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Quando Considerado Febre?

Qual é a temperatura que é considerado febre?

Febre – mais de 37,8°C (no ânus) ou mais de 38°C (na axila). Os pais devem entrar em contato com o pediatra. Ele verá se há necessidade de remédios ou ir ao pronto-socorro. hipotermia – menos de 35,5°C.

Quando tá com 37 tá com febre?

Normal: entre 36,0º C e 37,0 º C. Estado febril: entre 37,3º C e 37,8º C. Febre: acima 37,8º C. Febre alta: entre 39º e 39,9º C.

Qual a temperatura normal por idade?

Medindo a Temperatura – Seu filho possui TDAH? Marque sua Consulta com um Neuropediatra. O principal instrumento utilizado para aferir a temperatura são os termômetros, sendo que os três tipos mais comuns e eficazes são os:

de mercúrio: a sua ponta metálica é posicionada diretamente na axila e em cerca de três minutos o resultado aparece;digital: geralmente é manejado por enfermeiros e a medição é feita ao aproximar o aparelho da testa ou ao colocar dentro do ouvido do paciente e logo após o «bip», a marcação é apontada;com ponta mole: é posicionado no ânus da pessoa e depois de três minutos, a temperatura já pode ser consultada.

Dependendo da temperatura corporal ou anal, pode-se dizer que a criança tem algum dos quadros abaixo:

Hipotermia – A hipotermia é quando ocorre a queda da temperatura corporal. Nos bebês, ela é indicada por uma medição abaixo de 35,5º C, enquanto que as crianças com mais de um ano de idade, atingem uma marca inferior a 35,4º C. Normal – Em uma situação normal, as temperaturas centrais do corpo podem variar entre 36º C e 37º C (bebês), e de 35,4º a 37,2º C (crianças). Estado Febril – O estado febril é marcado por variações entre 37,1º C e 37,5º C (bebês), e entre 37,4º C e 38,9º C (crianças). Febre – Na febre, a temperatura anal é de, aproximadamente, 37,8° C nos bebês e a corporal varia de 38,1º C a 38,9º C nas crianças com mais de um ano. Febre Alta – Nas crianças, a febre alta é sinal de infecção grave e a temperatura pode ir de 39° C a 39,9º C. Hipertemia – Assim como a febre alta, a hipertemia também é o indício de quadros infecciosos graves. E é marcada por temperaturas acima de 38º C, nos bebês e de 40º C nas crianças com mais de 01 ano de idade.

Qual é a temperatura de uma pessoa normal?

Para qualquer indivíduo, a temperatura normal do corpo humano varia entre 36,5ºC e 37ºC.

Em qual axila se mede a temperatura?

Sabia que entre a axila direita e a esquerda, a temperatura muda? – Quando for medir a temperatura, lembre-se que os valores de medição nas axilas podem ser influenciados pela temperatura ambiente, suor, humidade e outros parâmetros. Também tenha em mente que entre a axila direita e a esquerda há diferenças que podem superar 1,4 ºC.

Quando a febre deve ser preocupante?

Febre alta: quando eu devo procurar um médico? – Como a febre em si não é uma doença para ser combatida, é fundamental observar outros sintomas paralelos como forma de diagnosticar o que está acontecendo e, se necessário, agendar uma consulta. Três características principais são determinantes para buscar auxílio:

Se a febre estiver acima dos 39,4°C; Se o quadro de febre persistir por mais de 48 horas; Se a febre vier acompanhada de sintomas como forte dor de cabeça, inchaço na garganta, confusão mental, fraqueza muscular, frequência cardíaca rápida ou pressão sanguínea baixa.

Em qualquer um desses casos, a recomendação é que você procure o médico o mais rápido possível. Amenizar os sintomas da febre não significa resolver o problema, pois como já mencionamos ela é apenas um sintoma originada por diversas outras causas.

É perigoso febre de 38 graus?

Febre em adultos – Em adultos, a temperatura do corpo considerada normal é de 35,4 a 37,2ºC. Esse valor pode aumentar conforme as complicações citadas acima, como infecções, por exemplo. O aumento é categorizado em 3 fases: 1º – Leve aumento – não é considerado febre e sim um estado «subfebril».

A temperatura deste estágio pode variar entre 37,5 a 38°C e a causa pode ser devido à exposição solar e excesso de roupa, por exemplo. Aqui, é recomendado usar peças leves, beber bastante água e tomar um banho morno.2º – Febre – é considerado febre as temperaturas corporais acima de 38ºC. Neste estágio, é recomendado tomar um medicamento antitérmico, usar roupas leves e colocar uma compressa gelada na testa.

Se mesmo assim a febre não baixar em até 3 horas, é indispensável ir ao pronto-socorro mais próximo.3º – Febre alta – quando o termômetro marcar mais 39,6°C, é considerado febre alta. Esse é um estágio de emergência e a recomendação é procurar um médico o mais rápido possível.

Quem está com febre pode dormir?

Por que a febre pode prejudicar o sono – Segundo o médico do sono Dr. Saint’Clair Borges, os sintomas causados pela febre afetam o bom funcionamento geral do organismo, e consequentemente, a qualidade do sono. «A arquitetura do sono, como chamamos o comportamento das diferentes fases e processos que ocorrem no organismo durante o sono, é alterada durante o quadro febril.

  1. Algumas pessoas podem até dizer: quando tive febre fiquei sonolento, dormi por horas seguidas.
  2. Mas não é um sono de boa qualidade.
  3. Porém, ainda que durante a febre o sono tenha uma qualidade inferior, dormir é parte importante do processo de cura», explica o especialista.
  4. Uma pesquisa concluiu que os sonhos de pacientes em estado febril foram mais negativos do que os experienciados em condições saudáveis.

Além disso, esses sonhos também apresentaram mais referências à percepção de temperatura e saúde do que os sonhos «normais».

Qual a maneira correta de medir a febre?

O indicado para situações em que há suspeita de febre é fazer a aferição com uso de um termômetro digital, que é encontrado facilmente nas farmácias e tem preço acessível. Basta seguir as instruções do fabricante, ‘zerando’ o termômetro e colocando o aparelho sob a axila da pessoa examinada.

Qual o grau de febre é perigoso?

Conheça alguns efeitos adversos da febre alta – A febre alta oferece quando a criança manifesta sintomas de instabilidade cardiorrespiratória, como taquicardia e pressão baixa, alteração no nível de consciência e palidez. Nesses casos, é imprescindível que haja suporte médico intensivo, internação e investigação das causas 6,

  • A temperatura para febre acima de 39,4ºC pode indicar uma infecção bacteriana, principalmente se for acompanhada de calafrios.
  • Além disso, a febre alta é capaz de desencadear convulsão febril em crianças de seis meses a três anos que tenham predisposição genética e febre repentina 7,
  • Apesar de essa manifestação deixar os responsáveis assustados, a convulsão febril não oferece risco de lesão cerebral e geralmente dura apenas alguns minutos.

Outros riscos potenciais são desidratação e alucinações em crianças com 40 graus de febre 8,

Porque a febre aumenta durante a noite?

Por que a tosse e a febre da criança pioram à noite? Want create site? Find and plugins. Quando Considerado Febre

Quando a criança está deitada, ocorre aumento do fluxo de sangue na região do nariz, o que facilita o acúmulo de secreção dentro do nariz.Esse acúmulo de secreção pode causar entupimento do nariz, principalmente se a criança está gripada, tem alergia respiratória (ex: rinite, sinusite) ou está com aumento da adenóide (carne no nariz).Nesse caso, a criança passa a respirar pela boca, podendo tossir com maior frequência e intensidade.Além disso, o acúmulo de secreção no nariz pode resultar em dor de ouvido, devido ao aumento de pressão nessa região.No caso da febre, ela costuma ser mais alta à noite devido aos hormônios que controlam a temperatura do corpo e que são mais ativos durante esse período.Essas situações de aumento da tosse e da febre à noite também podem ocorrer com adolescentes e adultos, pelos mesmos motivos acima mencionados.

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Quando o corpo está quente mas não tem febre?

O que o calor excessivo no corpo pode indicar? – Antes de tudo, é preciso ter clareza sobre o que caracteriza o que chamamos de calor excessivo no corpo. Trata-se de ondas de calor sentidas, mais intensamente, no rosto, pescoço e peito. Geralmente, ocorre transpiração intensa durante esses episódios de calor.

  • Na rotina popular, sempre que uma pessoa, especialmente se for mulher, sente calor excessivo no corpo, é comum ouvir que isso é «culpa» da menopausa.
  • Essa afirmação não está totalmente errada.
  • O climatério — período que antecede a última menstruação da vida de uma mulher — de fato causa ondas de calor.

Mas essa não é a única alteração que o calor excessivo pode indicar. Além da menopausa e da andropausa, que são as causas mais comuns, existem outros distúrbios relacionados com essa sensação, Entre os principais, podemos citar alterações na tireoide, ansiedade, diabetes e até hipertensão,

Qual a forma correta de usar o termômetro digital?

Termômetro digital – Antes de utilizar o termômetro, faça a verificação da bateria. O termômetro é colocado em baixo da axila, mas obterá uma leitura mais precisa se for colocado para medir dentro da boca, mais precisamente embaixo da língua, mantendo-se a boca fechada por até 5 minutos para fazer a leitura.

Qual termômetro é mais confiável testa ou axila?

O termômetro ideal para medir a febre – Blog Saúde Infantil Saiba qual é o modelo mais apropriado para fazer a medição da temperatura da criança Febre é um sintoma que sempre preocupa muitas mães. Na suspeita que seu filho está mais quente que o normal, nosso papel como pediatras é fazer com que os pais não hesitem em medir a temperatura da criança.

  • Conheça as opções de termômetro:
  • Termômetros digitais : utilizam sensores de calor eletrônicos para registrar a temperatura do corpo. Podem ser usados na boca, na axila ou no reto;
  • Termômetros digitais de ouvido : também chamados de termômetros timpânicos, utilizam um raio infravermelho para medir a temperatura no interior do canal auditivo.
  • As outras opções incluem o termômetro artéria temporal ou de testa, que utiliza um scanner de infravermelhos para medir a temperatura da região.
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Se você deseja obter um termômetro único para toda a família, o digital é a escolha mais viável. No entanto, se você planeja usar esse modelo para medir a temperatura retal (que não é habitual no Brasil), opte por ter dois deles, um com rótulo para uso oral e outro para uso retal.

  1. Não use o mesmo termômetro nos dois lugares.
  2. A forma mais precisa para medir a temperatura de uma criança é usar o termômetro digital na região retal ou oral, embora costumamos fazer isso nas axilas.
  3. A temperatura retal fornece as melhores leituras com relação aos pequenos.
  4. As versões de ouvido é outra opção para bebês e crianças mais velhas.

No entanto, a cera ou um pequeno canal auditivo curvo pode interferir na precisão da temperatura medida. A temperatura das axilas e aquelas que são medidas com um termômetro de chupeta costumam ser os métodos menos precisos. A confiabilidade dos termômetros de testa ainda não foi verificada.

Seja qual for o método, certifique-se de ler com atenção as instruções que vieram com o termômetro, Após cada uso, limpe a ponta dele com álcool ou sabão e água morna. Por razões de segurança – e para garantir que o termômetro permaneça no local onde fica guardado – nunca deixe a criança sozinha enquanto mede a temperatura dela.

Medir a temperatura do seu filho O melhor tipo de termômetro ou o melhor local para colocá-lo, em alguns casos, depende da idade do seu filho: Nascimento aos 3 meses: para os recém-nascidos, use o termômetro digital comum para medir a temperatura retal.

Ligue-o e lubrifique a ponta com vaselina. Deite o bebê no seu colo, levante as coxas e insira-o a 1,5 a 2,5 centímetros no reto da criança. Pare o processo se sentir qualquer resistência. Segure o termômetro no local por cerca de um minuto ou até que os sinais do aparelho confirmem que o tempo de medição acabou.3 meses a 4 anos: para bebês mais velhos e crianças pequenas, você pode usar um termômetro de ouvido digital ou um termômetro da artéria temporal,

Siga atentamente as instruções que vieram com o objeto. Você também pode usar um termômetro digital comum para medir a temperatura retal ou a axilar. Para fazer a medição por meio da axila, ligue o termômetro digital primeiro. Ao colocá-lo na região, certifique-se que o objeto toca a pele do seu filho e não as roupas.

Segure-o com firmeza por cerca de um minuto ou até que os sinais do termômetro avise o término da medição.4 anos e mais velhos : aos 4 anos, a maioria das crianças podem manter o termômetro digital sob a língua. Ligue-o e coloque a ponta do objeto sobre a região e peça ao seu filho para manter os lábios fechados.

Retire o termômetro quando ele sinalizar que a medição da temperatura chegou ao fim. Se a criança comeu ou bebeu alguma coisa antes do processo, espere, pelo menos, 15 minutos para tirar a temperatura da boca dela. Se ela está muito congestionada para respirar pelo nariz, a axila é a alternativa ou a região do reto.

Poderá ser usado também o termômetro de ouvido digital, Quando consultar um médico? A febre é um sinal comum de doenças, mas isso não é necessariamente uma coisa ruim. Na verdade, ela desempenha um papel fundamental no combate às infecções. Se o seu filho é mais velho, acima de 1 ano de idade, bebe muito líquido, dorme bem e continua a brincar, geralmente, não há razão para tratar uma febre.

Se você quiser medicar a criança quando ela estiver com febre, use o antitérmico aconselhado pelo seu pediatra. No Brasil, os mais comuns são o acetominofem, a dipirona, o ibuprofeno e a aspirina. Em geral, entre em contato com o médico do seu filho se ele:

  1. – É mais jovem, abaixo dos 3 meses, e tem uma temperatura axilar de 38°C ou superior;
  2. – É mais velho, acima dos 3 meses, tem uma temperatura de até 38,9°C, e parece muito irritado, letárgico ou desconfortável;
  3. – Quando não responde aos antitérmicos ou a febre dura mais que um dia.
  4. Por Dr. José Luiz Setúbal
  5. Fonte:

: O termômetro ideal para medir a febre – Blog Saúde Infantil

Como saber se a pessoa está com febre sem termômetro?

Outra forma de buscar indícios de que esteja (ou não) com febre é pedir para alguém sentir a temperatura de sua testa. ‘Se outra pessoa sentir sua testa e ela estiver quente, você provavelmente está com febre’, comenta Erstein.

Pode deixar a febre passa sozinha?

Muitos acabam apelando para remédios desnecessariamente. No entanto, é possível diminuir a febre sem precisar de remédios. Em 20/09/2019 às 12:46 2 minutos de leitura A febre é uma condição incômoda e que muitas vezes pode demorar a passar. Normalmente, as pessoas se recuperam das febres comuns naturalmente, conforme o sistema imunológico age.

Mas como o estado febril traz sintomas desagradáveis, muitos acabam apelando para medicamentos desnecessariamente. No entanto, é possível diminuir a febre sem precisar de remédios. O estado febril é um reajuste no hipotálamo, região do cérebro que tem entre suas funções agir como um termostato, controlando a temperatura do organismo.

A temperatura do corpo humano é ajustada para manter os órgãos internos em torno de 37℃. Porém, quando o organismo precisa combater algum agente que o agride, como vírus ou bactérias, ele pode liberar substâncias que agem no termostato. Desse modo, acaba elevando a temperatura do organismo 2℃ ou 3℃ acima do valor habitual.

Como saber se a febre é viral ou bacteriana?

É um vírus ou uma bactéria? saber a diferença – Qual é? As bactérias são organismos unicelulares que se multiplicam por divisão simples. Eles estão ligados a tais infecções respiratórias como a otite média (ouvido), amigdalites (amígdalas), pneumonia (pulmões), bronquite (vias aéreas), sinusite (seios), faringite (garganta) e tosse convulsa (vias aéreas).

  1. A maioria das infecções respiratórias, no entanto, são causadas por vírus, em vez de por bactérias.
  2. Os vírus são algumas das entidades mais minúsculos conhecidos.
  3. Ao contrário das bactérias, elas não se dividem e não se reproduzem por conta própria.
  4. Em vez disso, quando invadem uma célula, que eles assumam a maquinaria da célula, obrigando a célula para reproduzir o vírus em grande número.

Vírus infectam animais, plantas e bactérias, e não podem ser eliminados com antibióticos. Reprodução viral, por outro lado, podem ser bloqueados por agentes antivirais. Os vírus causam infecções respiratórias tais como o resfriado comum (rinovírus), a gripe (influenza), algumas pneumonias e bronquiolites (vírus sincicial respiratório, ou VSR).

  1. Pode ser difícil para quase impossível determinar se você tem uma infecção viral ou bacteriana, porque os sintomas são muitas vezes semelhantes.
  2. Um médico provavelmente terá para realizar testes.
  3. Mas aqui estão algumas dicas.
  4. Se você tem um resfriado ou tosse, é geralmente viral.
  5. Você deve suspeitar de uma infecção secundária causada por bactérias, se a febre persistir após os primeiros dias.

A dor de ouvido persistente pode significar uma infecção no ouvido baseada em bactérias. Com uma garganta, que leva uma cultura da garganta para determinar se é bacteriana. O único patógeno garganta bacteriana comum é o estreptococo. A maioria das dores de garganta, especialmente em adolescentes e adultos, são viral.

Porque esperar 3 dias de febre?

Gripe ou resfriado – Um paciente que está apresentando um quadro de febre e dor no corpo por um período igual ou superior a três dias pode estar gripado ou resfriado. A gripe e o resfriado são infecções virais que provocam sintomas como febre, tosse, e dor no corpo.

É perigoso febre de 38 graus?

Febre em adultos – Em adultos, a temperatura do corpo considerada normal é de 35,4 a 37,2ºC. Esse valor pode aumentar conforme as complicações citadas acima, como infecções, por exemplo. O aumento é categorizado em 3 fases: 1º – Leve aumento – não é considerado febre e sim um estado «subfebril».

  • A temperatura deste estágio pode variar entre 37,5 a 38°C e a causa pode ser devido à exposição solar e excesso de roupa, por exemplo.
  • Aqui, é recomendado usar peças leves, beber bastante água e tomar um banho morno.2º – Febre – é considerado febre as temperaturas corporais acima de 38ºC.
  • Neste estágio, é recomendado tomar um medicamento antitérmico, usar roupas leves e colocar uma compressa gelada na testa.

Se mesmo assim a febre não baixar em até 3 horas, é indispensável ir ao pronto-socorro mais próximo.3º – Febre alta – quando o termômetro marcar mais 39,6°C, é considerado febre alta. Esse é um estágio de emergência e a recomendação é procurar um médico o mais rápido possível.

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Qual o grau de febre é perigoso?

Conheça alguns efeitos adversos da febre alta – A febre alta oferece quando a criança manifesta sintomas de instabilidade cardiorrespiratória, como taquicardia e pressão baixa, alteração no nível de consciência e palidez. Nesses casos, é imprescindível que haja suporte médico intensivo, internação e investigação das causas 6,

  1. A temperatura para febre acima de 39,4ºC pode indicar uma infecção bacteriana, principalmente se for acompanhada de calafrios.
  2. Além disso, a febre alta é capaz de desencadear convulsão febril em crianças de seis meses a três anos que tenham predisposição genética e febre repentina 7,
  3. Apesar de essa manifestação deixar os responsáveis assustados, a convulsão febril não oferece risco de lesão cerebral e geralmente dura apenas alguns minutos.

Outros riscos potenciais são desidratação e alucinações em crianças com 40 graus de febre 8,

Quando deve dar remédio para febre?

«Febre é o instrumento da Natureza que ela põe em campo para remover seu inimigo.» Thomas Sydenham1 A FOBIA DA FEBRE CORRE SOLTA COM A PARTICIPAÇÃO ATIVA DOS MÉDICOS! No início deste ano, a mídia estadunidense divulgou com grande destaque2,3 o recém-publicado relatório da Academia Americana de Pediatria4, que recomenda aos pediatras minimizar a chamada fobia da febre, orientando os pais sobre os baixos riscos e os possíveis benefícios da febre, promovendo o seu manejo seguro e racional, com uso judicioso de drogas antipiréticas.

Entre nós, a revista Veja comentou o assunto, com a chancela do Departamento Científico de Pediatria Ambulatorial da Sociedade Brasileira de Pediatria, reproduzindo a opinião de Henry Farrar, um dos autores do relatório, de que os pais tendem a exagerar no tratamento da febre, com risco de overdose de medicação5.

Em tempo: fobia da febre foi um termo cunhado por Barton Schmitt6, há mais de 30 anos, para designar a preocupação exagerada de muitos pais com febres baixas (temperatura axilar de 38,5°C ou menos) – devido à crença infundada de cerca de metade deles de que febres de 39,5°C poderiam causar danos neurológicos e que, sem tratamento medicamentoso, a temperatura subiria até 43°C -, o que levaria 85% desses cuidadores à administração intempestiva de drogas antipiréticas a crianças com febre bem abaixo de 38°C (nível recomendado pela Organização Mundial da Saúde para o emprego de antipiréticos7).

No Brasil, apesar da falta de registros documentais, a simples observação do dia-a-dia do atendimento pediátrico evidencia que a fobia da febre corre tão solta quanto informa a literatura de fora, que aponta que 90% dos pais acreditam que a febre pode ter efeitos danosos, metade consideram altas temperaturas de 38,5°C e medem a temperatura mais do que de hora em hora durante episódios febris; 25% administram antipiréticos para crianças com temperatura abaixo de 37,0°C; 85% acordariam a criança para dar a medicação8.

Sobretudo, é preocupante a informação de que 67% dos pais afirmam alternar drogas antipiréticas – em geral, acetaminofeno e ibuprofeno -9, prática formalmente contraindicada por todos os consensos de especialistas4,10-18. Pior: a maioria dos pais afirma que usa antipiréticos seguindo a orientação dos pediatras8,9! Com efeito, ainda que não documentada, a atitude dos pediatras brasileiros é conspicuamente sintônica com o que relata a literatura de fora: dois terços dos pediatras sempre prescrevem antipiréticos em casos de febre, 90% das vezes para temperaturas axilares entre 37,5°C e 38,0°C19; metade deles – principalmente aqueles com menos de cinco anos de prática – aconselha explicitamente os pais a alternar acetaminofeno e ibuprofeno20.

COLOCANDO OS PONTOS NOS IS NAS CONSULTAS DE PUERICULTURA O aconselhamento apropriado acerca do manejo da febre começa por discutir com os cuidadores o que é e o que não é febre, que a medida da temperatura em si não deve ser o foco de atenção (até porque não existe um consenso sobre pontos de corte) e, principalmente, que a febre tem baixíssima probabilidade de causar danos e pode ser benéfica4,18.

Recomenda-se que isso seja feito no contexto da orientação antecipatória das consultas de puericultura e, sempre que possível, com o emprego de fôlderes21. Quanto à definição de febre, em vista da oscilação natural da temperatura do corpo conforme a hora do dia, circunstâncias externas, idade e entre indivíduos, além da enorme variabilidade de medidas obtidas por tipos diferentes de termômetros e locais de aferição, a tendência atual é desenfatizar valores numéricos, necessariamente arbitrários, e utilizar definições fisiológicas reconhecidas18,21,22.

Assim, uma definição sintética enfatiza as noções de defesa natural e benigna da reação pirética do organismo: febre é uma resposta fisiológica complexa à doença, caracterizada pela ativação de sistemas imunológicos do corpo e pela elevação regulada da sua temperatura central acima da variação diária normal18,22,23.

Para aqueles que precisam de números, pode-se pautar o aconselhamento pelas faixas de temperatura relacionadas na Tabela 1, sempre enfatizando que se trata de definições arbitrárias e que quaisquer medidas terapêuticas sempre visarão ao conforto e bem-estar do paciente, em vez da simples tentativa de reduzir a temperatura4,12. Quando Considerado Febre FEBRE: AMIGA OU INIMIGA? A citação de Thomas Sydenham, que abre este texto, define a visão corrente até meados do século XIX, de que a febre era benéfica. Ao longo do século passado, prevaleceu a visão «moderna» – não apoiada em evidências científicas – de que deveria ser combatida24. CONDUTAS GERAIS FRENTE À CRIANÇA FEBRIL Os pais precisam ser bem orientados sobre os objetivos principais em caso de febre: reconhecer sinais de doenças potencialmente graves, melhorar o conforto da criança e manter um estado adequado de hidratação4,27.

O primeiro objetivo exige o reconhecimento de sinais de alerta de gravidade: idade inferior a três meses, principalmente recém-nascido; febre de mais de 39,4°C (especialmente se acompanhada de calafrios); mau estado geral, com letargia e/ou irritabilidade excessiva, ausência de sorriso; pele muito pálida ou moteada; choro inconsolável; respiração gemente, entrecortada ou ofegante; duração da febre maior que 72 horas12.

Nessas circunstâncias, a criança deve ser levada imediatamente para avaliação médica. Uma discussão mais detalhada deste tópico está fora do escopo deste texto, mas sugere-se que todo pediatra leia com atenção a diretriz do National Institute for Health and Clinical Excellence, «Feverish illness: assessment and initial management in children younger than 5 years»18, bem como seu guia de referência rápida, disponíveis em http://www.nice.org.uk/CG047,

  • Crianças com febre não devem ser despidas ou muito agasalhadas.
  • Caso a criança febril sinta frio, deve ser protegida com um cobertor27.
  • O ambiente deve ser bem ventilado; a criança pode ficar ao ar livre, sem exposição direta ao sol12.
  • Líquidos de qualquer natureza devem ser oferecidos com frequência e insistência gentil, de acordo com o gosto e a tolerância da criança.

A oferta de comida deve respeitar a aceitação natural; lembrar que drogas antipiréticas não melhoram o apetite4,12. Esponjar o corpo com água tépida pode reduzir temporariamente a temperatura do corpo, mas causa mais desconforto, arrepios e tremores do que qualquer benefício13,18,21.

Tal prática só está indicada em casos de temperatura acima de 41°C, sempre meia hora depois da administração de antipirético27. Banhos com álcool misturado à água são sempre contraindicados4,7,18. PELO USO DE ANTIPIRÉTICOS APOIADO EM EVIDÊNCIAS A decisão do pediatra de prescrever medicação antipirética de ser bem pesada, levando em conta os contrapontos da Tabela 2, mas principalmente que a prescrição leviana de tais drogas indica preocupação (que os leigos não percebem como infundada) com riscos apenas presumidos da febre, promovendo um sentido de busca exagerada pela normotermia4,11,21.

Quem opta por prescrever antitérmicos conta com a justificativa do devido respeito pelas crenças e desejos dos pais, além do fato de que, apesar da febre aumentar as funções imunológicas, não há estudos em humanos que tenham demonstrado de modo convincente que o uso dessas drogas em infecções comuns virais ou bacterianas traga riscos clinicamente relevantes.7 Drogas antipiréticas não devem ser utilizadas com o objetivo de reduzir a temperatura em si em crianças que pareçam estar se sentindo bem.

  • Devem ser reservadas para crianças com desconforto físico ou dor4,7,10.
  • Drogas antipiréticas não previnem convulsões febris e não devem ser usadas com esse objetivo18,22.
  • Há um consenso de que antipiréticos devem ser reservados para febres acima de 38,2°C, mas principalmente para minimizar o desconforto; lembrar que crianças não costumam manifestar desconforto com temperaturas inferiores a 39,5°C7,27.

Ao optar por prescrever um antitérmico, o pediatra deve informar os pais explicitamente que a medicação não diminuirá a temperatura até o nível normal e não impedirá que picos febris se repitam por vários dias, enquanto a infecção durar, sob pena de ser procurado novamente porque «o remédio não baixou a febre»6,12.

  • Drogas antipiréticas devem sempre ser usadas em regime de monoterapia, não superpondo ou intercalando drogas diferentes4,7,10-13,17,21,22.
  • Contudo, se a criança não responde a uma opção, pode se usar uma alternativa18.
  • Evitar doses de ataque maiores do que aquelas recomendadas, pois não têm efeito antipirético mais rápido ou superior4.

As três drogas antipiréticas consideradas efetivas (embora causem reduções térmicas da ordem de 1 a 2°C, de relevância clínica marginal) e igualmente seguras são o acetaminofeno (ou paracetamol), a dipirona (ou metamizol) e o ibuprofeno. Estudos em humanos indicam eficácia analgésica e antipirética similar entre as duas últimas, ambas mais eficazes do que a primeira28-30. Quando Considerado Febre SOBRE A ALTERNÂNCIA DE ANTITÉRMICOS A prática de combinar drogas antipiréticas simultânea ou alternadamente, embora desaconselhada pelos especialistas4,11- 18, é bastante popular entre profissionais de saúde e cuidadores7,19,20. A revisão criteriosa da literatura revela apenas seis estudos randomizados que compararam diversos modos de combinação de acetaminofeno e ibuprofeno com monoterapia.

  1. Em dois estudos, compararam-se monoterapia com ibuprofeno e acetaminofeno e a administração simultânea de ambas as drogas31,32.
  2. Verificaram que a combinação seria marginalmente superior ao acetaminofeno e não mais efetiva do que o ibuprofeno sozinho.
  3. Porém, ambos os estudos tinham problemas de validade, seleção de amostra e aferição de temperatura além de duas horas.
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Os autores de um dos estudos concluíram pela não recomendação da combinação de drogas31. Três estudos mostraram superioridade da alternância de acetaminofeno e ibuprofeno em relação a ambas as drogas isoladas33-35. Além de problemas de validade e tamanho das amostras, houve vieses causados por doses inadequadas e as diferenças médias da redução de temperatura, ainda que estatisticamente significativas, eram clinicamente insignificantes, não passando de 1°C.

Neste grupo, os autores de dois estudos concluíram pela não recomendação da alternância33,35. Um estudo mais recente mostrou que tanto a administração simultânea como alternada de acetaminofeno e ibuprofeno teria efeito antipirético mais prolongado do que o ibuprofeno sozinho, mas – de novo – a magnitude da redução da temperatura não passava de 1°C, além de não haver diferença nas primeiras quatro horas36.

Além das diferenças clinicamente desprezíveis, as maiores críticas aos regimes de drogas combinadas apontam o risco nefrotoxicidade e de erros de dosagem por confusão dos cuidadores4. Sobretudo, segundo Edward Purssell, estudos como os descritos acima podem ser lidos sem cuidado e usados por aqueles que não entendem os riscos e benefícios de tal abordagem para apoiar um tratamento que não é necessário, para um sintoma que na verdade não precisa de tratamento, nas mãos de pessoas que têm uma chance relativamente alta de fazer o tratamento errado.

  • Com essas ressalvas em mente, sugere que os médicos devem continuar a seguir as principais diretrizes de especialistas e aconselhar os pais a usar somente uma droga antipirética por vez15.
  • CONTROLE DA FEBRE: QUANDO, COMO E POR QUÊ Em síntese, prevalece a recomendação da Organização Mundial da Saúde, feita há quase 20 anos, de que pais e profissionais de saúde não devem – como ocorre com frequência – administrar antipiréticos de maneira automática a todas as crianças com febre.

Ao contrário, para evitar que os danos do tratamento não sobrepujem os benefícios, é preciso um olhar criterioso e apoiado nas melhores evidências científicas. Cabe ao profissional educar convincentemente o cuidador – e, a seu tempo, a própria criança – no sentido de que o controle da febre consiste de ações reflexivas (ponderadas) e não reflexas (involuntárias); isto é, contempla não só quando e como, mas principalmente por quê. Quando Considerado Febre REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1. Payne JF. Thomas Sydenham. London, T. Fisher Unwin, 1900. apud Kramer MS, Naimark L, Leduc DG. Parental fever phobia and its correlates. Pediatrics.1985;75(6):1110-3.2. Hill E. Parents stricken with «Fever Phobia». CBS News.2011; February 28, 2011 5:31 AM.Acesso: 01/05/2011.

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Fax: 55-51-3331-7435 E-mail: [email protected] *Este artigo é uma adaptação autorizada da seguinte publicação: Blank D. Uso de antitérmicos: quando e como. Rev Amrigs.2011;55(2supl):12-16.

É normal ter 35 graus de temperatura?

10 Fevereiro 2020 – A febre, caracterizada pelo aumento da temperatura corporal para indicar que algo não vai bem no organismo, é velha conhecida de todas as famílias, afinal desde as primeiras vacinas nos recém-nascidos, ela costuma aparecer. Geralmente quando ela surge, já é um sinal de alerta.

Mas, quando a temperatura do corpo cai abaixo de 35 º C ocorre a hipotermia, condição que requer tanta atenção quanto a febre. Em condições normais, nosso organismo tem a temperatura estável na média de 37º C. Quando despenca para 35 º C ou menos, ou seja, quando o corpo perde mais calor do que produz, há impactos fisiológicos, entre eles a diminuição do ritmo cardíaco e o abrandamento dos processos neurológicos.

Geralmente quando uma pessoa se encontra nessa condição, os principais sintomas são pele fria e pálida, tremores, dificuldade para respirar, movimentos lentos, confusão mental, diminuição da pulsação e sonolência. A hipotermia faz com que a velocidade dos batimentos cardíacos diminua e por isso é perigosa, pois o coração pode parar.