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Endocrinologista O Que Faz?

Endocrinologista O Que Faz

Qual é a função do médico endocrinologista?

10 Coisas que você precisa saber sobre o endocrinologista – por Jornalismo SBEM em 10 de agosto de 2021 Responsável por diagnosticar e tratar doenças relacionadas com os hormônios e o metabolismo, o endocrinologista cuida desde doenças muito prevalentes como diabetes, obesidade, distúrbios de tireoide; até outras mais raras como acromegalia e Síndrome de Cushing, entre outras.

Confira as 10 coisas que você precisa saber sobre o endocrinologista: 1. A Endocrinologia e Metabologia é a especialidade médica que trata desde doenças bastante prevalentes como diabetes, obesidade, distúrbios de tireoide; até outras mais raras como acromegalia e Cushing, entre outras ( vejam também uma lista de atividades dos campos de atuação ).

Trata, portanto, de doenças relacionadas aos hormônios que podem estar sendo produzidos em quantidade insuficiente ou em excesso.2. O CFM reconhece 55 Especialidades médicas, entre elas a Endocrinologia e Metabologia e, ligadas a essas, 59 áreas de atuação ( Resolução CFM 2.221/2018,

Duas dessas áreas de atuação são relacionadas à Endocrinologia e Metabologia: a Endocrinologia Pediátrica e a Densitometria Mineral Óssea.3. A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia é reconhecida como a representante exclusiva da especialidade de Endocrinologia e Metabologia no Brasil e representa o Departamento desta especialidade na Associação Médica Brasileira (AMB).4.

O tempo de formação de um endocrinologista é de, no mínimo, 10 anos: tempo de faculdade (seis anos) + Residência em Clínica Médica (2 anos) + Residência em Endocrinologia e Metabologia (dois anos).5. O Título de Especialista é aquele concedido pelas sociedades de especialidades, por meio da Associação Médica Brasileira – AMB, ou pelos programas de Residência Médica, credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica – CNRM (parágrafo único do Art 2º Decreto Nº 8.516, de 10 de setembro de 2015,6.

  1. Para obter o Título de Especialista em Endocrinologia e Metabologia (concedido pela SBEM através da AMB), o profissional submete-se a uma prova em duas etapas: uma teórica e outra com base em prática clínica.
  2. O concurso para essa prova é realizado uma vez por ano.
  3. No entanto, não basta ter o certificado para divulgar que é especialista.

É obrigatório o registro do certificado no Conselho Regional de Medicina (CRM), onde o profissional atua para obter o Registro de Qualificação de Especialidade (RQE). A Resolução 1974/2011 do Conselho Federal de Medicina (CFM) e o artigo 114 do Código de Ética Medica ( 2019 ) proíbem a publicidade de especialista sem esse registro ( informações neste link ).

  • Um médico pode ANUNCIAR no máximo, 2 (duas) especialidades.
  • Artigo 1º, Inciso III, Decreto-Lei 4.113/42 ).7.
  • Também para as duas áreas de atuação é necessária a qualificação.
  • A SBEM e a Sociedade Brasileira de Pediatria organizam anualmente a prova para obtenção do Certificado de Área de Atuação em Endocrinologia Pediátrica (CAAEP).

A qualificação em Densitometria Óssea pode ser obtida por concurso através do Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem / AMB.8. A Resolução do CFM 1974/2011 define anúncio, publicidade ou propaganda, a comunicação ao público, por qualquer meio de divulgação, de atividade profissional de iniciativa, participação e/ou anuência do médico (artigo 1º).

Portanto, a publicidade da especialidade sem o registro é vedada em todos os meios, sejam os próprios receituários, seja no carimbo pessoal, seja em redes sociais, seja através de Planos de Saúde, seguradoras e convênios, pois mesmo essa possível divulgação «indireta» considera a anuência do médico.9.

Também é proibida ao médico a divulgação de especialidade ou área de atuação que não for reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina (conforme lista da Resolução CFM 2.221/2018). Esta Resolução deixa claro que não se pode anunciar ser especialista usando termos como «Hormonologia», «Modulação Hormonal» ou quaisquer outros termos que não sejam, para a especialidade que se refere aos hormônios, a única reconhecida pelo CFM, que é a Endocrinologia e Metabologia.

A resolução do CFM 1974/2011 em seu Art.3º proíbe o médico de: – Anunciar, quando não especialista, que trata de sistemas orgânicos, órgãos ou doenças específicas, por induzir a confusão com divulgação de especialidade;- Permitir que seu nome circule em qualquer mídia, inclusive na internet, em matérias desprovidas de rigor científico; – Fazer propaganda de método ou técnica não reconhecida pelo Conselho Federal de Medicina como válido para a prática médica (esse item já com novo texto alterado pela Resolução CFM nº 2.126/2015).10.

Para saber se um profissional médico possui Registro de Qualificação de Especialidade basta acessar o site do CFM, Denúncias de profissionais que divulgam especialidades sem o referido RQE em Endocrinologia e Metabologia poderão ser encaminhadas para SBEM Nacional através do e-mail [email protected].

Quando se deve procurar um endocrinologista?

Existem alguns fatores de risco para essa doença, tais como o excesso de peso, o histórico familiar, as alterações nos níveis de colesterol e a hipertensão arterial. Esses são bons indicativos da necessidade de procurar por um endocrinologista.

O que fazer na primeira consulta com endocrinologista?

A primeira consulta com um endocrinologista é utilizada, principalmente, para o médico entender quem é o paciente. É comum que o especialista faça perguntas sobre o histórico de saúde do indivíduo e da sua família, medicamentos de rotina e eventuais queixas.

Quais são os órgãos que compõem o sistema endócrino?

As principais glândulas do sistema endócrino são o hipotálamo, a hipófise, a tireoide, as paratireoides, as células das ilhotas pancreáticas, as glândulas adrenais, os testículos no homem e os ovários nas mulheres.

Como o endocrinologista examina o paciente?

Primeira consulta com o endocrinologista: o que esperar? – De fato, a endocrinologia é uma especialidade bem específica e nem todas as pessoas sabem o que esse profissional faz ou o que esperar do seu atendimento. A consulta com o endocrinologista, principalmente a primeira, será longa e extremamente detalhista.

O que é melhor nutricionista ou endocrinologista?

De modo isolado, no entanto, a orientação é a seguinte: você deve procurar um nutricionista quando a sua necessidade for exclusivamente dieta ou reeducação alimentar, e deve procurar um endocrinologista, especialmente, quando o seu problema estiver ligado a disfunções hormonais.

Qual médico cuida de reposição hormonal feminina?

Alerta SBEM: Não existe especialista em Modulação Hormonal – 4 de janeiro de 2019 Em 31/12/2018, a afiliada da TV Globo no Ceará (TV Verdes Mares) veiculou, no Bom Dia Ceará, entrevista com profissional não médico, que se declarou especialista em Reposição Hormonal.

  • Tal entrevista afirmou pontos que não encontram respaldo na Medicina Baseada em Evidências ou nas principais recomendações, diretrizes ou Guidelines sobre o assunto, elaborados pelas mais respeitadas sociedades científicas.
  • Mais do que isso, apresentou um ponto de vista controverso, com informações que podem, inclusive, comprometer a saúde de pacientes.

A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), por meio do seu Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia (DEFA), vem tornar públicos os seguintes esclarecimentos: – Não existe Especialista em Reposição Hormonal e não é reconhecida, pelo Conselho Federal de Medicina, especialidade intitulada «Modulação Hormonal»,

  • A reposição hormonal é um ato médico e somente pode ser feita por profissionais médicos.
  • A especialidade que trata de alterações hormonais é a Endocrinologia e Metabologia,
  • A reposição de qualquer hormônio deve ser feita baseada na deficiência do mesmo, com acompanhamento médico especializado, observando-se riscos e benefícios do uso; – Não há respaldo na literatura médica para uso de preparações hormonais com intuito de retardar o envelhecimento; – O uso indiscriminado de hormônios sem deficiência comprovada está relacionado a diversos efeitos colaterais, os quais podem ser sérios e por vezes irreversíveis, colocando em risco a vida do paciente em curto prazo e complicações de longo prazo; – Não há indicação da dosagem indiscriminada de testosterona na população masculina.
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O diagnóstico da deficiência de testosterona no homem deve ser baseado na junção de queixas clínicas associadas a níveis baixos de testosterona dosada pela manhã, em duas ocasiões. Tal diagnóstico não deve ser feito na vigência de doenças sistêmicas agudas ou graves.

Portanto, para a reposição é necessária a presença de sintomas clínicos e deficiência laboratorial. – Não há indicação da dosagem de testosterona na mulher, visto que não existem pontos de corte definidos para níveis baixos de testosterona no sexo feminino. A dosagem de testosterona na mulher só se presta para o diagnóstico de excesso de testosterona (hiperandrogenismo).

Não há também preparações de testosterona para mulher disponíveis no mercado brasileiro e não é recomendado o uso de formulações masculinas para mulheres. – O uso da reposição de testosterona para níveis supra-fisiológicos, isto é, acima das necessidades básicas do organismo humano, com objetivo de melhora de rendimento esportivo/aumento de massa muscular, é considerado doping em atletas profissionais e ilegal em amadores, estando dessa forma contraindicada a prescrição.

Após a divulgação de tal reportagem, a SBEM-Ceará rapidamente agiu e, no dia 03/01/2019, a presidente da Regional, Ana Karina de Melo Sodré (CRM-CE 9269 e Especialista em Endocrinologia e Metabologia com RQE – Registro de Qualificação de Especialidade no CFM 3600), foi convidada a participar do mesmo programa.

Desta vez, a entrevista pôde trazer informações válidas do ponto científico e ético, informando a população sobre o real papel dos hormônios no tratamento de condições clínicas específicas. A entrevista completa da Dra. Ana Karina Sodré pode ser vista no link abaixo:

Entrevista da TV Verdes Mares

A SBEM, através de sua Comissão de Defesa de Assuntos Profissionais (CDAP), já ciente do caso, tomará as medidas que forem pertinentes para evitar que tal situação venha a se repetir. Dra. Mônica de Oliveira Presidente do Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia da SBEM – Biênio 2019/2020.

  1. Dr. Rodrigo O.
  2. Moreira Presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Biênio 2019/2020 Referências 1- Testosterone Therapy in Men with Hypogonadism: An Endocrine Society Clinical Practice Guideline.
  3. J Clin Endocrinol Metab 2018; 103 (5): 1715-1744.2- Androgen Therapy in Women: a reappraisal- An Endocrine Society Clinical Practice Guideline.

J Clin Endocrinol Metab 2014; 99 (10): 3489-3510.3- The 2017 hormone therapy position statement of the North American Menopause Society. Menopause 2017; 24: 728-745 Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia

Qual exame detecta falta de hormônio?

Quais são os principais testes para as mulheres? – O exame de sangue é o que possibilita a análise das taxas hormonais. Com ele, há o estudo dos níveis do hormônio responsável pelo desenvolvimento do óvulo. A medida é baseada no FSH, hormônio folículo estimulante, no LH, hormônio luteinizante e no estradiol, principal hormônio sexual feminino.

Como o endocrinologista trata a diabetes?

Como é o tratamento do diabetes? O tratamento é feito de acordo com a orientação do endocrinologista e normalmente envolve o uso de medicamentos que ajudam a diminuir a concentração de glicose no sangue, como comprimidos ou injeções, e aplicação de insulina sintética em alguns casos.

Qual o médico que cuida da testosterona?

Andropausa e menopausa – Outra questão comum que leva o paciente ao endocrinologista é o envelhecimento. É comum, até certo ponto, que haja uma disfunção hormonal durante esta etapa da vida e por isso este especialista é tão importante. É o médico que vai orientar a reposição hormonal, como ela deve ser feita e a partir de qual tipo de medicamento ou tratamento.

  1. Tanto o homem quanto a mulher sofrem com essa diminuição na produção de hormônios.
  2. Os sinais são vários, já que as mudanças atingem as substâncias como o cortisol, tireóide, testosterona, estrogênio, melatonina, entre outros.
  3. Na andropausa é comum que algumas pessoas sintam cansaço, diminuição da força muscular e até disfunção sexual.

No caso da menopausa, a mulher para de menstruar, sente algumas dores pontuais, como nas articulações, suor noturno e ondas de calor repentinas. Se você ainda tem dúvidas, não deixe de procurar um especialista. Muitos tratamentos devolvem ao paciente sua saúde e bem-estar, principalmente no caso dos hormônios, substâncias que mexem inclusive com o nosso bem-estar, causando mudanças de humor, ansiedade, irritabilidade, entre outras sensações.

Precisa de encaminhamento para endocrinologista?

Pacientes com diagnóstico e suspeita de hipertireoidismo e diabetes mellitus tipo 1 devem ter preferência no encaminhamento ao endocrinologista, quando comparados com outras condições clínicas.

Onde estão localizadas as glândulas do sistema endócrino?

Localização. As glândulas tireoide e paratireoide são glândulas endócrinas na base do pescoço. A glândula tireoide é a maior glândula do sistema endócrino. Localiza-se na porção anterior do pescoço ao nível das vértebras C5-T1, profundamente aos músculos esternotireóideos e esterno-hioideos.

O que é Metabologia trata?

O que faz o médico endocrinologista e metabologista? – Endocrinologista O Que Faz O médico especializado em endocrinologia e metabologia fica responsável pela análise das glândulas endócrinas e tratamentos de doenças relacionadas ao sistema endócrino, tais como: problemas na tireóide e de crescimento, por exemplo. A metabologia tem como foco principal as funções que envolvem o metabolismo, ou seja, as transformações que resultam em energia para o funcionamento adequado de órgãos – a regulação do peso, renovação de células e tratamento para as funções reprodutivas sexuais, por exemplo.

Como especialista no sistema endócrino, o médico endocrinologista realiza o diagnóstico e tratamento de doenças relacionadas aos hormônios. E, para isso, solicita exames clínicos e laboratoriais, analisa exames que já tenham sido feitos pelo paciente e tenta compreender com clareza o histórico de cada um deles, para só assim, poder indicar o melhor tratamento.

Se necessário, atua em conjunto com outras áreas para se certificar do diagnóstico (cardiologia, dermatologia e ginecologia são uma delas). O endocrinologista também é procurado em casos de pacientes que buscam emagrecer ou mesmo suplementação alimentar para prática esportes ou outras atividades físicas.

Quais são as doenças que afetam o sistema endócrino?

Centro de Diagnóstico Santa Clara | Patologia do Sistema Endócrino O sistema endócrino é composto por um grupo de glândulas e órgãos que regulam e controlam várias funções do organismo por meio da produção e secreção de hormônios. As doenças endócrinas incluem: Hipertireoidismo, Hipotireoidismo, Doenças de Cushing, Doença de Addison, Acromegalia, Diabetes, Distúrbios da puberdade e da função reprodutiva.

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Qual é o órgão mais importante do sistema endócrino?

O principal centro de controle das glândulas do sistema endócrino é o hipotálamo, no cérebro.

Quais são os hormônios Endocrinos?

Glândulas endócrinas e seus hormônios –

Glândula pineal : é encontrada aproximadamente no centro do encéfalo, Ela produz o hormônio melatonina, que, entre outros papéis, participa da regulação dos ritmos biológicos. Hipotálamo : é uma região do encéfalo que atua produzindo diferentes hormônios. É o hipotálamo que produz o hormônio antidiurético e a ocitocina, que serão secretados pela neuro-hipófise. O hormônio antidiurético aumenta a retenção hídrica nos rins, enquanto a ocitocina está relacionada com as contrações uterinas no parto e a ejeção de leite pelas glândulas mamárias.

Além desses dois hormônios, o hipotálamo produz hormônios que atuam controlando a secreção hipofisária. Eles são conhecidos como hormônios liberadores e hormônios hipotalâmicos inibidores. São eles: hormônio liberador de tireotropina (TRH); hormônio liberador de corticotropina (CRH); hormônio liberador do hormônio do crescimento (GHRH); hormônio inibidor do hormônio do crescimento (GHIH) (somatostatina); hormônio liberador de gonadotropinas (GnRH); dopamina ou fator inibidor da prolactina (PIF).

Hipófise : é um pequeno órgão localizado em uma cavidade do osso esfenoide. A hipófise apresenta duas porções distintas: a neuro-hipófise e a adeno-hipófise. A neuro-hipófise é uma extensão do hipotálamo e libera dois hormônios sintetizados por essa outra glândula: o hormônio antidiurético e a ocitocina. A adeno-hipófise, por sua vez, secreta uma série de hormônios que atuam nas mais variadas funções do organismo. São hormônios dela: hormônio do crescimento, que estimula o crescimento do organismo; TSH (hormônio tireoestimulante), que estimula a secreção dos hormônios da tireoide; ACTH (hormônio adrenocorticotrófico), que estimula o córtex da suprarrenal; prolactina, que estimula a secreção de leite; FSH (hormônio folículo estimulante), que promove o crescimento dos folículos nos ovários e maturação do espermatozoide; LH (hormônio luteinizante), que atua estimulando a síntese de testosterona nos testículos, a ovulação, a produção de estrogênio e progesterona nos ovários e a formação do corpo lúteo. Glândula tireoide : a humana é composta por dois lobos localizados de cada lado da traqueia e conectados na linha média. Sintetiza os hormônios tiroxina (T4) e tri-iodotironina (T3), os quais estão relacionados com o metabolismo. Além disso, sintetiza um hormônio chamado calcitonina, que atua diminuindo o nível de cálcio no plasma sanguíneo. Glândulas paratireoides : são quatro pequenas glândulas localizadas na região posterior da tireoide. Elas são responsáveis pela secreção do paratormônio, um hormônio que atua aumentando os níveis de cálcio no sangue, Glândulas suprarrenais : também conhecidas como adrenais, estão localizadas na parte superior dos rins. Nelas é possível perceber duas camadas bem delimitadas: o córtex adrenal e a medula adrenal. O córtex produz hormônios que podem ser divididos em três grupos: glicocorticoides, mineralocorticoides e andrógenos. O principal mineralocorticoide é a aldosterona, relacionada com a manutenção do equilíbrio de sódio, potássio e água no organismo. Dentre os glicocorticoides, destaca-se o cortisol, relacionado com o metabolismo de proteínas, carboidratos e gordura. A medula adrenal é responsável por secretar a epinefrina e norepinefrina, hormônios relacionados, entre outras funções, com aumento de atividades metabólicas e do nível de glicose no sangue. Pâncreas : é uma glândula mista, apresentando uma porção exócrina e uma porção endócrina. A porção endócrina é responsável pela secreção dos hormônios insulina e glucagon. Enquanto a insulina atua promovendo a entrada de glicose nas células, o glucagon aumenta a síntese e liberação de glicose do fígado, Ovários : são duas glândulas presentes no corpo feminino. Produzem estrogênio e progesterona. O estrogênio relaciona-se com o desenvolvimento das características sexuais secundárias femininas e a estimulação do crescimento do endométrio. A progesterona, por sua vez, atua, principalmente, preparando o útero para a gestação e as mamas para lactação. Testículos : são duas pequenas glândulas localizadas no saco escrotal. Produzem a testosterona, relacionada com o desenvolvimento das características sexuais secundárias masculinas e o desenvolvimento do sistema reprodutor,

Qual médico cuida de reposição hormonal feminina?

Alerta SBEM: Não existe especialista em Modulação Hormonal 4 de janeiro de 2019 Em 31/12/2018, a afiliada da TV Globo no Ceará (TV Verdes Mares) veiculou, no Bom Dia Ceará, entrevista com profissional não médico, que se declarou especialista em Reposição Hormonal.

  • Mais do que isso, apresentou um ponto de vista controverso, com informações que podem, inclusive, comprometer a saúde de pacientes.
  • A Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM), por meio do seu Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia (DEFA), vem tornar públicos os seguintes esclarecimentos:
  • – Não existe Especialista em Reposição Hormonal e não é reconhecida, pelo Conselho Federal de Medicina, especialidade intitulada «Modulação Hormonal»,

– A reposição hormonal é um ato médico e somente pode ser feita por profissionais médicos. A especialidade que trata de alterações hormonais é a Endocrinologia e Metabologia,

  1. – A reposição de qualquer hormônio deve ser feita baseada na deficiência do mesmo, com acompanhamento médico especializado, observando-se riscos e benefícios do uso;
  2. – Não há respaldo na literatura médica para uso de preparações hormonais com intuito de retardar o envelhecimento;
  3. – O uso indiscriminado de hormônios sem deficiência comprovada está relacionado a diversos efeitos colaterais, os quais podem ser sérios e por vezes irreversíveis, colocando em risco a vida do paciente em curto prazo e complicações de longo prazo;

– Não há indicação da dosagem indiscriminada de testosterona na população masculina. O diagnóstico da deficiência de testosterona no homem deve ser baseado na junção de queixas clínicas associadas a níveis baixos de testosterona dosada pela manhã, em duas ocasiões.

  1. Tal diagnóstico não deve ser feito na vigência de doenças sistêmicas agudas ou graves.
  2. Portanto, para a reposição é necessária a presença de sintomas clínicos e deficiência laboratorial.
  3. Não há indicação da dosagem de testosterona na mulher, visto que não existem pontos de corte definidos para níveis baixos de testosterona no sexo feminino.

A dosagem de testosterona na mulher só se presta para o diagnóstico de excesso de testosterona (hiperandrogenismo). Não há também preparações de testosterona para mulher disponíveis no mercado brasileiro e não é recomendado o uso de formulações masculinas para mulheres.

  • – O uso da reposição de testosterona para níveis supra-fisiológicos, isto é, acima das necessidades básicas do organismo humano, com objetivo de melhora de rendimento esportivo/aumento de massa muscular, é considerado doping em atletas profissionais e ilegal em amadores, estando dessa forma contraindicada a prescrição.
  • Após a divulgação de tal reportagem, a SBEM-Ceará rapidamente agiu e, no dia 03/01/2019, a presidente da Regional, Ana Karina de Melo Sodré (CRM-CE 9269 e Especialista em Endocrinologia e Metabologia com RQE – Registro de Qualificação de Especialidade no CFM 3600), foi convidada a participar do mesmo programa.
  • Desta vez, a entrevista pôde trazer informações válidas do ponto científico e ético, informando a população sobre o real papel dos hormônios no tratamento de condições clínicas específicas.
  • A entrevista completa da Dra. Ana Karina Sodré pode ser vista no link abaixo:

A SBEM, através de sua Comissão de Defesa de Assuntos Profissionais (CDAP), já ciente do caso, tomará as medidas que forem pertinentes para evitar que tal situação venha a se repetir. Dra. Mônica de Oliveira Presidente do Departamento de Endocrinologia Feminina e Andrologia da SBEM – Biênio 2019/2020.

Dr. Rodrigo O. Moreira Presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia – Biênio 2019/2020 Referências 1- Testosterone Therapy in Men with Hypogonadism: An Endocrine Society Clinical Practice Guideline. J Clin Endocrinol Metab 2018; 103 (5): 1715-1744.2- Androgen Therapy in Women: a reappraisal- An Endocrine Society Clinical Practice Guideline.

J Clin Endocrinol Metab 2014; 99 (10): 3489-3510.3- The 2017 hormone therapy position statement of the North American Menopause Society. Menopause 2017; 24: 728-745 Fonte: Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia : Alerta SBEM: Não existe especialista em Modulação Hormonal

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Qual a diferença entre gastroenterologia e Endocrinologia?

Gastroenterologia: aparelho digestivo – O Gastroenterologista é o especialista que estuda o funcionamento dos órgãos do sistema gastrointestinal, incluindo boca, esôfago, estômago, vesícula biliar, pâncreas, fígado, intestino delgado e intestino grosso. Assim, a gastroenterologia atua na prevenção, no diagnóstico e no tratamento de doenças relacionadas ao sistema gastrointestinal, por exemplo:

Hepatite;Doença de Crohn;Intolerância à lactose;Cirrose;Síndrome do intestino irritável.Refluxo gastroesofágico;Hemorróidas;Gastrite;Úlcera;Infecções intestinais;Hérnia de hiato;Refluxo gastroesofágico;Pedra na vesícula;Retocolite ulcerativa;

Podemos dizer que a gastroenterologia se aproxima da endocrinologia ao se ocupar de glândulas como o pâncreas, por exemplo. Contudo, essas duas áreas se diferenciam porque, enquanto a endocrinologia se encarrega dos hormônios produzidos por esse órgão, a gastroenterologia lida com a porção que produz o suco pancreático, necessário para a digestão.

Azia ou queimação;Dor de estômago;Sensação de estômago cheio ou que sempre comeu demais;Dificuldade de digestão;Dores, cólicas ou inchaço abdominal;Náuseas e vômitos;Diarreia;Prisão de ventre;Fezes com sangue.

Dependendo do relato do paciente, o gastroenterologista pode solicitar exames complementares para confirmar ou refutar um diagnóstico, incluindo exames laboratoriais (hemograma, glicemia, colesterol, função hepática, função renal etc.) e exames endoscópicos, como a famosa endoscopia digestiva alta.

Qual é o médico que cuida do intestino?

Quando devo procurar um gastroenterologista? – O médico gastroenterologista faz residência em clínica medica e após em gastroenterologia. É o responsável por diagnosticar e tratar problemas que ocorrem em todo o sistema digestivo. Isso inclui a boca, o esôfago, o estômago, os intestinos, o pâncreas e o fígado.

Endoscopia digestiva. Hepatologia, que diz respeito ao diagnóstico e tratamento de doenças ligadas do fígado, vesícula biliar e pâncreas; Doenças pancreáticas; Doença inflamatória intestinal

Alguns dos sintomas que indicam a necessidade de procurar o gastroenterologista são:

Azia frequente Vômitos Enjoo Diarreia Dor abdominal Prisão de ventre Gases Refluxo

Estes sinais e sintomas podem indicar a presença de um dos problemas tratados pelo gastroenterologista:

Gastrite Hepatite Intolerância a lactose Síndrome do intestino irritável Doença do refluxo gastroesofágico Doença inflamatória intestinal Câncer gástrico

Da mesma forma que quando se trata do coloproctologista, um gastroenterologista também deve ser procurado quando surgem os sintomas, por mais simples que sejam. Desta forma, é possível realizar o diagnóstico e tratamento corretos. Problemas intestinais podem causar uma série de desconfortos, e diminuir a qualidade de vida e bem estar dos pacientes.

Eles podem surgir por questões genéticas e hereditárias, hormonais e também relacionadas a fatores de risco e ao estilo de vida do paciente. Ter uma boa alimentação, incluindo o consumo de alimentos ricos em fibras e evitando alimentos ultraprocessados, e praticar atividade física podem auxiliar na prevenção de problemas intestinais.

Você apresenta algum dos sintomas mencionados neste conteúdo? Entre em contato e agende sua consulta por WhatsApp ! Aqui no CDOC contamos com uma equipe completa, com especialistas preparados para te atender.

Qual o médico que cuida de nódulos na tireoide?

A partir dos 50 anos, as mulheres podem ter mais condições de desenvolver cistos e nódulos O nódulo tireoidiano é uma doença muito comum e prevalente nas mulheres. De acordo com o médico endocrinologista Edder de Mello, que realiza atendimento no Centro de Endocrinologia e Diabetes do Ipesaúde, o nódulo da tireoide não é uma condição que ocorre apenas em mulheres, porém acontece majoritariamente nesse público.

«A partir dos 50 anos, as mulheres podem ter mais condições de desenvolver cistos e nódulos. Daí a necessidade das mulheres sempre procurarem manter os cuidados com a saúde. A gente aproveitou que está no mês de março, mês das mulheres e resolveu chamar a atenção para essa situação», ressaltou. Ao ser detectado, o nódulo de tireoide deve ser acompanhado por um médico endocrinologista para que sejam feitas as melhores indicações e se evitem procedimentos como punções ou cirurgias de maneira desnecessária.

«O nosso papel é conscientizar sobre a situação e evitar gastos desnecessários ou procedimentos invasivos, já que temos o conhecimento das características dos nódulos. Os benignos, em geral, podem ser acompanhados com a realização do exame de ultrassonografia e os nódulos suspeitos a gente pode avaliar solicitar a punção», informou.

Segundo o especialista, o paciente pode sentir alguns sintomas se o nódulo estiver localizado mais para dentro da tireoide, entretanto, se for um nódulo mais exterior, mais empurrado para fora, chama mais a atenção, mas incomoda menos. Ele explicou que em geral quando os nódulos são grandes podem causar disfagia, que é a dificuldade de engolir; dispneia, que é falta de ar; e pode às vezes, também, causar rouquidão.

«Mas isso é quando o nódulo é grande, acima de 4 cm. Inclusive, quando ele tem esse tamanho há a indicação de cirurgia, mesmo sendo benigno», enfatizou. Ele disse que para diferenciar o nódulo benigno do maligno é necessário fazer a avaliação das características do nódulo.

«Temos que verificar o seu tamanho, a presença de acometimento das regiões que a gente chama de tireoidianas, que fica ao redor desse nódulo, a cor, se é misto, sólido, cístico, qual é a sua velocidade de crescimento, então são uma série de características que a gente vai reunindo para definir se esse nódulo tem uma tendência a ter um comportamento mais benigno ou maligno», revela.

Outro esclarecimento feito pelo médico foi o de que não existe uma causa específica para o aparecimento do nódulo de tireoide. «Existem algumas hipóteses que podem tentar explicar isso, mas nada 100% definido», disse, ao acrescentar que com relação a prevenção, para evitar o surgimento de nódulo tireoidiano não há nada que a pessoa possa fazer.

  • Há uma tendência genética, familiar da pessoa desenvolver esse nódulo.
  • Uma vez descoberto, o tempo que a gente vai acompanhar vai depender muito das características, se a gente sabe que uma pessoa tem um nódulo e já fez um, dois, ultrassons e esse nódulo não cresceu e tem características benignas, a gente pode acompanhar o nódulo a cada um ou até mesmo dois anos.

Já um nódulo com características malignas, com a presença de microcalcificações, mais escuro, a gente reduz o tempo de acompanhamento para olhar mais de perto», afirmou. Edder de Mello finalizou ressaltando que o nódulo tireoidiano é uma situação que acomete mais as mulheres, mas não é para elas ficarem superpreocupadas, porque o importante é fazer o acompanhamento adequado.