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O Que Bulimia?

O que significa bulimia *?

A bulimia se caracteriza por episódio de consumo excessivo de alimentos seguida por um comportamento compensatório, em virtude da culpa e medo do ganho de peso, de indução de vômitos e/ou diarreia.

Qual a diferença entre a anorexia e bulimia?

Afinal de contas, qual é a maior diferença entre os distúrbios? – A principal diferença entre bulimia e anorexia está no processo de ganho e perda de peso. Na anorexia, a perda é acentuada e costuma deixar a pessoa desnutrida a ponto de colocar a vida dela em risco.

O que é bulimia toda matéria?

Bulimia nervosa é um transtorno alimentar em que ocorre ingestão de grande quantidade de alimentos, seguido do uso de alternativas para evitar o ganho de peso. Para isso, é comum a indução do vômito e uso de laxantes.

Quem é mais atingido pela bulimia?

Anorexia nervosa e a bulimia estão relacionadas a maiores taxas de mortalidade dentre os transtornos mentais Publicado em 19/09/2022 15h41 Atualizado em 03/11/2022 15h23 Os transtornos alimentares são condições psiquiátricas caracterizadas por alterações persistentes nas refeições ou em comportamentos relacionados aos hábitos alimentares.

  1. Quando há alteração no consumo ou na absorção de alimentos, isso afeta a saúde física e mental do indivíduo.
  2. De acordo com a Associação Brasileira de Psiquiatria, estima-se que mais de 70 milhões de pessoas no mundo sejam afetadas por algum transtorno alimentar, incluindo anorexia, bulimia, compulsão alimentar e outros.

A anorexia nervosa e a bulimia apresentam grande incidência entre os jovens. As mulheres são as mais acometidas por esses distúrbios, sendo a anorexia a de maior incidência no público de 12 a 17 anos e a bulimia se mostrando mais presente no início da vida adulta.

  1. Mara Maranhão, psiquiatra especialista em transtornos alimentares da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), destaca que esses comportamentos «estão relacionados a maiores taxas de mortalidade entre os transtornos mentais».
  2. Na anorexia nervosa a pessoa restringe a alimentação, geralmente iniciando com uma dieta comum e, com o passar do tempo, essa limitação se intensifica, levando a grande perda de peso.

O jejum recorrente também faz parte das características apresentadas pelo transtorno. Muitos quadros de anorexia acabam levando à desnutrição. Na bulimia, em situações recorrentes, o indivíduo ingere uma grande quantidade de alimentos num espaço curto de tempo e, em seguida, passa a utilizar ‘métodos compensatórios’ para evitar o ganho de peso, que incluem a indução de vômito e o uso de laxantes e diuréticos.

Quantos tipos de bulimia?

Bulimia | CUF A bulimia nervosa é um distúrbio alimentar potencialmente grave que se caracteriza pela ingestão às escondidas de grandes quantidades de comida, seguidas da indução do vómito. Noutros casos, procura-se compensar a ingestão excessiva de calorias com níveis demasiado intensivos de exercício ou recorrendo a diuréticos e laxantes.

  1. A apetência para expelir os alimentos pode tornar-se de tal modo intensa que é induzida mesmo após uma refeição ligeira.
  2. Após os episódios de ingestão compulsiva, os pacientes tendem a sentir-se culpados e ansiosos por não terem sido capazes de controlar a sua impulsividade.
  3. A sensação de fome como é sentida de forma aversiva leva a que estes comportamentos compulsivos sejam vividos com extrema vergonha o que poderá gerar a sua ocultação.

A bulimia nervosa pode ser do tipo purgativo, quando o paciente induz regularmente o vómito ou usa laxantes, diuréticos ou enemas, ou do tipo não purgativo, quando o paciente utiliza outros comportamentos compensatórios tal como jejum ou exercício físico excessivo.

Estes pacientes são extremamente rígidos com a sua imagem corporal e com a gestão do seu peso. É bastante comum que estes pacientes tenham pensamentos recorrentes sobre comida e que possuam um ideal de magreza extremamente rígido. Estima-se que a bulimia nervosa afete, anualmente, cerca de 13 em cada 100 mil pessoas.

A sua incidência em mulheres dos 15 aos 24 anos – o grupo de maior risco – tem aumentado ao longo dos últimos 50 anos. Alguns estudos sugerem que nas populações em perigo (habitualmente estudantes do género feminino) a frequência seja de cerca de 10%.

O que a bulimia causa na garganta?

Relação entre bulimia e saúde bucal | Colgate® Efeitos bucais As alterações dentárias vistas em muitas pessoas com bulimia são muitas vezes reconhecíveis. Vômitos frequentes podem fazer com que as glândulas salivares inchem e os tecidos da boca e da língua se tornem secos, vermelhos e doloridos.

  1. Pessoas com bulimia podem apresentar dores crônicas na garganta e pequenas hemorragias sob a pele do palato.
  2. O vômito frequente pode desmineralizar o esmalte dos dentes, especialmente no lado da língua na região dos dentes frontais superiores.
  3. Isso aumenta drasticamente o risco de cárie nessas áreas e pode fazer com que esses dentes se tornem sensíveis à temperatura.

A desmineralização severa pode ocasionar mudanças na mordida ou alterar a forma com que os dentes superiores e inferiores se encaixam (ocluem). Os dentes de trás podem reduzir de tamanho e alguns dentes podem ser perdidos eventualmente. A desmineralização do dente pode levar cerca de três anos para aparecer, mas isto não acontece com todos os bulímicos.

Muitas pessoas com bulimia podem estar desnutridas, ou com anemia, má cicatrização e o risco de doença periodontal aumentado. oNo tratamento do distúrbio alimentar, pode demorar um pouco para que os episódios de vômito induzido sejam controlados. Para minimizar o dano causado pelo ácido estomacal durante os episódios de vômito, enxágue a boca com bicarbonato de sódio misturado com água.

Você também pode enxaguar a boca com enxaguante bucal contendo 0,05 % de flúor, que pode ser prescrito pelo seu dentista. Não escove os dentes imediatamente após o vômito, pois o ácido do estômago enfraquece o esmalte do dente e a escovação pode acentuar a perda do mineral do esmalte.

Ao escovar os dentes, utilize creme dental que contenha flúor. O flúor ajuda a fortalecer os dentes. Para diminuir a boca seca, beba bastante água para manter a boca úmida. Há também substitutos de saliva que podem ser receitados por seu dentista. Seu dentista pode receitar tratamentos diários de flúor com enxaguantes ou géis em dosagens prescritas.

No dentista Se você for bulímico, seu dentista poderá realizar tratamentos com flúor durante as idas ao consultório e receitar um gel à base de flúor para utilização em casa. Visite seu dentista regularmente; ele poderá também detectar cárie ou infecções.

O tratamento dentário pode ser importante no tratamento da bulimia. Seu dentista trabalhará juntamente com a equipe de sua assistência médica para que você possa coordenar tratamento dentário com o tratamento para o transtorno alimentar. Se você tiver um dano dental grave e ainda estiver sob tratamento para bulimia, seu dentista poderá fornecer um aparelho que cubra os dentes e os proteja dos ácidos do estômago.

Uma vez controlada a bulimia, talvez seja necessário restaurar alguns dentes. Se a perda do esmalte for interrompida em fase inicial, ele poderá ser substituído com a utilização de materiais chamados de resina composta ou amálgama. Uma Desmineralização mais grave pode exigir a extração do dente.

Os dentes perdidos podem ser substituídos por pontes ou implantes. Alguns problemas tendem a ocorrer junto com a bulimia. Por exemplo, três quartos dos bulímicos apresentam distúrbios de ansiedade e quadros de depressão. Pessoas com bulimia também podem desenvolver dependência de álcool e drogas. Esses problemas podem igualmente afetar sua saúde dentária e qualquer medicação para tratá-los pode interferir no seu plano de tratamento odontológico.

Informe seu dentista a respeito de qualquer medicação da qual você esteja fazendo uso e as respectivas doses. : Relação entre bulimia e saúde bucal | Colgate®

O que acontece quando a pessoa induz o vômito?

Doença

A pessoa come grandes quantidades de alimentos e, depois, induz o próprio vômito, usa laxantes, faz regime, jejua ou se exercita vigorosamente para compensar. O médico suspeita que o diagnóstico está presente quando a pessoa se preocupa em excesso com o peso e seu peso varia muito. A terapia cognitivo-comportamental, um inibidor seletivo de recaptação da serotonina (um tipo de antidepressivo), ou ambos, podem ser usados para tratar o transtorno.

A bulimia nervosa afeta principalmente adolescentes e adultos jovens. Anualmente, aproximadamente uma em cada 100 mulheres jovens apresenta bulimia nervosa. O transtorno é muito menos frequente em homens. A pessoa com bulimia nervosa tem episódios repetidos de compulsão alimentar.

Ou seja, ela ingere uma quantidade de alimentos muito maior que a maioria das pessoas consumiria em um período semelhante e em circunstâncias semelhantes. As circunstâncias e a cultura são importantes porque a quantidade considerada excessiva para uma refeição normal pode diferir da quantidade considerada excessiva para uma refeição comemorativa.

O estresse emocional muitas vezes desencadeia os episódios de compulsão alimentar, que geralmente são praticados em segredo. A compulsão alimentar, que é acompanhada de uma sensação de perda de controle, normalmente consiste em comer sem ter fome e comer a ponto de ter desconforto físico.

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Praticar a purgação, por exemplo, induzindo o próprio vômito (vômito autoinduzido) ou tomando laxantes ou diuréticos (medicamentos que fazem os rins excretar mais água) Seguir regimes ou jejuns rigorosos Praticar exercícios em excesso Qualquer combinação dos itens acima

Algumas pessoas também tomam diuréticos para tratar um suposto inchaço. Ao contrário da anorexia nervosa, o peso corporal das pessoas com bulimia nervosa tende a variar em torno do normal. O sobrepeso ou a obesidade afetam pouquíssimas pessoas com anorexia nervosa.

Os vômitos autoinduzidos podem provocar erosão no esmalte dentário, fazer com que as glândulas salivares nas bochechas (glândulas parótidas) fiquem aumentadas e causar inflamações no esôfago. O vômito pode diminuir os níveis de potássio no sangue, causando arritmias cardíacas. Morte súbita em decorrência de arritmias cardíacas pode ocorrer em pessoas que constantemente ingerem grandes quantidades de ipecacuanha para induzir o vômito.

Em alguns casos raros, ocorre a ruptura do estômago ou do esôfago durante um episódio de compulsão alimentar ou purgativo, gerando complicações que podem ser fatais. A pessoa com bulimia nervosa está constantemente preocupada com seu peso e forma física e julga a si mesma com base nesses critérios.

Relata comer compulsivamente no mínimo uma vez por três meses ou mais Sente que perde o controle durante e após o episódio de compulsão alimentar Compensa os episódios de compulsão alimentar ao praticar a purgação (por exemplo, autoinduzindo o vômito ou tomando laxantes), jejum ou exercícios em excesso Expressa uma forte preocupação com o ganho de peso e baseia sua autoimagem principalmente no peso e na forma física

O médico também verifica se há outros indícios que dão respaldo a um diagnóstico de bulimia nervosa:

Amplas variações no peso, sobretudo se houver indícios do uso excessivo de laxantes (por exemplo, diarreia e cólicas abdominais) Inchaço das glândulas salivares nas bochechas Cicatrizes nas articulações dos dedos de tanto usá-los para induzir o vômito Erosão do esmalte dentário devido ao ácido estomacal Níveis baixos de potássio, detectados por um exame de sangue

Psicoterapia Determinados antidepressivos

O tratamento da bulimia nervosa pode incluir terapia cognitivo-comportamental, psicoterapia interpessoal e farmacoterapia. Geralmente, é empregada a terapia cognitivo-comportamental, Os objetivos são

Motivar a pessoa a mudar Estabelecer e manter um padrão de alimentação regular e flexível Reduzir sua preocupação com o peso corporal e a forma física

A pessoa vai ao terapeuta, individualmente ou em grupo, uma ou duas vezes por semana durante um período de 4 a 5 meses, totalizando 16 a 20 sessões. A terapia cognitivo-comportamental elimina a compulsão alimentar e a purgação em cerca de 30% a 50% de pessoas com bulimia.

Muitas outras também apresentam melhora, mas outras abandonam a terapia ou não apresentam resposta. As pessoas que melhoram costumam continuar bem. A psicoterapia interpessoal é uma alternativa quando a terapia cognitivo-comportamental não estiver disponível. Ela ajuda a pessoa a identificar e a fazer mudanças em problemas interpessoais que podem estar contribuindo para o transtorno alimentar.

Essa terapia não consiste em dizer à pessoa de que maneira ela deve mudar, não interpreta esse comportamento e não lida diretamente com o transtorno alimentar. Seguem alguns recursos em inglês que podem ser úteis. Vale ressaltar que O MANUAL não é responsável pelo conteúdo desses recursos.

National Eating Disorders Association (NEDA) : Uma organização sem fins lucrativos de grande porte que dá acesso a ferramentas de triagem online, linha de assistência, fóruns e a uma ampla variedade de grupos de apoio (alguns virtuais) National Institutes of Mental Health (NIMH), Transtornos alimentares : Uma central de informações a respeito de transtornos alimentares, incluindo dados estatísticos sobre prevalência, folhetos e boletins informativos (também disponíveis em espanhol), campanhas de educação e conscientização e informações sobre estudos clínicos relevantes

OBS.: Esta é a versão para o consumidor. MÉDICOS: VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE Direitos autorais © 2023 Merck & Co., Inc., Rahway, NJ, EUA e suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

Porque a bulimia nervosa e mais difícil de ser diagnosticada?

A Bulimia é um transtorno difícil de ser detectado, pois a maioria dos pacientes não se consideram doentes, ou ocultam seus sintomas por vergonha. Contudo, as estimativas de Bulimia Nervosa variam de 1 a 3 por cento das mulheres adolescentes e no início da vida adulta.

  • Em crianças a ocorrência é baixa, sendo que foram detectados apenas 70 casos nos últimos 5 anos.
  • Em homens a Bulimia é rara, sendo que varia de 4 a 13 por cento da população total de pacientes que apresentaram o transtorno.
  • A idade média de aparecimento em homens é de 21 a 24 anos de idade.
  • A maior incidência é em mulheres (mais de 90 por cento) das classes média e alta, sendo mais frequente na raça branca.

Pessoas com profissão ou atividades que valorizam a forma física – por exemplo, modelos, bailarinas e atletas – são mais suscetíveis. A Bulimia parece ser bem mais prevalente em sociedades industrializadas, onde há abundância de alimentos e onde a beleza está associada à magreza (Estados Unidos da América, Canadá, Europa, etc.).

Em uma pesquisa realizada nos E.U.A. com 2000 mulheres (estudantes do colegial) em 1986, foi percebido que um número próximo de 5 por cento dessa população já teve algum transtorno alimentar e aproximadamente 4 por cento dessa população admitiram ter sintomas de Bulimia. A bulimia nervosa é um tipo de transtorno alimentar que afeta 1-3 por cento das pessoas.

É um transtorno alimentar grave em que alguém pode sentir que perdeu o controle sobre sua alimentação, e se avaliar de acordo com sua forma e peso corporal. Alguém com bulimia pode se sentir preso em um ciclo de comer grandes quantidades de alimentos (conhecido como «compulsão»), e depois se envolver com comportamentos para compensar isso como uma tentativa de impedir o ganho de peso.

Sinais e sintomas Os sinais e sintomas da bulimia incluem: • Compulsão e purgação comportamentos; • Comportamentos alimentares secreta; • Percepção distorcida da forma do corpo ou peso; • Sentimento de culpa e vergonha em torno de comida e ao comer; • Ansiedade ou depressão; • Desaparecer depois de comer; • Sentir-se cansado ou letárgico; • Dores de estômago; • Dor de garganta constante; • Sinais de abuso de álcool; • Baixa autoestima.

O que causa a bulimia? Bulimia é um grave problema de saúde mental, que é causada por uma ampla gama de fatores biológicos, psicológicos e sociais. Razões pelas quais alguém pode desenvolver bulimia pode ser muito diferente entre os indivíduos com bulimia.

  1. Alguns fatores comuns que alguém possa desenvolver bulimia podem ser: Fatores Psicológicos Para muitas pessoas com bulimia, a comida é uma maneira de lidar com as emoções e sentimentos angustiantes.
  2. Muitas pessoas relatam gatilhos ou emoções negativas que ocorrem antes de uma farra.
  3. Para algumas pessoas, seu transtorno alimentar torna-se uma maneira de lidar com emoções difíceis.

A autoestima tem sido encontrada para ser um fator de risco para a bulimia. Muitas pessoas relatam que se sentem inúteis e têm baixa autoestima. Algumas pessoas podem ter tendências perfeccionistas, temem que sejam inadequadas, de alguma forma, medo de rejeição ou têm fortes desejos para ganhar a aprovação de outros.

Os fatores biológicos Uma nova pesquisa sugere que a genética, alterações neurológicas ou neuroquímicas no cérebro podem ser fatores no desenvolvimento bulimia. Como posso saber se tenho bulimia? Se você está preocupado em saber se tem bulimia, você deve falar com o seu médico de família ou procurar um especialista que pode ajudá-lo (a) e apoiá-lo(a).

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Que tratamentos estão disponíveis? A terapia cognitiva comportamental (TCC) é o tipo mais comum de terapia utilizada para o tratamento de bulimia nervosa. TCC pode ajudar a aprender maneiras mais saudáveis de pensar em comida e recuperar a sua autoestima.

TCC pode ocorrer entre 16 e 20 sessões, cada uma com duração de cerca de uma hora, mais de seis meses de duração. Entre as sessões, você será perguntado pelo terapeuta para executar diferentes tarefas, como tornando-se lentamente pequenas mudanças nos seus hábitos alimentares, ou manter um diário de quando e o que você come.

Terapia Interpessoal (IPT) IPT é outra terapia que foi adaptada para ser usada com pessoas que têm bulimia nervosa. Permite a discussão das suas relações com outras pessoas. A reconstrução destas relações pode impedi-lo recorrer à comida para apoio emocional.

  1. Medicação Para algumas pessoas, a medicação pode ser disponibilizada juntamente com um programa de autoajuda, ou como uma primeira linha de tratamento.
  2. É importante que você falar com seu médico sobre medicamentos para decidir qual é a melhor opção para você.
  3. Exemplos destes incluem antidepressivos.
  4. Autoajuda Manter um diário de seus hábitos alimentares pode ser útil para compreender o que desencadeia.

Você pode achar que os grupos de apoio são úteis. Pode ser reconfortante para conversar com outras pessoas que têm os mesmos sentimentos e experiências. Confira também o que o Dr. Rodrigo Machado, psiquiatra do Hospital Santa Mônica tem a dizer sobre o assunto nesse vídeo: Fonte: Mental Health Foundation / Hospital Santa Mônica

O que é vigorexia e ortorexia?

Pessoas com ortorexia têm uma preocupação excessiva com a alimentação e a busca pelo alimento perfeito. Isso resulta em dietas restritivas e desequilibradas, gerando problemas à saúde. Já a vigorexia é caracterizada por uma visão desvirtuada de sua autoimagem e pela preocupação excessiva com hipertrofia.

Qual é a diferença entre bulimia e compulsão alimentar?

Os indivíduos com bulimia em geral sentem vergonha de seus problemas alimentares e tentam esconder os sintomas, e os episódios de compulsão alimentar ocorrem em segredo ou da maneira mais discreta possível.

O que leva uma pessoa a comer compulsivamente?

Quais são as causas da compulsão alimentar? – As causas relacionadas com o TCA são multifatoriais e os mecanismos envolvidos não estão completamente esclarecidos. Fatores genéticos, biológicos, psicológicos e comportamentais estão associados à doença.

O que ocorre na anorexia nervosa?

Descrição: É um distúrbio alimentar resultado da preocupação exagerada com o peso corporal, que pode provocar problemas psiquiátricos graves. A pessoa se olha no espelho e, embora extremamente magra, se vê obesa. Com medo de engordar, exagera na atividade física, jejua, jejua, vomita, toma laxantes e diuréticos.

É um transtorno que se manifesta principalmente em mulheres jovens, embora sua incidência esteja aumentando também em homens. Às vezes, os pacientes anoréticos chegam rapidamente à caquexia, um grau extremo da desnutrição. Causa: Diversos fatores favorecem o aparecimento da doença: predisposição genética, o conceito atual de moda que determina a magreza absoluta como símbolo de beleza e elegância, a pressão da família e do grupo social e a existência de alterações neuroquímicas cerebrais, especialmente nas concentrações de serotonina e noradrenalina.

Prevenção: Estudos mostram que o incentivo à alimentação saudável e à prática de atividades físicas desde a infância são medidas que reduzem a incidência de transtornos alimentares. Buscar orientar as crianças na escolha de seus alimentos e na valorização de seus atributos corporais é importante para formação de adultos com saúde e qualidade de vida.

  • Sintomas: Perda exagerada de peso em curto espaço de tempo sem nenhuma justificativa.
  • Nos casos mais graves, o índice de massa corpórea chega a ser inferior a 17; recusa em participar das refeições familiares (os anoréticos alegam que já comeram e que não estão mais com fome); preocupação exagerada com o valor calórico dos alimentos.

Esses pacientes chegam a ingerir apenas 200kcal por dia; interrupção do ciclo menstrual (amenorreia) e regressão das características femininas; atividade física intensa e exagerada; depressão, síndrome do pânico, comportamentos obsessivo-compulsivos; visão distorcida do próprio corpo (apesar de extremamente magras, essas pessoas julgam-se com excesso de peso); pele extremamente seca e coberta por lanugo (pelos parecidos com a barba de milho).

  1. Tratamento: A reintrodução dos alimentos deve ser gradativa.
  2. Caso contrário provocaria grande sobrecarga cardíaca.
  3. Às vezes, é necessária a internação hospitalar para que essa oferta gradual de calorias seja controlada por nutricionistas.
  4. Não há medicação específica para a anorexia nervosa.
  5. Medicamentos antidepressivos podem ajudar a atenuar sintomas depressivos, compulsivos e de ansiedade.

Em geral, o tratamento de pacientes anoréticos exige o trabalho de equipe multidisciplinar. Links para Pesquisa (Artigo): Reflexões sobre a anorexia Vídeo: Anorexia nervosa

Quantos jovens têm bulimia?

Um em cada cinco jovens de 6 a 18 anos apresenta desordem alimentar, Se não tratado, o quadro pode levar a distúrbios como bulimia, anorexia nervosa e transtorno de compulsão alimentar, Em meninas, a proporção é ainda maior, chegando a quase um terço (30%) em comparação aos meninos (17%) de mesma idade.

Os dados são de um estudo global, que avaliou mais de 63 mil crianças, publicado nesta segunda (20) na revista científica Jama Pediatrics, O trabalho foi liderado por José Francisco López-Gil, do Centro de Pesquisa Social e Médica da Universidade de Castilla-La Mancha (Espanha), e Héctor Gutiérrez-Espinoza, da Universidade das Américas (Equador).

A pesquisa consiste em uma meta-análise (análise de dados de pesquisas já publicadas, sem fazer novos estudos empíricos) de 32 estudos com um público na faixa de 6 a 18 anos em 16 países, incluindo o Brasil. Distúrbios alimentares são desordens psiquiátricas caracterizadas pela alimentação anormal ou comportamento que afetam o controle do peso, podendo resultar em sérios problemas de saúde.

Como existem diversas causas possíveis que podem levar ao quadro e por ter origem psíquica, seu diagnóstico é dificultado. Apesar de serem mais frequentes em adultos jovens e adolescentes, as desordens alimentares em crianças podem evoluir para transtornos na idade adulta. A incidência varia de país a país e é mais comum em nações de média e alta renda, sendo que nas de baixa renda outros fatores, como desnutrição e insegurança alimentar, são mais frequentes em crianças e adolescentes.

Para avaliar a prevalência de distúrbios alimentares na infância, os pesquisadores incluíram apenas estudos com crianças de 6 a 11 anos ou adolescentes de 12 a 18 e que tinham como desfecho principal uma desordem alimentar. Do total de participantes, 51,8% eram meninas.

Uma metodologia eficaz para encontrar sinais de desordem alimentar é o questionário SCOFF («sick», «control», «one», «fat», «food», em inglês doente, controle, um, gordura, comida). Ele consiste em cinco perguntas com respostas do tipo sim e não que contam pontos para saber se há alguma desordem. Se a criança ou adolescente somar dois pontos ou mais, poderá ser encaminhado para uma avaliação psiquiátrica de distúrbio alimentar.

A pesquisa, então, incluiu somente estudos que tinham essa metodologia em sua análise inicial. Cerca de 14 mil (23,5%) do total de 63.181 crianças e adolescentes considerados no estudo tinham demonstrado algum sinal de desordem alimentar, e essa proporção foi significativamente maior em meninas do que em meninos,

Um outro ponto observado é que a proporção de crianças e adolescentes com desordem alimentar aumentava conforme a idade (três pontos percentuais a cada dois anos) e índice de massa corporal (3 p.p. a cada 5 kg/m2). Os autores concluem que, utilizando a ferramenta SCOFF, cerca de um quinto das crianças em 16 países têm alguma condição de distúrbio alimentar.

Essa proporção é preocupante para políticas de saúde pública e acende um alerta para a necessidade de estratégias de prevenção. De acordo com o estudo global do peso das doenças psiquiátricas no mundo, de 1990 a 2019, os distúrbios alimentares estão entre as condições de saúde mental que mais provocam anos de vida perdidos, com uma média de 318 mortes em 2019 por essa causa.

Por que a anorexia nervosa é tão perigosa?

Quais são os riscos da anorexia? – A anorexia é uma condição clínica bastante perigosa, isso porque as pessoas anoréxicas estão sujeitas a riscos de complicações como baixa imunidade, deficiência nutricional, anemia, enfraquecimento dos ossos e músculos, problemas renais, alterações no ciclo menstrual, convulsões e arritmia cardíaca.

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Qual é o diagnóstico de bulimia?

O médico faz o diagnóstico de bulimia nervosa, sobretudo em mulheres jovens, quando a pessoa: Relata comer compulsivamente no mínimo uma vez por três meses ou mais. Sente que perde o controle durante e após o episódio de compulsão alimentar.

Qual é o conceito de anorexia?

Descrição: É um distúrbio alimentar resultado da preocupação exagerada com o peso corporal, que pode provocar problemas psiquiátricos graves. A pessoa se olha no espelho e, embora extremamente magra, se vê obesa. Com medo de engordar, exagera na atividade física, jejua, jejua, vomita, toma laxantes e diuréticos.

  • É um transtorno que se manifesta principalmente em mulheres jovens, embora sua incidência esteja aumentando também em homens.
  • Às vezes, os pacientes anoréticos chegam rapidamente à caquexia, um grau extremo da desnutrição.
  • Causa: Diversos fatores favorecem o aparecimento da doença: predisposição genética, o conceito atual de moda que determina a magreza absoluta como símbolo de beleza e elegância, a pressão da família e do grupo social e a existência de alterações neuroquímicas cerebrais, especialmente nas concentrações de serotonina e noradrenalina.

Prevenção: Estudos mostram que o incentivo à alimentação saudável e à prática de atividades físicas desde a infância são medidas que reduzem a incidência de transtornos alimentares. Buscar orientar as crianças na escolha de seus alimentos e na valorização de seus atributos corporais é importante para formação de adultos com saúde e qualidade de vida.

Sintomas: Perda exagerada de peso em curto espaço de tempo sem nenhuma justificativa. Nos casos mais graves, o índice de massa corpórea chega a ser inferior a 17; recusa em participar das refeições familiares (os anoréticos alegam que já comeram e que não estão mais com fome); preocupação exagerada com o valor calórico dos alimentos.

Esses pacientes chegam a ingerir apenas 200kcal por dia; interrupção do ciclo menstrual (amenorreia) e regressão das características femininas; atividade física intensa e exagerada; depressão, síndrome do pânico, comportamentos obsessivo-compulsivos; visão distorcida do próprio corpo (apesar de extremamente magras, essas pessoas julgam-se com excesso de peso); pele extremamente seca e coberta por lanugo (pelos parecidos com a barba de milho).

Tratamento: A reintrodução dos alimentos deve ser gradativa. Caso contrário provocaria grande sobrecarga cardíaca. Às vezes, é necessária a internação hospitalar para que essa oferta gradual de calorias seja controlada por nutricionistas. Não há medicação específica para a anorexia nervosa. Medicamentos antidepressivos podem ajudar a atenuar sintomas depressivos, compulsivos e de ansiedade.

Em geral, o tratamento de pacientes anoréticos exige o trabalho de equipe multidisciplinar. Links para Pesquisa (Artigo): Reflexões sobre a anorexia Vídeo: Anorexia nervosa

O que acontece quando a pessoa induz o vômito?

Doença

A pessoa come grandes quantidades de alimentos e, depois, induz o próprio vômito, usa laxantes, faz regime, jejua ou se exercita vigorosamente para compensar. O médico suspeita que o diagnóstico está presente quando a pessoa se preocupa em excesso com o peso e seu peso varia muito. A terapia cognitivo-comportamental, um inibidor seletivo de recaptação da serotonina (um tipo de antidepressivo), ou ambos, podem ser usados para tratar o transtorno.

A bulimia nervosa afeta principalmente adolescentes e adultos jovens. Anualmente, aproximadamente uma em cada 100 mulheres jovens apresenta bulimia nervosa. O transtorno é muito menos frequente em homens. A pessoa com bulimia nervosa tem episódios repetidos de compulsão alimentar.

  • Ou seja, ela ingere uma quantidade de alimentos muito maior que a maioria das pessoas consumiria em um período semelhante e em circunstâncias semelhantes.
  • As circunstâncias e a cultura são importantes porque a quantidade considerada excessiva para uma refeição normal pode diferir da quantidade considerada excessiva para uma refeição comemorativa.

O estresse emocional muitas vezes desencadeia os episódios de compulsão alimentar, que geralmente são praticados em segredo. A compulsão alimentar, que é acompanhada de uma sensação de perda de controle, normalmente consiste em comer sem ter fome e comer a ponto de ter desconforto físico.

Praticar a purgação, por exemplo, induzindo o próprio vômito (vômito autoinduzido) ou tomando laxantes ou diuréticos (medicamentos que fazem os rins excretar mais água) Seguir regimes ou jejuns rigorosos Praticar exercícios em excesso Qualquer combinação dos itens acima

Algumas pessoas também tomam diuréticos para tratar um suposto inchaço. Ao contrário da anorexia nervosa, o peso corporal das pessoas com bulimia nervosa tende a variar em torno do normal. O sobrepeso ou a obesidade afetam pouquíssimas pessoas com anorexia nervosa.

  • Os vômitos autoinduzidos podem provocar erosão no esmalte dentário, fazer com que as glândulas salivares nas bochechas (glândulas parótidas) fiquem aumentadas e causar inflamações no esôfago.
  • O vômito pode diminuir os níveis de potássio no sangue, causando arritmias cardíacas.
  • Morte súbita em decorrência de arritmias cardíacas pode ocorrer em pessoas que constantemente ingerem grandes quantidades de ipecacuanha para induzir o vômito.

Em alguns casos raros, ocorre a ruptura do estômago ou do esôfago durante um episódio de compulsão alimentar ou purgativo, gerando complicações que podem ser fatais. A pessoa com bulimia nervosa está constantemente preocupada com seu peso e forma física e julga a si mesma com base nesses critérios.

Relata comer compulsivamente no mínimo uma vez por três meses ou mais Sente que perde o controle durante e após o episódio de compulsão alimentar Compensa os episódios de compulsão alimentar ao praticar a purgação (por exemplo, autoinduzindo o vômito ou tomando laxantes), jejum ou exercícios em excesso Expressa uma forte preocupação com o ganho de peso e baseia sua autoimagem principalmente no peso e na forma física

O médico também verifica se há outros indícios que dão respaldo a um diagnóstico de bulimia nervosa:

Amplas variações no peso, sobretudo se houver indícios do uso excessivo de laxantes (por exemplo, diarreia e cólicas abdominais) Inchaço das glândulas salivares nas bochechas Cicatrizes nas articulações dos dedos de tanto usá-los para induzir o vômito Erosão do esmalte dentário devido ao ácido estomacal Níveis baixos de potássio, detectados por um exame de sangue

Psicoterapia Determinados antidepressivos

O tratamento da bulimia nervosa pode incluir terapia cognitivo-comportamental, psicoterapia interpessoal e farmacoterapia. Geralmente, é empregada a terapia cognitivo-comportamental, Os objetivos são

Motivar a pessoa a mudar Estabelecer e manter um padrão de alimentação regular e flexível Reduzir sua preocupação com o peso corporal e a forma física

A pessoa vai ao terapeuta, individualmente ou em grupo, uma ou duas vezes por semana durante um período de 4 a 5 meses, totalizando 16 a 20 sessões. A terapia cognitivo-comportamental elimina a compulsão alimentar e a purgação em cerca de 30% a 50% de pessoas com bulimia.

  • Muitas outras também apresentam melhora, mas outras abandonam a terapia ou não apresentam resposta.
  • As pessoas que melhoram costumam continuar bem.
  • A psicoterapia interpessoal é uma alternativa quando a terapia cognitivo-comportamental não estiver disponível.
  • Ela ajuda a pessoa a identificar e a fazer mudanças em problemas interpessoais que podem estar contribuindo para o transtorno alimentar.

Essa terapia não consiste em dizer à pessoa de que maneira ela deve mudar, não interpreta esse comportamento e não lida diretamente com o transtorno alimentar. Seguem alguns recursos em inglês que podem ser úteis. Vale ressaltar que O MANUAL não é responsável pelo conteúdo desses recursos.

National Eating Disorders Association (NEDA) : Uma organização sem fins lucrativos de grande porte que dá acesso a ferramentas de triagem online, linha de assistência, fóruns e a uma ampla variedade de grupos de apoio (alguns virtuais) National Institutes of Mental Health (NIMH), Transtornos alimentares : Uma central de informações a respeito de transtornos alimentares, incluindo dados estatísticos sobre prevalência, folhetos e boletins informativos (também disponíveis em espanhol), campanhas de educação e conscientização e informações sobre estudos clínicos relevantes

OBS.: Esta é a versão para o consumidor. MÉDICOS: VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE Direitos autorais © 2023 Merck & Co., Inc., Rahway, NJ, EUA e suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

O que leva uma pessoa a comer compulsivamente?

Quais são as causas da compulsão alimentar? – As causas relacionadas com o TCA são multifatoriais e os mecanismos envolvidos não estão completamente esclarecidos. Fatores genéticos, biológicos, psicológicos e comportamentais estão associados à doença.