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Quanto Custa Uma SessO De Quiropraxia?

Quanto custa uma consulta com um quiropraxista?

Quiropraxia preço – O valor de uma sessão de quiropraxia pode variar entre R $100 (cem reais) e R $300 (trezentos reais), uma vez que a primeira sessão do tratamento pode ter uma valor superior por causa da avaliação. As seguintes consultas podem variar de preço, levando em conta as diversas formas de abordagens que podem ser realizadas.

Qual a média de uma sessão de quiropraxia?

Dói? Não dói nada! Pelo contrário, os movimentos de ajuste causam alívio e sensação de bem-estar. Muitos clientes com dores de cabeça relatam alívio imediato. Demora? A primeira sessão leva em média 1 hora, para que seja feita a anamnese do paciente, se fale dos hábitos, dores, etc.

As sessões seguintes levam cerca de 40 minutos. Espia aí no vídeo como é a rotina de uma sessão: Vivaquiro Quiropraxia – Institucional – YouTube Vivaquiro Quiropraxia 6 subscribers Vivaquiro Quiropraxia – Institucional Vivaquiro Quiropraxia Search Watch later Share Copy link Info Shopping Tap to unmute If playback doesn’t begin shortly, try restarting your device.

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Quantas sessões de quiropraxia tem que fazer?

Em quanto tempo a quiropraxia faz efeito? – Cada tratamento pode ter uma duração diferente, de acordo com o objetivo dado pelo diagnóstico. Pelo diagnóstico ser individual, pode ser que você precise de apenas 6 ou mais de 15 sessões. Tudo depende da situação.

Quais são os benefícios da quiropraxia?

As abordagens da Quiropraxia, ao realinharem a coluna vertebral e promoverem manobras nas articulações, aliviam a tensão muscular e a pressão sanguínea no local. Os resultados trazem alívio da dor e resgate da mobilidade e normalidade dos movimentos pelo paciente.

Qual médico indica quiropraxia?

Como é o curso de graduação em Quiropraxia? – Agora que você entendeu um pouco o que é quiropraxia e quais tratamento o quiropraxista realiza, chegou o momento de saber sobre o curso para ser um não é mesmo? Para você se tornar um quiropraxista, podendo diagnosticar e prescrever tratamentos aos pacientes, é preciso que você tenha uma formação de nível superior.

Assim, a quiropraxia é um curso de nível superior que possui uma grade bem extensa em ciências biomédicas, métodos diagnósticos e prática clínica. É importante destacar que os quiropraxistas são os profissionais com graduação em quiropraxia ou então fisioterapeutas que se especializaram na área. O curso de quiropraxia possui autorização e é reconhecido pelo MEC desde o ano 2005.

No decorrer do curso, o estudante vai se preparando para trabalhar com o alinhamento das vértebras da coluna, desde uma simples dor nas costas até problemas crônicos. Durante o decorrer dos semestres, ele passa por disciplinas teóricas, tais como a anatomia humana, o que inclui todos os sistemas e aparelhos.

O que é quiropraxia na coluna?

O que é quiropraxia? – A quiropraxia nada mais é do que o uso de técnicas para a manipulação articular da região da coluna vertebral, na qual são realizados trabalhos de correção e realinhamento do eixo principal do corpo humano, com o objetivo de reduzir o risco de lesões e diminuir dores.

A quiropraxia se dedica ao diagnóstico, tratamento e prevenção de problemas do sistema neuro-músculo-esquelético e outras estruturas responsáveis pelo movimento do corpo, bem como os efeitos destas alterações sobre a saúde em geral. A quiropraxia é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) desde 2005, e é uma vertente da medicina alternativa que atua no tratamento e prevenção de problemas do sistema neuro-esquelético.

O tratamento quiroprático oferece uma solução completa para problemas ligados às articulações, dor na coluna, músculos, tendões, nervos e outras estruturas fundamentais do nosso corpo. Promove relaxamento e bem-estar ligados à contratura de origem de estresse ou ansiedade,

Qual a idade mínima para fazer quiropraxia?

6 Dúvidas sobre a Quiropraxia – Ana Andreis Quiropraxia Como é um tratamento novo no Brasil, muitas pessoas tem dúvidas sobre a Quiropraxia. Separamos as perguntas mais pertinentes sobre o assunto e respondemos para você.1. O que é a Quiropraxia? A Quiropraxia é uma profissão na área de saúde que se dedica ao diagnóstico, tratamento e prevenção de problemas do sistema neuro-músculo-esquelético, ou seja, ao tratamento de problemas das articulações, músculos, tendões, nervos e outras estruturas, bem como os efeitos destas alterações sobre a saúde em geral.2.

  1. Quais os principais problemas tratados pela Quiropraxia? Dores na coluna lombar, hérnia de disco, dor ciática, dores no pescoço, dores de cabeça, tensão muscular, restrições a movimentação e dores nas articulações do ombro, cotovelo, joelho, tornozelo e pé.3.
  2. Qual a causa desses problemas? As atividades comuns do dia a dia, os movimentos repetitivos e posturas viciosas podem fazer com que as articulações do nosso corpo, principalmente da coluna vertebral, percam seu alinhamento ou movimento normal.

Isto é chamado de disfunção articular ou complexo de subluxação vertebral. Com o tempo, estas alterações podem afetar as vértebras, músculos e a função do nervo que passa entre as vértebras, além de poder levar a alterações degenerativas como a osteoartrose, por exemplo.4.

Qual a idade ideal para o tratamento? Pessoas de todas as idades podem se beneficiar do tratamento com a Quiropraxia desde recém-nascido até pessoas de idade bastante avançada. O tratamento, entretanto, é adequado a cada paciente com o emprego de técnicas específicas para cada idade.5. Como é feito o tratamento? O tratamento é feito com dois objetivos: corrigir e previnir problemas articulares.

Tendo sido feito o diagnóstico, é definido um plano de tratamento apropriado a cada condição. Existem diversas técnicas que foram desenvolvidas para restaurar a movimentação articular. O ajustamento, quando indicado, é muito específico e indolor. Com isto, normalmente, observa-se uma diminuição importante da dor, relaxamento muscular, aumento da mobilidade e restauração da função articular.

  • Técnicas específicas para o tratamento das alterações musculares, como Trigger Points (ou «pontos gatilhos») podem ser empregadas.6.
  • Quais são os riscos? Como todo método terapêutico, os tratamentos realizados pelos quiropraxistas tem indicações e contra-indicações precisas.
  • Quando realizados por profissionais qualificados os riscos são extremamente reduzidos.

Ao procurar um quiropraxista certifique-se que ele/ela possua uma formação compatível com os padrões preconizados internacionalmente. Ana Carolina Andreis Formada na Universidade Feevale, estudou 5 anos para ser Quiropraxista. Gaúcha, está atualmente em Cascavel no Paraná ajudando as pessoas a terem melhor qualidade de vida : 6 Dúvidas sobre a Quiropraxia – Ana Andreis Quiropraxia

Como funciona A primeira sessão de quiropraxia?

Primeira sessão de quiropraxia – Muitas pessoas ainda desconhecem a quiropraxia e como são realizadas as sessões. Vale ressaltar que os ajustes têm como objetivo contribuir com a saúde da coluna, minimizando as subluxações vertebrais e contribuindo com o bem-estar do indivíduo.

  • Os ajustes quiropráticos são realizados por meio de movimentos feitos com as mãos ou com aparelhos, dependendo do problema que está em tratamento.
  • Na primeira sessão é feita uma avaliação completa, momento em que o profissional realiza alguns testes ortopédicos, neurológicos e quiropráticos.
  • Dependendo do caso, o especialista também pode pedir exames de imagem como raio-x, ressonância magnética e tomografia.

Após os resultados, o quiropraxista planeja a sequência de tratamento, que é dividido em três partes: alívio da dor, estabilização e manutenção. As sessões são pensadas da seguinte maneira: redução do processo inflamatório (dor), restauração das funções do corpo, tolerância ao estresse externo e manutenção do bom funcionamento do organismo.

  • O tratamento é individualizado, ou seja, o profissional pensa no melhor para cada paciente.
  • O número de sessões a serem realizadas variam conforme o tratamento indicado pelo profissional.
  • As visitas à clínica podem ser marcadas de 1 a 3 vezes por semana e o intervalo entre as sessões será definido pelo profissional.

Dependendo do tratamento, o especialista pode solicitar o uso de compressas na região e a prática de alguns exercícios. É importante ressaltar que o paciente pode procurar por um quiropraxista diretamente, sem o encaminhamento de um médico. O especialista será responsável por avaliar a saúde do indivíduo e decidir se as dores podem ser solucionadas pelos ajustes.

Tem algum risco fazer quiropraxia?

De forma geral, a quiropraxia não é contraindicada.

Quando não fazer quiropraxia?

OMS tem lista de contraindicações absolutas para tratamento quiroprático Inácio Shibata • Jun 30, 2021 A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou em 2005 um manual intitulado «Diretrizes da OMS sobre treinamento básico e segurança em quiropraxia» que traz uma lista de patologias com contraindicações absolutas e relativas para o tratamento quiroprático.

Entre os objetivos do documento, está a de revisar as contraindicações a fim de minimizar o risco de acidentes no tratamento quiroprático, aconselhar sobre o manejo de complicações ocorridas durante o tratamento e promover a prática segura da Quiropraxia. Veja abaixo a lista de contraindicações absolutas segundo a OMS: 1.

anomalias como hipoplasia de antro, instabilidade do odontoide etc.3. tumor da medula espinhal 4. infecção aguda, como osteomielite, discite séptica e tuberculose da coluna 6. hematomas, sejam da medula espinhal ou intracanalicular 8. hérnia de disco franca com sinais de acompanhamento de progressão do déficit neurológico 9.

invaginação basilar da coluna cervical superior 10. Malformação de Arnold ‐ Chiari da coluna cervical superior 11. deslocamento vertebral 12. tipos agressivos de tumores benignos, como um cisto ósseo aneurismático, tumor de células gigantes, osteoblastoma ou osteoma osteóide 13. dispositivos de fixação / estabilização interna 14.

doença neoplásica do músculo ou outro tecido mole 15. sinais positivos de Kernig ou Lhermitte 16. hipermobilidade congênita generalizada 17. sinais ou padrões de instabilidade 19. hidrocefalia de etiologia desconhecida 21. síndrome da cauda equina São consideradas contraindicações relativas ao tratamento quiroprático:

Hipermobilidade articular e circunstâncias em que a estabilidade da articulação é incerta; Desmineralização severa do osso; Tumores ósseos benignos (coluna); Distúrbios hemorrágicos e terapia anticoagulante; e Radiculopatia com sinais neurológicos progressivos.

https://www.cms.gov/Regulations-and-Guidance/Guidance/Transmittals/downloads/r23bp.pdf https://apps.who.int/iris/bitstream/handle/10665/43352/9241593717_por.pdf?sequence=5&isAllowed=yunLyHJd8WP5jviv-Z6BGX/view?fbclid=IwAR2Xi80AwavIo-advVpUbpB2_g3SDiGNKlXT1Zb5HXtdQnuC9rwkMrwVN-w : OMS tem lista de contraindicações absolutas para tratamento quiroprático

Qual o melhor momento para fazer quiropraxia?

O que pode ser tratado com a quiropraxia? – A quiropraxia pode ser usada tanto para tratar quanto para prevenir problemas relacionados ao desalinhamento da coluna vertebral, que podem ser ocasionados por diversos fatores: má postura, passar muito tempo sentado ou em pé e até estresse e ansiedade.

  • Problemas como dores no ciático, pelve, pescoço, lombar, costas, quadril, ombros, braço e qualquer outro ligado ao sistema neuro-músculo-esquelético podem ser tratados por um quiroprático.
  • A seguir, conversaremos brevemente sobre alguns dos problemas que podem ser tratados com a ajuda da quiropraxia.
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Lembre-se, no entanto, que os tratamentos convencionais não devem ser deixados de lado, mas sim feitos em conjunto com essa técnica. Saiba mais.

O que a quiropraxia corrige?

A quiropraxia pode ser confundida com massagem e fisioterapia, porém, a técnica é bastante diferente e é utilizada para tratar e prevenir problemas corporais Muitas pessoas sofrem com dores na coluna, no pescoço e nas articulações, problemas posturais e fadiga muscular, principalmente, em tempos de home office e longas jornadas de trabalho em frente ao computador. Quanto Custa Uma SessO De Quiropraxia A quiropraxia pode ser aplicada de maneira alternativa e complementar na resolução dos seguintes casos:

Dores nos ombros; Dores no pescoço; Dores de cabeça; Dores nas costas; Hérnia de disco e dor ciática ; Tensão muscular; Problemas em articulações do ombro, cotovelo, joelho, tornozelo e outras; Correção de postura; Lesões ou acidentes variados; Fibromialgia; Dor lombar.

A palavra quiropraxia vem dos termos gregos «Quiro» (mãos) e «Praxis» (praticar), o que traduz a ideia de «praticar com as mãos», A técnica surgiu em 1895, nos Estados Unidos, a partir de Daniel David Palmer, um médico canadense entusiasta da medicina alternativa.

  1. Quando atendeu em seu consultório, uma pessoa que perdeu a audição após sentir um estalo nas costas.
  2. Para solucionar o problema, ele realizou exames complementares e manipulou a área.
  3. A partir disso, o doutor buscou outros pacientes que apresentavam diversos problemas que, inicialmente, não tinham relação com a coluna vertebral.

Mas, também sofriam com desconfortos na região, como no primeiro caso. Dica: Saiba como preservar a coluna durante o home office Palmer conseguiu estabelecer relações entre o alinhamento das vértebras e algumas doenças, desde então, a quiropraxia foi se aperfeiçoando.

E, a partir do diagnóstico e tratamento do sistema neuro-esquelético, promove o bem-estar dos pacientes. Os profissionais da quiropraxia, chamados de quiropratas, realizam uma série de análises e, principalmente, movimentos com as mãos para restaurar o alinhamento correto da coluna e outros locais do corpo.

Isso, permite que dores sejam aliviadas, pois a tensão muscular da região e a pressão arterial diminuem. Além de aumentar o fluxo sanguíneo e proporcionar uma sensação de bem-estar e relaxamento aos pacientes. Desde 2005, a quiropraxia é reconhecida pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e é uma vertente da medicina alternativa.

Quais hormônios à quiropraxia pode liberar?

Motivo 5 – Gerenciamento do estresse – O estresse é um problema comum na vida moderna e pode afetar negativamente a saúde física e mental. A quiropraxia não trata apenas o corpo; ela também pode ajudar a reduzir o estresse. A manipulação quiroprática pode liberar endorfinas, que são os «hormônios da felicidade», reduzindo assim os níveis de estresse e promovendo uma sensação geral de bem-estar.

Pode fazer quiropraxia com dor?

Para a especialista, a Quiropraxia foca na saúde como um todo e não está restrita às dores nas costas ou musculares/esqueléticas.

O que é melhor fisioterapia ou quiropraxia?

O que a Fisioterapia trata? – A fisioterapia atua no tratamento e na prevenção de lesões e doenças causadas por fraturas, má-formação e postura. Por mais que exista a Fisioterapia Quiropráxica como uma especialidade para fisioterapeutas, ela não proporciona as mesmas técnicas e vantagens que a Quiropraxia.

  1. Ambas fazem parte da área da saúde que visam o tratamento alternativo, sem uso de medicamentos e aparelhos, proporcionando experiências diferentes para o paciente.
  2. A Fisioterapia é focada na recuperação dos músculos, possibilitando a realização das atividades diárias, já a Quiropraxia visa a eliminação de dores que incomodam devido aos maus hábitos do dia a dia, se transformando em um estilo de vida para atingir uma qualidade de vida melhor.

É extremamente importante uma consulta com um profissional adequado para realizar o diagnóstico e assim, o paciente escolher o melhor tratamento, considerando as diferenças e especificações de ambos. A saúde da coluna é coisa séria, não deixe de verificar a origem das suas dores!

É normal sentir dor depois de uma sessão de quiropraxia?

O QUE DEVO ESPERAR APÓS O TRATAMENTO? – A maioria dos ajustes quiropráticos não são dolorosos. No entanto, é normal sentir uma dor leve a moderada nos primeiros dois dias após o tratamento devido a devolução dos movimentos gerada pelos ajustes. Caso não sinta dores, pode retornar à sua rotina habitual assim que sair do consultório.

Que Faculdade fazer para ser quiropraxia?

No Brasil, existem duas maneiras de você se tornar profissional na área. Uma delas é formar-se em fisioterapia e fazer uma especialização em quiropraxia. A outra, é fazer o curso de bacharel em quiropraxia.

Quem tem dor na lombar pode fazer quiropraxia?

Dor na região lombar: como a quiropraxia pode ajudar? As dores lombares estão entre as mais comuns na população brasileira. Aqui no consultório, recebo com muita frequência perguntas como: o que pode ser minha dor lombar? Qual a causa da minha dor nas costas? Qual é o tratamento mais adequado? A quiropraxia é indicada para dores que chegam ao nosso corpo pelo sistema neuro-músculo-esquelético. Quanto Custa Uma SessO De Quiropraxia – Sedentarismo : a falta de exercícios torna os músculos fracos nas costas e no abdômen. Assim, fica mais fácil de surgir a dor lombar. – Sobrepeso: como está sua alimentação? O excesso de peso corporal sobrecarrega as costas! – Doenças como artrite, câncer e até problemas no rim podem ocasionar a sensação de dor na lombar! – Levantamento de peso de forma incorreta : tome muito cuidado quando for erguer algo pesado do chão.

  1. Isso pode potencializar a lombalgia! – Hérnia de disco : uma das lesões mais comuns na região lombar, é a mais famosa causa de dores nas costas e alteração na sensibilidade da coxa, perna e pé.
  2. A localização mais comum da hérnia de disco lombar é no disco que fica entre a quarta e quinta vértebra lombar (L4/L5) e no disco que fica entre a quinta vértebra e o sacro (L5/S1).

– A dor lombar na gravidez é muito frequente e ocorre porque durante a gestação, há uma mudança no centro de gravidade da mulher devido ao crescimento da barriga. A fase mais difícil, devido ao tamanho da barriga, é o final da gestação. A boa notícia é que ela costuma desaparecer ou apresentar uma melhora significativa após o nascimento do bebê!

  • E o tratamento: por que posso contar com a quiropraxia para a dor lombar?
  • Assim como a quiropraxia serve para tratar problemas posturais como lordose, escoliose ou até mesmo promover o alinhamento corporal mais equilibrado e indicado para cada biotipo, a técnica é altamente indicada para dores na região lombar.
  • Não há como definir quantas sessões serão necessárias para cada paciente sem uma avaliação física, mas posso garantir que os benefícios começam a ser sentidos a partir da primeira consulta!

O mais importante é lembrar para que você não recorra à automedicação como primeiro passo. A dor lombar costuma ser de origem mecânica e, por isso, a quiropraxia tem a intenção de corrigir a causa do problema. Como isso acontece? Com os ajustes manuais e demais técnicas usadas pelo quiropraxista, por meio do alinhamento vertebral e a correção mecânica das vértebras, o paciente vivencia o alívio imediato e significativo.

  1. A proposta dos ajustes quiropráticos é a correção do problema, portanto, a solução pode demandar tempo, dependendo do grau de comprometimento das estruturas da coluna vertebral.
  2. Agende uma sessão e saiba mais sobre o assunto!
  3. Bruna Romagna Rossetti
  4. Quiropraxista – ABQ 0508
  5. Endereço: Rua Assis Brasil, 638/01
  6. Bento Gonçalves, RS
  7. Telefone: (54) 99601.0378

: Dor na região lombar: como a quiropraxia pode ajudar?

Pode fazer quiropraxia com dor na lombar?

DEVO VER UM QUIROPRAXISTA PARA MINHA DOR NAS COSTAS? – Sim. O tratamento quiroprático, além de ser muito eficaz para a grande maioria das dores na coluna também é muito conservador e não invasivo. Entre em contato com seu quiropraxista (Inscrito na Associação Brasileira de Quiropraxia – Orgão oficial no Brasil) hoje para obter mais informações ou agendar uma consulta.

Quem tem problema na coluna pode ir no quiropraxia?

A quiropraxia da coluna é um tratamento que vem se tornando cada vez mais comum devido à sua efetividade. Reconhecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS), a atividade é uma aliada poderosa no tratamento de dores de coluna e demais problemas relacionados às vértebras.

Como é uma consulta com quiropraxia?

Passo a passo da consulta – Cadastro e histórico Você preenche a ficha de cadastro de anamnese onde já começa a nos contar seu histórico. Entrevista com o Quiropraxista O Quiropraxista vai aprofundar tudo que escreveu na ficha, perguntando seu histórico de saúde, médico, medicações diárias, da dor, hábitos posturais, sono e outras perguntas para descobrir como melhorar suas queixas e qualidade de vida.

Exames de Imagem Nessa fase o Quiropraxista vai examinar os exames de imagem, como Raio-X, Ressonância Magnética, Tomografia, Ultrassonografia, vai lhe explicar detalhadamente seus exames, como caso de possíveis desvios da coluna, sinais de degeneração, vai entender o que são os famosos bicos de papagaio, artrose, o que pode fazer para melhorar sua postura, desgaste de ombro ou joelhos, bursites ou tendinites, se não possuir exames de imagem e o Quiropraxista achar necessário ele vai lhe recomendar a realização.

Exames físicos De acordo com a sua queixa e entrevista serão realizados testes como: exames biomecânicos, ortopédicos, neurológicos, de palpação, força muscular entre outros de acordo com a necessidade do seu caso. Ajuste Quiroprático Após toda a avaliação, você agora entende o que tem, sabe se seu caso pode ser tratado pela quiropraxia de forma segura e eficaz, assim começará seus primeiros ajustes.

  • Além dos ajustes caso necessário, serão utilizadas outras técnicas como: ART, FAKTR, Graston, Calor, Gelo e Kinesio Tape.
  • Após os ajustes você irá receber as informações de como seu corpo pode responder aos ajustes, recomendações para casa e trabalho como orientações sobre como melhorar sua postura no dia-dia.

Primeiro retorno o Quiropraxista vai saber como foi a primeira semana após seu primeiro ajuste, como seu corpo respondeu, com essas informações junto com as da primeira consulta o Quiropraxista vai lhe passar um plano de tratamento personalizado para você, você vai saber quantas sessões serão necessárias e qual a frequência que deve comparecer a clínica.

Qual o valor de uma cirurgia de coluna?

GESTÃO E ECONOMIA EM SAÚDE Redução do custo em cirurgia de coluna em um centro especializado de tratamento Dan Carai Maia Viola; Mario Lenza; Suze Luize Ferraz de Almeida; Oscar Fernando Pavão dos Santos; Miguel Cendoroglo Neto; Claudio Luiz Lottenberg; Mario Ferretti Hospital Israelita Albert Einstein, São Paulo, SP, Brasil Autor correspondente Autor correspondente: Mario Ferretti Avenida Albert Einstein, 627/701 – Morumbi CEP: 05651-901 – São Paulo, SP, Brasil E-mail: [email protected] RESUMO OBJETIVO: Comparar o custo estimado do tratamento de patologias da coluna aos verificados para esse tratamento dentro de um centro especializado.

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MÉTODOS: Foi realizada a avaliação dos custos médios de tratamento de 399 pacientes encaminhados por uma fonte pagadora para avaliação e tratamento no Centro de Referência de Tratamento da Coluna Vertebral do Hospital Israelita Albert Einstein. Todos os pacientes apresentavam indicação de tratamento cirúrgico antes de serem encaminhados para avaliação.

Do total de pacientes encaminhados, apenas 54 foram submetidos a tratamento cirúrgico e 112 a tratamento conservador com fisioterapia motora e acupuntura. Os custos dos dois tratamentos foram calculados com base em uma tabela previamente acordada de valores de reembolso para cada etapa do tratamento.

  • RESULTADOS: Os pacientes tratados de forma não cirúrgica apresentaram custo médio de tratamento de R$ 3.245,16, enquanto os pacientes tratados com cirurgia apresentaram custo médio de R$ 36.590,16.
  • O custo total estimado da coorte de pacientes tratados foi de R$ 2.339.326,09, o que representa uma diminuição de 158,5% em relação ao custo total projetado desses mesmos pacientes, caso fosse realizada a indicação inicial de tratamento.

CONCLUSÃO: O tratamento realizado dentro de um centro especializado em tratamento de patologias da coluna apresenta, globalmente, custos menores do que os observados regularmente. Descritores: Custos e análise de custo; Análise custo-eficiência; Coluna vertebral/cirurgia; Procedimentos ortopédicos INTRODUÇÃO As doenças que acometem a coluna vertebral são comuns e, na maioria das vezes, o tratamento conservador (utilizando reabilitação mecânica) apresenta bons resultados.

  1. Entretanto, quando há falha do tratamento conservador, um número expressivo de pacientes pode necessitar de intervenções cirúrgicas.
  2. O tratamento cirúrgico da coluna engloba um grande número de procedimentos, os quais utilizam recursos de forma variada.
  3. O termo «cirurgia de coluna» pode representar uma simples descompressão do canal medular (como por exemplo, uma microdiscectomia para hérnia de disco) ou até mesmo uma artrodese (fusão) de vários níveis da coluna.

O advento de novas tecnologias em equipamentos e implantes possibilita inovações na realização de procedimentos cirúrgicos. Por outro lado, essas inovações aumentam os custos das cirurgias, tornando-se um ponto de preocupação para os serviços de saúde públicos e privados do mundo todo.

  • Atualmente, não existe uma definição de custo-efetividade que justifique a utilização de tecnologias de alto custo para as cirurgias de coluna lombar (1),
  • Nos Estados Unidos, a discectomia lombar é o procedimento cirúrgico realizado mais frequentemente para pacientes com hérnias de disco sintomáticas (2),

A avaliação do custo-efetividade do tratamento cirúrgico da hérnia de disco é muito difícil, pois precisa levar em consideração a população que está sendo avaliada e o impacto social da doença na força de trabalho (custos indiretos) (3,4), Muitos governos, como o da Holanda, preconizam a diminuição dos custos indiretos para levar a uma redução substancial no custo do tratamento das moléstias da coluna vertebral (5),

Os diversos tipos de tratamento conservador, por meio de fisioterapia, também apresentam eficácia e custos diferentes. Para a lombalgia crônica, não existem grandes diferenças entre a eficácia da fisioterapia ambulatorial usual, da fisioterapia de estabilização vertebral e dos exercícios de Pilates – estes se mostraram mais custos-efetivos no controle da dor do que a fisioterapia tradicional (6),

Já quanto à utilização de fisioterapia intensiva ou protocolos regulares, também não há diferença no que diz respeito ao custo-efetividade dos tratamentos (7), A indicação de cirurgias de artrodese para as discopatias degenerativas ainda não apresenta evidência científica irrefutável.

Dessa forma, esse tipo de procedimento é constantemente questionado quanto ao seu custo-efetividade no tratamento da doença (8), OBJETIVO O objetivo deste estudo foi avaliar os custos do tratamento de doenças da coluna vertebral, de forma estimada, quando os mesmos são realizados dentro de um centro especializado de tratamento em comparação àqueles realizados usualmente no mercado de saúde.

MÉTODOS Foram avaliados os dados de 419 pacientes encaminhados para o Centro de Referência de Tratamento da Coluna Vertebral do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE), no período de 1º de maio de 2011 até 30 de abril de 2012. Todos os pacientes apresentavam indicação de tratamento cirúrgico e foram encaminhados, pelas fontes pagadoras, para uma avaliação de segunda opinião médica no HIAE.

  1. Os pacientes foram contatados pela fonte pagadora solicitando a avaliação de segunda opinião.
  2. Após esse contato, o hospital foi avisado sobre o quadro do paciente e entrou em contato com ele para agendar a consulta médica.
  3. Os dados utilizados não foram provenientes de prontuários, mas de formulários gerenciais e de controle do Programa de Especialidades do Aparelho Locomotor que gerencia o Centro de Referência de Tratamento da Coluna Vertebral do HIAE.

Foram utilizados, na confecção deste trabalho, o volume de pacientes atendidos em cada etapa do processo e os valores estimados de custo destes pacientes. Protocolo de tratamento Os protocolos de avaliações e tratamentos propostos para o Programa de Tratamento da Coluna Vertebral do HIAE tiveram início com duas consultas médicas, uma de um médico fisiatra e outra de um médico ortopedista.

Cada um dos médicos realizou sua avaliação de modo independente bem como sua indicação (tratamento conservador ou cirúrgico, com indicação de avaliação por um cirurgião de coluna da equipe HIAE). Os pacientes que apresentaram indicação divergente entre o ortopedista e o fisiatra foram encaminhados para avaliação do cirurgião.

Os pacientes com indicação de tratamento conservador (duas opiniões convergentes e independentes) foram informados de que, caso aceitassem a indicação, podiam realizar a reabilitação no centro de reabilitação do HIAE. Em nenhum momento das avaliações, os pacientes foram obrigados a aceitar o tratamento proposto e/ou migrar para tratar-se no HIAE.

O protocolo de reabilitação para doenças de coluna do HIAE foi desenhado com 20 sessões de fisioterapia motora (dois períodos de 10 sessões com uma consulta de reavaliação intermediária, focados em cinesioterapia e meios físicos analgésicos) e seis sessões de acupuntura (analgésica). De maio de 2011 até março de 2012, o atendimento era individualizado (um fisioterapeuta para cada paciente em sessões de 50 minutos).

Esse protocolo perdurou até março de 2012, quando, após várias avaliações do serviço, observou-se que havia ociosidade no processo. Desde então, as sessões de reabilitação são realizadas com um profissional de fisioterapia e dois pacientes concomitantes.

  1. Os pacientes que aceitam o tratamento também são encaminhados para realizar acupuntura, com efeito analgésico, em sessões de 50 minutos.
  2. No protocolo inicial de tratamento, os pacientes são reavaliados após a décima sessão de reabilitação pelo médico fisiatra.
  3. Caso evolua com melhora dos sintomas, o paciente é mantido no tratamento por mais 10 sessões.

Os pacientes que não apresentam melhora dos sintomas são encaminhados para avaliação de um cirurgião de coluna da equipe do HIAE. Considerou-se essa avaliação intermediária do tratamento uma questão de segurança ao paciente. Após o término da 20ª sessão de fisioterapia, o paciente pode estar sem sintomas (curado, recebe alta), com melhora parcial dos sintomas (dará continuidade em um centro de reabilitação da rede credenciada da fonte pagadora) ou com quadro inalterado (será encaminhado para avaliação de um cirurgião de coluna da equipe do HIAE).

Os pacientes com indicação de tratamento cirúrgico são encaminhados para avaliação de um dos sete cirurgiões referenciados de cirurgia de coluna do HIAE. Esse grupo de médicos foi formado por especialista em Ortopedia ou Neurocirurgia, escolhidos dentro do corpo clínico aberto do hospital, com base em sua experiência acadêmica, clínica e relacionamento com o hospital.

A escolha do cirurgião que vai receber o caso ocorre de modo randomizado. Protocolos de seguimento Todos os pacientes foram submetidos à avaliação funcional por meio de questionários padronizados. As avaliações ocorrem na primeira consulta, de forma presencial e ao final do primeiro, terceiro e sexto meses do tratamento, por meio de contatos telefônicos.

  1. Custos Os custos dos tratamentos (valores pagos pelas fontes pagadoras) foram estimados com base na soma dos custos de cada etapa dos tratamentos, a partir de valores previamente acordados entre o hospital e a fonte pagadora.
  2. Os custos foram calculados com base no protocolo completo de avaliações, porém, alguns pacientes não realizaram todos os processos de avaliação, o que pode superestimar os custos previstos.

Considerou-se que a informação com os valores exatos de custo individualizado de cada item da conta hospitalar, tanto dos hospitais como das operadoras, eram dados estratégicos e não acessíveis. Para fins de comparação, estimou-se que os custos médios no pool de hospitais de São Paulo apresentam valores semelhantes aos negociados entre o HIAE e a fonte pagadora, especialmente para esse projeto.

Para todos os pacientes, foram consideradas como custos do tratamento as consultas médicas iniciais do fisiatra e do ortopedista. Nos pacientes tratados de modo conservador, consideraram-se, de forma completa, 20 sessões de fisioterapia e 6 de acupuntura. Nem todos os pacientes realizaram o tratamento conservador completo, uma vez que muitos melhoravam durante o tratamento e recebiam alta.

Para a apuração do custo total, mesmo superestimando o custo dos tratamentos conservadores, considerou-se o tratamento proposto completo. Para os pacientes tratados cirurgicamente, utilizaram-se os valores diferenciados em cada procedimento. O procedimento de artrodese apresenta variação de custos, dependendo do número de níveis realizados e da topografia (cervical ou lombar).

  1. Para fins de cálculo, utilizou-se o valor médio cobrado para as artrodeses ( Tabela 1 ).
  2. Os dados referentes à indicação cirúrgica inicial nem sempre são precisos, estando, muitas vezes, categorizados de forma simples, como artrodese e rizotomia, sem fazer referência à quantidade de níveis.
  3. Dessa forma, observou-se um valor médio para esses procedimentos, o qual foi quantificado da mesma forma para os tratamentos dentro e fora do HIAE.

Descrição da amostra Do total de 419 pacientes encaminhados pela fonte pagadora, somente 399 compareceram para consulta de primeira avaliação. Após a primeira avaliação com médico ortopedista e médico fisiatra, 218 pacientes, que apresentavam moléstias de provável etiologia cirúrgica, foram encaminhados para atendimento por um cirurgião de coluna da equipe do HIAE e 181 pacientes foram encaminhados para tratamento conservador.

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Dentre os pacientes encaminhados para tratamento conservador, 96 realizaram o tratamento no centro de reabilitação do HIAE, 16 realizaram a reabilitação fora do HIAE e 69 pacientes não aceitaram o tratamento proposto ou foram excluídos do programa de tratamento pela fonte pagadora. Quanto aos 218 pacientes encaminhados para avaliação de um cirurgião da equipe HIAE, 56 não aceitaram realizar a avaliação no HIAE e 162 passaram em consulta médica.

Após a avaliação com cirurgião do HIAE, 103 pacientes tiveram indicação de tratamento cirúrgico, enquanto 41 pacientes foram encaminhados para tratamento conservador (somente 16 o realizaram no HIAE); os demais 18 pacientes não aceitaram o tratamento proposto ou foram excluídos do programa.

Dos 103 pacientes com indicação de tratamento cirúrgico, 54 foram submetidos ao procedimento cirúrgico no HIAE e 49 foram submetidos ao tratamento fora do HIAE (retornaram ao médico que previamente lhes prestava assistência). A tabela 2 mostra a segmentação dos pacientes conforme o tipo e o local do tratamento.

Dos 419 pacientes com indicação cirúrgica inicial, somente 103 foram tratados de forma cirúrgica. O custo do tratamento para esses pacientes foi estruturado conforme a composição da tabela 1, sendo considerada a soma dos seguintes valores: custo da consulta médica com ortopedista e fisiatra (iniciais), custo da consulta médica de avaliação inicial do cirurgião de coluna e custo da cirurgia realizada.

  1. Para os 153 pacientes tratados de forma conservadora, o custo de tratamento foi estruturado também com base na tabela 1, representando o custo do tratamento conservador.
  2. RESULTADOS Os pacientes tratados de modo conservador (n=153) representaram uma redução de 36,5% no volume de cirurgias em relação à proposta inicial (n=419).

A figura 1 mostra os pacientes que aceitaram o tratamento proposto pela equipe do HIAE (n=256), divididos pelo tipo de tratamento realizado e pelo local em que realizaram o tratamento. Os pacientes tratados de modo cirúrgico no HIAE (n=54) apresentaram um custo total estimado de R$ 1.975.868,49, com custo médio por paciente tratado de R$ 36.590,16.

  • A mesma coorte de pacientes, caso mantida a indicação cirúrgica inicial, representaria um custo total de R$ 2.419.760,54, com custo médio de R$ 44.810,38 por paciente tratado.
  • Nesse grupo de pacientes, a redução do custo com o tratamento realizado foi de 22,5%, em comparação à proposta inicial de tratamento.

Os pacientes tratados de modo conservador no HIAE (n=112) apresentaram um custo total estimado de R$ 363.457,60, com custo médio por paciente tratado de R$ 3.245,16. A mesma coorte de pacientes, caso mantida a indicação cirúrgica inicial, apresentaria um custo total de R$ 3.627.275,99, com custo médio de R$ 38.588,04 por paciente tratado.

Dessa forma, observou-se que o tratamento proposto no HIAE trouxe um gasto para a fonte pagadora 1.089% menor do que o custo do tratamento proposto inicialmente. O custo total estimado do tratamento realizado no HIAE foi de R$ 2.339.326,09, valor que se contrapõe ao custo inicial estimado dessa mesma coorte de pacientes em R$ 6.047.036,52, o que representa redução em 158,5% do valor que seria gasto caso o tratamento fosse realizado do modo inicialmente proposto.

A tabela 3 demonstra o custo do tratamento realizado e do tratamento proposto inicialmente para os pacientes tratados no HIAE. A figura 2 mostra a projeção do custo por paciente tratado, conforme a indicação inicial e conforme o tratamento proposto no HIAE, para os pacientes tratados no HIAE (n=166).

DISCUSSÃO A organização de um centro especializado para o tratamento de coluna vertebral certamente contribui para redução nas indicações de cirurgia. Dentro de uma estrutura organizacional, com fluxos e processos bem definidos, os médicos assistentes têm a segurança de que, se houver falha no tratamento conservador, o paciente é resgatado e um novo tratamento pode ser proposto rapidamente.

Além disso, a dupla avaliação inicial (ortopedista, com perfil cirúrgico e fisiatra, com perfil conservador) permite a discussão precoce sobre o quadro do paciente e um encaminhamento focado em opiniões de profissionais distintos. Esse tipo de estrutura se contrapõe ao sistema tradicionalmente utilizado no Brasil, no qual um médico atende o paciente de forma isolada no consultório, o encaminha para fisioterapia (que, muitas vezes, fica distante vários quilômetros) e, por uma série de razões estruturais, a reavaliação só ocorre após vários dias.

  1. A criação de centros especializados no tratamento da coluna deveria levar à especialização com maior eficiência.
  2. Won et al.
  3. 9), entretanto, observaram que, em alguns centros especializados, há aumento dos custos, sem que necessariamente haja melhoria nos tratamentos.
  4. Isso ocorre, principalmente, pela utilização de métodos diagnósticos e de tratamento mais sofisticados (e mais caros).

Isso confronta com os dados deste trabalho, pois a utilização do centro especializado propiciou uma redução no número de cirurgias e, consequentemente, no custo final do tratamento. Essa diferença de resultados deve estar relacionada ao fato de que houve grande variabilidade no tratamento indicado pelo centro aqui observado em relação à indicação inicial de tratamento.

  1. As indicações e os custos das cirurgias de coluna estão com altas taxas de crescimento, sem necessariamente representar melhoria nos resultados.
  2. Rihn et al.
  3. 10) consideraram que a atual padronização dos tratamentos e a mudança nos métodos de diagnóstico e nas medidas de avaliação do seguimento clínico podem melhorar os resultados e os custos dos tratamentos.

A criação do centro especializado que foi observado baseou-se nesses princípios e precocemente revelou diminuição nos custos de tratamento. Esse exemplo também pode ser aplicado para outras patologias de coluna, não somente as degenerativas. Os pacientes com lesões medulares traumáticas, quando tratados em centros especializados, apresentam evolução muito mais favorável, com menor morbimortalidade, menor tempo de internação e menores taxas de complicação em relação aos tratados por equipes em centros não especializados (11,12),

  • Para as doenças de alta complexidade, o tratamento em centros especializados pode trazer melhor adesão do paciente aos protocolos de reabilitação, permitir um controle mais próximo de todos os pacientes e intervenções mais rápidas, caso a evolução não seja como a prevista.
  • Para o tratamento de moléstias da coluna vertebral, o HIAE optou por montar um centro especializado, com foco na qualidade que a especialização de toda a equipe pode agregar ao processo.

O manejo do tratamento fisioterápico para lombalgia aguda ou relacionada à atividade por meio de protocolos baseados em classificações, em vez do tratamento pautado em manuais de conduta e experiência individual, mostrou ser mais barato e trazer melhores resultados clínicos (13),

Tal constatação ressalta a ideia de que os centros com maior organização do serviço têm condições de promover tratamentos mais baratos e com melhores resultados para os pacientes (7), Os pacientes com hérnia de disco geralmente apresentam indicação de reabilitação antes do tratamento cirúrgico. Daffner et al.

(14) avaliaram os custos do tratamento conservador, desde do diagnóstico até os métodos terapêuticos, em pacientes no qual esse tratamento falhou, sendo necessário o tratamento cirúrgico. Os autores encontraram custos médios de US$ 3,445.00 para o tratamento conservador realizado antes da discectomia.

Apesar desse valor não ser diretamente comparável aos nossos (em razão de momentos econômicos diferentes e situações de mercado diferentes), concorda-se com os autores que o tratamento conservador deve sempre ser tentado antes do cirúrgico. Custos relativamente baixos do tratamento conservador (quando comparado aos tratamentos cirúrgicos) justificam sua utilização, pois podem levar à melhoria dos sintomas em muitos pacientes.

As cirurgias de estenose cervical, por outro lado, apresentam custo-efetividade baixo nos dois primeiros anos pós-operatórios. As cirurgias de artrodese cervical apresentam custos muito superiores àquelas de descompressão simples, sem apresentar alterações significativas no Quality-Adjusted Life Year (QALY) (15),

  • A indicação de artrodese deve sempre ser baseada na instabilidade (primária ou gerada pela descompressão) que há no segmento acometido.
  • Observa-se que um grande número de pacientes tratados cirurgicamente no HIAE apresentava indicação prévia de artrodese e, após a avaliação, foram submetidos à descompressão simples, impactando no custo do tratamento.

O custo líquido do tratamento cirúrgico é confirmado como maior do que o não cirúrgico, principalmente quando comparado com os dois primeiros anos de tratamento. Entretanto, pacientes em regime de tratamento conservador persistente, especialmente com diagnóstico de espondilolistese degenerativa e hérnia de disco, podem apresentar custos de longo prazo semelhantes ou até mesmo maiores do que os pacientes cirúrgicos (16,),

  1. Dessa forma, observa-se que, no tratamento realizado em um centro especializado, a indicação cirúrgica precisa e a reavaliação constante do paciente em tratamento conservador são passos fundamentais para determinar as reduções de custo no tratamento de doenças de coluna.
  2. CONCLUSÃO Existe, na literatura, uma pequena quantidade de artigos relacionados aos custos de cirurgia de coluna.

Mais frequentemente encontram-se avaliações de custo-efetividade e de custo-utilidade dos tratamentos, porém não há referências, em larga escala, sobre a comparação dos custos de tratamento conservador e cirúrgico. A análise destes dados permitiu observar que, ao se atender os pacientes dentro de um cento especializado, houve maior indicação de tratamento conservador e, consequentemente, redução no custo final do tratamento.

  • Observou-se que o assunto necessita ser mais bem estudado, pois a padronização das indicações de tratamento possibilitaria comparar melhor os custos entre diferentes centros.
  • AGRADECIMENTOS Agradecemos o setor de Economia da Saude e a célula de seguimento clínico ( Outcomes ) do HIAE pelo auxílio no gerenciamento dos pacientes do centro de excelência no tratamento de doenças da coluna.

Data de submissão: 30/6/2012 Data de aceite: 17/2/2013 Conflitos de interesse: não há. Trabalho realizado no Hospital Israelita Albert Einstein, São Paulo, SP, Brasil.

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