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O Que Um Conto?

O Que Um Conto

Qual é a definição de um conto?

Conto é uma narrativa curta que, em geral, apresenta apenas um conflito. Algumas subdivisões desse gênero são: o conto fantástico e o conto de fadas. O conto possui características específicas e é bastante comum na tradição literária brasileira.

Qual é o exemplo de conto?

A Cartomante, de Machado de Assis. O Gato Vaidoso, de Monteiro Lobato. Presépio, de Carlos Drummond de Andrade. Feliz Aniversário, de Clarice Lispector.

Qual é a função de um conto?

Para que serve um conto? – O gênero conto, assim como os demais textos narrativos, são uma forma de arte. Por meio dele, muitos autores se consagraram na literatura e no imaginário popular, sendo responsáveis por entreter, divertir, emocionar e despertar paixões em leitores ao redor do mundo. Alguns exemplos de grandes contadores são:

Monteiro Lobato ; Clarice Lispector ;Mário de Andrade;Charles Dickens;Virginia Woolf;J.R.R. Tolkien.

O que não pode faltar em um conto?

Elementos de um conto – Para que uma narrativa seja considerada um conto, alguns elementos são muito importantes: personagens, narrador, tempo, espaço, enredo e conflito.

    São os elementos de um conto?

    Elementos de um conto – Para que uma narrativa seja considerada um conto, alguns elementos são muito importantes: personagens, narrador, tempo, espaço, enredo e conflito.

      O que é um conto curto?

      Contos curtinhos. Contos curtinhos: primeiras leituras Você sabe o que é um conto? O conto é um tipo de história literária. Geralmente, é uma obra de ficção, ou seja, de faz de conta, pois retrata um mundo de fantasia a partir da imaginação de quem o escreveu.

      1. O conto tem narrador e um enredo, isto é, uma história que vai se desenvolver com começo, meio e fim.
      2. O que faz do conto um conto é o seu tamanho.
      3. Diferente de outros textos, o conto costuma ser pequeno, menor que um romance, mas apesar de ser pequeno, ele apresenta uma estrutura fechada e um clímax, que é o momento de tensão da história.

      São poucos os personagens do conto, mesmo porque não haveria tempo para que várias histórias de vários personagens fossem desenvolvidas. Para você entender melhor o que é um conto, nada melhor do que aprender na prática, certo? Selecionamos para você três contos muito legais de autores que se dedicaram à literatura infantil e que farão você sentir vontade de conhecer cada vez mais sobre o gênero.

      • Viva a paz!
      • (Tatiana Belinky)

      Dois gatinhos assanhados se atracaram, enfezados. A dona se irritou e a vassoura agarrou! E apesar do frio, na hora, os varreu porta afora, bem no meio do inverno, com um frio «do inferno»! Os gatinhos, assustados, se encolheram, já gelados, junto à porta, no jardim, aguardando o triste fim!

      1. O conto é um tipo de narrativa que costuma ser curtinho, mas apresenta começo, meio e fim

      De terror acovardados, os dois gatinhos, coitados, não puderam nem miar, lamentando tanto azar! Sem ouvir nenhum miado, a dona, por seu lado, dos gatinhos teve dó, e a porta abriu de uma vez só! Mesmo estando tão gelados, os dois gatinhos arrepiados Zás! Bem junto do fogão surgem, sem reclamação! E a dona comentou: tanto faz quem começou! Uma encrenca boba assim bom é que tenha logo um fim! E ela acrescentou, então, não querem brigar mais, não? E os gatinhos, enroscados, esqueceram da briga, aliviados.

      • Bruxas não existem
      • (Moacyr Scliar)

      Quando eu era garoto, acreditava em bruxas, mulheres malvadas que passavam o tempo todo maquinando coisas perversas. Os meus amigos também acreditavam nisso. A prova para nós era uma mulher muito velha, uma solteirona que morava numa casinha caindo aos pedaços no fim de nossa rua.

      • Seu nome era Ana Custódio, mas nós só a chamávamos de «bruxa».
      • Era muito feia, ela; gorda, enorme, os cabelos pareciam palha, o nariz era comprido, ela tinha uma enorme verruga no queixo.
      • E estava sempre falando sozinha.
      • Nunca tínhamos entrado na casa, mas tínhamos a certeza de que, se fizéssemos isso, nós a encontraríamos preparando venenos num grande caldeirão.

      Nossa diversão predileta era incomodá-la. Volta e meia invadíamos o pequeno pátio para dali roubar frutas e quando, por acaso, a velha saía à rua para fazer compras no pequeno armazém ali perto, corríamos atrás dela gritando «bruxa, bruxa!». Geralmente, os contos contam uma história de faz de conta, apresentando personagens nascidos na imaginação do autor Um dia encontramos, no meio da rua, um bode morto. A quem pertencera esse animal nós não sabíamos, mas logo descobrimos o que fazer com ele: jogá-lo na casa da bruxa.

      • O que seria fácil.
      • Ao contrário do que sempre acontecia, naquela manhã, e talvez por esquecimento, ela deixara aberta a janela da frente.
      • Sob comando do João Pedro, que era o nosso líder, levantamos o bicho, que era grande e pesava bastante, e com muito esforço nós o levamos até a janela.
      • Tentamos empurrá-lo para dentro, mas aí os chifres ficaram presos na cortina.

      – Vamos logo – gritava o João Pedro -, antes que a bruxa apareça. E ela apareceu. No momento exato em que, finalmente, conseguíamos introduzir o bode pela janela, a porta se abriu e ali estava ela, a bruxa, empunhando um cabo de vassoura. Rindo, saímos correndo.

      Eu, gordinho, era o último. E então aconteceu. De repente, enfiei o pé num buraco e caí. De imediato senti uma dor terrível na perna e não tive dúvida: estava quebrada. Gemendo, tentei me levantar, mas não consegui. E a bruxa, caminhando com dificuldade, mas com o cabo de vassoura na mão, aproximava-se. Àquela altura a turma estava longe, ninguém poderia me ajudar.

      E a mulher sem dúvida descarregaria em mim sua fúria. Em um momento, ela estava junto a mim, transtornada de raiva. Mas aí viu a minha perna, e instantaneamente mudou. Agachou-se junto a mim e começou a examiná-la com uma habilidade surpreendente. – Está quebrada – disse por fim.

      1. Mas podemos dar um jeito.
      2. Não se preocupe, sei fazer isso.
      3. Fui enfermeira muitos anos, trabalhei em hospital.
      4. Confie em mim.
      5. Dividiu o cabo de vassoura em três pedaços e com eles, e com seu cinto de pano, improvisou uma tala, imobilizando-me a perna.
      6. A dor diminuiu muito e, amparado nela, fui até minha casa.

      «Chame uma ambulância», disse a mulher à minha mãe. Sorriu. Tudo ficou bem. Levaram-me para o hospital, o médico engessou minha perna e em poucas semanas eu estava recuperado. Desde então, deixei de acreditar em bruxas. E tornei-me grande amigo de uma senhora que morava em minha rua, uma senhora muito boa que se chamava Ana Custódio.

      1. Caixinha mágica
      2. (Roseana Murray)

      Fabrico uma caixa mágica para guardar o que não cabe em nenhum lugar: a minha sombra em dias de muito sol, o amarelo que sobra do girassol, um suspiro de beija-flor, invisíveis lágrimas de amor. Os contos podem vir em forma de prosa ou em forma de versos. Podem, inclusive, ter um monte de rimas! Fabrico a caixa com vento, palavras e desequilíbrio e, para fechá-la com tudo o que leva dentro, basta uma gota de tempo.

      • O que é que você quer esconder na minha caixa?
      • Por Luana Castro
      • Graduada em Letras
      • Aproveite para conferir nossa videoaula relacionada ao assunto:

      : Contos curtinhos. Contos curtinhos: primeiras leituras

      Qual é o conto mais curto?

      Ernest Hemingway e o «conto mais curto do mundo» Ernest Hemingway foi um escritor americano, nascido no fim do século XIX, que fez parte da chamada «geração perdida», ao lado de nomes como Fitzgerald, Pound e T.S. Elliot. Autor de obras célebres como «O sol também se levanta» e «Por quem os sinos dobram», Hemingway ficou conhecido por ter um estilo próprio de escrita, marcadamente conciso e seco.

      1. O americano não desperdiçava palavras, e não floreava suas cenas desnecessariamente.
      2. Suas páginas são simples, sem adornos, e Hemingway não tenta tirar poesia de cada situação, exageradamente, forçadamente, o que acaba por permitir que a poesia surja naturalmente, de palavras cotidianas combinadas com uma narrativa eficiente e bem-cuidada.

      Assim chegamos ao ponto principal: os contos de Hemingway. De modo geral, considero que são o que ele de melhor produziu. Digo isso precisamente por conta dessa concisão que caracterizava sua escrita. Os leitores da nossa revista provavelmente viram no texto acerca do conto, escrito pelo Gustavo, as características de concisão e tensão enfatizadas por Edgar Allan Poe.

      1. Esse é ponto assentado: o conto não desperdiça palavras e atinge seu efeito pretendido através da tensão advinda das poucas palavras.
      2. Minha intenção aqui é a de mostrar por que considero Hemingway um ótimo contista, e é exatamente pelo que eu disse acima: sua concisão, sua capacidade de falar muito com poucas palavras e nos atingir em cheio.

      Por isso, não tive dúvida sobre que conto trazer. Bastante famoso, ele continua tão genial a cada vez que o leio: Vende-se: sapatos de bebê, sem uso. O Que Um Conto Pronto. É isso. Não acho que alguém vá perguntar, mas, já adiantando: não tem mais nada, nem precisa. São seis palavras que nos contam toda uma história de tragédia. Segundo a «lenda», propuseram a Hemingway escrever um conto que não ultrapassasse 6 palavras.

      E ele assim o fez. Você imagina tudo que veio antes, o casal, a gravidez da mulher – quem sabe aquela tão esperada, desejada? -, a possível preocupação com o dinheiro – no fim eles vendem o sapato, não apenas jogam fora -, a felicidade de pensar na criança, todos os meses de gestação, o nascimento e, por fim, a morte.

      O bebê não teve nem a chance de usar o enxoval. E o peso da tragédia familiar é atirado em nós sem um mínimo de preparo. Óbvio que, pelas características do conto, é possível imaginar a história de modo diferente, com exceção do final, que me parece bastante claro.

      Quais as características do conto?

      O conto é um gênero literário que possui narrativa curta e tem sua origem da necessidade humana de contar e ouvir histórias. Passa por narrativas orais de povos antigos, trilhando pelos gregos e romanos, pelas lendas orientais, parábolas bíblicas, novelas medievais, até chegar a nós como é conhecido hoje.

      conto de ficção científica conto infantil juvenil conto fantástico conto de fadas

      Leia também: Crônica – gênero híbrido que transita entre o universo jornalístico e o literário O Que Um Conto O conto é composto basicamente por situação inicial, desenvolvimento e situação final.

      Qual é a principal característica de um conto?

      Características do gênero literário O conto é uma obra de ficção, um texto ficcional, Cria um universo de seres e acontecimentos de ficção, de fantasia ou imaginação. Como todos os textos de ficção, o conto apresenta um narrador, personagens, ponto de vista e enredo.

      Como saber se o texto é um conto?

      O conto é um gênero caracterizado por ser uma narrativa literária curta, tendo começo, meio e fim da história narrados de maneira breve, porém o suficiente para contar a história completa. O conto possui elementos e estrutura bem marcados, sendo que o tipo de história pode indicar o tipo de conto que estamos lendo.

      Qual é a diferença entre romance e conto?

      O conto – Fui buscar no Dicionário de gêneros textuais do Sérgio Roberto Costa, uma mãozinha pra responder à questão que motiva esse post. Segundo o autor (COSTA, 2020, p.86), o conto, assim como a novela e o romance, pertence à esfera da narração. Diferente do romance (geralmente mais longo), o conto é mais curto.

      Por conta desse perfil pouco extenso, o conto apresenta poucos personagens, enredo e estrutura temporal sintética, chegando a ser, em muitos casos, restrito a uma ou poucas ações. Isso também faz com que não haja intrigas secundárias, como acontece no romance ou na novela. Também por isso, por outro lado, o conto pode conter uma unidade e um tom uniforme que o romance não consegue ter.

      Essa estrutura econômica do conto tem a ver com sua origem sociocultural, entre outros fatores. Isso porque ele veio dos causos e contos populares, próprios da tradição oral, que podiam ser contados a auditórios e reuniões privadas por um contador. Quer um exemplo? O conto » O espelho «, de Machado de Assis, que está em domínio público.

      Quantas linha deve ter um conto?

      Um bom conto deve: – Ter um único fio narrativo. Como o espaço de um conto é limitado – talvez pouco mais do que 1000 a 2000 palavras – não há espaço para explorar as histórias de vários personagens ou mostrar como os personagens principais reagem em diferentes ambientes.

      Como devemos iniciar um conto?

      Qual é a estrutura de um conto? – Como todo texto, um conto precisa ter início, meio e fim. Mas isso não significa que seja um estrutura engessada. Ele pode começar com uma introdução mais tradicional ou, então, com uma ação, um acontecimento já em andamento.

      Como toda narrativa ficcional, conta com enredo, personagens, narrador e ponto de vista. Como é conciso, tem uma estrutura fechada, que consiste em desenvolver uma história com apenas um clímax. Diferente do romance, por exemplo, que se desdobra em conflitos secundários. Por outro lado, é um gênero que traz grande flexibilidade ao escritor, pois pode se aproximar de outros gêneros, como uma crônica ou uma poesia.

      A estrutura do conta divide-se em três partes:

      O que é um conto social?

      CONTOS SOCIAIS O QUE EU FAÇO NA ESCOLA Os contos sociais são descrições simples de uma situação cotidiana, escritas a partir da perspectiva de uma criança. Eles ajudam a criança a se preparar para mudanças futuras na rotina, desmistificar interações sociais e relacionar o repertório comportamental às experiências de rotina.

      Com a ajuda de um adulto, a criança pratica o narrativa antes da situação. Quando a situação realmente acontece, a criança pode usar o conto para conduzir seu próprio comportamento. Os contos sociais foram desenvolvidas para ajudar a melhorar as interações sociais em crianças com transtorno do espectro autista (TEA) dando as pistas dos comportamentos sociais esperados para ajudar a solucionar os problemas do dia a dia.18 Páginas.

      : CONTOS SOCIAIS O QUE EU FAÇO NA ESCOLA

      O que é conto e como escrever?

      Conto é um gênero narrativo caracterizado por ser curto e breve. Apresenta introdução, desenvolvimento, clímax e conclusão. O tipo de conto é definido pelo seu enredo. Os contos são narrativas curtas que possuem diversas modalidades que variam conforme seus enredos.

      Como saber se a história é um conto?

      O que é um conto? – O conto é um gênero textual — um dos mais conhecidos, vale ressaltar — que apresenta uma história, geralmente fictícia, com início, meio e fim em único volume. Ele se diferencia das obras narrativas comuns não só por essa ausência de continuação, mas principalmente por ter um enredo sem ramificações e ser conciso.

      O que é conto popular exemplo?

      Olá! Você já ouviu falar em contos populares? Saiba que contos populares são narrativas passadas de geração em geração oralmente, que depois foram passados para os livros. E podem existir várias versões de um mesmo conto sendo conservada uma estrutura semelhante embora contenha diferentes detalhes. Atividade 1 Leia a imagem a seguir: Fonte: https://drive.google.com/file/d/1-9CrbMCx05wP6O0veijhkhFqrkDv7FC6/view Você acha que essa imagem conta uma história? Levante hipóteses: O quê está acontecendo nessa cena? O que aconteceu antes e o que acontecerá depois? Onde está acontecendo? Quando (durante o dia ou a noite)? Observe os detalhes, os elementos, as cores e como a personagem está vestida.

      • Como ela está se sentindo? Você já se sentiu da mesma forma em algum momento de sua vida? Essa cena te fez lembrar alguma história que aconteceu com você? Essa imagem é a uma das ilustrações de um conto popular brasileiro que vamos conhecer logo mais, o «Tem Contação de Histórias no Céu» (1).
      • Você sabe o que é um conto popular? Os contos populares são histórias contadas há milhares de anos, de geração em geração! Elas representam questões humanas, ainda que os personagens sejam animais.

      E essas histórias, justamente por tratarem de questões genuinamente humanas, nos ajudam a entender o mundo, as outras pessoas e a nós mesmos. Assim, os contos populares são uma herança muito valiosa que preserva a tradição de um povo. Cada pessoa que conta uma história dá a sua contribuição à narrativa: aumenta uma coisa aqui, tira outra coisa ali, faz adaptações trazem questões contemporâneas e as incorporam no enredo.

      1. Assim, como ela vai passando por várias modificações, não é possível saber quem foi que «inventou» essas histórias.
      2. Por isso, dizemos que elas pertencem ao povo, pois cada um reinventa a narrativa temperando a seu gosto.
      3. E é justamente esse tempero especial que enriquece ainda mais o nosso grande tesouro cultural que são as histórias.

      Um exemplo disso é o conto «Chapeuzinho Vermelho» que quase todos já conhecem. Os irmãos Grimm, pesquisaram histórias que eram transmitidas oralmente na Alemanha, e em 1812 publicaram um livro com as histórias recolhidas entre o povo, dentre elas, estava «Chapeuzinho Vermelho».

      • Eles não inventaram essas histórias, eles «temperaram» e contaram, na forma escrita.
      • E essas histórias continuam sendo contadas de várias formas e em diferentes veículos de comunicação.
      • Você já ouviu a música: «Pela estrada a fora, eu vou bem sozinha/ levar esses doces para a vovozinha»? Já leu o livro «Chapeuzinho Amarelo»? Já assistiu ao filme «Deu a louca na Chapeuzinho»? Atividade 2 Agora leia esse poema de Sérgio Capparelli (2): Seu Lobo Seu Lobo, por que esses olhos tão grandes? Pra te ver, Chapeuzinho.

      Seu Lobo, por que essas pernas tão grandes? Pra correr atrás de ti, Chapeuzinho. Seu Lobo, por que esses braços tão fortes? Pra te pegar, Chapeuzinho. Seu Lobo, pra que essas patas tão grandes? Pra te apertar, Chapeuzinho. Seu Lobo, por que esse nariz tão grande? Pra te cheirar, Chapeuzinho.

      • Seu Lobo, por que essa boca tão grande? Ah, deixa de ser enjoada, Chapeuzinho! Viu só? Cada um conta a história da Chapeuzinho de uma forma, mas a essência da narrativa é a mesma! Assim, Os contadores de histórias têm um papel fundamental na preservação da memória das narrativas.
      • Antes, elas eram passadas oralmente, ou seja, de boca em boca.

      Hoje podem ser escritas e transformadas em livros, músicas, filmes, entre outros formatos. Mas a tradição de contar e ouvir histórias permanece viva e continua encantando pessoas de todas as idades e em todas as partes do mundo. Ler e Ouvir histórias são experiências diferentes, mas, igualmente importantes e prazerosas! Que tal experimentar agora essas duas experiências?! Atividade 3 Você conhece a escritora goiana Edvânia Braz Teixeira? Ela também é professora e contadora de histórias do grupo Gwaya da UFG. https://www.facebook.com/100047282084707/videos/121954489390620/ Atividade 4 Vamos ouvir uma história? Clique no link abaixo para assistir a Edvânia Braz narrando oralmente o conto autoral «Tem Contação de Histórias no Céu». Ouça a história com atenção e carinho e abra as portas da imaginação! https://www.facebook.com/grupogwaya/https://www.facebook.com/grupogwaya/videos/538584726861018/videos/538584726861018/ Atividade 5 Agora vamos para a segunda experiência: a leitura! A autora Edvânia Braz disponibilizou o livro «Tem Contação de Histórias no Céu» para leitura, na versão em PDF, especialmente para os alunos da Rede Municipal de Educação de Goiânia. Esse conto é muito conhecido no Brasil e já foi recontado por várias pessoas. Trata-se de um reconto, ou seja, é uma versão do conto «Festa no céu». Dá uma olhada nas capas de livros de alguns autores brasileiros que já contaram essa história. Observando apenas as capas, já podemos perceber como uma mesma história pode ser contada de infinitas maneiras! Esse conto é classificado por Câmara Cascudo (3), um especialista em contos tradicionais do Brasil, como conto etiológico. Os contos etiológicos surgiram para explicar a origem de alguma característica ou aspecto de algum ser da natureza, como, por exemplo, explicar o porquê de a girafa ter o pescoço longo.

      A imagem que você leu no início da aula faz parte desse livro. Agora você terá a oportunidade de ver a imagem inserida no contexto e conferir se as hipóteses que você levantou sobre a história da tartaruga se confirmam ou não na obra literária. Clique no link para baixar o livro e ler essa história contada com o «temperinho goiano», através da escrita por Edvânia e das imagens, por Tolentino.

      Divirta-se! https://drive.google.com/file/d/1-9CrbMCx05wP6O0veijhkhFqrkDv7FC6/view

      Quais são as principais características de um conto?

      O que é um conto? – O conto é um gênero textual — um dos mais conhecidos, vale ressaltar — que apresenta uma história, geralmente fictícia, com início, meio e fim em único volume. Ele se diferencia das obras narrativas comuns não só por essa ausência de continuação, mas principalmente por ter um enredo sem ramificações e ser conciso.

      Quais são os principais elementos de um conto?

      Elementos de um conto – Para que uma narrativa seja considerada um conto, alguns elementos são muito importantes: personagens, narrador, tempo, espaço, enredo e conflito.

        Qual é a definição de conto popular?

        Olá! Você já ouviu falar em contos populares? Saiba que contos populares são narrativas passadas de geração em geração oralmente, que depois foram passados para os livros. E podem existir várias versões de um mesmo conto sendo conservada uma estrutura semelhante embora contenha diferentes detalhes. Atividade 1 Leia a imagem a seguir: Fonte: https://drive.google.com/file/d/1-9CrbMCx05wP6O0veijhkhFqrkDv7FC6/view Você acha que essa imagem conta uma história? Levante hipóteses: O quê está acontecendo nessa cena? O que aconteceu antes e o que acontecerá depois? Onde está acontecendo? Quando (durante o dia ou a noite)? Observe os detalhes, os elementos, as cores e como a personagem está vestida.

        Como ela está se sentindo? Você já se sentiu da mesma forma em algum momento de sua vida? Essa cena te fez lembrar alguma história que aconteceu com você? Essa imagem é a uma das ilustrações de um conto popular brasileiro que vamos conhecer logo mais, o «Tem Contação de Histórias no Céu» (1). Você sabe o que é um conto popular? Os contos populares são histórias contadas há milhares de anos, de geração em geração! Elas representam questões humanas, ainda que os personagens sejam animais.

        E essas histórias, justamente por tratarem de questões genuinamente humanas, nos ajudam a entender o mundo, as outras pessoas e a nós mesmos. Assim, os contos populares são uma herança muito valiosa que preserva a tradição de um povo. Cada pessoa que conta uma história dá a sua contribuição à narrativa: aumenta uma coisa aqui, tira outra coisa ali, faz adaptações trazem questões contemporâneas e as incorporam no enredo.

        1. Assim, como ela vai passando por várias modificações, não é possível saber quem foi que «inventou» essas histórias.
        2. Por isso, dizemos que elas pertencem ao povo, pois cada um reinventa a narrativa temperando a seu gosto.
        3. E é justamente esse tempero especial que enriquece ainda mais o nosso grande tesouro cultural que são as histórias.

        Um exemplo disso é o conto «Chapeuzinho Vermelho» que quase todos já conhecem. Os irmãos Grimm, pesquisaram histórias que eram transmitidas oralmente na Alemanha, e em 1812 publicaram um livro com as histórias recolhidas entre o povo, dentre elas, estava «Chapeuzinho Vermelho».

        • Eles não inventaram essas histórias, eles «temperaram» e contaram, na forma escrita.
        • E essas histórias continuam sendo contadas de várias formas e em diferentes veículos de comunicação.
        • Você já ouviu a música: «Pela estrada a fora, eu vou bem sozinha/ levar esses doces para a vovozinha»? Já leu o livro «Chapeuzinho Amarelo»? Já assistiu ao filme «Deu a louca na Chapeuzinho»? Atividade 2 Agora leia esse poema de Sérgio Capparelli (2): Seu Lobo Seu Lobo, por que esses olhos tão grandes? Pra te ver, Chapeuzinho.

        Seu Lobo, por que essas pernas tão grandes? Pra correr atrás de ti, Chapeuzinho. Seu Lobo, por que esses braços tão fortes? Pra te pegar, Chapeuzinho. Seu Lobo, pra que essas patas tão grandes? Pra te apertar, Chapeuzinho. Seu Lobo, por que esse nariz tão grande? Pra te cheirar, Chapeuzinho.

        Seu Lobo, por que essa boca tão grande? Ah, deixa de ser enjoada, Chapeuzinho! Viu só? Cada um conta a história da Chapeuzinho de uma forma, mas a essência da narrativa é a mesma! Assim, Os contadores de histórias têm um papel fundamental na preservação da memória das narrativas. Antes, elas eram passadas oralmente, ou seja, de boca em boca.

        Hoje podem ser escritas e transformadas em livros, músicas, filmes, entre outros formatos. Mas a tradição de contar e ouvir histórias permanece viva e continua encantando pessoas de todas as idades e em todas as partes do mundo. Ler e Ouvir histórias são experiências diferentes, mas, igualmente importantes e prazerosas! Que tal experimentar agora essas duas experiências?! Atividade 3 Você conhece a escritora goiana Edvânia Braz Teixeira? Ela também é professora e contadora de histórias do grupo Gwaya da UFG. https://www.facebook.com/100047282084707/videos/121954489390620/ Atividade 4 Vamos ouvir uma história? Clique no link abaixo para assistir a Edvânia Braz narrando oralmente o conto autoral «Tem Contação de Histórias no Céu». Ouça a história com atenção e carinho e abra as portas da imaginação! https://www.facebook.com/grupogwaya/https://www.facebook.com/grupogwaya/videos/538584726861018/videos/538584726861018/ Atividade 5 Agora vamos para a segunda experiência: a leitura! A autora Edvânia Braz disponibilizou o livro «Tem Contação de Histórias no Céu» para leitura, na versão em PDF, especialmente para os alunos da Rede Municipal de Educação de Goiânia. Esse conto é muito conhecido no Brasil e já foi recontado por várias pessoas. Trata-se de um reconto, ou seja, é uma versão do conto «Festa no céu». Dá uma olhada nas capas de livros de alguns autores brasileiros que já contaram essa história. Observando apenas as capas, já podemos perceber como uma mesma história pode ser contada de infinitas maneiras! Esse conto é classificado por Câmara Cascudo (3), um especialista em contos tradicionais do Brasil, como conto etiológico. Os contos etiológicos surgiram para explicar a origem de alguma característica ou aspecto de algum ser da natureza, como, por exemplo, explicar o porquê de a girafa ter o pescoço longo.

        1. A imagem que você leu no início da aula faz parte desse livro.
        2. Agora você terá a oportunidade de ver a imagem inserida no contexto e conferir se as hipóteses que você levantou sobre a história da tartaruga se confirmam ou não na obra literária.
        3. Clique no link para baixar o livro e ler essa história contada com o «temperinho goiano», através da escrita por Edvânia e das imagens, por Tolentino.

        Divirta-se! https://drive.google.com/file/d/1-9CrbMCx05wP6O0veijhkhFqrkDv7FC6/view

        Como explicar para uma criança o que é um conto?

        Os contos infantis vivenciados durante a infância auxiliam as crianças a se desenvolverem em todos os sentidos. Contar histórias para uma criança é uma forma de demonstrar afeto, assim como segurá-la no colo. Um ato simples como esse pode estimular o desenvolvimento psicológico, cultural e emocional.

        A criatividade também é estimulada, fazendo com que a criança desenvolva a imaginação e encare os medos. Os contos infantis propiciam à criança uma forma lúdica de aprender. Contribuindo na formação do ser humano, onde costumes e valores são passados. O «era uma vez» dos clássicos contos infantis possibilita a identificação das crianças com os personagens, onde medos, angústias e conflitos podem ser trabalhados.

        Algumas questões como o receio do abandono pelos pais, a insegurança e o medo de crescer fazem parte do mundo interior dos pequenos e podem ser vistas como temas principais das histórias infantis.