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Quanto Tempo Dura Os Sintomas Da Meningite?

Quanto tempo duram os sintomas da meningite?

A meningite dura cerca de vinte dias e pode deixar seqüelas.

Quando desconfiar de meningite?

Como diferenciar os sintomas de meningite e da gripe? – Qual a diferença dos sintomas da meningite e da gripe? É importante saber que apresentar de compartilharem alguns sintomas em comum, são doenças completamente distintas. O vírus da Influenza afeta as vias respiratórias e causa sintomas como tosse, coriza e cansaço.

No caso da meningite, a inflamação provoca dores de cabeça e vômitos intensos, além da rigidez no pescoço. O quadro da doença também se desenvolve muito mais rápido, em cerca de 24 horas. Em alguns casos, a pessoa com meningite também pode apresentar sintomas neurológicos, como perda de consciência, por exemplo.

Portanto, é importante conhecer os sinais e sintomas de meningite para saber diferenciar de uma gripe comum.

Como se inicia a meningite?

A meningite é uma inflamação das meninges, que são as três membranas que envolvem o cérebro e protegem o encéfalo, a medula espinhal e outras partes do sistema nervoso central. É causada, principalmente, por bactérias ou vírus; mais raramente, pode ser provocada por fungos ou pelo bacilo de Koch, causador da tuberculose.

Em princípio, pessoas de qualquer idade podem contrair meningite, mas as crianças menores de 5 anos são mais atingidas. Transmissão : Em geral, a transmissão é de pessoa para pessoa, através das vias respiratórias, por gotículas e secreções do nariz e da garganta. Também ocorre transmissão através da ingestão de água e alimentos contaminados e contato com fezes.

Na meningite bacteriana algumas bactérias se espalham de uma pessoa para outra por meio das vias respiratórias, por gotículas e secreções do nariz e da garganta; outras bactérias podem se espalhar por meio dos alimentos. Na meningite viral, a transmissão depende do tipo de vírus, podendo ocorrer contaminação fecal-oral, por contato próximo (tocar ou apertar as mãos) com uma pessoa infectada; tocar em objetos ou superfícies que contenham o vírus e depois tocar nos olhos, nariz ou boca antes de lavar as mãos; trocar fraldas de uma pessoa infectada; beber água ou comer alimentos crus que contenham o vírus.

  • Alguns vírus (arbovírus) são transmitidos pela picada de mosquitos contaminados.
  • Sintomas: As meningites provocadas por vírus costumam ser mais leves e os sintomas se parecem com os das gripes e resfriados.
  • A doença ocorre, principalmente, entre as crianças, que têm febre, dor de cabeça, um pouco de rigidez da nuca, falta de apetite, irritação.

Meningites bacterianas são mais graves e em pouco tempo os sintomas aparecem: febre alta, mal-estar, vômitos, dor forte de cabeça e no pescoço, dificuldade para encostar o queixo no peito e, às vezes, manchas vermelhas espalhadas pelo corpo. Esse é um sinal de que a infecção está se alastrando rapidamente pelo sangue e o risco de infecção generalizada aumenta muito.

  1. Nos bebês pode-se também observar: – moleira tensa ou elevada; – gemido quando tocado; – inquietação com choro agudo; – rigidez corporal com movimentos involuntários, ou corpo «mole», largado.
  2. Tratamento : Após a avaliação médica e a realização de exames, o tratamento será indicado de acordo com o agente causador da infecção.

Não há tratamento específico para a meningite viral e, como acontece com outras viroses, se resolve sozinha, podendo ser utilizados medicamentos que tratem apenas dos sintomas, como dor e febre. Meningites bacterianas são mais graves e devem ser tratadas imediatamente, em ambiente hospitalar.

  1. Prevenção : As vacinas estão disponíveis para prevenção das principais causas de meningite bacteriana.
  2. O Programa Nacional de Imunização disponibiliza as seguintes vacinas no Calendário de Vacinação da Criança: – Vacina meningocócica C (Conjugada): protege contra a doença meningocócica causada pelo sorogrupo C; – Vacina pneumocócica 10-valente (conjugada): protege contra as doenças invasivas causadas pelo Streptococcus pneumoniae, incluindo meningite; – Pentavalente: protege contra as doenças invasivas causadas pelo Haemophilus influenzae sorotipo B, como meningite, e também contra a difteria, tétano, coqueluche e hepatite B.

Observações aos pais e responsáveis : – estejam atentos aos sinais e sintomas, principalmente em crianças menores de 5 anos; – procurem imediatamente um médico para um diagnóstico seguro e tratamento eficiente; – se a criança tiver febre alta, não o mande para a escola.

Procure um médico para saber o motivo da febre; – avisem a escola se a criança estiver com meningite confirmada; – após a alta do paciente não existe mais perigo de contaminação, portanto essas crianças não precisam ser evitadas ou discriminadas, voltando normalmente a frequentar a escola; – não há necessidade de fechar escolas ou creches quando ocorre um caso de meningite entre os alunos, professores ou funcionários da escola, pois o meningococo (em caso de meningite meningocócica) não sobrevive no ar ou nos objetos; – a limpeza e a higiene devem ser as habituais.

Não há necessidade de inutilizar ou desinfetar objetos de uso pessoal do doente. IMPORTANTE: Somente médicos e cirurgiões-dentistas devidamente habilitados podem diagnosticar doenças, indicar tratamentos e receitar remédios. As informações disponíveis em Dicas em Saúde possuem apenas caráter educativo.

Como fazer o teste de meningite em casa?

Sintomas da Meningite Infantil – Seu filho possui TDAH? Marque sua Consulta com um Neuropediatra. Um teste caseiro para tentar determinar se uma criança pode estar com meningite é pedir para que ela encoste o queixo no peito. Se não conseguir ou parecer difícil demais, vá para um hospital o quanto antes.

Febre; Dor de cabeça ;Náuseas e vômitos;Aversão à luz;Pescoço rígido;Manchas vermelhas ou arroxeadas na pele;Prostração que não melhora quando a febre baixa;Movimentos estranhos do corpo (convulsões).

Lembre-se: Não é preciso ter todos esses sintomas para desconfiar de meningite. No caso da meningococcemia ou da sepse, nem sempre uma característica mais fácil de distinguir, como o pescoço rígido, chega a aparecer. É preciso ficar atento aos seguintes sintomas:

Febre com mãos e pés frios;Palidez anormal ou excessiva; coloração azulada ou cinzenta em torno dos lábios e extremidades das mãos e dos pés;Forte dor nas pernas, que impede a criança de ficar de pé;Variações no estado de consciência: agitação ou letargia que pareçam estranhas;Manchinhas vermelhas ou arroxeadas na pele;Calafrios;Respiração rápida ou irregular.

Quanto tempo leva para meningite fazer efeito?

Tecidos que revestem o cérebro – No crânio, o cérebro é revestido por três camadas de tecido chamadas de meninges. Quando as bactérias invadem as meninges e o espaço subaracnóideo, o sistema imunológico acaba por reagir aos invasores, e as células imunológicas se juntam para defender o corpo contra eles. O resultado é inflamação—meningite—que pode causar complicações, tais como:

Coágulos sanguíneos: se grave, a inflamação pode se espalhar para os vasos sanguíneos no cérebro e causar a formação de coágulos, por vezes resultando em acidente vascular cerebral. Inchaço no cérebro (edema cerebral): a inflamação pode danificar o tecido do cérebro, causando inchaço e pequenas áreas de sangramento. Aumento da pressão no crânio (pressão intracraniana): o inchaço grave pode aumentar a pressão no crânio, causando deslocamento de partes do cérebro. Se essas partes forem pressionadas pelas pequenas aberturas nos tecidos que separam o cérebro em compartimentos, isso resulta em um distúrbio com risco de morte chamado herniação do cérebro Herniação: O cérebro sob pressão, Excesso de líquido no cérebro: o cérebro produz continuamente líquido cefalorraquidiano. A infecção pode bloquear o seu fluxo pelos espaços dentro do cérebro (ventrículos) e fora do cérebro. O líquido pode se acumular nos ventrículos, fazendo com que eles aumentem (um distúrbio denominado hidrocefalia). À medida que o excesso de líquido se acumula, pode exercer pressão no cérebro.

Tipos diferentes de bactérias podem causar meningite. As bactérias com maior probabilidade de serem a causa depende de:

Idade das pessoas Como adquiriram a meningite (a rota) O quanto o sistema imunológico é forte

A meningite bacteriana aguda pode se desenvolver em bebês e crianças, principalmente em áreas geográficas onde as crianças não são vacinadas. À medida que as pessoas envelhecem, a meningite bacteriana aguda torna-se mais comum. Em bebês e crianças novas, as causas mais comuns da meningite bacteriana são:

Estreptococos grupo B, principalmente Streptococcus agalactiae Listeria monocytogenes

Em bebês com mais idade, crianças e jovens adultos, as causas mais comuns são: Neisseria meningitidis por vezes causa uma infecção rápida e grave chamada meningite meningocócica, resultando em coma e morte em algumas horas. Essa infecção ocorre comumente quando a bactéria de uma infecção do trato respiratório superior entra na corrente sanguínea.

  • A meningite meningocócica é altamente contagiosa.
  • Podem ocorrer pequenas epidemias de meningite meningocócica entre pessoas que vivem nas proximidades, como ocorre em quartéis militares e dormitórios estudantis.
  • A Neisseria meningitidis se torna menos comum com a idade.
  • O Haemophilus influenzae tipo B é agora uma causa rara de meningite nos Estados Unidos e Europa Ocidental porque a maioria das crianças é vacinada contra esta bactéria.

Porém, em áreas onde a vacina não é amplamente usada, essas bactérias são uma causa comum, particularmente em crianças com idade de 2 meses a 6 anos. Em adultos de meia-idade e mais idosos, a causa mais comum é: À medida que as pessoas envelhecem, o sistema imunológico enfraquece, aumentando o risco de meningite devido a outras bactérias, tais como Listeria monocytogenes, E.

Quando a bactéria se espalha pela corrente sanguínea, de uma infecção de outra parte do corpo (a rota mais comum) Quando a bactéria se espalha das meninges de outra infecção na cabeça, tal como sinusite ou infecção de ouvido (muitas vezes causada pelo Streptococcus pneumoniae ) Após uma ferida penetrar o crânio ou as meninges (muitas vezes causada pelo Staphylococcus aureus ) Quando a cirurgia é feita no cérebro ou medula espinhal (muitas vezes causada pela bactéria Gram-negativa) Quando é colocado um dreno no cérebro para diminuir a pressão no crânio e este dreno fica infectado

Ter qualquer um dos quadros clínicos acima aumenta o risco de desenvolver meningite bacteriana. Que bactérias têm probabilidade de causar a meningite depende de o sistema imunológico estar normal ou enfraquecido. Os quadros clínicos que enfraquecem o sistema imunológico aumentam o risco de desenvolvimento de meningite bacteriana.

Problemas na produção de anticorpos (que ajudam o corpo a combater infecção) ou retirada do baço: Streptococcus pneumoniae ou, menos frequentemente, Neisseria meningitidis, que pode causar uma forma de meningite rápida e grave Quimioterapia recente para câncer: Pseudomonas aeruginosa ou bactérias Gram-negativas como E. coli

Em bebês muito novos (principalmente em bebês prematuros) e pessoas mais idosas, certas partes do sistema imunológico podem ficar fracas, aumentando o risco de meningite devido a Listeria monocytogenes, Os sintomas de meningite bacteriana aguda variam por idade. Em recém-nascidos e bebês, os sintomas precoces geralmente não sugerem uma causa específica. Mais frequentemente, os sintomas incluem:

Temperatura corporal alta ou baixa Problemas de alimentação Vômitos Irritabilidade, como inquietação ou choro excessivos que continuam ou pioram após serem confortados e acariciados pela mãe ou cuidador Aperto dos lábios, mastigação involuntária, olhar para direções diferentes, ou ficar manco periodicamente (um tipo de convulsão) Lentidão ou indiferença (letargia) Um choro agudo que é incomum para o bebê

Ao contrário de crianças mais velhas e adultos, a maioria dos recém-nascidos e bebês não apresenta pescoço rígido. Se a meningite se tornar grave, as regiões moles entre os ossos do crânio (chamadas fontanelas), que estão presentes em bebês antes dos ossos do crânio se fecharem, podem criar saliência devido ao aumento de pressão no crânio.

  • Na maioria das crianças e adultos, a meningite bacteriana começa com sintomas que pioram lentamente por 3 a 5 dias.
  • Esses sintomas podem incluir uma sensação de mal-estar geral, febre, irritabilidade e vômito.
  • Algumas pessoas apresentam dor de garganta, tosse e entupimento do nariz.
  • Esses sintomas vagos podem ser parecidos aos de uma infecção viral.

Sintomas iniciais que sugerem meningite incluem, especificamente:

Febre Dor de cabeça Pescoço rígido (geralmente) Confusão ou estado de alerta menor Sensibilidade à luz

O pescoço rígido devido à meningite é mais do que apenas uma sensibilidade. Tentar abaixar o queixo em direção ao peito causa dor e pode ser impossível. Mover a cabeça em outras direções não é tão difícil. Contudo, algumas pessoas não apresentam pescoço rígido e algumas apresentam dor nas costas.

Algumas pessoas apresentam sintomas de acidente vascular cerebral, incluindo paralisia. Algumas pessoas têm convulsões. À medida que a infecção progride, as crianças e os adultos podem ficar cada vez mais irritáveis, confusos e depois sonolentos. Elas podem, então, ficar em um estado de indiferença (sem resposta) e necessitar de um estímulo forte para despertar.

Esse estado mental é chamado de estupor. Os adultos podem adoecer gravemente em 24 horas e as crianças mais cedo. A meningite pode causar coma e morte dentro de horas. A meningite bacteriana é uma das poucas doenças em que uma pessoa jovem anteriormente saudável pode dormir com sintomas leves e nunca mais acordar.

Em crianças mais velhas e adultos, tal morte rápida muitas vezes resulta do inchaço do cérebro. Na meningite meningocócica, a corrente sanguínea e muitos outros órgãos são, muitas vezes, infectados. A infecção na corrente sanguínea (chamada meningococemia) pode se tornar grave em algumas horas e podem se formar coágulos sanguíneos.

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Como resultado, as áreas dos tecidos podem morrer e pode ocorrer sangramento sob a pele, causando uma erupção cutânea roxa avermelhada de minúsculos pontos ou manchas maiores. Pode ocorrer sangramento no aparelho digestivo e outros órgãos. As pessoas podem vomitar sangue ou evacuar fezes com sangue ou de cor negra.

Sem tratamento, a pressão arterial diminui, levando ao choque e à morte. Geralmente, o sangramento ocorre nas glândulas adrenais, que param de funcionar, piorando o choque. Esse distúrbio, chamado síndrome de Waterhouse-Friderichsen, muitas vezes é fatal, a menos que seja tratado imediatamente. Em algumas situações, os sintomas de meningite bacteriana são muito mais leves do que o normal, dificultando o reconhecimento da doença por parte dos médicos.

Os sintomas são mais leves do que em pessoas sendo tratadas com antibióticos por outra razão. Por exemplo, elas podem ser tratadas para outra infecção (tal como infecção do ouvido ou garganta) quando a meningite se desenvolve, ou a meningite prematura pode ser confundida com outra infecção e ser tratada com antibióticos.

Os sintomas também podem ser mais leves em pessoas com o sistema imunológico debilitado devido ao uso de medicamentos ou a distúrbios que suprimem o sistema imunológico (como AIDS), em pessoas com transtorno relacionado ao uso de álcool e em pessoas muito idosas. No caso de pessoas muito idosas, o único sintoma pode ser a confusão.

Se a meningite bacteriana se desenvolver após uma cirurgia no cérebro ou na medula espinhal, os sintomas muitas vezes levam dias para se desenvolverem.

Punção lombar e análise do líquido cefalorraquidiano

Se uma criança de 2 anos ou menos apresentar uma febre e o pai ou mãe perceberem que a criança está inexplicavelmente irritável ou sonolenta, eles deverão chamar imediatamente um médico, principalmente se os sintomas não cessarem após uma dose adequada de paracetamol. As crianças precisam de atenção imediata, geralmente em um departamento de emergência, se acontecer um dos seguintes:

Estiverem cada vez mais irritáveis ou excepcionalmente sonolentas Tiverem temperatura corporal baixa Recusarem-se a comer Ter convulsões Desenvolverem um pescoço rígido

Os adultos necessitam de assistência médica imediata, se acontecer um dos seguintes:

Cefaleia e rigidez no pescoço, sobretudo se tiverem febre Confusão ou estado de alerta menor Lentidão ou indiferença Convulsões Erupção cutânea com febre ou pescoço rígido

Durante o exame físico, os médicos procuram sinais indicativos de meningite, principalmente rigidez do pescoço. Eles também procuram uma erupção cutânea, especialmente em crianças, adolescentes e jovens adultos e outros sintomas que possam sugerir uma causa.

  • Os médicos podem suspeitar fortemente de meningite bacteriana com base nos sintomas e resultados do exame, mas são necessários testes para confirmar o diagnóstico e identificar a bactéria específica que a está causando.
  • Assim que os médicos suspeitam de meningite bacteriana, eles coletam uma amostra de sangue para cultivo (cultura) em laboratório e análise.

Em seguida, eles começam imediatamente o tratamento com antibióticos e corticosteroides, sem esperar pelos resultados de testes, porque a meningite pode progredir rapidamente. Uma vez iniciado o tratamento, os médicos fazem rapidamente uma punção lombar Punção lombar, se parecer seguro, para confirmar o diagnóstico. Porém, se suspeitarem que a pressão dentro do crânio aumentou muito (por exemplo, por um abscesso, tumor ou outra massa no cérebro), pode ser feita primeiramente uma tomografia computadorizada (TC) ou ressonância nuclear magnética (RM) para verificar a presença de tais massas. Depois que a pressão dentro do crânio for reduzida ou se nenhuma massa for detectada, é feita uma punção lombar, e os médicos ajustam o tratamento, se necessário, após obterem os resultados. Durante a punção lombar, é introduzida uma agulha fina entre as vértebras na parte inferior da coluna vertebral, com o objetivo de obter uma amostra de líquido cefalorraquidiano.

Exame atento do líquido cefalorraquidiano: O líquido normalmente é límpido, mas pode estar turvo em pessoas com meningite. Medição da pressão no espaço subaracnóideo (que contém o líquido cefalorraquidiano) antes de colher o líquido cefalorraquidiano: A pressão arterial é geralmente elevada na meningite. Análise do líquido cefalorraquidiano em um laboratório: Os níveis de glicose e proteínas e a quantidade e o tipo de glóbulos brancos no líquido são determinados. Essas informações ajudam os médicos a diagnosticar a meningite e a distinguir entre meningite bacteriana e viral. Exame do líquido cefalorraquidiano ao microscópio para detectar e identificar as bactérias. Uma coloração especial (coloração de Gram) é usada para mostrar as bactérias mais nitidamente e ajudar a identificá-las. Outros exames

Podem ser usados outros testes para identificar rapidamente certos tipos de bactérias, como a Neisseria meningitidis e Streptococcus pneumoniae, Alguns desses testes identificam bactérias específicas ao detectar proteínas específicas (antígenos) na superfície da bactéria.

  1. A técnica de reação em cadeia de polimerase (PCR), que produz várias cópias de um gene, pode ser usada para identificar a sequência exclusiva de DNA da bactéria.
  2. Alguns testes podem analisar rapidamente grandes trechos de material genético.
  3. Esses testes podem identificar micro-organismos no líquido cefalorraquidiano que, do contrário, não seriam detectáveis.

No entanto, estes testes nem sempre estão disponíveis. É feita a cultura do líquido cefalorraquidiano (para fazer a bactéria crescer). A cultura ajuda os médicos a determinar se há bactérias presentes e, se houver, quais são elas e quais os antibióticos que podem ser mais eficazes.

  1. Os resultados da cultura levam 24 horas ou mais.
  2. Se a cultura ou outros testes detectarem bactérias no líquido cefalorraquidiano, a meningite bacteriana é confirmada.
  3. Até que a causa da meningite seja confirmada, outros testes podem ser realizados usando amostras de líquido cefalorraquidiano ou sangue para verificar a presença de vírus, fungos, células cancerígenas e outras substâncias que os testes de rotina não identificam.

O teste para vírus do herpes simples Diagnóstico A infecção causada pelo vírus do herpes simples provoca o aparecimento recorrente de bolhas pequenas, dolorosas e cheias de líquido na pele, boca, lábios (herpes labial), olhos ou órgãos genitais. leia mais, que pode infectar o cérebro (causando encefalite Encefalite A encefalite é a inflamação do cérebro que ocorre quando um vírus infecta diretamente o cérebro ou quando um vírus, uma vacina ou outra coisa ativa a inflamação. A medula espinhal também pode.

  1. Leia mais ), é particularmente importante.
  2. Os médicos também obtêm amostras de sangue, urina e muco do nariz e da garganta.
  3. Em pessoas com erupção cutânea, eles podem usar uma pequena agulha para remover líquido e tecido por baixo da pele, onde a erupção cutânea se encontra.
  4. Essas amostras são cultivadas e examinadas ao microscópio para verificar a presença de bactérias.

Com tratamento precoce, a maioria das pessoas com meningite se recupera bem. Mas quando o tratamento é postergado, é mais provável a ocorrência de dano cerebral ou do nervo permanente, ou até a morte, sobretudo nas crianças muito pequenas ou nas pessoas com mais de 60 anos.

Para crianças com menos de 19 anos: reduzidas, de até 3%, mas frequentemente mais altas Para adultos Para adultos com mais de 60 anos: de até 37% Para pessoas com meningite decorrente de Staphylococcus aureus e não adquirida em um hospital (adquirida na comunidade): cerca de 43%

Em algumas pessoas, as convulsões resultantes da meningite requerem tratamento durante toda a vida. As pessoas que tiveram meningite podem ter problemas como comprometimento mental permanente, problemas de memória ou concentração, dificuldades de aprendizagem, problemas comportamentais, paralisia, visão dupla e perda parcial ou completa da audição. ) são geralmente colocadas em isolamento até que a infecção seja controlada e elas não possam mais propagar a infecção, geralmente por cerca de 24 horas. Estão disponíveis vacinas para várias formas de meningite bacteriana. Os familiares, o pessoal médico e qualquer pessoa que esteja em contato próximo com pessoas com meningite meningocócica devem receber um antibiótico (como rifampicina ou ciprofloxacino tomado por via oral ou ceftriaxona tomada por injeção), como medida preventiva.

Antibióticos Dexametasona (um corticosteroide) Reposição de líquidos

Visto que a meningite bacteriana aguda pode levar ao dano permanente do cérebro ou nervo, ou à morte dentro de horas, o tratamento deve ser iniciado de imediato, sem esperar os resultados dos exames diagnósticos, e muitas vezes antes de ser feita a punção lombar.

  • Neste ponto, os médicos não sabem qual a bactéria específica envolvida e, assim, não podem saber quais os antibióticos mais eficazes.
  • Dessa forma, eles escolhem os antibióticos indicados para as bactérias com maior probabilidade de serem a causa da infecção, e, geralmente, usam dois ou mais antibióticos que são eficazes contra muitas bactérias.

Os antibióticos são administrados por via intravenosa. Além disso, como a inflamação do cérebro ( encefalite Encefalite A encefalite é a inflamação do cérebro que ocorre quando um vírus infecta diretamente o cérebro ou quando um vírus, uma vacina ou outra coisa ativa a inflamação.

  1. A medula espinhal também pode.
  2. Leia mais ) devido ao herpesvírus pode parecer meningite bacteriana, muitas vezes é dado um medicamento antiviral que é eficaz contra esse vírus.
  3. Uma vez identificado e testado o organismo que causa a infecção, geralmente uma espécie específica de bactéria, os antibióticos são mudados para aqueles mais eficazes contra o tal organismo e os antibióticos e medicamentos antivirais desnecessários são interrompidos.

A dexametasona (um corticosteroide) é administrada para controlar o inchaço no cérebro. Ela é administrada imediatamente antes ou ao mesmo tempo em que a primeira dose de antibiótico porque o inchaço pode piorar à medida que os antibióticos destroem a bactéria.

  • A dexametasona é mantida por 4 dias.
  • A dexametasona pode também reduzir a pressão no crânio.
  • Se as adrenais estiverem danificadas (como ocorre na síndrome de Waterhouse-Friderichsen), a dexametasona ou outro corticosteroide podem substituir os corticosteroides normalmente produzidos por essas glândulas.

Os líquidos perdidos devido à febre, à sudorese, ao vômito e à falta de apetite são repostos, geralmente administrados por via intravenosa. Como a meningite bacteriana muitas vezes afeta muitos órgãos e causa sérias complicações, as pessoas são geralmente internadas na unidade de terapia intensiva.

Convulsões: são administradas. Choque: podem ser administrados líquidos suplementares e, por vezes, medicamentos (por via intravenosa) para aumentar a pressão arterial e tratar o choque Hipotensão arterial e choque, como pode acontecer na síndrome de Waterhouse­-Friderichsen. Aumento perigoso da pressão no crânio (hipertensão intracraniana): A cabeceira da cama é elevada e são usados corticosteroides para reduzir a pressão no crânio. Se a pressão tiver de ser baixada rapidamente, é usada ventilação mecânica. A ventilação mecânica diminui a quantidade de dióxido de carbono no sangue e, assim, reduz rapidamente, mas de forma breve, a pressão no líquido cefalorraquidiano. Além disso, pode ser administrado manitol por via intravenosa. O manitol faz com que líquidos no cérebro passem para a corrente sanguínea e, por conseguinte, reduz a pressão dentro do crânio. A pressão dentro do crânio pode ser monitorada com a ajuda de um pequeno tubo (cateter) conectado a um medidor. O cateter é introduzido por um orifício minúsculo perfurado no crânio. O cateter é utilizado para remover o líquido cefalorraquidiano, reduzindo a pressão quando necessário.

É possível estar com meningite e não ter febre?

O sinal mais comum de meningite é febre alta, presente em mais de 95% dos pacientes. Nos pacientes idosos, pode não haver febre, mas sim hipotermia, com temperatura axilar abaixo dos 36ºC. Outro sinal frequentemente presente é a rigidez de nuca, que ocorre em cerca de 90% dos casos.

Como descartar suspeita de meningite?

22/04/2019 às 12:00 | última atualização em 30/11/2020 às 20:02 – ATUALIZAÇÃO 22/4 – 12h Informamos que um novo exame PCR (exame para detectar material genético) foi realizado na criança e obteve resultado positivo para bactéria Neisseria meningitidis, conforme laudo emitido pela Fundação Ezequiel Dias (FUNED).

A criança, que se encontra hospitalizada, evolui estável com melhora clínica. Importante ressaltar que todas as medidas de vigilância foram tomadas, tais como: acompanhamento da criança, avaliação do histórico vacinal, profilaxia dos contatos íntimos e vigilância de novos casos. Informamos, ainda, que não há notificações de outros casos relacionados, por isso não há situação de surto ou epidemia da doença em Nova Lima.

EVOLUÇÃO DO CASO 06/04: Início dos sintomas 07/04: Atendimento médico no HNSL – transferência ao Hospital João Paulo II 08/04: Coleta de exames: PCR e 1º amostra de sangue 09/04: Realização de Tomografia de Crânio com laudo sem alterações 10/04:

Resultado do exame de sangue – laudo negativo Coleta de líquor (coloração de GRAM, Cultura e Látex) – devido à gravidade do quadro clínico a amostra só pode ser coletada neste dia;

Coleta da 2º amostra de sangue Início do protocolo de Febre Hemorrágica (pesquisa para identificar as seguintes doenças: Febre Amarela, Dengue, Febre Maculosa, Hantavírus e Leptospirose)

12/04:

Resultado do exame de líquor (coloração de GRAM, Cultura e Látex) com laudo negativo Resultado da 2º amostra de sangue – laudo negativo

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13/04: Realização de nova Tomografia de Crânio com laudo sem alterações 15/04: Resultado do PCR – laudo positivo com isolamento da bactéria Neisseria meningitidis – ATUALIZAÇÃO 12/4 – 16h Informamos que a criança que se encontra hospitalizada com suspeita de meningite evolui com melhora clínica e possibilidade de alta do CTI.

Em 10/04/2019, foi realizada a coleta de líquor (líquido que envolve o sistema nervoso, para identificar o tipo do agente infeccioso envolvido) e exame de soro (sangue) ambos com resultados negativos para a doença, conforme laudo emitido pela Fundação Ezequiel Dias (FUNED). Desta forma, esclarecemos que os principais exames encontram-se com resultados negativos, o que afasta a possibilidade da doença meningocócica como a causa da internação.

Vale a pena ressaltar que não há notificações de outros casos relacionados, por isso não há situação de surto ou epidemia da doença em Nova Lima. – ATUALIZAÇÃO 12/4 – 11h Informamos que a criança que se encontra hospitalizada com suspeita de meningite evolui com melhora clínica e possibilidade de alta do CTI.

Em 10/04/2019 foi realizada a coleta de líquor (líquido que envolve o sistema nervoso, para identificar o tipo do agente infeccioso envolvido) o qual encontra-se em andamento e o resultado do exame de soro (sangue) foi negativo para a doença. A confirmação da doença é realizada através do exame de sangue e líquor com identificação do agente infeccioso envolvido.

Desta forma, esclarecemos que não há a confirmação se o agente causador é realmente a bactéria meningococo, sendo assim o caso continua sendo uma suspeita. Vale a pena ressaltar que não há notificações de outros casos relacionados, por isso não há situação de surto ou epidemia da doença em Nova Lima.

PUBLICAÇÃO 10/4 No dia 7 de abril, houve a notificação de um caso suspeito de meningite em Nova Lima de um aluno da Escola Municipal Florie Wanderley Dias. Além dos cuidados dispensados à criança, que se encontra hospitalizada, medidas de precaução e orientações necessárias foram realizadas por parte do Setor de Vigilância Epidemiológica.

Como providências imediata realizou-se a observação do cartão de vacina da criança na Policlínica, constatando assim que a criança foi submetida a três doses da vacina Meningo C, o que comprova que o cartão da criança está em dia. Prevenção direta Foram também realizadas ações na escola, como conferência de cartão de vacina de todas as crianças da turma e a pesagem das crianças para distribuição da medicação (1 comprimido de antibacteriano a cada 12h por 2 dias) de todos o alunos da sala, professora e familiares próximos de forma preventiva.

O que é Meningite? Meningite é uma infecção que se instala principalmente quando uma bactéria ou vírus, por alguma razão, consegue vencer as defesas do organismo e ataca as meninges, três membranas que envolvem e protegem o encéfalo, a medula espinhal e outras partes do sistema nervoso central. Há dois tipos de meningite: virais e bacterianas.

Sendo a bacteriana a mais grave e deve ser tratada imediatamente. Os principais agentes causadores da doença são as bactérias meningococos, pneumococos e hemófilos, transmitidas pelas vias respiratórias ou associadas a quadros infecciosos de ouvido, por exemplo.

Em pouco tempo, os sintomas aparecem: febre alta, mal-estar, vômitos, dor forte de cabeça e no pescoço, dificuldade para encostar o queixo no peito e, às vezes, manchas vermelhas espalhadas pelo corpo. O diagnóstico baseia-se na avaliação clínica do paciente e no exame do líquor, líquido que envolve o sistema nervoso, para identificar o tipo do agente infeccioso envolvido.

Se houver suspeita de meningite bacteriana, é fundamental introduzir os medicamentos adequados, antes mesmo de saírem os resultados do exame laboratorial. Vacinação A vacina contra o Haemophilus influenzae tipo B (presentes na vacina Pentavalente, recebidas aos 2, 4 e 6 meses de idade) também protege contra a meningite e faz parte do calendário oficial de vacinação.

  1. Desde 2011, a vacina conjugada contra meningite por meningococo C faz parte do Calendário Básico de Imunização.
  2. O esquema de vacinação obedece aos seguintes critérios: uma dose deve ser aplicada aos três meses; outra, aos cinco meses e a dose de reforço, aos doze meses.
  3. As crianças que em 2011 estavam fora da faixa etária para receber a vacina vão receber dose única quando completar 11 anos até faltando 01 dia para completar 15 anos.

Se ela não foi vacinada ainda (exemplo: 13 anos) ou se tiver dúvida, indicamos que leve o cartão de vacina nas Salas de Vacinação para conferência do mesmo e aplicação se necessário. Importante Cuidados com a higiene são fundamentais na prevenção das meningites.

O que pode ser confundido com meningite?

Os sintomas de meningite podem ser confundidos com os de outras condições, como a gripe. Por isso, neste artigo, vamos explicar tudo o que você precisa saber sobre a condição e como diferenciá-la de doenças que causam um quadro similar. Continue lendo!

Onde é a dor da meningite?

Como diferenciar os sintomas de meningite e da gripe? – Qual a diferença dos sintomas da meningite e da gripe? É importante saber que apresentar de compartilharem alguns sintomas em comum, são doenças completamente distintas. O vírus da Influenza afeta as vias respiratórias e causa sintomas como tosse, coriza e cansaço.

No caso da meningite, a inflamação provoca dores de cabeça e vômitos intensos, além da rigidez no pescoço. O quadro da doença também se desenvolve muito mais rápido, em cerca de 24 horas. Em alguns casos, a pessoa com meningite também pode apresentar sintomas neurológicos, como perda de consciência, por exemplo.

Portanto, é importante conhecer os sinais e sintomas de meningite para saber diferenciar de uma gripe comum.

Que parte do corpo a meningite ataca?

Meningite É uma doença atinge o sistema nervoso, caracterizada por um processo inflamatório que atinge a membrana que envolve o cérebro e a medula espinhal das pessoas. Mais frequentemente é ocasionada por vírus ou bactéria. É importante pela severidade de alguns casos que podem evoluir a óbito ou a um dano no cérebro mais grave deixando sequelas.

  • O tipo de tratamento depende do agente que causa a doença: vírus, bactéria, fungos, parasitos, outros.
  • Nas meningites bacterianas é importante conhecer o tipo de bactéria envolvida de forma a possibilitar o tratamento correto.
  • Para isso é necessário realizar exames para confirmar a meningite.
  • Febre alta e persistente, dor de cabeça por vezes insuportável, dor na nuca podendo ocasionar rigidez no pescoço, vômitos, perda do apetite, sonolência, confusão mental, agitação, grande sensibilidade à luz.

Pode apresentar ainda manchas no corpo, diarréia, crises convulsivas, coma. As crianças normalmente permanecem quietas, pouco ativas. No caso das meningites bacterianas a evolução é muito rápida, podendo agravar em horas. O paciente necessita receber o antibiótico o mais rápido possível.

  • As meningites causadas por vírus são as mais frequentes.
  • Em geral é de menor gravidade, embora alguns vírus apresentam casos graves, por vezes fatais.
  • Normalmente evolui em 5 a 10 dias para a cura.
  • Raramente deixam sequelas.
  • É de suma importância proceder ao diagnóstico e tratamento precoce.
  • O paciente deve procurar o serviço de saúde, logo que apresentar os sintomas, pois no caso das meningites bacterianas, a introdução precoce do antibiótico reduz o risco de morte em 15%.

Para o diagnóstico é necessário realizar a coleta de liquido cefaloraquidiano e de sangue de forma a identificar a bactéria, vírus, fungo, ou seja o agente causador da doença. A doença se transmite de uma pessoa para outra pela tosse, espirro e pelas mãos sujas, no caso de alguns vírus, isto é, vias fecal-oral, oral-oral, respiratória.

Lavar as mãos frequentemente – ao chegar do trabalho, antes de preparar, servir ou comer alimentos: depois de usar o banheiro, após auxiliar uma criança a utilizar o banheiro, após trocar fralda, após assoar o nariz, tossir ou espirrar, proteger o nariz e a boca com o braço ao espirrar ou tossir. Não secar as mãos em toalhas úmidas. Em local coletivo utilizar de preferência toalhas descartáveis. Manter o ambiente limpo e arejado. Lavar e desinfetar as frutas e verduras. Limpar os reservatórios de água de abastecimento com solução clorada. Utilizar filtro ou bebedouro para água potável. Desinfetar filtros e bebedouros regularmente com água clorada. Separar os utensílios de uso individual, em especial das crianças.

: Meningite

Quem tem meningite consegue mexer o pescoço?

Além da dificuldade em abaixar a cabeça, movimentar o pescoço também é difícil e doloroso quando a meninge está inflamada. A dor de cabeça é outro sintoma comum de meningite.

Quanto tempo dura a dor de cabeça da meningite?

Febre, dor de cabeça, rigidez no pescoço e fadiga são comuns. A boa notícia é que a maioria dos casos de meningite viral é autolimitada, o que significa que os sintomas tendem a melhorar por conta própria em cerca de 7 a 10 dias.

Como é a dor no pescoço da meningite?

Sintomas A dor de cabeça e a rigidez na nuca podem ser sinal de meningite, entretanto, é preciso cuidado ao entender os sintomas. A dor na nuca pode ser confundida com um simples torcicolo ou dor na lombar e esses não têm ligação com o quadro.27/04/2022 | Autoria Neosa A meningite é uma infecção grave que, em 2019, atingiu aproximadamente 15.000 pessoas no Brasil. Ela é caracterizada por uma inflamação das camadas do tecido que envolvem o cérebro e a medula espinhal, chamadas meninges. Podem ter como sintomas: febre, dor de cabeça e rigidez na nuca.1,2 Essa rigidez na nuca pode causar um desconforto também nas costas, uma vez que ela faz com o que o pescoço fique estático e com dificuldade de locomoção.

Isso pode interferir na postura, o que tende a causar torcicolo e dores na lombar.1 Esse caso isolado de dor na lombar pode coincidir com os outros sintomas no quadro de meningite, mas é uma situação atípica. A dor na lombar possui outros motivos desencadeantes. O mais comum nessa doença é a dor no pescoço, na nuca e dores de cabeça,

Por isso, é muito importante entender cada caso e os tipos de dor para chegar ao diagnóstico correto.1,2

Quais as chances de cura da meningite?

Meningite meningocócica | Pfizer Brasil Home Sua Saúde Vacinas Meningite Meningocócica A meningite meningocócica, também chamada de doença meningocócica, é uma das formas mais graves da meningite bacteriana e pode levar à morte em menos de 24 horas. Em 2018, o Brasil registrou 1.072 casos da doença e 218 mortes.

Veja como diferenciar a meningite meningocócica dos outros tipos e se prevenir. O que é a meningite meningocócica? A meningite é uma inflamação nas meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal. Pode ser causada por vírus e bactérias ou, de forma menos comum, por fungos, parasitas, medicamentos e tumores.

A meningite meningocócica é uma infecção pela bactéria Neisseria meningitidis e pode atingir pessoas de qualquer faixa etária. A transmissão da doença meningocócica é feita por gotículas ou secreções do nariz e gargantas de pessoas contaminadas pela bactéria, ou seja, são necessários contato e convívio no mesmo ambiente.

Algumas pessoas podem apresentar e transmitir a bactéria sem estar doentes. Sintomas e sinais da meningite meningocócica Um dos grandes perigos no diagnóstico da meningite meningocócica é que seus sintomas e sinais iniciais podem ser confundidos com uma gripe muito forte ou dengue e, no momento do diagnóstico, a doença já está avançada.

A pessoa infectada apresenta os seguintes sintomas e sinais:

febre; rigidez na nuca; dor de cabeça; mal-estar; náusea e vômito; confusão mental; sensibilidade à luz; dores intensas ou dores nos músculos, articulações, peito ou barriga; manchas vermelhas na pele, parecidas com picadas; respiração rápida; calafrios.

A doença atinge o estágio grave, muitas vezes letal, entre 24 e 48 horas. Portanto, vá ao hospital assim que notar qualquer sintoma ou sinal. Diagnóstico da doença meningocócica A suspeita inicial é levantada pelo histórico e estado clínico da pessoa. A partir disso, o médico vai pedir a coleta de amostras de sangue e do liquor, um líquido presente na medula espinhal, para confirmar se há a doença e qual o tipo.

A identificação é importante para o médico saber como deve tratar a infecção. A meningite meningocócica tem cura? Por ter evolução rápida, a meningite meningocócica é imprevisível. Isso porque a proliferação das bactérias acontece rapidamente e, quando atinge o sangue, o corpo gera uma inflamação muito forte e tem uma queda brusca de pressão, entrando em choque.

Quanto mais cedo o tratamento no hospital for realizado, maior será a chance de cura. Porém, de 11% a 19% dos sobreviventes ficam com sequelas, que podem incluir perda de audição, amputação de membros, alterações neurológicas e cicatrizes na pele. Vacinação é a melhor forma de prevenir a meningite meningocócica Redes privadas – As vacinas estão disponíveis para os tipos A, B, C, W e Y da meningite meningocócica.

Como é administrada – Em duas doses, sendo a primeira aos 3 meses e a segunda aos 5 meses, mais uma dose de reforço aos 12 meses. Outros grupos que têm direito à vacinação na rede pública – Adolescentes, pessoas que não têm mais o baço, quem têm anemia falciforme, talassemia ou hepatite crônica e portadores de HIV/aids, entre outros.

Diferenças entre a meningite meningocócica e outros tipos de meningite A meningite meningocócica é um dos tipos de meningite causados por bactérias. Mas enquanto é altamente letal, as demais têm letalidade média. Já os tipos de meningite causados por vírus, fungos e parasitas têm baixa letalidade.

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Sintomas e sinais comuns a todos os tipos de meningite Sinais e sintomas específicos da meningite meningocócica

Febre; Rigidez na nuca; Dor de cabeça; Mal estar; Náusea e vômito; Confusão mental; Sensibilidade à luz.

Dores intensas nos músculos, articulações,peito ou barriga; manchas vermelhas na pele, parecidas com picadas; respiração rápida; calafrios.

Referências PP-PNA-BRA-0696 : Meningite meningocócica | Pfizer Brasil

Quanto tempo a meningite se agrava?

Meningite É uma doença atinge o sistema nervoso, caracterizada por um processo inflamatório que atinge a membrana que envolve o cérebro e a medula espinhal das pessoas. Mais frequentemente é ocasionada por vírus ou bactéria. É importante pela severidade de alguns casos que podem evoluir a óbito ou a um dano no cérebro mais grave deixando sequelas.

O tipo de tratamento depende do agente que causa a doença: vírus, bactéria, fungos, parasitos, outros. Nas meningites bacterianas é importante conhecer o tipo de bactéria envolvida de forma a possibilitar o tratamento correto. Para isso é necessário realizar exames para confirmar a meningite. Febre alta e persistente, dor de cabeça por vezes insuportável, dor na nuca podendo ocasionar rigidez no pescoço, vômitos, perda do apetite, sonolência, confusão mental, agitação, grande sensibilidade à luz.

Pode apresentar ainda manchas no corpo, diarréia, crises convulsivas, coma. As crianças normalmente permanecem quietas, pouco ativas. No caso das meningites bacterianas a evolução é muito rápida, podendo agravar em horas. O paciente necessita receber o antibiótico o mais rápido possível.

As meningites causadas por vírus são as mais frequentes. Em geral é de menor gravidade, embora alguns vírus apresentam casos graves, por vezes fatais. Normalmente evolui em 5 a 10 dias para a cura. Raramente deixam sequelas. É de suma importância proceder ao diagnóstico e tratamento precoce. O paciente deve procurar o serviço de saúde, logo que apresentar os sintomas, pois no caso das meningites bacterianas, a introdução precoce do antibiótico reduz o risco de morte em 15%.

Para o diagnóstico é necessário realizar a coleta de liquido cefaloraquidiano e de sangue de forma a identificar a bactéria, vírus, fungo, ou seja o agente causador da doença. A doença se transmite de uma pessoa para outra pela tosse, espirro e pelas mãos sujas, no caso de alguns vírus, isto é, vias fecal-oral, oral-oral, respiratória.

Lavar as mãos frequentemente – ao chegar do trabalho, antes de preparar, servir ou comer alimentos: depois de usar o banheiro, após auxiliar uma criança a utilizar o banheiro, após trocar fralda, após assoar o nariz, tossir ou espirrar, proteger o nariz e a boca com o braço ao espirrar ou tossir. Não secar as mãos em toalhas úmidas. Em local coletivo utilizar de preferência toalhas descartáveis. Manter o ambiente limpo e arejado. Lavar e desinfetar as frutas e verduras. Limpar os reservatórios de água de abastecimento com solução clorada. Utilizar filtro ou bebedouro para água potável. Desinfetar filtros e bebedouros regularmente com água clorada. Separar os utensílios de uso individual, em especial das crianças.

: Meningite

Qual é a meningite que mata rápido?

O tema do Dia Mundial da Meningite 2019 é «Vida após a meningite». A campanha se concentra nos efeitos posteriores da meningite, seja em caso de luto após perder alguém pela doença ou por administrar uma ampla gama de conseqüências após a doença. As principais mensagens da campanha de 2019 são: – meningite e septicemia podem ocorrer em questão de horas, mas os efeitos posteriores podem durar uma vida inteira; – as sequelas podem mudar a vida e incluem: perda de memória, surdez, perda de visão, epilepsia, paralisia, perda de membros, danos nos órgãos e danos cerebrais; – as vacinas são fundamentais para a prevenção da meningite.

Há mais de uma vacina que pode ajudar a prevení-la. Fale com o seu médico para saber quais as vacinas disponíveis; – a meningite pode matar em 24 horas, portanto, reconhecer os sintomas e agir rápido é crucial. Se você suspeitar de meningite, procure atendimento médico imediatamente. A meningite afeta atualmente mais de 2,8 milhões de pessoas a cada ano no mundo.

Qualquer pessoa, de qualquer idade pode ser afetada pela meningite. Bebês, crianças pequenas, adolescentes e idosos estão em maior risco. Meningite é uma infecção que se instala principalmente quando uma bactéria ou vírus, por alguma razão, consegue vencer as defesas do organismo e ataca as meninges, três membranas que envolvem e protegem o encéfalo, a medula espinhal e outras partes do sistema nervoso central.

  1. Meningites virais : nas meningites virais, o quadro é mais leve.
  2. Os sintomas se assemelham aos das gripes e resfriados.
  3. A doença acomete principalmente as crianças, que têm febre, dor de cabeça, um pouco de rigidez da nuca, inapetência e irritação.
  4. Uma vez que os exames tenham comprovado tratar-se de meningite viral, a conduta é esperar que o caso se resolva sozinho, como acontece com as outras viroses.

Meningites bacterianas : as meningites bacterianas são mais graves e devem ser tratadas imediatamente. Os principais agentes causadores da doença são as bactérias meningococos, pneumococos e hemófilos, transmitidas pelas vias respiratórias ou associadas a quadros infecciosos de ouvido, por exemplo.

Em pouco tempo, os sintomas aparecem: febre alta, mal-estar, vômitos, dor forte de cabeça e no pescoço, dificuldade para encostar o queixo no peito e, às vezes, manchas vermelhas espalhadas pelo corpo. Esse é um sinal de que a infecção está se alastrando rapidamente pelo sangue e o risco de sepse aumenta muito.

Nos bebês, a moleira fica elevada. Transmissão : Pode ser transmitida pelo doente ou pelo portador através da fala, tosse, espirros e beijos, passando da garganta de uma pessoa para outra. Nem todos que adquirem o meningococo ficam doentes, pois o organismo se defende com os anticorpos que cria através do contato com essas mesmas bactérias, adquirindo portanto, resistência à doença.

As crianças de 6 meses a 1 ano são as mais vulneráveis ao meningococo porque geralmente ainda não desenvolveram anticorpos para combatê-la. Prevenção : Manter a vacinação em dia, evitar locais com aglomeração de pessoas, deixar os ambientes ventilados, se possível ensolarados, principalmente, salas de aula, locais de trabalho e no transporte coletivo; não compartilhar objetos de uso pessoal e reforçar os hábitos de higiene são importantes medidas de prevenção contra as meningites.

A rede pública de saúde oferece vacina contra as formas mais graves de meningite: Meningite tipo C (a proteção está contida na vacina Meningo C) – para crianças (1ª dose aos 3 meses; 2ª dose aos 5 meses; e reforço entre 12 meses e 4 anos 11 meses e 29 dias); – para adolescentes entre 12 e 13 anos – 1 dose.

Meningite por pneumococo (a proteção está contida na vacina Pneumo 10) – para crianças (1ª dose aos 2 meses; 2ª dose aos 4 meses; e reforço entre 12 meses e 4 anos 11 meses e 29 dias). Meningite por Haemophilus influenzae (a proteção está contida na vacina Pentavalente) – para crianças (1ª dose aos 2 meses; 2ª dose aos 4 meses; e 3ª dose aos 6 meses).

Meningite tuberculosa (a vacina BCG protege contra a meningite tuberculosa) – para crianças, ao nascer. Recomendação : Alguns sintomas da meningite podem ser confundidos com os de outras infecções por vírus e bactérias. Não fique na dúvida: criança chorosa, inapetente e prostrada, que se queixa de dor de cabeça, precisa ser levada, o mais depressa possível, para avaliação médica de urgência.

Qual a chance de sobreviver a meningite bacteriana?

Meningite pode deixar sequelas e é letal em 20% dos casos – A notícia do falecimento nesta sexta-feira, 1, do neto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Arthur Araújo Lula da Silva, de sete anos, voltou a atenção para uma doença silenciosa e agressiva, que pode ser evitada através da vacinação.

Causada por vírus, bactérias ou outros agentes infecciosos, a é uma doença grave que pode deixar sequelas, como danos neurológicos, e até levar à morte. A forma bacteriana é a que costuma resultar em mais complicações para os pacientes. No Brasil, o tipo mais comum é o C, cuja vacina é oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

«Entre as bactérias, o meningococo é a causa número um de meningite bacteriana no País. É a que tem com maior frequência. A letalidade da doença é de 20% e ela é muito agressiva. Em poucas horas, a pessoa vai do estado normal para a morte. É uma doença imprevisível», explica Marco Aurélio Sáfadi, professor de infectologia da faculdade de Medicina da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

  1. A doença é transmitida pelo ar e causa inflamação nas meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal.
  2. Entre os sintomas, estão febre, mal-estar, dor de cabeça e rigidez no pescoço.
  3. Segundo Sáfadi, que também é presidente do Departamento de Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, no caso de meningite bacteriana, o tratamento é feito com antibióticos e pacientes que sobrevivem podem ter sequelas.

«Normalmente, eles têm sequelas neurológicas, cegueira, surdez e perda de membros por necrose. As complicações atingem de 10% a 20% dos pacientes que sobrevivem.» Os pacientes também podem ter um quadro de meningococemia, quando há uma infecção na corrente sanguínea, como aconteceu com o neto do ex-presidente.

  • Ocorre uma proliferação da bactéria, que chega no sangue e promove uma resposta inflamatória muito forte.
  • A resposta é tão intensa que pode promover um choque com queda significativa da pressão.
  • O paciente acaba sucumbindo», explica Jean Gorinchteyn, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas.

A vacina é a forma mais eficaz de evitar a doença, segundo os especialistas. O imunizante contra o tipo C, que é o mais frequente no Brasil, está disponível na rede pública gratuitamente. Na rede privada, existe a vacina contra os tipos A, B, C, W e Y.

Como é a dor de cabeça de meningite?

Onde dói a cabeça na meningite? – A dor de cabeça na meningite é caracterizada por uma dor intensa por todo o crânio. O que difere de uma dor comum é que na meningite a dor passa a ser mais forte e pode vir acompanhada de rigidez na nuca e dificuldade de abaixar a cabeça.

Qual a chance de sobreviver a meningite bacteriana?

Meningite pode deixar sequelas e é letal em 20% dos casos – A notícia do falecimento nesta sexta-feira, 1, do neto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Arthur Araújo Lula da Silva, de sete anos, voltou a atenção para uma doença silenciosa e agressiva, que pode ser evitada através da vacinação.

Causada por vírus, bactérias ou outros agentes infecciosos, a é uma doença grave que pode deixar sequelas, como danos neurológicos, e até levar à morte. A forma bacteriana é a que costuma resultar em mais complicações para os pacientes. No Brasil, o tipo mais comum é o C, cuja vacina é oferecida pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

«Entre as bactérias, o meningococo é a causa número um de meningite bacteriana no País. É a que tem com maior frequência. A letalidade da doença é de 20% e ela é muito agressiva. Em poucas horas, a pessoa vai do estado normal para a morte. É uma doença imprevisível», explica Marco Aurélio Sáfadi, professor de infectologia da faculdade de Medicina da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo.

  • A doença é transmitida pelo ar e causa inflamação nas meninges, membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal.
  • Entre os sintomas, estão febre, mal-estar, dor de cabeça e rigidez no pescoço.
  • Segundo Sáfadi, que também é presidente do Departamento de Infectologia da Sociedade Brasileira de Pediatria, no caso de meningite bacteriana, o tratamento é feito com antibióticos e pacientes que sobrevivem podem ter sequelas.

«Normalmente, eles têm sequelas neurológicas, cegueira, surdez e perda de membros por necrose. As complicações atingem de 10% a 20% dos pacientes que sobrevivem.» Os pacientes também podem ter um quadro de meningococemia, quando há uma infecção na corrente sanguínea, como aconteceu com o neto do ex-presidente.

«Ocorre uma proliferação da bactéria, que chega no sangue e promove uma resposta inflamatória muito forte. A resposta é tão intensa que pode promover um choque com queda significativa da pressão. O paciente acaba sucumbindo», explica Jean Gorinchteyn, infectologista do Instituto de Infectologia Emílio Ribas.

A vacina é a forma mais eficaz de evitar a doença, segundo os especialistas. O imunizante contra o tipo C, que é o mais frequente no Brasil, está disponível na rede pública gratuitamente. Na rede privada, existe a vacina contra os tipos A, B, C, W e Y.

Quanto é a febre de meningite?

O sinal mais comum de meningite é febre alta, presente em mais de 95% dos pacientes. Nos pacientes idosos, pode não haver febre, mas sim hipotermia, com temperatura axilar abaixo dos 36ºC. Outro sinal frequentemente presente é a rigidez de nuca, que ocorre em cerca de 90% dos casos.