor e/ou distensão abdominal, sem diarréia. Os sintomas podem levar de alguns minutos até muitas horas para aparecer. A peristaltase, ou seja, o movimento muscular que empurra o alimento ao longo do estômago pode influenciar o tempo para o aparecimento dos sintomas.

Alimentos proibidos: – leite de vaca, queijos, manteiga, requeijão e demais derivados de leite; – preparações à base de leite (bolos, pudins, cremes, entre outros); – bolachas e biscoitos que possuem leite em sua composição.Deve-se ressaltar que esta orientação dietética não substitui o acompanhamento pelo médico!

IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo. Dica elaborada em setembro de 2.005 e revisada em abril de 2.018. Fonte: : Intolerância à lactose | Biblioteca Virtual em Saúde MS

Como limpar o intestino da lactose?

Como continuar consumindo alimentos que contêm lactose – Caso você sinta desconfortos após o consumo de leite e derivados, existe uma alternativa: a suplementação através da enzima lactase. A enzima lactase, como já foi dito, é responsável pela quebra da lactose, facilitando assim a absorção desse açúcar pelo nosso intestino e auxiliando a digestão. Como SO As Fezes De Quem Tem IntolerâNcia à Lactose

Que tipo de fezes devo me preocupar?

FEZES EM PEDAÇOS ESFARRAPADOS OU ESFARELANDO – Quando a quantidade de água está aumentada ou o ritmo do intestino está acelerado, as fezes podem não ter um formato definido e saírem pastosas ou em pedaços. Nestes casos, as pessoas percebem as fezes esfareladas, cocô mole ou fezes com pedaços de alimentos.

Se essa alteração durar pouco tempo, a causa pode ter sido uma infeção ou intoxicação passageira ou os alimentos ingeridos podem influenciar na composição das fezes. Entretanto, se houve uma mudança no tipo de fezes e você percebe um cocô fino, fezes granuladas, fezes porosas, fibrosas picotadas, achatadas, presença de alimentos nas fezes ou pedaços de folhas, e esta alteração persiste, isso ser sinal que precisa de um tratamento.

Algumas situações podem se manifestar com esses sintomas: intolerâncias alimentares (comumente à lactose), doença celíaca, doenças inflamatórias intestinais e até câncer de intestino. Procure seu médico ou agende uma consulta por vídeo com um especialista de nossa equipe. Marque uma consulta agora por vídeo com um especialista da Clínica Gástrica Usuy. Agende uma consulta – gastrica.com.br/telemedicina

Onde dói intolerância lactose?

Sintomas de intolerância à lactose: veja quais são! Você já deve ter uma pequena ideia do que é uma intolerância à lactose, correto? Basicamente, ela é caracterizada pela incapacidade de digerir totalmente a lactose de produtos lácteos. Além disso, é resultado de um distúrbio digestivo que está diretamente associado à baixa produção (ou nenhuma produção) de lactase, uma enzima produzida pelo intestino delgado.

A lactose, então, é o açúcar presente no leite e seus derivados. É um hidrato de carbono, mais especificamente um dissacarídeo, composto por dois monossacarídeos: a glicose e a galactose. Com isso, é necessário ter um cuidado com alimentos que levam a substância, como é o caso dos leites, queijos, iogurtes, chocolates, entre outros.

Como a doença pode ser desenvolvida em qualquer idade, é preciso também estar atento aos sintomas. Por que é necessário estar atento aos sintomas de intolerância à lactose? Como citado anteriormente, a intolerância à lactose pode aparecer no organismo humano em qualquer idade, desde a infância, passando pela adolescência até velhice.

Sua ocorrência acontece, principalmente, pela lactose que se acumula no organismo com o tempo. No início, a intolerância pode ser confundida com uma alergia por conta de alguns sintomas semelhantes. Mas, acredite, são complicações bem distintas. Para contextualizar, explicamos um pouco a causa das duas abaixo: Intolerância à lactose: deficiência em quebrar a lactose.Alergia: resposta do sistema imunológico para expulsar do corpo algo que está fazendo mal.

Essa expulsão ocorre por meio de células de defesa, que causam coceiras, dores localizadas ou vermelhidão. Agora que você sabe a diferença de uma para outra, apresentamos outro ponto que torna o conhecimento dos sintomas tão necessário: as primeiras reações.

Em alguns casos, quando a intolerância começa a surgir, o indivíduo passa a sentir mal-estar e dor no estômago, mas pensa que esses efeitos passarão rapidamente. Com isso, ele continua ingerindo alimentos com lactose naturalmente, quando, na verdade, é essa substância que o faz passar mal. Para se ter uma ideia, de acordo com estudos, mais de 70% da população brasileira possui intolerância à lactose, seja em grau leve, moderado ou grave.

Para diagnosticar a intolerância, é necessário, primeiramente, descartar quaisquer outras enfermidades gastrointestinais, que causam sintomas semelhantes. Logo após, é imprescindível consultar um médico especialista que avaliará o histórico do paciente.

  • Quais são os principais sintomas? Caso você esteja com alguns dos sintomas dos citados abaixo, procure ajuda médica e obtenha o melhor tratamento:
  • Dor e inchaço abdominalDiarreiaGasesAziaPrisão de ventreNáusea e vômitosDor de cabeça.
  • Todos os sintomas acima estão correlacionados e podem ter três graus de dor:
  • leves: causam leves dores momentâneas na região da barriga;médias: as dores são um pouco mais elevadas, mas ingerir algum medicamento pode amenizar a situação;

intensas: aqui, as dores incomodam o paciente ao ponto de atrapalhar as tarefas diárias. Em alguns casos, é necessário encaminhamento até um pronto-socorro para a aplicação de remédio via endovenosa. Quais são os tipos de intolerância à lactose? Existem três tipos de intolerância à lactose, cujas ocorrem de formas distintas.

Veja: Deficiência congênita Esse primeiro tipo ocorre logo no nascimento da crianças, quando ela se desenvolve sem condições de produzir lactase. Das três, essa é a forma mais rara e mais crônica. Deficiência primária Das três, essa é a deficiência mais comum. Ela ocorre quando, na adolescência, a produção de lactase começa a diminuir progressivamente até a velhice.

Deficiência secundária Nesse último tipo a intolerância pode ser temporária, acontecendo pelo aparecimento de outras doenças intestinais. Alguns exemplos são: diarreias, síndrome do intestino irritável, doença de Crohn, doença celíaca, ou alergia à proteína do leite, por exemplo.

  1. Envelhecimento;Histórico familiar e etnia (mais comum em africanos, árabes, gregos, chineses, coreanos e canadenses);Infecção por rotavírus;Doenças gastrointestinais;Predisposição genética;Diabetes;
  2. Realização de cirurgia bariátrica.
See also:  Quando A IcterCia é Preocupante?

Como curar a intolerância? Não existe forma de conter a queda de produção da lactase ou a cura da intolerância em si. Por isso, logo após seu diagnóstico, é necessário que alguns cuidados sejam levados em conta para que os sintomas não sejam agravados.

O primeiro passo é óbvio: reduzir todos os alimentos que contém lactose na sua composição. No entanto, isso não significa que alimentos como leite, queijo e iogurte devam ser retirados da sua dieta. Pelo contrário. É necessário procurar alternativas desses produtos, sem a lactose. Existem produtos no mercado com 0% de lactose ou com redução de 80% a 90% do açúcar.

Há também produtos para substituir a lactose, sendo encontrados em pó, pílulas ou líquido. Uma boa alternativa é adicionar legumes, cereais e verduras na dieta. O motivo é que esses alimentos colaboram o trânsito intestinal. Ou seja, mesmo que por acidente quem tem intolerância ingira lactose, terá menos complicações intestinais.

Mas, atenção: é necessário o aval de um nutricionista para saber quais componentes podem ser retirados ou adicionados da dieta. Somente um profissional especializado, após exames, poderá receitar a melhor receita. Ao consumir alimentos recomendados, a pessoa que desenvolveu a intolerância poderá viver tranquilamente.

Conclusão Agora que você já sabe o que causa a intolerância à lactose e quais são os principais sintomas, não esqueça de procurar ajuda profissional caso alguma suspeita apareça. Auto exames não são recomendados, tanto para o descobrimento da doença quanto para o seu tratamento.

  1. Apesar de aparecer de maneira de fácil controle para algumas pessoas, é preciso ter seriedade para que futuros problemas intestinais não sejam agravados.A DB Molecular oferece o exame de intolerância à lactose.
  2. Quer realizá-lo ou procurar por outros? Clique aqui e veja todos os exames disponibilizados.

: Sintomas de intolerância à lactose: veja quais são!

Quais são os sintomas do intestino inflamado?

Dor abdominal e alterações no hábito intestinal, o que inclui constipação ou diarreia por mais de 4 semanas: além da persistência das dores e diarreia, em alguns casos é possível observar a presença de sangue ou catarro nas fezes. Fadiga e cansaço frequentes.

O que acontece se eu não cuidar da intolerância à lactose?

ADQUIRIDA: Manifesta-se após uma inflamação ou algum dano permanente na mucosa intestinal. – TRANSITÓRIA: Condição temporária causada por dano à mucosa intestinal.

A maioria dos intolerantes à lactose não necessita excluí-la totalmente da alimentação, já que o grau de intolerância varia de indivíduo para indivíduo, e grande parte deles toleram quantidades menores de lactose sem apresentar sintomas. Intolerância à lactose e alergia ao leite são situações diferentes.

A intolerância é uma incapacidade de digerir algum componente alimentar. No caso, um carboidrato gerando reações adversas. A alergia é uma resposta imunológica do organismo a algum componente alimentar. No caso do leite são as proteínas que desencadeiam essa resposta. A quantidade de lactose necessária para desencadear alguma reação no organismo varia de indivíduo para indivíduo, dependendo da quantidade de lactose ingerida, fracionamento desta ingestão ao longo do dia e do grau de deficiência de lactase.

Os produtos lácteos que são submetidos ao processo de fermentação possuem menos lactose e são mais bem tolerados, como alguns queijos e os iogurtes. A maioria das pessoas intolerantes à lactose pode ingerir até 12g por dia de lactose, o que equivale, em média, a um copo de leite ou dois potes e meio de iogurte, sem apresentar sintomas adversos. Como SO As Fezes De Quem Tem IntolerâNcia à Lactose OS SINTOMAS SÃO: Dor abdominal (100%), Distensão intestinal (100%), Ruídos estomacais (100%), Flatulência (100%), Náusea (78%), Vômitos (78%), Diarreia (70%) e Constipação (30%). Existem vários graus ou níveis de intolerância à lactose, que podem variar muito de uma pessoa para outra.

Algumas pessoas notam seu efeito após a ingestão de pequenas quantidades de lactose, enquanto outros têm um limiar mais elevado e é mais difícil de perceber a relação causa-efeito. Algumas pessoas permanecem assintomáticas por toda a vida, caso não excedam determinada quantidade de lactose por dia. Há também pessoas que conseguem tolerar queijo perfeitamente (queijo curado contém pouca lactose) ou iogurte (em que parte da lactose tornou-se ácido láctico devido à ação de bactérias), mas mostram sintomas claros assim que bebem um copo de leite.

Cada pessoa precisa saber qual é o seu nível de tolerância e, nesse sentido, é importante saber quanto de lactose diferentes alimentos contêm naturalmente. A sensibilidade também pode mudar ao longo do tempo e com o estado geral de saúde da pessoa. Um episódio de diarreia aguda causada por uma infecção pode reduzir temporariamente os níveis de lactase e aumentar a sensibilidade à lactose por um curto período de tempo.

Quanto tempo dura a crise de intolerância à lactose?

Quanto tempo costuma durar os sinais de desconfortos ligados à má digestão da lactose? – Os desconfortos normalmente começam de 30 minutos a 2 horas após a ingestão de alimentos que contenham a lactose e podem levar de 6 a 12h. O começo dos desconfortos, Aa sua duração e a sua intensidade são questões que costumam variar da dependência – principalmente – da quantidade de lactose continha no alimento e do quanto de enzima lactase o organismo fabrica.

Quando desconfiar de intolerância à lactose?

Dor na região abdominal; Irritação; Dores musculares ou nas articulações; Gases depois de comer alimentos como queijo, leite e iogurte.

Como desinflamar o corpo da lactose?

Como continuar consumindo alimentos que contêm lactose – Caso você sinta desconfortos após o consumo de leite e derivados, existe uma alternativa: a suplementação através da enzima lactase. A enzima lactase, como já foi dito, é responsável pela quebra da lactose, facilitando assim a absorção desse açúcar pelo nosso intestino e auxiliando a digestão. Como SO As Fezes De Quem Tem IntolerâNcia à Lactose

Como a lactose inflama o corpo?

Não confunda alhos (intolerância à lactose) com bugalhos (alergia à proteína dos leites animais). Pelo Comitê de Gastroenterologia: Sheila Pércope Professora Adjunta de Pediatria da UFRJ Gastroenterologista Pediátrica pela SBP Membro do Comitê de Gastroenterologia da SOPERJ

  • Introdução
  • Um mesmo alimento, como o leite animal, contem componentes que podem determinar sintomas por dois mecanismos: metabólico (defeito na digestão) e imunológico.

Quando mecanismo metabólico está envolvido os problemas se relacionam à lactose, por sua deficiente digestão. A lactose não é digerida e é metabolizada por bactérias da microbiota intestinal, gerando sintomas como gases, distensão abdominal, cólicas, diarreia, assaduras, que passam rápido com sua eliminação da alimentação.

  1. Não existe inflamação do intestino.
  2. Quando mecanismo imunológico está envolvido podem surgir vários tipos de reações de hipersensibilidade aos componentes proteicos.
  3. Cada mamífero tem proteína específica para seu grupo.
  4. Usando proteína diferente daquela do leite humano, pode aparecer inflamação do intestino que não tem melhora imediata com a retirada do leite da dieta, a não ser nas reações imediatas, onde não há inflamação.

Lactose é a mesma no leite de todo mamífero, inclusive no leite materno. Portanto, não há possibilidade de «alergia à lactose», pela ausência de especificidade e por ser componente não proteico. Intolerância à lactose vs. alergia à proteína do leite animal,

Sintomas de intolerância à lactose Sintomas de intolerância à lactose são assaduras, borborigma, distensão e dor abdominal, diarreia explosiva, flatus e náuseas. A quantidade de lactose, causando sintomas, varia de indivíduo para indivíduo, podendo haver ausência de alguns, como a diarreia. Como visto acima, os sintomas cessam logo com a eliminação da lactose na alimentação da criança.

Nesse caso, os leites e fórmulas isentos de lactose são úteis. Sintomas variam de acordo com a quantidade e a forma do alimento, bem como com o grau da deficiência de lactase, que pode ser:

  • Primária: congênita (raríssima), fisiológica do recém-nascido (processo adaptativo que não merece manobras dietéticas que podem interferir na aquisição de microbiota protetora) e tardia, ontogenética (atividade de lactase diminui em mamíferos, com a idade). A ontogenética ocorre em humanos, após três anos de idade.
  • Secundária: devida a agressões das vilosidades intestinais de qualquer etiologia, com diminuição da atividade de lactase.

Praticamente, não existe intolerância à lactose nos primeiros 3 a 4 anos de vida, a não ser que a criança tenha uma doença do intestino, como Doença Celíaca, Alergia Alimentar, infecção intestinal persistente, entre outras. Tratamento de intolerância à lactose: Dependendo da atividade residual de lactase, suspender ou diminuir a lactose.

  1. Reposição de cálcio, para atingir níveis diários recomendados, sempre deve ser feita.
  2. Sintomas de alergia à proteína dos leites.
  3. Sintomas de alergia à proteína dos leites são vários e dependem do aparelho-alvo, a saber: respiratórios (raros) cutâneos (um pouco mais frequentes) e gastrointestinais.

Além disso, podem ter sintomas imediatos (mediados por IgE), mistos (mediados por IgE e por células) e tardios (mediados por células). A não ser nos primeiros, imediatos, os sintomas não melhoram rapidamente, com a retirada do leite da alimentação da criança, pois temos que esperar a melhora da inflamação causada pela reação à proteína do leite animal.

  1. No que se refere a manifestações gastrointestinais, merecem comentários e destaque as seguintes: Vômitos e diarreia logo após ingestão do leite animal: alergia mediada por IgE.
  2. Digestão e absorção mantidas.
  3. Proctite e Proctocolite: sangue e muco nas fezes, em crianças alimentadas ao seio (quando proteínas oferecidas através do leite materno, úteis para estimular tolerância, determinam alergia em crianças predispostas ) ou fórmulas.
See also:  Quando O Dia Dos Pais?

Digestão e absorção estão mantidas. Alergia pode ser a múltiplos alimentos, mas nem sempre é. Alergia ao leite animal, secundária a agressão infecciosa (Diarreia Persistente) e Enteropatia por alergia ao leite animal: digestão e absorção alteradas. Alergia pode ser múltipla, (leites, soja, trigo, ovos) associada à intolerância à lactose.

  • Tratamento de alergia às proteínas dos leites: Seu Pediatra irá escolher a fórmula com proteína do leite modificada que mais se adapta ao tipo de alergia apresentado pela criança.
  • Nas IgE mediadas, nas Proctites e nas Proctocolites e alergias com manifestações fora do tubo digestório, não há necessidade de se retirar a lactose.

Em amamentação materna, é feita dieta de exclusão de proteína do leite animal, não de lactose, para a mãe. Como foi dito, o leite materno tem quase o dobro de lactose do que o leite de outros mamíferos e lactose não dá alergia, Nas alergias imediatas (mediadas por IgE), seu Pediatra indicará, também, tratamento medicamentoso adequado ao caso.

  1. Quando há lesão do tubo digestório alto, as fórmulas com proteína modificada devem ser isentas, também, de lactose, pois existe alteração concomitante de sua digestão.
  2. Fórmulas elementares, de aminoácidos, podem ser primeira opção de seu pediatra em crianças graves, que testará uma fórmula extensamente hidrolisadas após melhora e recuperação do estado nutricional.

Serão usadas, também, em alguns casos onde não há tolerância às fórmulas extensamente hidrolisadas. As fórmula HA, parcialmente hidrolisadas, são usadas para prevenção de alergia ao leite em crianças com famílias predispostas. Não servem para tratamento,

Como a pessoa se torna intolerante à lactose?

Intolerância à lactose | Biblioteca Virtual em Saúde MS Intolerância à lactose é a incapacidade de digerir a lactose (açúcar do leite). O problema é resultado da deficiência ou ausência de uma enzima intestinal chamada lactase. Esta enzima possibilita decompor o açúcar do leite em carboidratos mais simples, para a sua melhor absorção.

É importante estabelecer a diferença entre alergia ao leite e intolerância à lactose. A alergia é uma reação imunológica adversa às proteínas do leite, que se manifesta após a ingestão de uma porção, por menor que seja, de leite ou derivados. A mais comum é a alergia ao leite de vaca, que pode provocar alterações no intestino, na pele e no sistema respiratório (tosse e bronquite, por exemplo).

Causas: – deficiência congênita da enzima: a criança nasce com um defeito genético que impossibilita a produção da lactase; – diminuição na produção da lactase em conseqüência de doenças intestinais; – deficiência primária: ocorre diminuição da produção da lactase como conseqüência do envelhecimento.

  • Esse fato é mais evidente em algumas raças como a negra (até 80% dos adultos têm deficiência) e menos comum em outras, como a branca (20% dos adultos).
  • Sintomas: Os sintomas mais comuns são náusea, dores abdominais, diarréia ácida e abundante, gases e desconforto.
  • A severidade dos sintomas depende da quantidade ingerida e da quantidade de lactose que cada pessoa pode tolerar.

Em muitos casos pode ocorrer somente dor e/ou distensão abdominal, sem diarréia. Os sintomas podem levar de alguns minutos até muitas horas para aparecer. A peristaltase, ou seja, o movimento muscular que empurra o alimento ao longo do estômago pode influenciar o tempo para o aparecimento dos sintomas.

Alimentos proibidos: – leite de vaca, queijos, manteiga, requeijão e demais derivados de leite; – preparações à base de leite (bolos, pudins, cremes, entre outros); – bolachas e biscoitos que possuem leite em sua composição.Deve-se ressaltar que esta orientação dietética não substitui o acompanhamento pelo médico!

IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo. Dica elaborada em setembro de 2.005 e revisada em abril de 2.018. Fonte: : Intolerância à lactose | Biblioteca Virtual em Saúde MS

Quando as fezes indicam problemas?

Sinais de alerta – As alterações na cor e consistência das fezes não devem ser menosprezadas, sobretudo quando acompanhadas de outros sintomas como a perda de peso ou dores abdominais. O odor também pode indiciar a presença de tumores, sangue ou gordura.

Como é as fezes de quem tem ansiedade?

Fatores emocionais –

Nervosismo, ansiedade e estresse afetam o corpo de diversas formas. O paciente pode sentir tremor pelo corpo, taquicardia, náusea, sudorese nas mãos e também a diarreia. Nesta ocasião, a evacuação com fezes mais pastosas ou líquidas tende a passar quando a situação de «muito estresse» acaba.

    Como identificar algo errado nas fezes?

    Sinais de alerta – As alterações na cor e consistência das fezes não devem ser menosprezadas, sobretudo quando acompanhadas de outros sintomas como a perda de peso ou dores abdominais. O odor também pode indiciar a presença de tumores, sangue ou gordura.

    Como são as fezes de quem tem síndrome do intestino irritável?

    Síndrome do Intestino Irritável – O que é? A Síndrome do Intestino Irritável (SII) é uma das enfermidades mais frequentes no ser humano, ocorrendo em mais ou menos 10 a 20% das pessoas, com leve predomínio no sexo feminino e podendo iniciar em qualquer idade, sobretudo entre os 20 e 40 anos. Não tem causa conhecida e não existem alterações laboratoriais ou de exames de imagem que confirmem o diagnóstico. Por isto é chamada de doença funcional (não orgânica). Segundo os conhecimentos atuais, consiste numa alteração da movimentação intestinal que é percebida com maior intensidade pelo nosso cérebro. É, ainda, uma doença crônica, comumente recorrente, de curso benigno, sem nenhuma relação com doenças intestinais mais graves. Quais os sintomas? Os sintomas principais são: dor abdominal difusa ou localizada, de intensidade variável, que alivia com a evacuação de gases ou fezes, distensão ou sensação de distensão abdominal, percepção dos movimentos intra-abdominais, impressão de evacuação incompleta e alteração do ritmo intestinal, com predomínio de constipação ou diarreia ou intercalando dias de constipação com 1 ou 2 dias de diarreia. Observam-se, também, alterações da forma das fezes, que na mesma pessoa podem ser: finas, caprinas (pequenas pelotas), duras, sem forma, diarreicas ou normais e com a presença de muco. Os sinais de alarme (febre, emagrecimento, sangramento anal) nunca são encontrados. Se tais ocorrerem, devemos buscar outra causa. Quando suspeitar? Suspeitar nos casos com história de meses ou anos manifestando os sintomas acima referidos, sem perda de peso e, às vezes, até engordando e que numa série específica de exames laboratoriais e de imagem não tenha sido encontrada nenhuma alteração que sugira um diagnóstico alternativo. Não é rara a constatação de que os sintomas surgem ou se agravam quando você «se incomoda» ou quando tenha passado ou esteja passando por um período de ansiedade, depressão ou estresse. Qual o tratamento? O elemento mais importante do tratamento é uma boa relação com o seu médico. Uma atitude de acolhimento e compreensão para com as queixas e os temores do enfermo, uma explicação de como a Medicina vê a sua enfermidade e como explica os seus sintomas, a afirmação do caráter benigno da mesma, o comentário de que não dispomos de tratamento de cura, mas que existem vários medicamentos com os quais se pode aliviar ou controlar muito bem seus sintomas, são da maior importância. A terapêutica medicamentosa depende dos sintomas predominantes, usando-se laxativos de volume nos constipados e constipantes nos diarreicos; a dor abdominal, sintoma frequente e importante, deve ser tratada com as drogas com as quais o médico tenha mais experiência e confiança pessoal, ressalvando ao paciente que por vezes, é necessário o uso de vários produtos até que se encontre o mais adequado para o seu casoTT.

Qual é a cor das fezes saudáveis?

O que a cor das fezes diz sobre a sua saúde As fezes são restos sólidos dos alimentos que não foram digeridos e absorvidos pelo intestino delgado. A Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED) afirma que analisar a cor, formato, odor e textura das fezes traz informações sobre as condições do intestino e pode indicar doenças, desde infecções até tumores, além de dar pistas sobre a qualidade da nossa alimentação.

  1. Por isso, especialistas defendem a importância de olhar para o que expelimos regularmente e procurar ajuda profissional assim que alterações forem notadas.
  2. O cocô ideal Um cocô saudável é marrom graças à estercobilina, um pigmento escuro formado na digestão da bile – fluido produzido pelo fígado que facilita a ação das enzimas que digerem as gorduras.

Sua textura deve ser sólida, mas não de forma exagerada, com uma forma ligeiramente alongada, O ideal é que a consistência e a forma não causem dor ou dificuldade para evacuar. Por que as fezes ficam alteradas? A maioria das mudanças nas fezes se dá por distúrbios funcionais intestinais, relacionados à microbiota, à dieta, ao sistema nervoso e a comportamentos e hábitos de vida.

  • A cor das fezes, assim como sua forma e a consistência, também reflete a qualidade da alimentação e, por isso, estão muito relacionadas com o tipo de alimentos ingeridos.
  • Por isso, variação na cor é algo comum e pode acontecer sem indicar um problema mais grave, desde que não dure por mais de 3 dias.

Se a alteração permanecer por mais tempo, é importante consultar um gastroenterologista para identificar se existe um problema e iniciar o tratamento adequado, caso seja necessário. VEJA O QUE AS ALTERAÇÕES NA COR, FORMA E CONSISTÊNCIA DAS FEZES PODE DIZER SOBRE A SAÚDE Fezes Verdes As fezes verdes aparecem quando o intestino está funcionando muito rápido e não tem tempo suficiente para digerir corretamente a bile, como acontece durante situações de estresse ou em crises do intestino irritável.

  • Fezes Escuras
  • As fezes escuras ou negras são, geralmente, acompanhadas por um odor muito mais fétido do que o normal e podem ser sinal de sangramento em algum lugar ao longo do sistema digestivo.
  • Fezes Amarelas
  • Este tipo de cocô normalmente é um sinal de dificuldade para digerir a gordura e, por isso, pode estar relacionado com problemas que diminuem a capacidade de absorção intestinal, como doença Celíaca, ou ser causado pela falta de produção de enzimas no pâncreas, podendo indicar problemas neste órgão.
  • Fezes Avermelhadas

Esta cor de cocô geralmente indica a presença de sangue e, por isso, é mais frequentes em situações de hemorroidas, por exemplo. Porém, o sangramento também pode ocorrer devido a infecções, problemas inflamatórios, como doença de Crohn e colite ulcerativa ou doenças mais graves, como câncer.

  1. Fezes Claras
  2. As fezes claras, ou esbranquiçadas, surgem quando existe muita dificuldade do sistema digestivo para digerir a gordura e, por isso, são um sinal importante de problemas no fígado ou nas vias biliares.
  3. Consistência

A consistência das fezes sugere o quanto elas demoraram a serem evacuadas. Fezes que demoraram dias passam a ter seu componente de água reabsorvido pelo organismo e, portanto, ressecam mais, ficando bastante endurecidas. No caso das infecções intestinais, a passagem das fezes é bem mais rápida e não há a correta absorção de água, gerando as diarreias.

  • A consistência ideal é de pastosa a moldável, devendo se adaptar ao canal do ânus sem machucar.
  • Odor É certo que o cheiro das fezes não é dos mais agradáveis.
  • Entretanto, a intensidade do odor pode variar muito conforme aquilo que comemos.
  • No geral, o consumo de carne vermelha ou alimentos condimentados pode gerar fezes com um odor mais acentuado.

As fezes de uma alimentação saudável e equilibrada devem apresentar um cheiro característico. O odor fétido pode indicar infecções ou inflamações, já que não há a completa digestão dos alimentos. Formato As fezes consideradas normais são caracterizadas como fezes cilíndricas, compridas e com aspecto macio.

  • Isso indica que ao passar pelo intestino tiveram um bom trânsito e nenhum tipo de obstrução que atrapalhasse a passagem.
  • Boia ou afunda? Fezes saudáveis no geral devem afundar.
  • O que determina se boia ou não é o teor de gordura: quando em excesso, as fezes tendem a boiar.
  • Porém, a concentração de gases nas fezes também pode fazê-las boiar e isso é resultado da ingestão de alguns alimentos, como brócolis, feijão e repolho.

Fezes com Sangue Não é normal apresentar sangue nas fezes: é um cenário que deve sempre ser investigado por um médico. Pode ser um problema simples, como um sangramento de hemorroidas internas, mas também pode indicar a presença de algo mais sério, como algum tumor.

Quando devo me preocupar com a cor das fezes?

O que significam as cores do cocô e o que elas dizem sobre a saúde?

Um dos principais fatores que definem as cores das é a bile, uma conjunto de substâncias produzidas no fígado e armazenada pela vesícula biliar.De cor amarelo-esverdeada, ela ajuda a fazer a digestão, especialmente de gorduras e dos chamados nutrientes lipossolúveis.No caso de uma absorção ineficiente do intestino grosso, que normalmente reabsorve de 80% a 90% da bile, o cocô tende a ficar mais amarelado ou esverdeado, explica Flávio Antonio Quilici, da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG).Da mesma forma, quando uma pessoa está com diarreia, as fezes tendem a ficar amareladas por causa do trânsito intestinal acelerado e da consistência aquosa do material.

Como SO As Fezes De Quem Tem IntolerâNcia à Lactose Gabriel Cabral/Folhapress No caso de persistência de fezes amarelas ou amarelo-esverdeadas, é importante buscar auxílio médico. Também deve-se atentar para o odor das fezes. Se elas são oleosas e muito malcheirosas pode haver um problema na absorção de gorduras.

Se há algum problema na produção ou secreção de bile, como uma obstrução dos canais que levam o conteúdo para a vesícula ou mesmo durante sua saída para o intestino, o cocô tende a ficar esbranquiçado ou acinzentado. Nesse caso, é preciso buscar ajuda com certa urgência. Essa condição geralmente é descoberta precocemente devido à dor que a pessoa sente, afirma Quilici.

Outro sinal de preocupação se dá quando as saem pretas ou com partes pretas —isso provavelmente quer dizer que há coágulos de sangue, derivados de sangramento em alguma parte do trato gastrintestinal. No caso de sangue vivo, provavelmente esse sangramento é mais próximo do reto ou do ânus, e também demanda atenção.

Como são as fezes de quem tem síndrome do intestino irritável?

Síndrome do Intestino Irritável – O que é? A Síndrome do Intestino Irritável (SII) é uma das enfermidades mais frequentes no ser humano, ocorrendo em mais ou menos 10 a 20% das pessoas, com leve predomínio no sexo feminino e podendo iniciar em qualquer idade, sobretudo entre os 20 e 40 anos. Não tem causa conhecida e não existem alterações laboratoriais ou de exames de imagem que confirmem o diagnóstico. Por isto é chamada de doença funcional (não orgânica). Segundo os conhecimentos atuais, consiste numa alteração da movimentação intestinal que é percebida com maior intensidade pelo nosso cérebro. É, ainda, uma doença crônica, comumente recorrente, de curso benigno, sem nenhuma relação com doenças intestinais mais graves. Quais os sintomas? Os sintomas principais são: dor abdominal difusa ou localizada, de intensidade variável, que alivia com a evacuação de gases ou fezes, distensão ou sensação de distensão abdominal, percepção dos movimentos intra-abdominais, impressão de evacuação incompleta e alteração do ritmo intestinal, com predomínio de constipação ou diarreia ou intercalando dias de constipação com 1 ou 2 dias de diarreia. Observam-se, também, alterações da forma das fezes, que na mesma pessoa podem ser: finas, caprinas (pequenas pelotas), duras, sem forma, diarreicas ou normais e com a presença de muco. Os sinais de alarme (febre, emagrecimento, sangramento anal) nunca são encontrados. Se tais ocorrerem, devemos buscar outra causa. Quando suspeitar? Suspeitar nos casos com história de meses ou anos manifestando os sintomas acima referidos, sem perda de peso e, às vezes, até engordando e que numa série específica de exames laboratoriais e de imagem não tenha sido encontrada nenhuma alteração que sugira um diagnóstico alternativo. Não é rara a constatação de que os sintomas surgem ou se agravam quando você «se incomoda» ou quando tenha passado ou esteja passando por um período de ansiedade, depressão ou estresse. Qual o tratamento? O elemento mais importante do tratamento é uma boa relação com o seu médico. Uma atitude de acolhimento e compreensão para com as queixas e os temores do enfermo, uma explicação de como a Medicina vê a sua enfermidade e como explica os seus sintomas, a afirmação do caráter benigno da mesma, o comentário de que não dispomos de tratamento de cura, mas que existem vários medicamentos com os quais se pode aliviar ou controlar muito bem seus sintomas, são da maior importância. A terapêutica medicamentosa depende dos sintomas predominantes, usando-se laxativos de volume nos constipados e constipantes nos diarreicos; a dor abdominal, sintoma frequente e importante, deve ser tratada com as drogas com as quais o médico tenha mais experiência e confiança pessoal, ressalvando ao paciente que por vezes, é necessário o uso de vários produtos até que se encontre o mais adequado para o seu casoTT.

Quem tem intolerância à lactose tem muco nas fezes?

O que é muco nas fezes? – As fezes que são eliminadas por nosso corpo podem ser um indicativo de como anda nossa saúde gastrointestinal. Para que o bolo fecal possa se movimentar pelo intestino com facilidade, o organismo produz um muco que, por vezes, pode ser eliminado junto com as fezes.

O muco nas fezes geralmente não pode ser visto, porque não é eliminado em grandes quantidades. No entanto, por vezes, é possível vê-lo e, se isso acontece com frequência e em um mesmo período, pode ser um sinal de que algo não vai bem no corpo. O muco branco nas fezes, se combinado com dor abdominal, diarreia e intestino preso, pode ser um indicativo de que o paciente possui intolerância alimentar, como a intolerância à lactose, além de outras condições como a síndrome do intestino irritável, a gastroenterite e a doença de crohn, por exemplo.

O muco nas fezes em bebês também pode ser sinal das condições mencionadas acima, em especial, para bebês que são amamentados. O muco nas fezes também pode ser um indicativo de tumor ou câncer nos intestinos. Por isso, se a pessoa apresenta episódios frequentes de muco nas fezes, deve procurar um médico para entender o que está acontecendo.