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Para Que Serve Sinvastatina 20 Mg Como Tomar?

Como devo tomar sinvastatina 20 mg?

Prevenção de doença cardiovascular – A dose usual de Sinvastatina é de 20-40 mg/dia, administrada em dose única, à noite, para os pacientes sob alto risco de doença coronariana (com ou sem hiperlipidemia). O tratamento pode ser iniciado simultaneamente à dieta e aos exercícios.

Qual o melhor horário para tomar sinvastatina de 20?

Como usar corretamente? – É indicado que a Sinvastatina seja ingerida via oral com o uso de líquidos, preferencialmente no período da noite. Pacientes que possuem hiperlipidemia precisam adequar-se a uma dieta da qual reduza o consumo de colesterol antes de iniciar o tratamento.

Porque a sinvastatina tem que ser tomada à noite?

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Breves Questões Terapêuticas

25 Fevereiro 2019

Os dados disponíveis acerca da hora do dia mais favorável para administração de estatinas são limitados, sendo necessários estudos com maior duração.

Em geral, as estatinas de curta duração de ação devem ser tomadas à noite, facilitando uma maior concentração de fármaco durante o pico da síntese de colesterol endógeno.

As estatinas de longa duração de ação podem ser administradas a qualquer momento do dia, possibilitando a escolha da hora de toma pelo doente e, consequentemente, uma melhor adesão à terapêutica.

As estatinas são a primeira abordagem terapêutica em doentes em que alterações da dieta são insuficientes para diminuir os níveis lipídicos e reduzir o risco cardiovascular e aterosclerótico.1,2 Alguns ensaios têm mostrado maiores reduções nas lipoproteínas de baixa densidade (LDL-C) e no colesterol total (CT) com a administração à noite.3 Uma revisão sistemática, realizada com dados limitados de baixa qualidade, 4 sugeriu a não existência de diferenças significativas com a toma de estatinas à noite, em termos de níveis lipídicos, relativamente à administração matinal.

Estatinas de semivida curta (sinvastatina, lovastatina, fluvastatina de libertação imediata e pravastatina) – A biossíntese do colesterol varia durante o dia, alcançando um pico máximo entre a meia noite e as 5 – 6 h da manhã.2-5 Por isso, tipicamente, é recomendado que estas sejam administradas à noite, 3,5 o que é apoiado pela maioria dos dados.1-3,5 Se tomadas duas vezes ao dia a administração será de manhã e à noite.1-5 Os alimentos aumentam a absorção da lovastatina, devendo ser administrada ao jantar.5 Apesar da semivida curta, algumas fontes indicam que a pravastatina pode ser administrada a qualquer momento do dia.1-3,5 Contudo, em alguns estudos a toma noturna é mais efetiva.2,3 Os medicamentos disponíveis em Portugal recomendam a toma preferencial à noite.6

Estatinas de semivida longa (atorvastatina, pitavastatina, rosuvastatina e fluvastatina de libertação prolongada) – Podem ser administradas a qualquer momento do dia.1-3,5 Neste caso, parece apropriado permitir ao doente a escolha do tempo de administração, importante fator para favorecer a adesão à terapêutica, 3 especialmente no caso de polimedicados.2

Referências bibliográficas:

  1. Class Comparison: Statins (Selected). Last Modified: May 12, 2016; IBM Micromedex® DRUGDEX® (electronic version). IBM Watson Health, Greenwood Village, Colorado, USA. Disponivel em: https://www.micromedexsolutions.com/
  2. Awad K, Banach M. The optimal time of day for statin administration: a review of current evidence. Curr Opin Lipidol.2018;29(4):340-345.
  3. Awad K., Serban MC, Penson P, Mikhailidis DP, Toth PP, Jones SR, et al, Effects of morning vs evening statin administration on lipid profile: A systematic review and meta-analysis. J Clin Lipidol.2017;11(4):972-985.e9.
  4. Izquierdo-Palomares JM, Fernandez-Tabera JM, Plana MN, Añino Alba A, Gómez Álvarez P, Fernandez-Esteban I, et al, Chronotherapy versus conventional statins therapy for the treatment of hyperlipidaemia. Cochrane Database Syst Rev.2016 Nov 26;11:CD009462., Disponível em: http://cochranelibrary-wiley.com/doi/10.1002/14651858.CD009462.pub2/epdf/standard
  5. Rosenson R. Statins: Actions, side effects, and administration, Last updated mar 2018. UpToDate®.2018, Wolters Kluwer Clinical Drug Information, Inc. Disponível em: www.uptodate.com
  6. Infomed. Infarmed Disponível em: http://app7.infarmed.pt/infomed/

Qual o melhor horário para tomar o remédio para colesterol?

Geral – Antes de ser instituída a terapia com Atorvastatina Cálcica deve ser realizada uma tentativa de controlar a hipercolesterolemia com dieta apropriada, exercícios e redução de peso em pacientes obesos, e tratar outros problemas médicos subjacentes.

O paciente deve continuar com a dieta padrão para redução do colesterol durante o tratamento com Atorvastatina Cálcica. A dose pode variar de 10 mg a 80 mg, em dose única diária. As doses podem ser administradas a qualquer hora do dia, com ou sem alimentos. As doses, inicial e de manutenção, devem ser individualizadas de acordo com os níveis basais de LDL-C, a meta do tratamento e a resposta do paciente.

Após o início do tratamento e/ou durante o ajuste de dose de atorvastatina, os níveis lipídicos devem ser analisados dentro de 2 a 4 semanas, e a dose deve ser ajustada adequadamente.

Quanto tempo demora para baixar o colesterol com sinvastatina?

Bula do Sinvastatina Cimed | Blog dr.consulta Se você tem doença arterial coronariana (DAC), diabetes, já teve derrame ou outra doença vascular (independentemente dos níveis sanguíneos. Se você tem doença arterial coronariana (DAC), diabetes, já teve derrame ou outra doença vascular (independentemente dos níveis sanguíneos do seu colesterol), sinvastatina:

  • Pode prolongar sua vida ao reduzir o risco de infarto do miocárdio (ataque cardíaco) ou de derrame;
  • Reduz a necessidade de cirurgia para melhorar o fluxo sanguíneo nas pernas e nos órgãos essenciais, tal como o coração;
  • Reduz a necessidade de hospitalização por dor no peito (conhecida como angina).

A sinvastatina reduz os níveis de colesterol no sangue. O colesterol pode causar doença arterial coronariana (DAC) ao estreitar os vasos sanguíneos que transportam oxigênio e nutrientes para o coração. Esse entupimento, ou endurecimento das artérias, é denominado aterosclerose.

  • A aterosclerose pode causar dor no peito (conhecida como angina) e infarto do miocárdio (ataque cardíaco).
  • A sinvastatina também retarda a progressão da aterosclerose e reduz o desenvolvimento de mais aterosclerose.
  • Como o Sinvastatina Cimed funciona? A sinvastatina reduz os níveis do mau colesterol (colesterol LDL) e de substâncias gordurosas chamadas triglicérides e aumenta os níveis do bom colesterol (colesterol HDL) no sangue.

A sinvastatina pertence à classe dos medicamentos denominados inibidores da hidroximetilglutaril-coenzima A (HMG-CoA) redutase. A sinvastatina diminui a produção de colesterol pelo fígado (a maior fonte de colesterol no organismo) e aumenta a remoção de colesterol da corrente sanguínea pelo fígado.

  1. A sinvastatina reduz de forma significativa os níveis do mau colesterol (colesterol LDL) e dos triglicérides e aumenta os níveis do bom colesterol (colesterol HDL).
  2. Ao tomar sinvastatina e fazer dieta, você estará controlando a quantidade de colesterol que ingere e a quantidade que o seu organismo produz.

Níveis altos de colesterol podem resultar de vários fatores, inclusive de alimentação rica em gorduras saturadas (gorduras que ficam sólidas quando expostas ao ar, tal como a manteiga), de algumas doenças ou distúrbios genéticos e da falta de exercícios físicos.

  • Níveis altos de colesterol no sangue;
  • Hipertensão arterial (pressão alta);
  • Tabagismo;
  • Diabetes;
  • Obesidade;
  • Pessoas com DAC na família – principalmente parentes de primeiro grau;
  • Sexo masculino;
  • Após a menopausa.
  • Os cinco primeiros fatores de DAC podem ser controlados com sua ajuda.
  • O que você pode fazer em benefício da sua saúde e para reduzir o risco de doença coronariana
  • Pare de fumar
  • O tabagismo aumenta a probabilidade de você sofrer infarto do miocárdio.
  • Faça exercícios

O exercício pode aumentar seus níveis de colesterol ‘bom’ e diminuir a probabilidade de você ter doença coronariana. Peça orientação ao seu médico antes de iniciar a prática de exercícios físicos.

  1. Consulte seu médico regularmente
  2. Seu médico irá verificar seus níveis de colesterol.
  3. Tome seu medicamento
  4. Não interrompa seu tratamento para que seus níveis de colesterol se mantenham controlados.
  5. Mantenha a dieta recomendada por seu médico

A dieta não irá apenas ajudá-lo (a) a reduzir os níveis de colesterol, mas também ajudará a perder peso, se for o caso. O colesterol LDL é chamado ‘mau colesterol’ porque é o colesterol que entope suas artérias. Por outro lado, acredita-se que o colesterol HDL remova o colesterol dos vasos sanguíneos, sendo, portanto, considerado o ‘bom colesterol’.

  • Consulte seu médico regularmente, dose seu colesterol quando ele solicitar e pergunte para ele quais os níveis ideais de colesterol no seu caso.
  • Contraindicação do Sinvastatina – Cimed
  • Você não deve tomar sinvastatina se
  • For alérgico (a) a qualquer um de seus componentes;
  • Tiver doença ativa do fígado;
  • Estiver grávida ou amamentando;

Estiver tomando qualquer um dos seguintes medicamentos

  • Alguns medicamentos antifúngicos (como itraconazol, cetoconazol, posaconazol ou voriconazol);
  • Inibidores da protease do HIV (como indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir);
  • Certos inibidores da protease do vírus da hepatite C (tais como boceprevir ou telaprevir);
  • Certos antibióticos (como eritromicina, claritromicina ou telitromicina);
  • O antidepressivo nefazodona;
  • Medicamentos contendo cobicistate;
  • Genfibrozila (um derivado do ácido fíbrico para redução do colesterol);
  • Ciclosporina;
  • Danazol.
  1. Pergunte a seu médico se não tiver certeza se o seu medicamento está listado acima.
  2. Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres grávidas ou amamentando.
  3. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.
  4. Como usar o Sinvastatina – Cimed

Geralmente em dose única à noite. Você deve tomar Sinvastatina com água ou outra bebida. A sinvastatina pode ser tomada com ou sem alimentos. Este medicamento não pode ser partido ou mastigado. Posologia A dose inicial de sinvastatina geralmente é de 20 ou 40 mg por dia.

  • A sinvastatina começa a agir em cerca de 2 semanas.
  • Ele também poderá prescrever doses mais baixas, principalmente se você estiver tomando certos medicamentos acima listados ou tiver certos tipos de doença renal.
  • Continue tomando sinvastatina, a menos que o seu médico lhe diga para parar.
  • Se você parar de tomar sinvastatina, seus níveis de colesterol podem aumentar novamente.

Devido ao aumento de risco de desenvolver lesões musculares, a dose de 80 mg não deve ser administrada para pacientes que estão iniciando o tratamento ou para pacientes que já fazem uso de doses menores de sinvastatina. A dose de 80 mg só deve ser utilizada por pessoas que: estão tomando sinvastatina 80 mg cronicamente (há 12 meses ou mais) sem apresentar lesão muscular ou que não precisem tomar outros medicamentos com sinvastatina que aumentariam sua chance de ter lesão muscular.

Se você não conseguir atingir a sua meta de colesterol LDL utilizando sinvastatina 40 mg, seu médico deve mudar para outro medicamento para reduzir o colesterol. Os pacientes que tiverem dúvidas ou preocupações sobre o seu tratamento devem consultar o seu médico ou farmacêutico. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. O que devo fazer quando eu me esquecer de usar o Sinvastatina Cimed? Tente tomar sinvastatina conforme a prescrição médica. Entretanto, se você deixou de tomar uma dose, deverá tomar a dose seguinte como de costume, isto é, na hora regular e sem dobrar a dose.

  • Em caso de dúvidas, procure orientação do farmacêutico ou de seu médico, ou cirurgião-dentista.
  • Precauções do Sinvastatina – Cimed
  • Informe ao seu médico sobre quaisquer problemas de saúde que estiver apresentando ou tenha apresentado, inclusive alergias.
  • Informe ao seu médico se você consome quantidades consideráveis de bebidas alcoólicas ou já teve doença(s) do fígado.
  • Informe ao seu médico se você é asiático.
  • Interações Medicamentosas
  • Você deve informar a qualquer médico que lhe prescrever um novo medicamento que você está tomando sinvastatina.
  • É muito importante informar ao seu médico se você for tomar sinvastatina associada a qualquer um dos medicamentos listados a seguir, pois o risco de problemas musculares nessa situação é maior
  • Agentes antifúngicos (como o itraconazol, cetoconazol, posaconazol ou voriconazol); inibidores da protease do HIV (tais como indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir); agentes antivirais para hepatite C (tais como boceprevir, telaprevir, elbasvir ou grazoprevir); os antibióticos eritromicina, claritromicina, telitromicina e ácido fusídico; o antidepressivo nefazodona; medicamentos contendo cobicistate; ciclosporina; danazol; derivados do ácido fíbrico (como a genfibrozila e o benzafibrato); amiodarona (medicamento utilizado para o tratamento de arritmias cardíacas); verapamil, diltiazem ou anlodipino (medicamentos utilizados para o tratamento de hipertensão arterial, angina ou outras doenças cardíacas); lomitapida (um medicamento utilizado para tratar uma condição genética grave e rara de colesterol).
  • Também é importante informar ao seu médico se estiver tomando anticoagulantes (medicamentos que evitam a formação de coágulos sanguíneos), tais como varfarina e femprocumona ou acenocumarol, colchicina (um medicamento utilizado para gota), ácido nicotínico ou fenofibrato, outro derivado do ácido fíbrico.
  • Interações com Alimentos

O suco de toranja ( grapefruit ) possui componentes que interferem no metabolismo de certos medicamentos, como sinvastatina. Evite o consumo de suco de toranja durante o tratamento. Informe ao seu médico ou cirurgião-dentista se você está fazendo uso de algum outro medicamento.

  • Não use medicamento sem o conhecimento do seu médico.
  • Pode ser perigoso para a sua saúde.
  • Reações Adversas do Sinvastatina – Cimed Como qualquer outro medicamento a sinvastatina pode causar efeitos adversos, embora não seja todo mundo que os apresente.
  • Você deve procurar seu médico imediatamente se sentir dor, sensibilidade ou fraqueza muscular.

Em raras ocasiões, problemas musculares podem ser graves, incluindo rompimento muscular, resultando em dano renal que pode ser fatal. O risco de ruptura muscular é maior para pacientes que tomam doses mais altas de sinvastatina, particularmente a dose de 80 mg.

  • Esse risco é ainda maior para pacientes idosos (65 anos ou mais), pacientes do sexo feminino, pacientes com função renal anormal e pacientes com problemas de tireoide.
  • Visite regularmente seu médico para checar o nível do seu colesterol e efeitos adversos.
  • Seu médico pode solicitar exames de sangue de rotina para verificar o funcionamento do seu fígado antes e depois do início do tratamento e se você tiver quaisquer sintomas de problemas no fígado enquanto estiver tomando sinvastatina.

Entre em contato com o seu médico imediatamente se você tiver os seguintes sintomas de problemas no fígado

  • Sentir-se cansado ou fraco;
  • Perda de apetite;
  • Dor no abdome superior;
  • Urina escura;
  • Amarelamento da pele ou da parte branca dos olhos.

Os seguintes termos são usados para descrever a frequência com que as reações adversas foram relatadas

  • Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento);
  • Frequência desconhecida.

As seguintes reações adversas graves e raras foram relatadas Se algumas dessas reações adversas graves acontecer, pare de tomar o medicamento e informe o seu médico imediatamente ou vá ao pronto socorro do hospital mais próximo.

  • Dor, sensibilidade, fraqueza e cãibra muscular. Em raras ocasiões, esses problemas musculares podem ser graves, incluindo ruptura muscular resultando em dano renal; e muito raramente ocorreram mortes;
  • Inflamação do fígado com os seguintes sintomas:pele e olhos amarelados, coceira, urina escura ou fezes de cor clara, insuficiência hepática (muito rara);
  • Inflamação do pâncreas frequentemente com dor abdominal grave.

Reações de hipersensibilidade (alérgicas), incluindo

  • Inchaço da face, língua e garganta, que podem causar dificuldade para respirar;
  • Dor muscular grave geralmente nos ombros e quadris;
  • Erupção cutânea com fraqueza muscular nos membros e pescoço;
  • Dor ou inflamação das articulações (polimialgia reumática);
  • Inflamação dos vasos sanguíneos (vasculite);
  • Hematomas incomuns, erupções cutâneas e inchaço (dermatomiosite), urticária, sensibilidade cutânea ao sol, febre, rubor;
  • Falta de ar (dispneia) e mal-estar;
  • Quadro de doença semelhante a lúpus (incluindo erupção cutânea, distúrbios articulares e efeitos nas células do sangue);

As seguintes reações adversas também foram relatadas raramente

  • Baixa contagem de glóbulos vermelhos no sangue (anemia);
  • Dormência ou fraqueza dos braços e pernas;
  • Dor de cabeça, sensação de formigamento, tontura;
  • Distúrbios digestivos (dor abdominal, constipação, flatulência, indigestão, diarreia, náusea, vômitos);
  • Erupção cutânea, coceira, queda de cabelo;
  • Fraqueza;
  • Problemas para dormir (muito raro);
  • Memória fraca (muito raro), perda de memória, confusão (muito rara).

As seguintes reações adversas também foram relatadas, mas a frequência não pode ser estimada a partir das informações disponíveis (frequência desconhecida)

  • Disfunção erétil;
  • Depressão;
  • Inflamação dos pulmões, causando problemas respiratórios, incluindo tosse persistente e/ou falta de ar ou febre;
  • Problemas de tensão, algumas vezes complicado pela ruptura do tendão
  • Dor, sensibilidade ou fraqueza muscular que em casos muito raros podem não passar depois de parar com sinvastatina.

Possíveis reações adversas adicionais relatadas com algumas estatinas

  • Distúrbios do sono, incluindo pesadelos;
  • Problemas sexuais;
  • Diabetes. Isto é mais provável se você tiver alto níveis de açucares e gorduras no sangue, estiver com sobrepeso e tiver pressão arterial elevada. O seu médico irá monitorar você enquanto estiver tomando este medicamento;
  • Dor muscular, sensibilidade ou fraqueza constantes que podem não passar depois que você parar de tomar sinvastatina (frequência desconhecida).
  1. Valores laboratoriais
  2. Foram observadas elevações da função do fígado e de enzimas musculares (creatina quinase) no sangue em alguns testes laboratoriais.
  3. Informe ao seu médico se apresentar qualquer sintoma incomum ou se qualquer sintoma que você já conhece persistir ou piorar.
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Informe ao seu médico, cirurgião-dentista ou farmacêutico o aparecimento de reações indesejáveis pelo uso do medicamento. Informe também a empresa através do seu serviço de atendimento. População Especial do Sinvastatina – Cimed Gravidez e Amamentação A sinvastatina não deve ser utilizada por mulheres grávidas, que estejam tentando engravidar ou sob suspeita de estarem grávidas.

  • Este medicamento causa malformação ao bebê durante a gravidez.
  • Crianças
  • A sinvastatina não é recomendada para uso pediátrico.
  • Idosos
  • Não há precauções especiais.
  • Composição do Sinvastatina – Cimed
  • Apresentações
  • Comprimidos revestidos de 20 mg:
  • Embalagens com 30 e 500 comprimidos.
  • Comprimidos revestidos de 40 mg:
  • Embalagem com 30 comprimidos.
  • Uso oral.
  • Uso adulto.
  • Composição
  • Cada comprimido de sinvastatina revestido 20 mg contém:
Sinvastatina 20 mg
Excipientes* q.s.p.: 1 comprimido

Cada comprimido de sinvastatina revestido 40 mg contém:

Sinvastatina 40 mg
Excipientes* q.s.p.: 1 comprimido

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  • *Celulose microcristalina, lactose, croscarmelose sódica, estearato de magnésio, butil hidroxianisol, ácido ascórbico, ácido cítrico, dióxido de silício, amido, macrogol, dióxido de titânio, talco, óxido de ferro vermelho e álcool polivinílico.
  • Superdosagem do Sinvastatina – Cimed
  • Procure seu médico imediatamente.
  • Em caso de uso de grande quantidade deste medicamento, procure rapidamente socorro médico e leve a embalagem ou bula do medicamento, se possível. Ligue para 0800 722 6001, se você precisar de mais orientações. Interação Medicamentosa do Sinvastatina – Cimed Múltiplos mecanismos podem contribuir para potenciais interações com os inibidores da HMG-CoA redutase.

    • Consulte as informações prescritas para todos os fármacos utilizados concomitantemente para obter mais informações sobre suas potenciais alterações enzimáticas ou de transportadores e possíveis ajustes da dose e dos regimes.
    • O uso concomitante dos seguintes medicamentos é contraindicado:
    • Genfibrozila, ciclosporina ou danazol.
    • Inibidores potentes de CYP3A4

    A Sinvastatina (substância ativa) é metabolizada pela isoenzima do citocromo 3A4, mas não apresenta atividade inibitória do CYP3A4, portanto não se espera que afete as concentrações plasmáticas de outros fármacos metabolizados pela CYP3A4. Os inibidores potentes da CYP3A4 aumentam o risco de miopatia por reduzirem a eliminação da Sinvastatina (substância ativa).

    O uso concomitante de medicamentos conhecidos por apresentarem um potente efeito inibitório sobre a CYP3A4 (por exemplo, itraconazol, cetoconazol, posaconazol, voriconazol, eritromicina, claritromicina, telitromicina, inibidores da protease do HIV, boceprevir, telaprevir, nefazodona e medicamentos contendo cobicistate) é contraindicado.

    Outras interações medicamentosas Outros fibratos O risco de miopatia é aumentado pela genfibrozila e outros fibratos (com exceção do fenofibrato); estes medicamentos hipolipemiantes podem causar miopatia quando administrados isoladamente. Quando a Sinvastatina (substância ativa) e o fenofibrato são administrados concomitantemente, não há nenhuma evidência de que o risco de miopatia supere a soma dos riscos individuais de cada agente.

    1. Ácido fusídico
    2. O risco de miopatia/rabdomiólise pode aumentar com a administração concomitante de ácido fusídico.
    3. Amiodarona
    4. O risco de miopatia/rabdomiólise é aumentado pela administração concomitante de amiodarona com Sinvastatina (substância ativa).
    5. Bloqueadores do canal de cálcio
    6. O risco de miopatia/rabdomiólise é aumentado pela administração concomitante de verapamil, diltiazem ou anlodipino.
    7. Lomitapida
    8. O risco de miopatia/rabdomiólise pode ser aumentado pela administração concomitante com lomitapida.
    9. Inibidores moderados da CYP3A4
    10. Os pacientes que tomam outros medicamentos conhecidos por apresentarem efeito inibitório moderado sobre a CYP3A4 concomitantemente com a Sinvastatina (substância ativa), particularmente com doses mais altas de Sinvastatina (substância ativa), podem ter um maior risco de miopatia.
    11. Inibidores da proteína transportadora OATP1B1

    A Sinvastatina (substância ativa) ácida é um substrato da proteína transportadora OATP1B1. A administração concomitante de medicamentos inibidores da proteína transportadora OATP1B1 pode levar ao aumento da concentração plasmática de Sinvastatina (substância ativa) ácida e ao aumento do risco de miopatia.

    Inibidores da proteína resistente ao câncer de mama (BCPR) A Sinvastatina (substância ativa) é um substrato do transportador de efluxo da BCPR. A administração concomitante de medicamentos inibidores da BCPR (por exemplo, elbasvir e grazoprevir) pode levar a um aumento das concentrações plasmáticas da Sinvastatina (substância ativa) e a um risco aumentado de miopatia.

    Quando a Sinvastatina (substância ativa) e um inibidor da BCPR forem coadministrados, um ajuste da dose de Sinvastatina (substância ativa) poderá ser necessário.

    • Acido nicotínico (Niacina) (≥ 1 g/dia)
    • Casos de miopatia/rabdomiólise foram observados com a Sinvastatina (substância ativa) coadministrada com doses hipolipemiantes (≥1 g/dia) de ácido nicotínico.
    • Colchicina

    Houve relatos de miopatia e rabdomiólise com a administração concomitante de colchicina e Sinvastatina (substância ativa) em pacientes com insuficiência renal. Aconselha-se o monitoramento de pacientes que tomam esta combinação. Outras interações Derivados cumarínicos: em dois estudos clínicos, um que envolveu voluntários normais e outro, pacientes hipercolesterolêmicos, a Sinvastatina (substância ativa), na dose 20-40 mg/dia, potencializou discretamente o efeito de anticoagulantes cumarínicos – o tempo de protrombina, expresso como INR (Razão Internacional Normalizada), aumentou em relação aos valores do período basal de 1,7 para 1,8 e de 2,6 para 3,4 nos estudos com voluntários e pacientes, respectivamente.

    O tempo de protrombina dos pacientes que estejam tomando anticoagulantes cumarínicos deve ser determinado antes de se iniciar o tratamento com a Sinvastatina (substância ativa) e sempre que necessário durante a fase inicial do tratamento, para assegurar que não ocorra nenhuma alteração significativa.

    Uma vez estabilizado, o tempo de protrombina poderá ser monitorizado com a periodicidade usualmente recomendada para pacientes em tratamento com anticoagulantes cumarínicos. O mesmo procedimento deve ser repetido em caso de modificação da dose ou de descontinuação da Sinvastatina (substância ativa).

    • O tratamento com a Sinvastatina (substância ativa) não foi associado a sangramento ou alterações do tempo de protrombina em pacientes que não estavam utilizando anticoagulantes.
    • Fonte: Bula do Profissional do Medicamento Sinvastacor.
    • Interação Alimentícia do Sinvastatina – Cimed O suco de grapefruit contém um ou mais componentes que inibem o CYP3A4 e podem aumentar os níveis plasmáticos de medicamentos metabolizados por este sistema enzimático.

    O efeito do consumo típico (um copo de 250 mL diariamente) é mínimo (aumento de 13% nos níveis plasmáticos da atividade inibitória da HMG-CoA redutase, conforme medido pela área sob a curva de concentração-tempo) e sem importância clínica. Entretanto, uma vez que quantidades muito grandes aumentam significativamente os níveis plasmáticos da atividade inibitória da HMG-CoA redutase o suco de grapefruit deve ser evitado.

    1. Fonte: Bula do Profissional do Medicamento Sinvastacor.
    2. Ação da Substância Sinvastatina – Cimed
    3. Resultados de Eficácia

    No Estudo Escandinavo de Sobrevida com Sinvastatina (substância ativa) (4S), o efeito do tratamento com Sinvastatina (substância ativa) na mortalidade por todas as causas foi avaliado em 4.444 pacientes com doença coronariana (DAC) e colesterol total no período basal entre 212-309 mg/dL (5,5-8,0 mmol/L) durante um período mediano de 5,4 anos.

    1. Nesse estudo multicêntrico, randômico, duplo-cego e controlado com placebo, Sinvastatina (substância ativa) reduziu em 30% o risco de morte; em 42% o risco de morte por DAC; e em 37% o risco de infarto do miocárdio não-fatal comprovado no hospital.
    2. Além disso, Sinvastatina (substância ativa) reduziu em 37% o risco de procedimentos para revascularização do miocárdio (bypass da artéria coronariana ou angioplastia coronariana transluminal percutânea).

    Em pacientes com diabetes mellitus, o risco de um evento coronariano importante foi reduzido em 55%. Além disso, Sinvastatina (substância ativa) reduziu significativamente o risco de eventos vasculares cerebrais fatais e não fatais (AVC e ataques isquêmicos transitórios) em 28%.

    No Estudo de Proteção do Coração (HPS – Heart Protection Study ), os efeitos do tratamento com Sinvastatina (substância ativa) durante um período de acompanhamento de 5 anos, em média, foram avaliados em 20.536 pacientes com ou sem hiperlipidemia e alto risco de eventos coronarianos, em decorrência de diabetes, antecedentes de acidente vascular cerebral (AVC) ou outra doença vascular cerebral, doença vascular periférica ou doença coronariana.

    No período basal, 33% apresentavam níveis de LDL inferiores a 116 mg/dL; 25%, entre 116 mg/dL e 135 mg/dL e 42%, superiores a 135 mg/dL. Nesse estudo multicêntrico, randômico, duplo-cego e controlado com placebo, Sinvastatina (substância ativa) 40 mg/dia comparado ao placebo reduziu o risco de mortalidade por todas as causas em 13%, em consequência da redução de mortes por doença coronariana (18%).

    A Sinvastatina (substância ativa) também diminuiu o risco de eventos coronarianos maiores (um desfecho composto de IM não fatal ou mortes de origem coronariana) em 27%. Sinvastatina (substância ativa) reduziu a necessidade de procedimentos de revascularização coronariana (incluindo bypass ou angioplastia coronariana transluminal percutânea) e procedimentos de revascularização periférica e outros procedimentos de revascularização não coronarianos, em 30% e 16%, respectivamente.

    A Sinvastatina (substância ativa) reduziu o risco de AVC em 25%. Além disso, Sinvastatina (substância ativa) reduziu o risco de hospitalização por angina em 17%. Os riscos de eventos coronarianos e vasculares maiores (um desfecho composto que incluiu os eventos coronarianos relevantes, AVC ou procedimentos de revascularização) foram reduzidos em cerca de 25% em pacientes com ou sem doença coronariana, incluindo pacientes com diabetes e pacientes com doença periférica ou vascular cerebral.

    • Além disso, no subgrupo de pacientes com diabetes, Sinvastatina (substância ativa) reduziu o risco do desenvolvimento de complicações macrovasculares, incluindo procedimentos de revascularização periférica (cirurgia ou angioplastia), amputação de membros inferiores ou úlceras nas pernas em 21%.
    • As reduções de risco produzidas por Sinvastatina (substância ativa) nos eventos maiores, vasculares e coronarianos, foram evidentes e consistentes independentemente da idade e do sexo do paciente, dos níveis de LDL-C, HDL-C, TG, apolipoproteína A-I ou apolipoproteína B no período basal, da presença ou ausência de hipertensão, dos níveis de creatinina até o limite para inclusão de 2,3 mg/dL, da presença ou ausência de medicações cardiovasculares (aspirina, betabloqueadores, inibidores da enzima conversora de angiotensina ou bloqueadores dos canais de cálcio) no período basal, de tabagismo, de ingestão de álcool ou de obesidade.

    Ao final de 5 anos, 32% dos pacientes no grupo placebo estavam tomando uma estatina (fora do protocolo do estudo); portanto, as reduções de risco observadas subestimam o real efeito da Sinvastatina (substância ativa).

    • Em estudo clínico multicêntrico, controlado com placebo, que utilizou angiografia coronariana quantitativa e envolveu 404 pacientes, Sinvastatina (substância ativa) retardou a progressão da aterosclerose coronariana e reduziu o desenvolvimento de novas lesões e de novas oclusões totais, ao passo que as lesões ateroscleróticas coronarianas pioraram de forma constante ao longo de um período de 4 anos em pacientes que receberam tratamento-padrão.
    • As análises de subgrupo de dois estudos que incluíram 147 pacientes com hipertrigliceridemia (hiperlipidemia tipo IV de Fredrickson) demonstraram que 20 a 80 mg/dia de Sinvastatina (substância ativa) reduziu os níveis de triglicérides em 21% a 39% (placebo: 11% a 13%), de LDL-colesterol em 23% a 35% (placebo: +1% a +3%) e do colesterol não HDL, em 26% a 43% (placebo: +1% a +3%) e aumentou o HDL-C em 9% a 14% (placebo: 3%).
    • Em outra análise de subgrupo de sete pacientes com disbetalipoproteinemia (hiperlipidemia tipo III de Fredrickson), a dose de 80 mg/dia de Sinvastatina (substância ativa) reduziu os níveis de LDL-C, inclusive das lipoproteínas de densidade intermediária (IDL) em 51% (placebo: 8%) e de VLDL-colesterol + IDL em 60% (placebo: 4%).
    • Referências bibliográficas:

    Scandinavian Simvastatin Survival Study (4S). The Scandinavian Simvastatin Survival Study Group. Randomized trial of cholesterol lowering in 4444 patients with coronary heart disease: the Scandinavian Simvastatin Survival Study (4S). Lancet.1994;344:1383-1389.Heart Protection Study (HPS) Heart Protection Study Collaborative Group (2002).

    1. MRC/BHF Heart Protection Study of cholesterol lowering with simvastatin in 20 536 high-risk individuals: a randomised placebo controlled trial.
    2. Lancet.2002;360(9326):7-22.
    3. Doi:10.1016/S0140-6736(02)09327-3.
    4. Multicenter Anti-Atheroma Study Effect of simvastatin on coronary atheroma: the Multicentre AntiAtheroma Study (MAAS).

    Lancet.1994;344(8923):633-8.

    1. Fonte: Bula do Profissional do Medicamento Sinvastacor.
    2. Características Farmacológicas
    3. A Sinvastatina (substância ativa) é um agente redutor do colesterol derivado sinteticamente de um produto de fermentação do Aspergillus terreus,

    Após a ingestão, a Sinvastatina (substância ativa), uma lactona inativa, é hidrolisado ao β hidroxiácido correspondente. Esse é o principal metabólito e é um inibidor da 3-hidróxi-3-metilglutaril-coenzima A (HMG-CoA) redutase, uma enzima que catalisa um passo precoce e limitante da taxa de biossíntese do colesterol.

    Estudos clínicos mostram que a Sinvastatina (substância ativa) é altamente eficaz para reduzir as concentrações plasmáticas do colesterol total, do LDL-colesterol, dos triglicérides e do VLDL-colesterol e para aumentar o HDL-colesterol nas formas familiar heterozigótica e não familiar de hipercolesterolemia e na hiperlipidemia mista, quando o colesterol elevado for preocupante e a dieta apenas for insuficiente.

    Observam-se respostas acentuadas em duas semanas e respostas terapêuticas máximas ocorrem em 4 a 6 semanas. A resposta mantém-se com a continuidade do tratamento. Quando o tratamento com a Sinvastatina (substância ativa) é interrompido, os níveis de colesterol e lípides voltam aos níveis anteriores ao tratamento.

    A forma ativa da Sinvastatina (substância ativa) é um inibidor específico da HMG-CoA redutase, enzima que catalisa a conversão da HMG-CoA a mevalonato. Em virtude de essa conversão ser um passo inicial da biossíntese do colesterol, não se espera que o tratamento com a Sinvastatina (substância ativa) provoque acúmulo de esteróis potencialmente tóxicos.

    Além disso, a HMG-CoA é também rapidamente metabolizada de volta a acetilCoA, a qual participa de muitos processos de biossíntese no organismo. Farmacocinética Absorção Demonstrou-se que a biodisponibilidade do beta-hidroxiácido para a circulação sistêmica após uma dose oral de Sinvastatina (substância ativa) foi menor do que 5% da dose, o que é compatível com a ampla extração hepática de primeira passagem.

    • Os principais metabólitos da Sinvastatina (substância ativa) presentes no plasma humano são o β-hidroxiácido e quatro metabólitos ativos adicionais.
    • Em jejum, o perfil plasmático dos inibidores total e ativo não foi afetado quando a Sinvastatina (substância ativa) foi administrada imediatamente antes de uma refeição teste.

    Distribuição A Sinvastatina (substância ativa) e o beta-hidroxiácido ligam-se às proteínas plasmáticas humanas (95%). A farmacocinética de doses única e múltipla de Sinvastatina (substância ativa) não mostrou acúmulo do medicamento após a administração múltipla.

    Em todos os estudos de farmacocinética acima, a concentração plasmática máxima dos inibidores ocorreu 1,3 a 2,4 horas após a dose. Metabolismo A Sinvastatina (substância ativa) é uma lactona inativa que é rapidamente hidrolisada in vivo para o β-hidroxiácido correspondente, um potente inibidor da HMG-CoA redutase.

    A hidrólise ocorre principalmente no fígado; a velocidade de hidrólise no plasma humano é muito lenta. A Sinvastatina (substância ativa) é bem absorvida em humanos e passa por ampla extração hepática de primeira passagem. A extração no fígado depende do fluxo sanguíneo hepático.

    • O fígado é o principal local de ação, com excreção posterior dos equivalentes do fármaco na bile.
    • Consequentemente, a disponibilidade do fármaco ativo na circulação sistêmica é baixa.
    • Após uma injeção intravenosa do metabólito beta-hidroxiácido, sua meia-vida média é de 1,9 hora.
    • Eliminação Após uma dose oral de Sinvastatina (substância ativa) radioativa em humanos, 13% da radioatividade foi excretada na urina e 60% nas fezes em 96 horas.

    A quantidade recuperada nas fezes representa os equivalentes do fármaco absorvido excretados na bile, assim como o fármaco não absorvido. Após uma injeção intravenosa do metabólito β-hidroxiácido, apenas 0,3% da dose IV, em média, foi excretada na urina como inibidores.

    • Fonte: Bula do Profissional do Medicamento Sinvastacor.
    • Cuidados de Armazenamento do Sinvastatina – Cimed
    • A sinvastatina comprimidos revestidos deve ser conservada em temperatura ambiente (entre 15 e 30ºC), protegida da luz e umidade.
    • Número de lote e datas de fabricação e validade: vide embalagem.

    Não use medicamento com o prazo de validade vencido. Guarde-o em sua embalagem original.

    1. Características do produto
    2. 20mg
    3. A sinvastatina 20 mg é um comprimido rosa, circular, bicôncavo e liso.
    4. 40mg
    5. A sinvastatina 40 mg é um comprimido rosa, circular, bicôncavo e liso.

    Antes de usar, observe o aspecto do medicamento. Caso ele esteja no prazo de validade e você observe alguma mudança no aspecto, consulte o farmacêutico para saber se poderá utilizá-lo. Todo medicamento deve ser mantido fora do alcance das crianças. Dizeres Legais do Sinvastatina – Cimed Reg.

    • Indústria Brasileira
    • Logo do SAC
    • 0800 704 46 47
    • Venda sob prescrição médica.

    : Bula do Sinvastatina Cimed | Blog dr.consulta

    Quanto tempo devo tomar sinvastatina para baixar o colesterol?

    Sinvastatina é administrado por via oral em dose única diária à noite. Ajustes de dose, se necessários, devem ser feitos em intervalos não inferiores a 4 semanas.

    O que faz a sinvastatina no corpo?

    A sinvastatina reduz os níveis de colesterol no sangue. O colesterol pode causar doença arterial coronariana (DAC) ao estreitar os vasos sanguíneos que transportam oxigênio e nutrientes para o coração. Esse entupimento, ou endurecimento das artérias, é denominado aterosclerose.

    Quem toma sinvastatina perde o apetite?

    Perda de apetite ; Dor no abdome superior; Urina escura; Amarelamento da pele ou da parte branca dos olhos.

    Quais são as reações que a sinvastatina pode causar?

    A sinvastatina é indicada para reduzir os riscos à saúde decorrentes das doenças cardiovasculares. Se você tem doença arterial coronariana (DAC), diabetes, já teve derrame ou outra doença vascular (independentemente dos níveis sanguíneos do seu colesterol), a sinvastatina: • pode prolongar sua vida ao reduzir o risco de infarto do miocárdio (ataque cardíaco) ou de derrame; • reduz a necessidade de cirurgia para melhorar o fluxo sanguíneo nas pernas e nos órgãos essenciais, tal como o coração; • reduz a necessidade de hospitalização por dor no peito (conhecida como angina).

    1. A sinvastatina reduz os níveis de colesterol no sangue.
    2. O colesterol pode causar doença arterial coronariana (DAC) ao estreitar os vasos sanguíneos que transportam oxigênio e nutrientes para o coração.
    3. Esse entupimento, ou endurecimento das artérias, é denominado aterosclerose.
    4. A aterosclerose pode causar dor no peito (conhecida como angina) e infarto do miocárdio (ataque cardíaco).
    See also:  Onde Comprar Semparar Pr-Pago?

    A sinvastatina também retarda a progressão da aterosclerose e reduz o desenvolvimento de mais aterosclerose. Você não deve tomar sinvastatina se: • for alérgico (a) a qualquer um de seus componentes; • tiver doença ativa do fígado; • estiver grávida ou amamentando; • estiver tomando qualquer um dos seguintes medicamentos: – alguns medicamentos antifúngicos (como itraconazol, cetoconazol, posaconazol ou voriconazol); – inibidores da protease do HIV (como indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir); – certos inibidores da protease do vírus da hepatite C (tais como boceprevir ou telaprevir); – certos antibióticos (como eritromicina, claritromicina ou telitromicina); – o antidepressivo nefazodona; – medicamentos contendo cobicistate; – genfibrozila (um derivado do ácido fíbrico para redução do colesterol); – ciclosporina; – danazol.

    1. Pergunte a seu médico se não tiver certeza se o seu medicamento está listado acima.
    2. Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres grávidas ou amamentando.
    3. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento.
    4. Geralmente em dose única à noite.

    Você deve tomar sinvastatina com água ou outra bebida. A sinvastatina pode ser tomada com ou sem alimentos. DOSE A dose inicial de sinvastatina geralmente é de 20 ou 40 mg por dia. A sinvastatina começa a agir em cerca de 2 semanas. O médico também poderá prescrever doses mais baixas, principalmente se você estiver tomando certos medicamentos acima listados ou tiver certos tipos de doença renal.

    Continue tomando sinvastatina, a menos que o seu médico lhe diga para parar. Se você parar de tomar sinvastatina, seus níveis de colesterol podem aumentar novamente. Devido ao aumento de risco de desenvolver lesões musculares, a dose de 80 mg não deve ser administrada para pacientes que estão iniciando o tratamento ou para pacientes que já fazem uso de doses menores de sinvastatina.

    A dose de 80 mg só deve ser utilizada por pessoas que: estão tomando sinvastatina 80 mg cronicamente (há 12 meses ou mais) sem apresentar lesão muscular ou que não precisem tomar outros medicamentos com sinvastatina que aumentariam sua chance de ter lesão muscular.

    1. Se você não conseguir atingir a sua meta de colesterol LDL utilizando sinvastatina 40 mg, seu médico deve mudar para outro medicamento para reduzir o colesterol.
    2. Os pacientes que tiverem dúvidas ou preocupações sobre o seu tratamento devem consultar o seu médico ou farmacêutico.
    3. Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

    Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não pode ser partido ou mastigado. Como qualquer outro medicamento, a sinvastatina pode causar efeitos adversos, embora não seja todo mundo que os apresente. Você deve procurar seu médico imediatamente se sentir dor, sensibilidade ou fraqueza musculares.

    Em raras ocasiões, problemas musculares podem ser graves, incluindo rompimento muscular, resultando em dano renal que pode ser fatal. O risco de ruptura muscular é maior para pacientes que tomam doses mais altas de sinvastatina, particularmente a dose de 80 mg. Esse risco é ainda maior para pacientes idosos (65 anos ou mais), pacientes do sexo feminino, pacientes com função renal anormal e pacientes com problemas de tireoide.

    Visite regularmente seu médico para checar o nível do seu colesterol e efeitos adversos. Seu médico pode solicitar exames de sangue de rotina para verificar o funcionamento do seu fígado antes e depois do início do tratamento e se você tiver quaisquer sintomas de problemas no fígado enquanto estiver tomando sinvastatina.

    Entre em contato com o seu médico imediatamente se você tiver os seguintes sintomas de problemas no fígado: • sentir-se cansado ou fraco; • perda de apetite; • dor no abdome superior; • urina escura; • amarelamento da pele ou da parte branca dos olhos. Os seguintes termos são usados para descrever a frequência com que as reações adversas foram relatadas: • Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) • Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) • Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento) • Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento) • Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento) • Frequência desconhecida As seguintes reações adversas graves e raras foram relatadas: Se alguma dessas reações adversas graves acontecer, pare de tomar o medicamento e informe seu médico imediatamente ou vá ao pronto socorro do hospital mais próximo.

    • dor, sensibilidade, fraqueza ou cãibra muscular. Em raras ocasiões, esses problemas musculares podem ser graves, incluindo ruptura muscular resultando em dano renal; e muito raramente ocorreram mortes; • reações de hipersensibilidade (alérgicas), incluindo: • inchaço da face, língua e garganta, que podem causar dificuldade para respirar e/ou engolir; • dor muscular grave geralmente nos ombros e quadris; • erupção cutânea com fraqueza muscular nos membros e pescoço; • dor ou inflamação das articulações (polimialgia reumática); • inflamação dos vasos sanguíneos (vasculite); • hematomas incomuns, erupções cutâneas e inchaço (dermatomiosite), urticária, sensibilidade cutânea ao sol, febre, rubor; • falta de ar (dispneia) e mal-estar; • quadro de doença semelhante a lúpus (incluindo erupção cutânea, distúrbios articulares e efeitos nas células do sangue).

    • inflamação do fígado com os seguintes sintomas: pele e olhos amarelados, coceira, urina escura ou fezes de cor clara, sensação de cansaço e fraqueza, perda de apetite; insuficiência hepática (muito rara); • inflamação do pâncreas frequentemente com dor abdominal grave. As seguintes reações adversas também foram relatadas raramente: • baixa contagem de glóbulos vermelhos no sangue (anemia); • dormência ou fraqueza dos braços e pernas; • dor de cabeça, sensação de formigamento, tontura; • distúrbios digestivos (dor abdominal, constipação, flatulência, indigestão, diarreia, náusea, vômitos); • erupção cutânea, coceira, queda de cabelo; • fraqueza; • problemas para dormir (muito raro); • memória fraca (muito raro), perda de memória, confusão.

    As seguintes reações adversas também foram relatadas, mas a frequência não pode ser estimada a partir das informações disponíveis (frequência desconhecida): • disfunção erétil; • depressão; • inflamação dos pulmões, causando problemas respiratórios, incluindo tosse persistente e/ou falta de ar ou febre; • problemas de tendão, algumas vezes complicado pela ruptura do tendão; • dor, sensibilidade ou fraqueza muscular que em casos muito raros podem não passar depois de parar com sinvastatina.

    1. Possíveis reações adversas adicionais relatadas com algumas estatinas: • distúrbios do sono, incluindo pesadelos; • problemas sexuais; • diabetes.
    2. Isto é mais provável se você tiver altos níveis de açúcares e gorduras no sangue, estiver com sobrepeso e tiver pressão arterial elevada.
    3. O seu médico irá monitorar você enquanto estiver tomando este medicamento; • dor muscular, sensibilidade ou fraqueza constantes que podem não passar depois que você parar de tomar sinvastatina (frequência desconhecida).

    Valores laboratoriais: Foram observadas elevações da função do fígado e de enzimas musculares (creatina quinase) no sangue em alguns testes laboratoriais. Informe ao seu médico se apresentar qualquer sintoma incomum ou se qualquer sintoma que você já conhece persistir ou piorar.

    Quanto tempo demora para baixar o nível de colesterol?

    Quanto tempo demora para baixar o colesterol ruim? – Em alguns casos, o tempo para o colesterol baixar pode variar de semanas a meses e, por isso, é importante realizar um acompanhamento com um profissional de saúde especializado, como o médico e/ou o nutricionista. Seguindo todas as dicas, você estará em um bom caminho.

    Quanto tempo leva para fazer efeito a sinvastatina?

    A sinvastatina é indicada para reduzir os riscos à saúde decorrentes das doenças cardiovasculares. Se você tem doença arterial coronariana (DAC), diabetes, já teve derrame ou outra doença vascular (independentemente dos níveis sanguíneos do seu colesterol), a sinvastatina: • pode prolongar sua vida ao reduzir o risco de infarto do miocárdio (ataque cardíaco) ou de derrame; • reduz a necessidade de cirurgia para melhorar o fluxo sanguíneo nas pernas e nos órgãos essenciais, tal como o coração; • reduz a necessidade de hospitalização por dor no peito (conhecida como angina).

    A sinvastatina reduz os níveis de colesterol no sangue. O colesterol pode causar doença arterial coronariana (DAC) ao estreitar os vasos sanguíneos que transportam oxigênio e nutrientes para o coração. Esse entupimento, ou endurecimento das artérias, é denominado aterosclerose. A aterosclerose pode causar dor no peito (conhecida como angina) e infarto do miocárdio (ataque cardíaco).

    A sinvastatina também retarda a progressão da aterosclerose e reduz o desenvolvimento de mais aterosclerose. Você não deve tomar sinvastatina se: • for alérgico (a) a qualquer um de seus componentes; • tiver doença ativa do fígado; • estiver grávida ou amamentando; • estiver tomando qualquer um dos seguintes medicamentos: – alguns medicamentos antifúngicos (como itraconazol, cetoconazol, posaconazol ou voriconazol); – inibidores da protease do HIV (como indinavir, nelfinavir, ritonavir e saquinavir); – certos inibidores da protease do vírus da hepatite C (tais como boceprevir ou telaprevir); – certos antibióticos (como eritromicina, claritromicina ou telitromicina); – o antidepressivo nefazodona; – medicamentos contendo cobicistate; – genfibrozila (um derivado do ácido fíbrico para redução do colesterol); – ciclosporina; – danazol.

    Pergunte a seu médico se não tiver certeza se o seu medicamento está listado acima. Este medicamento é contraindicado para uso por mulheres grávidas ou amamentando. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas ou que possam ficar grávidas durante o tratamento. Geralmente em dose única à noite.

    Você deve tomar sinvastatina com água ou outra bebida. A sinvastatina pode ser tomada com ou sem alimentos. DOSE A dose inicial de sinvastatina geralmente é de 20 ou 40 mg por dia. A sinvastatina começa a agir em cerca de 2 semanas. O médico também poderá prescrever doses mais baixas, principalmente se você estiver tomando certos medicamentos acima listados ou tiver certos tipos de doença renal.

    Continue tomando sinvastatina, a menos que o seu médico lhe diga para parar. Se você parar de tomar sinvastatina, seus níveis de colesterol podem aumentar novamente. Devido ao aumento de risco de desenvolver lesões musculares, a dose de 80 mg não deve ser administrada para pacientes que estão iniciando o tratamento ou para pacientes que já fazem uso de doses menores de sinvastatina.

    A dose de 80 mg só deve ser utilizada por pessoas que: estão tomando sinvastatina 80 mg cronicamente (há 12 meses ou mais) sem apresentar lesão muscular ou que não precisem tomar outros medicamentos com sinvastatina que aumentariam sua chance de ter lesão muscular.

    • Se você não conseguir atingir a sua meta de colesterol LDL utilizando sinvastatina 40 mg, seu médico deve mudar para outro medicamento para reduzir o colesterol.
    • Os pacientes que tiverem dúvidas ou preocupações sobre o seu tratamento devem consultar o seu médico ou farmacêutico.
    • Siga a orientação de seu médico, respeitando sempre os horários, as doses e a duração do tratamento.

    Não interrompa o tratamento sem o conhecimento do seu médico. Este medicamento não pode ser partido ou mastigado. Como qualquer outro medicamento, a sinvastatina pode causar efeitos adversos, embora não seja todo mundo que os apresente. Você deve procurar seu médico imediatamente se sentir dor, sensibilidade ou fraqueza musculares.

    • Em raras ocasiões, problemas musculares podem ser graves, incluindo rompimento muscular, resultando em dano renal que pode ser fatal.
    • O risco de ruptura muscular é maior para pacientes que tomam doses mais altas de sinvastatina, particularmente a dose de 80 mg.
    • Esse risco é ainda maior para pacientes idosos (65 anos ou mais), pacientes do sexo feminino, pacientes com função renal anormal e pacientes com problemas de tireoide.

    Visite regularmente seu médico para checar o nível do seu colesterol e efeitos adversos. Seu médico pode solicitar exames de sangue de rotina para verificar o funcionamento do seu fígado antes e depois do início do tratamento e se você tiver quaisquer sintomas de problemas no fígado enquanto estiver tomando sinvastatina.

    Entre em contato com o seu médico imediatamente se você tiver os seguintes sintomas de problemas no fígado: • sentir-se cansado ou fraco; • perda de apetite; • dor no abdome superior; • urina escura; • amarelamento da pele ou da parte branca dos olhos. Os seguintes termos são usados para descrever a frequência com que as reações adversas foram relatadas: • Reação muito comum (ocorre em mais de 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) • Reação comum (ocorre entre 1% e 10% dos pacientes que utilizam este medicamento) • Reação incomum (ocorre entre 0,1% e 1% dos pacientes que utilizam este medicamento) • Reação rara (ocorre entre 0,01% e 0,1% dos pacientes que utilizam este medicamento) • Reação muito rara (ocorre em menos de 0,01% dos pacientes que utilizam este medicamento) • Frequência desconhecida As seguintes reações adversas graves e raras foram relatadas: Se alguma dessas reações adversas graves acontecer, pare de tomar o medicamento e informe seu médico imediatamente ou vá ao pronto socorro do hospital mais próximo.

    • dor, sensibilidade, fraqueza ou cãibra muscular. Em raras ocasiões, esses problemas musculares podem ser graves, incluindo ruptura muscular resultando em dano renal; e muito raramente ocorreram mortes; • reações de hipersensibilidade (alérgicas), incluindo: • inchaço da face, língua e garganta, que podem causar dificuldade para respirar e/ou engolir; • dor muscular grave geralmente nos ombros e quadris; • erupção cutânea com fraqueza muscular nos membros e pescoço; • dor ou inflamação das articulações (polimialgia reumática); • inflamação dos vasos sanguíneos (vasculite); • hematomas incomuns, erupções cutâneas e inchaço (dermatomiosite), urticária, sensibilidade cutânea ao sol, febre, rubor; • falta de ar (dispneia) e mal-estar; • quadro de doença semelhante a lúpus (incluindo erupção cutânea, distúrbios articulares e efeitos nas células do sangue).

    1. Inflamação do fígado com os seguintes sintomas: pele e olhos amarelados, coceira, urina escura ou fezes de cor clara, sensação de cansaço e fraqueza, perda de apetite; insuficiência hepática (muito rara); • inflamação do pâncreas frequentemente com dor abdominal grave.
    2. As seguintes reações adversas também foram relatadas raramente: • baixa contagem de glóbulos vermelhos no sangue (anemia); • dormência ou fraqueza dos braços e pernas; • dor de cabeça, sensação de formigamento, tontura; • distúrbios digestivos (dor abdominal, constipação, flatulência, indigestão, diarreia, náusea, vômitos); • erupção cutânea, coceira, queda de cabelo; • fraqueza; • problemas para dormir (muito raro); • memória fraca (muito raro), perda de memória, confusão.

    As seguintes reações adversas também foram relatadas, mas a frequência não pode ser estimada a partir das informações disponíveis (frequência desconhecida): • disfunção erétil; • depressão; • inflamação dos pulmões, causando problemas respiratórios, incluindo tosse persistente e/ou falta de ar ou febre; • problemas de tendão, algumas vezes complicado pela ruptura do tendão; • dor, sensibilidade ou fraqueza muscular que em casos muito raros podem não passar depois de parar com sinvastatina.

    1. Possíveis reações adversas adicionais relatadas com algumas estatinas: • distúrbios do sono, incluindo pesadelos; • problemas sexuais; • diabetes.
    2. Isto é mais provável se você tiver altos níveis de açúcares e gorduras no sangue, estiver com sobrepeso e tiver pressão arterial elevada.
    3. O seu médico irá monitorar você enquanto estiver tomando este medicamento; • dor muscular, sensibilidade ou fraqueza constantes que podem não passar depois que você parar de tomar sinvastatina (frequência desconhecida).

    Valores laboratoriais: Foram observadas elevações da função do fígado e de enzimas musculares (creatina quinase) no sangue em alguns testes laboratoriais. Informe ao seu médico se apresentar qualquer sintoma incomum ou se qualquer sintoma que você já conhece persistir ou piorar.

    Por que tomar remédio de colesterol à noite?

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    Breves Questões Terapêuticas

    25 Fevereiro 2019

    Os dados disponíveis acerca da hora do dia mais favorável para administração de estatinas são limitados, sendo necessários estudos com maior duração.

    See also:  O Que Bulimia?

    Em geral, as estatinas de curta duração de ação devem ser tomadas à noite, facilitando uma maior concentração de fármaco durante o pico da síntese de colesterol endógeno.

    As estatinas de longa duração de ação podem ser administradas a qualquer momento do dia, possibilitando a escolha da hora de toma pelo doente e, consequentemente, uma melhor adesão à terapêutica.

    As estatinas são a primeira abordagem terapêutica em doentes em que alterações da dieta são insuficientes para diminuir os níveis lipídicos e reduzir o risco cardiovascular e aterosclerótico.1,2 Alguns ensaios têm mostrado maiores reduções nas lipoproteínas de baixa densidade (LDL-C) e no colesterol total (CT) com a administração à noite.3 Uma revisão sistemática, realizada com dados limitados de baixa qualidade, 4 sugeriu a não existência de diferenças significativas com a toma de estatinas à noite, em termos de níveis lipídicos, relativamente à administração matinal.

    Estatinas de semivida curta (sinvastatina, lovastatina, fluvastatina de libertação imediata e pravastatina) – A biossíntese do colesterol varia durante o dia, alcançando um pico máximo entre a meia noite e as 5 – 6 h da manhã.2-5 Por isso, tipicamente, é recomendado que estas sejam administradas à noite, 3,5 o que é apoiado pela maioria dos dados.1-3,5 Se tomadas duas vezes ao dia a administração será de manhã e à noite.1-5 Os alimentos aumentam a absorção da lovastatina, devendo ser administrada ao jantar.5 Apesar da semivida curta, algumas fontes indicam que a pravastatina pode ser administrada a qualquer momento do dia.1-3,5 Contudo, em alguns estudos a toma noturna é mais efetiva.2,3 Os medicamentos disponíveis em Portugal recomendam a toma preferencial à noite.6

    Estatinas de semivida longa (atorvastatina, pitavastatina, rosuvastatina e fluvastatina de libertação prolongada) – Podem ser administradas a qualquer momento do dia.1-3,5 Neste caso, parece apropriado permitir ao doente a escolha do tempo de administração, importante fator para favorecer a adesão à terapêutica, 3 especialmente no caso de polimedicados.2

    Referências bibliográficas:

    1. Class Comparison: Statins (Selected). Last Modified: May 12, 2016; IBM Micromedex® DRUGDEX® (electronic version). IBM Watson Health, Greenwood Village, Colorado, USA. Disponivel em: https://www.micromedexsolutions.com/
    2. Awad K, Banach M. The optimal time of day for statin administration: a review of current evidence. Curr Opin Lipidol.2018;29(4):340-345.
    3. Awad K., Serban MC, Penson P, Mikhailidis DP, Toth PP, Jones SR, et al, Effects of morning vs evening statin administration on lipid profile: A systematic review and meta-analysis. J Clin Lipidol.2017;11(4):972-985.e9.
    4. Izquierdo-Palomares JM, Fernandez-Tabera JM, Plana MN, Añino Alba A, Gómez Álvarez P, Fernandez-Esteban I, et al, Chronotherapy versus conventional statins therapy for the treatment of hyperlipidaemia. Cochrane Database Syst Rev.2016 Nov 26;11:CD009462., Disponível em: http://cochranelibrary-wiley.com/doi/10.1002/14651858.CD009462.pub2/epdf/standard
    5. Rosenson R. Statins: Actions, side effects, and administration, Last updated mar 2018. UpToDate®.2018, Wolters Kluwer Clinical Drug Information, Inc. Disponível em: www.uptodate.com
    6. Infomed. Infarmed Disponível em: http://app7.infarmed.pt/infomed/

    Quem toma sinvastatina pode ingerir bebida alcoólica?

    Não ingerir bebida alcoólica. Alerta: há um risco maior de dano muscular em paciente tomando as doses mais altas de Sinvastatina (80 mg) quando comparado com as doses menores; isso pode ser também verdadeiro para outras estatinas.

    Pode tomar dois comprimidos de sinvastatina por dia?

    Pacientes com hipercolesterolemia leve a moderada podem iniciar o tratamento com a dose de 10 mg de sinvastatina. Pacientes com hipercolesterolemia familiar homozigótica: 40 mg/dia, à noite, ou 80 mg/dia em 3 doses divididas de 20 mg: 2 doses de 20 mg durante o dia e uma dose noturna de 40 mg.

    Quais as frutas que diminui o colesterol ruim?

    Coloque esses alimentos na sua dieta –

    Peixes: a sardinha, salmão, arenque são ricos em ômega 3, que é uma gordura que auxilia na redução do colesterol ruim, aumentando os níveis de colesterol bom. Capriche na receita!; Oleaginosas: alimentos como amêndoas, castanhas, nozes, avelã são ricos em gorduras boas, além disso, têm vitaminas e minerais antioxidantes. Esses nutrientes ajudam a reduzir os níveis de colesterol; Abacate: essa fruta além de deliciosa é rica em gorduras monoinsaturadas, ajudam a regular os níveis de colesterol; Linhaça e chia: ricos em ômega 3 e fonte de fibras, que diminuem a absorção de gordura do colesterol; Frutas: ameixa, maçã, laranja, pera e limão são ricas em fibras, elas ajudam a aumentar o nível de colesterol bom. Além disso, são ricas em vitamina C, sendo ainda mais poderosa no combate ao colesterol alto.

    Qual a taxa de colesterol perigosa?

    Colesterol LDL (Colesterol ruim): –

    Normal menor que 130 mg/dL para pessoas com baixo risco cardiovascular. Normal menor que 70 mg/dL para pessoas de alto risco para doenças cardiovasculares.

    Como a sinvastatina elimina a gordura do corpo?

    Como a Sinvastatina funciona? – O medicamento funciona reduzindo a produção de colesterol no fígado, considerado assim como muito eficaz para a diminuição das concentrações plasmáticas de colesterol completo. Sendo assim, a Sinvastatina é da classe dos inibidores da hidroximetilglutaril-coenzima A (HMG-CoA) redutase.

    O que o colesterol alto pode causar no corpo?

    Visto como «vilão» e muitas vezes eliminado pelas dietas mais radicais, o que poucos sabem é que o colesterol é essencial para o nosso organismo, pois ele tem funções eficazes. «O colesterol é importante, por exemplo, na formação dos hormônios sexuais, ele é fundamental na constituição do nosso sistema nervoso central, na formação dos neurônios.

    1. Só que o colesterol em excesso, é também responsável por uma série de doenças, principalmente as cardiovasculares», explica André Telis, médico cardiologista do Hospital Universitário da Universidade Federal da Paraíba e vinculado à Rede Ebserh.
    2. Mas o que é colesterol? É considerado um tipo de gordura (lipídio) produzido pelo organismo, que desempenha funções essenciais como a produção de hormônio.

    Nosso sangue transporta colesterol de duas formas básicas: o LDL, Lipoproteinas de Baixa Densidade que é responsável pelo transporte de colesterol, produzido pelo fígado, para as células, onde serão utilizadas. É conhecido como ruim por entrar nas artérias e provocar o entupimento.

    1. Se existir excesso de LDL na circulação, sem aproveitamento pelas células, aumenta o risco de aterosclerose (entupimento das artérias pela gordura).
    2. Por isso o LDL é chamado de «mau» colesterol.
    3. Já o HDL, Lipoproteinas de Alta Densidade (HDL), é conhecido como bom, porque retira o excesso de colesterol das artérias, impedindo seu depósito e diminuindo a formação da placa de gordura.

    É responsável por retirar o excesso de colesterol da circulação, levando de volta para o fígado. Por essa função, ele é considerado como «bom» colesterol. Um dos motivos da alteração dos níveis de colesterol é o consumo excessivo de gordura saturadas e gordura trans, presentes em alimentos de origem animal, como carnes, ovos, derivados do leite, além de produtos ultraprocessados como biscoitos, margarina, salgadinhos de pacote, comidas congeladas, bolos prontos e sorvete.

    Mesmo quem não costuma comer muitos alimentos industrializados e gordurosos pode ter problemas com o colesterol. Além desses fatores, a hereditariedade pode determinar um colesterol alto mesmo em pessoas de hábitos saudáveis. Para manter o colesterol controlado e a saúde em dia, faça exames regulares, mantenha uma alimentação adequada e saudável e pratique exercícios físicos.

    O controle e tratamento das DCV e seus fatores de risco envolvem, além da prescrição de medicamentos, mudanças no estilo de vida, como a prática de atividade física e a adoção de uma alimentação adequada e saudável, baseada na ingestão de alimentos in natura ou minimamente processados.

    1. Orientação alimentar No Dia Nacional do Combate ao colesterol, o Ministério da Saúde lembra que disponibiliza a publicação: Alimentação Cardioprotetora: Manual de orientações para profissionais de saúde da Atenção Básica ou Dica BR.
    2. A publicação orienta e apoia a segurança alimentar e nutricional dos brasileiros, além de colaborar com os profissionais de saúde na orientação da alimentação de indivíduos portadores de fatores de risco cardiovasculares.

    Também está em sintonia com as recomendações do Guia Alimentar para a População Brasileira, incluindo em suas orientações apenas alimentos in natura, minimamente processados e processados. A Dica BR pode ser feita por qualquer pessoa, mas é indicada especialmente para indivíduos com excesso de peso ou obesidade; pressão alta; diabetes; colesterol alto; triglicérides alto; histórico de infarto e cirurgia do coração (pontes safena ou mamária); histórico de derrame cerebral (AVC).

    É verdade que o ovo aumenta o colesterol?

    No começo dos anos 70, após a American Heart Association estabelecer um limite de 300 mg de ingestão de colesterol por dia, o ovo foi taxado injustamente como um alimento nocivo à saúde, uma vez que sozinho possui 180 mg de colesterol, excedendo facilmente essa taxa quando somada a outras fontes de colesterol, gorduras saturadas e gorduras trans que completam nossa alimentação diária.

    Mas o que tem de verdade nessa história? Para contextualizar, o colesterol é definido como um álcool que circula no sangue associado a um ácido graxo ou gordura para chegar ao seu destino como membranas, sistema nervoso e afins. Entre suas funções no organismo estão a síntese de hormônios sexuais, vitamina D e secreção biliar.

    Além disso, o colesterol compõe as membranas celulares e tecido nervoso, por isso, é essencial para o bom funcionamento do organismo. Sendo assim, tendo em vista a importância do colesterol para organismo e que sua presença é fundamental, a gema naturalmente é fonte de colesterol pelo fato de que a partir do ovo, pode se gerar um novo ser.

    Entretanto, é importante saber que 70 % do colesterol que circula no organismo é produzido pelo fígado, justamente para dar conta de toda a demanda do corpo. Com o avanço da ciência, temos cada vez mais estudos mostrando que o ovo não aumenta o risco de doenças cardiovasculares e de acordo com Di Marco e colaboradores, o consumo de 2 a 3 ovos por dia melhoram o HDL, o colesterol bom e ainda aumenta a luteína e zeaxantina sérica que tem uma função antioxidante.

    Vale lembrar que a composição do ovo como fonte de proteína e colina além de todo o composto de vitaminas, minerais, carotenóides contribuem para uma alimentação saudável. De toda forma, assim como tudo na vida é preciso ser balanceado, para a nutricionista, é fundamental a adoção de alimentação equilibrada composta também de verduras, legumes, alimentos integrais com redução de açucares, frituras, gorduras saturadas e trans. Receba diariamente as principais notícias do agronegócio direto no seu e-mail e mantenha-se bem informado. Lista de Transmissão Entre para a nossa lista de Transmissão no WhatsApp ou Telegram e fique por dentro de todas as novidades do agronegócio. Selecione abaixo o aplicativo

    O que faz aumentar o colesterol?

    Embora seja reconhecido como algo ruim, o colesterol desempenha funções importantes no organismo humano. Ele faz parte da estrutura das células do organismo e é essencial para a produção de alguns hormônios e de vitaminas. O colesterol também forma ácidos biliares, que são substâncias que atuam na digestão. Receba, em primeira mão, as principais notícias da CNN Brasil no seu WhatsApp! Inscrever-se O índice de colesterol pode estar ligado ao estilo de vida, como má alimentação, tabagismo, sedentarismo e obesidade. Mas ele também pode estar associado a questões genéticas, que é chamado de hipercolesterolemia familiar (HF). O controle é possível a partir de hábitos saudáveis de alimentação e atividade física.

    1. O assunto foi amplamente abordado por especialistas de diversas áreas no CNN Sinais Vitais ( assista a íntegra acima ).
    2. Segundo o Ministério da Saúde, 4 em cada 10 brasileiros têm colesterol alto.
    3. O colesterol ruim é aquele que está associado ao aumento do risco de problemas do coração nos infartos e derrames.

    O colesterol bom é aquele que teoricamente protege nosso organismo contra isso», explica Raul Dias dos Santos Filho, diretor da Unidade Clínica de Lípides do Incor. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, a hipercolesterolemia familiar (HF) acomete 10 milhões de pessoas no mundo e 300 mil no Brasil.

    Um hábito alimentar com consumo alto de carnes vermelhas, gorduras saturadas e alimentos ultraprocessados, aliado ao baixo consumo de frutas e de hortaliças, favorece a hipercolesterolemia e aumenta o risco das doenças cardiovasculares», explica a pesquisadora Ana Luisa Souza de Paiva Moura, da coordenação-geral de Alimentação e Nutrição do Ministério da Saúde.

    «Se o padrão alimentar for equilibrado, a pessoa pode ter uma vida saudável e manter o colesterol em concentrações adequadas», completa. A especialista alerta que o problema não está limitado a apenas uma faixa etária. «Pessoas de qualquer idade, até mesmo crianças, podem ter colesterol alto.

    Pode tomar sinvastatina de 20 mg duas vezes ao dia?

    Sinvastatina é administrado por via oral em dose única diária à noite.

    Qual a forma correta de tomar sinvastatina?

    POSOLOGIA: A variação posológica de sinvastatina é de 5-80 mg/dia, administrados em dose única, à noite. Ajustes posológicos, se necessários, devem ser feitos a intervalos não inferiores a 4 semanas, até o máximo de 80 mg/dia. Uma vez estabelecido o tratamento, este deverá ser seguido por tempo indeterminado.

    Como devo tomar sinvastatina antes ou depois da janta?

    Como tomar a Sinvastatina? – Esse medicamento deve ser indicado por um médico e, geralmente, é ingerido durante a noite, preferencialmente após a última refeição, pois ajuda na concentração do remédio no corpo para reduzir a produção de colesterol no sangue, como explica a médica endocrinologista.

    • É um remédio que só vai fazer efeito depois que você entrar em jejum, é por isso que você tem que tomar a noite, depois do jantar ou um pouco antes de dormir», diz a profissional.
    • Segundo a Dra.
    • Gabriela Iervolino, quando ingerido em jejum o fármaco consegue fazer com que a célula diminua a produção de colesterol.

    Dessa forma, mesmo que a célula precise de colesterol, ela vai pegar do sangue e diminuir a quantidade de LDL. «Por isso, se você tomar o remédio durante o dia, ele não vai fazer efeito, porque você não faz jejum durante o dia». Continua depois da publicidade

    Porque tomar remédio para colesterol à noite?

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    Breves Questões Terapêuticas

    25 Fevereiro 2019

    Os dados disponíveis acerca da hora do dia mais favorável para administração de estatinas são limitados, sendo necessários estudos com maior duração.

    Em geral, as estatinas de curta duração de ação devem ser tomadas à noite, facilitando uma maior concentração de fármaco durante o pico da síntese de colesterol endógeno.

    As estatinas de longa duração de ação podem ser administradas a qualquer momento do dia, possibilitando a escolha da hora de toma pelo doente e, consequentemente, uma melhor adesão à terapêutica.

    As estatinas são a primeira abordagem terapêutica em doentes em que alterações da dieta são insuficientes para diminuir os níveis lipídicos e reduzir o risco cardiovascular e aterosclerótico.1,2 Alguns ensaios têm mostrado maiores reduções nas lipoproteínas de baixa densidade (LDL-C) e no colesterol total (CT) com a administração à noite.3 Uma revisão sistemática, realizada com dados limitados de baixa qualidade, 4 sugeriu a não existência de diferenças significativas com a toma de estatinas à noite, em termos de níveis lipídicos, relativamente à administração matinal.

    Estatinas de semivida curta (sinvastatina, lovastatina, fluvastatina de libertação imediata e pravastatina) – A biossíntese do colesterol varia durante o dia, alcançando um pico máximo entre a meia noite e as 5 – 6 h da manhã.2-5 Por isso, tipicamente, é recomendado que estas sejam administradas à noite, 3,5 o que é apoiado pela maioria dos dados.1-3,5 Se tomadas duas vezes ao dia a administração será de manhã e à noite.1-5 Os alimentos aumentam a absorção da lovastatina, devendo ser administrada ao jantar.5 Apesar da semivida curta, algumas fontes indicam que a pravastatina pode ser administrada a qualquer momento do dia.1-3,5 Contudo, em alguns estudos a toma noturna é mais efetiva.2,3 Os medicamentos disponíveis em Portugal recomendam a toma preferencial à noite.6

    Estatinas de semivida longa (atorvastatina, pitavastatina, rosuvastatina e fluvastatina de libertação prolongada) – Podem ser administradas a qualquer momento do dia.1-3,5 Neste caso, parece apropriado permitir ao doente a escolha do tempo de administração, importante fator para favorecer a adesão à terapêutica, 3 especialmente no caso de polimedicados.2

    Referências bibliográficas:

    1. Class Comparison: Statins (Selected). Last Modified: May 12, 2016; IBM Micromedex® DRUGDEX® (electronic version). IBM Watson Health, Greenwood Village, Colorado, USA. Disponivel em: https://www.micromedexsolutions.com/
    2. Awad K, Banach M. The optimal time of day for statin administration: a review of current evidence. Curr Opin Lipidol.2018;29(4):340-345.
    3. Awad K., Serban MC, Penson P, Mikhailidis DP, Toth PP, Jones SR, et al, Effects of morning vs evening statin administration on lipid profile: A systematic review and meta-analysis. J Clin Lipidol.2017;11(4):972-985.e9.
    4. Izquierdo-Palomares JM, Fernandez-Tabera JM, Plana MN, Añino Alba A, Gómez Álvarez P, Fernandez-Esteban I, et al, Chronotherapy versus conventional statins therapy for the treatment of hyperlipidaemia. Cochrane Database Syst Rev.2016 Nov 26;11:CD009462., Disponível em: http://cochranelibrary-wiley.com/doi/10.1002/14651858.CD009462.pub2/epdf/standard
    5. Rosenson R. Statins: Actions, side effects, and administration, Last updated mar 2018. UpToDate®.2018, Wolters Kluwer Clinical Drug Information, Inc. Disponível em: www.uptodate.com
    6. Infomed. Infarmed Disponível em: http://app7.infarmed.pt/infomed/