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OQue Fazer Quando Estiver Triste?

Quanto tempo dura a tristeza?

Ser dispensado de um emprego, perder um ente querido. Esses motivos podem deixar qualquer um triste. Mas como saber se a tristeza é, na verdade, um caso de depressão? Conhecer as diferenças ajuda a entender o que você está sentindo e saber quando procurar a ajuda de um especialista.

Duração – enquanto a tristeza dura algumas horas ou até alguns dias, a depressão, sem o tratamento certo, pode durar meses ou anos. Na verdade, uma pessoa é considerada com depressão quando a tristeza dura mais de duas semanas. Intensidade – a tristeza é um sentimento normal e não afeta a sua produtividade.

Mesmo triste, você consegue fazer as tarefas simples do dia a dia. Já no caso da depressão, o sentimento ruim não passa e afeta vários aspectos da vida: saúde, trabalho, relacionamentos, família e vida social. Em casos mais sérios, pessoas com depressão podem até pensar em suicídio.

Causas – a causa da tristeza geralmente é algum acontecimento específico. Já no caso da depressão, existem alguns fatores que podem aumentar o risco de ela se desenvolver, por exemplo: a deficiência na produção de algumas substâncias pelo cérebro, herança genética, aspectos da personalidade (baixa autoestima ou pessimismo) e fatores ambientais (como exposição à violência, à negligência ou à pobreza).

Enquanto tristeza dura algumas horas ou até alguns dias, o mesmo não acontece com a depressão, que pode causar vários sinais e sintomas. Conheça os principais:

Não ter interesse ou o prazer em atividades que antes eram divertidas; Perder ou ganhar peso sem ter feito alterações na dieta; Ter problemas com sono (dormir pouco ou dormir demais); Ter explosões de raiva, mesmo por motivos bobos; Estar sempre cansado, com pouca energia ou lento; Sentir dificuldade para se concentrar ou para tomar decisões; Ter sentimento de culpa ou de inutilidade.

É importante você saber que a depressão tem tratamento e, na maioria dos casos, cura. Então, se acha que pode estar com o problema, o melhor é procurar um profissional de saúde mental. Ele fará uma avaliação e talvez peça alguns exames, até para descartar outras possibilidades. Depois do diagnóstico, você será encaminhado para o tratamento – geralmente uma combinação de medicamento com terapia.

Quais são as 5 fases da depressão?

Negação, raiva, barganha, depressão e aceitação : as fases do luto – Psiquiatria Paulista.

Qual é a diferença entre tristeza e depressão?

Ser dispensado de um emprego, perder um ente querido. Esses motivos podem deixar qualquer um triste. Mas como saber se a tristeza é, na verdade, um caso de depressão? Conhecer as diferenças ajuda a entender o que você está sentindo e saber quando procurar a ajuda de um especialista.

Duração – enquanto a tristeza dura algumas horas ou até alguns dias, a depressão, sem o tratamento certo, pode durar meses ou anos. Na verdade, uma pessoa é considerada com depressão quando a tristeza dura mais de duas semanas. Intensidade – a tristeza é um sentimento normal e não afeta a sua produtividade.

Mesmo triste, você consegue fazer as tarefas simples do dia a dia. Já no caso da depressão, o sentimento ruim não passa e afeta vários aspectos da vida: saúde, trabalho, relacionamentos, família e vida social. Em casos mais sérios, pessoas com depressão podem até pensar em suicídio.

Causas – a causa da tristeza geralmente é algum acontecimento específico. Já no caso da depressão, existem alguns fatores que podem aumentar o risco de ela se desenvolver, por exemplo: a deficiência na produção de algumas substâncias pelo cérebro, herança genética, aspectos da personalidade (baixa autoestima ou pessimismo) e fatores ambientais (como exposição à violência, à negligência ou à pobreza).

Enquanto tristeza dura algumas horas ou até alguns dias, o mesmo não acontece com a depressão, que pode causar vários sinais e sintomas. Conheça os principais:

Não ter interesse ou o prazer em atividades que antes eram divertidas; Perder ou ganhar peso sem ter feito alterações na dieta; Ter problemas com sono (dormir pouco ou dormir demais); Ter explosões de raiva, mesmo por motivos bobos; Estar sempre cansado, com pouca energia ou lento; Sentir dificuldade para se concentrar ou para tomar decisões; Ter sentimento de culpa ou de inutilidade.

É importante você saber que a depressão tem tratamento e, na maioria dos casos, cura. Então, se acha que pode estar com o problema, o melhor é procurar um profissional de saúde mental. Ele fará uma avaliação e talvez peça alguns exames, até para descartar outras possibilidades. Depois do diagnóstico, você será encaminhado para o tratamento – geralmente uma combinação de medicamento com terapia.

Por que eu me sinto triste do nada?

A depressão é uma doença considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o «Mal do Século» e atinge mais de 300 milhões de pessoas no mundo, segundo estimativa da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas). A condição é diferente das alterações comuns de humor, como resposta do cidadão diante dos contratempos da vida.

Especialistas dizem que sentir tristeza em certos momentos da vida é normal, mas manter-se deprimido não. A depressão é um estado de abatimento intenso, prolongado, que afeta todas as esferas de relacionamento do paciente – seja na família, no trabalho, no lazer e na vida conjugal, podendo levar, inclusive, à morte por meio do suicídio.

Caso não haja acompanhamento profissional, a doença pode gerar graves consequências físicas, emocionais e comportamentais ao ser humano, como a maior probabilidade de comportamento de risco, predisposição para o uso de drogas lícitas e ilícitas, além de ser uma janela para a chegada de outras doenças psíquicas, gastrointestinais, musculares, entre outras.

Pode também culminar em comportamentos e atos suicidas. Muitas vezes, a pessoa não tem a intenção de se matar, mas deseja profundamente a morte, como forma de acabar com o sofrimento causado pela doença da qual ela não consegue enxergar uma saída e a melhoria da doença, devido estar com os pensamentos distorcidos da realidade», explica Roberta Mota, psicóloga clínica e do trabalho, especialista em Psicologia Hospitalar e da Saúde.

Roberta afirma que a depressão traz uma avalanche de complicações relacionadas ao humor como tristeza, angústia, irritabilidade, ansiedade exacerbada e desmotivação, tornando-se um problema de saúde que requer cuidados múltiplos. «Um profissional da saúde mental, um psiquiatra, com certeza, identifica o quadro depressivo, que também pode ser avaliado por um psicólogo» Scheilla Matos Ferreira – Foto: Arquivo pessoal A médica psiquiatra Scheilla Matos Ferreira, especialista em terapia cognitivo comportamental, declara que a doença é caracterizada por humor deprimido associado às anormalidades das funções neurovegetativas, da atividade psicomotora e da cognição, assim como ansiedade e ideação suicida.

Segundo ela, o início da depressão pode ocorrer após um evento traumático na vida do paciente e que ele não se dá conta da magnitude da ação sobre o sistema emocional. Também pode surgir sem um motivo aparente, ou depois de algum tipo de perda – como morte de um familiar querido, separação entre cônjuges ou demissão de um emprego.

O médico psiquiatra Ricardo Henrique Araújo, especialista em dependência química, resume bem os fatores que culminam com a enfermidade. Ele conta que existem multifatores, ou seja, várias causas para o surgimento da depressão. Tem a ver com questões genéticas, com relevância para a hereditariedade; está associada às situações traumáticas vividas no decorrer da vida, às características de personalidade, ao consumo exagerado de substâncias psicoativas (álcool e outras drogas) e à adoção de determinados medicamentos, como corticosteroides.

A depressão ainda pode ter relação com doenças orgânicas, com alguns tipos de infecções, doenças inflamatórias e autoimunes. «Para cada pessoa, podemos identificar uma série de elementos que, ao se combinarem, deflagram o início de um quadro depressivo. Qualquer pessoa pode ser acometida por depressão, entretanto, algumas podem estar mais susceptíveis para o seu desenvolvimento à medida que reúnem um maior número de fatores de risco», frisa Ricardo Araújo.

Mas o que ocorre no cérebro para que o desânimo profundo e até a perda da vontade de viver, típicos da doença, se instalem no ser humano? A psiquiatra Scheilla Matos Ferreira explica que a depressão está relacionada com a diminuição da disponibilidade de serotonina no cérebro, pois esse é um neurotransmissor capaz de alterar várias áreas cerebrais.

É possível ficar doente de tristeza?

Síndrome do coração partido: quando a dor emocional causa sintomas semelhantes aos do infarto Foto Júnior Aguiar/Secom Quem nunca teve o coração partido e sofreu por amor? A poetisa brasileira Martha Medeiros já expressou tal sensação que aperta o coração em um de seus poemas intitulado A dor que dói mais, que fala justamente sobre uma saudade dolorosa por alguém que já se foi.

  • Quando enfrentamos uma perda, desilusão ou tristeza profunda a dor emocional é tanta que, muitas vezes, a sensação é de que ela se transfere para o corpo.
  • E de fato isso acontece.
  • Mas o que pouca gente sabe é que essa dor emocional pode efetivamente gerar consequências graves.
  • Esse sofrimento que pode surgir após uma situação de intenso estresse emocional tem um nome e pode ser grave o suficiente para levar o paciente ao óbito.

Trata-se da síndrome do coração partido um problema cardíaco causado por uma emoção negativa muito forte, como o término de um casamento, a descoberta de uma traição, um acidente ou a perda de um ente querido. Apesar de rara, a síndrome ocorre com muito mais frequência em mulheres acima dos 40 anos, principalmente as que se encontram no período pós-menopausa, mas pode surgir em qualquer idade, afetando também homens e pessoas idosas.

A causa exata da doença ainda não está bem definida pela medicina, acredita-se que o excesso de adrenalina provocado por uma emoção forte provoque mau funcionamento cardíaco. O quadro clínico da síndrome do coração partido é bem semelhante com o do infarto agudo do miocárdio, cujos sintomas mais comuns são caracterizados por dor súbita no peito e falta de ar, mas outros sinais também podem ocorrer como tonturas e vômitos, perda de apetite e dor no estômago, raiva, tristeza profunda ou depressão, dificuldade para dormir, cansaço excessivo, perda de autoestima ou sentimentos negativos.

Em termos mais técnicos, a síndrome do coração partido também é conhecida como Síndrome de Takotsubo ou, ainda, cardiomiopatia induzida por estresse, uma doença do músculo cardíaco que pode surgir não apenas após eventos ruins, saber que ganhou na Mega-Sena ou receber uma promoção inesperada podem também funcionar como fatores de risco para a manifestação da síndrome.

Quando a tristeza vira doença?

Distimia é uma depressão crônica que tem como principal sintoma a irritabilidade, além de mau humor, baixa autoestima, desânimo, tristeza e predominância de pensamentos negativos. Distimia é um tipo de depressão crônica, de moderada intensidade. Diferentemente da depressão que se instala de repente, a distimia não tem essa marca brusca de ruptura.

O mau humor é constante. Os portadores do transtorno são pessoas de difícil relacionamento, com baixa autoestima e elevado senso de autocrítica. Estão sempre irritados, reclamando de tudo e só enxergam o lado negativo das coisas. Na maior parte das vezes, tudo fica por conta de sua personalidade e temperamento complicado.

Veja também: Dicas para ajudar alguém com depressão

O que é depressão silenciosa?

Depressão: a doença silenciosa que não o pode fazer calar Só quem passa pelas situações sabe o que está a sentir. Em momentos de depressão isso não podia fazer mais sentido. Acontecimentos traumáticos podem estar na origem de uma depressão, mas, mais do que o que sente, é importante que não tenha medo de o verbalizar.

  1. Um dos grandes problemas é a vergonha associada à doença.
  2. A normalização da saúde mental deve ser cada vez mais importante e a sua consciencialização e aceitação devem estar sempre presentes, uma vez que pedir ajuda não é sinal de fraqueza, mas sim de motivação para ficar bem.
  3. A depressão é uma doença silenciosa e que tem como um dos ingredientes a tristeza.
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No entanto, existe ainda um vasto conjunto de sintomas que pode sentir, como: sonolência, perda de apetite, sentimentos de culpa, dores no corpo, insónias, falta de energia e ainda falta de concentração. Fechar Subscreva as newsletters Diário de Notícias e receba as informações em primeira mão.

  1. A depressão na sua forma mais ligeira afeta mais de 20% da população portuguesa, sendo que, na sua forma mais grave, afeta 2-3% dos homens e 5-9% das mulheres.
  2. Com o tempo, existe a tendência de os sintomas aumentarem, fazendo com que o desejo de ficar isolado seja mais forte do que o resto.
  3. Como referido acima, acontecimentos traumáticos podem estar na origem de uma depressão.

Porém, também a personalidade e a forma como cada um lida com as adversidades podem estar na sua origem. Um dos fatores importantes do problema é saber diferenciar a depressão da tristeza. A tristeza é um dos sintomas da depressão. Porém, a mesma surge como reação a um acontecimento e é temporária, enquanto a depressão é permanente na ausência de tratamento, interferindo nas atividades diárias e nas relações familiares e profissionais.

Se se sente deprimido saiba que não se deve sentir culpado, nem o devem culpabilizar. O mais importante é que esteja atento se os sintomas persistirem por algumas semanas e, caso isso aconteça, deve procurar ajuda médica para que consiga tratar a doença numa fase precoce e para que os sintomas não se agravem.

A depressão é uma perturbação mental muito comum no ser humano e afeta negativamente a maneira como as pessoas pensam, sentem e agem. No contexto pandémico em que vivemos é ainda mais importante que esteja atento aos sinais, uma vez que estamos a falar de uma doença silenciosa, mas que precisa de uma resposta ativa.

  • Uma das melhores formas de ultrapassar a depressão é conhecendo-a.
  • A iniciativa «Compreender a Depressão», com o apoio da ANGELINI, Sociedade Portuguesa de Psiquiatria e Saúde Mental, Diário de Notícias e Jornal de Notícias, pretende dar a conhecer as razões, os sintomas e ainda as formas de cuidar de si e dos outros para que não ignore os sinais que não devem ser ignorados.

: Depressão: a doença silenciosa que não o pode fazer calar

Porque só tenho vontade de ficar deitada?

O que é a clinomania? Você já ouviu falar em clinomania? Trata-se de um transtorno de ansiedade em que o principal sintoma é um desejo irreprimível de querer ficar deitado na cama. Esse sintoma gera desconforto e tristeza, além de outros sintomas, e todos eles acabam interferindo de forma significativa na vida de quem sofre desse distúrbio.

Que sintomas adicionais a clinomania traz? O que mais sabemos sobre ela? Embora seja um transtorno em si, ou seja, geralmente aparece de maneira isolada, a verdade é que também pode aparecer em comorbidade com outros transtornos mentais. Saiba tudo a seguir! O que é a clinomania? A palavra clinomania vem do grego e se traduz literalmente como ‘a obsessão pelo sono’.

Também chamada de clinofilia, a clinomania consiste em uma obsessão ou necessidade extrema de permanecer na cama por muitas horas ao dia sem uma causa orgânica (doença ou medicamento) para explicá-la. É classificado como um transtorno de ansiedade. No entanto, como sabemos que alguém tem clinomania? Como ela se manifesta? A realidade é que muitas pessoas gostam de ficar na cama, seja logo ao acordar (aqueles «mais cinco minutos»), durante uma soneca ou quando vão dormir.

  • Isso é bastante comum e não precisa ser um problema.
  • No entanto, no caso da clinomania a vontade de ficar na cama acaba se tornando uma obsessão.
  • Devemos nos preocupar também com o fato de que ficar na cama por mais horas do que o normal prejudica o dia a dia e o funcionamento normal.
  • Um exemplo seria chegar atrasado ao trabalho vários dias seguidos por esse motivo, parar de cuidar dos filhos, queimar o jantar, etc.

Tudo isso deve ocorrer em mais de uma ocasião para pensar que sofremos de clinomania. Principais sintomas Vimos uma definição genérica de clinomania, mas quais são os sintomas associados? Os mais comuns são os seguintes: – Uma obsessão crescente por tudo que se relaciona com a cama e seus acessórios: almofadas, lençóis, colchas, etc.

– Dificuldade para sair da cama toda vez que tentamos, como se uma força invisível nos puxasse e nos impedisse. – Aparecimento de mudanças repentinas de humor; por exemplo, se alegrar quando temos que ficar em casa (ou na cama) e ficar desanimados quando temos que sair dela. – Sensação de profundo conforto ao deitarmos na cama.

– Cada vez mais, no tempo livre nos limitamos a ficar deitados na cama, reduzindo o número de atividades fora de casa e com os amigos ou a família. Como a clinomania nos afeta psicologicamente? Vimos os sintomas mais frequentes de clinomania, que podem ser facilmente detectados em nossa vida cotidiana.

  1. Mas, mais especificamente, sabemos como esse transtorno nos afeta em um nível psicológico? Vamos dar uma breve olhada nos sintomas psicológicos que ela causa: – Sentimentos de culpa: surge devido ao fato de ficar tantas horas na cama.
  2. Pode até se tornar, ou estar associado a, um sentimento de inutilidade.

Ou seja, na clinomania, a pessoa pode se sentir culpada por passar muitas horas sem fazer nada além de se virar e cochilar em sua própria cama. – Sentimentos de tristeza: como em um círculo vicioso, a pessoa fica mais horas na cama, o que a faz perder o interesse por outras coisas.

O fato de não se interessar por nada faz com que tenha tendência a ficar ainda mais na cama. Tudo isso acaba gerando sentimentos de tristeza, apatia e desmotivação. – Sentimentos de solidão e incompreensão: continuando com o círculo vicioso mencionado. A pessoa deixa de fazer as coisas e de interagir com outras pessoas, o que acaba gerando mais apatia e um sentimento profundo de incompreensão e solidão.

– Isolamento social: no fim, a pessoa acaba se isolando do resto do mundo, em sua própria cama. Esta seria uma bandeira vermelha que nos diz que realmente temos um problema com a clinomania. A clinomania está associada a outros transtornos? A realidade é que a clinomania é, por si só, um transtorno de ansiedade.

  • No entanto, também é verdade que frequentemente está associada a outros transtornos mentais característicos.
  • Dois dos mais comuns são depressão e esquizofrenia.
  • Na depressão, aparecem sintomas como anedonia ou apatia.
  • Por sua vez, esses sintomas estão relacionados à clinomania, uma vez que implicam perda do prazer e da vontade de fazer qualquer coisa.

Assim, a pessoa com depressão que apresenta esses sintomas tem uma maior probabilidade de também manifestar clinomania, e tende a permanecer na cama por longas horas. Além disso, muitos distúrbios do sono aparecem na depressão (insônia, sonolência diurna, sono não restaurador).

Na verdade, o Instituto do Sono afirma que 80% dos pacientes com depressão se queixam de uma deterioração tanto na quantidade quanto na qualidade do sono. Segundo o próprio Instituto, o distúrbio do sono mais associado à depressão é a insônia, em que há dificuldade para iniciar e/ou manter o sono. No caso da esquizofrenia, a clinomania pode aparecer na esquizofrenia do subtipo catatônico, com sintomas como catalepsia ou imobilidade, rigidez corporal, etc.

Se esses sintomas aparecem na cama, embora sua natureza seja diversa, podemos falar de clinomania.

Como saber se você está com depressão ou ansiedade?

Diferença entre ansiedade e depressão – É difícil desassociar uma da outra, pois uma crise de ansiedade pode desencadear um quadro de depressão ou vice-versa. Mas, em geral, a ansiedade é uma preocupação excessiva ou um transtorno/medo do que está por vir.

A depressão está mais relacionada à estagnação, falta de algo ou indiferença em relação ao que aconteceu. Um trauma, uma ruptura, uma frustração, tudo faz com que a pessoa não tenha vontade de reagir, mudar ou seguir em frente. «Tanto a depressão quanto a ansiedade paralisam o indivíduo. A ansiedade pelo medo, angústia das situações futuras, e a depressão pela falta de energia que a pessoa tem, falta de interesse em qualquer coisa.

Elas têm muitos sintomas em comum, a diferença está no quadro geral do paciente e de como os sintomas se apresentam», esclarece Rejane. Existem gatilhos que podem desencadear quadros de depressão e ansiedade, mas que variam das experiências de cada um.

Ninguém «é» depressivo ou ansioso por natureza, mas, sim, «está», por isso elas podem aparecer, ir e voltar, em diferentes momentos da vida. Nesse caso, é preciso tratamento e acompanhamento constante, desde a psicoterapia ao uso de medicamentos inibidores ou projetores de estímulo para que o cérebro volte a reagir de forma natural e estável.

Há estudos clínicos na esfera da neurociência que explicam a diferença entre emoção e sentimento. No dia a dia, poucas pessoas sabem dessa distinção, muito menos estão preparadas para lidar com suas emoções e sentimentos. O neurocientista português Antônio Damásio, em entrevista à Revista Galileu, define bem essas duas fases: Emoção: é um programa de ações, um conjunto de reações motoras que o cérebro faz aparecer no corpo como resposta a algum evento.

Ou seja, são características físicas que o organismo manifesta em relação ao sentir, como suadouro nas mãos, choro, contrações involuntárias ou falta de ar em determinados casos. Sentimento: é a leitura que a nossa mente faz dos sinais que o corpo nos dá e das experiências sensoriais que vivemos. Ou seja, é a interpretação das emoções e construção do sentir.

Isso quer dizer que não podemos controlar as emoções, já que é a maneira como o corpo reage, mas podemos compreender os sentimentos e tentar entendê-los melhor. O fato é que isso não é fácil e a maioria das pessoas não consegue ter essa consciência/autoconhecimento,

  • Por isso, é preciso recorrer à terapia ou à ajuda de um especialista para compreender quais caminhos seguir e identificar o problema.
  • O tratamento se dá através de psicoterapia cognitiva e, em casos mais graves, medicamentos psiquiátricos, logicamente indicados por um médico psiquiatra que fará o acompanhamento.

Meditação, respiração profunda, massagens e acupuntura também podem ajudar no tratamento», indica a psicóloga Rejane Sbrissa. Se você estiver com sintomas de depressão ou ansiedade, procure ajuda das pessoas mais próximas, expondo o problema, e um médico para cuidar da sua saúde e da sua mente.

É normal ficar triste?

A depressão é uma doença considerada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como o «Mal do Século» e atinge mais de 300 milhões de pessoas no mundo, segundo estimativa da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas). A condição é diferente das alterações comuns de humor, como resposta do cidadão diante dos contratempos da vida.

  1. Especialistas dizem que sentir tristeza em certos momentos da vida é normal, mas manter-se deprimido não.
  2. A depressão é um estado de abatimento intenso, prolongado, que afeta todas as esferas de relacionamento do paciente – seja na família, no trabalho, no lazer e na vida conjugal, podendo levar, inclusive, à morte por meio do suicídio.
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Caso não haja acompanhamento profissional, a doença pode gerar graves consequências físicas, emocionais e comportamentais ao ser humano, como a maior probabilidade de comportamento de risco, predisposição para o uso de drogas lícitas e ilícitas, além de ser uma janela para a chegada de outras doenças psíquicas, gastrointestinais, musculares, entre outras.

  1. Pode também culminar em comportamentos e atos suicidas.
  2. Muitas vezes, a pessoa não tem a intenção de se matar, mas deseja profundamente a morte, como forma de acabar com o sofrimento causado pela doença da qual ela não consegue enxergar uma saída e a melhoria da doença, devido estar com os pensamentos distorcidos da realidade», explica Roberta Mota, psicóloga clínica e do trabalho, especialista em Psicologia Hospitalar e da Saúde.

Roberta afirma que a depressão traz uma avalanche de complicações relacionadas ao humor como tristeza, angústia, irritabilidade, ansiedade exacerbada e desmotivação, tornando-se um problema de saúde que requer cuidados múltiplos. «Um profissional da saúde mental, um psiquiatra, com certeza, identifica o quadro depressivo, que também pode ser avaliado por um psicólogo» Scheilla Matos Ferreira – Foto: Arquivo pessoal A médica psiquiatra Scheilla Matos Ferreira, especialista em terapia cognitivo comportamental, declara que a doença é caracterizada por humor deprimido associado às anormalidades das funções neurovegetativas, da atividade psicomotora e da cognição, assim como ansiedade e ideação suicida.

Segundo ela, o início da depressão pode ocorrer após um evento traumático na vida do paciente e que ele não se dá conta da magnitude da ação sobre o sistema emocional. Também pode surgir sem um motivo aparente, ou depois de algum tipo de perda – como morte de um familiar querido, separação entre cônjuges ou demissão de um emprego.

O médico psiquiatra Ricardo Henrique Araújo, especialista em dependência química, resume bem os fatores que culminam com a enfermidade. Ele conta que existem multifatores, ou seja, várias causas para o surgimento da depressão. Tem a ver com questões genéticas, com relevância para a hereditariedade; está associada às situações traumáticas vividas no decorrer da vida, às características de personalidade, ao consumo exagerado de substâncias psicoativas (álcool e outras drogas) e à adoção de determinados medicamentos, como corticosteroides.

  1. A depressão ainda pode ter relação com doenças orgânicas, com alguns tipos de infecções, doenças inflamatórias e autoimunes.
  2. Para cada pessoa, podemos identificar uma série de elementos que, ao se combinarem, deflagram o início de um quadro depressivo.
  3. Qualquer pessoa pode ser acometida por depressão, entretanto, algumas podem estar mais susceptíveis para o seu desenvolvimento à medida que reúnem um maior número de fatores de risco», frisa Ricardo Araújo.

Mas o que ocorre no cérebro para que o desânimo profundo e até a perda da vontade de viver, típicos da doença, se instalem no ser humano? A psiquiatra Scheilla Matos Ferreira explica que a depressão está relacionada com a diminuição da disponibilidade de serotonina no cérebro, pois esse é um neurotransmissor capaz de alterar várias áreas cerebrais.

O que é tristeza no coração?

Tristeza, mágoa, raiva, ansiedade, mau-humor. Tudo isso pode contribuir para o aparecimento ou agravamento de doenças do coração, principalmente em quem já tem histórico de pressão alta (hipertensão). Pessoas com distúrbios psiquiátricos, como depressão ou transtorno bipolar, correm maior risco.

Um estudo 1 feito pela King’s College London, na Inglaterra, em 2009, mostrou que a prevalência de doenças cardiovasculares e hipertensão é significativamente maior entre pacientes com transtorno bipolar do que no resto da população. Mesmo pessoas sem problemas crônicos de saúde, no entanto, estão sujeitas a ter acidentes cardíacos provocados por condições emocionais.

Elas podem sofrer a chamada síndrome do coração partido ou síndrome de Takotsubo, também conhecida como síndrome do coração partido, um mal muito similar ao infarto que acontece em situações extremas de estresse ou tristeza. A boa notícia é que variações de humor têm como ser controladas, sejam elas de causa endógena ou não.

  • Além de uma série de medicamentos que podem ser prescritos pelo seu médico para combater depressão, há várias coisas que podem ser feitas para tornar os seus dias naturalmente mais prazerosos e o humor mais leve.
  • Sem nunca esquecer de eliminar da rotina fatores de risco para doenças do coração como tabagismo, alimentação desbalanceada ou sedentarismo.

Rir e chorar são os melhores remédios Nada como uma boa gargalhada para tirar o peso dos problemas do dia a dia das costas. Emoções negativas, como ansiedade, ódio ou decepção, levam à liberação de cortisol, adrenalina e noradrenalina, hormônios que podem fazer a pressão arterial subir e o coração acelerar, entre outros efeitos nocivos.

O riso é um antídoto para esse veneno, reduz esses hormônios e, de quebra, ajuda a desinflamar as artérias e a aumentar os níveis de colesterol bom no sangue. Por paradoxal que pareça, crises de choro, quando não muito frequentes, têm um efeito semelhante no organismo. Elas lavam a alma, como se diz popularmente.

E como provocar choro e riso sinceros? A forma mais fácil e rápida é ir ao cinema ou assistir televisão. Escolha uma boa comédia para rir ou um drama, se estiver precisando chorar. Ler, ir ao teatro ou assistir a quadros de humor na internet têm o mesmo efeito.

  • Quem canta (e dança) seus males espanta Você pode não ter a voz mais afinada do mundo nem ser exatamente um pé de valsa.
  • O importante é se jogar, esquecer as inibições.
  • Cantar libera endorfina, hormônio ligado à sensação de prazer, e ocitocina, hormônio ligado ao orgasmo e à capacidade de interação social.

Por sinal, há indícios de que cantar em grupo, como num coral, traz benefícios maiores do que cantar sozinho. Dançar, por sua vez, além de ser um exercício físico, o que por si só é bom para o coração, também libera hormônios relacionados ao prazer e à saciedade.

  1. Se você tem vergonha de cantar ou dançar em público, faça isso em casa, sozinho. Já ajuda.
  2. Banho de sol e de natureza combatem melancolia No Japão, é comum as pessoas tomarem um «banho de floresta».
  3. Elas fazem caminhadas pela mata, de quando em vez, como forma de combater o estresse.
  4. A Universidade de Chiba, nas cercanias de Tóquio, realizou um estudo 2, entre 2007 e 2017, para ver até que ponto isso funcionava.

Comparando um grupo que caminhava frequentemente por florestas com outro que caminhava pela cidade, o experimento mostrou uma diminuição 12% maior nos níveis de cortisol na turma do bosque. O contato com a natureza, portanto, reduz o estresse. A luz do sol também tem poderoso efeito contra a depressão ou estados melancólicos, como apontam diversas pesquisas.

Existe até uma doença mental chamada de desordem afetiva sazonal, depressão que afeta as pessoas principalmente no inverno e nas regiões mais próximas dos polos, onde os dias, nessa época do ano, são bem mais curtos. A incidência dessa desordem é nove vezes maior no Alasca do que na Flórida, segundo artigo 3 de 2008, de Sala Horowitz, da Universidade do Oregon, nos Estados Unidos.

Os fatores que levam ao aparecimento do quadro ainda não foram completamente esclarecidos, mas tudo indica que o problema está ligado à falta de luz, que mexe com nosso ritmo biológico e afeta a produção de hormônios importantes para o bem-estar, como serotonina e melatonina.

Dormir bem clareia a mente É sabido que dormir é fundamental para a manutenção da saúde como um todo. No caso da saúde mental, isso é ainda mais verdadeiro. Uma pesquisa 4 feita em 2007, em conjunto pela Universidade da Califórnia em Berkeley e a Escola de Medicina de Harvard, em Massachussetts, ambas nos EUA, mostra que a falta de sono interfere na comunicação entre a amígdala (parte do cérebro que gera nossas emoções) e o córtex pré-frontal (parte do cérebro que racionaliza essas emoções).

Com essa comunicação prejudicada, somos incapazes de dar o devido tamanho aos problemas de trabalho, aos conflitos familiares, às dificuldades de relacionamento. Tudo parece pior e, se essa falta de sono se repetir por muitos dias, podemos cair em depressão.

Um estudo 5 de 2014, da Universidade de Michigan, nos EUA, mostra que mesmo sonecas de alguns minutos podem ajudar as pessoas a reagir com menos impulsividade. Meditar É possível descansar a mente mesmo estando acordado e esse relaxamento cerebral pode ser alcançado por meio da meditação. Um estudo 6 de 2014, da Universidade Carnegie Mellon, em Pittsburgh, nos EUA, mostrou que meditar por 25 minutos durante três dias seguidos já é suficiente para baixar os níveis de hormônios responsáveis pelo estresse, como o cortisol.

Há várias técnicas de meditação, mas todas têm a mesma função: aquietar a mente, diminuir a velocidade dos pensamentos e permitir que nosso cérebro tenha tempo de se recompor. Referências 1 Revista Saúde https://saude.abril.com.br/mente-saudavel/doencas-psiquiatricas-causariam-problemas-cardiovasculares/ 2 International Journal of Environmental Research and Public Health https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pmc/articles/PMC5580555/ 3 Mary Ann Liebert, Inc.

É normal querer chorar toda hora?

A crise de choro que acontece sem um motivo é um sinal de que algo não está bem. Se você tem chorado mais do que o habitual e não consegue cessar as lágrimas, pode estar vivenciando uma depressão não diagnosticada, ou outro transtorno do humor.

Em que parte do corpo a tristeza se manifesta?

Você sabia que nossos sentimentos podem afetar nosso corpo? Entenda melhor a psicossomatização e saiba quais são os sintomas físicos causados pelos diferentes estados emocionais A ligação entre mente e corpo e como um afeta o outro é um tema que gera bastante curiosidade no meio médico.

  1. Nas últimas décadas, intensificaram-se os estudos e as pesquisas sobre como as emoções e os sentimentos influenciam o corpo com manifestações físicas e até mesmo doenças.
  2. Há pouco mais de cinco anos, pesquisadores da Universidade de Aalto, na Finlândia, conduziram um estudo com 700 pessoas que mostrou que as emoções mais comuns dos seres humanos – como raiva, medo, felicidade e ansiedade – desencadeiam sensações intensas em diversas partes do corpo.

E o mais interessante: os relatos dos sintomas e suas localizações eram muito similares, provando que, independentemente de gênero, cultura e hábitos de vida, todos nós reagimos fisicamente de forma parecida. Para Danilo Faleiros, psicólogo do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, a psicossomatização – termoque expressa a concepção de que sintomas físicos têm origem na mente e vice-versa – é um contraponto para a visão de que só a parte biológica e os hábitos afetam a saúde do indivíduo.

  • Hoje, estuda-se como as emoções podem influenciar tanto na definição de comportamentos de riscos (nossos hábitos de vida) como também diretamente (por mecanismos neuroendócrinos), em doenças como o câncer e o diabetes, além de problemas gastrointestinais, respiratórios e cardiovasculares.
  • E há mais elementos que interferem nessa equação.

«Hoje, com a tecnologia, vemos que somos muito mais do que um corpo que funciona de forma programada e independente», explica Danilo. «Somos seres multidimensionais e em constante transformação. Não se trata apenas de aspectos físicos ou psicológicos. Essas dimensões associadas às questões sociais e espirituais são capazes de influenciar inclusive no funcionamento dos nossos genes, do nosso DNA – as chamadas alterações epigenéticas.» O estudo contemporâneo da psicossomatização mostra que problemas de ordem psíquica podem se aliar a outros aspectos sociais para compor um diagnóstico.

Faleiros exemplifica: uma pessoa que deixa de se alimentar adequadamente ou se queixa de dor de estômago pode ser geneticamente mais suscetível a exacerbar preocupações, o que pode influenciar diretamente no funcionamento do estômago. «E o problema se retroalimenta: a preocupação causa a dor de estômago que, por sua vez, gera ainda mais estresse», explica o psicólogo.

Em ambientes de muita pressão, como os grandes centros urbanos, esses sintomas se intensificam ainda mais, contribuindo para o quadro. AMOR: Os sinais que a mente dá no corpo do apaixonado são tão clássicos que viraram até lugar-comum de desenho animado. Sudorese, redução de apetite, frio na barriga, batimentos cardíacos acelerados são alguns dos sintomas que indicam que o amor chegou. FELICIDADE: Vem acompanhada por uma série de hormônios, como a dopamina e a endorfina. Como a maioria das emoções, também altera os batimentos, mas com uma sensação de euforia que «esquenta» o corpo todo. ANSIEDADE: Frio na barriga ou até dor de estômago são sintomas bem comuns para os ansiosos. TRISTEZA: Quando as coisas não vão bem, o corpo também se manifesta – desta vez, sem a intensidade do coração acelerado e da respiração ofegante, mas, nem por isso, com sintomas mais amenos. Mudanças no apetite e no peso, fadiga, dores na cabeça e no corpo, tensão na nuca e nos ombros e até imunidade baixa podem fazer parte do quadro de tristeza.

  1. RAIVA: A ira gera uma descarga intensa de sensações – não é para menos, já que o corpo entende que precisa se preparar para uma batalha.
  2. Um ataque de fúria pode durar pouco, mas provoca uma verdadeira revolução: coração disparado, suor, fluxo intenso de sangue para a cabeça e para as mãos e mandíbula cerrada.
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Em casos mais intensos, pode ocorrer até perda de visão periférica. Veja mais notícias na nova edição da Revista Leve do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Clique na imagem abaixo para fazer download da revista, OQue Fazer Quando Estiver Triste

O que a Bíblia fala sobre a tristeza?

Sua tristeza será convertida em alegria | O TEMPO Querido leitor, Deus sempre tem o melhor para sua vida. Nunca se esqueça disso, mesmo nos momentos em que as coisas à sua volta parecerem caminhar para a derrota, o fracasso e as angústias. Podemos comparar nossa vida a uma roda, que gira para cima e para baixo, e enquadrar essa roda, que é nossa vida.

  1. Se estiver girando, sempre contaremos com Jesus Cristo, porque Ele tem um propósito em nossa história, e, em momento algum, ficaremos sozinhos, conforme Ele prometeu: «Nunca te deixarei, jamais te desampararei».
  2. Então, quando seu coração conseguir entender essa verdade, o desespero não fará «careta» para você.

Ao contrário, terá o consolo de que a alegria logo virá. Somente Deus pode operar essa alegria em nossa vida, e em João 16.20 encontramos uma resposta bem direta para quando o coração estiver apertado, angustiado, quando as circunstâncias estiverem «declarando» morte e tristezas.

  • Veja o texto bíblico: «Em verdade, em verdade vos digo que chorareis e vos lamentareis, e o mundo se alegrará.
  • Vós ficareis tristes, mas vossa tristeza se converterá em alegria».
  • Esse versículo mostra a preocupação de Jesus Cristo conosco, pois Ele sabia que, muitas vezes, nossa vida seria como uma roda, em que poderíamos passar dois anos bem e dois anos mal.

Porém, como Jesus, sempre depois do choro chega a alegria. Além disso, Jesus falava a respeito de Sua morte, quando seria torturado. Sobre o mundo se alegrar, Ele se referia a esse sistema demoníaco, em que Satanás é o rei, e, a respeito de o mundo se entristecer, dizia de nós, quando Seu nome é zombado.

Entretanto, três dias depois de Sua morte, Cristo foi ressuscitado, quebrou todas as cadeias da morte, e aqueles que o encontraram após Ele ressuscitar não tiveram motivo para chorar. Um exemplo é Maria Madalena, que foi ao túmulo de Jesus para lamentar e derramar suas lágrimas de saudades, mas ela encontrou Jesus, e toda a alegria voltou ao rosto dela.

Nunca se esqueça desta palavra do Senhor: toda a tristeza pode ser convertida em alegria profunda, gloriosa e bendita, a qual ninguém pode roubar. Há um consolo, que é saber que Jesus Cristo não mudou. Ele é o mesmo de ontem e de hoje e será o mesmo amanhã.

  1. Ele vê o momento que você vive, conhece tão bem sua vida, seu coração, suas lágrimas e angústias.
  2. Vê quando você é perseguido, pisado, maltratado, abandonado e desprezado.
  3. Por conta disso, não permita que a tristeza tome conta de sua vida, mas proclame em alto e bom som que Jesus Cristo ressuscitou, que Ele está vivo e pode morar em você.

Viva intensamente essa verdade. Deus os abençoe! : Sua tristeza será convertida em alegria | O TEMPO

O que e a dor da alma?

Quando a dor é na alma Quando a dor é na alma, estamos falando de uma dor a nível psíquico, ou seja, é uma sensação diferente da dor orgânica, mas isso não quer dizer que ela não exista. Muitas vezes ela está arraigada na alma e não é percebida ou considerada pelas pessoas no dia a dia.

Essa dor na alma é uma dor psíquica, uma tristeza ou angústia, como se fosse uma sensação de que algo estaria alojado na garganta, sufocando. Essa sensação ocorre quando são absorvidos os sentimentos de frustração, culpa, rejeição e vergonha. Sabemos que os momentos de angústia e dor fazem parte da vida do ser humano, mas é importante compreender que essas sensações passam.

Quando a dor é na alma, ela pode se intensificar a ponto de sufocar o emocional do indivíduo e levá-lo ao isolamento, que é um fator negativo para quem está nessa condição. O ideal é pedir ajuda, compartilhar essa «carga» emocional, falar dos sentimentos.

Falar sobre essa dor é uma possibilidade de fazê-la cessar ou, ao menos conviver com a mesma. A cura pela fala ou o «talking cure», um método proposto pela psicanálise, no qual o psicanalista se põe a escutar o sujeito do sofrimento, ao mesmo tempo que este sujeito tem a possibilidade de olhar para dentro e «visualizar» o objeto provocante da dor.

Esse é um processo que possibilita a comunicação da dor, a reflexão sobre ela e até mesmo a superação da mesma. Procure apoio de um amigo e também de um profissional em saúde mental, porque as emoções adoecem quando a dor é na alma. : Quando a dor é na alma

É normal ficar triste por muito tempo?

Ficar triste do nada é normal? – Como já dissemos, ficar triste do nada, mesmo sem um motivo aparente, é uma experiência normal e comum. As emoções humanas podem ser influenciadas por diversos fatores, incluindo biologia, química cerebral, estresse, mudanças hormonais e até mesmo condições climáticas.

Portanto, é normal ter momentos em que você se sente triste sem uma razão óbvia. No entanto, a frequência, intensidade e duração da tristeza «do nada» é que devem ser levadas em conta. Sentir tristeza com frequência e de forma intensa, mesmo sem um gatilho aparente, pode ser um sinal de que algo mais está acontecendo, como estresse crônico, desequilíbrios emocionais ou até mesmo um problema de saúde mental.

Então, se você perceber que está enfrentando tristeza inexplicável com muita frequência e/ou que essa tristeza está afetando sua vida diária, seu bem-estar emocional ou suas relações interpessoais, pode ser uma boa ideia procurar um profissional de saúde mental,

Quanto tempo dura os sentimentos?

Se a tristeza chegar, esqueça a raiva e o desespero, engula o choro e espere. É o melhor que se tem a fazer, mesmo porque, de que adianta sofrer (mais) se ela tem prazo de validade? Pesquisadores belgas descobriram o quê, no fundo, no fundo, ninguém gostaria tanto de saber: a sensação experimentada quando estamos tristes é a mais longa entre as 28 mais comuns vividas por nós.

Ao todo, são nada menos que 120 horas, ou cinco compridos e pesarosos dias, mergulhados num profundo sofrimento. Líder isolada na lista das que têm maior vida útil, a tristeza fica à frente do ódio, que passa em 60 horas, da culpa, que vai embora em três horas e meia, e até da alegria, que dura, infelizmente, apenas um dia e meio (35 horas).

Na explicação de Philippe Verduyn e Saskia Lavrijsen, autores do trabalho desenvolvido na Universidade de Leuven, o motivo é simples. É que a tristeza, segundo eles, anda, não raras vezes, de mãos dadas com acontecimentos de maior impacto, e que, portanto, exigem mais de quem lida com a situação para compreen-dê-la e, assim, aceitá-la.

Para as emoções que duram menos tempo – como é o caso do desgosto, da vergonha e do medo, por exemplo – razão semelhante explicaria a rapidez com que passam. Sendo elas, teoricamente, menos importantes, exigem também menos esforço e recebem menos atenção em relação às demais. Dessa forma, perturbam por menos tempo e acabam ficando na parte de baixo da temida lista.

Fatores múltiplos A psicóloga Sheila Almeida, do Centro Universitário Newton Paiva, em Belo Horizonte, alerta, no entanto, para uma série de outros fatores que explicariam melhor o porquê de a tristeza fazer mais estrago do que a culpa, por exemplo, que em pouco mais de três horas já passou.

Há fatores bioquímicos, ligados à captação de hormônios pelo nosso cérebro, sociais, que se relacionam à não aceitação dos sentimentos considerados negativos pela sociedade, e ainda os motivos individuais, que determinam, dentre outras coisas, a intensidade da tristeza sentida e a maneira como cada pessoa passa por ela», detalha.

Trocando em miúdos, pode até ser que a tristeza dure 120 horas, o que não significa, porém, que exista uma fórmula para explicar os motivos, tampouco para ensinar como passar pela «provação». «É difícil mensurá-la. É fato que todos a sentem, mas a forma como cada um lida com isso, chamada de resiliência, é muito variável.

Quanto tempo dura um sentimento?

Você sabe qual emoção leva em média 4 dias para passar e por quê? – Quando comparada a ficar irritado, envergonhado, surpreso e até mesmo entediado, a tristeza ultrapassa todos os outros sentimentos. É o que descobriu o primeiro estudo a analisar porquê algumas emoções duram muito mais do que as outras.

O estudo, publicado na revista Motivation and Emotion, descobriu que a tristeza tende a ser associada a eventos que tiveram um grande impacto a longo prazo sobre a vida das pessoas, como o luto. Saskia Lavrijsen, co-autor do estudo, explicou: «O ato de remoer, ou, ruminar, as emoções é determinante para explicar porque algumas delas duram mais do que outras.

As emoções associadas a altos níveis de ‘ruminação’ durarão mais tempo. As emoções de duração mais curta são tipicamente – mas, nem sempre – provocadas por eventos de importância relativamente baixa. Por outro lado, as duradouras tendem a ser sobre algo muito importante.» Os resultados vêm de uma pesquisa feita com 233 estudantes que foram instruídos a recordar experiências emocionais e quanto tempo elas tinham durado. Nos extremos, enquanto o desgosto e a vergonha tendem a passar dentro de 30 minutos, a tristeza continuou por uma média de 120 horas. O tédio, entretanto, tende a passar em algumas horas, embora, naturalmente, pareça mais longo! Foram descobertos também padrões fascinantes entre emoções conectadas.

Por exemplo, o medo tendeu a ser de curta duração, enquanto sua prima próxima, a ansiedade, durou muito mais tempo. Da mesma forma, o «rosto queimando» de vergonha passou relativamente rápido, mas o sentimento de culpa ficou por muito mais tempo. Podemos concluir que as emoções negativas duram mais tempo e têm um impacto maior sobre nossa vida.

Nós não podemos controlar o surgimento delas, mas podemos controlar a duração, através da respiração. Aprender a lidar e encurtar a duração das emoções negativas seria muito saudável. Assista esse vídeo onde eu falo sobre isso.