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Qual O Melhor Restaurante De BrasLia?

Qual o restaurante é considerado o melhor de Brasília?

Taypá Eleito diversas vezes como o melhor restaurante de Brasília pela Veja Comer & Beber (2013, 2014 e 2017) e um dos 10 melhores do Brasil de 2020 pelo site TripAdvisor, o peruano Taypá é, de fato, um local imperdível.

Qual é o melhor restaurante de Brasília Coco Bambu ou Mangai?

Encontro Gastrô premia os melhores da gastronomia de Brasília A nona edição do mais importante prêmio de gastronomia do Distrito Federal reuniu mais de 400 convidados, nesta terça-feira (18/10) à noite, no Brasília Palace Hotel. Encontro Gastrô – O Melhor de Brasília 2022, uma realização de Encontro Brasília e Correio Braziliense em parceria com a Del Maipo, distribuiu 35 prêmios para estabelecimentos e profissionais que se destacaram nos últimos 12 meses na capital.

Divididos em grandes categorias – Diversão, Lanches e Guloseimas, Restaurantes, Profissionais, Melhor Restaurante de Brasília e Restaurante Revelação –, os troféus premiaram as melhores casas em setores como cafeteria, padaria, bar/botequim, balada, chocolateria/doceria, cozinha do mundo, pizzaria, restaurante italiano, peixes e frutos do mar, restaurante de hotel e cozinha brasileira, só para citar alguns.

O grande vencedor da noite foi a Trattoria da Rosario, com dois prêmios (Melhor Italiano e Melhor Restaurante de Brasília), casa comandada pelo chef italiano Rosario Tessier. Outro restaurateur consagrado na cidade, Francisco Ansiliero, chef-proprietário do Dom Francisco, também saiu duplamente premiado: Melhor Carta de Vinhos e Melhor Cozinha Variada.

O grupo Coco Bambu faturou ainda duas premiações – Melhor Bufê Self-Service e Peixes/Frutos do Mar – e o Marie Cuisine, a sofisticada casa que já virou point, levou a placa de Restaurante Revelação 2022. Na área destinada aos profissionais, a noite ainda coroou o Melhor Chef, o Chef Revelação e o Melhor Sommelier, vencidos por Ronny Peterson (Aroma), Fernando Alonso (À Mano) e Francisco «Jair» Jaidan (Piselli), respectivamente.

A festa também marcou o lançamento da décima edição de Encontro Gastrô – O Melhor de Brasília 2022, com os perfis dos vencedores e um guia com 1.200 endereços, em 196 páginas. A premiação teve apoio do Sebrae, Sesi, Abrasel, Stella Artois e Macom.

18/10/2022 Crédito: Minervino Junior/CB. Prêmio Gastro Encontro. Minervino Junior/CB 18/10/2022 Crédito: Minervino Junior/CB. Prêmio Gastro Encontro. Minervino Junior/CB 18/10/2022 Crédito: Minervino Junior/CB. Prêmio Gastro Encontro. Lista dos uniformes 2022 Minervino Junior/CB 18/10/2022 Crédito: Minervino Junior/CB. Prêmio Bistrô Encontro. Minervino Junior/CB Ao lado ex-presidente da OAB Juliano Costa Couto e do empresário Paulo Octávio, Guilherme Machado, vice-presidente executivo do Correio, destacou a parceria de sucesso com a Revista Encontro Minervino Junior/CB 18/10/2022 Crédito: Minervino Junior/CB. Prêmio Bistrô Encontro. Minervino Junior/CB 18/10/2022 Crédito: Minervino Junior/CB. Prêmio Gastro Encontro. Lista dos uniformes 2022 Minervino Junior/CB

Qual o prato principal de Brasília?

Quem deseja conhecer mais sobre a história da localidade que abriga o Distrito Federal pode fazer isso por meio dos sabores que integram a culinária do Centro-Oeste. Siga a leitura para saber mais! – Antes de começar a falar sobre gastronomia, é importante entender quais são os estados que compõem a região Centro-Oeste. A região é formada por: ● Goiás ● Mato Grosso ● Mato Grosso do Sul Apesar de não ser uma região banhada pelo mar, ela conta com o Pantanal do lado oeste e com partes da Amazônia que estão presentes no estado de Mato Grosso, assim como diversos rios como: ● Rio Xingu ● Rio Juruena ● Rio Paraguai ● Rio Araguaia ● Rio Paraná ● Rio Tocantins Apesar de ser a segunda maior região brasileira em extensão, não é muito povoada, porém conta com ingredientes e temperos que fazem com que a culinária do Centro-Oeste tenha um sabor regional tão buscado por aqueles que desejam viver novas experiências gastronômicas. A origem da gastronomia da Região Centro-Oeste também está diretamente relacionada ao desenvolvimento do país. Assim como na Região Norte e Nordeste, os índios também deixam a sua marca na origem das comidas típicas desses cinco estados que formam a região.

Depois dos índios, os portugueses, por meio dos bandeirantes, também contribuíram para dar origem à gastronomia local, pois eles levaram produtos e temperos específicos, a partir do momento que começaram a desbravar o interior do Brasil, Assim como nas regiões Norte e Nordeste que contaram com a influência dos europeus na culinária, essa localidade não só conta com essa inspiração como também a de outros países da América do Sul, mais especificamente da Bolívia e do Paraguai, que são vizinhos ao Brasil e que estão bem próximos desses estados.

Quais os principais ingredientes da culinária do Centro-Oeste Goiás Na Região Centro-Oeste, Goiás é o estado que detém a maior população, Os principais ingredientes usados na comida goiana são provenientes do Cerrado, pois o estado está neste bioma. Além disso, a gastronomia de Goiás ainda sofre a influência dos estados da Bahia e de Minas Gerais, por serem vizinhos.

Os ingredientes mais usados pelos goianos em seus pratos típicos são: pequi, caju e a guariroba, Mato Grosso A banana da terra é o principal ingrediente utilizado na culinária do Mato Grosso. Essa fruta pode ser encontrada tanto em pratos doces como em pratos salgados. Os peixes também estão presentes, porque o estado é cortado por muitos rios.

A espécie que se destaca é o pintado, Mato Grosso do Sul O estado do Mato Grosso do Sul é considerado novo pois, até 1979, ele fazia parte do Mato Grosso. O que fez com que a localidade trouxesse os principais ingredientes mato-grossenses para as receitas locais.

Assim, é possível assegurar que os peixes de diferentes espécies fazem parte dos principais pratos do estado. As carnes vermelhas, principalmente a bovina, integram os cardápios, porque o país é forte em sua pecuária. A carne de jacaré também integra os pratos que são servidos no Mato Grosso do Sul, porque o Pantanal é um bioma que integra o estado e o animal é característico da localidade.

Sua carne é saborosa e há quem compare com a de peixe. Distrito Federal No estado que abriga a capital nacional, tem como ingrediente principal o pequi, Esse fruto é tradicional do Cerrado e assim como em Goiás, ele também está presente nos pratos do Distrito Federal. Agora, se você deseja viver uma experiência gastronômica regional, é fundamental conhecer cada um dos pratos principais dos 5 estados que integram a região Centro-Oeste brasileira. Arroz com Pequi: clássico da culinária goiana Em Goiás, o Arroz com Pequi é o prato principal.

Com uma cor amarelada, o pequi é uma fruta característica do estado e ao ser colocada no arroz, o alimento ganha uma nova tonalidade, deixando de ser branco O que confere uma apresentação diferenciada ao prato típico goiano. Confira abaixo os detalhes de como preparar esse prato marcante da culinária do Centro-Oeste: Receita de Arroz com Pequi Para esse prato que é tradicional de Goiás, será necessário usar: ¼ de xícara de banha de porco ou de óleo; 1⁄2 xícara de pequi que deve estar lavado; 2 dentes de alho espremidos; 1 cebola picada e 2 xícaras de chá de arroz.

Se quiser, pode dar mais sabor à receita com pimenta de cheiro ou malagueta e salsinha com cebolinha Modo de fazer Para dar início, coloque em uma panela o pequi mais a gordura ainda fria. (Atenção ao caroço, se o pequi for usado inteiro). Depois, é hora de juntar a cebola e o alho e deixar os ingredientes refogarem, sempre mexendo com a ajuda de uma colher de pau.

Caso seja necessário, pingue umas gotas de água. Com o pequi já macio e a água quase secando, coloque o arroz e deixe fritar. Feito isso, junte a água e o sal. Quando a água usada para cozinhar o arroz estiver quase seca, coloque a pimenta escolhida. Tudo pronto, sirva o arroz com umas pitadas de salsa, cebolinha e pimenta.

Mojica de Pintado: comida típica do Mato Grosso Com raízes indígenas, o Mojica de Pintado é um prato típico do Mato Grosso. O que pouca gente sabe, fora da região, é que Mojica quer dizer «o que vem do rio com a mandioca». Portanto, a mandioca é presença indispensável no acompanhamento do do prato, mas um arroz bem cozido e sem tempero também pode o complementar.

  1. O peixe é servido em pedaços e com um molho que é formado a partir da junção da mandioca, temperos e tomate,
  2. Caldo de Piranha: prato típico do Mato Grosso do Sul Quem está no Mato Grosso do Sul deve viver a experiência gastronômica de provar o Caldo de Piranha.
  3. Esse peixe é facilmente encontrado nos rios que cortam o Pantanal e, por terem propriedades afrodisíacas, despertam a atenção dos visitantes.

Chico Angu: estrela da culinária de Brasilia e DF Clássico da gastronomia do Distrito Federal, o Chico Angu é uma opção imperdível para quem vai à capital federal. Ele é formado por frango com quiabo e angu, Um detalhe, pouco lembrado no resto do Brasil, é que o prato ficou popular no DF durante o mandato do Presidente da República Juscelino Kubitschek, que era mineiro. Quem vai à Capital Federal vai encontrar o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Palácio do Itamaraty, mas nem só de política vive Brasília. Confira algumas opções de destinos para quem deseja viver experiências culturais na cidade e ainda ter a oportunidade de ficar perto da natureza local.

Biblioteca Nacional Quem ama livros e está em Brasília precisa fazer uma visita à Biblioteca Nacional. Também chamada de BNB, a biblioteca é digital, mas conta com salas de estudo e um espaço para eventos que comporta até 95 pessoas. O prédio foi construído em formato retangular e a obra do artista plástico Júlio Pomar embeleza o local.

Feirinha da Torre Neste local, os turistas poderão fazer suas compras, pois lá vão encontrar: ● Roupas ● Pedrarias ● Sapatos ● Artesanatos ● Comidas típicas do Distrito Federal e Brasília Pontão do Lago do Sul Um dos passeios que não podem ser deixados de lado na cidade é a vista ao Pontão do Lago do Sul ou Pontão.

Nele, o visitante encontra um espaço que é conhecido como um dos maiores centros de lazer da capital, pois tem inúmeros bares, restaurantes, parquinho para crianças e estacionamento. Por lá, ainda tem shows, eventos esportivos e exposições. Por ser cercado de muito verde e estar perto do famoso lago de Brasília, o ambiente se assemelha a uma praia.

Assim, quem quer ficar bem perto da natureza, precisa passar umas horas lá. Cachoeira do Poço Azul Como Brasília não tem praia, os turistas podem se refrescar na Cachoeira do Poço Azul. Ela está localizada a 45 km do centro da cidade, O interessado deve seguir em direção a Brazlândia.

Além da cachoeira mais famosa, o complexo ainda tem mais 7 cachoeiras e outras quedas e poços d ‘água que integram a Chapada da Contagem. A cachoeira principal desperta a atenção dos visitantes, não em virtude da queda d’água, pois é pequena, mas devido a caverna que está inundada bem perto do poço. A água é cristalina na tonalidade esmeralda,

Para chegar às demais cachoeiras, o visitante precisará enfrentar trilhas com diferentes níveis de dificuldade, mas todo o esforço é recompensado com o mergulho. Jardim Botânico de Brasília Se você ama fazer trilhas deve marcar um horário para fazer o passeio no Jardim Botânico.

Como a vegetação típica é o Cerrado, o espaço também é conhecido como Jardim do Cerrado. Mas, o passeio não é só para quem ama fazer trilhas, pois no local ainda há os Jardins Temáticos. Com quatro opções diferentes, é possível tirar belas fotos e ver as peculiaridades do: ● Jardim de Cheiros ● Jardim Japonês ● Jardim Evolutivo ● Jardim de Contemplação Além desses ambientes, é possível ainda contemplar as orquídeas no orquidário, tirar uns momentos para leitura na biblioteca ou para fazer um piquenique.

Ainda tem o cactário, a permacultura e um anfiteatro. Quem ama arte e a natureza precisa visitar o Eco Parque Villa Giardini, Com 36 mil metros quadrados, o local traz a junção de arquitetura, natureza e arte tendo como foco evidenciar como o homem tem se relacionado com a natureza.

  1. Tal peculiaridade é evidenciada no parque devido a realização de oficinas de cultura e arte e eventos sociais voltados a esse tema.
  2. Depois de ter acesso a algumas dicas de passeios, certamente você deseja saber onde se hospedar, não é mesmo? O Mercure Brasília Líder é a opção ideal, pois o hotel tem localização privilegiada, valoriza a cultura da cidade e tem piscina.

Além disso, quem está hospedado no local ainda pode usufruir de experiências locais imersivas, porque a nossa equipe conta com conhecimento genuíno da cidade, O que pode tornar a experiência gastronômica ainda mais especial e inspirada na história da localidade.

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Qual o 7 melhor restaurante do mundo?

A Casa do Porco, considerado o sétimo melhor restaurante do mundo pelo World’s 50 Best Restaurants, está na edição 2023 do Gastronomix.

Qual é o restaurante mais bom do mundo?

Peruano na liderança – O Central, em Lima, no Peru, foi eleito o melhor restaurante do mundo neste ano. A casa é comandada pelos chefs Virgilio Martínez e Pía León, Esta é a primeira vez que a casa peruana lidera a lista. O restaurante encabeçou ainda cinco vezes a lista de melhores da América Latina.

  • 1 de 6 Central é o melhor restaurante do mundo em 2023; ao centro, Pía León e Virgilio Martínez comemoram na cerimônia do The World’s 50 Best Restaurants em Valência, na Espanha Crédito: David Holbrook Photograhy
  • 2 de 6 Restaurante peruano tem um trabalho de mais de 10 anos que abrange extensa pesquisa de ingredientes locais Crédito: Daniela Filomeno/CNN
  • 3 de 6 Casa trabalha a partir da biodiversidade do Peru Crédito: Daniela Filomeno/CNN
  • 4 de 6 Esta é a primeira vez que o Central lidera a lista; a casa já foi eleita cinco vezes a melhor da América Latina Crédito: Daniela Filomeno/CNN
  • 5 de 6 Segundo a organização do 50 Best, o Central é como um «santuário dos insumos peruanos». Crédito: Daniela Filomeno/CNN
  • 6 de 6 Daniela Filomeno no Central, em Lima, no Peru, restaurante no topo do ranking do The World’s 50 Best Restaurants em 2023 Crédito: CNN

Segundo a organização do 50 Best, o Central é como um «santuário dos insumos peruanos». Em seguida vem o Disfrutar, de Barcelona, dos chefs Oriol Castro, Eduard Xatruch and Mateu Casañas. Quem fecha o pódio é o DiverXO, do chef David Muñoz, A badalada casa na capital espanhola aposta numa cozinha criativa e de vanguarda.

  1. Central, Lima (Peru)
  2. Disfrutar, Barcelona (Espanha)
  3. DiverXO, Madrid (Espanha)
  4. Asador Etxebarri, Atxondo (Espanha)
  5. Alchemist, Copenhague (Dinamarca)
  6. Maido, Lima (Peru)
  7. Lido 84, Gardone Riviera (Itália)
  8. Atomix, Nova York (Estados Unidos)
  9. Quintonil, Cidade do México (México)
  10. Table by Bruno Verjus, Paris (França)

Além do Central, do Maido e de A Casa do Porco, outros destaques da América do Sul foram: Don Julio, em Buenos Aires (19ª posição); Kjolle, em Lima (28ª); Boragó, em Santiago (29ª); El Chato, em Bogotá (33ª); Leo, em Bogotá (43ª) e Mayta, em Lima (47ª).

Qual restaurante é melhor Coco Bambu ou Outback?

A disputa entre Coco Bambu e Outback por slogan ‘melhor restaurante do Brasil’ O Conar advertiu o Coco Bambu por descumprir uma decisão que recomendava a alteração do slogan «o melhor restaurante do Brasil», usado em anúncios veiculados em vários meios de comunicação.

Os conselheiros acataram por unanimidade que a rede deve esclarecer qual a fonte da afirmação, após denúncia do Outback. A Steakhouse questionava a veracidade da informação e considerava a propaganda comparativa desleal, dado seu potencial de induzir o consumidor ao erro. Em outubro passado, o Conar já havia pedido ajustes ao Coco Bambu após julgamento na primeira instância.

Em nova reunião, o órgão deu razão ao Outback nesta quarta-feira. O relator do caso ratificou que algumas unidades da rede ainda não haviam retirado os anúncios indevidos, conforme verificado em painéis e shoppings. A defesa do Coco Bambu argumentou que o Conar não havia estipulado um prazo para cumprir a determinação.

  • Presume-se, no entanto, que o denunciado cumpra a recomendação no menor intervalo possível.
  • A rede de restaurantes argumentava que o superlativo se baseava em premiações e pesquisas realizadas junto a consumidores.
  • Segundo entendimento do relator em primeira instância, a afirmação era «um tanto quanto forte para ser adotada de forma absoluta, por toda a rede, e em todo o Brasil»,

Nas próprias redes sociais, o Coco Bambu se descreve como «o melhor restaurante do Brasil conforme conjunto de avaliações e prêmios Traveller’s Choice Award». A empresa não pode mais recorrer, já que a decisão em segunda instância foi unânime. : A disputa entre Coco Bambu e Outback por slogan ‘melhor restaurante do Brasil’

Quanto custa jantar no restaurante Coco Bambu?

Útil? aproximadamente 200,00 reais. Útil?

Quanto custa um prato no restaurante Coco Bambu?

Os tradicionais gira em torno de R$ 120,00. Como o Camarão Internacional, Filé Quatro Queijos, Family Grill, servem bem 3 pessoas. Sobremesas ficam na faixa de R$ 30,00. Arrisque novos sabores sem medo de se decepcionar.

Qual é o restaurante mais famoso do Brasil?

1º lugar – A casa do porco (33 votos) – Qual O Melhor Restaurante De BrasLia A Casa do Porco: nem um dia sequer sem uma fila de clientes na porta Nada parece ameaçar o poderoso reinado da Casa do Porco, a incensada casa no centro de São Paulo comandada por Jefferson Rueda e Janaína Torres Rueda. Os chefs fundadores do pequeno império gastronômico provaram que é possível tornar acessível uma gastronomia autoral e de qualidade.

  1. Na ativa desde 2015, o empreendimento dedicado aos suínos ocupa a saborosíssima sétima colocação no The World’s 50 Best Restaurants, além da quarta posição na versão latino-americana do ranking, e desconhece o que é passar um dia sequer sem uma fila de clientes na porta.
  2. O atual menu degustação, a 240 reais (ou 390 reais, com a harmonização de coquetéis), presta tributo à gastronomia de 13 países vizinhos.

O tamale com tartar suíno e broto de rabanete representa o Panamá, enquanto o ceviche — que junta pé e orelha de porco, além de camarão e batata-doce — acena ao Peru. O ponto alto da sequência é o porco sanzé, que os Rueda provavelmente nunca deixarão de servir (à la carte custa 88 reais).

Mais de 12.000 unidades desse prato são vendidas todo mês, o que explica os 60 suínos assados a cada 30 dias. Outra pedida tida como imexível é o torresmo de pancetta com goiabada e picles de cebola roxa (52 reais). Ir até lá e não provar a iguaria equivale a uma ida ao Vaticano sem dar um pulo na Capela Sistina.

Rua Araújo, 124, República, São Paulo

Qual é o nome do restaurante mais caro do Brasil?

Mesas só para 12 pessoas, contas de mais de R$ 1 mil, jantar na cozinha do Copacabana Palace: conheça os restaurantes mais exclusivos (e caros) do Rio Qual O Melhor Restaurante De BrasLia Qual O Melhor Restaurante De BrasLia 1 de 7 Chef Rafa Costa e Silva, do Lasai — Foto: Roberto Moreyra / Agência O Globo Qual O Melhor Restaurante De BrasLia 2 de 7 Salmão com azedinha, do Mesa do Lado, um clássico Troisgros — Foto: Tomás Rangel X de 7 Publicidade 7 fotos 3 de 7 O chef Alberto Landgraf, do Oteque Qual O Melhor Restaurante De BrasLia 4 de 7 Amana. Trilha curada, defumada e laqueada — Foto: Divulgação/Studio FFF (Frederico Figueiredo) X de 7 Publicidade Qual O Melhor Restaurante De BrasLia 5 de 7 Casa 201 Qual O Melhor Restaurante De BrasLia 6 de 7 San Omasakê X de 7 Publicidade Qual O Melhor Restaurante De BrasLia 7 de 7 Mesa do chef Nello Cassese, na cozinha do Cipriani Sonhos de consumo gourmet Em Botafogo, no, do chef Alberto Landgraf, os rótulos de pequenos produtores garimpados pelo sommelier Léo Silveira são servidos em taças austríacas Zalto, as melhores e mais caras do mundo.

Raro vê-las até em mesas estreladas mundo afora. Mas no Oteque tem. E aí vem a história de sempre, isso (e tantas coisas mais da casa) tem seu preço: R$ 735, para ser exato, valor do menu de oito etapas. Se quiser acompanhar com vinhos, e ver o que a Zalto tem, acrescente R$ 675 ou R$ 795 (com rótulos premium).

E, num gole, o jantar passou de mil reais. Com folga. Muito dinheiro, certo? Mas não se trata de «um simples jantar», defendem alguns. E é aí, nessa reflexão, que a chave do cofre vira, e o cenário se transforma: há quem possa pagar (é fato) e há quem sonhe com essas experiências únicas.

O investimento é alto, aqui e em qualquer lugar do mundo, para casas desse padrão. E, quer saber? Para quem tem esses sonhos de consumo gourmet, a safra nunca foi tão boa. O nicho de luxo segue presente, mas está diferente. O tamanho, por exemplo, mudou. Surgiu recentemente uma leva de espaços pequenos, para poucos, de menu caprichadíssimo.

Para degustar dessas iguarias, apenas com reserva —e às vezes, com pagamento antecipado. Além do já citado San, outro novo em folha, o, tem essa pegada: 20 clientes (no máximo) que são recebidos como se estivessem na casa dos donos. Jantam todos ao mesmo tempo, e a regra é clara: às 20h, o serviço começa.

  • Outro: o Mesa do Lado, de Claude Troisgros, tem somente 12 lugares e só funciona duas noites por semana.
  • Dá para imaginar um restaurante do badalado chef francês com essa lotação? Mas não é apenas mais um endereço da grife Troisgros: é a cereja do bolo do mestre, a casa que «sempre sonhou ter».
  • Então, os clientes desfrutam de um espetáculo único, que une experiência musical, sensorial, olfativa e degustativa.

A lista dos pequenos notáveis tem ainda o balcão para lá de nobre de Rafa Costa e Silva (que também «encolheu» seu Lasai); o surpreendente Amana, do chef Leo Guido, que colocou Niterói no mapa da alta gastronomia; o menu sob encomenda de Roberta Sudbrack; a mesa do chef na cozinha do Cipriani, no Copacabana Palace, e mais.

  • Nessa viagem de luxo, o céu é o limite.
  • Pense no que terá pela frente à mesa do restaurante de Alberto Landgraf, 76º melhor do mundo, segundo o prestigiado The World’s Best Restaurants 2023.
  • Então, acrescente um pouco mais, porque ele pode ir além dos oito pratos previstos para a noite.
  • De pé, na cozinha aberta, controla o salão, manda os pratos no timing certo.

Mas o melhor ali é sentar na bancada do chef, onde você desfruta, de pertinho, do bailado dos oito profissionais em ação. Nada de barulho, gritaria. Isso é coisa de filme. Som ali é o da playlist de Landgraf, que dá vontade de sair dançando. As louças exclusivas servem de molduras para as criações: caviar com espuma de coco, sardinha com foie gras, wagyu como você nunca provou.

  1. Lá pelas tantas, um doce totalmente branco chega à mesa.
  2. Lembra o museu Guggenheim de Bilbao.
  3. Comida também é arte.
  4. Rua Conde de Irajá 581, Botafogo (3486-5758).
  5. Ter a sáb, das 19h às 23h30.
  6. R$ 735 (menu); com vinho, mais R$ R$ 675 ou R$ 795.
  7. Claude Troisgros fez o que nunca se viu.
  8. Pelo menos por aqui.
  9. Para abrir o Mesa do Lado, de 12 lugares, se juntou ao diretor artístico Batman Zavareze, responsável pelas projeções que ocupam o espaço, do chão ao teto, e passou um ano pensando e montando o espaço.

«É um menu onde todos os sentidos são conectados pelo paladar. Tem música, poesia, filme, videomapping e gastronomia de alto nível «, resume. O show é dividido em três atos, com menu de nove etapas, que acompanha o ritmo: capuccino de cogumelos, carpaccio de cavaquinha, o antológico salmão com azedinha, criação do pai Pierre, doces que parecem joias.

  1. Em meio às projeções, você pode ser surpreendido por Claude, ao vivo e a cores, que vai às mesas conversar com os clientes.
  2. A experiência multisensorial só acontece às sextas e aos sábados e, como em qualquer show, tem que chegar na hora.
  3. Rua Conde Bernadotte 26, Leblon (3579-1185).
  4. Sex e sáb, às 20h.
  5. R$ 860, mais R$ 380 (com vinho).

Restaurante Mesa ao lado, de Claude Troisgros — Foto: Tomas Rangel «É a mais nobre experiência gastronômica do Brasil», ouvi da minha vizinha de balcão no, que chegou ao 58º lugar do The World’s Best deste ano. O Lasai, que já não era muito grande, em 2022 se transferiu para um espaço ainda mais exclusivo, para dez pessoas acomodadas no confortável balcão.

O menu é extenso: 15 atrações preparadas com ingredientes simples, orgânicos. O lidar com eles, a montagem, a técnica, a criatividade e o resultado, impressionam: ostras com coco e limão-caviar (só dá ele), porco curado com banana e sarraceno, cogumelos com castanha-do-pará e pinhão. O jantar pode ser harmonizado com oito vinhos e um saquê de polimento nas alturas.

Com cifras idem: R$ 950, mais R$ 400 pelas taças e 12% de serviço. Somou? É isso, passou dos R$ 1.500. O patamar é esse em casas premiadas no ranking internacional. Vale quanto pesa no bolso? Podendo, vale. Muito. Largo dos Leões 35, Humaitá (3449-1854). Ter a sex, das 20h à meia noite.

Sáb, das 19h às 2h. Dezenas de pequenas esculturas em cobre pendendo do teto enfeitam o pequeno espaço, que atende no máximo oito clientes, mesmo numero do staff. O omakasê é comandado por André Nobuyuki Kawai, o embaixador do sushi no Brasil. São 15 etapas preciosas, em insumos, cortes, louças, servidas em duas horas e meia.

O menu muda em função dos peixes do dia: R$ 680 ou R$ 970 (harmonizado). Não deixe de conhecer o banheiro, que além dos origamis, tem o Toto, o vaso sanitário sensação japonês. Rua Conde Bernadote 26, Leblon (2112-5199). Qua a sáb, às 20h. Só com reserva.

  • São apenas 12 pessoas por dia.
  • Poucos dias: sexta, sábado e domingo.
  • Mas muita gente do Rio baixa na região oceânica de Niterói para comer no Amana, de Leo Guida, que depois de passar por cozinhas como a do premiado Borogó, de Santiago (Chile), resolveu investir em voo solo, abrindo o restaurante no quintal da antiga casa do avô.
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Alguns ingredientes são dali, outros de pequenos produtores ao redor. A cozinha segue o fluxo das estações, e ele dá preferência a insumos menos convencionais, como as pancs. Pétalas de tumbergia, por exemplo, uma flor azul que vem com cogumelos defumados com eucalipto e alcaçuz.

O menu, de 11 pratos, é minimalista: lista apenas os nomes dos principais ingredientes — prática, aliás, comum a esses estabelecimentos em que a imaginação ganha asas. Aí aparecem coisas como lardo com queijo canastra. Ou ostra com foie gras. O cardápio muda todo tempo. Como o tempo. Rua do Canal 145, Itaipu (96512-4667).

Sex e sáb, às 20h. Dom, às 14h. R$ 265 + R$ 175 (harmonização). João Frankenfeld, que foi professor do Cordon Bleu carioca, é um mestre em técnicas francesas. Põe em prática todas no menu de sete etapas do novíssimo restaurante, que só recebe 20 pessoas, para o jantar.

  • Espere encontrar coisas como creme de foie gras com uvas em seis texturas, ravióli de frutos do mar com molho de espumante e mousseline de couve-flor.
  • O menu custa R$ 590, sem vinho, mas há uma boa carta com cifras que não assustam.
  • Você come como se estivesse na casa dos donos: ela, do mercado financeiro; ele, dono de galeria de arte.

Rua Lopes Quintas 201(96707- 0201). Ter a sáb, às 20h. Comer no imponente salão do Copacabana Palace já é um luxo, mas o programa pode ser ainda mais exclusivo se você jantar na cozinha, em mesa montada com pompa para seis pessoas. O menu fechado tem 12 pratos, 12 vinhos e é servido em três formatos: do Chef (R$ 1.150 ou 1.350, no fim de semana), Premium (R$ 4.800) e Dom Pérignon (R$ 8 mil).

  1. São os vinhos que puxam os dígitos.
  2. Mas são exemplares de produtores pequenos, seleção superespecial», justifica o sommelier Ed Arruda.
  3. O que esperar do chef Nello Cassese: pode vir um carpaccio de wagyu, ravioloni del plin, baccalá amantecatto.
  4. E mais, muito mais. Demais. Av.
  5. Atlântica 1.702 (2548 7070).

Ter a sáb. Apenas com reserva. Para aficionados por cozinha japonesa, a sala reservada do Haru, no estilo clássico de Kioto, chega a ser um templo para enxutos oito clientes. Quem escolhe os peixes — entre os mais frescos do dia —é o próprio dono, Menandro Rodrigues.

  1. A casa é recheada de preciosismos, seja no salão, seja no que é servido.
  2. Atum com foie gras, carapau, lagostim, vieiras.
  3. É torcer para ter ouriço (do Sul ou de Ilha Grande), uma preciosidade.
  4. É uma sucessão de «ohsss» durante o omakasê: R$ 298, mais R$ 100, se incluir bluefin.
  5. Tem omakasê todo dia, duas rodadas («é muita gente atrás», diz Menandro), mas é preciso reservar.

Rua Raimundo Correa 10, Copacabana (96732-2668). Ter a dom, das 12h à meia-noite. O restaurante de Felipe Bronze foi pioneiro nesse estilo de cardápio farto em ingredientes bissextos trabalhados com originalidade. O quesito surpresa segue a sua história.

O menu Criatividade, o mais completo, sai a R$ 690 — se resolver harmonizar, some mais R$ 370. Podem chegar à mesa peixe com melão em matcha, cordeiro com homus de feijão-manteiguinha, porco com umeboshi e o brigadeiro do Bronze. Que seja doce. Rua General San Martin 889, Leblon (3190-4091). Ter a sex, das 19h às 23h.

Sáb, das 13h às 15h e das 19h à meia-noite. Com reserva de 48 horas, Roberta Sudbrack serve um menu fora de série. Só sucessos do RS, pratos «dos meus tempos palacianos, digamos assim», ela explica, em referência à época em que trabalhou em Brasília. Tartare de abóbora, gema caipira e quinoa em duas texturas; quiabo defumado, com camarão e caviar vegetal e por aí vai.

Qual é a comida típica do DF?

De casa – Os pratos mais típicos do Distrito Federal que você irá encontrar são aqueles com frutas do Cerrado, que é o bioma do planalto central, onde se localiza o Estado do Distrito Federal, como, por exemplo, mangaba, pequi, baru, araticum, cagaita.

  • Você pode conferir nosso artigo sobre 20 frutas típicas do Cerrado e as sorveterias que oferecem sorvetes regionais em Brasília aqui! Geralmente, essas frutas são servidas em forma de suco ou sorvete.
  • Independente de como você escolher, vale a pena experimentar ! Por falar em pequi, um fruto amarelo, de aroma e sabor bem característicos, é o ingrediente principal do arroz com pequi, prato muito comum na região.

Temperado principalmente com a fruta e o pimentão, o arroz fica com uma cor muito apetitosa e um sabor diferenciado. Você não vai encontrar outro igual! Essa fruta também é utilizada em pratos doces. Outras opções facilmente encontradas nos cardápios de Brasília, que são típicos do Distrito Federal são a tilápia (que tem grande produção local), o filé à milanesa, o picadinho de filé, pastel e caldo de cana.

O que é Chico Angu?

Quem deseja conhecer mais sobre a história da localidade que abriga o Distrito Federal pode fazer isso por meio dos sabores que integram a culinária do Centro-Oeste. Siga a leitura para saber mais! – Antes de começar a falar sobre gastronomia, é importante entender quais são os estados que compõem a região Centro-Oeste. A região é formada por: ● Goiás ● Mato Grosso ● Mato Grosso do Sul Apesar de não ser uma região banhada pelo mar, ela conta com o Pantanal do lado oeste e com partes da Amazônia que estão presentes no estado de Mato Grosso, assim como diversos rios como: ● Rio Xingu ● Rio Juruena ● Rio Paraguai ● Rio Araguaia ● Rio Paraná ● Rio Tocantins Apesar de ser a segunda maior região brasileira em extensão, não é muito povoada, porém conta com ingredientes e temperos que fazem com que a culinária do Centro-Oeste tenha um sabor regional tão buscado por aqueles que desejam viver novas experiências gastronômicas. A origem da gastronomia da Região Centro-Oeste também está diretamente relacionada ao desenvolvimento do país. Assim como na Região Norte e Nordeste, os índios também deixam a sua marca na origem das comidas típicas desses cinco estados que formam a região.

  1. Depois dos índios, os portugueses, por meio dos bandeirantes, também contribuíram para dar origem à gastronomia local, pois eles levaram produtos e temperos específicos, a partir do momento que começaram a desbravar o interior do Brasil,
  2. Assim como nas regiões Norte e Nordeste que contaram com a influência dos europeus na culinária, essa localidade não só conta com essa inspiração como também a de outros países da América do Sul, mais especificamente da Bolívia e do Paraguai, que são vizinhos ao Brasil e que estão bem próximos desses estados.

Quais os principais ingredientes da culinária do Centro-Oeste Goiás Na Região Centro-Oeste, Goiás é o estado que detém a maior população, Os principais ingredientes usados na comida goiana são provenientes do Cerrado, pois o estado está neste bioma. Além disso, a gastronomia de Goiás ainda sofre a influência dos estados da Bahia e de Minas Gerais, por serem vizinhos.

Os ingredientes mais usados pelos goianos em seus pratos típicos são: pequi, caju e a guariroba, Mato Grosso A banana da terra é o principal ingrediente utilizado na culinária do Mato Grosso. Essa fruta pode ser encontrada tanto em pratos doces como em pratos salgados. Os peixes também estão presentes, porque o estado é cortado por muitos rios.

A espécie que se destaca é o pintado, Mato Grosso do Sul O estado do Mato Grosso do Sul é considerado novo pois, até 1979, ele fazia parte do Mato Grosso. O que fez com que a localidade trouxesse os principais ingredientes mato-grossenses para as receitas locais.

Assim, é possível assegurar que os peixes de diferentes espécies fazem parte dos principais pratos do estado. As carnes vermelhas, principalmente a bovina, integram os cardápios, porque o país é forte em sua pecuária. A carne de jacaré também integra os pratos que são servidos no Mato Grosso do Sul, porque o Pantanal é um bioma que integra o estado e o animal é característico da localidade.

Sua carne é saborosa e há quem compare com a de peixe. Distrito Federal No estado que abriga a capital nacional, tem como ingrediente principal o pequi, Esse fruto é tradicional do Cerrado e assim como em Goiás, ele também está presente nos pratos do Distrito Federal. Agora, se você deseja viver uma experiência gastronômica regional, é fundamental conhecer cada um dos pratos principais dos 5 estados que integram a região Centro-Oeste brasileira. Arroz com Pequi: clássico da culinária goiana Em Goiás, o Arroz com Pequi é o prato principal.

Com uma cor amarelada, o pequi é uma fruta característica do estado e ao ser colocada no arroz, o alimento ganha uma nova tonalidade, deixando de ser branco O que confere uma apresentação diferenciada ao prato típico goiano. Confira abaixo os detalhes de como preparar esse prato marcante da culinária do Centro-Oeste: Receita de Arroz com Pequi Para esse prato que é tradicional de Goiás, será necessário usar: ¼ de xícara de banha de porco ou de óleo; 1⁄2 xícara de pequi que deve estar lavado; 2 dentes de alho espremidos; 1 cebola picada e 2 xícaras de chá de arroz.

Se quiser, pode dar mais sabor à receita com pimenta de cheiro ou malagueta e salsinha com cebolinha Modo de fazer Para dar início, coloque em uma panela o pequi mais a gordura ainda fria. (Atenção ao caroço, se o pequi for usado inteiro). Depois, é hora de juntar a cebola e o alho e deixar os ingredientes refogarem, sempre mexendo com a ajuda de uma colher de pau.

  • Caso seja necessário, pingue umas gotas de água.
  • Com o pequi já macio e a água quase secando, coloque o arroz e deixe fritar.
  • Feito isso, junte a água e o sal.
  • Quando a água usada para cozinhar o arroz estiver quase seca, coloque a pimenta escolhida.
  • Tudo pronto, sirva o arroz com umas pitadas de salsa, cebolinha e pimenta.

Mojica de Pintado: comida típica do Mato Grosso Com raízes indígenas, o Mojica de Pintado é um prato típico do Mato Grosso. O que pouca gente sabe, fora da região, é que Mojica quer dizer «o que vem do rio com a mandioca». Portanto, a mandioca é presença indispensável no acompanhamento do do prato, mas um arroz bem cozido e sem tempero também pode o complementar.

O peixe é servido em pedaços e com um molho que é formado a partir da junção da mandioca, temperos e tomate, Caldo de Piranha: prato típico do Mato Grosso do Sul Quem está no Mato Grosso do Sul deve viver a experiência gastronômica de provar o Caldo de Piranha. Esse peixe é facilmente encontrado nos rios que cortam o Pantanal e, por terem propriedades afrodisíacas, despertam a atenção dos visitantes.

Chico Angu: estrela da culinária de Brasilia e DF Clássico da gastronomia do Distrito Federal, o Chico Angu é uma opção imperdível para quem vai à capital federal. Ele é formado por frango com quiabo e angu, Um detalhe, pouco lembrado no resto do Brasil, é que o prato ficou popular no DF durante o mandato do Presidente da República Juscelino Kubitschek, que era mineiro. Quem vai à Capital Federal vai encontrar o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Palácio do Itamaraty, mas nem só de política vive Brasília. Confira algumas opções de destinos para quem deseja viver experiências culturais na cidade e ainda ter a oportunidade de ficar perto da natureza local.

Biblioteca Nacional Quem ama livros e está em Brasília precisa fazer uma visita à Biblioteca Nacional. Também chamada de BNB, a biblioteca é digital, mas conta com salas de estudo e um espaço para eventos que comporta até 95 pessoas. O prédio foi construído em formato retangular e a obra do artista plástico Júlio Pomar embeleza o local.

Feirinha da Torre Neste local, os turistas poderão fazer suas compras, pois lá vão encontrar: ● Roupas ● Pedrarias ● Sapatos ● Artesanatos ● Comidas típicas do Distrito Federal e Brasília Pontão do Lago do Sul Um dos passeios que não podem ser deixados de lado na cidade é a vista ao Pontão do Lago do Sul ou Pontão.

Nele, o visitante encontra um espaço que é conhecido como um dos maiores centros de lazer da capital, pois tem inúmeros bares, restaurantes, parquinho para crianças e estacionamento. Por lá, ainda tem shows, eventos esportivos e exposições. Por ser cercado de muito verde e estar perto do famoso lago de Brasília, o ambiente se assemelha a uma praia.

Assim, quem quer ficar bem perto da natureza, precisa passar umas horas lá. Cachoeira do Poço Azul Como Brasília não tem praia, os turistas podem se refrescar na Cachoeira do Poço Azul. Ela está localizada a 45 km do centro da cidade, O interessado deve seguir em direção a Brazlândia.

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Além da cachoeira mais famosa, o complexo ainda tem mais 7 cachoeiras e outras quedas e poços d ‘água que integram a Chapada da Contagem. A cachoeira principal desperta a atenção dos visitantes, não em virtude da queda d’água, pois é pequena, mas devido a caverna que está inundada bem perto do poço. A água é cristalina na tonalidade esmeralda,

Para chegar às demais cachoeiras, o visitante precisará enfrentar trilhas com diferentes níveis de dificuldade, mas todo o esforço é recompensado com o mergulho. Jardim Botânico de Brasília Se você ama fazer trilhas deve marcar um horário para fazer o passeio no Jardim Botânico.

Como a vegetação típica é o Cerrado, o espaço também é conhecido como Jardim do Cerrado. Mas, o passeio não é só para quem ama fazer trilhas, pois no local ainda há os Jardins Temáticos. Com quatro opções diferentes, é possível tirar belas fotos e ver as peculiaridades do: ● Jardim de Cheiros ● Jardim Japonês ● Jardim Evolutivo ● Jardim de Contemplação Além desses ambientes, é possível ainda contemplar as orquídeas no orquidário, tirar uns momentos para leitura na biblioteca ou para fazer um piquenique.

Ainda tem o cactário, a permacultura e um anfiteatro. Quem ama arte e a natureza precisa visitar o Eco Parque Villa Giardini, Com 36 mil metros quadrados, o local traz a junção de arquitetura, natureza e arte tendo como foco evidenciar como o homem tem se relacionado com a natureza.

  1. Tal peculiaridade é evidenciada no parque devido a realização de oficinas de cultura e arte e eventos sociais voltados a esse tema.
  2. Depois de ter acesso a algumas dicas de passeios, certamente você deseja saber onde se hospedar, não é mesmo? O Mercure Brasília Líder é a opção ideal, pois o hotel tem localização privilegiada, valoriza a cultura da cidade e tem piscina.

Além disso, quem está hospedado no local ainda pode usufruir de experiências locais imersivas, porque a nossa equipe conta com conhecimento genuíno da cidade, O que pode tornar a experiência gastronômica ainda mais especial e inspirada na história da localidade.

Qual o restaurante número 1 do mundo?

Noma volta a ser o restaurante número 1 do mundo Londres – O dinamarquês Noma, do chef René Redzepi, símbolo da nova escandinava, retomou o primeiro lugar na lista dos 50 melhores do mundo. Desbancou o campeão de 2013, o espanhol El Celler de Can Roca, dos irmãos Roca.

  • A lista dos 50 melhores restaurantes do mundo, promovida anualmente pela revista britânica Restaurant, foi anunciada nesta segunda-feira, em Londres.
  • É a quarta vez que o Noma sobe no pedestal – e se iguala ao recordista El Bulli, do catalão Ferran Adrià, que fechou as portas em 2011.
  • O restaurante D.O.M., de Alex Atala, ficou em sétimo lugar, baixando uma posição em relação à lista do ano passado.

O brasileiro é o restaurante latino-americano em melhor posição no ranking mundial. E o Maní, de Helena Rizzo e Daniel Redondo, que entrou para a lista em 2013, subiu dez posições, conquistando o 36º lugar. Roberta Sudbrack, que estava em 80º no ano passado, desta vez ficou de fora.

  • Os brasileiros conquistaram dois dos prêmios especiais de 2014.
  • Alex Atala foi eleito chef do ano em votação feita por chefs, o prêmio Chef’s Choice.
  • Helena Rizzo é a melhor chef mulher do mundo.
  • Conquistamos isso com dedicação e trabalho.
  • Estou supersatisfeita com o que a gente tem hoje e como atendemos as pessoas.

Esse prêmio é de todo mundo», disse ao Estado.

Grande estrela brasileira nas edições anteriores, Atala surpreendeu ao não comparecer ao evento. O chef enviou uma mensagem em vídeo, exibida durante a cerimônia, em que afirmou que o prêmio é de grande importância para sua profissão e vida profissional. René Redzepi, do Noma, subiu ao palco com a equipe do restaurante e dedicou o prêmio aos esforços dos que acreditaram no projeto da casa, baseado em produtos locais. Em um discurso divertido, lembrou dos primeiros passos do Noma e da ferrenha disputa com a cozinha tradicional dinamarquesa. Os irmãos Joan, Josep e Jordi, do El Celler de Can Roca, desbancados pelo Noma, comentaram o segundo lugar com humor: «Já estamos acostumados a essa posição», brincou Josep, lembrando que é a terceira vez que ficam em segundo.

O trio, porém, teve motivo para celebrar. Jordi Roca foi eleito o melhor chef pâtissier, categoria nova. «Já fomos o melhor do mundo e o que vier é um grande presente», disse Jordi. Ainda no front latino, o peruano Central, do casal Pia e Virgilio Martínez, foi o que mais se destacou no ranking: subiu 35 posições, conquistando o 15º lugar.

Quantas estrelas tem o melhor restaurante do Brasil?

Competente e obstinado, o chef Alex Atala colocou o seu restaurante D.O.M. entre as estrelas mundiais – e o mantém se reinventando a cada dia. Casa acaba de ser angariada com duas estrelas no Guia Michelin, que passa a ter edição no Brasil – O D.O.M. de Alex Atala não ocupa atualmente o posto de 6º melhor restaurante do mundo por acaso.

  1. É uma experiência gastronômica para explorar os sabores do Brasil, tratados com muita criatividade e inovação.
  2. A cada prato uma grata surpresa, mas hoje Atala se superou.
  3. Das entradas à sobremesa: impecável.
  4. O restaurante acaba de ganhar duas estrelas na edição brasileira do aclamado guia gastronômico, Michelin.

Único no país com as duas estrelas, outros dez ganharam uma estrela, como o Maní, Attimo, Kinoshita, Olympie e Fasano. Receba, em primeira mão, as principais notícias da CNN Brasil no seu WhatsApp! Inscrever-se Da última experiência no menu degustação, Atala honrou com louvor as duas estrelas, na visita mais saborosa de todas. Veja a seguir o menu degustação de quatro pratos (que com as entradinhas e mimos do chef, duplica) e suas criações. A refeita começou com o amuse bouche Sorbet acompanhado de um drink, tudo de pimenta de cheiro. Uma boas-vindas no D.O.M. refrescante, deliciosa e inusitada. A seguir, melancia e alga com sopa de pepino, capim santo e amendoim. De comer rezando: biscoito de polvilho com botarga. O menu degustação segue Cavalinha defumada em cedro rosa, purê de cebola e mandioquinha. Para mim, o melhor prato: Pirarucu (peixe amazônico) com sagu de tapioca e caldo de tucupi (que é servido à parte, após a apresentação do prato). E a competição de melhor prato segue acirrada: gema pochê, purê de cará, carne de sol e caldo de galinha caipira. Galinha da Angola e arroz santa Izabel – M A R A V I L H O S O. Eleito na mesa o melhor prato. Prato curioso da noite: Saúva Amazônica in natura (tem gosto de erva cidreira) em cima de um merengue de côco e iogurte em pó. Vai encarar? As sobremesas não ficaram para trás. O bolo de castanha, sorbet de whisky, chocolate meio amargo, curry, rúcula e sal, foi uma surpresa agradável. O D.O.M tem o famoso PF como opção de almoço. A versão de Atala vem com banana, feijões preto e carioca, batata crocante em cubos, arroz, couve e farofa. Pode escolher entre peixe, frango ou escalope. O preço? R$ 82. A opção de peixe é maravilhosa, executada com maestria.

Qual é o restaurante mais bom do mundo?

Peruano na liderança – O Central, em Lima, no Peru, foi eleito o melhor restaurante do mundo neste ano. A casa é comandada pelos chefs Virgilio Martínez e Pía León, Esta é a primeira vez que a casa peruana lidera a lista. O restaurante encabeçou ainda cinco vezes a lista de melhores da América Latina.

  • 1 de 6 Central é o melhor restaurante do mundo em 2023; ao centro, Pía León e Virgilio Martínez comemoram na cerimônia do The World’s 50 Best Restaurants em Valência, na Espanha Crédito: David Holbrook Photograhy
  • 2 de 6 Restaurante peruano tem um trabalho de mais de 10 anos que abrange extensa pesquisa de ingredientes locais Crédito: Daniela Filomeno/CNN
  • 3 de 6 Casa trabalha a partir da biodiversidade do Peru Crédito: Daniela Filomeno/CNN
  • 4 de 6 Esta é a primeira vez que o Central lidera a lista; a casa já foi eleita cinco vezes a melhor da América Latina Crédito: Daniela Filomeno/CNN
  • 5 de 6 Segundo a organização do 50 Best, o Central é como um «santuário dos insumos peruanos». Crédito: Daniela Filomeno/CNN
  • 6 de 6 Daniela Filomeno no Central, em Lima, no Peru, restaurante no topo do ranking do The World’s 50 Best Restaurants em 2023 Crédito: CNN

Segundo a organização do 50 Best, o Central é como um «santuário dos insumos peruanos». Em seguida vem o Disfrutar, de Barcelona, dos chefs Oriol Castro, Eduard Xatruch and Mateu Casañas. Quem fecha o pódio é o DiverXO, do chef David Muñoz, A badalada casa na capital espanhola aposta numa cozinha criativa e de vanguarda.

  1. Central, Lima (Peru)
  2. Disfrutar, Barcelona (Espanha)
  3. DiverXO, Madrid (Espanha)
  4. Asador Etxebarri, Atxondo (Espanha)
  5. Alchemist, Copenhague (Dinamarca)
  6. Maido, Lima (Peru)
  7. Lido 84, Gardone Riviera (Itália)
  8. Atomix, Nova York (Estados Unidos)
  9. Quintonil, Cidade do México (México)
  10. Table by Bruno Verjus, Paris (França)

Além do Central, do Maido e de A Casa do Porco, outros destaques da América do Sul foram: Don Julio, em Buenos Aires (19ª posição); Kjolle, em Lima (28ª); Boragó, em Santiago (29ª); El Chato, em Bogotá (33ª); Leo, em Bogotá (43ª) e Mayta, em Lima (47ª).

Quais são os melhores restaurantes do Brasil?

Melhores Restaurantes do Brasil: 15 cidades estão entre os 100 escolhidos pelo ranking da EXAME Um ano após a primeira edição da, Casual Exame convidou 64 jurados para votarem em suas casas preferidas no país. Ainda não serão revelados os nomes dos vencedores, a lista completa será divulgada na quinta-feira, 20. Mas, os 100 Melhores estão em 12 estados e 15 cidades, sendo 12 capitais.

São estas São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Belo Horizonte, Fortaleza, Florianópolis, Curitiba, Belém, Recife, Goiânia, Porto Alegre, Manaus, Búzios, Santarém e Tiradentes.No ano passado foram eleitas casas de 12 estados e 20 cidades, sendo 10 capitais (São Paulo, Salvador, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Florianópolis, Manaus, Curitiba, Recife, Porto Alegre e Fortaleza) e o Distrito Federal.Cada especialista apontou dez restaurantes de sua preferência, sem ordem de importância.

Votaram: Alessandra Carneiro (Agenda Carioca), Aline Gonçalves (jornalista), Ana Carolina Lembo (@dopaoaocaviar), Andrea D‘Egmont (jornalista), André Bezerra (Duo Gourmet), Arnaldo Lorençato (Veja SP), Bruno Calixto (jornalista), Carolina Daher (revista Encontro), Caroline Grimm (@carolinegrimm), Cecilia Padilha (@yeswecook), Celina Aquino (jornal Estado de Minas), Daniela Filomeno (CNN Viagem & Gastronomia), Danielle Dalla Valle Machado (Bom Gourmet), Daniel Salles (jornalista), Diego Fabris (Wine Locals), Diogo Carvalho (Destemperados), Edi Souza (Folha de Pernambuco), Fabio Wright (Taste & Fly), Felipe Almeida (@almeida1984), Fernanda Meneguetti (jornalista), Flavia Schiochet (jornalista), Fred Sabbag (CNN Viagem & Gastronomia), Gabriel Gasparini (@gaspaindica), Gabrielli Menezes (jornalista), Ismaelino Pinto (O Liberal), Ivan Padilla (EXAME), João Grinspum Ferraz (Casa do Carbonara), José Luiz Soares (@dopaoaocaviar), Josimar Melo (Sabor & Arte e Folha de S.Paulo), Julia Frischtak (Cellar Vinhos), Juliana Andrade (@viver_para_comer), Junior Ferraro (Azul), Jussara Voss (Gazeta do Povo), Kike Martins (revista 29horas), Lela Zaniol (Destemperados), Liana Sabo (Correio Braziliense), Linda Bezerra (jornal Correio), Lorena Martins (O Tempo), Luciana Barbo (jornalista), Luciana Fróes (O Globo), Luiza Fecarotta (CBN), Marcel Miwa (Gula), Marcelo Katsuki (Folha de S.Paulo), Maria Eduarda Vétere (You Must Go), Mariah Luz (@oquefazercuritiba), Marília Miragaia (Folha de S.Paulo), Marjorie Zoppei (Sociedade da Mesa), Nani Rodrigues (@nanirodrigues), Patricia Ferraz (rádio Eldorado), Paula Theotonio (jornal Correio), Pedro Landim (Veja Rio), Pedro Mello e Souza (jornalista), Rafael Tonon (Eater), Renata Araújo (You Must Go), Renata Mesquita (O Estado de S.Paulo), Renato Brasil (O Povo), Ricardo Castilho (Prazeres da Mesa), Roberta Malta (Marie Claire Brasil), Roberto Hirth (@robertohirth), Rosa Moraes (The World’s 50 Best Restaurants), Saulo Yassuda (Veja SP), Suzana Barelli (O Estado de S.Paulo), Tina Bini (CNN Viagem & Gastronomia), Vanessa Lins (Folha de Pernambuco).1º A Casa do Porco Bar São Paulo (31 votos) 2º Oteque Rio de Janeiro (24 votos) 3º Maní São Paulo (17 votos) 4º Mocotó São Paulo (12 votos) Origem Salvador 6º D.O.M.