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O Que Fazer Quando As Fezes EstO Duras E NãO Saem?

Como amolecer fezes empedradas?

Como amolecer fezes duras? – Para amolecer as fezes e soltar o intestino, você pode utilizar alimentos ou medicamentos que ajudem o funcionamento do trato intestinal, além de beber bastante água e caminhar,2

  • Alimentos: feijão, grãos integrais, farelo de cereais, frutas frescas e vegetais.2
  • Medicamentos: laxantes e óleo mineral.3

Lembre-se sempre de conversar com seu médico antes de tomar qualquer medicamento. E se nada surtir efeito para melhorar as fezes duras, o que fazer? Descubra a seguir!

O que fazer quando o cocô tá muito duro e não quer sair?

Tratamentos – Os tratamentos podem variar conforme a criticidade do paciente. Normalmente, são recomendados o uso de supositórios e podem ser feitas lavagens ou lavagens com a finalidade específica de limpeza. Assim, o corpo é novamente estimulado para expelir o que não precisa e, muitas vezes, pode já eliminar o fecaloma.

Como estimular as fezes a sair?

Aumente a ingestão de fibras – A maioria dos adultos deve ingerir entre 21 e 38 gr de fibra por dia, de acordo com a Academia Nacional de Medicina. Priorizar alimentos ricos em fibras, como frutas, folhas, nozes, sementes, legumes e produtos integrais, não apenas aumenta a ingestão de fibras, como também pode prevenir a constipação, tornando as fezes mais volumosas, macias e fáceis de eliminar.

Quais são os sintomas de fezes acumuladas?

Como limpar o intestino de fezes acumuladas? – O principal sintoma de fezes acumuladas é a dificuldade para eliminá-las. Esse problema pode ser causado tanto por uma obstrução anal, quanto pelo endurecimento das fezes, fazendo com que fiquem «paradas».

Como lubrificar as fezes?

Os óleos ajudam a lubrificar as vias intestinais, facilitando a expulsão das fezes. Basta ingerir uma colher de chá de azeite de oliva, por exemplo. Mas nada de exageros. Óleo em demasia pode deflagrar, entre outras encrencas, uma diarréia daquelas!

Qual remédio é bom para amolecer as fezes?

Dulcolax® Comprimidos I Dulco®

Pode tirar as fezes com o dedo?

É normal fazer cocô duro e difícil de por pra fora, ou na forma de «bolinhas ou como amendoins – FALSO – As fezes devem sair na forma inteira (como uma salsicha), macias e fáceis de serem colocadas para fora. Algumas pessoas necessitam de manobras manuais (tirar as fezes com o dedo, inserindo no canal anal, ou com duchas de água) para retirada das fezes endurecidas.

Outras ainda podem ficar tão gravemente constipadas que necessita ser hospitalizadas para lavagem intestinal. Algumas pessoas – crianças ou adultos – podem formar o que denominamos de FECALOMA (também chamado de fecalito, é um endurecimento das fezes em pedras de tamanho variado no interior do intestino u reto que podem aparecer quando há obstrução do trânsito intestinal) e podem apresentar sintoma de incontinência fecal devido a saída exclusivamente da parte mais liquida do alimento ingerido, que passa ao redor da massa fecal endurecida e aprisionada no final do intestino (reto).

Existe uma TABELA que representa as formas fecais e que pode ser encontrada na internet. Nela estão configurados 7 tipos de formas fecias. Os tipos de 1 a 3 mostram níveis decrescentes de constipação. O tipo mais saudável, é o tipo 4. A partir do tipo 5, se as fezes mais amolecidas forem uma constante, é necessário uma avaliação médica com um Clinico Geral, ou Gastroenterologista ou Proctologista, pois fezes amolecidas crônicas podem propiciar situações de incontinência fecal. O Que Fazer Quando As Fezes EstO Duras E NãO Saem

Como fazer a remoção manual das fezes?

Remoção manual – Se um laxante ou um supositório não desbloquearem as fezes do cólon, o médico poderá remover manualmente as fezes. Para o fazer, introduz o dedo com luvas no reto da pessoa afetada e remove o bloqueio.

Que tipo de fezes é preocupante?

Câncer colorretal: sinais de alerta nas fezes – Dr. Rodrigo Gomes Observar as fezes deveria ser um hábito, pois elas dizem muito a respeito da nossa alimentação e da saúde de uma forma geral. Alterações no formato, cor e cheiro das fezes podem indicar diversas doenças, principalmente se acompanhadas de sangue.

Qual laxante faz efeito na hora?

Dulcolax é um laxante de ação rápida que proporciona.

Pode tomar azeite de oliva para soltar o intestino?

Os óleos ajudam a lubrificar as vias intestinais, facilitando a expulsão das fezes. Basta ingerir uma colher de chá de azeite de oliva, por exemplo. Mas nada de exageros. Óleo em demasia pode deflagrar, entre outras encrencas, uma diarréia daquelas!

O que comer para soltar o intestino de imediato?

4. Frutas – de preferência, com casca e/ou bagaço – Assim como as frutas dos legumes são ricas em fibras, as cascas das frutas também possuem essa característica. Além delas, o bagaço de frutas como a mexerica (também chamada de tangerina, mimosa ou bergamota) é outra poderosa fonte de fibras.

O que fazer quando está entupida cocô?

2 – FARMACOTERAPIA – A – Laxantes formadores do bolo fecal ou agente hidrofílico Com a ingestão suplementar de fibras naturais à base de Psyllium ou com fibras sintéticas aumenta-se o volume fecal e a consistência das fezes, estimulando-se fisiologicamente a evacuação.

  1. Seu mecanismo de ação se baseia na retenção de líquido e aumento da massa fecal.
  2. Por isso, os pacientes devem ingerir água adequadamente.
  3. Levam de um a três dias para ter efeito.
  4. Podem determinar flatulência, distensão e empachamento abdominal.
  5. Estão contraindicados na impactação fecal, megacólon ou obstrução intestinal.

Devem ser evitados para idosos, dada a hipomotilidade intestinal nesse grupo etário. As fibras sintéticas, por não serem degradadas pelas enzimas digestivas e não serem metabolizadas pelas bactérias do cólon, são eliminadas de maneira intacta e não produzem gás.

  1. B – Laxantes estimulantes, irritantes ou de contato (ex.
  2. Sene, cáscara sagrada, óleo de rícino e bisacodil) Atuam mediante estímulo de neurônios, enterócitos e do músculo liso, levando à aceleração do trânsito e ao aumento de teor hídrico fecal, por alteração de absorção ou secreção.
  3. Possui efeito laxativo rápido: leva seis a oito horas para ter efeito por via oral.

Quando usados por tempo prolongado, causam taquifilaxia (rápida diminuição do efeito de um fármaco em doses consecutivas) e a destruição das terminações nervosas do cólon. Levam à melanose colônica, ao cólon catártico e a dor abdominal. Não raro, pacientes se frustram com a prolongada expectativa de efeito da automedicação e agravam o quadro com o abuso de laxativos de contato.

C – Laxante osmótico (ex. Polietilenoglicol-PEG 3350, lactulose, sais de sódio e magnésio) Agem fluidificando as fezes por meio de substâncias osmoticamente ativas, que «roubam» água do organismo humano através da mucosa digestiva. Leva três a seis horas para atuar por via oral. Dos salinos, o «sal amargo» é o mais antigo e menos utilizado e o leite de magnésia (hidróxido de magnésio), muito utilizado, contraindicado para renais crônicos.

Laxativos à base de açúcares não absorvíveis (lactulose,sorbitol, manitol,lactitol, polietileno glicol-PRG) são muito empregados, inicialmente para encefalopatia hepática, preparo de colonoscopia ou cirurgia, posteriormente para tratamento da constipação intestinal.

  1. Particularmente indicados para grávidas e idosos.
  2. Qualquer deles determina flatulência, cólica ou diarreia.
  3. A experiência mundial aponta o PEG como o laxativo de eleição, pois é eficaz, isento de efeitos colaterais, tem absorção desprezível, não é metabolizado, não é calórico e nem teratogênico, podendo ser utilizado, inclusive, para a constipação da gravidez.

Ao aumentar a concentração de água no cólon, o PEG lubrifica e amolece as fezes, tornando a evacuação mais confortável. D – Laxantes amaciantes (emolientes, lubrificantes) Esses laxativos agem facilitando o deslizamento das fezes. São substâncias oleosas que podem, em médio prazo, diminuir a absorção das vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K).

  1. O efeito ocorre em um a três dias.
  2. Seu uso básico visa evitar esforço para evacuar, como na recuperação de infarto do miocárdio ou após cirurgias.
  3. Provocam um aumento na secreção de sódio, cloro e água, podendo causar desequilíbrio hidroeletrolítico, motivo pelo qual seu uso deve ser de curta duração.

Em pacientes disfágicos e idosos devem ser evitados pelo risco de broncoaspiração e pneumonia lipoídica. E – Laxativos procinéticos Agem aumentando o trânsito intestinal de maneira mais fisiológica. O tegaserode tem indicação bem definida na constipação da síndrome do intestino irritável; F – Probióticos Três possíveis mecanismos de atuação são atribuídos aos probióticos: – modulação da microbiota intestinal (competição por sítios de adesão, competição por nutrientes e produção de compostos antimicrobianos); – alteração do metabolismo microbiano (aumento ou diminuição da atividade enzimática) – estímulo da imunidade do hospedeiro.

Os probióticos afetam as bactérias intestinais aumentando o número de bactérias anaeróbias benéficas e diminuindo a população de microorganismos potencialmente patogênicos; afetam o ecossistema intestinal estimulando os mecanismos imunes da mucosa e os não-imunes através de um antagonismo e concorrência com os patogênicos potenciais.

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Várias pesquisas têm demonstrado a melhorar da dor a redução da distensão abdominal e da flatulência nos tratamentos com probióticos.

Porque as fezes ficam empedradas?

Constipação – Constipação (obstipação, intestino «preso» ou «ressecado») refere-se a uma condição em que a freqüência de evacuações é baixa, com fezes freqüentemente endurecidas e secas. Isto geralmente decorre de absorção excessiva de água a partir das fezes, em virtude da passagem lenta do bolo fecal pelo cólon.

Qualquer alteração ou desvio da rotina normal pode resultar em alteração do hábito intestinal. Certos medicamentos, incluindo ferro, analgésicos opiáceos, alguns anti-hipertensivos e muitos outros podem produzir constipação. Muitas pessoas na verdade acham que tem constipação quando na verdade o ritmo intestinal é normal.

Por exemplo, acham que é necessário evacuar todos os dias, e caso isto não ocorra procuram ajuda médica ou automedicam-se. Considera-se ritmo intestinal normal, as evacuações numa freqüência de três vezes por semana até três vezes por dia. Além disto existem pessoas que por natureza apresentam as fezes mais endurecidas, sem com isto caracterizar constipação. O Que Fazer Quando As Fezes EstO Duras E NãO Saem As pessoas com constipação freqüentemente reclamam de empachamento. Elas também podem notar pressão retal ou desconforto. «Gases», distensão abdominal e a sensação de evacuação incompleta também são queixas freqüentes. Um erro comum é ingerir grandes quantidades de fibras quando o corpo não está acostumado a isto.

Neste caso, alguns defeitos colaterais (principalmente «gases») podem aparecer e desencorajá-lo no tratamento. Evite laxativos estimulantes (óleo mineral, bisacodil, etc). Um supositório ou um enema (medicação administrada via retal) são melhores se a constipação se tornar acentuada. Lembre que a constipação é um efeito colateral de vários medicamentos comumente utilizados, e isto pode ser revisto com seu médico.

Estas medidas simples geralmente trazem um resultado satisfatório. Trate bem seu aparelho digestivo, e ele será legal com você. Para entender constipação, é fundamental conhecer como o cólon (intestino grosso) trabalha. Ao chegar no início do cólon, as fezes apresentam-se como uma pasta líquida (conteúdo de 90% água).

  • Com os movimentos da parede muscular do intestino (peristalse), esta pasta é compactada, e principalmente, a água é absorvida.
  • São os movimentos peristálticos que empurram as fezes em direção da saída (reto).
  • Fezes endurecidas e secas típicas da constipação ocorrem quando a peristalse está muito lenta e o intestino absorve muita água.

Causas comuns de constipação:

Baixa ingesta de fibra. Baixa ingesta de água. Sedentarismo. Medicamentos. Síndrome do Intestino irritável. Mudanças no estilo de vida, viagem, idade. Gravidez. Uso abusivo de laxantes. Não respeitar o reflexo (vontade) de evacuar. Acidente vascular cerebral. AVC (derrame cerebral) Problemas do cólon e reto. Baixa ingestão de fibra.

A causa mais comum de constipação é a baixa ingesta de alimentos com fibras e o grande consumo de gorduras. As fibras, tanto solúveis como insolúveis, fazem parte das frutas, vegetais e cereais. Elas não são digeridas e também não são absorvidas pelo intestino delgado (órgão especializado na absorção dos nutrientes).

As fibras solúveis dissolvem na água tornando-se macia e pastosa. Já as insolúveis passam através do intestino sem alterar muito sua forma. Além disto, a fibra tem a capacidade de reter água, fazendo com que o bolo fecal tenha aspecto macio e volumoso. Isto ajuda a prevenir que as fezes tornem-se duras e secas, facilitando seu transporte.

Líquidos adicionam água ao intestino e incrementam o bolo fecal, tornando os movimentos peristálticos mais fáceis e eficientes. Já bebidas contendo cafeína e álcool apresentam efeito desidratante. Ausência de atividade física favorece a constipação, embora não se saiba especificamente por quê.

Analgésicos (especialmente narcótico). Antiácidos a base de alumínio e cálcio. Antihipertensivos (bloqueadores do canal de cálcio). Medicamento para o Mal de Parkinson. Antiespasmódicos. Antidepressivos. Suplementos de ferro. Diuréticos. Anticonvulsivantes.

Pessoas com a SII, tem dificuldade na evacuação devido a episódios de espasmo do intestino que acaba atrapalhando o movimento de propulsão das fezes. Alteração entre diarréia e constipação, distenção abdominal, flatulência também são outros sintomas. Embora os sintomas possam atrapalhar a qualidade de vida, jamais evoluem para alguma doença que ponha em risco a vida.

  1. Geralmente piora com o período de estress, ansiedade, entretanto não há nenhuma alteração encontrada em exames de sangue, fezes, exames de imagem, colonoscopia ou mesmo biópsia.
  2. Durante o período de gravidez, a mulher pode tornar-se constipada devido a alterações hormonais e pela compressão do útero aumentado de tamanho sobre o intestino grosso.

Idade avançada também afeta a regularidade do cólon pois geralmente cursa com diminuição do metabolismo e com isto diminuição da atividade do cólon e tônus muscular. Além disto, pessoas frequentemente têm dificuldade na evacuação ao viajar em virtude da mudança de rotina, horário e alimentação.

Mitos sobre constipação levam ao uso abusivo de laxantes. Isto é frequente em pessoas que têm a preocupação do dever de evacuar diariamente. Laxativos não são de maneira geral necessários e podem acabar por tornar-se um hábito. O intestino grosso acaba por depender do uso de laxantes para ter seus movimentos peristáticos.

Com o tempo, os laxantes podem danificar as células nervosas da parede intestinal responsáveis pela coordenação dos movimentos, interferindo com a capacidade normal de contração do cólon (peristalse). Da mesma maneira, o uso constante de enemas pode levar a perda da função normal do cólon.

Ignorar o reflexo (vontade) de evacuar Pessoas que ignoram a vontade de evacuar podem eventualmente parar de sentir este reflexo, tornando-se constipada. Alguns têm dificuldade de evacuar em banheiros fora de casa, outros não vão ao banheiro por que estão ocupados ou por estress emocional. Tudo isto acaba por atrapalhar o hábito intestinal regular.

Doenças que causam constipação incluem alterações neurológicas, metabólicas e endócrinas e outras doenças sistêmicas que acabam por alterar o funcionamento global do organismo. Estas alterações diminuem a movimentação das fezes através do cólon, reto e ânus.

Alterações neurológicas Esclerose múltipla Doença de Parkinson Pseudo – obstrução intestinal idiopática Acidente vascular cerebral (derrame cerebral) Esclerose múltipla Lesões na medula espinhal Alterações metabólicas e endócrinas Diabetes Doenças da tireóide (Hiper ou hipotireoidismo) Uremia (mau funcionamento dos rins) Hipercalcemia (excesso de cálcio) Alterações sistêmicas Amiloidose Lúpus eritematoso sistêmico Esclerodermia Problemas com o cólon e o reto

Obstrução intestinal, aderência, diverticulose, tumores, estenose coloretal (estreitamento do intestino) e doença de Hirschsprung. Problemas com a função intestinal (Constipação intestinal crônica idiopática) Algumas pessoas têm constipação intestinal que não responde ao tratamento convencional.

  • Esta condição rara, conhecida como constipação idiopática (origem desconhecida) pode estar relacionada com problemas na função intestinal (movimentos) decorrente da desregulação hormonal ou com o sistema de nervos e músculos responsáveis por toda função motora do órgão.
  • Esta constipação dita funcional atinge todas as idades, sendo mais freqüente nas mulheres.

Inércia colônica e trânsito intestinal lento (retardado) são dois tipos de constipação funcional causados pela diminuição da atividade muscular. Estas alterações podem afetar todo o intestino grosso ou apenas sua parte final (cólon sigmóide). Os quadros de constipação funcional decorrente de alterações ao nível de reto e ânus são conhecidas por alterações anoretais ou anismus.

Estas alterações tendem ao não relaxamento da musculatura anoretal, responsáveis pela permissão da passagem das fezes nas evacuações. A consulta deve ser considerada quando ocorre qualquer mudança sustentada no hábito intestinal. Outros sintomas que indicam uma consulta sao: perda de peso, dor abdominal severa ou sangramento retal.

Estes sintomas podem estar sinalizando algum problema mais sério. Muitas doenças comuns de nosso sistema endócrino também podem levar à mudança no ritmo intestinal (diabetes e problemas na tireóide, por exemplo). Voltar Stein Office Ver no Google Maps Esadi Ver no Linkedin @esadi_blumenau Ver no Instagram @esadiblumenau Ver no Facebook Esadi Ver no Youtube (47) 3222-0432 Atendimento geral

Qual o melhor óleo para amolecer as fezes?

Laxante poderoso – Usar o óleo de rícino pode servir como laxante natural. Ele aumenta o movimento dos músculos intestinais, ajudando a expelir o bolo fecal e aliviar a constipação intestinal, Quando ingerido, o óleo de rícino é digerido no intestino delgado, liberando o ácido ricinoleico, o principal ácido graxo da mamona.

O ácido ricinoleico é então absorvido pelo intestino, estimulando um forte efeito laxante, Um estudo mostrou que idosos que tomaram óleo de rícino apresentaram redução nos sintomas de constipação intestinal, incluindo a necessidade de menos esforço durante a defecação e diminuição na sensação de evacuação incompleta.

A recomendação é tomar uma colher de sopa, ou 15 ml. Por ter ação laxante rápida, espera-se que a evacuação aconteça entre uma e três horas após a ingestão do óleo de rícino, Apesar disso, a ingestão em altas doses pode causar efeitos colaterais como cólica abdominal, náusea, vômito e diarreia, de acordo com estudos,

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Como amolecer fezes urgente?

Como amolecer fezes duras? – Para amolecer as fezes e soltar o intestino, você pode utilizar alimentos ou medicamentos que ajudem o funcionamento do trato intestinal, além de beber bastante água e caminhar,2

  • Alimentos: feijão, grãos integrais, farelo de cereais, frutas frescas e vegetais.2
  • Medicamentos: laxantes e óleo mineral.3

Lembre-se sempre de conversar com seu médico antes de tomar qualquer medicamento. E se nada surtir efeito para melhorar as fezes duras, o que fazer? Descubra a seguir!

Como limpar o intestino de fezes acumuladas caseiro?

Alguns alimentos podem ajuda nesse processo de desintoxicação, tais como a melancia, melão, alface e pepino. Ao longo do dia, o hábito é fundamental na eliminação de toxinas por meio do suor, das fezes e da urina. A farinha de trigo, macarrão e o arroz integral, ajudam a varrem as toxinas para fora do organismo.

Qual óleo é bom para soltar o intestino?

O Óleo mineral 100% União Química é indicado como laxante no tratamento de prisão do ventre funcional, ou como terapia em uso tópico para pele ressecada e áspera. Ele auxilia principalmente no tratamento da prisão de ventre, e pode ser utilizado no pré operatório e no esvaziamento do cólon para a realização de exames.

O que acontece com acúmulo de fezes no intestino?

O que causa o estrangulamento intestinal? – Os sintomas de obstrução intestinal geralmente incluem cólicas no abdômen, acompanhadas por distensão e perda de apetite. A dor tende a vir em ondas e por fim se torna contínua. Os vômitos são habituais na obstrução do intestino delgado, mas são menos comuns e começam mais tarde na obstrução do intestino grosso.

Um exame médico do abdômen Radiografias Tomografia computadorizada (TC)

O médico examina o abdômen para tentar encontrar zonas sensíveis, inchaço ou massas. Quando uma obstrução ocorre, o abdômen fica quase sempre inchado. Os sons normais provocados pelo funcionamento do intestino (ruídos intestinais), audíveis com a ajuda de um estetoscópio, podem aumentar muito de volume e ficar mais agudos ou podem não estar presentes.

Sucção via sonda nasogástrica Líquidos administrados por via intravenosa Cirurgia para estrangulamento Algumas vezes, uma colostomia

Caso se suspeite que uma pessoa tem uma obstrução intestinal, essa pessoa é hospitalizada. Às vezes, uma obstrução se resolve sem tratamento adicional, sobretudo se for causada por tecido cicatricial e aderências. Ocasionalmente, um endoscópio Endoscopia A endoscopia é um exame das estruturas internas através de um tubo flexível para visualização (endoscópio).

Além de exames, o médico pode usar a endoscopia para fazer biópsias e administrar. leia mais (um tubo flexível de visualização), que é inserido pelo ânus, ou um enema de bário Enema de bário Frequentemente são usadas radiografias ​​para avaliar problemas digestivos. As radiografias comuns ( radiografias simples) conseguem mostrar alguns tipos de obstrução ou paralisia do trato digestivo.

leia mais, que infla o intestino grosso, pode ser usado para tratar determinados distúrbios, tais como um segmento intestinal torcido na parte inferior do intestino grosso. Com mais frequência, porém, uma cirurgia é feita o mais rápido possível se o médico estiver preocupado com estrangulamento.

A causa da obstrução e a aparência do intestino determinam se o cirurgião pode aliviar a obstrução sem remover um segmento intestinal. Algumas vezes, as aderências podem ser cortadas para liberar o segmento de intestino preso, mas é possível que elas se formem novamente e a obstrução pode reaparecer.

Em alguns casos, uma ileostomia (um procedimento onde uma extremidade cortada do intestino delgado é permanentemente unida a uma abertura cirúrgica na parede abdominal) ou colostomia (uma abertura criada cirurgicamente entre o intestino grosso e a parede abdominal — consulte a figura Entendendo a colostomia Entendendo a colostomia ) é necessária para remover uma obstrução.

O que pode causar fezes acumulada?

Constipação – Constipação (obstipação, intestino «preso» ou «ressecado») refere-se a uma condição em que a freqüência de evacuações é baixa, com fezes freqüentemente endurecidas e secas. Isto geralmente decorre de absorção excessiva de água a partir das fezes, em virtude da passagem lenta do bolo fecal pelo cólon.

Qualquer alteração ou desvio da rotina normal pode resultar em alteração do hábito intestinal. Certos medicamentos, incluindo ferro, analgésicos opiáceos, alguns anti-hipertensivos e muitos outros podem produzir constipação. Muitas pessoas na verdade acham que tem constipação quando na verdade o ritmo intestinal é normal.

Por exemplo, acham que é necessário evacuar todos os dias, e caso isto não ocorra procuram ajuda médica ou automedicam-se. Considera-se ritmo intestinal normal, as evacuações numa freqüência de três vezes por semana até três vezes por dia. Além disto existem pessoas que por natureza apresentam as fezes mais endurecidas, sem com isto caracterizar constipação. O Que Fazer Quando As Fezes EstO Duras E NãO Saem As pessoas com constipação freqüentemente reclamam de empachamento. Elas também podem notar pressão retal ou desconforto. «Gases», distensão abdominal e a sensação de evacuação incompleta também são queixas freqüentes. Um erro comum é ingerir grandes quantidades de fibras quando o corpo não está acostumado a isto.

Neste caso, alguns defeitos colaterais (principalmente «gases») podem aparecer e desencorajá-lo no tratamento. Evite laxativos estimulantes (óleo mineral, bisacodil, etc). Um supositório ou um enema (medicação administrada via retal) são melhores se a constipação se tornar acentuada. Lembre que a constipação é um efeito colateral de vários medicamentos comumente utilizados, e isto pode ser revisto com seu médico.

Estas medidas simples geralmente trazem um resultado satisfatório. Trate bem seu aparelho digestivo, e ele será legal com você. Para entender constipação, é fundamental conhecer como o cólon (intestino grosso) trabalha. Ao chegar no início do cólon, as fezes apresentam-se como uma pasta líquida (conteúdo de 90% água).

  1. Com os movimentos da parede muscular do intestino (peristalse), esta pasta é compactada, e principalmente, a água é absorvida.
  2. São os movimentos peristálticos que empurram as fezes em direção da saída (reto).
  3. Fezes endurecidas e secas típicas da constipação ocorrem quando a peristalse está muito lenta e o intestino absorve muita água.

Causas comuns de constipação:

Baixa ingesta de fibra. Baixa ingesta de água. Sedentarismo. Medicamentos. Síndrome do Intestino irritável. Mudanças no estilo de vida, viagem, idade. Gravidez. Uso abusivo de laxantes. Não respeitar o reflexo (vontade) de evacuar. Acidente vascular cerebral. AVC (derrame cerebral) Problemas do cólon e reto. Baixa ingestão de fibra.

A causa mais comum de constipação é a baixa ingesta de alimentos com fibras e o grande consumo de gorduras. As fibras, tanto solúveis como insolúveis, fazem parte das frutas, vegetais e cereais. Elas não são digeridas e também não são absorvidas pelo intestino delgado (órgão especializado na absorção dos nutrientes).

As fibras solúveis dissolvem na água tornando-se macia e pastosa. Já as insolúveis passam através do intestino sem alterar muito sua forma. Além disto, a fibra tem a capacidade de reter água, fazendo com que o bolo fecal tenha aspecto macio e volumoso. Isto ajuda a prevenir que as fezes tornem-se duras e secas, facilitando seu transporte.

Líquidos adicionam água ao intestino e incrementam o bolo fecal, tornando os movimentos peristálticos mais fáceis e eficientes. Já bebidas contendo cafeína e álcool apresentam efeito desidratante. Ausência de atividade física favorece a constipação, embora não se saiba especificamente por quê.

Analgésicos (especialmente narcótico). Antiácidos a base de alumínio e cálcio. Antihipertensivos (bloqueadores do canal de cálcio). Medicamento para o Mal de Parkinson. Antiespasmódicos. Antidepressivos. Suplementos de ferro. Diuréticos. Anticonvulsivantes.

Pessoas com a SII, tem dificuldade na evacuação devido a episódios de espasmo do intestino que acaba atrapalhando o movimento de propulsão das fezes. Alteração entre diarréia e constipação, distenção abdominal, flatulência também são outros sintomas. Embora os sintomas possam atrapalhar a qualidade de vida, jamais evoluem para alguma doença que ponha em risco a vida.

Geralmente piora com o período de estress, ansiedade, entretanto não há nenhuma alteração encontrada em exames de sangue, fezes, exames de imagem, colonoscopia ou mesmo biópsia. Durante o período de gravidez, a mulher pode tornar-se constipada devido a alterações hormonais e pela compressão do útero aumentado de tamanho sobre o intestino grosso.

Idade avançada também afeta a regularidade do cólon pois geralmente cursa com diminuição do metabolismo e com isto diminuição da atividade do cólon e tônus muscular. Além disto, pessoas frequentemente têm dificuldade na evacuação ao viajar em virtude da mudança de rotina, horário e alimentação.

Mitos sobre constipação levam ao uso abusivo de laxantes. Isto é frequente em pessoas que têm a preocupação do dever de evacuar diariamente. Laxativos não são de maneira geral necessários e podem acabar por tornar-se um hábito. O intestino grosso acaba por depender do uso de laxantes para ter seus movimentos peristáticos.

Com o tempo, os laxantes podem danificar as células nervosas da parede intestinal responsáveis pela coordenação dos movimentos, interferindo com a capacidade normal de contração do cólon (peristalse). Da mesma maneira, o uso constante de enemas pode levar a perda da função normal do cólon.

  1. Ignorar o reflexo (vontade) de evacuar Pessoas que ignoram a vontade de evacuar podem eventualmente parar de sentir este reflexo, tornando-se constipada.
  2. Alguns têm dificuldade de evacuar em banheiros fora de casa, outros não vão ao banheiro por que estão ocupados ou por estress emocional.
  3. Tudo isto acaba por atrapalhar o hábito intestinal regular.
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Doenças que causam constipação incluem alterações neurológicas, metabólicas e endócrinas e outras doenças sistêmicas que acabam por alterar o funcionamento global do organismo. Estas alterações diminuem a movimentação das fezes através do cólon, reto e ânus.

Alterações neurológicas Esclerose múltipla Doença de Parkinson Pseudo – obstrução intestinal idiopática Acidente vascular cerebral (derrame cerebral) Esclerose múltipla Lesões na medula espinhal Alterações metabólicas e endócrinas Diabetes Doenças da tireóide (Hiper ou hipotireoidismo) Uremia (mau funcionamento dos rins) Hipercalcemia (excesso de cálcio) Alterações sistêmicas Amiloidose Lúpus eritematoso sistêmico Esclerodermia Problemas com o cólon e o reto

Obstrução intestinal, aderência, diverticulose, tumores, estenose coloretal (estreitamento do intestino) e doença de Hirschsprung. Problemas com a função intestinal (Constipação intestinal crônica idiopática) Algumas pessoas têm constipação intestinal que não responde ao tratamento convencional.

Esta condição rara, conhecida como constipação idiopática (origem desconhecida) pode estar relacionada com problemas na função intestinal (movimentos) decorrente da desregulação hormonal ou com o sistema de nervos e músculos responsáveis por toda função motora do órgão. Esta constipação dita funcional atinge todas as idades, sendo mais freqüente nas mulheres.

Inércia colônica e trânsito intestinal lento (retardado) são dois tipos de constipação funcional causados pela diminuição da atividade muscular. Estas alterações podem afetar todo o intestino grosso ou apenas sua parte final (cólon sigmóide). Os quadros de constipação funcional decorrente de alterações ao nível de reto e ânus são conhecidas por alterações anoretais ou anismus.

Estas alterações tendem ao não relaxamento da musculatura anoretal, responsáveis pela permissão da passagem das fezes nas evacuações. A consulta deve ser considerada quando ocorre qualquer mudança sustentada no hábito intestinal. Outros sintomas que indicam uma consulta sao: perda de peso, dor abdominal severa ou sangramento retal.

Estes sintomas podem estar sinalizando algum problema mais sério. Muitas doenças comuns de nosso sistema endócrino também podem levar à mudança no ritmo intestinal (diabetes e problemas na tireóide, por exemplo). Voltar Stein Office Ver no Google Maps Esadi Ver no Linkedin @esadi_blumenau Ver no Instagram @esadiblumenau Ver no Facebook Esadi Ver no Youtube (47) 3222-0432 Atendimento geral

O que acontece quando as fezes ficam muito tempo no organismo?

Uma alimentação equilibrada, com uma ingestão de fibras em torno de 28 gramas por dia (recomendação para mulheres adultas mais recente do Departamento de Agricultura dos EUA, publicada no Medical Daily News em 2018), além de nutrientes como carboidratos, gorduras e vitaminas, faz com que a maioria das pessoas evacue de uma a duas vezes por dia – exceção para quem tenha alguma doença ou condição de saúde que altere o trânsito intestinal.

Só que, por hábito, situação adversa (viagem de carro muito longa, por exemplo), vergonha (primeiro feriado fora com mozão ou mozona, não querer usar banheiro do trabalho, do ônibus ou do avião para o número 2) ou seguindo «dica» para que se faça cocô um dia sim um dia não, muita gente força o organismo e não evacua quando sente vontade.

Nem nas horas seguintes. Às vezes, nem no dia seguinte! E isso pode ser um problemão para a saúde! Controle treinável e prejudicial Antes de qualquer coisa, é legal entender que existem dois processos principais entre comermos algum alimento e as sobras dele serem evacuadas.

O primeiro é o reflexo gastrocólico, que nada mais é do que a movimentação do trato gastrointestinal quando uma comida entra no estômago. Ele é involuntário, ou seja, não temos nenhum controle sobre ele. O segundo é o que tem a ver com fazermos cocô: é o reflexo da evacuação. Quando o reto e o intestino ficam cheios de fezes, esse reflexo nos lembra que «opa, está na hora de ir ao banheiro».

Esta é a parte voluntária, o que quer dizer que conseguimos controlar. Eis onde podem nascer os problemas. «Quanto mais se segura a evacuação de forma rotineira, maior a capacidade de segurar. O controle pode ser treinado e ficar bastante prolongado, deixando as fezes ‘estocadas’ no organismo.

É bom ter algum controle, claro, porque nem sempre dá para ir ao banheiro correndo, mas não de forma exagerada», afirma a coloproctologista Maristela Gomes de Almeida, do Hospital Edmundo Vasconcelos e chefe do Ambulatório de Doenças Inflamatórias Intestinais do Hospital do Servidor Público Municipal de São Paulo.

Vanessa Prado, proctologista, cirurgiã e médica do Centro de Especialidades do Aparelho Digestivo do Hospital Nove de Julho, explica: «Fezes paradas no intestino e no reto podem causar inflamações, infecções, hemorroidas, fissuras no ânus e muita dor na hora de evacuar.

É necessário ter em mente que o alimento é comido, processado e o resto precisa sair.» A seguir, conheça mais detalhes dos males causados pelo cocô estocado no organismo. – Translocação de bactérias Você sabe que o cocô não é uma coisa limpinha, muito pelo contrário – por isso sempre devemos higienizar bem as mãos depois de encerramos as atividades de número 2.

No bolo fecal há restos da comida, líquidos e bactérias, estas últimas sempre em transição em nosso organismo e não necessariamente causando males à saúde. Só que, se elas ficarem paradas por muito tempo nas fezes acumuladas no intestino e no reto, podem entrar na corrente sanguínea e causar infecções, inclusive uma infecção generalizada em casos mais extremos.

  1. Retocolite ulcerativa OU colite O acúmulo de fezes pode ativar inflamações e ulcerações na mucosa do intestino grosso e do reto.
  2. Além de causar diarreias, hemorragias e cólica, esta é uma doença crônica – o que significa que demandará tratamento para o resto da vida.
  3. Fecaloma Este é o nome técnico para o popular cocô empedrado, ou seja, fezes endurecidas no ponto de pedra.

Ocorre que o intestino começa a tirar líquido das fezes para tentar se hidratar enquanto a evacuação está sendo presa pela pessoa, deixando-as cada vez mais secas. Quanto mais tempo demora para elas saírem, maior o risco de formação de fecaloma. Remédios para intestino preso e supositório não resolvem o problema, e as fezes acabam precisando ser tiradas em procedimento clínico ou mesmo cirúrgico com um médico.

– Hemorroidas Antes de chegar ao ponto de fecaloma, as fezes podem ficar duras a ponto de você conseguir evacuá-las, porém com muito esforço. Essa força descomunal pode causar inchaço inflamação nas veias do reto e do ânus – são as hemorroidas. Elas causam dor, desconforto e sangramento, além de coceira.

Em muitos dos casos, elas «voltam» ao estado normal, mas em muitos é necessário partir para uma cirurgia de remoção das veias danificadas. – Fissura no ânus A passagem de fezes duras e grandes pode causar fissuras (feridas) na mucosa do ânus, resultando em dor e sangramento nesta e nas próximas evacuações.

  1. Deve ser tratada com cremes sob prescrição médica, para não haver o risco de infecção, e normalmente é curada em pouco mais de um mês.
  2. Mas por quanto tempo é seguro «segurar» o cocô? A não ser que haja uma reviravolta no seu intestino e você sinta que ou corre para o banheiro ou acontecerá um acidente de escape fecal, você pode segurar o cocô durante um filme longo, uma palestra e até por algumas horas em um voo ou em uma viagem na estrada.

Não mais que isso. «Passar até um dia sem evacuar, de vez em quando e não como hábito, não tem problema», diz Vanessa. «Segurar mais que esse período ou mesmo com essa frequência, só que de forma repetida, pode fazer com que no segundo dia já seja necessário o uso de um supositório para amolecer a ponta ressecada das fezes e elas saírem sem prejuízo para o corpo.

Quantos quilos de fezes fica acumulado no intestino?

Hora de ir ao banheiro Todos os dias, produzimos cerca de 150 gramas de fezes. Elas ficam no reto, que tem 15 centímetros de comprimento, em média. Quando 30 gramas de cocô se acumulam no local, o esfíncter interno se abre para liberar as fezes, enviando um alerta para o cérebro de que é hora de visitar o banheiro.