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Qual A Semana Mais Perigosa Da Gravidez?

Qual período da gravidez é mais perigoso?

A formação acontece no primeiro trimestre da gravidez – O tamanho do futuro bebê quando a gestação está na sexta semana varia de 1,5 mm a 3,0 mm. É a partir daí que ele vai ser formado e por causa disso, todo os cuidados são necessários para que a evolução ocorra sem nenhum problema.

O primeiro trimestre é o mais delicado porque nesse período há maior chance de ocorrerem não apenas as más-formações, como também os abortos espontâneos. A alimentação da mãe é fundamental para a gravidez de sucesso. Um dos primeiros passos nessa direção, é começar a tomar ácido fólico. Ele é importante porque nesse período ocorre o fechamento do tubo neural, cuja estrutura dará origem à construção da coluna vertebral e do sistema nervoso.

Todos os demais órgãos se formam no trimestre inicial. Por isso, o médico vai logo dizendo quais vícios devem ser eliminados imediatamente. Droga, álcool e cigarro, nunca podem fazer parte da rotina da gestante. Frutos do mar, peixes e carnes crus ou pouco cozidos, bem como queijos não pasteurizados, devem ser evitados.

  • Só para lembrar, queijo não pasteurizado é aquele feito com leite cru, ou seja, que não passou pelo processo de industrialização para eliminar bactérias que causam doenças ou a deterioração mais rápida dessa bebida.
  • A carnes cruas e malpassadas também devem ser riscadas do cardápio.
  • Elas podem transmitir toxoplasmose, doença vinda de certo parasita que causa uma infecção que pode levar a má formação do feto.

Isso pode ser evitado ao expor os alimentos, incluindo o ovos, a altas temperaturas. As verduras e os legumes devem ser muito bem higienizados, caso sejam servidos crus para comer como salada. Todos esses cuidados são primordiais não apenas para a sadia formação do feto, mas também durante toda a gravidez.

Quais são os sinais de perigo na gravidez?

Fraqueza e cansaço A fraqueza e o cansaço podem ser causados por sangue fraco (anemia). Veja a página 11 para obter mais informações. Dor na barriga A dor na barriga pode ter diferentes causas, entre elas, gravidez ectópica (veja a página 1 ), aborto espontâneo ou problemas com a placenta.

Inchaço nas mãos e na face, ou dor de cabeça forte e visão turva A pressão arterial alta juntamente com o inchaço nas mãos e na face ou uma dor de cabeça forte e visão turva podem ser sintomas de eclampsia, a qual causa convulsões (eclampsia também é conhecida como pré-eclampsia ou toxemia). Sangramento vaginal Sangramento após os primeiros três meses pode significar que há algum problema com a placenta.

Febre Febre pode ser um sinal de malária ou infecção. As mulheres grávidas que vivem em zonas de malária devem tomar antimaláricos conforme orientação. Uma mulher que apresentar qualquer um destes sinais pode estar correndo um sério risco e deve consultar um agente de saúde.

Bebê em posição errada para o parto; Gravidezes múltiplas – ex.: gêmeos; Mãe e/ou pai com HIV; Mãe com sífilis.

As parteiras treinadas e os atendentes de parto qualificados sabem dizer se um bebê está na posição errada para o parto e podem tentar mudá-lo de posição. É perigoso para o bebê que uma pessoa não treinada tente mudá-lo de posição! Todas as mulheres devem fazer teste de HIV e sífilis no início da gravidez.

O que pode ser perigoso na gravidez?

Gravidez de risco – «A gravidez é considerada de alto risco quando há complicações potenciais que podem afetar a mãe, o bebê ou ambos. Gestações de alto risco requerem tratamento por um especialista para ajudar a garantir o melhor resultado para a mãe e o bebê», afirma a médica.

Veja também: Adolescentes que engravidam sofrem maior risco de problemas físicos, psicológicos e sociais Os fatores que fazem uma gestação ser classificada como de alto risco podem ser condições de saúde da mulher, anteriores à gestação, ou de condições da própria gravidez e que não têm relação direta com a saúde da mãe.

Veja os principais:

Condições anteriores à gestação: hipertensão, diabetes, doenças autoimunes, infecções crônicas (como HIV), problemas cardíacos, pulmonares ou renais e idade materna ( mães que dão à luz com menos de 17 e mais de 35 anos têm maior risco de complicação. Depois dos 40 anos, o risco de aborto espontâneo e defeitos genéticos também é maior); Condições da própria gestação: gestação de múltiplos, placenta prévia (condição em que placenta cobre o colo do útero), problemas fetais e trabalho de parto prematuro (que se inicia antes de 37 semanas de gravidez).

Porque não se deve contar a gravidez antes dos 3 meses?

Por que mulheres não deveriam esperar 3 meses para anunciar gravidez, segundo especialistas 1 de 2 — Foto: GETTY IMAGES — Foto: GETTY IMAGES Há um velho ditado no Chile, de quando não havia como diagnosticar uma gravidez. «Menos de três meses é atraso, mais de três meses é gravidez».

  • E embora essa frase seja antiga, ela faz referência a um princípio tácito que é seguido por muitas mulheres em todo o mundo: o melhor período para compartilhar a notícia de uma gravidez é após o primeiro trimestre, para evitar problemas caso algo «dê errado» e a gestação não siga adiante.
  • Isso não é apenas uma tradição que muitas mulheres adotam sem pensar muito no assunto, é também uma recomendação que alguns médicos fazem para supostamente proteger os pais de terem de lidar publicamente com as más notícias.

De acordo com a Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos, uma em cada quatro gestações conhecidas termina em aborto espontâneo. A estimativa é de que a porcentagem real seja ainda maior, já que a grande maioria dos abortos espontâneos (que ocorrem principalmente devido a uma anormalidade cromossômica) ocorre nas primeiras semanas, às vezes até mesmo antes de a mulher descobrir a gestação.

Qual a fase mais fácil de perder o bebê?

O que acontece nas primeiras 12 semanas de gestação? – O abortamento é considerado a intercorrência obstétrica mais comum, Por conta disso, muitas mulheres desejam saber o que faz perder o bebê no início da gravidez e até quantas semanas existe esse risco.

Pois bem: estima-se que até 20% das gestações terminem em um aborto antes da 20ª semana, Entre elas, 80% ocorrem nas 12 semanas iniciais — fase que corresponde ao período embrionário (ou organogênese). Nesse primeiro trimestre, há uma maior vulnerabilidade ao aparecimento de malformações fetais, bem como sensibilidade a agressões externas.

Veja, resumidamente, como é o desenvolvimento do embrião:

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até quatro semanas, o embrião chega ao estágio de blastocisto;na quinta semana, tem início o desenvolvimento crânio-caudal;durante a sexta semana, há um desenvolvimento considerável da região cefálica e o coração bate por si próprio;na sétima semana, a face começa a ser formada, assim como os sulcos que formarão os dedos;entre oito e nove semanas, os órgãos do embrião começam a funcionar, assim como os movimentos;entre dez e 11 semanas, a cabeça corresponde a 1/3 do comprimento total e é possível identificar os dedos;com 12 semanas, o feto é considerado completamente formado e tem início o segundo trimestre.

Que tipo de dor não é normal na gravidez?

Dores que são comuns na gravidez – Durante a gravidez, uma série de mudanças corporais pode levar a diferentes sensações e desconfortos. Uma dor intensa no pé da barriga ou dores fortes no pé da barriga podem ser sentidas, especialmente durante o crescimento do útero, e não são geralmente motivo de preocupação.

A é outra sensação comum, e ocorre pelo aumento do volume do útero que «estica» as estruturas presas nele. Além disso algumas mulheres queixam de uma dor embaixo da costela direita, possivelmente devido à expansão dos órgãos e ao movimento do bebê que «cutuca» o fígado da mamãe. A prisão de ventre e constipação intestinal são outros problemas frequentes na gravidez, contribuindo para a dor abdominal.

Mudanças hormonais, juntamente com o consumo insuficiente de fibra e líquidos, podem levar a essas condições. Um exame clínico com um profissional de saúde pode ajudar a avaliar esses sintomas e fornecer orientações adequadas. Além disso, a relação sexual durante a gravidez pode ser uma causa de desconforto para algumas mulheres, principalmente devido às alterações físicas e emocionais que ocorrem durante esse período.

Qual é a melhor idade para ter filhos?

Do ponto de vista biológico, o melhor momento para uma mulher ter filhos é entre os 18 e os 30 anos. Após os 30 anos, a capacidade reprodutiva começa lentamente a declinar, devido ao envelhecimento e à perda da reserva de óvulos, armazenados no ovário desde a vida intrauterina.

O surgimento da pílula na década de 60 possibilitou à mulher postergar a maternidade, prevenir as gestações não desejadas e planejar o momento de iniciar uma família. Como resultado, desde 1970 a idade média das mulheres na primeira gestação aumentou em 4-5 anos nos países europeus e a proporção de mulheres tendo seu primeiro filho após os 30 anos aumentou em até 40%.

Recente trabalho realizado na Holanda fez um modelo de fertilidade simulado em computador para demonstrar até que idade os casais poderiam esperar para iniciar uma família sem comprometer as chances de terem o número de filhos desejados. Os resultados mostraram que casais que desejam ter dois filhos e querem 90% de sucesso, sem o uso de fertilização » in vitro», devem iniciar as tentativas até os 27 anos.

Se as chances de sucesso em ter estes dois filhos forem de 50%, a idade para iniciar a tentar engravidar deve ser até os 38 anos. Para os casais que desejam somente um filho, concebido de forma natural e com 90% de chance de sucesso, a idade máxima deve ser de 32 anos para a mulher. Se considerarmos somente 50% de sucesso, a idade máxima passa a ser 41 anos.

Embora este modelo seja preditivo e não possa ser considerado infalível ele mostra que a idade da mulher é um fator importante para a gestação. Desta forma, tentar ter a primeira gestação muito tarde implica em correr o risco de não conseguir gestar ou de não conseguir ter um segundo filho em função da idade.

Quantos meses equivale a 12 semanas?

9 a 12 semanas de gestação: 3 meses.

Tem risco de perder o bebê com 5 meses?

Grávida de 5 meses corre o risco de perder o bebê por falta de medicamento em MT 1 de 1 Daniela Cavalcante Gomes precisa de tratamento após trombose — Foto: TVCA/ Reprodução Daniela Cavalcante Gomes precisa de tratamento após trombose — Foto: TVCA/ Reprodução Uma mulher grávida de cinco meses corre o risco de perder o bebê, pois não tem condições financeiras de comprar o medicamento.

  1. A dona de casa Daniela Cavalcante Gomes teve trombose antes de engravidar e precisa tomar uma injeção por dia até o parto e 45 dias após o nascimento do bebê.
  2. Daniela entrou com um pedido na Justiça para que o estado e o município custeiem o medicamento.
  3. Porém, mesmo com uma liminar que determina o custeio dos remédios pelo Sistema Único de Saúde (SUS), ela está sem a mediação necessária desde o dia 9 de outubro.

«Sou do lar, meu marido é eletricista, então, tem mês que ele ganha mais, tem mês que não ganha nada», explicou. A Secretaria Estadual de Saúde informou que o medicamento do qual Daniela precisa não está na relação de remédios essenciais do SUS e, por isso, o estado não teria obrigação de fornecer as injeções.

Já o município informou que as injeções estão sendo providenciadas, mas que não há prazo para entrega. A mulher teve trombose no braço antes de engravidar e, como não pode trabalhar até ter o filho, resolveu procurar ajuda na saúde pública. Ela precisa tomar uma injeção por dia para que o desenvolvimento do bebê não seja comprometido.

O tratamento com as injeções custa em torno de R$ 3 mil, de acordo o orçamento enviado à assessoria pública por Daniela. Tanto o estado quando o município se negam a custear os remédios. Mesmo com uma liminar, proferida em setembro, a mulher não consegue ter acesso aos medicamentos. Qual A Semana Mais Perigosa Da Gravidez Estado nega remédio para mulher que precisa manter a gravidez A ginecologista e obstetra, Maria Aparecida Mazzutti, contou que Daniela corre o risco de ter uma nova trombose, pré-eclampsia e até mesmo morrer, caso não tome as doses necessárias da injeção.

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A médica conseguiu que Daniela tomasse os medicamentos durante alguns dias, porém, os frascos vão terminar na próxima semana e Daniela não tem mais condições de tomar energéticos e suplementos. «As consequências maternas são ter uma nova trombose, maior que a anterior, trombose pulmonar, e, na pior das hipóteses vira a óbito», explicou.

Maria Aparecida conseguiu injeções suficientes para Daniela durante uma semana, mas a medicação está chegando ao fim. O custo do tratamento seria de R$ 863 por dia, caso ela fique internada. De acordo com a médica, é injusto com a sociedade que um leito seja ocupado apenas para aplicar um medicamento em Daniela devido ao alto número de casos de urgência e emergência.

  • Fora o risco de infecção, como ela estaria dentro de um hospital terciário onde todos correm risco de contrair infecções?», explicou a médica.
  • A defensora pública Synara Gusmão contou que é necessário que a defesa recorra ao bloqueio judicial para fazer com que o estado cumpra a liminar.
  • Sabemos que o estado tem condições de comprar essa medicação, mas não temos outra saída.

Nossa finalidade é que o paciente receba a medicação», declarou. : Grávida de 5 meses corre o risco de perder o bebê por falta de medicamento em MT

O que comer nos três primeiros meses de gravidez?

Primeiro trimestre – O sistema neurológico é o mais importante de todo o organismo, pois é o responsável por direcionar o que acontece em todo o resto. Portanto, no primeiro trimestre, a mulher precisa consumir aquilo que vai ajudá-lo a se desenvolver da melhor forma.

O que não pode fazer nos primeiros meses de gravidez?

O que é normal sentir no primeiro trimestre da gravidez? – No primeiro trimestre ocorrem as mudanças hormonais mais importantes e por isso é comum sentir alguns sintomas. Os hormônios HCG e a progesterona aumentam muito nesse período e são os principais responsáveis pelas alterações desse período.

Aumento da frequência urinária;Cansaço e sonolência;Dor nas costas ou no corpo;Náuseas ou vômitos, principalmente no período matutino;Alterações no humor;Retenção de líquido;Cólica;Sensibilidade nas mamas.Constipação intestinal e gasesAcne e aumento da oleosidade da pele e cabeloDor de cabeçaAumento da fomeAumento da secreção vaginal (que não deve ter coceira ou odor)Queda de pressão

Devido a esse desenvolvimento do bebê, é importante ter alguns cuidados através da orientação pré-natal para evitar riscos à saúde da mãe e do filho:

Não utilizar qualquer medicamento sem orientação médica;Não consumir bebidas alcoólicas ou cigarro;Evitar o consumo excessivo de chás e cafeína;Praticar atividade física de preferência orientada por um profissional;Evitar comer alimentos crus, como carne e ovos;Consumir frutas e salada bem higienizados

Quando devo me preocupar com a gravidez?

Problemas, em maior ou menor grau, podem acontecer, mas as pesquisas mostram que não afetam a maioria das gestações. Um exemplo é um estudo publicado na Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, que revelou que a incidência mundial de pré-eclâmpsia (PE) é estimada em 3% a 5% das gestações.

  1. Por aqui, apesar de sabermos que a estimativa é subestimada, é de 1,5% para PE e de 0,6% para eclâmpsia.
  2. Mas é preciso calma: a maioria das mulheres experimenta tanto a gravidez quanto o parto sem intercorrências.
  3. Porém, se há chance de complicações imprevisíveis surgirem, o melhor é ter condições de identificar os sintomas que merecem avaliação médica imediata, certo? CRESCER conversou com ginecologistas-obstetras para entender em quais situações a gestante pode relaxar, aguardar a próxima consulta pré-natal ou quando é necessário buscar atendimento imediato em um pronto-socorro.1.

Dor de cabeça forte ou visão turva Como é: Dor de cabeça intensa que persiste por mais de duas horas, não melhora com a ingestão de líquidos ou remédio. Pode vir acompanhada de alterações na visão e tontura. O que pode significar: Desde uma crise de enxaqueca até um sintoma da Doença Hipertensiva Específica da Gravidez – especialmente se há desconforto na nuca e sensação de enxergar «estrelinhas».

  • Mais conhecida como pré-eclâmpsia (PE), é a principal causa de morte materna no Brasil.
  • Além disso, eleva o risco de parto prematuro e de outras complicações para o feto, como baixo crescimento e prejuízo ao desenvolvimento intrauterino.
  • Como lidar: Se foi um dia mais cansativo, é necessário fazer repouso.

Caso haja histórico de pressão alta, procurar atendimento médico imediato. É provável que sejam feitos exames como uma ultrassonografia obstétrica com doppler para verificar se o bebê está recebendo fluxo suficiente de oxigênio e nutrientes. Caso o diagnóstico seja PE, o médico pode prescrever medicações para controle da pressão arterial.2.

  • Febre Como é: Temperatura acima de 37,5ºC.
  • O que pode significar: Alguma infecção, como urinária ou pulmonar – ainda mais na pandemia de covid-19.
  • Geralmente, a febre vem com outros sintomas, a exemplo de dor de garganta ou ardência para urinar.
  • Como lidar: Avise seu médico.
  • Ele pode prescrever antitérmicos, além de líquidos e repouso.

Se a temperatura passar de 39oC, vá ao pronto-socorro. A ginecologista e obstetra Daniela Pinheiro, coordenadora da maternidade do Hospital e Maternidade Brasil da Rede D’Or São Luiz (SP), afirma que é preciso investigar a causa para não colocar mãe nem bebê em risco: «Muitas vezes, a gestante não tem outras alterações evidentes, mas está com uma infecção urinária que pode se agravar e acometer os rins ou evoluir para uma sepse «.3.

Tontura ou desmaio Como é: Mal-estar em que tudo parece girar, você pode perder o equilíbrio ou ter um súbito «apagão». O que pode significar: Talvez você apenas não tenha se alimentado bem, esteja com a pressão baixa ou anemia. Fique atenta se tiver dor de cabeça, visão embaçada, fala arrastada, batimento cardíaco acelerado, falta de ar.

Nesses casos, pode indicar quadros mais graves, como pré-eclâmpsia, derrame cerebral, problemas de coração ou pulmão. Como lidar: «No início da gestação, com o predomínio da progesterona e as alterações nos sistemas cardiovascular e circulatório, é muito comum que a gestante sinta moleza e mal-estar – algumas chegam a desmaiar», explica a ginecologista e obstetra Daniela Pinheiro.

  1. Se as primeiras consultas pré-natal não detectaram nenhum problema, a recomendação é ingerir bastante líquido e se alimentar a cada três horas.
  2. Tonturas e desmaios são mais preocupantes após a 16ª semana de gravidez e quando associados a outros sintomas (mencionados acima).
  3. Informe seu médico ou procure um pronto-socorro.4.
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Inchaço exagerado no rosto ou nas mãos Como é: Não se trata de um inchaço leve – comum nos últimos meses de gravidez. É um edema nítido que «deforma». Por exemplo: você não consegue dobrar os dedos ou abrir totalmente os olhos ou perde a sensibilidade dos lábios.

O que pode significar: Doença Hipertensiva Específica da Gravidez (pré-eclâmpsia). Ainda mais se o inchaço surgir de repente e/ou vier acompanhado de pressão alta, dores de cabeça, visão embaçada Como lidar: Procure imediatamente o pronto-socorro.5. Náusea severa e excesso de vômito Como é: Enjoos intensos e vômitos persistentes.

Você não consegue se alimentar direito e até mesmo os líquidos não param no seu estômago. Outros sintomas comuns são boca seca, dores de cabeça, febre, confusão e tonturas. O que pode significar: Hiperêmese gravídica, uma condição que pode levar à desidratação da gestante, prejudicar o ganho de peso e o desenvolvimento adequado do bebê.

Como lidar: Entre em contato com o seu médico.6. Dificuldade para respirar, dores no peito e/ou batimentos acelerados Como é: Você sente que não consegue respirar profundamente, sua garganta e/ou peito estão apertados, há alteração na frequência cardíaca, como batimentos acelerados. O que pode significar: Pode ser apenas ansiedade ou indício de infecção por covid-19, pré-eclâmpsia, embolia pulmonar ou infarto.

Atenção especial se também tiver pressão alta, inchaço, dores nas costas e braço, alterações de visão e tontura. Como lidar: Antes de procurar um pronto-socorro, deitar de lado por meia hora e observar se os sintomas melhoram – pode ser um quadro de somatização.7.

  1. Moleza e cansaço extremo Como é: Você não tem energia suficiente para fazer quase nada durante o dia e, mesmo quando descansa ou dorme bastante, não se sente revigorada.
  2. O que pode significar: Anemia, diabetes gestacional, doença cardíaca ou mesmo depressão.
  3. Como lidar: Marque uma consulta com o seu médico, que provavelmente pedirá exames de sangue e/ou urina para definir o diagnóstico e o tratamento mais adequado.

«É muito comum as grávidas sofrerem de pressão baixa, que gera uma certa indisposição e vontade de ficar quieta», diz Alberto. «Mas devemos investigar sempre o nível glicêmico: pode ser descoberto um pré-diabetes ou diabetes gestacional, que começam com esses sintomas.» 8.

Dor abdominal aguda Como é: Uma dor de barriga intensa ou tipo cãibra que não passa ou piora com o tempo. Difere das cólicas leves do início da gestação causadas pela tração dos ligamentos do útero, que está aumentando de tamanho. O que pode significar: Infecção urinária ou vaginal, gravidez ectópica (fora do útero), aborto espontâneo, descolamento de placenta ou trabalho de parto prematuro.

Como lidar: Se você já sabe que a gravidez está acontecendo no útero e não há outro sinal de alarme, como um sangramento ou corrimento anormal, a ginecologista Daniela Pinheiro orienta tomar a medicação para dor prescrita pelo seu médico e fazer repouso.

«Se não melhorar, procure uma avaliação médica. Pode ser alguma infecção, que requer tratamento com antibióticos», diz. Caso seja descolamento de placenta ou trabalho de parto prematuro, talvez seja preciso internação para repouso absoluto ou outro procedimento.9. Sangramento ou líquidos vaginais Como é: Gotas e manchinhas de sangue não são motivo para alarde: o que preocupa é o sangramento volumoso e vermelho vivo.

Além disso, corrimento que cheira mal ou um fluido «diferente» vazando da vagina. O que pode significar: Sangramentos leves e sem dor no início da gestação costumam ser apenas sinais da acomodação normal do ovo no útero ou do colo do útero após uma relação sexual.

Quando intenso e acompanhado de dor nas costas ou abdominal, há risco de aborto espontâneo, gravidez ectópica, distúrbios de placenta ou trabalho de parto prematuro. Na fase mais avançada da gravidez, a partir da 30ª semana, a perda de líquido claro pela vagina pode significar que a bolsa estourou. Corrimento com coceira e mau cheiro indica infecção vaginal.

Como lidar: Em caso de sangramento volumoso ou perda de líquido vaginal, avise seu médico e procure imediatamente o pronto-socorro.10. Diminuição ou ausência de movimentos do bebê Como é: Você desconfia que seu bebê não está se mexendo ou houve uma mudança no padrão habitual de movimentos – não há um número específico, cada feto tem seu próprio «ritmo».

O que pode significar: Talvez ele esteja apenas dormindo mas talvez esteja recebendo menos oxigênio ou nutrientes do que deveria, o que pode levar a um parto prematuro ou problemas no desenvolvimento. Como lidar: Segundo a ginecologista e obstetra Daniela Pinheiro, depois da 34ª semana de gestação, não é normal ficar mais de 6 horas sem sentir o bebê mexer.

«Oriento que a gestante se alimente, deite e estimule a barriga para ver se ele responde. Caso isso não aconteça, ela deve procurar o pronto-socorro para que seja feita uma avaliação por ultrassom», diz. Leia mais na Revista Crescer. Busque a unidade mais perto de você.