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Depoimentos De Quem Fez Cirurgia De HRnia De Disco?

Quem faz cirurgia de hérnia de disco fica bom?

Hérnia de disco é problema comum que geralmente melhora com tratamento clínico. Entretanto, 1 em cada 10 pacientes (10% das pessoas) com hérnia de disco terão compressão neurológica grave e necessitarão de descompressão cirúrgica. Nessa situação, cirurgia é mais eficaz que qualquer outro tipo de tratamento.

Quanto tempo leva para recuperar de uma cirurgia de hérnia de disco?

Cuidados pós-cirúrgicos – Em média, são necessários três meses para recuperação integral após uma cirurgia na coluna, Durante esse período, cuidados especiais são fundamentais para evitar complicações. As precauções aceleram a recuperação, reduzem dores, diminuem as chances de má cicatrização ou deslocamento de parafusos inseridos na coluna.

Coluna torácica

De modo geral, a recuperação dura dois meses e deve incluir pequenas caminhadas (5 a 15 minutos) diariamente, a partir do quarto dia de cirurgia. Evite levantar objetos pesados por dois meses, relações sexuais, ficar sentado por mais de uma hora e dirigir. O retorno ao trabalho geralmente se dá após 45 a 90 dias. Ah! É necessário realizar exames de imagem regularmente para avaliar a recuperação.

Coluna cervical

Os cuidados após uma cirurgia cervical costumam levar 06 semanas. Nesse período é indicado evitar movimentos repetitivos e rápidos com o pescoço, subir escadas de forma lenta, evitar levantar objetos minimamente pesados durante 60 dias. Pode ser necessário utilizar colar cervical por 30 dias, até mesmo para dormir, dependendo da indicação médica.

Coluna lombar

No caso de cirurgia lombar, o mais importante é evitar dobrar ou torcer as costas ao se movimentar! Os demais cuidados envolvem realizar caminhadas diariamente após quatro dias de cirurgia, com 30 minutos cada. Utilizar uma almofada atrás das costas ao sentar, com objetivo de apoiar a coluna.

Porque a hérnia de disco volta depois da cirurgia?

O retorno da hérnia de disco, a recidiva, se caracteriza pela ocorrência da hérnia de disco no mesmo nível, e do mesmo lado seguido de um período livre da dor após a cirurgia. É mais frequente nos primeiros três meses após a cirurgia. A sua ocorrência acontece entre 5 e 10% dos casos.

Os principais fatores de risco clínicos para a recidiva são: sexo masculino, idade jovem, tabagismo e ocupação que exija carregar peso. Já os fatores radiológicos ou das características da hérnia envolvem: amplos defeitos na estrutura do disco chamada ânulo (já foi associada até a 27% de recidiva e 21% de reoperação).

Ainda, a presença de fragmento não protruso sem defeito do ânulo – taxa de persistência da ciática de 38% (esta cirurgia envolve uma lesão no ânulo para retirada do fragmento de disco). Quando se trata de recidiva ou retorno da hérnia é importante comentar sobre o repouso.

  1. No entanto, em alguns casos os pacientes podem relatar algum trauma, queda ou levantamento de peso que tenha precipitado o retorno do quadro.
  2. Ainda, se há uma lesão grande na estrutura do disco, a restrição de atividades que aumentam o retorno da hérnia deve ser recomendada.
  3. Evitar carregar peso, girar o tronco e dirigir pode ajudar a diminuir a taxa de retorno da hérnia.

A cirurgia para a reerniação tem taxas de sucesso semelhantes a primeira cirurgia. Se o disco apresentar hérnia novamente, indica-se uma microdiscectomia/discectomia de revisão (será tão bem-sucedida como a primeira intervenção). No entanto, após uma recidiva, o paciente está em risco mais elevado de novas recorrências (15 a 20% chances) ou ter dor lombar crônica.

Para os pacientes com múltiplas recidivas, uma cirurgia de fusão da coluna pode ser recomendada para prevenir novas recorrências. A remoção de todo o espaço discal e a fusão do nível é a forma mais comum de garantir que nenhuma outra hérnia discal possa ocorrer. Após a microdiscectomia/discectomia, um programa de exercícios de alongamento, fortalecimento e condicionamento aeróbico é recomendado para ajudar a prevenir a ocorrência de dor nas costas ou hérnia discal.

Converse com o seu cirurgião e receba as orientações específicas para o seu caso.

É normal ainda sentir dor na perna depois da cirurgia de hérnia de disco?

Qual profissional realiza a cirurgia de hérnia? – A cirurgia de hérnia deve ser realizada por um cirurgião do aparelho digestivo especializado no tratamento das hérnias da parede abdominal, o que garante definição mais acertada da técnica cirúrgica, segurança na execução do procedimento e melhor recuperação.

Quanto tempo depois da cirurgia é normal sentir dor?

Um quarto das pessoas que passam por cirurgia sente-se pior após um ano Continua após publicidade Paciente recupera-se de cirurgia ortopédica (stock.xchng/Grosby Group/Grosby Group) Continua após publicidade Pelo menos um quarto das pessoas que passam por cirurgias ficam (ou se sentem) piores depois de um ano. O resultado foi apresentado por uma pesquisa realizada pelo Departamento de Psicologia Clínica da Universidade de Maastricht, na Holanda, e publicada nesta quarta-feira no British Journal of Surgery,

  1. A mesma pesquisa informa que uma em cada sete pessoas sente mais dores e problemas físicos e emocionais um ano depois da cirurgia do que sentia antes.
  2. O estudo foi realizado com 401 pacientes (216 mulheres e 185 homens) com idade média de 54 anos, que passaram por cirurgias eletivas – de cirurgias ortopédicas a cirurgias plásticas.

«Ficou demonstrado que 15% dos pacientes continuam relatando mais dor e problemas físicos e emocionais mesmo um ano após a cirurgia, e que 24% afirmam ter menos vitalidade», diz o médico Madelon Peters, um dos autores do estudo. Segundo Peters, um bom indicativo dos níveis de dores que o paciente irá enfrentar após a operação são os primeiros quatro dias do pós-operatório.

Dores mais agudas estão relacionadas com um recuperação mais demorada. «É claramente importante monitorar a recuperação dos pacientes nos seis meses seguintes à cirurgia. Uma recuperação deficitária neste período pode ter consequências duradouras», diz Peters. A melhor notícia da Black Friday Assine Veja e tenha acesso digital a todos os títulos e acervos Abril*.

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É arriscado fazer cirurgia de hérnia de disco?

Embora pequenos, existem alguns riscos que devem ser assumidos pelo paciente na cirurgia de hérnia de disco O procedimento cirúrgico para tratar a hérnia de disco é indicado em casos em que a condição não foi atenuada com um tratamento não invasivo, à base de medicação e fisioterapia, ou quando há sintomas de perda de força ou sensibilidade.

O que acontece se não operar hérnia de disco?

Consequências de uma hérnia de disco não tratada – Dr. Rodrigo Amaral A hérnia de disco é uma das doenças mais incapacitantes no mundo e na maior parte dos casos pode ser tratada com interversões medicamentosas Estima-se que hérnias de disco acometam entre 13% e 40% das pessoas em algum momento da vida, sendo que o pico de incidência é entre os 50 e 60 anos de idade.

Embora possa ocorrer em qualquer altura da coluna vertebral, é muito mais comum de ser encontrada na região lombar, possivelmente devido à maior sobrecarga exercida sobre essa topografia. Porém, ainda que muitos casos sejam assintomáticos, essa é uma importante causa de dores nas costas, que é o principal motivo do recebimento de auxílio-doença no Brasil e a terceira causa de invalidez.

Assim, a incapacitação e a imobilidade são algumas das consequências de uma hérnia de disco não tratada,

Qual é a pior posição para quem tem hérnia de disco?

Estar sentado por longos períodos e flexionar a coluna são as piores posições para quem tem hérnia de disco, aumentando a pressão e agravando a dor. – A hérnia de disco é uma condição onde o disco intervertebral se projeta além do espaço normal, pressionando o nervo adjacente e causando dor, dormência e outros sintomas.

A maneira como uma pessoa se posiciona pode intensificar ou aliviar essa pressão, tornando a dor mais ou menos intensa. A pior posição para quem tem hérnia de disco, especialmente na região lombar, é permanecer sentado por longos períodos. Esta posição coloca uma pressão adicional sobre os discos da coluna lombar, aumentando a compressão no disco afetado.

Quando sentado, especialmente em cadeiras sem suporte adequado ou ao dirigir por longos períodos, a pressão sobre o disco herniado pode ser intensificada, exacerbando os sintomas. A posição de flexão, ou seja, curvar-se para a frente, também pode ser uma posição desconfortável para quem tem hérnia de disco.

  • Ao se inclinar para pegar algo do chão ou ao amarrar os sapatos, por exemplo, a pressão no disco herniado pode aumentar, agravando a dor.
  • Essas atividades de flexão são ainda mais prejudiciais se houver torção da coluna envolvida.
  • É crucial para aqueles com hérnia de disco reconhecer e evitar posições que agravem seus sintomas.

Além disso, o uso de suporte lombar quando sentado, a prática regular de exercícios de fortalecimento e a adoção de técnicas adequadas de levantamento de peso são essenciais para minimizar desconforto e evitar futuros episódios.

Onde é o corte da cirurgia de hérnia de disco?

É então retirado um pequeno fragmento ósseo da vértebra lombar (laminotomia), por onde a hérnia de disco é identificada e retirada. A cirurgia é realizada sob anestesia geral e a incisão é feita na região lombar, com tamanho médio de 3 cm. Além disso, a duração desse procedimento é entre 60 e 90 minutos.

É normal sentir dor na coluna depois da cirurgia?

Dores na coluna e perna persistentes após outros tratamentos da coluna. Fiz vários tratamentos da coluna e perna e continuo com dor. O que fazer? – Neurocirurgião Depoimentos De Quem Fez Cirurgia De HRnia De Disco A análise dos Drs. Pinheiro Franco traz enorme segurança aos nervos em qualquer procedimento de coluna. Em primeiro lugar, precisamos compreender se você fez tratamentos não cirúrgicos ou cirúrgicos. Caso você tenha feito tratamentos não cirúrgicos, fisioterápicos, ou outros e continua com dor, precisamos estabelecer um diagnóstico clínico da razão pela qual suas dores persistem.

  • Desta forma, marque uma consulta, solicitaremos os exames de imagem necessários e definiremos, diante disso, o tratamento adequado.
  • Já caso você tenha sido submetido (a) a algum tipo de tratamento cirúrgico e sua dor persiste, devemos saber que há várias causas de persistência da dor.
  • Vamos entender algumas coisas.

Tenho dor nas costas há muito tempo e preciso sentar de tempos em tempos para ter alívio. O que pode causar isto? Muitas vezes, os problemas de coluna não se manifestam de forma aguda, como o travamento de coluna ou uma dor aguda na perna, mas manifestam-se de forma mais insidiosa, lenta.

  • À medida que os discos intervertebrais vão se desidratando com o passar dos anos, a sustentação da coluna fica modificada e o corpo humano vai buscando melhores formas de melhor a sustentação.
  • Uma destas formas é através do crescimento ósseo a partir da própria coluna! Isso mesmo! As vértebras acabam por produzir osso para tentar equilibrar melhor a coluna.

Isto faz parte do processo conhecido como espondiloartrose ou artrose de coluna, Este processo é muito lento. Muitas vezes, isto gera dor lombar, a chamada dor facetaria, A dor lombar recebe o nome dor facetaria pois são as articulações facetarias da coluna que se hipertrofiam (veja se no laudo do seu exame encontra-se a palavra artrose ou hipertrofia interapofisária ou hipertrofia zigoapofisária ).

Esta dor pode ser tratada através de um procedimento minimamente invasivo, sem corte, chamado Caso você já tenha sido submetido(a) a uma cirurgia e a dor persiste, é fundamental que possamos ver os seus exames iniciais e os seus exames atuais, após a cirurgia. Existem múltiplas causas de manutenção de dor após uma cirurgia.

Evidentemente, no período inicial após uma cirurgia o paciente pode ter certa dor, mas com o tempo ela deve melhorar. O problema é se ela persistir ou vier a piorar. O paciente deve compreender que a é uma coluna envelhecida, e qualquer procedimento que seja feito não vai transformar a coluna degenerada em uma coluna nova.

A cirurgia de coluna e nervos tem o objetivo melhorar as dores na coluna e membros e preservar os nervos do corpo da pessoa. Muitas vezes o paciente procura suportar a dor até não aguentar mais, pois ele(ela) tem medo de enfrentar uma cirurgia. No entanto, o que muitas vezes o paciente não considera é que, às vezes, levando a sua situação até a um extremo, as lesões causadas pela demora em realizar uma intervenção, a demora em se realizar uma descompressão cirúrgica do nervo, pode levar à lesão definitiva do nervo, uma espécie de «sequela» causada pela demora em se remover o fator agressivo de cima do nervo ou da medula espinhal.

É muito comum em uma cirurgia de coluna, em que com frequência o nervo está bem perto do disco (perto da hérnia) e perto do osso (perto da artrose), observarmos que, após a descompressão do nervo, o nervo encontra-se tremendamente lesado, machucado, inflamado.

Muitas vezes, nestas condições de grande demora para tratar, existe o que chamamos de plexo venoso epidural dilatado. O que é isso? Trata-se de veias muito dilatadas, sinalizando um processo inflamatório crônico. Vale ressaltar que uma demora em tratar, em remover a compressão do nervo, também tem implicações, e o paciente deve estar ciente disto tudo, das consequências que podem advir da demora em se realizar a descompressão do nervo.

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Os neurocirurgiões da Clínica Pinheiro Franco têm formação em cirurgia de cérebro e nervos, além da ciurgia de coluna, e aprenderam, desde muito cedo, em suas carreiras, a lidar de forma segura e precisa, com os nervos e as estruturas próximas ao nervo.Assim, você tem maior segurança para o seu nervo, minimizando-se os riscos de perda de movimento que existem em qualquer procedimento na coluna. Depoimentos De Quem Fez Cirurgia De HRnia De Disco Neurocirurgia traz um cuidado fundamental à transmissão dos impulsos nervosos (foto) e ao funcionamento dos seus nervos de braços e pernas.

  • Quais são algumas outras das causas de dor de coluna e de nervo (perna ou braço, no caso de cirurgia de coluna lombar ou cervical) de fato persistente após cirurgia de coluna:
  • Fibrose epidural
  • Flat-back (dorso-plano)

FIBROSE EPIDURAL ou peridural consiste num processo de «cicatrização» que pode acontecer na região próxima ao nervo em pessoas que tiveram uma cirurgia da coluna. A fibrose pode tracionar o nervo. A fibrose epidural pode não causar sintomas mas também pode causar sintomas.

  1. Entre os primeiros tratamentos de dor ciática causada por fibrose epidural estão as infiltrações.
  2. A infiltração é procedimento minimamente invasivo de coluna, sem corte, que tem como objetivo aliviar a dor.
  3. A INFILTRAÇÃO DE COLUNA, conhecida como radiculotomia ou rizotomia ou denervação é procedimento relativamente simples, não requer corte, e a pessoa vai para casa, no mesmo dia.
  4. A FIBROSE PERIDURAL e o tratamento dela com INFILTRAÇÃO DE COLUNA foram extensivamente estudadas pelos médicos da Clínica Pinheiro Franco.

A fibrose peridural e o tratamento dela com infiltração da coluna foram o assunto da Tese de Doutorado do Dr. Luiz Fernando Pinheiro Franco, que recebeu nota máxima, 10, na Universidade Federal de São Paulo, Escola Paulista de Medicina. Quando se trata de coluna vertebral, os neurocirurgiões da Clínica Pinheiro Franco consideram que, após o tratamento com medicamentos, a infiltração de coluna seja um tratamento eficiente para a fibrose epidural, antes da cirurgia de coluna,

  • Como faz todos os anos, Dr.
  • Pinheiro Franco continua a se aperfeiçoear, visitando departamentos especializados em coluna na Europa, França, Alemanha, Suíça, e Estados Unidos.
  • Estas visitas a hospitais importantes permitem cada vez mais o aprimoramento contínuo das melhores técnicas de tratamento das dores lombares, de coluna cervical (pescoço) e de nervos.

A Clínica Pinheiro Franco nunca, em 45 anos, negou atendimento a pessoas que já foram submetidas a cirurgias ou procedimentos por outros colegas. Temos enorme experiência no tratamento desse tipo de situação. Tratar casos já operados é muito mais complexo pois a anatomia da pessoa está mudada e as dificuldades são enormes.

  • São já 45 anos de tradição da Clínica Pinheiro Franco no tratamento das dores na coluna.
  • Outro problema de coluna, o chamado dorso plano ou «Flat back» é decorrente da não consideração pelo cirurgião de coluna da análise do equilíbrio lateral da coluna, da análise da curva lateral da coluna.
  • Os casos em que há a necessidade de se realizar uma artrodese de coluna devem ser estudados e o equilíbrio lateral (sagital) da coluna deve ser muito considerado quando do planejamento cirúrgico, para que o resutado seja melhor.
  • Casos com dores intensas persistentes na coluna e nas pernas após a realização de uma artrodese de coluna devem ser avaliados com bastante cuidado.
  • Os médicos da Clínica Pinheiro Franco estudam, em todos seus casos, o equilíbrio lateral da coluna de seus pacientes, através do software Keops.

Um dos maiores nomes de cirurgia de coluna, a nível mundial, a utilizar este conceito é o Dr. Roussouly da França. Ele tem diversas publicações científicas internacionais a respeito destas considerações fundamentais para um bom planejamento e uma boa realização da cirurgia de coluna.

Dr. João Luiz tornou-se, em 2012, médico correspondente internacional deste departamento, em Lyon, na França. Publicou, já em 2011, no jornal oficial da Sociedade Européia de Coluna, dois artigos científicos, junto com o Dr. Roussouly, acerca destes conceitos importantes para o planejamento e a realização de uma cirurgia de coluna.

Em 2019, veio aquilo que muita alegria trouxe ao Dr. Pinheiro Franco: a publicação do primeiro livro da história sobre a análise do equilíbrio lateral da coluna e suas consequências. Este livro publicado em Nova Iorque tem sido reconhecido como um dos mais importantes livros de coluna e dor lombar publicados para médicos e cirurgiões nos últimos 20 anos.

Dr. Pinheiro Franco agora tem livro publicado no Brasil, na Europa (Alemanha), e na América do Norte (Estados Unidos da América). LINK PARA PÁGINA DO LIVRO Qual neurocirurgião devo procurar quando tenho dor na perna? Diante do enorme número de técnicas, o paciente, ao ter um problema, como uma hérnia de disco, fica totalmente confuso com a enorme possibilidade de tratamentos que ele ouve e que ele encontra, também lendo no Google.

O objetivo dos médicos da Clínica Pinheiro Franco é dar ao nosso paciente a possibilidade de uma análise e opinião com grande expertise quanto à escolha do melhor tratamento para o seu caso em particular. Para tanto, nosso Diretor da Clínica Pinheiro Franco, o Dr.

João Luiz Pinheiro Franco trabalha arduamente no controle de qualidade do que é publicado em ciência da Coluna Vertebral e Neurocirurgia. MAS, como ele faz isto? Ele é o único brasileiro membro do Corpo Editorial dos 4 respeitados jornais científicos internacionais: Jornal Norte- Americano de Coluna SPINE, jornal europeu de coluna European Spine Journal, jornal norte americano Clinical Spine Surgery e o jornal oficial da Federação Mundial de Sociedades de Neurocirurgia: jornal World Neurosurgery.

Dr. Pinheiro Franco deve analisar o que é boa ciência e o que não é boa ciência. Esta enorme experiência contribui para que ele e sua equipe possam analisar os prós e contras de cada técnica e propor o que há de melhor para o seu caso em particular.

  1. Em resumo, venha nos conhecer, mostre seu caso, traga seus exames e procuraremos o melhor tratamento para você.
  2. Clínica Pinheiro Franco, 45 anos de confiança.
  3. Uma história de pai e de filho.
  4. Uma história de luta pelo nosso maior bem.
  5. Uma história pela Qualidade de Vida de nossos pacientes.

: Dores na coluna e perna persistentes após outros tratamentos da coluna. Fiz vários tratamentos da coluna e perna e continuo com dor. O que fazer? – Neurocirurgião

Quanto tempo depois de uma cirurgia na coluna posso ter relação?

Perguntas frequentes – FAQ – Quanto tempo demora para se recuperar de uma cirurgia na coluna? O tempo de recuperação depende do tipo de cirurgia. Casos simples de descompressão lombar por hérnia de disco ou estenose de canal não requerem repouso, sendo autorizado retorno para o trabalho poucos dias após o procedimento.

  • Cirurgias de artrodese cervical ou lombar também não exigem repouso, porém recomenda-se 10 a 14 para retorno à atividades.
  • Já após cirurgias de correção de deformidades (escolioses) recomenda-se 30 dias de afastamento de atividades educacionais (crianças e adolescentes) ou do trabalho (adultos).
  • Como dormir depois de cirurgia na coluna lombar? Não há regra ou restrições de posição para dormir após cirurgias de coluna.

O paciente pode escolher a posição que lhe for mais confortável. Quanto é o tempo de recuperação de cirurgia de coluna cervical? Recomenda-se, em média, afastamento de 10 a 14 dias após as cirurgia na coluna cervical. Nesse período é recomendado uso de colar cervical macio de espuma.

  1. Entretanto, trabalho em computador, tipo home office, pode ser iniciado no dia seguinte à operação, desde que seja respeitada ergonomia (postura adequada).
  2. Quanto tempo depois de uma cirurgia na coluna posso ter relação? Evite manter relações sexuais nos primeiros 15 dias após cirurgias de coluna.
  3. Após isso, atividade sexual pode ser retomada gradativamente, durante os 45 dias subsequentes à operação.

Esse é o tempo médio que leva a cicatrização da região operada. Quais os riscos de uma cirurgia na coluna? Toda cirurgia tem riscos e na coluna vertebral não é diferente. Cirurgias mais simples possuem menos riscos do que casos complexos. Por exemplo, cirurgias de descompressão (microdiscectomia ou discectomia endoscópica) ou artrodeses curtas (1 ou 2 níveis) para tratamento de hérnia de disco ou estenose de canal cervical ou lombar em pacientes hígidos possuem baixo risco de complicações.

  1. Pode-se citar infecção (aproximadamente 1-3%), pseudoartrose (não união de artrodese) 5% ou piora neurológica (1%).
  2. Por outro lado, indivíduos com comorbidades, como osteoporose avançada, Diabetes Mellitus, cardiopatias ou Doença de Parkinson possuem maior risco de complicações clínicas, além de risco aumentado para necessidade de intervenções cirúrgicas subsequentes na coluna.

Quem faz artrodese lombar pode pegar peso? Sim. Porém, deve-se aguardar a consolidação da artrodese para retorno completo à atividades físicas e carregamento de peso. Esse período é variável, mas leve em média 6 meses para ocorrer e deve ser monitorado por exames de imagens.

O que uma pessoa com hérnia de disco pode ter uma vida normal?

Hérnia de disco | Biblioteca Virtual em Saúde MS Depoimentos De Quem Fez Cirurgia De HRnia De Disco A coluna vertebral é composta por vértebras, em cujo interior existe um canal por onde passa a medula espinhal ou nervosa. Entre as vértebras estão os discos intervertebrais, estruturas em forma de anel, constituídas por tecido cartilaginoso e elástico cuja função é evitar o atrito entre uma vértebra e outra e amortecer o impacto.

Os discos intervertebrais desgastam-se com o tempo e o uso repetitivo, o que facilita a formação de hérnias de disco, ou seja, parte deles sai da posição normal e comprime as raízes nervosas que emergem da coluna. O problema é mais frequente nas regiões lombar e cervical, por serem áreas mais expostas ao movimento e que suportam mais carga.

Causas: Predisposição genética é a causa de maior importância para a formação de hérnias discais, seguida do envelhecimento, da pouca atividade física e do tabagismo. Carregar ou levantar muito peso também pode comprometer a integridade do sistema muscular que dá sustentação à coluna vertebral e favorecer o aparecimento de hérnias discais.

  • Sintomas: A hérnia de disco pode não ter sintomas ou, então, provocar dor de intensidade leve, moderada ou tão forte que chega a ser incapacitante.
  • Os sintomas são diversos e estão associados à área em que foi comprimida a raiz nervosa.
  • Os mais comuns são: formigamento com ou sem dor; dor na coluna; na coluna e na perna (e/ou coxa); apenas na perna ou na coxa; na coluna e no braço; apenas no braço.

Diagnóstico: O diagnóstico pode ser feito clinicamente, levando em conta as características dos sintomas e o resultado do exame neurológico. Exames como RX, tomografia e ressonância magnética ajudam a determinar o tamanho da lesão e a região da coluna onde está localizada a hérnia.

  1. Tratamento: As hérnias de disco localizadas na coluna lombar, em geral, respondem bem ao tratamento clínico conservador.
  2. O quadro reverte com o uso de analgésicos e antiinflamatórios, se a pessoa fizer um pouco de repouso e sessões de fisioterapia e acupuntura.
  3. Em geral, em apenas um mês, 90% dos portadores dessas hérnias estão aptos para reassumir suas atividades rotineiras.

Hérnias de disco na coluna cervical podem surgir diretamente nessa região ou serem provocadas por alteração na curvatura e posicionamento da coluna vertebral durante a crise da hérnia lombar. A escolha do tratamento, se cirúrgico ou não cirúrgico, considera a gravidade dos sintomas e o déficit motor.

A cirurgia só é indicada quando o paciente não responde ao tratamento conservador e nos casos de compressão do nervo exercida por parte do disco que extravasou, pois corrigido esse defeito a dor desaparece completamente. Prevenção: Desenvolver hábitos saudáveis de vida, tais como: prática regular de atividade física, realização de exercícios de alongamento e de exercícios para fortalecer a musculatura abdominal e paravertebral, e postura corporal correta são medidas importantes para prevenir as doenças da coluna.

IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo. Dica elaborada em março de 2.015.

Qual é o valor de uma cirurgia de hérnia de disco?

Quanto custa uma cirurgia de hérnia de disco? – Os valores de uma cirurgia de hérnia de disco podem variar bastante dependendo da técnica realizada, dos materiais utilizados na cirurgia e dos honorários da equipe médica. Uma cirurgia de hérnia de disco pode custar entre R$ 10.000 e pode chegar a mais de R$ 50.000,00.

O procedimento pode ser realizado tanto do modo convencional, como por técnicas minimamente invasivas com o uso de endoscopia. Você tem hérnia de disco e precisa de cirurgia? Clique aqui e conheça a SYN, uma plataforma que entrega orçamentos únicos com agilidade para o seu médico e economia para você.

Fontes: INSS | IBGE Esse artigo ajudou você? Deixe seu comentário e envie para um amigo ou divulgue em suas redes sociais. Ajude outras pessoas como você a terem acesso à informação de qualidade!

É seguro fazer cirurgia na coluna?

Cirurgia na coluna é seguro? – Sim. A evolução das técnicas cirúrgicas e dos equipamentos de imagem, assim como a possibilidade de monitorização da atividade neurológica durante a cirurgia, trouxeram mais segurança aos procedimentos cirúrgicos na coluna. Dessa forma, cirurgias na coluna são consideradas seguras e previsíveis.

Como a tecnologia tornou cirurgias de coluna mais seguras

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Quanto tempo fica doendo a cirurgia de hérnia?

SIM, é normal que os pacientes apresentem um pouco de dor ou desconforto nos primeiros 7-10 dias após cirurgia de hérnia abdominal. Em geral a dor/desconforto são leves. O uso de analgésicos é recomendado nos primeiros 3-5 dias, período no qual um repouso relativo, evitando excesso de movimentos, também contribui para uma recuperação mais tranquila. Os sintomas se tornam menos frequentes e intensos ao longo da segunda e terceira semanas de pós-operatório, período no qual a maioria dos pacientes retorna às suas atividades habituais. Os níveis de desconforto apresentados pelo paciente podem variar de acordo com a técnica cirúrgica escolhida pelo médico e paciente. As cirurgias que precisam ser feitas de maneira convencional (aberta) tendem a causar mais incômodo se comparadas as feitas de forma minimamente invasiva (videolaparoscopia, minilaparoscopia ou cirurgia robótica). Nosso telefone é: 41-92261050 WhatsApp: https://bit.ly/3fwnDxc Centrais de atendimento dos hospitais Cirurgia do Aparelho Digestivo Hospital Nossa Senhora das Graças (41) 3077-4378 Gastrocirurgica R. Comendador Araújo, 143, conj 113 (41) 3322-3789 • Clínica Dr. Giorgio Baretta (41) 3029-6655 Dr. Christiano Claus CRM: 19180

Porque a hérnia de disco causa dor na perna?

Por que a hérnia de disco causa dor na perna? Por que a hérnia de disco causa dor nas pernas? Uma vez que, trata-se de um problema que acontece especificamente na coluna vertebral.

Antes de sabermos os motivos pelos quais isso acontece, é necessário entender como a coluna é formada: A nossa coluna é constituída por vértebras (ossos), entre uma vértebra e outra temos um disco intervertebral, esses discos devem estar localizados exclusivamente entre duas vértebras.Eles são compostos por um líquido gelatinoso e funcionam como amortecedores, absorvendo todo o impacto dessa região. Nas condições em que ocorre o extravasamento ou rompimento de um pedaço ou parte do disco, esse extravasamento é a hérnia de disco. Existe uma relação muito próxima entre os discos e os nervos, e esses nervos formam o ciático e vão para as pernas. É exatamente por isso que, em muitas situações de, ocorre um pinçamento ou compressão do nervo, justamente esse nervo que desce para a região da perna, por esse motivo ocorrem esses sintomas de dor, dormência ou formigamento nos membros inferiores.

: Por que a hérnia de disco causa dor na perna?

Quanto tempo após a cirurgia tem risco de trombose?

Como evitar trombose venosa no pós-operatório Depoimentos De Quem Fez Cirurgia De HRnia De Disco Pernas com varizes Freepik É sabido que a pode ocorrer após procedimentos cirúrgicos. A fim de se evitar a complicação, alguns fatores de risco devem ser observados. Segundo o cirurgião plástico, especialista em Cirurgia Geral e Cirurgia Plástica pelo HC-FMUSP, e membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Luís Maatz, em toda cirurgia há risco de trombose venosa, também conhecida como Trombose Venosa Profunda (TVP).

  • Leia mais
  • Quais os fatores de risco
  • «Entretanto, a chance é maior quando há fatores de risco como uso de, histórico familiar,,,, doenças genéticas ou autoimunes, que alteram a coagulação sanguínea, entre outras condições», completa Luís Maatz.
  • É possível prevenir
  • Como notar um possível quadro de trombose no pós-operatório
  • Leia também:
  • Como minimizar o risco de trombose

De acordo com a SBCP, a formação da TVP é mais comum na região das pernas ou na área pélvica, correspondendo a 80% a 95% dos casos. «Ela é caracterizada pela formação de coágulos ou trombos dentro dos vasos sanguíneos, comprometendo o fluxo de sangue.

  • Quando estes coágulos se desprendem das veias podem atingir órgãos vitais, em particular, os pulmões, causando o tromboembolismo pulmonar (TEP), podendo gerar complicações potencialmente graves».
  • Segundo o especialista, o risco de trombose é mais comum no período pós-cirúrgico, quando o paciente necessita de repouso, fica com a mobilização reduzida e, consequentemente, tem sua circulação sanguínea diminuída.

A primeira consulta é fundamental para que o médico faça uma triagem completa, obtendo todas as informações necessárias sobre o paciente, incluindo histórico de saúde, histórico familiar, hábitos de vida, doenças pré-existentes, cirurgias anteriores, uso de medicamentos, entre outras questões.

  1. A cirurgia plástica não é indicada para pessoas que estão muito acima do peso ideal, com problemas cardiorrespiratórios sem controle adequado ou com algumas pré-disposições individuais.
  2. Daí a importância de fazer todos os exames pré-operatórios, que incluem exames de sangue e cardiológicos.
  3. Além disso, ela deve ser realizada em um hospital adequado, com toda infraestrutura necessária para atender a algum eventual problema durante ou após a cirurgia», pontua Luís Maatz.

O maior risco de trombose acontece nas primeiras 48 horas após a cirurgia. No entanto, é fundamental ficar em alerta por mais 15 a 20 dias, período em que ainda pode surgir a trombose. «Fique atento se notar inchaço ou dor na panturrilha; pele quente, avermelhada ou enrijecimento das pernas.

  • Caso identifique os sintomas, dirija-se a um pronto-socorro e comunique seu cirurgião imediatamente», orienta Luís Maatz.
  • Primeiramente, certifique-se que seu segue o protocolo de prevenção de TVP/TEP.
  • Na maioria das cirurgias plásticas, exceto os procedimentos de pequeno porte e sem restrição da deambulação pós-operatória, há necessidade de algum tipo de intervenção para evitar a trombose.

«Verifique com seu cirurgião se o hospital disponibiliza aparelho compressor pneumático intermitente, para massagear as pernas, e se você deverá fazer uso de medicações anticoagulantes».

  1. Mantenha as pernas elevadas e massageadas
  2. Não fique o tempo todo parado
  3. Faça uso das meias de compressão continuamente
  4. Tome as medicações prescritas com responsabilidade

Coloque travesseiros ou almofadas embaixo das pernas e dos pés, de modo que eles fiquem em uma altura pouco acima do corpo. Várias vezes ao dia, faça movimentos com os pés, como se estivesse pressionando e soltando o acelerador do carro. Além disso, peça para alguém massagear suas pernas.

  1. Essas técnicas evitam que o sangue fique estagnado nas pernas e circule melhor, o que diminui o risco da trombose», diz Luís Maatz.
  2. O repouso pós-operatório é necessário para a recuperação mais rápida e uma melhor cicatrização.
  3. Porém, o paciente não deve permanecer o tempo todo imóvel.
  4. Pequenas caminhadas dentro de casa, ao longo do dia, são importantes para evitar a formação de coágulos, além de favorecerem o funcionamento intestinal.

Na primeira semana após a cirurgia, é fundamental fazer essas caminhadas, com alguém supervisionando ou auxiliando». Quando tiver alta e voltar para casa, siga as orientações médicas à risca, o que inclui o uso de meias de compressão para estimular a circulação.

  • Nos primeiros 10 ou 14 dias após a cirurgia, é fundamental fazer uso contínuo das meias antitrombo.
  • Se achar necessário, compre duas, caso sujem.
  • O importante é mantê-las o tempo todo nas pernas e só retirar quando for tomar banho».
  • Após uma cirurgia plástica, é de praxe a prescrição de analgésicos e anti-inflamatórios para dor e antibióticos para evitar infecções.

Se for necessário, o cirurgião pode prescrever também anticoagulantes, que impedem a formação de coágulos no sangue», reforça Luís Maatz. : Como evitar trombose venosa no pós-operatório

Como saber se a cirurgia está cicatrizando bem por dentro?

Quando você nota na gaze do curativo que há uma secreção, uma secreção serosa que a gente chama, que é um líquido rosado amarelado, isso é um sinal de má cicatrização, ou seja, está acumulando líquido dentro da cirurgia, então, deve ser avaliado pelo cirurgião.

Qual o pós operatorio mais doloroso?

ARTIGO ORIGINAL Analgesia no pós-cirúrgico: panorama do controle da dor * Endereço para correspondência: Dra. Yvelise de Menezes Truppel Rua Alameda Doutor Muricy, 819 – Centro 80020-040 Curitiba, PR E-mail: [email protected] Luciane Moreira I ; Yvelise de Menezes Truppel II ; Francisco Guilherme de Paula Kozovits II ; Valéria Aparecida Santos II ; Viviane Atet II I Professora Titular de Clínica Cirúrgica da Universidade Positivo; Médica Oftalmologista do Hospital de Olhos do Paraná.

  1. Curitiba, PR, Brasil II Internos do Curso de Medicina da Universidade Positivo.
  2. Curitiba, PR, Brasil Endereço para correspondência Endereço para correspondência: Dra.
  3. Yvelise de Menezes Truppel Rua Alameda Doutor Muricy, 819 – Centro 80020-040 Curitiba, PR E-mail: [email protected] RESUMO JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: O tratamento da dor no pós-operatório, apesar de ter importância reconhecida, continua sendo descrito como inadequado.

Assim, este estudo teve como objetivo expor o panorama do controle da dor pós-operatória em pacientes internados para cirurgia abdominal geral. MÉTODO: Estudo transversal, quantitativo, observacional, descritivo e não randomizado, realizado por meio da aplicação de questionário em pacientes internados até 48h após cirurgia abdominal.

  • O questionário abrange as variáveis: idade, sexo, procedimento realizado, horas de pós-operatório, presença de dor e intensidade por meio da escala analógica visual (EAV).
  • RESULTADOS: Foram entrevistados 165 pacientes; destes, 40 referiram dor, sendo 26 mulheres (28,57%) e 14 homens (18,92%).
  • Os procedimentos aos quais os pacientes foram submetidos classificaram-se em abertos e fechados; os mais realizados foram os fechados.

Dentre os mais dolorosos, destacam-se as cirurgias abertas (colectomia, hernioplastia hiatal, coledocotomia, colostomia, gastrostomia), com 100% de dor, e a laparotomia com aproximadamente 60%. Dentre os procedimentos fechados, o que gerou menos dor foi a colecistectomia (88,33%), e apenas 11,67% apresentaram dor leve a moderada.

  • Observou-se a prevalência de dor leve nos adolescentes e de dor intensa na senescência.
  • Houve um predomínio de dor leve a moderada em homens e moderada a intensa nas mulheres.
  • CONCLUSÃO: A prevalência e a intensidade de dor verificadas no pós-operatório demonstraram que o controle desta está adequado para procedimentos laparoscópicos; entretanto se faz necessária a adequação em pacientes submetidos a procedimentos abertos, na senescência e nas mulheres.

Descritores: Analgesia, Cirurgia abdominal, Dor pós-operatória, Medição da dor. INTRODUÇÃO A dor foi definida pela Associação Internacional para o Estudo da Dor (IASP) como «uma experiência sensorial e emocional desagradável que é associada a lesões reais ou potenciais ou descrita em termos de tais lesões.

A dor é sempre subjetiva, e cada indivíduo aprende a utilizar este termo por meio de suas experiências». Essa definição demonstra que a dor é uma experiência que vai além de aspectos físicos, devendo ser considerada a forma como o paciente vivencia a sua dor. Devido a sua característica subjetiva, em 1989, definiram a dor como «o que o indivíduo que a sente diz ser e existe quando a pessoa que a sente diz existir» 1,

A gravidade da dor não é diretamente proporcional à quantidade de tecido lesado, muitos fatores podem influenciar a percepção deste sintoma, como fadiga, depressão, raiva, medo, ansiedade pela doença, sentimentos de falta de esperança e amparo. No Projeto Brasil sem Dor é descrito o conceito de «Dor Total», que é constituída pelos componentes: físico, mental, social e espiritual.

Diante dessa natureza pluridimensional, o uso de analgésicos é apenas uma parte da estratégia multiprofissional que compreende ações sobre as angústias físicas, psicológicas, sociais e espirituais de cada paciente 1, Muito comum nos pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos, a dor vem sendo interpretada como algo natural nesses pacientes, apesar de ser frequentemente o sintoma que mais os incomoda.

Dessa forma, é priorizado o cuidado de outras complicações cirúrgicas, como fístulas, infecção, sangramento, dentre outros 2, Para que seja possível um adequado manejo da dor e se ofereça um atendimento de qualidade ao paciente, é essencial que a dor seja avaliada sistematicamente em intervalos regulares, permitindo os ajustes necessários ao tratamento.

A terapia antálgica deve ser sempre multimodal, com a associação de dois ou mais agentes ou técnicas analgésicas periféricas ou centrais, incluindo os métodos não farmacológicos, pois o sinergismo entre as diferentes técnicas permite o uso de menores quantidades de fármacos, minimizando seus efeitos colaterais e aumentando a sua atividade analgésica 3,

Visando aperfeiçoar o controle da dor no pós-operatório, a analgesia pode e deve começar antes mesmo do ato cirúrgico. A utilização de analgesia preemptiva ou preventiva consiste em administrar fármacos ou usar técnicas analgésicas antes da incisão, favorecendo uma resposta mais rápida do paciente e o reestabelecimento precoce de suas funções orgânicas, visto que a dor, nestas situações, pode levar a complicações no pós-operatório.

O melhor controle da sensação dolorosa em resposta à terapia analgésica preventiva ocorre ao se impedir a gênese ou condução dos estímulos dolorosos até o sistema nervoso central, evitando assim a sensibilização medular 3, Diante do exposto, esse estudo se justifica à medida que o tratamento da dor no pós-operatório, apesar de ter importância reconhecida e da existência de diversos fármacos e técnicas com esse fim, continua sendo descrito como inadequado em algumas situações.

É essencial saber a magnitude do problema para que seja possível um adequado manuseio da dor e se ofereça um tratamento de qualidade ao doente. O objetivo deste estudo foi expor o panorama do controle da dor pós-operatória em pacientes internados para cirurgia abdominal geral.

MÉTODO Numa abordagem quantitativa, transversal, observacional, descritiva e não randomizada, realizou-se este estudo com os pacientes internados, pós-cirurgia abdominal, no Hospital da Cruz Vermelha do Paraná, na cidade de Curitiba, no período de julho a setembro de 2012. A amostra foi o conjunto de pacientes entrevistados nesse período, constituindo um total de 165.

Os critérios de inclusão utilizados foram: pacientes internados até as primeiras 48h do pós-operatório de cirurgia abdominal. Foram excluídos os pacientes com déficit neurológico ou visual que os impedisse de responder a escala analógica visual (EAV) ou o entendimento das questões.

Nesse hospital, é utilizada analgesia preemptiva que consiste na administração de dipirona, fentanil, paracoxibe e dexametasona durante a indução anestésica, sendo as doses ajustadas de acordo com cada paciente. Além disso, na sala de recuperação, diante da queixa de dor, é administrado o tramadol ao paciente.

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Posteriormente à sala de recuperação, é prescrito dipirona a cada 6h e cloridrato de nalbufina, outro derivado opioide, se dor forte. Os pacientes foram questionados, por meio de um instrumento de coleta de dados, pelos pesquisadores quanto a: idade; sexo; procedimento realizado, diferenciando entre aberto (laparoscópico) e fechado (videolaparoscópico); quantas horas de pós-operatório; se no momento da entrevista estava sentindo dor e qual a intensidade, estratificando em leve, moderada e intensa, de acordo com a EAV.

Junto a esse instrumento, os pacientes assinaram o Termo de Consentimento Livre e Esclarecido (TCLE). Os dados obtidos foram analisados percentualmente e interpretados de forma universal e separada. Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Positivo, processo nº 062/2011.

RESULTADOS Entre os meses de julho a setembro de 2012, foram entrevistados 165 pacientes. Destes, 74 eram homens e 91 eram mulheres, correspondendo a 44,85% e 55,15% respectivamente. Das 91 mulheres entrevistadas, 28,57% (26) referiram-se a dor no pós-operatório, enquanto 71,43% (65) não a relataram.

  • Já dos 74 homens entrevistados, 18,92% (14) mencionaram algum tipo de dor após o ato cirúrgico e 81,08% (60) não a relataram.
  • A idade dos entrevistados variou entre 18 e 86 anos, com média de 40 anos.
  • Após a coleta dos questionários, foi possível distribuir os entrevistados de acordo com a divisão da vida utilizada em psiquiatria, determinando as fases da vida: adolescência entre 12 e 19 anos, fase adulta – que é dividida em adulto jovem (20 a 45 anos) e meia-idade (46 a 65 anos) – e, por fim, a senescência que corresponde a indivíduos maiores que 65 anos.

Ao todo foram 5 (3,03%) adolescentes, 93 (56,36%) adultos jovens, 52 (31,52%) de meia-idade e 15 (9,09%) senescentes. Paralelamente, relacionou-se essa distribuição por fases da vida com a presença ou não de dor após o ato cirúrgico ( Gráfico 1 ). A maior porcentagem de dor foi observada nos pacientes senescentes, 73,33% (11), enquanto a menor taxa foi verificada entre os adultos jovens (15,05% ou 14 pacientes).

  1. A tabela 1 exibe os 11 procedimentos (distribuídos em 7 categorias) aos quais os pacientes entrevistados foram submetidos, correlacionando a porcentagem desses procedimentos e a média de horas de pós-cirúrgico de cada um deles para a entrevista.
  2. Considerando todos os procedimentos juntos, verificou-se que a média de horas de pós-operatório no momento da entrevista foi de 24,5h, tendo como o mínimo de 4h e o máximo de 48h.

Ainda considerando os procedimentos, os mais realizados foram os fechados, dentre eles a colecistectomia com 36,36% (60); e os menos realizados foram os abertos, totalizando 9,7%. Dentre os procedimentos mais dolorosos, demonstrados na tabela 2, destacam-se as cirurgias abertas (colectomia, hernioplastia hiatal, coledocotomia, colostomia, gastrostomia), com 100% de dor, e a laparotomia com aproximadamente 60%.

  1. Paralelamente, dentre os procedimentos fechados, o que gerou menos dor foi a colecistectomia (88,33% ou 53 pacientes), sendo que apenas 11,67% (7) apresentaram dor leve a moderada após a cirurgia.
  2. Da mesma forma, apenas 14% dos pacientes (7) que realizaram apendicectomia e 16,66% (1) que realizaram laparoscopia, mencionaram dor na entrevista, variando entre leve e moderada.

Entretanto, dentre os procedimentos fechados que mais geraram dor, destacam-se a cirurgia do refluxo gastroesofágico com 50% (2 pacientes) e a cirurgia bariátrica com 34,48% (10 pacientes). Ainda na tabela 2 é possível verificar a intensidade da dor que foi caracterizada pelos 40 pacientes que a relataram no momento da entrevista.

Assim, correlacionando intensidade da dor e tipo de cirurgia, observa-se que a maior parte dos procedimentos abertos desencadeou dor nos pacientes durante o pós-operatório: na laparotomia, 62,5% dos pacientes (5) referiram-se a dor, sendo que 4 a caracterizaram como leve e 1 como moderada; nos outros procedimentos abertos, 100% (8) dos pacientes se queixaram de dor, sendo que 3 a caracterizaram como moderada e 5 como intensa.

Analisando sexo e intensidade da dor, observa-se que a diferença percentual e numérica é pouca; entre os 14 homens e 26 mulheres que a relataram, conforme demonstrado na tabela 3, Entretanto, houve um predomínio de dor leve a moderada em homens e moderada a intensa nas mulheres.

O gráfico 2 relaciona a intensidade da dor e a fase da vida dos pacientes entrevistados. Nele, verifica-se que a fase que mais refere dor leve é a adolescência, correspondendo a 100% (1 paciente); seguida dos adultos jovens e meia-idade com 57,14% cada (8 pacientes cada) e, por fim, da senescência com 9,1% (1 paciente).

Além disso, é possível observar que a frequência da dor intensa foi diretamente proporcional à idade. Entre adolescentes e adultos jovens não há relato de dor intensa, mas na meia-idade esse tipo de dor corresponde a 7,15% (1 paciente) e na senescência esse valor aumenta para 2 pacientes ou 18,18%.

  • DISCUSSÃO No presente estudo, a prevalência de dor no pós-operatório, nas primeiras 48h, foi de 24,24% (40 pacientes), diferentemente da literatura em que prevalências maiores são encontradas como as descritas por Ashburn (77%) 4, Bassanezi e Oliveira Filho (80%) 2 e Couceiro e col. (46%) 5,
  • O serviço do hospital em questão possui um protocolo para tratamento da dor pós-operatória bem-estabelecida, o que pode explicar a baixa prevalência encontrada, corroborando com os achados de Moizo e col.6, com prevalência ainda menor (2,2%) em um serviço que também possui condutas estabelecidas.

É descrito que mulheres apresentam menor limiar e tolerância dolorosa, contudo questiona-se se isso não ocorre devido a melhor verbalização do sexo feminino e as diferenças no sistema opioide endógeno feminino, que possivelmente possui uma sensibilidade menor quando comparado ao sexo masculino, apoiando nossos resultados em que 28,57% das mulheres referiram dor no pós-operatório contra 18,92% dos homens 5,

  • As mulheres também referem dor de maior intensidade, assim como encontrado por outro estudo 7,
  • A correlação entre idade e dor pós-operatória mostra-se, na literatura, inversamente proporcional 8, resultado diferente do encontrado no presente trabalho, em que o extremo superior de idade referiu mais dor, quando comparado à média de idade (40 anos).

Talvez este fato possa ser justificado pela maior incidência de depressão na população senescente, que pode aumentar a frequência e intensidade das queixas de dor, assim como demonstrado em estudo de mensuração da dor no idoso 9, Com relação às outras faixas etárias, 100% dos adolescentes e aproximadamente 58% dos adultos jovens e de meia-idade queixaram-se de dor leve, novamente indo contra a literatura, uma vez que o extremo inferior e a média de idade geralmente apresentam escores de dor menores.

Autores 10 realizaram uma pesquisa sobre dor no Hospital das Clínicas de Goiás em 40 pacientes que realizaram colecistectomia. Nesse estudo, 16 apresentaram dor intensa, 15 dor moderada e 9 dor leve; no presente trabalho, foram 60 procedimentos para retirada da vesícula e apenas 4 pacientes referiram dor leve, 3 com dor moderada e nenhum com dor intensa, caracterizando o procedimento que menos gerou dor (88%) 10,

Diante desses achados e das comparações cabíveis, é possível estabelecer um paralelo entre os tipos de procedimentos realizados. No primeiro hospital citado, as colecistectomias foram todas convencionais, isto é, procedimento aberto; já no estudo atual os procedimentos foram todos videolaparoscópicos, o que vem para corroborar a literatura, em que a dor pós-operatória é menor em procedimentos fechados 11,

Da mesma forma, outros procedimentos abertos acrescentaram aos resultados 8 pacientes com dor; destes, 3 com dor intensa e 5 com dor moderada. Frente a esse mesmo tópico, não se pode excluir a possibilidade de que os diferentes tipos de procedimentos, abertos/laparoscópicos ou fechados/videolaparoscópicos, podem ter sido um fator de interferência na avaliação global da dor.

Outro fator influente em relação ao controle da dor é a questão do ensino médico, e pelo Hospital da Cruz Vermelha do Paraná ser um hospital escola, no qual atuam acadêmicos e residentes, faz-se necessária esta discussão. Estudos mostram que estudantes de medicina e médicos recém-formados podem possuir pouco conhecimento a respeito de dor aguda, uma ausência de educação continuada, falta de experiência quanto a protocolos e rotinas para tratamento da dor, além de não serem bem orientados quanto à escolha dos métodos analgésicos.

Assim, costumam buscar pelo fármaco mais frequentemente prescrito, e não pelo que é mais indicado ao paciente, o que pode resultar no retardo da recuperação e ocorrência de dor crônica pós-cirúrgica, causando interferência na qualidade de vida dos pacientes 5,9,12, Ao mesmo tempo, a dor crônica é um fator limitante de funções que pode aumentar a agitação, o risco de estresse emocional e a mortalidade, principalmente no grupo dos idosos 9,

Há controvérsias sobre qual é a forma ideal de controle da dor pós-operatória, mas pelos dados obtidos neste trabalho, verifica-se que este controle pode variar de acordo com a idade e o sexo. Ainda neste contexto, uma abordagem multidisciplinar (médicos, psicólogos, fisioterapeutas, farmacêuticos e enfermeiras) é oportuna, pois oferece auxílio ao paciente antes e depois da realização do procedimento cirúrgico, podendo trazer benefícios, principalmente àqueles ligados à ansiedade da dor e do procedimento, bem como suas possíveis complicações.

Na medida em que esse paciente é instruído e escutado adequadamente, acontece um melhor controle dos fatores que podem interferir na intensidade da dor 12, CONCLUSÃO Diante dos resultados, o panorama de controle da dor foi exposto e pode-se concluir que está adequado para os procedimentos laparoscópicos.

Pode ser necessária a adequação do cuidado com a analgesia nos pacientes submetidos a procedimentos abertos, para a senescência e no sexo feminino, visto que nesses grupos foram encontradas maior prevalência e intensidade de dor no pós-operatório. A falta de conhecimento do médico sobre a dor aguda e a ausência de uma educação continuada podem ser causas de conduta inadequada.

Assim, um maior cuidado com a educação médica e a formação de equipes multidisciplinares podem contribuir para melhora da qualidade de atendimento, redução de complicações relacionadas à dor e diminuição do sofrimento dos pacientes. Apresentado em 14 de fevereiro de 2013. Aceito para publicação em 04 de junho de 2013.

* Recebido do Hospital da Cruz Vermelha do Paraná (Hospital Escola da Universidade Positivo). Curitiba, PR.

Quais os riscos de uma cirurgia de hérnia de disco na coluna?

Quais os riscos de uma cirurgia de hérnia de disco lombar? Risco anestésico, risco de infecção, problemas de cicatrização, risco de lesão neurológica ou perda do líquido da coluna (líquor). São raras, menos de 3% dos casos.

Quem faz cirurgia de hérnia de disco pode ficar paralítico?

Hérnia de disco pode deixar paraplégico? Já perdi as contas de quantos pacientes chegam ao consultório com medo de ficarem paraplégicos por conta de uma hérnia de disco. São casos RAROS, mas podem acontecer. Geralmente acontece com hérnias de disco CAUSADAS POR TRAUMAS, como quedas ou acidentes, que podem causar uma compressão importante da medula.

👉 E existem casos em que pacientes com uma hérnia «clássica» (que não foi causada por um trauma) ficaram paraplégicos? SIM! Embora extremamente raro, pode acontecer. Um exemplo é o relato de caso do estudo «Sudden Paraplegia Caused by Nontraumatic Cervical Disc Rupture: A Case Report», em que uma paciente de 38 anos apresentou paraplegia «de repente», assistindo televisão, sem ter sofrido nenhum trauma anterior.

Nesses casos, podem acontecer rupturas do disco cervical, torácica ou lombar. E essas rupturas podem comprimir a medula de forma aguda e importante, podendo deixar o paciente paraplégico. 👉 Mas vale ressaltar que a paraplegia de início súbito não traumático devido à hérnia de disco cervical é MUITO RARA.

  • Para se ter uma noção, até a data em que este estudo foi publicado, apenas 10 casos tinham sido relatados na literatura.
  • 📌 Referências: «Sudden Paraplegia Caused by Nontraumatic Cervical Disc Rupture: A Case Report».
  • Publicado em: Korean Journal of Spine.
  • Autores: Sung Min Kim, Byeong Sam Choi, and Sungjoon Lee.

Fonte: US US National Library of Medicine National Institutes of Health | National Center for Biotechnology Information (NCBI). : Hérnia de disco pode deixar paraplégico?

Quem fez cirurgia de hérnia de disco pode se aposentar?

Conclusão: Quem tem hérnia de disco lombar pode se aposentar? –

  • Quem tem hérnia de disco lombar pode, de fato, se aposentar, desde que atenda aos critérios e requisitos estabelecidos pela legislação previdenciária : qualidade de segurado, carência de 12 meses e incapacidade permanente para o trabalho.
  • Portanto, é essencial buscar orientação adequada e seguir os procedimentos corretos para garantir o acesso a esse benefício, considerando a dor e as limitações que essa condição pode causar.
  • Por isso, o passo inicial é obter um diagnóstico médico detalhado e documentado, comprovando a gravidade da hérnia de disco e sua incapacidade permanente para o trabalho.

Em seguida, é fundamental solicitar o auxílio de um advogado previdenciário experiente. Para te ajudar a preparar a documentação necessária e orientar todo o processo de requerimento. Vale ressaltar que a obtenção da aposentadoria por hérnia de disco lombar pode ser um processo desafiador e demorado.

  • É essencial manter-se paciente e perseverante durante todo o procedimento.
  • Lembre-se, a aposentadoria por hérnia de disco lombar é um benefício garantido para aqueles que preenchem os critérios.
  • Então, se esse é o seu caso, busque seus direitos.
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: Quem tem hérnia de disco lombar pode se aposentar? – ABADV