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O Que Fazer Quando Uma Mama Est Maior Que A Outra?

O que fazer quando uma mama está muito maior que a outra?

O problema da Assimetria das Mamas tem solução e poderá ser resolvido através de várias técnicas que a medicina estética hoje dispõe, tais como implantes de prótese de silicone, mamoplastia redutora (redução de mamas), lipoenxertia, Lifting das mamas, lipoaspiração, dentre outras.

É normal uma mama fica maior que a outra?

É normal ter seios de tamanhos diferentes? – Sim, é normal ter seios de tamanho diferentes. Ainda que o organismo humano tenha simetria bilateral, isso não significa que os lados direito e esquerdo sejam exatamente iguais. Desse modo, da mesma forma que olhos, mãos ou lados da face podem ter variações, as mamas podem ter formatos diferentes.

  1. Assim, uma mama pode se diferenciar da outra pelo tamanho, pela forma ou pela aparência das aréolas ( área pigmentada em torno dos mamilos).
  2. Todavia, nem sempre a alteração é pequena.
  3. Em muitos casos, a diferença é considerável e facilmente perceptível.
  4. Tal condição recebe o nome de assimetria mamária,

Nesse estágio, é frequente que tal condição gere incômodo e insatisfação em diversas circunstâncias da vida da mulher. No longo prazo, isso pode comprometer a autoestima e a satisfação com o próprio corpo, ainda que a assimetria em si não seja indicação de nenhum problema de saúde.

O que fazer para deixar os seios do mesmo tamanho?

Como tratar – Mas há uma boa notícia para mulheres que sofrem com seios assimétricos: eles têm correção. É possível resolver o problema da assimetria nas mamas com cirurgia plástica, colocando próteses de silicone adaptadas para a necessidade de cada seio, se for o caso.

  • Dependendo do volume dos seios que a paciente tenha, pode ser feita a correção da assimetria utilizando apenas o próprio tecido mamário da paciente, caso da redução dos seios (mamoplastia redutora) ou levantamento dos seios (mastopexia), sem precisar de próteses de silicone.
  • O cirurgião plástico irá, na primeira consulta, discutir com a paciente a cirurgia mais indicada para a correção da assimetria mamária e a necessidade ou não da colocação de próteses de silicone para resolver o problema.

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Estou com uma mama maior que a outra na amamentação?

Problema 6: Os meus seios estão desequilibrados! – Pode notar que o seu bebé prefere agarrar um dos seios, ou que uma mama produz mais leite do que a outra, o que pode fazer com que fiquem com um tamanho ou uma forma diferentes. Isto é muito comum e não deverá causar qualquer problema quando amamentar.

Ofereça primeiro a mama menos usada em cada sessão de alimentação, pois normalmente o seu bebé suga mais vigorosamente no início. Utilize um extrator de leite para ajudar a aumentar o aleitamento na mama menos eficiente. Não se esqueça da mama mais cheia. Vai precisar de continuar a amamentar também da mama maior, para evitar o bloqueio dos canais de leite e a mastite. Consulte o médico. Por vezes uma infeção no ouvido pode fazer com que o seu bebé só mame de um lado. Isso acontece porque algumas posições podem provocar desconforto. Pegar nele numa posição mais vertical pode ajudar. Além disso, se tiver uma infeção mamária, isso pode alterar o sabor do seu leite e desencorajá-lo.

Qual o valor de uma cirurgia de mamoplastia?

Mamoplastia preço: qual é o valor da cirurgia? – Neste tópico, vamos falar um pouco sobre a média de preços. Porém, é importante que você saiba que, ao ser avaliada pelo médico, pode ser que ele estipule um valor diferente para o procedimento. O preço de uma mamoplastia, na cidade de São Paulo e em outras capitais do Brasil, pode variar entre R$ 15.000,00 e R$ 40.000, dependendo da especificidade de cada caso.

  • Somente o par de próteses de silicone de 100ml a 300ml pode custar entre R$ 1.800,00 a R$ 3.000,00.
  • Lembre-se de que uma clínica só pode comprar direto do fornecedor, o que garante a segurança do produto.
  • Já o par de próteses de 350ml pode custar a partir de R$ 3.000,00.
  • Portanto, como você pode ver, todo o desenvolvimento tecnológico deste produto se reflete em seu preço.

Além disso, o preço de uma prótese importada pode ser diferente e variar bastante. Afinal, neste caso, o valor está atrelado às variações do câmbio.

Quanto tempo dura o broto mamário?

PUBERDADE NORMAL NO SEXO FEMININO 1-Conceito de puberdade normal Puberdade é a fase da vida onde acontece a transição da infância para idade adulta. É na puberdade que ocorre o desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários (mamas, pelos e menstruação), o estirão puberal (aumento na altura) e as alterações psicossomáticas ( mudança de comportamento e interesse pelo sexo oposto).

  1. A puberdade aparece nas meninas entre os 8 e 15 anos.
  2. Denomina-se puberdade precoce o aparecimento dos caracteres sexuais secundários antes dos 8 anos, ou a primeira menstruação antes dos 9 anos, e puberdade tardia o não desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários antes dos 14 anos, ou a ausência de menstruação após os 16 anos.

Puberdade e adolescência são conceitos diferentes, embora interligados. Puberdade é um termo que engloba essencialmente o desenvolvimento somático ou biológico, Adolescência é um termo mais abrangente, que inclui as alterações físicas, mas principalmente psíquicas que ocorrem nesta fase da vida e geralmente inicia-se com a puberdade, mas se estende para a maioria dos autores até os 18 ou 21 anos.

  • Adolescência é a fase de transição entre a infância e a maturidade, sendo marcada por conjunto de manifestações biopsicossociais.2-Fisiologia da Puberdade O feto começa a desenvolver o útero, ovários ou testísculos, já 6ª semana de gestação.
  • Entre o 5° e o 6° mês de gestação os ovários e os testículos já estão formados e permanecem inativos até a puberdade, quando os hormônios começam a ser produzidos e desenvolvendo os caracteres sexuais secundários, ou seja, a diferenciação sexual se torna mais evidente.

Além dos hormônios femininos, ocorre ainda na puberdade a liberação do hormônio do crescimento (GH) e o estirão puberal. Desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários Telarca A telarca é a primeira manifestação física da puberdade em 85-92% das meninas.

A telarca começa por volta dos 10 anos, com o aparecimento do broto mamário, que é uma discreta elevação da mama e da papila, geralmente dolorosa e a princípio unilateral e prossegue até o seu desenvolvimento total que ocorre geralmente em 4 anos. O desenvolvimento da mama foi classificado por Marchall e Tanner em 5 estágios, de acordo com a evolução (figura 1): -estágio 1- elevação da papila (prépuberal) -estádio 2- elevação discreta da papila, com aumento do diâmetro areolar (broto mamário) -estádio 3-maior elevação da mama e da papila sem separação dos contornos da aréola e mama; -estádio 4- separação dos contornos da aréola da mama; -estádio 5-mama e aréola no mesmo plano, e projeção exclusiva da papila.

O desenvolvimento das mamas depende dos hormônios sexuais e não se faz de forma simétrica. É normal o aparecimento de apenas um dos brotos mamários, acompanhado de dor, que pode erroneamente ser confundido com mastite ou tumor. A assimetria mamária na fase do desenvolvimento também pode ocorrer, até o desenvolvimento completo da mama, que ocorre entre os 16 e 18 anos de idade.

Pubarca A pubarca é a primeira manifestação da puberdade em 20% das meninas, geralmente de ascendência africana. Os pelos púbicos começam a se desenvolver por volta dos 11 –12 anos. O crescimento dos pelos dependem diretamente dos hormônios da supra-renal. Axilarca O aparecimento dos pelos axilares acontecem por volta dos 12 anos e dependem dos hormônios da suprarenal e ovarianos.

Nesta época ocorre aumento da secreção glandular e conseqüente proliferação de bactérias nas axilas, causando o odor. Estirão puberal Após o início da telarca a menina começa a adquirir altura, podendo aumentar a estatura de 6 a 9 cm em 1 ano. Pouco antes da menarca ocorre o pico no crescimento e em média após a menarca a menina reduz drasticamente o crescimento e este cessa entre os 15 e 16 anos.

  1. A estatura final depende de vários fatores: genéticos, nutricionais, atividade física, etc.
  2. PUBERDADE PRECOCE 1-Definição de puberdade precoce Caracteriza-se puberdade precoce (PP) como sendo o desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários antes dos 8 anos de idade, ou o aparecimento da menarca antes dos 9 anos.

PP ocorre em 1- 3% das meninas, A puberdade precoce pode ser classificada, segundo a etiopatogenia em: puberdade precoce central, quando ocorre uma ativação precoce do eixo hipotálamo-hipofisário-ovariano, ou por lesão do feixe inibidor das gonadotrofinas, ou por estimulação da produção de GnRH.; e puberdade precoce periférica, quando os caracteres sexuais secundários ou a menarca ocorrem independentemente do GnRH.

Em alguns casos pode ocorrer o crescimento isolado da telarca (telarca precoce) ou dos pelos púbicos (pubarca isolada).2-Etiopatogenia 2-1-Puberdade precoce central, – Idiopática, -tumores do SNC: tumores secretantes de GnRH e tumores do SNC não secretantes de GnRH. Nestes casos a PP é decorrente da lesão dos fatores que inibem a liberação do GnRH.

-outras lesões do SNC não tumorais: anomalia congênita (hidrocefalia, síndrome da sela túrcica vazia, etc); síndrome de Arnold – Chiari; encefalite; hidrocefalia, sarcoidose, tuberculose, síndrome pós – cirúrgica, síndrome pós – traumática, síndrome pós – encefálica, abscesso cerebral, epilepsia, retardamento mental, síndrome de Silver, neurofibromatose, glioma óptico, cisto do terceiro ventrículo, malformações vasculares.2-2-Puberdade precoce periférica.

– Administração exógena de estrogênios e androgênios ou alimentos com isoflavonas4. – Distúrbios da suprarenal: defeitos enzimáticos (deficiência da 21-hidroxilase; deficiência da 11-hidroxilase; deficiência da 3-b-hidroxidesidrogenase) e tumores de supra-renal. – Causa ovariana: cisto folicular, carcinomas, cistoadenomas, gonadoblastomas, tumores das células da granulosa, tumores de células lipoídicas, tecomas, síndrome de McCune- Albright.2-3-Etiologia desconhecida : – telarca precoce, pubarca precoce, menarca precoce (questionada pela maioria dos autores) e hipotireoidismo.3-Diagóstico 3-1-Anamnese: – interrogar sobre o início do aparecimento da telarca e/ ou pubarca, tempo de evolução, presença de sangramento vaginal e sua periodicidade, assim como a existência ou não de outros sintomas associados, tais como cefaléia, escotomas, dor abdominal, etc.

A seguir dirige-se interrogatório para os antecedentes familiares e pessoais: existência de outros casos semelhantes na família, idade em que a mãe menstruou, medicações e hormônios administrados na mãe durante a gravidez ou durante o aleitamento, presença de infecções intrauterinas, tipo de parto, tempo de duração do trabalho de parto, índice de Apgar, tempo que permaneceu internada após o nascimento, desenvolvimento neuropsicomotor e escolar; intercorrências clínicas e infecciosas, cirúrgicas ou traumas.3-2-Exame físico: -aspecto geral: avaliação do estado geral dando destaque para o grau de nutrição e quantidade de tecido adiposo, massa muscular, desenvolvimento pondoestatural, pressão arterial, presença de estigmas, hirsutismo, acne e manchas; durante o exame físico a avaliação do peso e principalmente da altura.

Os valores do peso e altura devem ser colocados em gráficos padronizados para a população estudada e acompanhados em todas as visitas de retorno. -exame das mamas: o desenvolvimento do parênquima mamário deve ser observado e anotado segundo os critérios da classificação de Tanner. Durante o desenvolvimento mamário é freqüente o crescimento das mamas de forma assimétrica.

O aparecimento do o broto mamário em apenas uma das mamas, acompanhado de dor, pode levar o clínico ou cirurgião a diagnosticar erroneamente o mesmo como tumor, e extraí-lo. Por isto, é importante salientar que as mamas podem desenvolver-se de forma assimétrica, durante a puberdade.

A conduta é sempre expectante, até o término do desenvolvimento que acontece entre os 16 e 18 anos de idade. -avaliação dos pelos púbicos: características e classificação, também segundo os critérios de Tanner; -exame das axilas para verificação da presença de pelos e odor; -palpação do abdome: este exame é fundamental para detecção de tumores.3-3- Exames subsidiários – raios X de mão e punho para avaliar idade óssea.

Sempre que a diferença entre a idade óssea e a idade cronológica for igual ou superior a 2 anos, a conduta ativa pode ser necessária, para impedir o fechamento precoce das epífises dos ossos longos; – dosagens hormonais: estrogênios, FSH, LH, TSH, T3 e T4, androstenediona, sulfato de deidroepiandrosterona, testosterona, 17 – hidroxiprogesterona,.

Quando a dosagem do FSH e dos estrogênios forem normais para a idade, os exames devem ser repetidos após a administração do GnRh ; – teste do GnRH e da cortrosina – ultrassonografia da pelve para avaliar o tamanho do útero, espessura do endométrio, tamanho dos ovários e presença de cistos, – raios X de crânio para verificar a sela túrcica, – tomografia computadorizada e/ou ressonância magnética do crânio e abdome, e pelve, – avaliação neurológica, quando necessário, outros exames : eletroencefalograma,sorologia para toxoplasmose, tuberculose, etc.4-TRATAMENTO O tratamento da puberdade precoce visa: – supressão do eixo hipotálamo / hipófise / gonadal; – regressão dos caracteres sexuais secundários, incluindo a parada das menstruações; – desaceleração do avanço da idade óssea em conjunto com a retomada de velocidade de crescimento normal, com o objetivo de assegurar estatura adequada na vida adulta; – resolução dos problemas psicossociais associados ao desenvolvimento puberal precoce; – remoção do fator etiopatogênico A abordagem terapêutica da puberdade precoce deve se basear nos seguintes ítens: 1-Fator etiológico A determinação do fator etiológico é fundamental para o sucesso da terapêutica.

O ideal é que o tratamento seja acompanhado por uma equipe multidisciplinar. A extirpação dos tumores deve ser feita sempre que possível, embora, em alguns casos de tumores intracranianos (tais como prolactinomas ou hamartomas) dependendo da localização e tamanho é preferível a conduta clínica.

  • As lesões neurológicas, causadas por agentes infecciosos tais como toxoplasmose, tuberculose devem ser tratadas com quimioterápicos específicos.
  • Nos casos de traumas neurológicos, as sequelas neurológicas, podem acarretar epilepsia, problemas cognitivos e /ou motores.
  • A conduta neurológica nestes casos deve ser prioritária.

Disfunções da tireóide devem ser pesquisadas e corrigidas. A utilização inadequada de hormônios, ou para corrigir outras entidades patológicas, tais como coalescência de ninfas ou pela ingestão de carnes que contenham esteróides, pode ser responsabilizada por muitos casos de telarca e / ou pubarca precoce.

Outra fonte exógena de hormônios é a ingestão de alimentos contendo altos teores de soja ou isoflavonas, Disfunções da suprarrenal são geralmente acompanhadas de hirsutismo, acne, e / ou hipertensão, e o tratamento consiste na correção do distúrbio endocrinológico ou na remoção do tumor da suprarrenal.2- Bloqueio das gonadotrofinas Medicamentos utilizados na puberdade precoce: a- agonistas do GnRH ( GnRH-a ) – úteis apenas para puberdade precoce central Importante salientar que o bloqueio das gonadotrofinas somente deve ser feito após a comprovação de que a puberdade precoce é de origem central (PPC), através do teste de estimulação da hipófise com GnRH.

Os análogos utilizados sob a forma de depósito, para o tratamento da puberdade precoce central, são administrados nas dosagens de 0,06 a 0,6 mg / kg / dose/ IM ou subcutânea, transdérmica ou de administração nasal. No Brasil os medicamentos mais empregados são: acetato de Leuprorrelina (3,75 mg, 7,5 mg, 11,25 mg ou 11,25mg), acetato de gosserrelina (3,6 mg; 10,8 mg) e Triptorrelina (3,75 mg, 11,25),

A administração dependerá da resposta e da dose utilizada. A administração trimestral pode ser mais cômoda, Estudos demonstram que a administração do análogo pode melhorar a altura resultante na fase adulta com 3 a 5 cm acima da altura prevista desde que respeitados os seguintes critérios: -a interrupção do tratamento geralmente ocorre quando a idade óssea atinge 12 anos ou quando a idade cronológica ao redor de 10 anos -efeitos colaterais: reação anafilática, reações máculopapulares, urticária e abscessos b-Acetato de Medroxiprogesterona ( AMP ) O acetato de medroxiprogesterona pode ser utilizado tanto na puberdade precoce de causa central, como na puberdade precoce periférica.

O AMP atua bloqueando a secreção de gonadotropinas, através de dois mecanismos : feedback negativo no hipotálamo / hipófise, e pela diminuição dos estrogênios As doses utilizadas são: 10 a 30 mg/dia /via oral ou 100 a 200 mg / semanal ou quinzenal/ IM,

  1. Em meninas com 7 anos ou mais, pode ser iniciado o tratamento com uma ampola de 150mg de acetato de medroxiprogesterona IM, repetindo a segunda dose após 45 a 60 dias e as seguintes após 90 dias.
  2. O intervalo entre as injeções será determinado pela inibição do eixo hipotalâmico-hipófisário.
  3. Embora haja redução no desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários, e bloqueio da menstruação, não se demonstrou uma ação sobre a estatura final.

Durante o uso da medicação deve-se controlar o peso por causa dos efeitos glicocorticóides. c-Acetato de ciproterona O acetato de ciproterona ( ACP ) é um derivado da progesterona, que tem ação anti-androgênica, atividade antigonadotrópica e inibe diretamente a esteroidogênese adrenal e ovariana e é pouco usado no Brasil, devido ao seu alto custo e efeitos colaterais,

Outros medicamentos, também são descritos na literatura, tais como: – Hormônios do crescimento (GH) Os Hormônios do crescimento auxiliam no tratamento aumentando a estatura final Os hormônios do crescimento devem ser administrados diariamente e são fundamentais nos pacientes em que a dosagem dos mesmos estiverem reduzidas.

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– Inibidores da aromatase Os inibidores da aromatase atuam impedindo a transformação do androgênios em estrogênios, Em pediatria podem ser uteis para tratamento de pacientes com síndrome de Peutz-Jeghers and McCune-Albright CASOS ESPECIAIS Telarca precoce isolada: A telarca precoce geralmente é um fato isolado, quando ocorre nos primeiros anos de vida, não merecendo tratamento, desde que não apresente alteração na idade óssea.

  1. A telarca precoce isolada é freqüente, e ocorre geralmente nos primeiros meses de vida até os 3 anos de idade.
  2. Embora à palpação seja observado o broto mamário, este regride espontaneamente após os 3 anos e a única conduta a ser adotada é a expectante.
  3. A telarca precoce isolada pode ocorrer também com a ingestão de alimentos contendo grande quantidade de soja ou isoflavonas.

Nestes casos a conduta é sempre a interrupção da administração. Por isto nos casos de telarca precoce isolada, a pesquisa dos fatores externos e dos hábitos alimentares é fundamental. Pubarca precoce isolada: Geralmente aparece em meninas com idade entre 6 e 7 anos, sem desenvolvimento das mamas e não necessita de tratamento, desde que todos os exames da suprarrenal não tenham revelado nenhuma alteração.

  1. Síndrome de Mc Cune – Albright8 Esta síndrome caracteriza-se por mancha da cor de café com leite no corpo, geralmente nos membros, e produção autóctone de estrogênio pelos ovários causando a puberdade precoce.
  2. Além disto, podem ocorrer outras alterações endócrinas, tais como hipertiroidismo e alterações ósseas (geralmente na calota craniana).

Esta síndrome pode se manifestar já nos primeiros anos de vida, e devido ao grande aumento do volume dos ovários estes podem se torcer e necrosar, levando a um quadro de abdome agudo. Os progestagênios podem ser usados em grandes doses, para reduzir a ação dos estrogênios sobre o endométrio, e inibir os receptores de estrogênios.

  1. Outra alternativa de tratamento, é o uso de inibidores da aromatase.
  2. Em ambos os casos os resultados ainda são insatisfatórios.
  3. Alguns autores9 utilizaram o cetoconazol, mas o uso prolongado pode ter efeitos colaterais importantes para o fígado.
  4. PUBERDADE TARDIA 1-Conceito de puberdade tardia Define-se puberdade tardia como sendo a ausência dos caracteres sexuais secundários após 13 anos.

A ausência da menarca após os 16 anos é denominada amenorréia primária.2-Etiopatogenia A puberdade tardia pode ser dividida em 2 grupos: – hipogonadismo hipergonadotrófico (comprometimento primário do ovário); – hipogonadismo hipogonadotrófico – Hipogonadismo hipergonadotrófico O hipogonadismo hipergonadotrófico ocorre quando há comprometimento da produção hormonal pelos ovários.

Nestes casos os níveis hormonais de estrogênio e progesterona são baixos, e as dosagens do LH e principalmente do FSH encontram-se aumentadas. Pertencem a este grupo: – disgenesia gonadal ( disgenesia gonadal pura ou Síndrome de Turner); – falência ovariana secundária a irradiação, quimioterapia ou cirurgia; – ooforite autoimune; – síndrome da resistência ovariana às gonadotrofinas ( síndrome de Savage); – deficiência de 17-a-hidroxilase ou deficiência da aromatase; – outras: miotonia distrófica, sarcoidose, ooforite gonocócica, infiltração ovariana por tuberculose ou mucopolissacaridose,etc.

Hipogonadismo hipogonadotrópico Hipogonadismo hipogonadotrópico é o termo utilizado para pacientes com níveis de gonadotrofinas baixos ou normais e ausência no desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários e amenorréia.1-causa constitucional ou familiar; 1 2-alterações no eixo hipotálamo-hipofisário: tumores do sistema nervoso central (SNC), doenças inflamatórias ou infecciosas que acometem o SNC, síndrome de Kallmann, amenorréia da atleta, pan-hipopituitarismo, etc.3-doenças que acometem o estado geral e nutritivo: desnutrição, anorexia nervosa, doença de Crohn, síndrome da imunodeficiência adquirida, insuficiência renal e hepática, etc.3-Diagnóstico 3-1-Anamnese O quadro clínico caracteriza-se pela ausência dos caracteres sexuais secundários após os 14 anos.

  • Ao exame físico observa-se ausência de desenvolvimento do parênquima mamário e / ou dos pelos púbicos e /ou axilares.
  • Na anamnese deve-se pesquisar: -antecedentes familiares: idade em que a mãe menstruou, casos semelhantes na família, endocrinopatias, neuropatias ou tumores nos antecedentes familiares.

-antecedentes pessoais: desenvolvimento neuropsicomotor e escolar, presença de intercorrências infecciosas, cirúrgicas ou clínicas (hipotireoidismo ou hipoglicemia), anomalias congênitas, linfedema (síndrome de Turner) uso de medicamentos ou quimioterápicos, irradiação para tratamento de doenças malignas,

Interrogar sobre dor abdominal, diarréia, cefaléias, sintomas neurológicos, olfato, mudanças no peso, distúrbios alimentares, atividade sexual, medicações, stress emocional, drogadição, esportes competitivos, hirsutismo, etc.3-2- Exame físico : -peso e altura, que devem ser anotados em gráficos próprios e observados se estão dentro dos limites de normalidade para a idade; -aspecto geral: presença de estigmas, distribuição da gordura, presença de obesidade ou desnutrição, hirsutismo ou acne; -palpação da tireóide; -palpação das mamas: avaliar se ocorreu o desenvolvimento das mamas, se são simétricas e classificar segundo os critérios de Tanner; -pêlos axilares; -palpação do abdômen e das regiões inguinais, para detecção de tumores, ou testículos; -inspeção da genitália externa; avaliar o crescimento dos pelos púbicos, características e classificação, também segundo os critérios de Tanner; efeito estrogênico, clitoromegalia, e presença do orifício himenal ; – em adolescentes que já iniciaram a atividade sexual deve-se realizar o exame de toque e especular.

Em meninas virgens postergamos o exame de toque retal e solicitamos o exame de USG pélvica por via abdominal ou a ressonância magnética, para não traumatizar.3-3- Exames subsidiários: -cariótipo e cariograma; -dosagens hormonais: FSH e LH, estrogênios totais, prolactina, testosterona, SDHEA, 17-hidroxiprogesterona, androstenediona, TSH, T3, T4; -USG pélvica (para avaliar útero e ovários) e abdominal (para avaliar aparelho urinário, supra renal ou tumores); – ressonância magnética da pelve e/ou abdome -Raios X de crânio, tomografia computadorizada e/ou ressonância magnética de crânio e abdome; -Raios X de mão e punho esquerdo para avaliar idade óssea; -Teste da estimulação da hipófise com GnRH; -teste de estimulação da suprarrenal com ACTH; -avaliação neurológica, quando necessário; -outros exames: sorologia para tuberculose, HIV, avaliação hepática e renal,etc.4-Tratamento 4-1-Correção da doença de base, especialmente em pacientes com tumores do SNC, anorexia nervosa, desnutrição, hiperplasia da suprarrenal, etc.4-2- Terapia de reposição hormonal Os objetivos da reposição hormonal são: induzir um desenvolvimento mamário e menstruação, aumentar a velocidade de crescimento3, e promover adequada massa óssea.

  • A idade para se iniciar a terapia de reposição hormonal deve se basear nos seguintes parâmetros: na massa óssea, no fechamento da epífise dos ossos longos e nas repercussões psicológicas da ausência dos caracteres sexuais secundários na menina.
  • Em pacientes com útero intacto, a terapia de reposição hormonal (TRH) requer o uso do estrogênio e de progesterona.4-3 – Hormônio do crescimento O uso do hormônio do crescimento (GH) para tratamento dos pacientes com baixa estatura pode ser útil, principalmente em meninas com síndrome de Turner, síndrome de Prader-Willi, crianças com insuficiência renal crônica ou crianças nascidas PIG, entretanto ainda é polêmica a sua indicação para tratamento de crianças com baixa estatura idiopática.

Independente da indicação do tratamento com GH uma constante observada em todos os estudos é a grande variabilidade de resposta individual.4-4- apoio psicológico à família e à menina. Quando questionado sobre o futuro obstétrico ser cauteloso na resposta para não agravar o quadro psicológico.4-5 tratamentos complementares: -na síndrome de Turner e na disgenesia gonádica pura antes de iniciar a TRH deve-se pesquisar o cariótipo, e na presença do Y efetuar a ooforectomia bilateral, para evitar a transformação da gônada em um tumor maligno (geralmente da linha germinativa).

A administração do hormônio do crescimento antes da TRH é importante para que a paciente tenha um melhor prognóstico na estatura final. – nas pacientes com da hiperplasia da supra-renal é aconselhável iniciar o tratamento com o corticóide e somente depois avaliar a necessidade ou não de repor estrogênios e progestogênios.

– no hiperprolactinoma deve-se administrar bromoergocriptina (diariamente) ou cabergolina (duas vezes por semana). – na anorexia nervosa a psicoterapia é fundamental, associada a TRH e a reposição calórica. Algumas pacientes necessitam de internação. Crédito foto: Designed by Freepik

Quais são os sintomas do câncer de mama feminino?

Câncer de mama: saiba como reconhecer os 5 sinais de alerta Muito voltado para as mulheres, os alertas em relação ao câncer de mama têm um reforço maior com o início da campanha Outubro Rosa. A mobilização teve início nos Estados Unidos, na década de 1990, a partir de uma iniciativa da Fundação Susan G.

Komen for the Cure, que distribuía laços na cor rosa aos participantes da primeira Corrida pela Cura, realizada em Nova York, em 1990. A partir daí, a iniciativa foi ganhando força até alcançar a dimensão internacional que existe hoje, sendo uma das mais reconhecidas campanhas de conscientização sobre a prevenção e o diagnóstico precoce do câncer de mama.

No entanto, apesar desse olhar para o público feminino, é importante ressaltar que a doença pode atingir também os homens, já que eles têm glândulas mamárias e hormônios femininos, ainda que em quantidades menores quando comparadas às mulheres. De acordo com o, a incidência do câncer de mama masculino representa 1% do total de casos da doença.

  • Mesmo que seja mais raro, o alerta e a prevenção não podem ser descartados, especialmente porque é algo pouco falado e o rastreamento não é indicado para homens.
  • Considerando a alta incidência do câncer de mama, é importante ficar alerta aos sinais, já que a descoberta precoce é fundamental para o bom controle da doença.

Segundo Paula Saab, que é médica mastologista membro titular da Sociedade Brasileira de Mastologia e preceptora do curso de Medicina da Universidade Federal de Sergipe (UFS), os tumores iniciais possuem uma evolução muito favorável, podendo chegar a mais de 95% de cura se diagnosticados e tratados precocemente.

  1. Para fazer essa avaliação, a equipe médica define o estadiamento da doença, que é o nome dado à classificação do grau de evolução tumoral, considerando o seu tamanho, a localização e a extensão da doença no organismo.
  2. Ou seja: se o tumor está restrito à mama ou se já alcançaram outras partes do corpo.

Quanto antes intervir, mais fácil será controlar a doença, evitando que ele se espalhe para outras regiões. Cinco sinais de alerta Segundo a mastologista, quando o câncer de mama já se encontra com manifestações clínicas, em 90% das vezes ele se apresenta como nódulo palpável na mama.

  1. Mas existem outros quatro sintomas que também podem indicar a presença da doença, sendo geralmente sinais inflamatórios que não respondem a tratamentos tópicos (cremes dermatológicos, por exemplo).
  2. São eles: retrações de pele e do mamilo que deixam a mama com aspecto de casca de laranja; saída de secreção aquosa ou sanguinolenta pelo mamilo, chegando até a sujar o sutiã; vermelhidão da pele da mama; pequenos nódulos palpáveis nas axilas e/ou pescoço.

Outros sinais possíveis são a inversão do mamilo, inchaço da mama e dor local. A importância do conhecimento Todos os sinais listados acima devem sempre ser investigados por uma equipe médica, não só a partir da avaliação em consultório, mas também por meio de exames específicos para diagnosticar ou descartar o câncer. Porém, uma importante etapa antecede esse momento da consulta: o conhecimento e a percepção de sinais e sintomas.

Essa é uma estratégia fundamental para reconhecer quando algo não vai bem em si mesmo, e o próprio INCA reforça isso. Independentemente da idade, mulheres e homens devem ser estimulados a conhecer o próprio corpo para saber o que é e o que não é normal, inclusive nas mamas. A maior parte dos cânceres é descoberta pelos próprios pacientes casualmente.

Sendo assim, os indivíduos devem ser conscientizados quanto ao conhecimento e a percepção de alterações suspeitas. Isso significa estar consciente e alerta acerca dos sinais e sintomas das mamas, a fim de identificar possíveis anormalidades. Paula lembra que, segundo dados da Sociedade Brasileira de Mastologia, o Brasil possui cerca de 20% de cobertura mamográfica, que é um exame radiológico realizado nas mamas.

  • Isso quer dizer que de cada 100 mulheres com indicação de realização de mamografia, somente 20% estão fazendo.
  • Nesse cenário, a prática do autoconhecimento se torna além de um autocuidado um hábito importante na detecção de lesões, uma vez que a grande maioria dos tumores de mama se apresentam como nódulos palpáveis.

Vale ressaltar que a prática não exclui o exame clínico», complementa a profissional. Os próximos passos Depois que surge a suspeita, o próximo passo é procurar ajuda profissional. No âmbito do SUS, Paula explica que o sistema foi desenhado de maneira a oferecer assistência à saúde por etapas.

Ou seja, quando surge algum sinal preocupante a pessoa deve ser encaminhada a um mastologista que pode validar essa suspeita a partir de uma biópsia, a qual consiste na coleta de uma amostra da lesão para análise laboratorial. Confirmado o diagnóstico, a médica explica que a pessoa será encaminhada a um serviço especializado, que avaliará se é um tumor inicial ou avançado e definirá o tratamento mais adequado, o qual pode contemplar cirurgia, quimioterapia e radioterapia.

: Câncer de mama: saiba como reconhecer os 5 sinais de alerta

Qual o valor de um silicone?

Quais critérios o cirurgião plástico considera ao indicar o tamanho ideal da prótese de silicone? – Ao escolher a prótese de silicone ideal para cada paciente, o cirurgião plástico leva em consideração vários fatores importantes. Entre eles estão: Altura e peso da paciente : a escolha do tamanho da prótese deve estar de acordo com a altura e peso da paciente, para que haja harmonia no resultado final; Tórax da paciente: o tamanho do tórax da paciente é um fator importante na escolha da prótese, já que ele determina o espaço disponível para o implante; Flacidez mamária: a flacidez dos seios é um fator importante na escolha do tamanho da prótese, já que ela pode limitar o tamanho do implante que pode ser utilizado; Expectativas da paciente : é importante que o cirurgião entenda as expectativas da paciente em relação ao tamanho dos seios, para que possa orientá-la adequadamente e oferecer um resultado satisfatório; Estilo de vida : pacientes que praticam esportes ou têm um estilo de vida ativo podem precisar de próteses menores para evitar desconforto ou interferência na atividade física; Qualidade e características da pele : a qualidade e características da pele da paciente são um fator importante, já que determinam a capacidade da pele de se adaptar ao implante.

Ao considerar esses fatores, o cirurgião plástico pode escolher a prótese de silicone mais adequada para cada paciente, garantindo um resultado harmonioso e satisfatório, com um valor justo. O Dr. Jorge Moulim é um cirurgião plástico em Vitória (ES) com grande experiência nos mais diferentes tipos de cirurgias plásticas.

Envie-nos uma mensagem e agende a sua consulta. Fontes: Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Dr. Jorge Moulim – CRM 7797-ES e RQE: 5959

Membro do Colégio Brasileiro de Cirurgiões Membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Membro da Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Título de Especialista pela Associação Médica Brasileira

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O que acontece se eu amamentar só de um lado?

Além de mudar tamanho do seio, amamentação unilateral pode gerar inflamação Por um vídeo no TikTok, a influenciadora norte-americana Abbie Herbert contou ter notado uma diferença no tamanho dos seios depois de amamentar sua filha, Poppy, em apenas um dos lados —segundo ela, o que a bebê demonstrava preferência.

  • O estímulo para produção do leite é hormonal e ocorre pela sucção do bebê —inicialmente nas duas mamas.
  • Se uma delas não tem a drenagem por que o bebê não mama, como no caso de Abbie, pode ocorrer o que chamamos de lactocele (acumulo de leite dentro dos ductos mamários).
  • Com o tempo, se o bebê continuar mamando apenas de um lado, a outra mama tende a reduzir a produção pela ausência local do estímulo», explica José Carlos Campos Torres, médico mastologista e cirurgião oncológico pélvico do CAISM/UNICAMP (Hospital da Mulher Prof.

Dr.J.A. Pinotti-Caism/Unicamp). De acordo com o médico, para o bebê, não há riscos. O leite que sai por um lado só continua possuindo tudo que a criança precisa para ficar bem alimentada. Já para mãe, além do inchaço, o quadro pode causar dor local, incômodo para a mãe ou até um processo infeccioso conhecido como mastite.

  • O aumento costuma ser transitório, mas, dependendo dos hábitos, pode ser permanente.
  • A diferença costuma diminuir bastante depois do desmame total, quando a produção de leite acaba, mas se a mãe só deu uma mama desde o início, o tamanho e a flacidez podem ficar diferentes desse lado», diz Beatriz Geronymo, da Comissão de Aleitamento da Sociedade Brasileira de Mastologia-SP.

Quando a mulher não consegue amamentar por sintomas como dor, massas palpáveis, sangramentos pelo mamilo ou outros incômodos, ela deve procurar um mastologista. «Pode ser sinal de doença mamária em algumas mulheres, incluindo câncer —embora situações como essa represente uma minoria dos casos», alerta Torres.

O que significa amamentação cruzada?

Contraindicado formalmente pelo Ministério da Saúde e Organização Mundial da Saúde (OMS), a amamentação cruzada, como é conhecida a prática de mães que amamentam filhos de outras que apresentam alguma dificuldade com o aleitamento, traz diversos riscos ao bebê, podendo transmitir doenças, infecto-contagiosas, a mais

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O que fazer para desmanchar os nódulos de leite?

Ir para o conteúdo Início → Blog → Entupimento de ductos: como lidar com isso? Entupimento de ductos: como lidar com isso? O entupimento de ductos é bastante comum e pode ocorrer em qualquer momento da vida da lactante. Você pode desconfiar que houve um entupimento quando percebe um nódulo doloroso e o aparecimento de um ponto branco na ponta do mamilo.

  1. A mama é formada por uma série de canais por onde o leite percorre e a esses canais damos o nome de ductos lactíferos, que podem entupir caso não sejam drenados corretamente.
  2. O ducto entupido pode acontecer sempre que a mama não é esvaziada adequadamente – seja por má pega do bebê, sucção inefetiva ou se a mãe passa longos períodos sem ordenhar e/ou amamentar.

Além disso, pode ocorrer por uma pressão inadequada na mama realizada por um sutiã ou roupa apertada e fala-se também sobre a associação do quadro com alimentação da mãe com excesso em gorduras. BOLINHA BRANCA NO MAMILO PODE SER UM SINAL Quando há ducto entupido é possível aparecer uma bolinha branca na ponta do mamilo, que pode ser quase imperceptível de tão pequena.

É possível remover esse pontinho branco esfregando cuidadosamente uma toalha úmida após o banho ou ainda furar a bolinha branca com uma agulha fina, esterilizada. Além disso, outra medida eficaz a ser adotada é oferecer com frequência a mama afetada e variar as posições de mamada. Ou seja, se você amamenta mais na posição tradicional, experimente amamentar utilizando outras posições (cavalinho, invertida, etc).

É importante procurar uma posição em que a língua do bebê trabalhe a área de obstrução. Uma das técnicas para desentupir é a mãe amamentar em quatro apoios, deixando a mama para baixo. Ela deita o bebê na cama e leva a mama na boca do bebê pois assim facilita a drenagem do leite.

  • Se você sentir nódulos nas mamas, pode fazer calor local (compressa aquecida na região) e massagem, inclusive durante a mamada.
  • Algumas vezes por meio da massagem é possível extrair «o tampão», um pequeno cilindro esbranquiçado composto principalmente por gorduras saturadas.
  • Além disso, pode realizar ordenha manual para tirar o excesso de leite.

É importante não usar bomba elétrica e fazer só uma ordenha de alívio para amolecer a mama. Ao usar bomba, você vai estimular mais a produção de leite e esse não é o objetivo nesta situação. OUTRAS DICAS IMPORTANTES Cuidado com sutiãs muito apertados com bojos e arames pois eles podem facilitar a obstrução de ductos.

Fique atenta ao número do sutiã e busque modelos confortáveis que são próprios para a amamentação. Para evitar um entupimento de ducto, é importante cuidar da mama ou seja, esvaziá-la bem durante a mamada e também evitar uso de cremes hidratantes ou óleos nos mamilos. Na dúvida, consulte sempre um especialista.

Se o ducto entupido não for tratado, pode evoluir para uma mastite (inflamação da mama) e, neste caso, é preciso entrar com medicamento e o problema fica mais difícil e doloroso.

É possível fazer mamoplastia pelo SUS?

CAE aprova oferta de procedimentos estéticos reparatórios pelo SUS Da Agência Senado | 30/05/2023, 11h26 A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou nesta terça-feira (30) projeto que inclui no campo de atuação do Sistema Único de Saúde (SUS) a realização de procedimentos estéticos reparatórios em pacientes submetidos a cirurgia bariátrica, bem como de mamoplastia redutora em casos necessários.

  1. O, do senador Mecias de Jesus (Republicanos-RR), altera a, que define as áreas de exercício da rede pública de saúde.
  2. O texto recebeu parecer favorável do relator, senador Carlos Viana (Podemos-MG).
  3. A proposta segue para análise da Comissão de Assuntos Sociais (CAS).
  4. Tanto a abdominoplastia quanto a mamoplastia redutora são realizadas por serviços de saúde privados.

Mecias defende o direito de pacientes do SUS realizarem tais tratamentos por meio da rede pública. — A obesidade é um dos maiores problemas de saúde pública no país. Esse projeto vai beneficiar exatamente essas pessoas que não têm condições de contratar um cirurgião público particular — afirmou o autor durante a reunião.

Qual o valor de 250 ml de silicone?

Em média, o valor fica entre R$ 2.000,00 e R$ 3.000,00 para o par de silicones de 250 ml de alta qualidade.

Quanto custa uma mamoplastia redutora 2023?

Qual é o valor da mamoplastia redutora em 2023? – O valor da cirurgia de redução de mama, ou mamoplastia redutora, é a partir de R$ 13.311,00 nas principais clínicas de São Paulo (Outubro/2023). O preço varia conforme a estrutura do hospital e a experiência do cirurgião plástico. Mas para saber exatamente quanto custa é necessário passar em avaliação prévia. O Que Fazer Quando Uma Mama Est Maior Que A Outra O preço da redução de mama é personalizado, por isso ele varia conforme alguns fatores. Vale ressaltar que esse preço da cirurgia de redução de mama é uma média do que é cobrado nas melhores clínicas de São Paulo, já que não é possível dizer com exatidão qual é o valor da mamoplastia redutora antes de uma avaliação presencial.

Como saber se é broto mamário?

Você sabe o que é telarca? Nesse artigo mostramos qual é a idade mais comum para o início do desenvolvimento das mamas na puberdade. Bora descobrir Ainda durante a infância, as meninas podem notar dois carocinhos nas m amas. Eles representam o início do desenvolvimento mamário e também são um dos primeiros sinais da puberdade. Este evento tão importante em nossas vidas é chamado de telarca. O que é telarca A telarca é o aparecimento do broto mamário, um ligeiro inchaço nos seios que pode deixá-los mais sensíveis e doloridos. Conforme a pele vai esticando, a menina também pode sentir um pouco de coceira. Por isso, pode ser importante comprar o primeiro sutiã para proteg er as mamas, reduzir o incômodo e deixar a menina mais confortável.

Também é importante ficar atenta para possíveis atritos que podem machucar. Levar uma bolada nos seios, por exemplo, pode ser bastante doloroso. Mas isso não significa que a menina deve deixar de brincar, praticar esportes e fazer tudo quem tem direito. A telarca também marca o início da puberdade, m as isso não significa que a menina já seja adolescente e deva se comportar como tal.

Esse longo período de transição entre a infância e a adolescência tem muitas fases e o surgimento dos carocinhos nas mamas é apenas o primeiro sinal. O desenvolvimento mamário acontece até por volta dos 16 ou 18 anos, então isso significa que os seios podem crescer até essa idade,

Ao notar os primeiros sinais de desenvolvimento das mamas, é importante conversar com a menina para que ela tenha plena consciência das mudanças que já estão ocorrendo e as que estão por vir. Es s e é um momento especial e super excitante, mas também pode gerar muitas dúvidas. Por isso, é importante que a criança esteja cercada por adultos em quem confie e com quem possa conversar abertamente.

Qual é a idade mais comum para o surgimento da telarca? As mamas geralmente começam a se desenvolver entre 8 e 13 anos de idade, O acompanhamento do pediatra e, mais tarde, do ginecologista é fundamental para assegurar um desenvolvimento saudável e dentro do esperado. Pais e mães devem ficar atentos para o surgimento precoce ou tardio dos brotos mamários. Se as mamas se desenvolvem muito cedo ou muito tarde, é bem provável que os demais sinais de puberdade também vão aparecer antes ou depois do que deveriam, como os primeiros pelinhos, o estirão (quando a menina cresce bastante) e a primeira menstruação,

Consultar o médico nesses casos é importante, pois o profissional de saúde pode identificar qualquer problema de saúde e sugerir um plano de a ção se necessário. Camila Luz Jornalista formada pela Cásper Líbero, estudou Mídias Internacionais na Université Paris 8 e é mestre em Jornalismo e Direitos Humanos, com especialização em Diplomacia, pela Sciences Po Paris.

Escreve sobre saúde, ciência e tecnologia desde 2016, com maior dedicação à saúde da mulher. Também é consultora em comunicação para organizações internacionais. Vive em Washington D.C. (EUA) e é fã assídua dos livros da Elena Ferrante.

É normal o broto mamário doer?

PUBERDADE NORMAL NO SEXO FEMININO 1-Conceito de puberdade normal Puberdade é a fase da vida onde acontece a transição da infância para idade adulta. É na puberdade que ocorre o desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários (mamas, pelos e menstruação), o estirão puberal (aumento na altura) e as alterações psicossomáticas ( mudança de comportamento e interesse pelo sexo oposto).

A puberdade aparece nas meninas entre os 8 e 15 anos. Denomina-se puberdade precoce o aparecimento dos caracteres sexuais secundários antes dos 8 anos, ou a primeira menstruação antes dos 9 anos, e puberdade tardia o não desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários antes dos 14 anos, ou a ausência de menstruação após os 16 anos.

Puberdade e adolescência são conceitos diferentes, embora interligados. Puberdade é um termo que engloba essencialmente o desenvolvimento somático ou biológico, Adolescência é um termo mais abrangente, que inclui as alterações físicas, mas principalmente psíquicas que ocorrem nesta fase da vida e geralmente inicia-se com a puberdade, mas se estende para a maioria dos autores até os 18 ou 21 anos.

  1. Adolescência é a fase de transição entre a infância e a maturidade, sendo marcada por conjunto de manifestações biopsicossociais.2-Fisiologia da Puberdade O feto começa a desenvolver o útero, ovários ou testísculos, já 6ª semana de gestação.
  2. Entre o 5° e o 6° mês de gestação os ovários e os testículos já estão formados e permanecem inativos até a puberdade, quando os hormônios começam a ser produzidos e desenvolvendo os caracteres sexuais secundários, ou seja, a diferenciação sexual se torna mais evidente.

Além dos hormônios femininos, ocorre ainda na puberdade a liberação do hormônio do crescimento (GH) e o estirão puberal. Desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários Telarca A telarca é a primeira manifestação física da puberdade em 85-92% das meninas.

  • A telarca começa por volta dos 10 anos, com o aparecimento do broto mamário, que é uma discreta elevação da mama e da papila, geralmente dolorosa e a princípio unilateral e prossegue até o seu desenvolvimento total que ocorre geralmente em 4 anos.
  • O desenvolvimento da mama foi classificado por Marchall e Tanner em 5 estágios, de acordo com a evolução (figura 1): -estágio 1- elevação da papila (prépuberal) -estádio 2- elevação discreta da papila, com aumento do diâmetro areolar (broto mamário) -estádio 3-maior elevação da mama e da papila sem separação dos contornos da aréola e mama; -estádio 4- separação dos contornos da aréola da mama; -estádio 5-mama e aréola no mesmo plano, e projeção exclusiva da papila.

O desenvolvimento das mamas depende dos hormônios sexuais e não se faz de forma simétrica. É normal o aparecimento de apenas um dos brotos mamários, acompanhado de dor, que pode erroneamente ser confundido com mastite ou tumor. A assimetria mamária na fase do desenvolvimento também pode ocorrer, até o desenvolvimento completo da mama, que ocorre entre os 16 e 18 anos de idade.

  1. Pubarca A pubarca é a primeira manifestação da puberdade em 20% das meninas, geralmente de ascendência africana.
  2. Os pelos púbicos começam a se desenvolver por volta dos 11 –12 anos.
  3. O crescimento dos pelos dependem diretamente dos hormônios da supra-renal.
  4. Axilarca O aparecimento dos pelos axilares acontecem por volta dos 12 anos e dependem dos hormônios da suprarenal e ovarianos.

Nesta época ocorre aumento da secreção glandular e conseqüente proliferação de bactérias nas axilas, causando o odor. Estirão puberal Após o início da telarca a menina começa a adquirir altura, podendo aumentar a estatura de 6 a 9 cm em 1 ano. Pouco antes da menarca ocorre o pico no crescimento e em média após a menarca a menina reduz drasticamente o crescimento e este cessa entre os 15 e 16 anos.

  1. A estatura final depende de vários fatores: genéticos, nutricionais, atividade física, etc.
  2. PUBERDADE PRECOCE 1-Definição de puberdade precoce Caracteriza-se puberdade precoce (PP) como sendo o desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários antes dos 8 anos de idade, ou o aparecimento da menarca antes dos 9 anos.

PP ocorre em 1- 3% das meninas, A puberdade precoce pode ser classificada, segundo a etiopatogenia em: puberdade precoce central, quando ocorre uma ativação precoce do eixo hipotálamo-hipofisário-ovariano, ou por lesão do feixe inibidor das gonadotrofinas, ou por estimulação da produção de GnRH.; e puberdade precoce periférica, quando os caracteres sexuais secundários ou a menarca ocorrem independentemente do GnRH.

Em alguns casos pode ocorrer o crescimento isolado da telarca (telarca precoce) ou dos pelos púbicos (pubarca isolada).2-Etiopatogenia 2-1-Puberdade precoce central, – Idiopática, -tumores do SNC: tumores secretantes de GnRH e tumores do SNC não secretantes de GnRH. Nestes casos a PP é decorrente da lesão dos fatores que inibem a liberação do GnRH.

-outras lesões do SNC não tumorais: anomalia congênita (hidrocefalia, síndrome da sela túrcica vazia, etc); síndrome de Arnold – Chiari; encefalite; hidrocefalia, sarcoidose, tuberculose, síndrome pós – cirúrgica, síndrome pós – traumática, síndrome pós – encefálica, abscesso cerebral, epilepsia, retardamento mental, síndrome de Silver, neurofibromatose, glioma óptico, cisto do terceiro ventrículo, malformações vasculares.2-2-Puberdade precoce periférica.

Administração exógena de estrogênios e androgênios ou alimentos com isoflavonas4. – Distúrbios da suprarenal: defeitos enzimáticos (deficiência da 21-hidroxilase; deficiência da 11-hidroxilase; deficiência da 3-b-hidroxidesidrogenase) e tumores de supra-renal. – Causa ovariana: cisto folicular, carcinomas, cistoadenomas, gonadoblastomas, tumores das células da granulosa, tumores de células lipoídicas, tecomas, síndrome de McCune- Albright.2-3-Etiologia desconhecida : – telarca precoce, pubarca precoce, menarca precoce (questionada pela maioria dos autores) e hipotireoidismo.3-Diagóstico 3-1-Anamnese: – interrogar sobre o início do aparecimento da telarca e/ ou pubarca, tempo de evolução, presença de sangramento vaginal e sua periodicidade, assim como a existência ou não de outros sintomas associados, tais como cefaléia, escotomas, dor abdominal, etc.

A seguir dirige-se interrogatório para os antecedentes familiares e pessoais: existência de outros casos semelhantes na família, idade em que a mãe menstruou, medicações e hormônios administrados na mãe durante a gravidez ou durante o aleitamento, presença de infecções intrauterinas, tipo de parto, tempo de duração do trabalho de parto, índice de Apgar, tempo que permaneceu internada após o nascimento, desenvolvimento neuropsicomotor e escolar; intercorrências clínicas e infecciosas, cirúrgicas ou traumas.3-2-Exame físico: -aspecto geral: avaliação do estado geral dando destaque para o grau de nutrição e quantidade de tecido adiposo, massa muscular, desenvolvimento pondoestatural, pressão arterial, presença de estigmas, hirsutismo, acne e manchas; durante o exame físico a avaliação do peso e principalmente da altura.

Os valores do peso e altura devem ser colocados em gráficos padronizados para a população estudada e acompanhados em todas as visitas de retorno. -exame das mamas: o desenvolvimento do parênquima mamário deve ser observado e anotado segundo os critérios da classificação de Tanner. Durante o desenvolvimento mamário é freqüente o crescimento das mamas de forma assimétrica.

O aparecimento do o broto mamário em apenas uma das mamas, acompanhado de dor, pode levar o clínico ou cirurgião a diagnosticar erroneamente o mesmo como tumor, e extraí-lo. Por isto, é importante salientar que as mamas podem desenvolver-se de forma assimétrica, durante a puberdade.

A conduta é sempre expectante, até o término do desenvolvimento que acontece entre os 16 e 18 anos de idade. -avaliação dos pelos púbicos: características e classificação, também segundo os critérios de Tanner; -exame das axilas para verificação da presença de pelos e odor; -palpação do abdome: este exame é fundamental para detecção de tumores.3-3- Exames subsidiários – raios X de mão e punho para avaliar idade óssea.

Sempre que a diferença entre a idade óssea e a idade cronológica for igual ou superior a 2 anos, a conduta ativa pode ser necessária, para impedir o fechamento precoce das epífises dos ossos longos; – dosagens hormonais: estrogênios, FSH, LH, TSH, T3 e T4, androstenediona, sulfato de deidroepiandrosterona, testosterona, 17 – hidroxiprogesterona,.

Quando a dosagem do FSH e dos estrogênios forem normais para a idade, os exames devem ser repetidos após a administração do GnRh ; – teste do GnRH e da cortrosina – ultrassonografia da pelve para avaliar o tamanho do útero, espessura do endométrio, tamanho dos ovários e presença de cistos, – raios X de crânio para verificar a sela túrcica, – tomografia computadorizada e/ou ressonância magnética do crânio e abdome, e pelve, – avaliação neurológica, quando necessário, outros exames : eletroencefalograma,sorologia para toxoplasmose, tuberculose, etc.4-TRATAMENTO O tratamento da puberdade precoce visa: – supressão do eixo hipotálamo / hipófise / gonadal; – regressão dos caracteres sexuais secundários, incluindo a parada das menstruações; – desaceleração do avanço da idade óssea em conjunto com a retomada de velocidade de crescimento normal, com o objetivo de assegurar estatura adequada na vida adulta; – resolução dos problemas psicossociais associados ao desenvolvimento puberal precoce; – remoção do fator etiopatogênico A abordagem terapêutica da puberdade precoce deve se basear nos seguintes ítens: 1-Fator etiológico A determinação do fator etiológico é fundamental para o sucesso da terapêutica.

O ideal é que o tratamento seja acompanhado por uma equipe multidisciplinar. A extirpação dos tumores deve ser feita sempre que possível, embora, em alguns casos de tumores intracranianos (tais como prolactinomas ou hamartomas) dependendo da localização e tamanho é preferível a conduta clínica.

  1. As lesões neurológicas, causadas por agentes infecciosos tais como toxoplasmose, tuberculose devem ser tratadas com quimioterápicos específicos.
  2. Nos casos de traumas neurológicos, as sequelas neurológicas, podem acarretar epilepsia, problemas cognitivos e /ou motores.
  3. A conduta neurológica nestes casos deve ser prioritária.
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Disfunções da tireóide devem ser pesquisadas e corrigidas. A utilização inadequada de hormônios, ou para corrigir outras entidades patológicas, tais como coalescência de ninfas ou pela ingestão de carnes que contenham esteróides, pode ser responsabilizada por muitos casos de telarca e / ou pubarca precoce.

Outra fonte exógena de hormônios é a ingestão de alimentos contendo altos teores de soja ou isoflavonas, Disfunções da suprarrenal são geralmente acompanhadas de hirsutismo, acne, e / ou hipertensão, e o tratamento consiste na correção do distúrbio endocrinológico ou na remoção do tumor da suprarrenal.2- Bloqueio das gonadotrofinas Medicamentos utilizados na puberdade precoce: a- agonistas do GnRH ( GnRH-a ) – úteis apenas para puberdade precoce central Importante salientar que o bloqueio das gonadotrofinas somente deve ser feito após a comprovação de que a puberdade precoce é de origem central (PPC), através do teste de estimulação da hipófise com GnRH.

Os análogos utilizados sob a forma de depósito, para o tratamento da puberdade precoce central, são administrados nas dosagens de 0,06 a 0,6 mg / kg / dose/ IM ou subcutânea, transdérmica ou de administração nasal. No Brasil os medicamentos mais empregados são: acetato de Leuprorrelina (3,75 mg, 7,5 mg, 11,25 mg ou 11,25mg), acetato de gosserrelina (3,6 mg; 10,8 mg) e Triptorrelina (3,75 mg, 11,25),

  1. A administração dependerá da resposta e da dose utilizada.
  2. A administração trimestral pode ser mais cômoda,
  3. Estudos demonstram que a administração do análogo pode melhorar a altura resultante na fase adulta com 3 a 5 cm acima da altura prevista desde que respeitados os seguintes critérios: -a interrupção do tratamento geralmente ocorre quando a idade óssea atinge 12 anos ou quando a idade cronológica ao redor de 10 anos -efeitos colaterais: reação anafilática, reações máculopapulares, urticária e abscessos b-Acetato de Medroxiprogesterona ( AMP ) O acetato de medroxiprogesterona pode ser utilizado tanto na puberdade precoce de causa central, como na puberdade precoce periférica.

O AMP atua bloqueando a secreção de gonadotropinas, através de dois mecanismos : feedback negativo no hipotálamo / hipófise, e pela diminuição dos estrogênios As doses utilizadas são: 10 a 30 mg/dia /via oral ou 100 a 200 mg / semanal ou quinzenal/ IM,

  • Em meninas com 7 anos ou mais, pode ser iniciado o tratamento com uma ampola de 150mg de acetato de medroxiprogesterona IM, repetindo a segunda dose após 45 a 60 dias e as seguintes após 90 dias.
  • O intervalo entre as injeções será determinado pela inibição do eixo hipotalâmico-hipófisário.
  • Embora haja redução no desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários, e bloqueio da menstruação, não se demonstrou uma ação sobre a estatura final.

Durante o uso da medicação deve-se controlar o peso por causa dos efeitos glicocorticóides. c-Acetato de ciproterona O acetato de ciproterona ( ACP ) é um derivado da progesterona, que tem ação anti-androgênica, atividade antigonadotrópica e inibe diretamente a esteroidogênese adrenal e ovariana e é pouco usado no Brasil, devido ao seu alto custo e efeitos colaterais,

Outros medicamentos, também são descritos na literatura, tais como: – Hormônios do crescimento (GH) Os Hormônios do crescimento auxiliam no tratamento aumentando a estatura final Os hormônios do crescimento devem ser administrados diariamente e são fundamentais nos pacientes em que a dosagem dos mesmos estiverem reduzidas.

– Inibidores da aromatase Os inibidores da aromatase atuam impedindo a transformação do androgênios em estrogênios, Em pediatria podem ser uteis para tratamento de pacientes com síndrome de Peutz-Jeghers and McCune-Albright CASOS ESPECIAIS Telarca precoce isolada: A telarca precoce geralmente é um fato isolado, quando ocorre nos primeiros anos de vida, não merecendo tratamento, desde que não apresente alteração na idade óssea.

  • A telarca precoce isolada é freqüente, e ocorre geralmente nos primeiros meses de vida até os 3 anos de idade.
  • Embora à palpação seja observado o broto mamário, este regride espontaneamente após os 3 anos e a única conduta a ser adotada é a expectante.
  • A telarca precoce isolada pode ocorrer também com a ingestão de alimentos contendo grande quantidade de soja ou isoflavonas.

Nestes casos a conduta é sempre a interrupção da administração. Por isto nos casos de telarca precoce isolada, a pesquisa dos fatores externos e dos hábitos alimentares é fundamental. Pubarca precoce isolada: Geralmente aparece em meninas com idade entre 6 e 7 anos, sem desenvolvimento das mamas e não necessita de tratamento, desde que todos os exames da suprarrenal não tenham revelado nenhuma alteração.

Síndrome de Mc Cune – Albright8 Esta síndrome caracteriza-se por mancha da cor de café com leite no corpo, geralmente nos membros, e produção autóctone de estrogênio pelos ovários causando a puberdade precoce. Além disto, podem ocorrer outras alterações endócrinas, tais como hipertiroidismo e alterações ósseas (geralmente na calota craniana).

Esta síndrome pode se manifestar já nos primeiros anos de vida, e devido ao grande aumento do volume dos ovários estes podem se torcer e necrosar, levando a um quadro de abdome agudo. Os progestagênios podem ser usados em grandes doses, para reduzir a ação dos estrogênios sobre o endométrio, e inibir os receptores de estrogênios.

Outra alternativa de tratamento, é o uso de inibidores da aromatase. Em ambos os casos os resultados ainda são insatisfatórios. Alguns autores9 utilizaram o cetoconazol, mas o uso prolongado pode ter efeitos colaterais importantes para o fígado. PUBERDADE TARDIA 1-Conceito de puberdade tardia Define-se puberdade tardia como sendo a ausência dos caracteres sexuais secundários após 13 anos.

A ausência da menarca após os 16 anos é denominada amenorréia primária.2-Etiopatogenia A puberdade tardia pode ser dividida em 2 grupos: – hipogonadismo hipergonadotrófico (comprometimento primário do ovário); – hipogonadismo hipogonadotrófico – Hipogonadismo hipergonadotrófico O hipogonadismo hipergonadotrófico ocorre quando há comprometimento da produção hormonal pelos ovários.

  • Nestes casos os níveis hormonais de estrogênio e progesterona são baixos, e as dosagens do LH e principalmente do FSH encontram-se aumentadas.
  • Pertencem a este grupo: – disgenesia gonadal ( disgenesia gonadal pura ou Síndrome de Turner); – falência ovariana secundária a irradiação, quimioterapia ou cirurgia; – ooforite autoimune; – síndrome da resistência ovariana às gonadotrofinas ( síndrome de Savage); – deficiência de 17-a-hidroxilase ou deficiência da aromatase; – outras: miotonia distrófica, sarcoidose, ooforite gonocócica, infiltração ovariana por tuberculose ou mucopolissacaridose,etc.

Hipogonadismo hipogonadotrópico Hipogonadismo hipogonadotrópico é o termo utilizado para pacientes com níveis de gonadotrofinas baixos ou normais e ausência no desenvolvimento dos caracteres sexuais secundários e amenorréia.1-causa constitucional ou familiar; 1 2-alterações no eixo hipotálamo-hipofisário: tumores do sistema nervoso central (SNC), doenças inflamatórias ou infecciosas que acometem o SNC, síndrome de Kallmann, amenorréia da atleta, pan-hipopituitarismo, etc.3-doenças que acometem o estado geral e nutritivo: desnutrição, anorexia nervosa, doença de Crohn, síndrome da imunodeficiência adquirida, insuficiência renal e hepática, etc.3-Diagnóstico 3-1-Anamnese O quadro clínico caracteriza-se pela ausência dos caracteres sexuais secundários após os 14 anos.

Ao exame físico observa-se ausência de desenvolvimento do parênquima mamário e / ou dos pelos púbicos e /ou axilares. Na anamnese deve-se pesquisar: -antecedentes familiares: idade em que a mãe menstruou, casos semelhantes na família, endocrinopatias, neuropatias ou tumores nos antecedentes familiares.

-antecedentes pessoais: desenvolvimento neuropsicomotor e escolar, presença de intercorrências infecciosas, cirúrgicas ou clínicas (hipotireoidismo ou hipoglicemia), anomalias congênitas, linfedema (síndrome de Turner) uso de medicamentos ou quimioterápicos, irradiação para tratamento de doenças malignas,

Interrogar sobre dor abdominal, diarréia, cefaléias, sintomas neurológicos, olfato, mudanças no peso, distúrbios alimentares, atividade sexual, medicações, stress emocional, drogadição, esportes competitivos, hirsutismo, etc.3-2- Exame físico : -peso e altura, que devem ser anotados em gráficos próprios e observados se estão dentro dos limites de normalidade para a idade; -aspecto geral: presença de estigmas, distribuição da gordura, presença de obesidade ou desnutrição, hirsutismo ou acne; -palpação da tireóide; -palpação das mamas: avaliar se ocorreu o desenvolvimento das mamas, se são simétricas e classificar segundo os critérios de Tanner; -pêlos axilares; -palpação do abdômen e das regiões inguinais, para detecção de tumores, ou testículos; -inspeção da genitália externa; avaliar o crescimento dos pelos púbicos, características e classificação, também segundo os critérios de Tanner; efeito estrogênico, clitoromegalia, e presença do orifício himenal ; – em adolescentes que já iniciaram a atividade sexual deve-se realizar o exame de toque e especular.

Em meninas virgens postergamos o exame de toque retal e solicitamos o exame de USG pélvica por via abdominal ou a ressonância magnética, para não traumatizar.3-3- Exames subsidiários: -cariótipo e cariograma; -dosagens hormonais: FSH e LH, estrogênios totais, prolactina, testosterona, SDHEA, 17-hidroxiprogesterona, androstenediona, TSH, T3, T4; -USG pélvica (para avaliar útero e ovários) e abdominal (para avaliar aparelho urinário, supra renal ou tumores); – ressonância magnética da pelve e/ou abdome -Raios X de crânio, tomografia computadorizada e/ou ressonância magnética de crânio e abdome; -Raios X de mão e punho esquerdo para avaliar idade óssea; -Teste da estimulação da hipófise com GnRH; -teste de estimulação da suprarrenal com ACTH; -avaliação neurológica, quando necessário; -outros exames: sorologia para tuberculose, HIV, avaliação hepática e renal,etc.4-Tratamento 4-1-Correção da doença de base, especialmente em pacientes com tumores do SNC, anorexia nervosa, desnutrição, hiperplasia da suprarrenal, etc.4-2- Terapia de reposição hormonal Os objetivos da reposição hormonal são: induzir um desenvolvimento mamário e menstruação, aumentar a velocidade de crescimento3, e promover adequada massa óssea.

A idade para se iniciar a terapia de reposição hormonal deve se basear nos seguintes parâmetros: na massa óssea, no fechamento da epífise dos ossos longos e nas repercussões psicológicas da ausência dos caracteres sexuais secundários na menina. Em pacientes com útero intacto, a terapia de reposição hormonal (TRH) requer o uso do estrogênio e de progesterona.4-3 – Hormônio do crescimento O uso do hormônio do crescimento (GH) para tratamento dos pacientes com baixa estatura pode ser útil, principalmente em meninas com síndrome de Turner, síndrome de Prader-Willi, crianças com insuficiência renal crônica ou crianças nascidas PIG, entretanto ainda é polêmica a sua indicação para tratamento de crianças com baixa estatura idiopática.

Independente da indicação do tratamento com GH uma constante observada em todos os estudos é a grande variabilidade de resposta individual.4-4- apoio psicológico à família e à menina. Quando questionado sobre o futuro obstétrico ser cauteloso na resposta para não agravar o quadro psicológico.4-5 tratamentos complementares: -na síndrome de Turner e na disgenesia gonádica pura antes de iniciar a TRH deve-se pesquisar o cariótipo, e na presença do Y efetuar a ooforectomia bilateral, para evitar a transformação da gônada em um tumor maligno (geralmente da linha germinativa).

  • A administração do hormônio do crescimento antes da TRH é importante para que a paciente tenha um melhor prognóstico na estatura final.
  • Nas pacientes com da hiperplasia da supra-renal é aconselhável iniciar o tratamento com o corticóide e somente depois avaliar a necessidade ou não de repor estrogênios e progestogênios.

– no hiperprolactinoma deve-se administrar bromoergocriptina (diariamente) ou cabergolina (duas vezes por semana). – na anorexia nervosa a psicoterapia é fundamental, associada a TRH e a reposição calórica. Algumas pacientes necessitam de internação. Crédito foto: Designed by Freepik

Como aliviar a dor do broto mamário?

Dor na mama: principais causas – 1 –Puberdade No início da puberdade os hormônios estão à flor da pele, pois é durante esse período que a mulher começa a sentir mudanças tanto físicas quanto biológicas e a dor pode estar relacionada com essas mudanças.

O que fazer? Não há tratamento para a dor causada pela puberdade, pois é algo natural da mulher. No entanto, compressas com pano quente ou tomar banho com água morna podem ajudar a aliviar o desconforto. Também é importante deixar os seis confortáveis com sutiãs adequados para o tamanho dos seios.2 – Cistos na mama Os cistos na mama podem levar ao desenvolvimento de nódulos, mas não necessariamente estão ligados à incidência do câncer de mama.

O que fazer? Deve-se marcar uma consulta com um mastologista, a fim de que ele possa analisar o caso e prescrever um tratamento adequado.3 – TPM Alguns dias antes do período menstrual as alterações hormonais que ocorrem no corpo da mulher podem causar mastalgia.

  1. As dores causam pontadas, sensibilidade no bico da mama e dor ao tocar os seios.
  2. O sintoma é tido como normal quando tem curta duração, mas se ultrapassar 10 dias e irradiar para outros locais como axilas e braços deve-se marcar consulta com mastologista para avaliar caso a caso.
  3. O que fazer? Geralmente são receitados medicamentos analgésicos para conter a dor.

Vitaminas e outros tratamentos também podem ser indicados.3 – Gravidez Os seios ficam extremamente sensíveis no início da gravidez devido a produção do leite materno e o crescimento das glândulas mamárias. O que fazer? É recomendado também fazer compressa com pano frio e tomar banho com água morna pode aumentar a produção de leite e intensificar o desconforto.

  • Também deve se realizar massagens com óleos naturais que hidratam e alivia o desconforto.
  • É aconselhável o uso de sutiãs próprios para amamentação, pois eles dão suporte necessário para os seios.4 – Mudança de pílula anticoncepcional A mudança de pílula anticoncepcional também pode acarretar em dores nas mamas, já que estamos falando de mudanças hormonais.

Toda e qualquer alteração hormonal pode impactar nos seios, fazendo-os a doer. O que fazer? É necessário identificar o dia que você começou a utilizar o novo anticoncepcional e o dia em que começaram as dores. Marque uma consulta e converse com seu médico.5 – Câncer de Mama A dor mamária pode estar associada ao câncer de mama, porém é raro que aconteça no início.

O que é uma hipertrofia mamária?

Publicado em 03/05/2021 17h07 Foto: Reprodução TV WEB CLDF Projeto é de autoria do deputado Eduardo Pedrosa (PTC) foi aprovado pela CESC As mulheres com hipertrofia mamária ou gigantomastia bilateral, em casos de seios excessivamente grandes, terão assegurada a realização de mamoplastia redutora na rede hospitalar pública ou por convênio junto ao Sistema Único de Saúde (SUS).

  1. Este é o teor do PL 1.808/2021, do deputado Eduardo Pedrosa (PTC), aprovado pela Comissão de Educação, Saúde e Cultura (CESC) da Câmara Legislativa, na tarde desta segunda-feira (3).
  2. O texto alerta que os procedimentos cirúrgicos apenas serão realizados caso a paciente apresente sinais e sintomas de sofrimento do sistema músculo esquelético, que ocorre quando a hipertrofia mamária repercute sobre a coluna vertebral.

A real necessidade da paciente deve ser comprovada por laudo médico. Ainda de acordo com o projeto, além do acesso à cirurgia de mamoplastia redutora, a paciente terá a garantia de atendimento médico especializado e fornecimento gratuito de medicamentos no pós-operatório.

O deputado Pedrosa explica que a hipertrofia mamária é definida como o aumento anormal das mamas, e tem sido associada ao surgimento de vários sintomas relacionados ao sistema músculo esquelético, sendo que as queixas incluem dores no pescoço e na coluna, dores de cabeça, sulcos nos ombros com depressões dolorosas na pele produzidas pelo sutiã, alterações na pele do sulco inframamário e dormência das mãos e dedos.

O peso excessivo das mamas pode causar ainda alterações irreversíveis na anatomia da coluna vertebral, como hérnias de disco e desvios na coluna. Além das dores na coluna, nos ombros, pescoço e nas costas, as pacientes apresentam má postura e relatam dificuldades para fazer atividades físicas, bem como limitações sociais, descreve o parlamentar, ao reforçar que a hipertrofia mamária é uma doença, segundo a Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Em contrapartida, a mamoplastia redutora diminui o tamanho e o volume dos seios, oferecendo uma sensação de alívio, maior qualidade de vida e melhoria da autoestima das pacientes, defende Pedrosa. Em parecer favorável, a relatora da proposta na CESC, deputada Arlete Sampaio (PT), acrescentou que a correção do problema por meio de intervenção cirúrgica deixa as medidas das mamas em harmonia e equilíbrio.

A parlamentar argumentou pelo acesso universal a serviços para proteção e recuperação da saúde. Antes de ir à votação em plenário, o projeto passará pela apreciação das comissões de Constituição e Justiça (CCJ) e Economia, Orçamento e Finanças (CEOF).

Porque a auréola muda de tamanho?

Tamanho – O tamanho das aréolas e mamilos estão relacionadas muitas vezes a fatores genéticos, aumento de peso, a alterações hormonais na gravidez, amamentação e maternidade.