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Qual Que O?

Como usar nos quais?

«Se essas são as únicas modalidades onde seu filho é campeão.» Atualizado em 29/01/2015, às 12h46 Por Dílson Catarino*: «Se essas são as únicas modalidades onde seu filho é campeão.» Essa frase ouvi em uma propaganda de televisão, veiculada há alguns anos. Qual a sua inadequação gramatical? O problema da frase reside no uso do pronome «onde», que serve apenas como indicativo de «lugar». Por exemplo:

«A casa onde moro é aprazibilíssima»;»A fazenda onde estive pertence a seu amigo».

As frases que não apresentarem indicação de lugar, deverão ter o pronome «onde» substituído por «em que» ou «no qual», «na qual», «nos quais», «nas quais», dependendo do gênero (masculino ou feminino) e do número (singular ou plural) do elemento imediatamente anterior. Se essas são as únicas modalidades em que (ou «nas quais») seu filho é campeão. *Professor de gramática da língua portuguesa, literatura e redação, desde 1980. : «Se essas são as únicas modalidades onde seu filho é campeão.»

O que é ao qual?

A forma «ao qual», ou «à qual», é uma forma variável do pronome relativo, contraída com a preposição a, e pode usar-se só em situações em que se refira a uma palavra, ou antecedente.

O que é quais quais quais?

Pronomes relativos são os pronomes que se referem a um termo anterior. Os pronomes relativos são: que, quem, onde, o qual, os quais, a qual, as quais, cujo, cujos, cuja, cujas, quanto, quantos, quantas. Exemplo: Essa é a lista dos documentos. Os documentos foram destruídos.

Pronomes relativos
Invariáveis Variáveis
que o qual, os quais, a qual, as quais
quem cujo, cujos, cuja, cujas
onde quanto, quantos, quantas

Dentre os pronomes relativos, o pronome que é, sem dúvida, o mais utilizado. É por esse motivo que ele é conhecido como «pronome relativo universal».

Quem são ou quais são?

Quem –

Quando possui função de pronome relativo, refere-se apenas a pessoas ou a coisas personificadas, Embora o uso de que ou de o qual seja possível ao referir-se a pessoas, o mais indicado é utilizar quem, Esse pronome normalmente será antecedido por uma preposição. Observe nos exemplos:

As pessoas de quem você falou são realmente muito talentosas. Eram muitos os clientes a quem eu atendi hoje.

    O que substitui a qual?

    1 sinônimo da palavra a qual: Pronome relativo: 1 que.

    Tem vírgula antes de o qual?

    Observação:O pronome relativo O QUAL (e flexões), quando não vier antecedido de preposição, só deverá ser empregado em orações explicativas; antecedido de vírgula, portanto. Exemplo: (23) A prova de Português, a qual inclui uma questão de redação, é uma das mais cansativas do vestibular.

    Quando se usa o ao?

    Quando usar «a», «à» e há» (Foto: Reprodução Internet) Você sabe quando deve usar as palavras «há», «a» ou «à»? Na Língua Portuguesa, as três estão corretas, mas devem ser usadas em situações diferentes. «Há» é a forma conjugada do verbo haver na 3ª pessoa do singular do presente do indicativo.

    À» é a contração da preposição «a» com o artigo definido feminino «a» (a+a=à). Já «a» é apenas uma preposição. Veja: Há Quando o verbo haver tem o significado de existir, torna-se verbo impessoal, devendo ser conjugado apenas na 3ª pessoa do singular. – Há um restaurante delicioso naquela praça. – Há pessoas demais naquela fila.

    Quando falamos do passado, no sentido de tem ou faz. – Eu me formei há 10 anos e ainda estou aqui. – Há meia hora que estou te esperando. À Usamos «à» quando estamos nos referindo ao lugar. – Irei à faculdade hoje pois tenho prova. – Todos os trabalhadores foram à reunião após o expediente.

    • Quando nos referimos ao objeto indireto ou complemento nominal.
    • Eu disse à supervisora que não saberia fazer o serviço.
    • Ele não chegará à sua casa à hora marcada.
    • Vale lembrar que a contração «à» antecede sempre uma palavra feminina.
    • A junção da preposição «a» ao artigo «o», torna-se «ao» (a+o=ao).
    • Vou chegar ao trabalho atrasada hoje.

    A Sempre que indicamos tempo futuro, usamos a preposição «a» sem contração com o artigo definido feminino «a», ou seja, sem crase. – Daqui a 10 minutos chego aí.

    – Vou te encontrar na sede daqui a pouco. Texto: Mayara Castro/Jornalista na Netshare Marketing Criativo

    : Quando usar «a», «à» e há»

    Onde a Aonde?

    A palavra ‘onde’ é usada para se referir a um lugar, o equivalente a ‘em que’. Já ‘aonde’ é a combinação da preposição ‘a’ com o advérbio ou pronome relativo ‘onde’. Portanto: a + onde = aonde.

    Quando se usa o há ou a?

    O recurso chegou a tempo ou há tempo? Nossa cabeça fica um tanto embaralhada quando temos de decidir sobre o uso da preposição a em confronto com há, forma do verbo haver. Tal dificuldade pode ocorrer com qualquer cristão. Mais que isso: frequenta todas as famílias.

    • Trata-se de um dos erros mais comuns da língua.
    • O que fazer para não cairmos nesta cilada? Precisamos conhecer-lhes as manhas, o que nos convida a um mínimo de atenção.
    • Para princípio de conversa, devo confessar-lhes, sem pudor algum, que este tema – a ou há – decorreu de uma dúvida que me assaltou na coluna anterior, no tocante ao verbo adequar,

    Perguntava: por que essa indecisão resistiu há décadas? Balancei: há décadas ou a décadas? Chegaremos ao miolo da questão. Napoleão Mendes nos oferece um relato no mínimo curioso. Alguém escreveu: De hoje há três dias correrá o prazo, O chefe cortou o h, com enérgico traço de lápis vermelho,

    1. Tempos depois, voltou o mesmo redator: A multa foi imposta a três dias.
    2. O chefe, com o mesmo lápis fatídico, escreveu um tremendo h antes do a,
    3. Essa dúvida, pelo jeito, vem de longe.
    4. Que tais os reparos? Primeiro: De hoje a três dias correrá o prazo,
    5. Faz-se menção ao futuro.
    6. Por isso, não cabe o há, que indica tempo passado.

    Vamos à segunda: A multa foi imposta há três dias, Paira conotação de passado: aqui só cabe o há, que pode ser substituído por faz, Em rápidas pinceladas, principiamos a esboçar o caminho a seguir. Atenção: quando tivermos dúvida, tentemos substituir a ou há por faz,

    • Se a troca mantiver o sentido, usemos o há,
    • Se a substituição não for possível, o a é que tem vez.
    • Simples assim.
    • Comprovemo-lo: Meus amigos saíram a / há algum tempo.
    • Aqui o verbo faz se apropria ao contexto: Meus amigos saíram há (faz) algum tempo.
    • Vejamos outra: Estamos a / há dois meses do Natal.
    • O faz não se revela possível.

    Então, demos lugar à preposição a : Estamos a dois meses do Natal. É de notar a referência ao futuro: o Natal ocorrerá daqui a dois meses. No título desta coluna, desfilamos duas frases que se aproximam: O recurso chegou a tempo. / O recurso chegou há tempo.

    Uma e outra, com inteira correção. A tempo significa em / com tempo. Há tempo, de sua vez, corresponde a faz tempo. Propusemos outra: O recurso chegará há tempo. Exala contradição: se o há indica passado, de modo nenhum poderemos amarrá-lo ao futuro (chegará). Dois bicudos não se beijam. Observemos, ainda, que o faz aí não cabe.

    Passada a limpo, fica assim: O recurso chegará a tempo, isto é, em tempo, com tempo. Botemos a cuca pra funcionar: Daqui há dois anos, irei a Paris. Aqui, o há não tem acerto. Como o sentido é de futuro – o fato ocorrerá daqui a dois anos –, a presença do há confere contradição.

    Cabe a preposição a : Daqui a dois anos, irei a Paris. Demos novo passo. Quando se referir a distância, também devemos empregar o a : A briga ocorreu a cem metros do colégio. / Estou a três quilômetros de São Paulo. / Ele se acidentou a três passos de mim. Nesses exemplos, o a não pode ceder seu lugar ao faz,

    Vi outro dia: Há cem metros, vire à esquerda. Nada disso. Senhora pisada na bola! Ops! A cem metros, vire à esquerda. Caminhemos um pouco mais: De há muito, desisti da ideia. Em construções ao modo desta, é o verbo haver que goza de prestígio. De há muito equivale a faz muito.

    Aqui, a palavra tempo está subentendida. Outras mais: Até há três meses, isso não acontecia. Já há tempos, parei de fumar. No princípio desta coluna, fizemos alusão a este fragmento: Por que essa indecisão resistiu há décadas? Resistir, in casu, é verbo intransitivo. Há décadas corresponde a faz décadas.

    Vale por «tanto tempo»: algo como um adjunto adverbial. Podemos deslocá-lo: Por que, há (faz) décadas, essa indecisão resistiu? Mais este exemplo: A invenção do papel remonta a séculos. Por que agora cabe a, e não há ? Remontar, aí, significa voltar no tempo, reportar-se ao passado.

    É transitivo indireto, isto é, seu complemento – a séculos – exige a preposição a, Se remontar, neste caso, já agasalha o sentido de reportar-se ao passado, associá-lo à forma verbal há, que também indica tempo passado, constituiria baita redundância. Xô! Arrematemos: se a substituição por faz for possível, devemos usar o há,

    Vamos lá: Há (faz) duas horas, iniciamos a reunião. / Trabalho no Tribunal de Justiça há (faz) dez anos. Por oposição, não cabendo o faz, devemos empregar a preposição a, O curso se inicia daqui a duas semanas. / Estamos a dois meses da inauguração do parque.

    / O atirador de elite estava a trinta metros do sequestrador. Sem mais mistérios, portanto. O a indicará sempre tempo futuro : Daqui a pouco, começaremos a prova. Ou distância : O carro ficou a menos de três metros do precipício. Já o há, forma do verbo haver, indica tempo passado : Ele foi embora há alguns dias.

    Se essa dificuldade povoava nossa cabeça, agora não mais. Se continua a causar embaraço para o comum dos mortais, deste estorvo estamos definitivamente livres. Merecemos nota mil. Basta! Cuiabá, MT, 22-7-2016. Prof. Germano Aleixo Filho, Assessor da Presidência do TJMT.

    Em que no qual?

    No exemplo, devemos escrever «no qual desenvolve», «onde desenvolve», «em que desenvolve»? Ex.: Friedrich Froebel (1782-1852) funda os «jardins de infância» (1840), aplicando um novo método educacional, essencialmente antiformalista, onde desenvolve recursos didáticos também aplicáveis a crianças deficientes mentais, que ainda hoje se mantêm atuais.

    A frase correta deverá ser: « Friedrich Froebel (1782-1852) funda os «jardins de infância» (1840), aplicando um novo método educacional, essencialmente antiformalista, em que desenvolve recursos didáticos também aplicáveis a crianças deficientes mentais, que ainda hoje se mantêm atuais.» Caso a intenção do enunciador fosse associar a oração «desenvolve recursos didáticos também aplicáveis a crianças deficientes mentais, que ainda hoje se mantêm atuais» a «jardins de infância», poder-se-ia utilizar onde ; ou seja, se se pretende inferir que se utilizam recursos didáticos nos jardins de infância em vez de no método educacional: «.

    funda os «jardins de infância» (1840), onde desenvolve recursos didáticos também aplicáveis a crianças deficientes mentais, que ainda hoje se mantêm atuais.» Porém, parece pouco provável que fosse essa a sua intenção. Muitas vezes, as três possibilidades são consideradas sinónimas, aplicadas no mesmo contexto corretamente.

    • Porém, nem sempre é assim.
    • O termo onde deve empregar-se quando se está perante a referência a lugares.
    • Exemplo: «A universidade onde estudei é muito boa.» No entanto, pode ser substituído por em que ou na qual : «A universidade em que estudei é muito boa»; «A universidade na qual estudei é muito boa.» Nestes casos, a escolha deve recair sobre a melhor sonoridade.

    Ou seja, utiliza-se sempre onde para se referir a lugares, mas pode substituir-se por em que ou no qual, permanecendo a frase correta do ponto de vista gramatical e semântico. O mesmo não acontece com em que e no qual, que devem ser aplicados em situações que não se referem a lugares.

    1. Passa-se a exemplificar: «O processo em que tal foi referido foi arquivado»; «O contexto no qual isso foi dito era justificável.» Nestes casos não se deve utilizar o advérbio de lugar onde,N.E.
    2. 27/09/2016) – No Facebook, um consulente sugere «com que.» e «com o qual», em alternativa a «em que» e «no qual».

    Trata-se de uma opção correta, de valor instrumental, que evitaria os problemas levantados pela ocorrência de onde por «em que» ou «no qual». Com efeito, entre normativistas, este advérbio relativo deve ter por antecedente uma expressão de valor locativo («trabalhava na faculdade onde foi dada a conferência»); contudo, a linguística descritiva (cf.

    Gramática do Português, Fundação Calouste Gulbenkian, 2013, p.2102, nota 55) tem evidenciado que «onde» é compatível com expressões tratadas metaforicamente como espaços físicos (cf. «A parte do discurso onde a Ana foi mais convincente foi aquela em enumerou as promessas não cumpridas do Governo», exemplo apresentado como gramatical por João A.

    Peres e Telmo Móia, em Áreas Críticas da Língua Portuguesa, 2.ª edição, Lisboa, Editorial Caminho, 2003, p.305). Observe-se, mesmo assim, que nem sempre é claro o critério que permite considerar substantivos de conteúdo mais abstrato – como acontece com método na frase em causa – como palavras que se prestem à extensão metafórica de um valor locativo.

    Vem, portanto, a propósito citar o Guia de Uso do Português (São Paulo, Editora Unesp, 2003), de Maria Helena de Moura Neves, que, sobre onde e a respetiva doutrina prescritiva, faz notar o seguinte: « como pronome relativo onde vem sendo usado sem referência a lugar, simplesmente equivalendo a em que, no qual, o que é condenado nas lições normativas,

    Exemplos desse uso condenado são estes: Nos casos ONDE ocorrem pressão de artesianismo no lençol freático ou fuga de água no furo deverão ser anotadas as profundidades das ocorrências e do tubo de revestimento, A edição de 16 de abril traz um artigo sobre a lógica fuzzy, teoria matemática ONDE elementos podem pertencer apenas parcialmente a conjuntos.

    O que é pronome é um exemplo?

    O que é pronome? – Pronomes são vocábulos que substituem ou acompanham um termo substantivo, Esta casa é do meu pai, já aquela (casa) é da minha mãe. Veja que o pronome «este» acompanha o substantivo «casa», modificando-o. Já o pronome «aquela» substitui o substantivo «casa», o qual está implícito na oração.

    Quais são os tipos de que?

    Qual a diferença entre «que» e «quê»? – O português é uma língua muito rica e versátil, e isso pode ser provado com base na palavra «que». Ela possui inúmeras classificações e desempenha diversas funções a depender do contexto, do item ao qual se refere ou de sua posição na frase.

    Você está pensando em quê ? | Ela tem esse quê de ternura. | Que lindo o seu filho! Cresceu tão rápido. | É necessário que todos sejam devidamente recompensados. | Ainda há muito que se esclarecer. |

    Entre as muitas possibilidades, o «que» pode introduzir um questionamento, ligar informações de orações distintas, retomar um termo mencionado anteriormente, intensificar uma característica ou realçar um enunciado. Dessa maneira, o termo «que» pode ser classificado como pronome (interrogativo, indefinido e relativo), conjunção (coordenativa ou subordinativa), advérbio de intensidade, partícula expletiva (ou de realce), e preposição.

    E 2 horas ou são 2 horas?

    Dúvida: «meio-dia e meio ou meio-dia e meia?»; «São ou é meio-dia?» Essas dúvidas de PORTUGUÊS acompanham a vida de muita gente! Então, Vamos esclarecê-las já, sem rodeios. MEIO-DIA E MEIA é a forma correta! Por quê? Trata-se da referência a 12ª (décima segunda) hora do dia + MEIA hora, ou seja, 12h + metade de uma hora.

    A palavra MEIA é um numeral fracionário, que se refere à metade de um todo, de uma unidade. Por ser um numeral fracionário, deverá sempre estabelecer concordância com a unidade fracionada. Dessa forma, a unidade fracionada é a hora, um substantivo feminino: uma hora, meia hora. Então, MEIO-DIA E MEIO jamais! Ok? Agora, SÃO meio dia ou É meio dia ? Bem, essa também é fácil.

    A segunda forma é a correta, isto é, É meio dia ! Por quê? O verbo SER concorda com o numeral que o acompanha, assim: «São duas horas, São três horas». Veja que a partir de duas horas, inclusive, usa-se o verbo SER no plural por ser tratar de mais de uma unidade de hora.

    Quer aprender muito mais, acessa o nosso blog: Caso tenha dúvidas, deixe seu comentário!Um abraço!Prof. Eduardo (Edu) Freires

    Eduardo Freires é formado em Letras, com especialização em Ensino de Leitura e Produção de Textos pela UFRRJ. Também é especialista em Docência do Ensino Superior pela PUC-MG. É palestrante, revisor de textos e professor de Português e Redação há quase 20 anos.

    Quem me deu ou que me deu?

    Para nos referirmos às pessoas podemos usar tanto o pronome ‘quem’ quanto o ‘que’. Foi ela quem me disse ou Foi ela que me disse? Sempre usamos ‘que’ e, de repente, alguém aparece e diz: caso você se refira a uma pessoa, use ‘quem’!

    Qual o tipo do pronome QUE?

    Pronomes interrogativos –

Pronomes interrogativos são aqueles empregados em orações interrogativas diretas ou indiretas. São eles: que, quem, qual, quais, quanto, quanta, quantos, quantas, Exemplos de orações interrogativas diretas : «Que horas são?» «Quem é você?» «Qual seu nome?» «Quanto custa o livro?» Exemplos de orações interrogativas indiretas : «Eu perguntei que horas são.» «Ana quer saber quem é você.» «O juiz questionou qual seu nome.» «Pedro indagou quanto custava o livro.» Que e quem não se flexionam.

Quais são os 7 pronomes interrogativos?

Pronomes interrogativos são aqueles empregados em orações interrogativas diretas ou indiretas. São eles: que, quem, qual, quais, quanto, quanta, quantos, quantas, Exemplos de orações interrogativas diretas :

Que dia é hoje?Quem fez esse bolo?Qual dos dois é mais bonito?Quanto custa a entrada para o cinema?

Exemplos de orações interrogativas indiretas :

Perguntei que dia é hoje.Queria saber quem fez esse bolo.Diga, na sua opinião, qual dos dois é mais bonito.Informe quanto custa a entrada para o cinema.

Os pronomes interrogativos que e quem são invariáveis. Já o pronome qual, flexiona-se em número ( quais ) e o pronome quanto flexiona em gênero ( quanto, quanta, quantos, quantas ).

Qual é a regra da preposição?

Preposição é toda palavra variável que conecta dois ou mais termos da oração. Nessa ligação, um termo fica subordinado ao outro. Em regra, na língua portuguesa, a palavra que precisa da utilização da preposição é chamada de antecedente ou regente, já a palavra introduzida é classificada como consequente ou regida.

Onde se deve colocar a vírgula?

A vírgula é usada para separar palavras ou termos coordenados em um enunciado, indicando que é feita uma enumeração de itens.

Quando não se usa a vírgula?

Quando não devemos usar a vírgula? – A ordem canônica de uma frase em língua portuguesa é sujeito, verbo e complementos, Quando essa sequência é respeitada, não se coloca vírgula alguma. Então, resumidamente, não se separa por vírgula sujeito e predicado, nem verbo e complementos. Observe o exemplo:

João comprou um carro para a esposa.
(sujeito) (verbo) (complementos)

Na frase anterior não se admite vírgula tanto depois de «João» quanto depois de «comprou», pois o uso estaria ferindo as duas regras básicas recém descritas. Em uma frase pequena, como a do exemplo, é muito mais fácil notar os elementos sintáticos, ou seja, quem é o sujeito, o predicado, o objeto direto e/ou indireto.

Onde pode ser substituído por nos quais?

O pronome relativo onde é utilizado para indicar um lugar, podendo ser substituído por: em que, no qual, na qual, nos quais e nas quais.

Como usar os pronomes relativos?

Um pronome relativo pode ser variável ou invariável, ele tem a função de substituir um termo da oração anterior e estabelecer relação entre duas orações.

Por que separado?

Dicas de Português: uso do porque, porquê, por que ou por quê O uso dos porquês é um dos assuntos da língua portuguesa que mais causa dúvidas entre os falantes. Para que o emprego dos porquês seja feito de forma correta, é essencial entender e distinguir as quatro formas: porque, porquê, por que ou por quê.

  • pois;
  • visto que;
  • uma vez que;
  • por causa de que;
  • dado que;

Exemplos com porque

  • Choro porque machuquei o pé.
  • Ela não foi à escola porque estava chovendo.

Substituição do porque

  • Choro pois machuquei o pé.
  • Choro visto que machuquei o pé.
  • Ela não foi à escola pois estava chovendo.
  • Ela não foi à escola uma vez que estava chovendo.
  • Porque é uma conjunção subordinativa causal ou explicativa, unindo duas orações que dependem uma da outra para ter sentido completo.
  • Quando usar por que?
  • Por que (separado e sem acento) pode ser usado para introduzir uma pergunta ou para estabelecer uma relação com um termo anterior da oração.
  • Por que interrogativo
  • Possuindo um caráter interrogativo, por que é usado para iniciar uma pergunta, podendo ser substituído por:
  • por que motivo;
  • por qual motivo;
  • por que razão;
  • por qual razão.

Exemplos com por que (interrogativo)

  • Por que você não foi dormir?
  • Por que não posso sair com meus amigos?

Substituição do por que (interrogativo)

  • Por qual motivo você não foi dormir?
  • Por qual razão você não foi dormir?
  • Por qual motivo não posso sair com meus amigos?
  • Por qual razão não posso sair com meus amigos?
  1. Com este uso, por que é formado pela preposição por seguida do pronome interrogativo que.
  2. Por que relativo
  3. Estabelecendo uma relação com um termo antecedente, por que é usado como elo de ligação entre duas orações, podendo ser substituído por:
  • pelo qual;
  • pela qual;
  • pelos quais;
  • pelas quais;
  • por qual;
  • por quais.

Exemplos com por que (relativo)

  • Não achei o caminho por que passei.
  • As razões por que fui embora são pessoais.

Substituição do por que (relativo)

  • Não achei o caminho pelo qual passei.
  • Não achei o caminho por qual passei.
  • As razões pelas quais fui embora são pessoais.
  • As razões por quais fui embora são pessoais.

Com este uso, por que é formado pela preposição por seguida do pronome relativo que. Quando usar por quê? Por quê (separado e com acento) é usado em interrogações. Aparece sempre no final da frase, seguido de ponto de interrogação ou de um ponto final. Por quê pode ser substituído por:

  • por qual motivo;
  • por qual razão.

Exemplos com por quê

  • Você não comeu? Por quê ?
  • O menino foi embora e nem disse por quê,

Substituição do por quê

  • Você não comeu? Por qual motivo ?
  • Você não comeu? Por qual razão ?
  • O menino foi embora e nem disse por qual motivo,
  • O menino foi embora e nem disse por qual razão,
  • Por quê é formado pela preposição por seguida do pronome interrogativo tônico quê.
  • Quando usar porquê?
  • Porquê (junto e com acento) é usado para indicar o motivo, a causa ou a razão de algo.
  • Aparece quase sempre junto de um artigo definido (o, os) ou indefinido (um, uns), podendo também aparecer junto de um pronome ou numeral.
  • Porquê pode ser substituído por:
  • o motivo;
  • a causa;
  • a razão.

Exemplos com porquê

  • Todos riam muito e ninguém me dizia o porquê,
  • Gostaria de saber os porquês de ter sido mandada embora.

Substituição do porquê

  • Todos riam muito e ninguém me dizia o motivo,
  • Todos riam muito e ninguém me dizia a razão,
  • Gostaria de saber os motivos de ter sido mandada embora.
  • Gostaria de saber as causas de ter sido mandada embora.

Porquê é um substantivo masculino, podendo sofrer flexão em gênero: o porquê, os porquês. Dicas para o uso dos porquês Por que = Usado no início das perguntas. Por quê? = Usado no fim das perguntas. Porque = Usado nas respostas. O porquê = Usado como um substantivo. Paulo Roberto Ribeiro DCOM : Dicas de Português: uso do porque, porquê, por que ou por quê

Quando usar o pronome oblíquo antes ou depois do verbo?

Colocação Pronominal – Português É a parte da gramática que trata da correta colocação dos pronomes oblíquos átonos na frase. Embora na linguagem falada a colocação dos pronomes não seja rigorosamente seguida, algumas normas devem ser observadas, sobretudo, na linguagem escrita.

  • Dicas: Existe uma ordem de prioridade na colocação pronominal: 1º tente fazer próclise, depois mesóclise e em último caso, ênclise.
  • Próclise
  • 1) Quando o verbo estiver precedido de palavras que atraem o pronome para antes do verbo. São elas:
  • a) Palavras de sentido negativo : não, nunca, ninguém, jamais, etc.

É a colocação pronominal antes do verbo. A próclise é usada: Ex.: Não se esqueça de mim. b) Advérbios. Ex.: Agora se negam a depor. c) Conjunções subordinativas. Ex.: Soube que me negariam. d) Pronomes relativos. Ex.: Identificaram duas pessoas que se encontravam desaparecidas.

E) Pronomes indefinidos. Ex.: Poucos te deram a oportunidade. f) Pronomes demonstrativos. Ex.: Disso me acusaram, mas sem provas.2) Orações iniciadas por palavras interrogativas. Ex.: Quem te fez a encomenda? 3) Orações iniciadas por palavras exclamativas. Ex.: Quanto se ofendem por nada! 4) Orações que exprimem desejo (orações optativas).

Ex.: Que Deus o ajude.

  1. Mesóclise
  2. 1) Quando o verbo estiver no futuro do presente ou futuro do pretérito, contanto que esses verbos não estejam precedidos de palavras que exijam a próclise.
  3. Realizar- se -á, na próxima semana, um grande evento em prol da paz no mundo.

É a colocação pronominal no meio do verbo. A mesóclise é usada: Exemplos: Não fosse os meus compromissos, acompanhar- te -ia nessa viagem. Ênclise É a colocação pronominal depois do verbo. A ênclise é usada quando a próclise e a mesóclise não forem possíveis: 1) Quando o verbo estiver no imperativo afirmativo.

Ex.: Quando eu avisar, silenciem- se todos.2) Quando o verbo estiver no infinitivo impessoal. Ex.: Não era minha intenção machucar- te.3) Quando o verbo iniciar a oração. Ex.: Vou- me embora agora mesmo.4) Quando houver pausa antes do verbo. Ex.: Se eu ganho na loteria, mudo- me hoje mesmo.5- Quando o verbo estiver no gerúndio.

Ex.: Recusou a proposta fazendo- se de desentendida. Dicas: O pronome poderá vir proclítico quando o infinitivo estiver precedido de preposição ou palavra atrativa. Exemplos: É preciso encontrar um meio de não o magoar. É preciso encontrar um meio de não magoá- lo,

  • Colocação pronominal nas locuções verbais
  • 1) Quando o verbo principal for constituído por um particípio
  • a) O pronome oblíquo virá depois do verbo auxiliar.

Ex.: Haviam- me convidado para a festa. b) Se antes da locução verbal houver palavra atrativa, o pronome oblíquo ficará antes do verbo auxiliar. Ex.: Não me haviam convidado para a festa. Dicas: Se o verbo auxiliar estiver no futuro do presente ou no futuro do pretérito, ocorrerá a mesóclise, desde que não haja palavra atrativa antes dele. Ex.: Haver- me -iam convidado para a festa.

  1. 2) Quando o verbo principal for constituído por um infinitivo ou um gerúndio:
  2. a) Se não houver palavra atrativa, o pronome oblíquo virá depois do verbo auxiliar ou depois do verbo principal.
  3. Devo esclarecer- lhe o ocorrido/ Devo- lhe esclarecer o ocorrido.

Exemplos: Estavam chamando- me pelo alto-falante./ Estavam- me chamando pelo alto-falante. b) Se houver palavra atrativa, o pronome poderá ser colocado antes do verbo auxiliar ou depois do verbo principal. Exemplos: Não posso esclarecer- lhe o ocorrido./ Não lhe posso esclarecer o ocorrido. Não estavam chamando- me,/ Não me estavam chamando.

  • Observações importantes: Emprego de o, a, os, as
  • 1) Em verbos terminados em vogal ou ditongo oral, os pronomes: o, a, os, as não se alteram. Exemplos:
  • Chame- o agora.

Deixei- a mais tranquila.2) Em verbos terminados em r, s ou z, estas consoantes finais alteram-se para lo, la, los, las. Exemplos: (Encontrar) Encontrá- lo é o meu maior sonho. (Fiz) Fi- lo porque não tinha alternativa.3) Em verbos terminados em ditongos nasais (am, em, ão, õe, õe,), os pronomes o, a, os, as alteram-se para no, na, nos, nas.