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Qual A Pior Dor Do Mundo?

Qual é a pior dor no mundo?

Neuralgia do trigêmeo Ela é considerada a pior dor do mundo, por alguns médicos. No paciente, causa a sensação de levar choques e facadas no rosto.

Qual o nível de dor de um parto?

A dor do parto é subjetiva e não é medida em unidades nem equivale a ’20 ossos quebrados’ Uma mensagem compartilhada nas redes sociais mais de meio milhão de vezes desde pelo menos 2010 garante que ‘o corpo humano só pode suportar 45 unidades de dor, mas no momento do parto uma mulher suporta até 57’.

  • No entanto, especialistas consultados pela AFP disseram desconhecer o termo ‘unidades de dor’ e afirmaram que não é uma medida utilizada na área médica.
  • Eles explicaram ainda que a dor sentida no parto é ‘subjetiva’ e depende de múltiplos fatores.
  • ‘A dor do parto é a pior dor que existe’, dizem publicações compartilhadas no Facebook (, ), e, descrevendo a suposta quantidade de dor que um corpo humano poderia suportar: ‘O corpo humano só pode suportar 45 unidades de dor, mas no momento do parto uma mulher suporta até 57 unidades de dor, isto equivale a 20 ossos quebrados todos de uma só vez.

Tome consciência, ame e respeite as mulheres do amor. Só elas são capazes de suportar tanta dor’, Conteúdo similar circula também em outros idiomas, como, e, ao menos, Captura de tela feita em 23 de junho de 2022 de uma publicação no Facebook (, / ) No entanto, as alegações são falsas. ‘Não usamos unidades de dor, já que a medicina considera a dor subjetiva’, disse à AFP o ginecologista obstetra argentino, ‘Unidades de dor não são usadas na obstetrícia de rotina’, explicou.

Esse conceito tampouco vem de um campo médico distinto da obstetrícia., presidente da Sociedade Espanhola de Dor Multidisciplinar, disse à AFP que o termo ‘não existe no mundo clínico nem no de pesquisas’ e assegurou que ‘é invenção de alguém, que não tem nenhum fundamento, nenhuma base científica’,

, ginecologista obstetra da Universidade do Chile, também explicou à AFP: ‘A dor é muito subjetiva, muito pessoal, muito sobre o contexto’. E apontou que ‘é fantasioso falar em ‘unidades de dor»,, doutor em medicina e obstetra do Hospital Italiano de Buenos Aires, disse à AFP que a dor ‘é uma das questões mais controversas da medicina, já que não há ‘medidores de dor’ eficazes»,

  1. Para quantificar a dor de alguma maneira, os especialistas consultados detalharam que se pergunta diretamente ao paciente, com uma escala de 0 a 10, em que 10 é a dor máxima possível.
  2. ‘Há até desenhos com rostos e cores para crianças’, disse Kotliroff.
  3. ‘Às vezes, o próprio ato de providenciar uma escala permite colocar mais a dor em palavras’, acrescentou.

Torres destacou a importância dessa comunicação entre médico e paciente: ‘É preciso saber, porque de acordo com o que diz a paciente, um tratamento ou outro deve ser aplicado (.), Deixar uma dor de alta intensidade evoluir por muito tempo é perigoso para mãe e filho’, disse.

O que é pior que a dor do parto?

O que é a dor ciática ou ciatalgia? – Esta é uma dor intensa, comparada a «fogo correndo pelas pernas». Algumas pessoas referem que é uma dor pior que a dor do parto, pois a dor do parto acaba após o parto, mas a dor ciática não, sendo mais contínua. Dor ciática ou ciatalgia é uma dor radicular, originada no nervo ciático.

  • O nervo ciático é formado a partir do plexo lombo-sacro, que é o conjunto de raizes nervosas que formarão todos os nervos dos membros inferiores (pernas), sendo um nervo muito calibroso.
  • Seu grande calibre associado ao seu longo comprimento facilita a ocorrência de compressões em sua origem ou em seu trajeto.

A maioria das pessoas descreve a ciatalgia como uma dor se irradia da região lombar baixa, passando pelas nádegas e se estendendo por uma ou pelas duas pernas até o(s) pé(s).

Qual dor se assemelha a dor do parto?

Dor do parto: como aliviar e como lidar melhor com ela Qual A Pior Dor Do Mundo A dor do parto. Não há mãe de primeira viagem que não faça elucubrações sobre como ela deve ser. A dramaturgia não ajuda muito a tornar o assunto menos nebuloso. Diretores de todos os estilos adoram pesar a mão nas cenas de nascimento – e dá-lhe gritos, gemidos, suor e lágrimas.Mas nem sempre (nem para todas) a dor do parto é algo tão descomunal.

A dor do parto também está sob influência de nossas crenças e emoções. Por isso, em vez de alimentar ansiedades enquanto espera seu bebê nascer, prepare-se para esse momento. Além de suas experiências pessoais, muitas informações, dicas e técnicas podem ajudá-la a aliviar a dor na hora do parto, eliminando ou diminuindo a necessidade da anestesia e, principalmente, evitando a opção prematura por uma cesárea.

Saber mais sobre ela é o primeiro passo para encará-la com mais naturalidade:

Como é a dor do parto? Onde dói? A emoção interfere? O que significa estar preparada? Como se aprontar? O que alivia a dor?

Ela pode ser comparada a uma cólica menstrual intensa, mas não é constante. Como uma onda, tem começo, meio e fim e você pode relaxar nos intervalos. A intensidade varia conforme a sensibilidade do seu organismo. Como o útero se fixa na região lombar, em geral a dor começa nas costas e se irradia pelos quadris e pelo abdômen.

  • Ela costuma ser mais intensa quando faltam três centímetros para completar os dez de dilatação uterina.
  • As fases seguintes são de expulsão, do bebê e da placenta.
  • Durante esses períodos, é comum a parturiente dizer que «não suporta mais», para em seguida perceber que pode ultrapassar o limiar da dor, porque ela não aumenta.

Isso quer dizer que você não sente num período mais dor do que já estava sentindo no anterior. Sentimentos e atitudes positivos em relação à gravidez e ao parto ajudam a aliviar a dor por diminuir o estado de tensão. Isso porque, quando você está tensa, o organismo produz adrenalina.

  1. Um estado crônico ou muito prolongado de tensão produz a substância em excesso, o que pode inibir a ação da musculatura uterina, reduzindo a capacidade do organismo de reagir ao estímulo que provoca a dor.
  2. Cientistas chegaram a essa conclusão ao medir o nível de adrenalina no sangue de parturientes que demonstravam tranquilidade, medo e ausência de reação uterina durante o trabalho de parto.

O resultado foi um nível baixo nas pacientes não-temerosas, alto no segundo grupo e mais alto ainda no grupo com inércia uterina. É estar apta a participar com lucidez e cooperação da experiência do nascimento de seu filho. Do ponto de vista obstétrico, esse estado positivo de alerta pode reduzir a duração do trabalho de parto e a incidência de complicações que levem a intervenções cirúrgicas.

A depressão pós-parto, que se atribui a uma angústia de separação, costuma também ser mais leve e rápida nas mulheres que se preparam para o parto. Uma atitude positiva em relação ao parto, dizem os especialistas, favorece a ligação imediata entre mãe e bebê. O primeiro passo é a escolha do obstetra, o profissional que vai orquestrar o nascimento do seu filho e precisa estar bem afinado com você, pois é uma de suas fontes de segurança.

Além disso, existem cursos e técnicas específicos para gestantes, ministrados por instituições e profissionais especializados. Uns são mais voltados para os aspectos emocionais do parto, como o medo da dor; outros para o trabalho corporal. As técnicas mais conhecidas são a ginástica holística, a hidroginástica, a ioga, as técnicas de reeducação postural global (RPG) e as do shiatsu em piscina aquecida.

A vantagem adicional de algumas delas é que os exercícios 
são praticados com outras grávidas, o que leva à troca de experiências, outra fonte de segurança emocional. Por conta própria, faça caminhadas. Elas melhoram a capacidade cardiorrespiratória, ativando e oxigenando a circulação sanguínea e, como todas as práticas aeróbicas, liberam a endorfina, hormônio que neutraliza dores e gera uma euforia estável.

Seja otimista. Quando vier a contração, em vez de «mais uma», que tal considerar «menos uma»? Massagens com movimentos circulares nas costas, perto do sacro, logo acima do bumbum, aliviam a dor ao produzir calor na região. Duchas e banhos de água morna também ajudam a relaxar.

  1. Mantenha ombros e pescoço relaxados, para diminuir a tensão no maxilar, cujas articulações têm reflexo direto na região do períneo.
  2. Essa simples medida pode facilitar o processo de dilatação.
  3. Outra dica é desviar a atenção da dor.
  4. Imagine, por exemplo, os movimentos que uma gota provoca ao pingar no centro de um lago tranquilo.

Ela se irradia, como a dor, para depois sumir. Ao visualizar isso, você deixa a dor em segundo plano. : Dor do parto: como aliviar e como lidar melhor com ela

O que dói mais pedra nos rins ou parto?

Para ter ideia, muitas mães descrevem a dor da cólica renal como muito mais intensas do que a sentida durante o parto. ‘A dor provocada pela crise de cálculo renal costuma estar localizada na região lombar, que pode atingir a lateral do abdômen e se irradiar para a região genital.

Qual é a escala da dor?

Dor – Mensuração O desafio do combate à dor inicia-se na sua mensuração, já que a dor é, antes de tudo, subjetiva, variando individualmente em função de vivências culturais, emocionais e ambientais. Torna-se necessária uma abordagem multidimensional na avaliação dos atributos da dor, os quais incluem intensidade, duração e localização da dor, características somatossensoriais e emocionais que a acompanham.

Uma característica importante do paciente submetido cronicamente a dor é uma espécie de «adequação comportamental» ao sofrimento, o que costuma confundir em muito as pessoas que o cercam, às vezes gerando dúvidas quanto a real presença da dor, o que forma um paradigma:

os mecanismos de defesa emocionais desenvolvidos pelo paciente para suportar a dor fazem seus cuidadores desconfiarem de sua existência. Essa realidade mostra a dificuldade na avaliação da dor, desenvolvendo-se várias escalas tentando objetivar características subjetivas, que inclusive, variam em função da idade do paciente com dor, nível cultural e grupos etno-culturais.

Em crianças que já atingiram fase de verbalização, até os dois anos de idade, consegue-se obter o relato de existência da dor, mas não de sua intensidade. Na fase pré-escolar, é necessário extrema paciência para que a criança relate sua dor, pois existe uma tendência a negá-la, especialmente por medo de que o seu tratamento inclua a dor de medicações injetáveis, ou mesmo o medo de internação hospitalar.

Nestes casos, métodos lúdicos como jogos, desenhos e brincadeiras durante a consulta médica encorajam a criança a dizer o que sente. Esta realidade não é muito diferente do idoso, que teme admitir sua dor e torna-se um «incômodo» aos seus cuidadores, com o risco do abandono e o medo do exílio de suas famílias em função de internação hospitalar, ou em casas de repouso.

  • Realidades específicas de nossa população, como o alto índice de analfabetismo, fazem com que formas simples de avaliação da dor, como graduar sua intensidade de zero a dez, torna-se um verdadeiro martírio para o paciente e o examinador.
  • O estabelecimento de uma relação médico-paciente hormoniosa já na primeira consulta impedindo-se qualquer sentimento de animoisidade prévio trazido de ambas as partes, em situações de transferência ou contra-transferência tão comuns em áreas que lidam com o sofrimento crônico, torne-se fundamental na terapêutica da dor, e é muitas vezes o que determina um tratamento bem sucedido.

Escalas de Avaliação Os instrumentos para mensurar a dor podem ser ou multidimensionais Escalas avaliam somente uma das dimensões da experiência dolorosa, e dentre as mais usadas, destacam-se as Escala Visual Numérica (EVN), graduada de zero a dez, nas quais zero significa ausência de dor e dez, a pior dor imáginável; e a Escala Visual Analógica (EVA), que consiste de uma linha reta, não numerada, indicando-se em uma extremidade a marcação de «ausência de dor», e na outra, «pior dor imaginável».

  1. Sem dúvida, ambas escalas têm a vantagem de facilitar o contato médico-paciente, ao compartilhar-se a intensidade da dor, e ao paciente um instrumento para «se fazer entender».
  2. Artifícios muito usados na mensuração da dor, é tentar comparar a intensidade da experiência álgica e exemplos da vida diária do paciente, pois a sua familiaridade com esta realidade estabelece cumplicidade suficiente entre avaliador e avaliado, fazendo com que o paciente perceba o quanto tentamos entendê-los como indivíduo, e não como um dado padronizado.

A partir daí, transpomos esta informação para as escalas, e obtemos uma graduação específica. Um dos artifícios mais utilizados nestes casos é a graduação da intensidade da dor através de um copo com água, sendo o copo vazio equivalente a dor zero e o copo transbordando, equivalente a dor dez, e entregamos uma jarra com água para que o paciente «nos mostre sua dor».

Volumes intermediários de água no copo são transponíveis aos valores de 1 a 9. Para pacientes com boa capacidade de abstração, bem como portadores de deficiências visuais ou motoras que incapacitem o uso da «escala do copo de água», usamos a graduação através de frutas, ao questionamento direto da relação tamanho da fruta em função da intensidade dor: uma dor «tão pequena» quanto uma uva ou tão grande quando uma melância, e sugerimos que gradue sua dor com o tamanho de uma fruta compatível com sua intensidade.

Ambos artifícios também são usados para mensuração de dor em crianças, além de um específico: mensuração através das mãos em oração (Escala das mãos) que consiste em um artifício muito simples: a criança é orientada a colocar as mãos em posição de oração, e afastá-las gruduando a intensidade da sua dor, sendo zero a posição inicial, e dez, o máximo que seus braços conseguem distanciar do ponto de inicial.

Nota zero Dor ausente ou sem dor
Nota três Dor presente, havendo períodos em que é esquecida
Nota seis A dor não é esquecida, mas não impede exercer atividades da vida diária
Nota oito A dor não é esquecida, e atrapalha todas as atividades da vida diária, exceto alimentação e higiene
Nota dez A dor persiste mesmo em repouso, está presente e não pode ser ignorada, sendo o repouso imperativo
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Este tipo de escala permite ao terapeuta da dor uma informação fidedigna da realidade diária do paciente, que pode inclusive ser fornecida pelo próprio cuidador, contribuindo para ajustes medicamentosos específicos. Muitas vezes, dados conflitantes como valor de EVN alto e EC baixo (ou vice-versa) sinalizam a possibilidade de comorbidade associada, ou mesmo de possível ganho secundário, fazendo com que a terapêutica do paciente seja revista.

  • No entanto, a experiência dolorosa não se restringe apenas a sua intensidade, sendo muito mais ampla.
  • Há 3 dimensões da dor a serem consideradas: a sensiorial-discriminativa, a motivacional-afetiva e a cognitiva-avaliativa, todas sustentadas por sistemas fisiologicamente especializados no Sistema Nervoso Central (SNC).

A necessidade de abrangência desta realidade fez surgirem as escalas multidimensionais para a avaliação da dor. O questionário de dor mais largamente utilizado foi o desenvolvimento pelo Dr. Melzack, da Universidade Mcgill, que consta de uma relação de 87 descritores das qualidades sensoriais da dor de um paciente e das emoções correspondentes, além do desenho do corpo, no qual o paciente assinala a localização da dor, e de uma escala de intensidade da dor.

A qualidade sensorial da dor refere-se a característica de tempo, espaço, pressão e temperatura. Avaliações do componente afetivo abrangem termos como tensão, medo e expressões neurovegetativas que compõem a experiência dolorosa. Já os descritores da classe avaliativa permitem a avaliação global da experiência dolorosa.

É interessante que cada subgrupo é composto por um conjunto de palavras qualitativamente similares, mas com nuances que as tornam diferentes em termos de intensidade, e, a partir dos descritores escolhidos pelo paciente, obtêm-se aos seguintes índices: – Índice quantitativo da dor, obtido através da somatória dos valores de intensidade dos descritores escolhidos.

Índice do número de palavras escolhidas. Estes índices podem ser obtidos para o questionário como um todo ou para um dos 4 componentes do inventário: sensitivo, afetivo, avaliativo e subgrupos da miscelânea, contribuindo para o melhor entendimento específico de um desses aspectos álgicos. O inventário McGill contém ainda uma escala de intensidade e outros itens para determinar o local, a duração e outras características da dor.

A partir do inventário McGill, propostas de novos instrumentos avaliativos da dor foram criadas, destacando-se o «Wisconsin Brief Pain Questionnaire» e o «Memorial Pan Assessment Card». Sem dúvida, a contribuição mais significativa do Questionário Wisconsin foi o acréscimo da avaliação do impacto da dor nas atividades da vida diária, como humor, relacionamento interpessoal, habilidade de caminhar, sono, trabalho e avaliação da vida.

  1. Já o cartão para avaliar a dor do «Memorial Card», em forma de cubo, é composto por 3 escalas análogo-visuais, que medem humor, intensidade da dor e alívio obtido, sendo a intensidade da dor mensurada através de 8 descritores que variam os extremos de ausência de dor insuportável.
  2. A principal vantagem deste instrumento é a rapidez de sua aplicação.

Uma crítica aos instrumentos de avaliação multidimensional da dor é justamente ao fato de serem instrumentos complexos, de difícil aplicação na prática clínica e de entendimento pelo paciente. Sem dúvida, o objetivo destas tentativas de mensuração nada mais é do que uma forma de obtenção de um dado que nos ajude a controlar a dor do paciente, e que seja reprodução a longo prazo, para que se torne um parâmetro de seu controle antálgico.

  • Julgamos que o ideal na tentativa de mensuração do paciente com dor seria o uso de mais de um instrumento avaliativo concomitante, até mesmo para obtenção de maior abrangência de informações álgicas, e, ao mesmo tempo, como conferência das informações obtidas.
  • Escolha de um Instrumentos de Medida da Dor

A escolha de um instrumento para mensurar a dor deve, antes de tudo, ser de fácil aplicabilidade e adequar-se ao nível de compreensão do paciente. Oferecer ao paciente uma «linguagem» para se fazer ser bem compreendido é muitas vezes o «elo» que falta entre o cuidador e a equipe de terapeutas da dor, uma vez que o cuidador, muito comumente, assume a função de «filtro» do paciente, que torna-se indefeso ao seu julgamento.

Um exemplo comum deste fato é traduzido pelo «poder» de julgamento a que o cuidador tem direito, ao ser prescrita medicação com a condição de ser administrada «se necessário». É comum que o cuidador não julgue «necessário» administrar a medicação solicitada pelo paciente, ou mesmo que se utilize de alguma substância desprovida de atividade analgésica, tentando «enganar» (ou «testar») o paciente, para averiguar se o mesmo ainda reclamará de dor.

Nesses casos, cerca de 40 a 50% dos pacientes realmente apresentarão suas dores melhoradas ou resolvidas, o que, se pela avaliação leiga do cuidador pode ser interpretado como «manipulação» ou «dependência da medicação», é explicado cientificamente pelo que chamamos de efeito placebo, isto é, a confiança do paciente no médico e/ou cuidador é tão plena que o simples fato de oferecimento de um «remédio» (mesmo que desprovido de atividade analgésica) libera substâncias que o próprio organismo do paciente produz, como por exemplo as endorfinas, suficientes para alívio álgico imediato.

  1. Muitas vezes, o medo da injeção de medicamento através de uma agulha ou mesmo o sofrimento antecipado gerado pela expectativa de ser submetido a procedimento específico de combate a dor pode gerar seu alívio, através da chamada «analgesia de stress».
  2. Nestes casos, a substância que o corpo produziu para gerar analgesia foi a adrenalina,

Os instrumentos para mensurar a dor podem ser uni ou multidimensionais. As Escalas de intensidade pertencem ao primeiro grupo, pois avaliam somente uma das dimensões da experiência dolorosa. Destacam-se, entre as escalas, a Escala Numérica, graduada de 0 a 10, onde 0 significa ausência de dor e 10 significa a pior dor imaginável, e a Escala Visual Analógica, que consiste de uma linha reta, não numerada, com indicações de «sem dor» e «pior dor imaginável» nas extremidades.

  1. No entanto, a experiência dolorosa é evento muito mais amplo, não se resumindo apenas a intensidade.
  2. Classicamente, considera-se 3 dimensões de dor: a sensorial-discriminativa, a motivacional-afetiva e a cognitiva-avaliativa, avaliadas em escalas chamadas multidimensionais (ex.: » Inventário para dor Mcgill «, » Wisconsin Brief Pain Questionnaire «) mas que em função de sua elevada complexidade e difícil aplicabilidade/reprodutividade, têm seu uso restrito para situações específicas.

Escalas de Dor I – ESCALA VERBAL – NUMÉRICA: O doente é informado sobre a necessidade dele classificar sua dor em notas que variam de 0 a 10, de acordo com a intensidade da sensação. Nota zero corresponderia a ausência de dor, enquanto nota 10 a maior intensidade imaginável.

CLASSIFICAÇÃO DA DOR:
  • Zero (0) = Ausência de Dor
  • Um a Três (1 a 3) = Dor de fraca intensidade.
  • Quatro a Seis (4 a 6) = Dor de intensidade moderada.
  • Sete a Nove (7 a 9) = Dor de forte intensidade.
  • Dez (10) = Dor de intensidade insuportável.

III- ESCALA VISUAL-ANALÓGICA: Esta escala submete ao doente uma linha não graduada cujas extremidades correspondem a ausência de dor, em geral situada na extremidade inferior, nas dispostas verticalmente, e à esquerda, naquelas dispostas horizontalmente; e a pior dor imaginável, nas extremidades opostas, conforme o exemplo abaixo. Referências Bibliográficas

  1. Dicionário Médico – Stedman, 25 edição, editora Guanabara-Koogan.
  2. Bases da Oncologia – Brentani M.M, Coelho F.R.G, Iyeyasu H, Kowalski L.P, 1998, editora Lemar.
  3. Opiáceos, O estado da arte – Editor: José Oswaldo de Oliveira Júnior, 1ª edição, editora Lemar.
  4. Guia Prático para o tratamento da dor oncológica – Schoeller M.T, 2ª edição, Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica.
  5. Dor Crônica – Clínicas Médicas da América do Norte (maio / 1999) – Editor convidado: Gallagher, MD, MPH – Reichmann & Affonso Editores.

  6. BONICA, J.J. – The management of pain, Philadelphia, Lea e Febiger, 1990.
  7. OLIVEIRA JR, J.O – Dor Oncológica, Acta Oncol. Bras., 14:11-5, 1994.
  8. WALL, P.D & MELZACK, R – Textbook of pain, Churchill-Livingstone, Edinburgh, 1990.

Fonte: Fundação Antonio Prudente, Saúde em Movimento © 2000 – 2001 – Todos os direitos reservados. É vetada a reprodução total ou parcial do texto sem permissão. A reprodução sem permissão é crime de violação de direitos.

Qual é a maior dor de todas?

Neuralgia do trigêmeo é a dor mais forte que o ser humano pode sentir.

Quantas dores existem?

Os Tipos mais Comuns de Dor – Existem quatro categorias amplas de dor:

Dor nociceptiva: normalmente, resultado de lesão do tecido. Os tipos comuns de dor nociceptiva são a dor da artrite, a dor mecânica nas costas ou a dor pós-cirúrgica;Dor inflamatória: uma inflamação anormal causada por uma resposta inadequada do sistema imunológico do corpo. As condições nesta categoria incluem gota e artrite reumatoide; Dor neuropática : dor causada por irritação do nervo. Isso inclui condições como neuropatia, dor radicular e neuralgia do trigêmeo;Dor funcional: sem origem óbvia, mas com quadros de dor. Exemplos de tais condições são fibromialgia e síndrome do intestino irritável.

A dor também pode ser dividida em aguda e crônica: Problemas com Tremores? Agende uma Consulta com Neurocirurgião Hoje. A dor aguda é sentida rapidamente em resposta à doença ou lesão. A dor aguda serve para alertar o corpo de que algo está errado e que uma ação deve ser tomada, como afastar o braço de uma chama.

Quem tem mais resistência à dor?

Jornal Médico – Ciência confirma: Mulheres têm maior tolerância à dor que os homens. Afinal, a ideia generalizada de que as mulheres toleram melhor a dor que os homens é mesmo verdadeira. Há muito enraizada no senso comum, a teoria foi agora validada pela ciência, num estudo publicado na Current Biology.

O que é comparado a dor do parto normal?

Como é a dor do parto normal? – Embora seja difícil descrever, já que há mulheres mais resistentes do que outras, a dor do parto pode ser comparada à dor de cólica menstrual multiplicada por cem.

Qual o osso que se abre na hora do parto?

Qual A Pior Dor Do Mundo (Foto: Reprodução NBC/Friends) Os primatas bípedes surgiram há cerca de 7 milhões de anos, quando uma seca progressiva na África reduziu florestas e selvas, espalhando as savanas. Como uma adaptação ao novo ambiente aberto, os indivíduos puderam andar em pé.

A marcha ereta precisava de modificações anatômicas; uma das quais o alargamento da pélvis — fundamental na evolução dos hominídeos. Em A Descendência do Homem, Darwin escreveu uma frase que deveria ser gravada em bronze na entrada de todas as faculdades de ciências: «Fatos imprecisos são altamente prejudiciais para o progresso da ciência, pois leva muito tempo para desaparecer; mas as opiniões imprecisas, se forem baseadas em provas, não causam grandes perturbações, pois todas têm prazer especial em provar a sua falsidade».

A velha raposa escreveu com cautela: substitua «fatos imprecisos» por «dados falsos» e você saberá que ele estava se referindo a uma má influência que afeta a ciência desde a aurora: a mitologia religiosa. Leia também: + Mulher austríaca apresenta raro quadro de lactação na vulva: entenda + ‘Breast ironing’: uma prática para atrofiar os seios de mulheres Não deveria surpreender a importância que um único osso tem na genealogia humana a partir da perspectiva das três religiões abraâmicas.

  • De acordo com o livro do Gênesis (2:23), Eva emergiu da costela de Adão.
  • Essa história deu origem a um dogma imposto durante séculos: como Eva tinha sido criada graças à extração de uma costela de Adão, todos os machos tinham 23 costelas, uma a menos que as mulheres.
  • O impulso para explicar cientificamente a natureza das coisas foi o que moveu o anatomista Andreas Vesalius a desafiar a Inquisição.

Desde os dias do grego Galeno, a dissecção anatômica foi feita com animais, mas a Igreja Católica permitiu Vesalius a dissecar os corpos dos executados, porque, de acordo com teólogos, não havia risco de suas almas voltarem do inferno. Vesalius contou as costelas e desfez o mito em seu De Humani Corporis Fabrica (1543). Qual A Pior Dor Do Mundo Andreas Vesalius estudou a anatomia humana no século 16 (Foto: Andreas Vesalius/Reprodução) Embora para a arquitetura humana a importância de algumas costelas seja relativa, o mesmo não pode ser dito de outro osso, a pélvis, e do quadril, uma articulação que une o fêmur à pélvis.

  • Na configuração do quadril feminino encontra-se a causa da dor do parto, embora a origem no Antigo Testamento seja outra maldição divina: «Multiplicarei grandemente a tua dor, e a tua conceição; com dor darás à luz filhos; » (Gênesis 3:16).
  • O quadril é um elemento-chave na evolução dos hominídeos.
  • Ao contrário de outros primatas, nos humanos os ossos da pélvis diferem em ambos os sexos.

Isso é fácil de observar nas curvas anatômicas e no modo feminino de caminhar. A diferença fez com que em todas as culturas humanas os quadris fossem vistos como um símbolo de fertilidade e sexualidade. Desde as esculturas da antiguidade clássica, passando pelas mulheres ressonantes de Rubens até as gordas de Botero, criações artísticas de todos os tipos enfatizaram o volume dos quadris como a manifestação mais atraente da feminilidade.

  1. Os quadris das mulheres são mais largos e profundos que os dos homens.
  2. Os fêmures são mais separados para permitir o parto e o osso ilíaco e sua musculatura mantêm as nádegas abertas para que a contração do glúteo não interfira durante o nascimento da criança.
  3. Apesar disso, o parto em humanos é extraordinariamente complicado.

Durante o nascimento, o feto tem que passar pela parte inferior da pélvis através de um canal com paredes ósseas — o «canal do nascimento». Enquanto o parto de macacos grandes é fácil, rápido e indolor porque o canal de nascimento é grande em relação ao tamanho da cabeça do feto, bebês humanos têm aproximadamente o mesmo tamanho do canal, o que torna difícil a saída da criança. Qual A Pior Dor Do Mundo (Foto: Reprodução NBC/Friends) O canal de nascimento em fêmeas humanas tem em média um diâmetro máximo de 13 centímetros e um diâmetro mínimo de 10. O bebê deve passar por lá — mesmo com cabeças com um diâmetro de 10 centímetros e ombros separados por cerca de 12 centímetros.

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Para complicar ainda mais as coisas, a evolução para andarmos de pé transformou o já estreito canal do parto em uma passagem tortuosa. Em todos os mamíferos quadrúpedes o canal do nascimento é reto — ou seja, o útero está alinhado com a vagina e o feto nasce sem flexão e com o rosto voltado para a mãe.

Na mulher, devido à posição bípede, os ossos do quadril sofreram modificações que levaram o canal do nascimento a ser inclinado e que a vagina formr um ângulo reto em relação ao útero. Como consequência, as rotações e torções da coluna que o feto deve executar para emergir é uma peculiaridade dos seres humanos, inexistente entre os animais vertebrados.

  • Uma especificidade traumática para o bebê e dolorosa para a mulher —, um pedágio que, mesmo após 7 milhões de anos de evolução, os Homos sapiens são obrigados a pagar como compensação por suas duas grandes vantagens evolutivas: andarem eretos e desenvolverem uma grande massa cerebral.
  • Desde o surgimento das primeiras formas de vida, há cerca de 3,5 milhões de anos, a coisa comum nos seres vivos é nadar, engatinhar ou mover-se nas pernas (que são geralmente quatro em mamíferos terrestres).

Homininos (primatas bípedes) surgiram há apenas 7 milhões de anos. Os antropólogos Weaver e Hublin mergulharam em um dos paradigmas mais aceitos no complexo processo da evolução humana, o da adoção do bipedismo como uma estratégia vital. Foi um passo evolutivo chave que resultou na dor do parto nas Homo sapiens e nas fêmeas de Neandertal há mais de 200 mil anos — e não por uma maldição bíblica.

*Professor universitário no Departamento de Ciências da Vida do Instituto Franklin de Estudos Norte-Americanos, Universidade de Alcalá. Texto originalmente publicado no The Conversation, Acompanha tudo da GALILEU ? Agora você pode ler as edições e matérias exclusivas no Globo Mais, o app com conteúdo para todos os momentos do seu dia.

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Porque a dor do parto dói tanto?

São as contrações do útero que ajudam a empurrar o bebê pra baixo e abrir o colo do útero, e esse é um processo muito intenso feito pelo corpo, no qual todo o nosso organismo participa e se empenha, se ajustando para permitir essa passagem.

Porque o parto dói tanto?

Como saber se estou em trabalho de parto? Observe os principais sinais do seu organismo Esta é uma das questões que mais preocupam as grávidas. O início do trabalho de parto é diferente para cada mulher: algumas sabem imediatamente quando estão realmente no processo de nascimento.

Outras podem confundir esse estágio inicial do processo, com gases, azia, dor lombar ou indigestão. Existem três sinais distintos que indicam que o trabalho de parto começou: As contrações, percebidas por algumas mulheres como endurecimento da barriga, são sentidas no abdome – na parte inferior – ou nas costas.

Elas ocorrem porque o útero está se contraindo e relaxando ao mesmo tempo, movimento que vai ajudar a abrir o colo e empurrar o bebê para o canal de nascimento. Durante o estágio inicial do trabalho de parto, as contrações são sentidas como cólicas menstruais.

  • Quando o processo de nascimento começar verdadeiramente as contrações se tornam regulares.
  • Nos estágios iniciais, geralmente ocorrem em intervalos de 15 a 20 minutos e duram entre 30 e 45 segundos.
  • Conforme o trabalho de parto avança, essas contrações ficam mais frequentes e duram em torno de 60 segundos.

Na fase em que sentir de 2 a 3 contrações em 10 minutos e que duram por volta de 45 segundos ou mais, a gestante deve procurar o hospital e avisar seu médico. As contrações se mantêm constantes, mesmo quando a grávida deita ou anda. Se perceber contrações regulares e dolorosas antes da 37.ª semana, a gestante deve procurar imediatamente seu médico ou hospital, pois pode estar em trabalho de parto prematuro.

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Quantos ossos equivale a dor do parto?

Sangramento ao redor do cérebro – O sangramento pode ocorrer em várias regiões dentro e ao redor do cérebro. As lesões dos nervos podem ocorrer antes ou durante o parto. Essas lesões normalmente causam fraqueza dos músculos controlados pelo nervo afetado. As lesões dos nervos podem afetar a/o

Nervo facial: Expressão facial torta Plexo braquial: Fraqueza do braço e/ou mão Nervo frênico (raro): Dificuldade em respirar Medula espinhal (raramente): Paralisia

A lesão do nervo facial é evidente quando o recém-nascido chora e a face parece estar torta (assimétrica). O nervo facial é o nervo lesionado com maior frequência. Essa lesão é provocada por pressão exercida contra o nervo devido

À maneira que o feto estava posicionado no útero antes do nascimento Ao nervo ser pressionado contra a pelve da mãe durante o parto À utilização de fórceps para ajudar com o parto

Nenhum tratamento da lesão do nervo facial é necessário, e a fraqueza muscular normalmente melhora até por volta dos dois a três meses de idade. Contudo, às vezes a fraqueza dos nervos faciais é causada por um distúrbio congênito e não por uma lesão e, nesse caso, ela não melhora.

  • O plexo braquial é um grupo de nervos grandes localizados entre o pescoço e ombro que vai em direção a cada um dos braços.
  • Durante um parto difícil, é possível que ocorra o alongamento de um ou ambos os braços do bebê, o que lesiona os nervos do plexo braquial ( Doenças do plexo Doenças do plexo Os plexos (redes de fibras nervosas interligadas de nervos espinhais diferentes) podem ser danificados por lesões, tumores, bolsas de sangue (hematomas) ou reações autoimunes.

Ocorrem dor, fraqueza. leia mais ) e causa fraqueza ou paralisia de parte ou de todo o braço e mão do bebê. A fraqueza do ombro e cotovelo é um quadro clínico denominado paralisia de Erb e a fraqueza da mão e do pulso é um quadro clínico denominado paralisia de Klumpke.

  1. Aproximadamente metade dos casos de lesão do plexo braquial está relacionada a partos difíceis, normalmente de bebês grandes, e aproximadamente metade ocorre em bebês com partos que transcorreram normalmente.
  2. A lesão do plexo braquial ocorre com menos frequência em bebês que nasceram de parto por cesariana.

Devem-se evitar os movimentos extremos do ombro para permitir que os nervos sarem. Muitas lesões mais leves melhoram dentro de alguns dias. Se a anomalia for mais grave ou durar mais de uma a duas semanas, recomenda-se fisioterapia ou terapia ocupacional para o posicionamento adequado e movimento cuidadoso do braço.

Se não houver melhora no prazo de um ou dois meses, geralmente o médico recomenda que o bebê seja avaliado por um neurologista e/ou ortopedista pediátrico em um hospital pediátrico especializado para ver se uma cirurgia seria benéfica. O nervo frênico, que é o nervo que segue para o diafragma (a parede muscular que separa os órgãos do tórax dos órgãos do abdômen e auxilia na respiração) às vezes é lesionado, o que resulta em paralisia do diafragma do mesmo lado.

Nesse caso, o recém-nascido pode ter dificuldade em respirar e, às vezes, precisa de assistência ventilatória. A lesão do nervo fênico geralmente se melhora completamente no prazo de algumas semanas. As lesões da medula espinhal causadas por um alongamento exagerado durante o parto são extremamente raras.

Essas lesões podem provocar paralisia sob o local da lesão. Lesões na medula espinhal são, muitas vezes, permanentes. Algumas lesões da medula espinhal que ocorrem na parte superior do pescoço são fatais porque elas impedem o recém-nascido de respirar adequadamente. Outros nervos, como o nervo radial no braço, o nervo ciático na região lombar ou o nervo obturador na perna também podem ser lesionados durante o parto.

Existe a possibilidade de quebra (fatura) dos ossos antes ou durante o parto, mesmo quando o parto transcorre normalmente.

A fratura da clavícula é algo relativamente comum, ocorrendo em 1 a 2% dos recém-nascidos. Às vezes, essas fraturas são apenas reconhecidas depois de vários dias após o nascimento, quando uma massa de tecido se forma ao redor da fratura. As fraturas de clavícula não parecem incomodar os recém-nascidos e não precisam de tratamento. A consolidação da fratura estará completa no prazo de algumas semanas. Às vezes, ocorre fratura do osso da parte superior do braço (úmero) ou da parte superior da perna (fêmur). Normalmente, o médico coloca uma tala frouxa para limitar a movimentação. Essas fraturas podem causar dor durante o movimento nos primeiros dias. A consolidação dessas fraturas normalmente é boa, salvo se houver envolvimento da cabeça do osso (o local a partir de onde ocorre o crescimento). A fratura de vários ossos pode ocorrer em recém-nascidos com doenças genéticas específicas nas quais os ossos são muito frágeis.

A utilização de instrumentos durante parto e o estresse sofrido pelo recém-nascido (por exemplo, o causado por asfixia) podem causar lesões na gordura sob a pele (um quadro clínico denominado necrose adiposa subcutânea do recém-nascido). A aparência desse tipo de lesão de pele pode ser de áreas avermelhadas, firmes e elevadas nos braços, coxas ou nádegas.

Obstrução do fluxo sanguíneo ao cordão umbilical Desenvolvimento anormal do feto (por exemplo, quando há uma anormalidade genética) Infecção grave no feto Exposição a certas substâncias ou medicamentos antes do nascimento Hemorragia materna grave Doença materna grave

Às vezes, não é possível identificar a causa exata da asfixia perinatal. O recém-nascido com asfixia pode mostrar sinais de que houve lesão a um ou mais sistemas orgânicos, incluindo:

Coração: Palidez cutânea, hipotensão arterial Pulmões: Dificuldade em respirar e baixos níveis de oxigênio Cérebro: Letargia, convulsões ou até mesmo coma Rins: Redução do volume urinário Fígado: Dificuldade em produzir as proteínas necessárias para a coagulação normal do sangue Intestinos: Dificuldade para digerir leite Sistema de fabricação de sangue: Redução do número de plaquetas e sangramento

OBS.: Esta é a versão para o consumidor. MÉDICOS: VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE VISUALIZAR A VERSÃO PARA PROFISSIONAIS DE SAÚDE Direitos autorais © 2023 Merck & Co., Inc., Rahway, NJ, EUA e suas afiliadas. Todos os direitos reservados.

O que dói mais pedra nos rins ou parto?

Para ter ideia, muitas mães descrevem a dor da cólica renal como muito mais intensas do que a sentida durante o parto. ‘A dor provocada pela crise de cálculo renal costuma estar localizada na região lombar, que pode atingir a lateral do abdômen e se irradiar para a região genital.

Quantos dels tem a cólica menstrual?

Coisas importantes a saber: –

  • As cólicas menstruais provavelmente são causadas por um excesso de prostaglandinas — compostos liberados pelo revestimento uterino durante o processo de preparação para a eliminação (a menstruação). Elas são uma parte necessária do processo mas, em demasia, causam dor.
  • Para aliviar a dor, aplique uma compressa quente no ventre e tome um medicamento anti-inflamatório comum, como ibuprofeno.
  • A título de precaução, considere tomar um, O mineral pode ser eficaz na redução das cólicas menstruais a longo prazo, diminuindo a necessidade do uso de medicamentos para a dor.

Você certamente tem familiaridade com as cólicas menstruais: cólicas uterinas que acontecem na e que geralmente são sentidas no abdômen, nas costas ou nas coxas. Você também pode sentir dores no meio do seu ciclo, durante a, Cólicas menstruais são muito comuns: no Clue app, cerca de 3 em cada 4 pessoas relatam ter cólicas pouco antes ou durante a menstruação.

  1. A maioria das pessoas nota as primeiras cólicas menstruais cerca de 6 meses a um ano depois da primeira menstruação (1).
  2. No início, elas podem ser irregulares e depois podem acontecer na maioria ou em todos os ciclos (na medida em que a ovulação acontece com mais frequência).
  3. As pessoas normalmente sentem suas cólicas imediatamente antes ou no momento em que o sangramento começa em cada ciclo.

As cólicas geralmente duram cerca de 1 a 3 dias e podem começar a partir de uma dor forte e que melhora com o passar das horas, ou vai e volta aleatoriamente. As cólicas podem ser quase imperceptíveis, bastante dolorosas ou severas (2). De cada 10 pessoas, pelo menos uma experimenta níveis de dor que podem afetar suas atividades diárias por 1 a 3 dias em cada ciclo.

  • A dor moderada a intensa é a mais comum em 2 a 3 anos depois da e geralmente melhora depois dos 20 anos, ou após a gestação e o parto (2).
  • As cólicas menstruais mais graves são geralmente associadas a condições médicas como ou adenomiose.
  • A dor feminina é frequentemente negligenciada e/ou subtratada em comparação com o estudo das dores masculinas (3).

É comum que uma pessoa que sofre de dor menstrual grave não fale sobre isso com seu médico (4). No caso das cólicas menstruais, é, Acompanhar a frequência da sua dor com um aplicativo,, pode ser útil. Ter algumas noções básicas sobre a dor relacionada ao ciclo menstrual pode ajudar você a entender se a sua deve ser abordada com um profissional de saúde.

Qual é a escala da dor?

Dor – Mensuração O desafio do combate à dor inicia-se na sua mensuração, já que a dor é, antes de tudo, subjetiva, variando individualmente em função de vivências culturais, emocionais e ambientais. Torna-se necessária uma abordagem multidimensional na avaliação dos atributos da dor, os quais incluem intensidade, duração e localização da dor, características somatossensoriais e emocionais que a acompanham.

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Uma característica importante do paciente submetido cronicamente a dor é uma espécie de «adequação comportamental» ao sofrimento, o que costuma confundir em muito as pessoas que o cercam, às vezes gerando dúvidas quanto a real presença da dor, o que forma um paradigma:

os mecanismos de defesa emocionais desenvolvidos pelo paciente para suportar a dor fazem seus cuidadores desconfiarem de sua existência. Essa realidade mostra a dificuldade na avaliação da dor, desenvolvendo-se várias escalas tentando objetivar características subjetivas, que inclusive, variam em função da idade do paciente com dor, nível cultural e grupos etno-culturais.

Em crianças que já atingiram fase de verbalização, até os dois anos de idade, consegue-se obter o relato de existência da dor, mas não de sua intensidade. Na fase pré-escolar, é necessário extrema paciência para que a criança relate sua dor, pois existe uma tendência a negá-la, especialmente por medo de que o seu tratamento inclua a dor de medicações injetáveis, ou mesmo o medo de internação hospitalar.

Nestes casos, métodos lúdicos como jogos, desenhos e brincadeiras durante a consulta médica encorajam a criança a dizer o que sente. Esta realidade não é muito diferente do idoso, que teme admitir sua dor e torna-se um «incômodo» aos seus cuidadores, com o risco do abandono e o medo do exílio de suas famílias em função de internação hospitalar, ou em casas de repouso.

  1. Realidades específicas de nossa população, como o alto índice de analfabetismo, fazem com que formas simples de avaliação da dor, como graduar sua intensidade de zero a dez, torna-se um verdadeiro martírio para o paciente e o examinador.
  2. O estabelecimento de uma relação médico-paciente hormoniosa já na primeira consulta impedindo-se qualquer sentimento de animoisidade prévio trazido de ambas as partes, em situações de transferência ou contra-transferência tão comuns em áreas que lidam com o sofrimento crônico, torne-se fundamental na terapêutica da dor, e é muitas vezes o que determina um tratamento bem sucedido.

Escalas de Avaliação Os instrumentos para mensurar a dor podem ser ou multidimensionais Escalas avaliam somente uma das dimensões da experiência dolorosa, e dentre as mais usadas, destacam-se as Escala Visual Numérica (EVN), graduada de zero a dez, nas quais zero significa ausência de dor e dez, a pior dor imáginável; e a Escala Visual Analógica (EVA), que consiste de uma linha reta, não numerada, indicando-se em uma extremidade a marcação de «ausência de dor», e na outra, «pior dor imaginável».

Sem dúvida, ambas escalas têm a vantagem de facilitar o contato médico-paciente, ao compartilhar-se a intensidade da dor, e ao paciente um instrumento para «se fazer entender». Artifícios muito usados na mensuração da dor, é tentar comparar a intensidade da experiência álgica e exemplos da vida diária do paciente, pois a sua familiaridade com esta realidade estabelece cumplicidade suficiente entre avaliador e avaliado, fazendo com que o paciente perceba o quanto tentamos entendê-los como indivíduo, e não como um dado padronizado.

A partir daí, transpomos esta informação para as escalas, e obtemos uma graduação específica. Um dos artifícios mais utilizados nestes casos é a graduação da intensidade da dor através de um copo com água, sendo o copo vazio equivalente a dor zero e o copo transbordando, equivalente a dor dez, e entregamos uma jarra com água para que o paciente «nos mostre sua dor».

Volumes intermediários de água no copo são transponíveis aos valores de 1 a 9. Para pacientes com boa capacidade de abstração, bem como portadores de deficiências visuais ou motoras que incapacitem o uso da «escala do copo de água», usamos a graduação através de frutas, ao questionamento direto da relação tamanho da fruta em função da intensidade dor: uma dor «tão pequena» quanto uma uva ou tão grande quando uma melância, e sugerimos que gradue sua dor com o tamanho de uma fruta compatível com sua intensidade.

Ambos artifícios também são usados para mensuração de dor em crianças, além de um específico: mensuração através das mãos em oração (Escala das mãos) que consiste em um artifício muito simples: a criança é orientada a colocar as mãos em posição de oração, e afastá-las gruduando a intensidade da sua dor, sendo zero a posição inicial, e dez, o máximo que seus braços conseguem distanciar do ponto de inicial.

Nota zero Dor ausente ou sem dor
Nota três Dor presente, havendo períodos em que é esquecida
Nota seis A dor não é esquecida, mas não impede exercer atividades da vida diária
Nota oito A dor não é esquecida, e atrapalha todas as atividades da vida diária, exceto alimentação e higiene
Nota dez A dor persiste mesmo em repouso, está presente e não pode ser ignorada, sendo o repouso imperativo

Este tipo de escala permite ao terapeuta da dor uma informação fidedigna da realidade diária do paciente, que pode inclusive ser fornecida pelo próprio cuidador, contribuindo para ajustes medicamentosos específicos. Muitas vezes, dados conflitantes como valor de EVN alto e EC baixo (ou vice-versa) sinalizam a possibilidade de comorbidade associada, ou mesmo de possível ganho secundário, fazendo com que a terapêutica do paciente seja revista.

No entanto, a experiência dolorosa não se restringe apenas a sua intensidade, sendo muito mais ampla. Há 3 dimensões da dor a serem consideradas: a sensiorial-discriminativa, a motivacional-afetiva e a cognitiva-avaliativa, todas sustentadas por sistemas fisiologicamente especializados no Sistema Nervoso Central (SNC).

A necessidade de abrangência desta realidade fez surgirem as escalas multidimensionais para a avaliação da dor. O questionário de dor mais largamente utilizado foi o desenvolvimento pelo Dr. Melzack, da Universidade Mcgill, que consta de uma relação de 87 descritores das qualidades sensoriais da dor de um paciente e das emoções correspondentes, além do desenho do corpo, no qual o paciente assinala a localização da dor, e de uma escala de intensidade da dor.

A qualidade sensorial da dor refere-se a característica de tempo, espaço, pressão e temperatura. Avaliações do componente afetivo abrangem termos como tensão, medo e expressões neurovegetativas que compõem a experiência dolorosa. Já os descritores da classe avaliativa permitem a avaliação global da experiência dolorosa.

É interessante que cada subgrupo é composto por um conjunto de palavras qualitativamente similares, mas com nuances que as tornam diferentes em termos de intensidade, e, a partir dos descritores escolhidos pelo paciente, obtêm-se aos seguintes índices: – Índice quantitativo da dor, obtido através da somatória dos valores de intensidade dos descritores escolhidos.

  1. Índice do número de palavras escolhidas.
  2. Estes índices podem ser obtidos para o questionário como um todo ou para um dos 4 componentes do inventário: sensitivo, afetivo, avaliativo e subgrupos da miscelânea, contribuindo para o melhor entendimento específico de um desses aspectos álgicos.
  3. O inventário McGill contém ainda uma escala de intensidade e outros itens para determinar o local, a duração e outras características da dor.

A partir do inventário McGill, propostas de novos instrumentos avaliativos da dor foram criadas, destacando-se o «Wisconsin Brief Pain Questionnaire» e o «Memorial Pan Assessment Card». Sem dúvida, a contribuição mais significativa do Questionário Wisconsin foi o acréscimo da avaliação do impacto da dor nas atividades da vida diária, como humor, relacionamento interpessoal, habilidade de caminhar, sono, trabalho e avaliação da vida.

  1. Já o cartão para avaliar a dor do «Memorial Card», em forma de cubo, é composto por 3 escalas análogo-visuais, que medem humor, intensidade da dor e alívio obtido, sendo a intensidade da dor mensurada através de 8 descritores que variam os extremos de ausência de dor insuportável.
  2. A principal vantagem deste instrumento é a rapidez de sua aplicação.

Uma crítica aos instrumentos de avaliação multidimensional da dor é justamente ao fato de serem instrumentos complexos, de difícil aplicação na prática clínica e de entendimento pelo paciente. Sem dúvida, o objetivo destas tentativas de mensuração nada mais é do que uma forma de obtenção de um dado que nos ajude a controlar a dor do paciente, e que seja reprodução a longo prazo, para que se torne um parâmetro de seu controle antálgico.

  • Julgamos que o ideal na tentativa de mensuração do paciente com dor seria o uso de mais de um instrumento avaliativo concomitante, até mesmo para obtenção de maior abrangência de informações álgicas, e, ao mesmo tempo, como conferência das informações obtidas.
  • Escolha de um Instrumentos de Medida da Dor

A escolha de um instrumento para mensurar a dor deve, antes de tudo, ser de fácil aplicabilidade e adequar-se ao nível de compreensão do paciente. Oferecer ao paciente uma «linguagem» para se fazer ser bem compreendido é muitas vezes o «elo» que falta entre o cuidador e a equipe de terapeutas da dor, uma vez que o cuidador, muito comumente, assume a função de «filtro» do paciente, que torna-se indefeso ao seu julgamento.

Um exemplo comum deste fato é traduzido pelo «poder» de julgamento a que o cuidador tem direito, ao ser prescrita medicação com a condição de ser administrada «se necessário». É comum que o cuidador não julgue «necessário» administrar a medicação solicitada pelo paciente, ou mesmo que se utilize de alguma substância desprovida de atividade analgésica, tentando «enganar» (ou «testar») o paciente, para averiguar se o mesmo ainda reclamará de dor.

Nesses casos, cerca de 40 a 50% dos pacientes realmente apresentarão suas dores melhoradas ou resolvidas, o que, se pela avaliação leiga do cuidador pode ser interpretado como «manipulação» ou «dependência da medicação», é explicado cientificamente pelo que chamamos de efeito placebo, isto é, a confiança do paciente no médico e/ou cuidador é tão plena que o simples fato de oferecimento de um «remédio» (mesmo que desprovido de atividade analgésica) libera substâncias que o próprio organismo do paciente produz, como por exemplo as endorfinas, suficientes para alívio álgico imediato.

Muitas vezes, o medo da injeção de medicamento através de uma agulha ou mesmo o sofrimento antecipado gerado pela expectativa de ser submetido a procedimento específico de combate a dor pode gerar seu alívio, através da chamada «analgesia de stress». Nestes casos, a substância que o corpo produziu para gerar analgesia foi a adrenalina,

Os instrumentos para mensurar a dor podem ser uni ou multidimensionais. As Escalas de intensidade pertencem ao primeiro grupo, pois avaliam somente uma das dimensões da experiência dolorosa. Destacam-se, entre as escalas, a Escala Numérica, graduada de 0 a 10, onde 0 significa ausência de dor e 10 significa a pior dor imaginável, e a Escala Visual Analógica, que consiste de uma linha reta, não numerada, com indicações de «sem dor» e «pior dor imaginável» nas extremidades.

No entanto, a experiência dolorosa é evento muito mais amplo, não se resumindo apenas a intensidade. Classicamente, considera-se 3 dimensões de dor: a sensorial-discriminativa, a motivacional-afetiva e a cognitiva-avaliativa, avaliadas em escalas chamadas multidimensionais (ex.: » Inventário para dor Mcgill «, » Wisconsin Brief Pain Questionnaire «) mas que em função de sua elevada complexidade e difícil aplicabilidade/reprodutividade, têm seu uso restrito para situações específicas.

Escalas de Dor I – ESCALA VERBAL – NUMÉRICA: O doente é informado sobre a necessidade dele classificar sua dor em notas que variam de 0 a 10, de acordo com a intensidade da sensação. Nota zero corresponderia a ausência de dor, enquanto nota 10 a maior intensidade imaginável.

CLASSIFICAÇÃO DA DOR:
  • Zero (0) = Ausência de Dor
  • Um a Três (1 a 3) = Dor de fraca intensidade.
  • Quatro a Seis (4 a 6) = Dor de intensidade moderada.
  • Sete a Nove (7 a 9) = Dor de forte intensidade.
  • Dez (10) = Dor de intensidade insuportável.

III- ESCALA VISUAL-ANALÓGICA: Esta escala submete ao doente uma linha não graduada cujas extremidades correspondem a ausência de dor, em geral situada na extremidade inferior, nas dispostas verticalmente, e à esquerda, naquelas dispostas horizontalmente; e a pior dor imaginável, nas extremidades opostas, conforme o exemplo abaixo. Referências Bibliográficas

  1. Dicionário Médico – Stedman, 25 edição, editora Guanabara-Koogan.
  2. Bases da Oncologia – Brentani M.M, Coelho F.R.G, Iyeyasu H, Kowalski L.P, 1998, editora Lemar.
  3. Opiáceos, O estado da arte – Editor: José Oswaldo de Oliveira Júnior, 1ª edição, editora Lemar.
  4. Guia Prático para o tratamento da dor oncológica – Schoeller M.T, 2ª edição, Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica.
  5. Dor Crônica – Clínicas Médicas da América do Norte (maio / 1999) – Editor convidado: Gallagher, MD, MPH – Reichmann & Affonso Editores.

  6. BONICA, J.J. – The management of pain, Philadelphia, Lea e Febiger, 1990.
  7. OLIVEIRA JR, J.O – Dor Oncológica, Acta Oncol. Bras., 14:11-5, 1994.
  8. WALL, P.D & MELZACK, R – Textbook of pain, Churchill-Livingstone, Edinburgh, 1990.

Fonte: Fundação Antonio Prudente, Saúde em Movimento © 2000 – 2001 – Todos os direitos reservados. É vetada a reprodução total ou parcial do texto sem permissão. A reprodução sem permissão é crime de violação de direitos.

Qual é a doença que dói o corpo todo?

Quais as causas mais comuns de dor no corpo? – As dores no corpo são uma realidade para muitas pessoas, sendo uma das principais queixas de saúde. Existem diversas causas que podem desencadear dor, algumas mais comuns do que outras. Aqui estão algumas dessas causas:

Lesões: Traumas ou lesões no corpo, como entorses ou fraturas, são uma das causas mais comuns de dor no corpo. Doenças crônicas: Condições como artrite, fibromialgia e lúpus são exemplos de doenças crônicas que podem causar dor. Desgaste natural do corpo: O envelhecimento pode levar a desgaste nas articulações e nas estruturas do corpo, causando dor. Stress: O estresse emocional e físico pode levar a tensão muscular e por consequência, dores pelo corpo. Postura incorreta: Passar muito tempo sentado ou em pé em posições inadequadas pode levar a dor no pescoço, costas ou ombros.