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O Que Diabetes?

O que é o que é a diabetes?

O que é? – Diabetes Mellitus (DM) é uma síndrome metabólica de origem múltipla, decorrente da falta de insulina e/ou da incapacidade e/ou falta de insulina exercer adequadamente seus efeitos, caracterizando altas taxa de açúcar no sangue ( hiperglicemia) de forma permanente.

O que é causa de diabetes?

As causas da diabetes podem ser diversas. Por exemplo, no tipo 1, há uma propensão genética. Assim, uma gestante pode ou não passar diabetes para a criança. No entanto, os maiores causadores das diabetes são os maus hábitos e nenhuma prática de exercício físico.

Como que a pessoa tem diabetes?

Na maioria dos casos, a doença está associada a condições como obesidade e sedentarismo, ou seja, pode ser evitada. O diabetes é uma doença crônica na qual o corpo não produz insulina ou não consegue empregar adequadamente a insulina que produz. Um simples exame de sangue pode revelar se você tem diabetes.

Quando desconfiar de diabetes?

O diabetes mellitus (DM), ou simplesmente diabetes, é o nome dado a um grupo de distúrbios metabólicos que levam ao aumento dos níveis de glicose (açúcar) no sangue. Dizemos que o diabetes é um grupo de doenças porque se classifica em mais de um tipo – diabetes tipo 1, tipo 2 e gestacional –, com causas diferentes, evoluções peculiares e tratamentos distintos.

Porém, independentemente do tipo de diabetes, um fator em comum torna essa doença bastante perigosa: por ser assintomática em muitos casos, a demora na percepção do seu desenvolvimento pode resultar em graves complicações à saúde. Há situações em que o paciente leva anos para notar a enfermidade. Isso acontece porque, em um primeiro momento, os sintomas do diabetes são «leves» e podem facilmente se confundir com outras desordens menos alarmantes.

São exemplos de sintomas: fadiga, mudanças de humor, alterações no peso, fome e sede constantes, sinais muito relacionados a quadros de estafa e ansiedade. Silencioso e muito perigoso quando não tratado logo no início, o diabetes pode implicar em graves perturbações como lesões nos rins, danos à visão e infecções diversas.

Sem falar em doenças coronárias (cardíacas) como a aterosclerose que, inclusive, pode levar à morte súbita. Principais sintomas do diabetes Vimos que o diabetes se manifesta de três formas, isso sem falar no estágio de pré-diabetes, alteração do metabolismo que pode evoluir para o diabetes tipo 2. E é verdade que muitas vezes é extremamente difícil notar a presença da doença, mas perceber as primeiras manifestações é vital para o controle e não agravamento do quadro.

Apesar dos sintomas do diabetes variarem conforme a apresentação da doença, existe um consenso que indica os principais sinais que são comuns a quase todos os tipos. São os 10 mais citados: 1. Poliúria (micção excessiva) Termo médico para se referir ao aumento da produção de urina, ou seja, a necessidade de urinar muitas vezes durante o dia ou à noite, usualmente em volume normal.

  • Em um período de 24 horas, adultos chegam a eliminar em média 3 litros de urina, enquanto crianças de 2 a 2,5 litros.
  • No diabetes, a poliúria acontece porque o organismo precisa se livrar do excesso de glicose no sangue, já que a insulina não é suficiente ou já não consegue fazer esse trabalho.
  • E então os rins são acionados para servirem de filtro, trabalhando em dobro, de forma a gerarem uma quantidade de líquido maior do que o normal para que a glicose possa ser diluída e excretada através da urina.

Como resultado, quanto mais elevada for a concentração de glicose no sangue (glicemia), mais acentuada será a perda de glicose pela urina (glicosúria), maior será o volume de urina produzido e, consequentemente, mais idas ao banheiro ocorrerão.2. Polidipsia (sede constante) Em função da poliúria – que por vezes pode levar à boca seca até que o corpo reponha os níveis normais de água-, é normal que se tenha sede com mais frequência.

  1. E então, a polidipsia se apresenta acompanhada pela ingestão de líquidos em grande quantidade e em várias vezes para suprir a sede constante.3.
  2. Polifagia (aumento do apetite) Condição bastante relacionada com doenças metabólicas, como o diabetes, a polifagia (também conhecida por hiperfagia) se caracteriza pela fome excessiva e pela vontade de comer acima do normal, que não cessa mesmo que a pessoa se alimente.

Mas, afinal, porque as pessoas com diabetes sentem muita fome? Como a insulina não dá conta de trabalhar com eficiência no controle da glicemia circulante no sangue, o organismo tende a se esforçar além do normal para eliminar o açúcar excedente. E essa hiperatividade agiliza os episódios de fome.

E mais: como as células não conseguem captar glicose suficiente para gerar energia, o corpo constantemente acredita estar em jejum. Por isso, como para funcionar corretamente o organismo precisa de energia e o único modo para obtê-la é através da alimentação, emite repetitivos sinais de alerta em forma de fome.

Importante ressaltar, contudo, que o termo não enquadra ocorrências isoladas de fome excessiva, mas sim quando um padrão de comer demais se estabelece ao longo do tempo. E que juntamente à poliúria e à polidipsia, a polifagia compõe a lista dos três sinais clássicos e iniciais do diabetes.4.

  • Perda de peso Observada com bem menos frequência em pacientes com diabetes tipo 2, a perda de peso é um sintoma extremamente comum no diabetes tipo 1, doença de origem imunológica em que a insulina deixa de ser produzida de modo relativamente repentino.
  • É que nesses casos, com a ausência de insulina – hormônio que também responde pelo armazenamento de gordura e pela síntese de proteínas no organismo –, o corpo deixa de armazenar gordura e de produzir músculos.

Somado a isso, como as células não recebem a glicose em quantidade suficiente para realizar corretamente suas atividades, acabam tendo que obter energia de outras fontes. Ou seja, a partir da quebra de proteínas e dos estoques de gordura. Em resumo, sem insulina o corpo não gera músculos e gorduras, e ainda precisa fazer uso recorrente das reservas existentes.

  • E assim, curiosamente, mesmo apresentando o sintoma de polifagia, pode acontecer da pessoa com diabetes também ter redução brusca de peso.5.
  • Fadiga extrema Cansaço crônico, muito sono, falta de energia para desenvolver atividades cotidianas, preguiça frequente e tontura são sintomas comuns em casos de diabetes.

Ocorrem pela desidratação provocada pela poliúria e pela incapacidade das células em receber glicose suficiente. Vale lembrar que no diabetes tipo 1, a insulina é inexistente, e, no diabetes tipo 2, não funciona corretamente. E como é esse hormônio o responsável por promover a entrada da glicose circulante no sangue para dentro das células, consequentemente, a glicose recebida pelas células não supre as necessidades substanciais.

  • E, assim, o organismo produz menos energia por falta de «combustível», o que provoca sintomas como fadiga e sensação de falta de energia.6.
  • Visão embaçada É muito comum pessoas com diabetes serem acometidas por alterações oftalmológicas, como sensação de vista turva ou embaçada.
  • Isso acontece porque a glicemia elevada pode provocar inchaço do cristalino, que é a lente do olho.

Com o edema, tanto a forma quanto a flexibilidade do cristalino são modificadas, o que leva ao comprometimento da capacidade de foco e, por fim, à visão embaçada. Geralmente, à medida que os níveis de açúcar no sangue se estabilizam, a visão volta ao normal.

E é importante não confundir essa alteração nos olhos com a retinopatia diabética, uma complicação grave da retina que pode surgir após anos de diabetes.7. Infecções fúngicas de repetição Como o diabetes provoca distúrbios no sistema imunológico por também alterar o funcionamento das células de defesa, de modo que pacientes com diabetes chegam a ser considerados imunossuprimidos, é comum o surgimento de infecções fúngicas que podem inclusive demorar a sarar.

São exemplos infecções fúngicas na pele e nas unhas, infecções na região genital – sendo a candidíase a mais comum – e pneumonia. Sem falar que a micção excessiva decorrente da poliúria facilita quadros de infecção urinária.8. Feridas que demoram a cicatrizar Para funcionar bem, o corpo precisa do oxigênio e nutrientes transportados pelo sangue, e, por isso, esse fluído circula por todo organismo de modo contínuo.

  • Isso significa dizer que dificuldades surgidas nesse processo podem levar a sérios problemas de saúde.
  • E, infelizmente, pessoas portadoras de diabetes têm no excesso de glicose um fator que propicia a má circulação sanguínea.
  • Logo, feridas, cortes, úlceras e lesões similares – especialmente nos membros inferiores – demoram a cicatrizar e podem até piorar com o tempo, por conta da diminuição da função das células responsáveis pela reparação dos tecidos e da dificuldade na geração de novos vasos sanguíneos.9.

Coceira frequente Quem tem diabetes é também mais propenso a apresentar problemas na pele, principalmente em razão da baixa imunidade e por causa da dificuldade do corpo se manter hidratado por conta da poliúria – o que deixa a pele mais suscetível a ressecamentos.

  • A maior sensibilidade ao desenvolvimento de infecções por fungos e os problemas circulatórios comuns à doença são outros fatores que levam aos eventos de comichão.10.
  • Escurecimento das dobras E para encerrar a lista dos 10 principais sintomas do diabetes temos as manchas escuras na pele, que têm aspecto aveludado e verrucoso e geram muito desconforto estético.

Condição denominada acantose nigricante ou nigricans, o escurecimento localizado da pele resulta da resistência à insulina, e ocorre com mais frequência em regiões de dobras como pescoço, axilas e virilha. Auxílio médico Agora que você já está por dentro dos principais sintomas do diabetes e como eles se apresentam – sem esquecer que existem outros sinais que não foram abordados, como impotência sexual, náusea excessiva, neuropatias diabéticas, etc.

–, caso tenha notado ter uma ou mais indicações que podem levar a um diagnóstico positivo dessa doença crônica e silenciosa, consulte um médico. Somente por meio de exames laboratoriais próprios para o diagnóstico de diabetes mellitus é possível ter certeza sobre a existência dessa enfermidade, qual o tipo apresentado e o tratamento indicado.

E nunca é demais lembrar: qualquer pessoa pode ter diabetes mesmo sem casos prévios na família, sendo que as chances de desenvolver essa comorbidade aumentam em função da má alimentação, obesidade e sedentarismo.

O que fazer para evitar diabetes?

O Dia Mundial da Diabetes é comemorado desde 1991, em 14 de novembro, data de aniversário de Sir Frederick Banting, co-descobridor da insulina, juntamente com Charles Best. O tema adotado para as campanhas dos anos de 2021 a 2023 é «Acesso aos Cuidados da Diabetes».

Globalmente, estima-se que 422 milhões de adultos viviam com diabetes em 2014, em comparação com 108 milhões em 1980. A prevalência global de diabetes quase dobrou desde 1980, passando de 4,7% para 8,5% na população adulta. Isso reflete um aumento nos fatores de risco associados, como sobrepeso ou obesidade.

Novos números da 10ª edição do Atlas de Diabetes da International Diabetes Federation (IDF) revelam que 537 milhões de adultos em todo o mundo vivem com a doença, mostrando um aumento global contínuo na sua prevalência e confirmando o diabetes como um desafio global significativo para a saúde e o bem-estar de indivíduos, famílias e sociedades.

Obs,: A 10ª edição do Atlas de Diabetes e outros recursos estarão disponíveis para download em 6 de dezembro de 2021). O centenário da descoberta da insulina (1921-2021) apresenta uma oportunidade única de trazer mudanças significativas para milhões de pessoas que vivem com diabetes e outros milhões que estão em risco.

Diabetes é uma doença crônica na qual o corpo não produz insulina ou não consegue empregar adequadamente a insulina – hormônio produzido pelo pâncreas responsável pela manutenção do metabolismo da glicose. Sua falta provoca déficit na metabolização da glicose e, consequentemente, diabetes.

  1. Caracteriza-se por altas taxas de açúcar no sangue (hiperglicemia) de forma permanente.
  2. Tipos : – Tipo 1: causado pela destruição das células produtoras de insulina, em decorrência de defeito do sistema imunológico em que os anticorpos atacam as células que produzem a insulina.
  3. Ocorre em cerca de 5 a 10% dos diabéticos.

– Tipo 2: resulta da resistência à insulina e de deficiência na sua secreção. Ocorre em cerca de 90% dos diabéticos. – Diabetes Gestacional: é a diminuição da tolerância à glicose, diagnosticada pela primeira vez na gestação, podendo ou não persistir após o parto.

  1. Sua causa exata ainda não é conhecida.
  2. Outros tipos: são decorrentes de defeitos genéticos associados com outras doenças ou com o uso de medicamentos.
  3. Podem ser: defeitos genéticos da função da célula beta; defeitos genéticos na ação da insulina; doenças do pâncreas (pancreatite, neoplasia, hemocromatose, fibrose cística, etc.); induzidos por drogas ou produtos químicos (diuréticos, corticoides, betabloqueadores, contraceptivos, etc.).
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Principais sintomas do diabetes tipo 1 : – vontade de urinar diversas vezes; – fome frequente; – sede constante; – perda de peso; – fraqueza; – fadiga; – nervosismo; – mudanças de humor; – náusea; – vômito. Principais sintomas do diabetes tipo 2 : – infecções frequentes; – alteração visual (visão embaçada); – dificuldade na cicatrização de feridas; – formigamento nos pés; – furúnculos.

  1. Complicações : O tratamento correto do diabetes significa manter uma vida saudável, evitando diversas complicações que surgem em consequência do mau controle da glicemia.
  2. Altas taxas de açúcar no sangue, por tempo prolongado, podem causar sérios danos à saúde: cegueira, insuficiência renal, ataque cardíaco, acidente vascular cerebral e amputação de membros inferiores.

Tratamento e prevenção : Uma dieta saudável, atividade física e evitar o uso de tabaco podem prevenir ou retardar o diabetes tipo 2. Além disso, a doença pode ser tratada e suas consequências evitadas ou retardadas com medicamentos, exames regulares e tratamento de complicações.

  1. Faça o teste disponível na página da International Diabetes Federation, em português, para conhecer seu risco de desenvolver diabetes tipo 2,
  2. Sobre o teste: A avaliação de risco do diabetes do tipo 2 on-line não é uma ferramenta para diagnóstico.
  3. Ela foi criada para pessoas sem diagnóstico atual do diabetes e destina-se a ressaltar o risco de uma pessoa desenvolver diabetes do tipo 2 nos próximos 10 anos.

Os resultados não são conselhos médicos. Se você estiver em risco ou preocupado com o diabetes, aconselhamos a visita a um profissional de saúde para mais informações. A Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) disponibiliza uma programação especial durante todo o mês de novembro no Diabetes Play, plataforma de vídeos com conteúdos para médicos, enfermeiros e público em geral.

Quem tem diabetes sente o quê no corpo?

Quais os sintomas do diabetes? – Sintomas do diabetes tipo 1:

Fome frequente; Sede constante; Vontade de urinar diversas vezes ao dia; Perda de peso; Fraqueza; Fadiga; Mudanças de humor; Náusea e vômito.

Sintomas do diabetes tipo 2:

Fome frequente; Sede constante; Formigamento nos pés e mãos; Vontade de urinar diversas vezes; Infecções frequentes na bexiga, rins, pele e infecções de pele; Feridas que demoram para cicatrizar; Visão embaçada.

Como o diabetes age no corpo?

Neuropatia Diabética Os nervos periféricos carregam as informações que saem do cérebro e as que chegam até ele, além de sinais da medula espinhal para o resto do corpo. Os danos a esses nervos, condição chamada de neuropatia periférica, fazem com que esse mecanismo não funciona bem.

  1. A neuropatia pode afetar um único nervo, um grupo de nervos ou nervos no corpo inteiro.
  2. A neuropatia costuma vir acompanhada da diminuição da energia, da mobilidade, da satisfação com a vida e do envolvimento com as atividades sociais.
  3. Tanto as alterações nos vasos sanguíneos quanto as alterações no metabolismo podem causar danos aos nervos periféricos.

A glicemia alta reduz a capacidade de eliminar radicais livres e compromete o metabolismo de várias células, principalmente as dos neurônios. Cuidado com os pés Pessoas com diabetes podem apresentar feridas com difícil cicatrização devido aos níveis elevados de açúcar no sangue e/ou circulação sanguínea deficiente.

É uma das complicações mais comuns do diabetes mal controlado. Problemas arteriais e amputações A doença arterial periférica, que reduz o fluxo de sangue para os pés, ocasiona a redução da sensibilidade devido aos danos que a falta de controle da glicose causa aos nervos. Essas duas condições fazem com que seja mais fácil sofrer com úlceras e infecções, que podem levar à amputação.

No entanto, a maioria das amputações são evitáveis com:

Cuidados regulares de examinar diariamente os pés, principalmente entre os dedos; Utilizar calçados adequados; Evitar andar descalço; Inspecionar e palpar o interior dos sapatos; Usar cremes e hidratantes, exceto entre os dedos; Não cortar calos ou verrugas, não tirar cutículas ou cantos das unhas; Lavar diariamente os pés, secando-os, especialmente entre os dedos.

Problemas nos olhos Se você gerencia bem a taxa de glicemia, é bem provável que apresente problemas oculares de menor gravidade ou nem apresente. Isso porque quem tem diabetes está mais sujeito à cegueira, se não tratá-la corretamente. Fazendo exames regularmente e entendendo como funcionam os olhos, fica mais fácil manter essas complicações sob controle.

Glaucoma; Catarata; Retinopatia diabética.

Pele mais sensível Muitas vezes, a pele dá os primeiros sinais de que você pode estar com diabetes. Ao mesmo tempo, as complicações associadas podem ser facilmente prevenidas. Quem tem diabetes tem mais chance de ter pele seca, coceira e infecções por fungos e/ou bactérias, uma vez que a hiperglicemia favorece a desidratação – a glicose em excesso rouba água do corpo.

Alteração de humor, ansiedade e depressão Ao receber o diagnóstico de diabetes, muitas pessoas apresentam várias reações emocionais, como choque, negação, medo, raiva, tristeza e ansiedade. Isso é absolutamente normal. O mental e o emocional podem ser afetados com o diagnóstico de alguma doença crônica, como o diabetes.

Ansiedade Muitas pessoas com diabetes apresentam distúrbios de ansiedade. A má interpretação de alguns sintomas de hipoglicemia como sendo ansiedade pode prejudicar a rápida correção exigida pelas baixas taxas de glicemia. Depressão A depressão ocorre duas vezes mais em pessoas com diabetes do que na população em geral.

  1. Ocorre em aproximadamente 20% das pessoas com diabetes tanto no tipo 1 quanto no tipo 2, sendo a taxa de depressão maior nas mulheres.
  2. Entretanto, a causa ainda é desconhecida.
  3. Provavelmente é o resultado da interação entre fatores psicológicos, físicos e genéticos.
  4. A contribuição de cada um desses fatores para a depressão varia para cada indivíduo.

As restrições alimentares, o tratamento, as hospitalizações e o aumento nas despesas podem ser estressantes para a pessoa com diabetes. bem como lidar com as complicações, podem contribuir para a depressão. Problemas sexuais Os problemas sexuais são muito comuns e tomam uma maior dimensão, influenciados por uma imagem exagerada vendida pela mídia.

  1. Hoje, já há uma série de soluções para vários desses problemas, mas é preciso haver um diálogo franco com o médico.
  2. A saúde sexual também está diretamente relacionada às complicações do diabetes.
  3. Alguns problemas comuns são: disfunção erétil e problemas de ejaculação A disfunção sexual do diabetes também pode afetar as mulheres.

Altas taxas de glicose, lesões nos nervos, depressão e propensão a infecções genitais são alguns dos fatores que podem afetar a vida sexual da mulher com diabetes No diabetes, algumas complicações são críticas e podem levar à morte. Manter hábitos e estilos de vida saudáveis são a melhor forma de controlar e prevenir complicações da doença.

O que faz mal para quem tem diabetes?

O que comer quando se tem diabetes? Que o diabetes mellitus resulta de problemas na produção ou na absorção de um dos hormônios produzidos pelo pâncreas, a insulina, isto já é fato notório. Mas você sabia que o desenvolvimento dessa patologia está associado à forma com que o organismo transforma (metaboliza) os alimentos ingeridos em energia, para manter-se em pleno e perfeito funcionamento? Explicando de maneira fácil, o corpo humano precisa manter-se bem alimentado todos os dias para não entrar em colapso.

  • No caso dos pacientes diabéticos, para que obtenham esses nutrientes corretamente, a diretriz passada por comitês de estudos dessa doença metabólica é de seguir a mesma linha nutricional recomendada à população em geral, que é fazer sempre escolhas alimentares mais saudáveis.1
  • Ou seja, priorizar comidas e bebidas que estejam em conformidade com uma alimentação balanceada é a direção certa para qualquer pessoa que queira alcançar disposição física e mental.
  • É o caminho mais curto, fácil e eficiente para seguir com o peso em dia, prevenir e tratar o colesterol, a hipertensão e outras situações de saúde desfavoráveis, entre elas, o diabetes – considerando que na maioria das vezes essa patologia está diretamente relacionada aos hábitos alimentares, como já dissemos no início deste artigo.
  • Consumo consciente de alimentos

«Andar nos eixos» ao fazer as refeições é fundamental para quem quer afastar os riscos de um dia desenvolver o diabetes. Mas, acima de tudo, é condição essencial para pacientes que já tenham diagnóstico positivo, porque a falta de cuidados com a alimentação é uma das principais causas de descontrole da doença.

  • Ingerir macronutrientes em excesso é um dos deslizes mais graves, com destaque para os carboidratos.
  • Decompostos em açúcar (glicose) na corrente sanguínea 2, abusar de carboidratos significa promover altas concentrações de glicose no sangue.
  • Um perigo para quem tem diabetes, uma vez que a desordem resulta da incapacidade do organismo produzir insulina ou de usá-la de forma eficaz, sendo que é justamente esse hormônio que «administra» o metabolismo da glicose.

Pular refeições ou comer o que não deve no momento errado são outros exemplos que igualmente prejudicam os níveis de glicose no sangue. Se, por um lado, consumir carboidratos além do desejável eleva os valores de glicemia (hiperglicemia), não se alimentar ou fazê-lo equivocadamente aumenta muito o risco de glicemia baixa (hipoglicemia).

  1. E essas são duas condições bastante prejudiciais ao bem-estar e à vida de quem convive com o diabetes, pois podem gerar complicações ao corpo que incluem, no longo prazo, danos leves a crônicos e até mesmo falência de vários órgãos e tecidos.
  2. Nutrição com qualidade e moderação Não tem segredo, a dieta para indivíduos com diabetes parte de um princípio bastante conhecido por quem quer se alimentar de maneira ideal: ser bem variada, colorida e diariamente composta por alimentos de todos os grupos.

Sempre prestando a devida atenção às escolhas e às quantidades consumidas para que erros e excessos não desestabilizem o nível glicêmico do sangue. Manter o equilíbrio entre a ingestão de alimentos e a insulina disponível no organismo é o objetivo, de modo a consumir apenas calorias suficientes para uma nutrição de boa qualidade.

Isso, tendo em vista que a dieta é um dos pontos imprescindíveis para alcançar um bom controle metabólico 3, Certamente você já ouviu falar o contrário, mas nenhum alimento precisa ser riscado de vez do cardápio. O que pode acontecer é, em atendimento à realidade específica de cada paciente, haver a recomendação para que certos alimentos sejam evitados, o que é bem diferente de não comê-los.

A palavra-chave é moderação!

  1. 10 dicas de como fazer boas escolhas ao se alimentar
  2. Para uma boa organização dos hábitos alimentares, é extremamente indicado contar com o suporte de um especialista em nutrição, para que seja desenvolvido um plano alimentar totalmente alinhado às necessidades e características individuais – cuidado muito importante quando se tem diabetes.
  3. Mas para te ajudar a, pelo menos, agir com mais sabedoria ao se alimentar, selecionamos 10 dicas primordiais compiladas de importantes entidades nacionais e internacionais voltadas ao diabetes. São elas a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) 4, a Associação Nacional de Atenção ao Diabetes (Anad) 5 e a Associação Americana de Diabetes (ADA, da sigla em inglês) 6 :

1. Distribua os alimentos em 5 a 6 refeições ao dia, começando pelo café da manhã. Evite ficar longos períodos em jejum: consuma algo em torno de 3 em 3 horas, para evitar crises de hipoglicemia; 2. No almoço e jantar, divida o prato em quatro partes. Metade do prato (2/4) deve ser de verduras e legumes coloridos e diversificados.

  1. Podem ser crus ou cozidos, e não use molhos gordurosos; 3.
  2. Na porção (1/4) destinada aos carboidratos, dê preferência aos complexos (alimentos integrais, sementes, aveia, batata-doce, inhame, feijão, grão-de-bico, lentilha etc.), que são digeridos e absorvidos de forma mais lenta; 4.
  3. Carboidratos simples (açúcar e farinha refinados, pão branco, refrigerantes, mel, sorvetes, bolachas recheadas, chocolates etc.) devem ser muito pouco consumidos, pois geram picos de glicemia; 5.

Complete o prato (1/4) com uma porção de proteína, tendo como primeira opção carnes brancas (frango, pato, peru, peixes etc.) e ovos. Carnes vermelhas (boi, porco, cordeiro, cabra etc.) apenas esporadicamente, e opte pelos cortes magros (alcatra, lagarto, lombo, filé-mignon, paleta, maminha, coxão mole ou duro etc.).

Evite as processadas (presunto, mortadela, salame, bacon etc.); 6. Prefira frutas frescas inteiras em vez de sucos, que são mais calóricos. Embora sejam fontes de carboidratos, são ricas em fibras, vitaminas e minerais, assim como os vegetais; 7. Fuja das frituras e priorize gorduras saudáveis (azeite de oliva, nozes, castanhas, óleo de coco, abacate) e produtos lácteos com baixo teor de gordura (iogurte light e queijos cottage, minas frescal, ricota etc.) para reduzir o colesterol e proteger o coração; 8.

Não adicione açúcares. Restrinja alimentos artificialmente açucarados e utilize adoçante em pequena quantidade (evite as opções à base de frutose); 9. Diminua o sal e produtos industrializados similares (temperos prontos), pois têm sódio em excesso e potencializam a pressão arterial elevada.

Substitua por ervas e temperos naturais (orégano, manjericão, salsinha, cheiro-verde, hortelã etc.); 10. Evite bebidas alcoólicas e tome água várias vezes ao dia, podendo intercalar com outras bebidas sem calorias (chás e águas aromatizadas). Cuide da sua saúde! Monitore com frequência a glicemia e não deixe de fazer acompanhamento médico e nutricional com regularidade.

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Alimentar-se com ponderação é o meio mais eficiente de controlar os níveis de açúcar no sangue, prevenir complicações do diabetes e alcançar a longevidade. Nota Importante: O conteúdo deste site não substitui a necessidade de acompanhamento médico para fins de diagnósticos e aconselhamentos.

Qual é o tipo de diabetes mais grave?

Diferentemente da diabete tipo 2, que está mais relacionada ao estilo de vida da pessoa ou à obesidade, sendo possível evitá-la por meio de alimentação saudável e prática de exercícios, o tipo 1, apesar de ser menos comum – com cerca de 10% dos diagnósticos -, é considerado mais grave.

O que causa diabetes e como evitar?

O consumo em excesso de calorias, associado ao sedentarismo, é a combinação perfeita para o ganho de peso. O sobrepeso, por sua vez, é um dos principais fatores de risco do diabetes. Sendo assim, a dica é manter uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes e com redução de carboidratos e proteínas.

O que pode acontecer quando a glicose está alta?

Paulo Chaccur – Conheça 7 sinais de glicose alta e um possível quadro de diabetes Sede,, vontade excessiva de urinar, aumento da fome, sonolência, cansaço, visão embaçada, perda de peso não intencional, enjoos, dores de cabeça, infecções recorrentes, dormência ou formigamentos nas mãos e pés.

  • O fato é que a glicose é fundamental para a manutenção e o bom funcionamento do organismo, em especial para a geração de energia.
  • É ela o principal combustível para que todos os processos fisiológicos ocorram e também uma das responsáveis por liberar ao cérebro a, substância que provoca a sensação de prazer e nos faz sentir bem.
  • No entanto, é preciso que seus índices no sangue se mantenham dentro de parâmetros considerados normais, ou seja, abaixo de 100 mg/dL (em jejum).

Números acima disso indicam o que chamamos de hiperglicemia. Uma pessoa é classificada como pré-diabética ao atingir entre 100 e 125 mg/dl de ou valores de 5,7% a 6,4% na dosagem da hemoglobina glicada. A partir de 126 mg/dl ou superior a 6,4% de hemoglobina glicada são considerados quadros de diabetes.

Qual a fruta que diminui o açúcar no sangue?

No seu dia-a-dia, as pessoas com Diabetes têm de garantir que os seus níveis de glicose (açúcar) não se encontram excessivamente altos. Para tal, algumas pesquisas apontam que certos alimentos e bebidas podem ajudar ativamente a baixar os níveis de açúcar no sangue.

  • De acordo com um estudo publicado no International Journal of Pharma and Bio Sciences, comer uma maçã por dia, em jejum, tem um impacto significativo na diminuição dos níveis de glicose, como também no colesterol LDL e nos níveis de gordura.
  • Como conclusão, os investigadores indicaram que o «estudo revelou que uma maçã de tamanho médio na dieta de pessoas com Diabetes tipo 2 baixa significativamente os níveis de açúcar no sangue em jejum e os parâmetros lipídicos que são benéficos para a saúde normal das pessoas com Diabetes, juntamente com medicamentos antidiabéticos».

Fonte: https://www.noticiasaominuto.com/lifestyle/1923705/a-fruta-que-que-baixa-significativamente-os-nveis-de-acar-no-sangue PT-DIA-00242 02/2022

Qual é a quantidade de água que um diabético deve tomar por dia?

Água-de-coco e diabetes

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ÁGUA-DE-COCO E DIABETES

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«Comercializo água-de-coco e tenho um cliente diabético. Qual é a quantidade de açúcar natural da fruta em 100ml e quanto um diabético pode consumir?» Ivanira de Aquino, São Paulo, SP Cada 100ml de água-de-coco tem aproximadamente 18 calorias, 0,1g de proteína, 4,1g de carboidratos (açucares) e 0,1g de gordura. Segundo a nutricionista Tânia Rodrigues, como possui baixo teor de açúcar, a água-de-coco pode e deve ser consumida por diabéticos. «É uma boa maneira de se hidratar porque possui metade das calorias contidas no refrigerante normal», diz. O limite diário para o diabético vai depender da quantidade de açúcar que ele ingere de outras formas. «Se ele comer até cinco frutas por dia e controlar a ingestão de massas, arroz e batatas, pode tomar, sem risco nenhum, até 340ml de água-de-coco (um copo cheio)», diz. Folha Equilíbrio – Folha de São Paulo, 17 de Agosto de 2000, p.7

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Água-de-coco e diabetes

O que comer para baixar diabetes rápido?

O que comer e beber –

Fibras

A fibra é um item importante para controlar o açúcar no sangue, já que ela passa intacta pelo sistema digestivo. Essa característica da fibra torna a absorção do alimento mais lenta, evitando picos de glicemia no organismo. Portanto, consuma mais aveia, pão integral e vegetais.

Frutas com baixo índice glicêmico

As frutas são alimentos saudáveis e que devem fazer parte da dieta com regularidade. No entanto, pessoas com hiperglicemia devem tomar cuidado com a quantidade de frutose (açúcar natural) presente nesses alimentos. Vale destacar que as frutas têm grandes diferenças de composição e índice glicêmico, ou seja, a velocidade de absorção dos carboidratos e seu impacto nos níveis de glicemia.

Oleaginosas

Itens como nozes, castanhas e amêndoas são boas opções para controlar os níveis de açúcar no sangue. As oleaginosas são fontes de fibras, gorduras boas, proteínas e contribuem com a saciedade.

Água

A água é essencial para a hidratação do organismo em todos os cenários. A bebida é insubstituível e auxilia no controle de várias alterações metabólicas, como na hiperglicemia. Um estudo apontou que a baixa ingestão de água está associada a maior risco de aumento do açúcar no sangue.

Gorduras saudáveis

O tipo de gordura escolhida também pode afetar a hiperglicemia e o risco de diabetes. Escolha as gorduras saudáveis, como as do azeite, de peixes gordos, como salmão, e abacate,

Leguminosas

Consumir feijões, lentilha, ervilha, grão-de-bico e soja é uma boa alternativa, já que são fontes de proteínas vegetais e apresentam menor impacto nos picos de glicemia que os cereais, por exemplo. O Que Diabetes O álcool altera a liberação de glicose pelo fígado Imagem: Getty Images/iStockphoto

O que um pré Diabetico pode sentir?

A pré-diabetes é o estágio que precede o diabetes tipo 2. É nesse período que os sinais da doença crônica começam a se manifestar. Se o paciente for diagnosticado a tempo, o quadro pode ser revertido. No Brasil, cerca de 15 milhões de pessoas são pré-diabéticas, de acordo com uma pesquisa do Internacional Diabetes Federation (IDF).

  1. O dado é preocupante e ressalta a necessidade de ficarmos atentos à nossa saúde.
  2. Um levantamento do Ibope solicitado pela Merck, empresa farmacêutica, aponta que 42% dos brasileiros não sabe o que é a pré-diabetes.
  3. Isso significa que muitas pessoas negligenciam os sintomas da enfermidade por falta de conhecimento, o que pode acarretar consequências mais graves.

O que é a Pré-Diabetes? Primeiramente, é necessário saber que o diabetes consiste em uma doença crônica, em que ocorre o aumento da glicose (níveis de açúcar no sangue) devido à dificuldade que o organismo tem de processar essa substância. A quantidade de glicose acumulada no sangue é denominada glicemia e o seu aumento resulta na hiperglicemia, o que caracteriza o diabetes.

  1. O problema pode acontecer por conta da insuficiência da produção ou insuficiência da ação da insulina e, em alguns casos, devido à combinação dos dois fatores.
  2. Produzida pelo pâncreas, a insulina tem a missão de diminuir a glicemia ao fazer com que o açúcar presente na corrente sanguínea seja absorvido pelas células para posteriormente ser utilizado como fonte de energia.

Quando a insulina é disponibilizada em pouca quantidade ou não funciona da forma correta, o organismo passa a ter mais glicose no sangue, desencadeando o diabetes. Por sua vez, a pré-diabetes ocorre quando o metabolismo dos hidratos de carbono é alterado, fazendo com que níveis de glicose no sangue sejam maiores que o normal para o organismo do indivíduo, mas não ao ponto de configurar-se como o diabetes.

  • Assim sendo, a pré-diabetes é considerada um estágio intermediário entre o padrão tido como saudável e o diabetes mellitus tipo 2.
  • Trata-se de um alerta do corpo para indicar que o risco de desenvolver diabetes é alto, além de aumentar as chances de complicações cardíacas.
  • Esse quadro é reversível.
  • No entanto, se não for diagnosticado e tratado, acaba evoluindo para o diabetes crônico, que é tratável, mas não poderá ser revertido.

Quando ela acontece? Basicamente, a pré-diabetes acontece quando a glicose não é metabolizada, nem aproveitada o suficiente, de modo a acumular no sangue. O estado de normalidade da glicemia em jejum é de 70 mg/dl a 100 mg/ld. Uma pessoa é classificada como pré-diabética ao medir a sua glicemia em jejum e atingir entre 100 e 125 mg/dl.

tendência familiar e herança genética; ganho de peso; alimentação hipercalórica; sedentarismo.

Assim como o diabetes, a pré-diabetes é um problema multifatorial, o que significa que pode ter mais de uma causa. O ganho de peso é um dos principais fatores de risco da doença. Isso porque o aumento de peso faz com que o pâncreas produza mais insulina com o intuito de tentar reduzir e controlar os níveis de açúcar.

  1. Contudo, o corpo não percebe o aumento na produção de insulina como algo positivo.
  2. Dessa forma, cria-se o estado de resistência insulínica, em que embora haja uma grande quantidade de insulina disponível, ela não funciona adequadamente.
  3. Quais os sintomas? O maior problema da pré-diabetes é o fato de ser uma doença silenciosa, pois não ocasiona sintomas.

Em casos raros, a pessoa pode ter acantose, que é o escurecimento das dobras da pele nas regiões das virilhas, axilas e pescoço. Geralmente, a doença só pode ser descoberta quando você mede a sua glicemia e o resultado aponta entre 100 e 125 mg/dl. É recomendado que todas as pessoas com idade a partir de 45 façam testes regulares de glicemia.

  1. Quem está abaixo dessa faixa etária, mas tem fatores de risco — como hipertensão, histórico familiar de diabetes tipo 2, diabetes na gestação, ovário policístico e excesso de peso — também deve ser testado.
  2. Em que momento ela se torna diabetes de fato? Ao registrar um nível de glicose igual ou superior 126 mg/dl, a pré-diabetes evolui para diabetes.

Em média, esse processo acontece entre três e dez anos, podendo ser acelerado ou reduzido conforme os hábitos de vida do paciente. Vale relembrar que quando a pessoa está no estágio de pré-diabetes, o quadro pode ser revertido com a ajuda de profissionais especializados e o tratamento apropriado.

cansaço e falta de energia; fome frequente; perda de peso; visão embaçada; infecções frequentes; dificuldade de cicatrização; mau hálito; vontade de urinar com frequência.

Qual o tratamento para a Pré-Diabetes? O primeiro passo para tratar a pré-diabetes é consultar-se com um médico que, com base no teste de glicemia e exame de sangue, poderá diagnosticar o problema. A principal recomendação médica é mudar os hábitos alimentares, reduzindo o consumo de alimentos com açúcar, gorduras, farinha branca e o consumo de sal.

Além disso, é indicado dar preferência para refeições com verduras com folhas verde-escuras, que atuam no combate do excesso de açúcar concentrado no sangue, verduras e legumes em geral, frutas com casca e bagaço, grãos integrais, leguminosas, produtos lácteos desnatados e gorduras boas. Outra medida importante é sair do sedentarismo,

Afinal de contas, a prática regular de atividade física proporciona controle da glicose, já que o trabalho muscular contribui para o consumo da substância e, consequentemente, previne o diabetes. Com a adoção rígida de todas as recomendações médicas, o paciente consegue normalizar os níveis da sua glicemia sanguínea, impedindo que a pré-diabetes se converta em diabetes,

O que causa diabetes e como evitar?

O consumo em excesso de calorias, associado ao sedentarismo, é a combinação perfeita para o ganho de peso. O sobrepeso, por sua vez, é um dos principais fatores de risco do diabetes. Sendo assim, a dica é manter uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes e com redução de carboidratos e proteínas.

Quais são os 4 tipo de diabetes?

Existem quatro tipos principais de Diabetes: Pré -diabetes, Diabetes tipo 1, Diabetes tipo 2 e a Diabetes Gestacional. Confira abaixo os detalhes de cada uma: Por isso, fique atento aos seus exames de rotina e mantenha a boa alimentação. Referências: Antibióticos são substâncias capazes de eliminar ou impedir a multiplicação de bactérias, por isso são usados no tratamento de infecções bacterianas. Sua descoberta revolucionou a história da medicina, pois anteriormente muitas pessoas morriam em decorrência de diversos tipos de infecções.

  • Bactericidas: capazes de matar ou causar danos irreversíveis às bactérias;
  • Bacteriostáticos: capazes de interromper a reprodução e crescimento das bactérias sem destruí-las imediatamente.

A penicilina é o bactericida mais usado no mundo e foi o primeiro antibiótico a ser descoberto, em 1928. Devido ao mal uso desse medicamento, em 2010, o governo brasileiro criou leis para limitar o acesso aos antibióticos. A partir disso, sua venda passou a ser autorizada somente mediante receita médica. ¹ Além da penicilina, os antibióticos mais comuns usados em tratamentos são:

  • Aminoglicosídeos – utilizado no tratamento de infecções mais graves; 2
  • Cefalosporinas – frequentemente prescritas para tratar as seguintes doenças: infecções de pele, partes moles, faringite estreptocócica, infecção urinária e profilaxia de várias cirurgias; 4
  • Glicopeptídeos – usadas no tratamento de doenças mais persistentes em pacientes em estado grave, como no tratamento da Pneumonia ou Sífilis; 2
  • Polipeptídicos – usados para tratar infecções oculares; 2
  • Quinolonas – usadas no tratamento de Infecções Urinárias recorrentes, Gonorreia, Diarreia Bacteriana, entre outras.2
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O uso indiscriminado desse tipo de medicamento ocorre quando ele é usado para tratar infecções que não são causadas por bactérias, é tomado em doses incorretas, ou quando o tempo de tratamento não é cumprido.1 Por fim, é indispensável a orientação de um profissional da saúde quanto ao uso correto dos antibióticos.

  • Referências: 1.
  • Https://bvsms.saude.gov.br/uso-correto-de-antibioticos/#:~:text=Antibi%C3%B3ticos%20s%C3%A3o%20subst%C3%A2ncias%20capazes%20de,de%20diversos%20tipos%20de%20infec%C3%A7%C3%B5es Último acesso em 18 de julho de 2022.2.
  • Https://www.hipolabor.com.br/blog/hipolabor-explica-como-funcionam-os-antibioticos/ Último acesso em 18 de julho de 2022.3.

https://tnsnano.com/chem/bactericida-vs-bacteriostatico/ Último acesso em 18 de julho de 2022.4. https://www.sanarsaude.com/blog/amp/cefalosporinas-artigo-farmacia-tudo-que-voce-precisa-saber Último acesso em 18 de julho de 2022. Saiba porque é importante seguir as orientações médicas quanto ao uso de antibióticos. Fique atento. Siga as orientações médicas e dissemine as informações quanto aos riscos do uso indevido de antibióticos. Referências:

  1. Quiróz, Alicia. Appropriate use of antibiotics: an unmet need, 2019. https://journals.sagepub.com/doi/10.1177/1756287219832174 Último acesso em 26 de julho de 2022.
  2. https://www.who.int/news-room/fact-sheets/detail/antimicrobial-resistance Último acesso em 26 de julho de 2022
  3. https://www.paho.org/pt/topicos/resistencia-antimicrobiana?page=4 Último acesso em 21 de julho de 2022

O que acontece se não tratar a diabetes?

Doença séria, diabetes pode levar a morte se não houver tratamento Campo Grande (MS) – Doença crônica que atinge mais de 14 milhões de pessoas no Brasil, o diabetes não tem cura, mas tem tratamento, e a demora no diagnóstico pode favorecer o aparecimento de complicações e até levar a morte.

De acordo com dados do Vigitel (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde, Mato Grosso do Sul já contabilizava, em 2014, mais de 90 mil portadores da doença com idade acima de 18 anos. A cada sete segundos, pelo menos uma pessoa no mundo morre por causa da doença, segundo a Federação Internacional de Diabetes.

Segundo o órgão, já são 400 milhões de diabéticos no mundo, sendo 500 novos casos descobertos por dia. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que em 2030 o diabetes seja a sétima causa de morte no mundo. Nessa segunda-feira (14), comemora-se o Dia Mundial do Diabetes, data que serve de alerta para os primeiros sintomas da doença.

O diabetes se caracteriza pela elevação de glicose (açúcar) no sangue, evento conhecido como hiperglicemia. Isso acontece quando o organismo não consegue produzir insulina ou ainda quando não emprega esse hormônio corretamente. Conforme os médicos, a insulina é que controla a quantidade de açúcar, que obtemos por meio de alimentos, no sangue.

Em perfeito funcionamento esse hormônio consegue utilizar a glicose como fonte de energia. Existem dois tipos de diabetes mais comuns e o tipo 1 costuma aparecer na infância ou adolescência, mas também pode ser diagnosticado na fase adulta. Ele acontece quando o sistema imunológico começa a atacar as células beta pancreáticas (do pâncreas- órgão que produz a insulina).

  1. Com isso, pouco ou nenhuma insulina é liberada para o corpo resultando no acúmulo de glicose no sangue, ao invés de ser usada como fonte de energia.
  2. Neste caso, é necessário o uso de medicamentos, que devem ser acompanhados por atividade física e planejamento familiar.
  3. Quando os sintomas, como fome excessiva, emagrecimento, cansaço, fraqueza, sede e diurese, são ignorados e o tratamento não é feito o quadro pode evoluir para um estágio perigoso como desidratação severa, dificuldades respiratórias, vômitos e até o coma.

Já o tipo 2, que acomete 90% dos portadores da doença e geralmente é diagnosticado em adultos, se refere ao organismo que não consegue usar adequadamente a insulina que produz ou ainda que não fabrica quantidade suficiente do hormônio para controlar a taxa de glicemia (açúcar) no sangue.

Se houver a fabricação de insulina no tipo 2 da doença, o organismo vai alcançar um quadro de resistência insulínica, ou seja, haverá aumento exagerado da insulina para tentar manter a glicose em níveis normais e é aí que o diabetes aparece. Essa variedade da doença pode ser controlada com atividades físicas, dependendo da gravidade do diabetes.

Já em situações mais graves o uso da medicação é indispensável. O tipo 2 da doença, ao contrário do tipo 1, está associado com obesidade e ganho de peso, em especial em pessoas acima de 50 anos. Com frequência, nos dias atuais, é comum casos do tipo 2 em crianças e jovens devido a alimentação inadequada e à falta de atividade física.

Entre os sintomas, que aparecem de forma mais lenta, estão sede aumento da diurese, alterações visuais e dores frequentes nas pernas. Também nesse caso o quadro pode evoluir para o coma e desidratação aguda. Existem ainda tipos mais raros da doença e que estão diretamente ligados a defeitos genéticos ou doenças endócrinas e pancreáticas, além da diabete gestacional.

Nesse último caso, pode acometer qualquer gestante e nem sempre é possível perceber os sintomas. Já os fatores de risco para as gravidadas são muitos: ganho de peso excessivo na gestação, sobrepeso, gestação múltipla, síndrome de ovários policísticos e hipertensão arterial na gestação são alguns deles.

  • Exames laboratoriais como o de sangue podem detectar a doença.
  • Apesar de ser uma doença séria, já que estima-se que muitas complicações associadas ao diabetes causem mais morte do que a Aids e o câncer juntos, médicos garantem que é possível conviver com a doença.
  • Texto: Luciana Brazil, assessoria de comunicação da Secretaria de Estado de Saúde.

/ Foto: : Doença séria, diabetes pode levar a morte se não houver tratamento

O que faz mal para quem tem diabetes?

O que comer quando se tem diabetes? Que o diabetes mellitus resulta de problemas na produção ou na absorção de um dos hormônios produzidos pelo pâncreas, a insulina, isto já é fato notório. Mas você sabia que o desenvolvimento dessa patologia está associado à forma com que o organismo transforma (metaboliza) os alimentos ingeridos em energia, para manter-se em pleno e perfeito funcionamento? Explicando de maneira fácil, o corpo humano precisa manter-se bem alimentado todos os dias para não entrar em colapso.

  • No caso dos pacientes diabéticos, para que obtenham esses nutrientes corretamente, a diretriz passada por comitês de estudos dessa doença metabólica é de seguir a mesma linha nutricional recomendada à população em geral, que é fazer sempre escolhas alimentares mais saudáveis.1
  • Ou seja, priorizar comidas e bebidas que estejam em conformidade com uma alimentação balanceada é a direção certa para qualquer pessoa que queira alcançar disposição física e mental.
  • É o caminho mais curto, fácil e eficiente para seguir com o peso em dia, prevenir e tratar o colesterol, a hipertensão e outras situações de saúde desfavoráveis, entre elas, o diabetes – considerando que na maioria das vezes essa patologia está diretamente relacionada aos hábitos alimentares, como já dissemos no início deste artigo.
  • Consumo consciente de alimentos

«Andar nos eixos» ao fazer as refeições é fundamental para quem quer afastar os riscos de um dia desenvolver o diabetes. Mas, acima de tudo, é condição essencial para pacientes que já tenham diagnóstico positivo, porque a falta de cuidados com a alimentação é uma das principais causas de descontrole da doença.

Ingerir macronutrientes em excesso é um dos deslizes mais graves, com destaque para os carboidratos. Decompostos em açúcar (glicose) na corrente sanguínea 2, abusar de carboidratos significa promover altas concentrações de glicose no sangue. Um perigo para quem tem diabetes, uma vez que a desordem resulta da incapacidade do organismo produzir insulina ou de usá-la de forma eficaz, sendo que é justamente esse hormônio que «administra» o metabolismo da glicose.

Pular refeições ou comer o que não deve no momento errado são outros exemplos que igualmente prejudicam os níveis de glicose no sangue. Se, por um lado, consumir carboidratos além do desejável eleva os valores de glicemia (hiperglicemia), não se alimentar ou fazê-lo equivocadamente aumenta muito o risco de glicemia baixa (hipoglicemia).

E essas são duas condições bastante prejudiciais ao bem-estar e à vida de quem convive com o diabetes, pois podem gerar complicações ao corpo que incluem, no longo prazo, danos leves a crônicos e até mesmo falência de vários órgãos e tecidos. Nutrição com qualidade e moderação Não tem segredo, a dieta para indivíduos com diabetes parte de um princípio bastante conhecido por quem quer se alimentar de maneira ideal: ser bem variada, colorida e diariamente composta por alimentos de todos os grupos.

Sempre prestando a devida atenção às escolhas e às quantidades consumidas para que erros e excessos não desestabilizem o nível glicêmico do sangue. Manter o equilíbrio entre a ingestão de alimentos e a insulina disponível no organismo é o objetivo, de modo a consumir apenas calorias suficientes para uma nutrição de boa qualidade.

Isso, tendo em vista que a dieta é um dos pontos imprescindíveis para alcançar um bom controle metabólico 3, Certamente você já ouviu falar o contrário, mas nenhum alimento precisa ser riscado de vez do cardápio. O que pode acontecer é, em atendimento à realidade específica de cada paciente, haver a recomendação para que certos alimentos sejam evitados, o que é bem diferente de não comê-los.

A palavra-chave é moderação!

  1. 10 dicas de como fazer boas escolhas ao se alimentar
  2. Para uma boa organização dos hábitos alimentares, é extremamente indicado contar com o suporte de um especialista em nutrição, para que seja desenvolvido um plano alimentar totalmente alinhado às necessidades e características individuais – cuidado muito importante quando se tem diabetes.
  3. Mas para te ajudar a, pelo menos, agir com mais sabedoria ao se alimentar, selecionamos 10 dicas primordiais compiladas de importantes entidades nacionais e internacionais voltadas ao diabetes. São elas a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) 4, a Associação Nacional de Atenção ao Diabetes (Anad) 5 e a Associação Americana de Diabetes (ADA, da sigla em inglês) 6 :

1. Distribua os alimentos em 5 a 6 refeições ao dia, começando pelo café da manhã. Evite ficar longos períodos em jejum: consuma algo em torno de 3 em 3 horas, para evitar crises de hipoglicemia; 2. No almoço e jantar, divida o prato em quatro partes. Metade do prato (2/4) deve ser de verduras e legumes coloridos e diversificados.

Podem ser crus ou cozidos, e não use molhos gordurosos; 3. Na porção (1/4) destinada aos carboidratos, dê preferência aos complexos (alimentos integrais, sementes, aveia, batata-doce, inhame, feijão, grão-de-bico, lentilha etc.), que são digeridos e absorvidos de forma mais lenta; 4. Carboidratos simples (açúcar e farinha refinados, pão branco, refrigerantes, mel, sorvetes, bolachas recheadas, chocolates etc.) devem ser muito pouco consumidos, pois geram picos de glicemia; 5.

Complete o prato (1/4) com uma porção de proteína, tendo como primeira opção carnes brancas (frango, pato, peru, peixes etc.) e ovos. Carnes vermelhas (boi, porco, cordeiro, cabra etc.) apenas esporadicamente, e opte pelos cortes magros (alcatra, lagarto, lombo, filé-mignon, paleta, maminha, coxão mole ou duro etc.).

  • Evite as processadas (presunto, mortadela, salame, bacon etc.); 6.
  • Prefira frutas frescas inteiras em vez de sucos, que são mais calóricos.
  • Embora sejam fontes de carboidratos, são ricas em fibras, vitaminas e minerais, assim como os vegetais; 7.
  • Fuja das frituras e priorize gorduras saudáveis (azeite de oliva, nozes, castanhas, óleo de coco, abacate) e produtos lácteos com baixo teor de gordura (iogurte light e queijos cottage, minas frescal, ricota etc.) para reduzir o colesterol e proteger o coração; 8.

Não adicione açúcares. Restrinja alimentos artificialmente açucarados e utilize adoçante em pequena quantidade (evite as opções à base de frutose); 9. Diminua o sal e produtos industrializados similares (temperos prontos), pois têm sódio em excesso e potencializam a pressão arterial elevada.

  • Substitua por ervas e temperos naturais (orégano, manjericão, salsinha, cheiro-verde, hortelã etc.); 10.
  • Evite bebidas alcoólicas e tome água várias vezes ao dia, podendo intercalar com outras bebidas sem calorias (chás e águas aromatizadas).
  • Cuide da sua saúde! Monitore com frequência a glicemia e não deixe de fazer acompanhamento médico e nutricional com regularidade.

Alimentar-se com ponderação é o meio mais eficiente de controlar os níveis de açúcar no sangue, prevenir complicações do diabetes e alcançar a longevidade. Nota Importante: O conteúdo deste site não substitui a necessidade de acompanhamento médico para fins de diagnósticos e aconselhamentos.