Moulin Rouge | Temuco

Consejos | Trucos | Comentarios

Que Tipo De EmbarcaO Militar Era O Minas Gerais Vendido Como Sucata No Mercado Internacional?

Que tipo de embarcação militar era o Minas Gerais?

Nota: Se procura pelo estado brasileiro, veja Minas Gerais,

NAeL Minas Gerais
NAeL Minas Gerais (A-11) Minas Gerais em serviço brasileiro
Operador Royal Navy, Royal Australian Navy, Marinha do Brasil.
Fabricante Swan Hunter
Custo US$ 27 000 000,00
Homônimo Estado de Minas Gerais
Lançamento 23 de fevereiro de 1944
Batismo 16 de novembro de 1942 como HMS Vengeance (R71)
Comissionamento 1945 ( Reino Unido ) 6 de dezembro de 1960 ( Brasil )
Descomissionamento 1952 (Reino Unido) 16 de outubro de 2001 (Brasil)
Indicativo visual R-71 (RN e RAN) ; A-11 (MB)
Renomeado HMS/HMAS Vengeance
Estado Vendido para desmanche
Emblema do navio
Características gerais
Classe Classe Colossus modificada
Deslocamento 15 890 t (padrão) e 19 890 t (carregado)
Comprimento 211,25 m
Boca 36,44 m (convoo) ou 24,50 m (casco).
Calado 7,15 m
Velocidade 25 nós (46 km/h )
Autonomia 12 000 milhas náuticas (22 000 km )
Armamento Inicial : 6 canhões navais QF de 2 libras, 19 Oerlikon 20 mm 1945 : 6 canhões quádruplos de 2 libras, 8 canhões antiaéreos Bofors de 40 mm, 11 Oerlikons 1952 : 12 Bofors, 32 Oerlikons No Brasil : 10 Bofors de 40 mm, 3 lançadores duplos de mísseis de defesa de ponto Mistral (sistema SIMBAD)
Sensores Busca aérea: Lockheed SPS-40B; banda E/F Busca de superfície: Plessey AWS 4; banda E/F Navegação: Signaal ZW06; banda I Controle de tiro: 2x SPG-34; banda I/J CCA: Scanter Mil-Par; banda I (1998)
Aeronaves Inicial : 24 Vought F4U Corsair e 24 Barracuda Anos 90 : 6 P-16E Tracker, 4-6 SH-3A/B Sea King, 2 UH-12/UH-13 Esquilo e 3 UH-14 Super Puma
Tripulação 1000 + 350 do grupo aéreo
Notas
Referências:

O NAeL Minas Gerais (A-11) foi um porta-aviões leve da classe Colossus operado pela Marinha do Brasil (MB), de 1960 até 2001. O navio, estabelecido pela Marinha Real do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial como HMS Vengeance, foi concluído pouco antes do fim do conflito e não entrou em combate.

  1. Após passagens como navio de treinamento e navio de pesquisa no Ártico, o porta-aviões foi emprestado à Marinha Real Australiana de 1952 a 1955.
  2. Ele foi devolvido aos ingleses, que o venderam ao Brasil em 1956.
  3. Para a MB nesse período, a principal função de um porta-aviões seria a guerra antissubmarino,

O navio passou por uma conversão de quatro anos na Holanda para torná-lo capaz de operar aeronaves mais pesadas. Comissionado na MB como Minas Gerais em 1960, ele foi o primeiro porta-aviões comprado por uma nação latino-americana e o segundo a entrar em serviço, atrás do ARA Independência,

  • A aquisição do navio permitiu à MB reconstituir sua Aviação Naval, gerando o problema da aviação embarcada, uma disputa com a Força Aérea Brasileira (FAB) pelo direito de embarcar aeronaves no porta-aviões.
  • O Minas Gerais quase foi usado para ameaçar de bombardeio aéreo as forças alinhadas à Campanha da Legalidade em 1961, mas a disputa com a FAB comprometia sua funcionalidade.

Ao final da crise, em 1965, a Marinha foi proibida de ter aeronaves de asa fixa. Numa situação única entre as marinhas de sua época, a aviação embarcada no Minas Gerais consistiu a partir de então em aviões de patrulha P-16 Tracker da FAB, organizados no 1.º Grupo de Aviação Embarcada (1.º GAE), e helicópteros da Marinha.

O navio era a principal unidade da MB e passou por diversas reformas nesse período. De 1987 a 1996, tornou-se incapaz embarcar os aviões da FAB devido a uma catapulta defeituosa, sendo reatribuído como porta-helicópteros e navio de assalto anfíbio, A aposentadoria dos P-16 da FAB em 1996 deu oportunidade à Marinha para reaver o direito a operar aviões, organizando o 1.º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque, cujos jatos chegaram a pousar no convés do Minas Gerais em 2001.

Entretanto, o navio era lento demais para o pouso seguro dos jatos em condições de pouco vento. Em 2001 o Minas Gerais foi retirado de serviço e substituído pelo NAe São Paulo, Na época de seu descomissionamento, era o porta-aviões operacional mais antigo do mundo e a última unidade operacional do projeto «Frota Leve», da Segunda Guerra Mundial.

O que aconteceu com o navio Minas Gerais?

Porta-aviões gêmeo, Clemenceau passou por situação parecida – O Clemenceau, irmão do Foch, que foi desmantelado no Reino Unido entre 2009 e 2010, teria cerca de 760 toneladas da substância retirada de seu casco. Desativado em 1997, o porta-aviões foi vendido para uma empresa espanhola em 2003, que pretendia desmontá-lo também na Turquia, mas a França cancelou o acordo.

  • Dois anos depois, o governo francês tentou levá-lo para a Índia, onde outro porta-aviões brasileiro, o Minas Gerais, foi desmontado sem quaisquer cuidados.
  • A tentativa foi frustrada pelo Egito, que impediu que o Clemenceau passasse pelo Canal de Suez.
  • Após discussões prolongadas, a França decidiu trazer o navio de volta.

Em 2008, finalmente o porta-aviões seguiu para Hartlepool, no norte da Inglaterra, onde a empresa Able UK o desmontou. Que Tipo De EmbarcaO Militar Era O Minas Gerais Vendido Como Sucata No Mercado Internacional O porta-aviões Clemenceau (R98), irmão gêmeo do São Paulo, em Brest em 2008 (Duch.gege)

Quem comprou o porta-aviões Minas Gerais?

Texto Anterior | Próximo Texto | Índice MARINHA Embarcação foi vendida em leilão por US$ 2 mi Porta-aviões Minas Gerais deve se transformar em museu na China

Patrícia Santos – 9.jul.1999/Folha Imagem O porta-aviões Minas Gerais, arrematado por empresa chinesa

DA SUCURSAL DO RIO O porta-aviões Minas Gerais, fabricado na Inglaterra em 1945 e comprado pela Marinha brasileira em 1956, deve se transformar em um museu na China. Um empresa de eventos e navegação chinesa arrematou o navio por US$ 2 milhões, em um leilão que aconteceu na segunda-feira. No Brasil, o porta-aviões foi utilizado para vigiar a costa do país. Ele foi considerado obsoleto no final do ano passado e substituído pelo porta-aviões São Paulo (construído em 1963), comprado à França por US$ 12 milhões em 2000. O São Paulo foi usado na guerra do Líbano, nos anos 80, na guerra da Bósnia e, em 1999, no conflito do Kosovo. Ele tem 32.780 toneladas e pode levar 40 aeronaves. O Minas Gerais tinha 19.890 toneladas e podia levar 20 aviões ou helicópteros. O leilão teve 12 concorrentes. A maioria estava de olho no aço, de excelente qualidade, e pretendia transformar o navio em sucata. O destino do porta-aviões é um porto em Xangai (China), para onde será rebocado dentro de dois meses. A viagem dura 50 dias e custará US$ 1 milhão. Uma ONG do Reino Unido era a maior concorrente dos chineses. Batizada de Vengeance (vingança), a campanha da ONG teve até uma página na internet. Para os ingleses, a importância do Minas Gerais é justificada por ter sido ele um dos últimos navios construídos durante a Segunda Guerra. Os ingleses queriam construir um museu flutuante para preservar a história da aviação naval. Texto Anterior: Outro Lado: Secretário não reconhece números da CPT Próximo Texto: Espírito Santo: Bomba explode na sede da OAB em Vitória, mas ninguém fica ferido Índice

Qual o nome da primeira embarcação?

História – Um barco em uma pintura, túmulo egípcio cerca de 1450 a.C. Desde os tempos mais remotos, os barcos têm sido usado para transporte de curta distância. Evidências circunstanciais, como um primitivo acampamento da Austrália de mais de 40 mil anos, e descobertas em Creta datadas de 130 mil anos sugerem que barcos têm sido usado desde a Idade da Pedra,

Considera-se que os primeiros barcos tenham sido as canoas de tronco. Os mais antigos barcos descobertos por escavações arqueológicas são canoas de tronco de 7.000-10.000 anos atrás. O mais antigo barco recuperado no mundo é a canoa de Pesse, uma canoa de tronco escavado de Pinus sylvestris, construída entre 8200 e 7600 a.C.

Esta canoa está exibida no museu Drents, na cidade holandesa de Assen. Muitas outras canoas de tronco antigas têm sido descobertas. Um barco feito de junco de 7000 anos foi encontrado no Quaite, Entre 4000 e 3000 a.C., já eram utilizados na Suméria Egito antigo e no Oceano Índico,

Onde está o porta avião Minas Gerais?

Nota: Se procura pelo estado brasileiro, veja Minas Gerais,

NAeL Minas Gerais
NAeL Minas Gerais (A-11) Minas Gerais em serviço brasileiro
Operador Royal Navy, Royal Australian Navy, Marinha do Brasil.
Fabricante Swan Hunter
Custo US$ 27 000 000,00
Homônimo Estado de Minas Gerais
Lançamento 23 de fevereiro de 1944
Batismo 16 de novembro de 1942 como HMS Vengeance (R71)
Comissionamento 1945 ( Reino Unido ) 6 de dezembro de 1960 ( Brasil )
Descomissionamento 1952 (Reino Unido) 16 de outubro de 2001 (Brasil)
Indicativo visual R-71 (RN e RAN) ; A-11 (MB)
Renomeado HMS/HMAS Vengeance
Estado Vendido para desmanche
Emblema do navio
Características gerais
Classe Classe Colossus modificada
Deslocamento 15 890 t (padrão) e 19 890 t (carregado)
Comprimento 211,25 m
Boca 36,44 m (convoo) ou 24,50 m (casco).
Calado 7,15 m
Velocidade 25 nós (46 km/h )
Autonomia 12 000 milhas náuticas (22 000 km )
Armamento Inicial : 6 canhões navais QF de 2 libras, 19 Oerlikon 20 mm 1945 : 6 canhões quádruplos de 2 libras, 8 canhões antiaéreos Bofors de 40 mm, 11 Oerlikons 1952 : 12 Bofors, 32 Oerlikons No Brasil : 10 Bofors de 40 mm, 3 lançadores duplos de mísseis de defesa de ponto Mistral (sistema SIMBAD)
Sensores Busca aérea: Lockheed SPS-40B; banda E/F Busca de superfície: Plessey AWS 4; banda E/F Navegação: Signaal ZW06; banda I Controle de tiro: 2x SPG-34; banda I/J CCA: Scanter Mil-Par; banda I (1998)
Aeronaves Inicial : 24 Vought F4U Corsair e 24 Barracuda Anos 90 : 6 P-16E Tracker, 4-6 SH-3A/B Sea King, 2 UH-12/UH-13 Esquilo e 3 UH-14 Super Puma
Tripulação 1000 + 350 do grupo aéreo
Notas
Referências:

O NAeL Minas Gerais (A-11) foi um porta-aviões leve da classe Colossus operado pela Marinha do Brasil (MB), de 1960 até 2001. O navio, estabelecido pela Marinha Real do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial como HMS Vengeance, foi concluído pouco antes do fim do conflito e não entrou em combate.

Após passagens como navio de treinamento e navio de pesquisa no Ártico, o porta-aviões foi emprestado à Marinha Real Australiana de 1952 a 1955. Ele foi devolvido aos ingleses, que o venderam ao Brasil em 1956. Para a MB nesse período, a principal função de um porta-aviões seria a guerra antissubmarino,

O navio passou por uma conversão de quatro anos na Holanda para torná-lo capaz de operar aeronaves mais pesadas. Comissionado na MB como Minas Gerais em 1960, ele foi o primeiro porta-aviões comprado por uma nação latino-americana e o segundo a entrar em serviço, atrás do ARA Independência,

A aquisição do navio permitiu à MB reconstituir sua Aviação Naval, gerando o problema da aviação embarcada, uma disputa com a Força Aérea Brasileira (FAB) pelo direito de embarcar aeronaves no porta-aviões. O Minas Gerais quase foi usado para ameaçar de bombardeio aéreo as forças alinhadas à Campanha da Legalidade em 1961, mas a disputa com a FAB comprometia sua funcionalidade.

Ao final da crise, em 1965, a Marinha foi proibida de ter aeronaves de asa fixa. Numa situação única entre as marinhas de sua época, a aviação embarcada no Minas Gerais consistiu a partir de então em aviões de patrulha P-16 Tracker da FAB, organizados no 1.º Grupo de Aviação Embarcada (1.º GAE), e helicópteros da Marinha.

  1. O navio era a principal unidade da MB e passou por diversas reformas nesse período.
  2. De 1987 a 1996, tornou-se incapaz embarcar os aviões da FAB devido a uma catapulta defeituosa, sendo reatribuído como porta-helicópteros e navio de assalto anfíbio,
  3. A aposentadoria dos P-16 da FAB em 1996 deu oportunidade à Marinha para reaver o direito a operar aviões, organizando o 1.º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque, cujos jatos chegaram a pousar no convés do Minas Gerais em 2001.

Entretanto, o navio era lento demais para o pouso seguro dos jatos em condições de pouco vento. Em 2001 o Minas Gerais foi retirado de serviço e substituído pelo NAe São Paulo, Na época de seu descomissionamento, era o porta-aviões operacional mais antigo do mundo e a última unidade operacional do projeto «Frota Leve», da Segunda Guerra Mundial.

Quantas pessoas morreram no navio Concórdia?

Uma «enorme traição». Ex-capitão cumpre 16 anos de prisão – O capitão do navio, Francesco Schettino, condenado a 16 anos de prisão, demorou a lançar o alerta e foi também um dos primeiros a abandonar a embarcação. O pânico tomou conta quando a energia foi cortada, mergulhando o navio na escuridão total.

  • A evacuação começou mais de uma hora após a colisão, quando os botes salva-vidas de um lado do navio já estavam inutilizáveis.
  • Fomos salvos por um cozinheiro de Como» (norte da Itália), lembra Trotti, que jantava com toda a família num dos restaurantes do navio no momento do acidente.
  • Paolo Maspero, que ainda usava o chapéu de chef, segurou «no meu filho de seis meses nos braços e (.) levou-nos para fora.
See also:  Quanto Vale A Moeda De 50 Anos Do Banco Central?

A água estava a subir. Se ele não tivesse ajudado, todos estaríamos mortos», lembra Trotti, que não sabe nadar. Nas imagens filmadas e posteriormente divulgadas pela Guarda Costeira, é possível ver os mergulhadores no restaurante inundado à procura de vítimas do naufrágio.

No convés número 5, o pianista Antimo Magnotta caiu do banco quando o navio de repente tombou para um lado. Juntamente com outros membros da tripulação, ele ficou cercado por passageiros aterrorizados. «Vi uma mulher com dois filhos pequenos. Parecia uma leoa, quase que me atacou. Ela gritou: ‘Tem que me dizer o que fazer para salvar os meus filhos'», contou à AFP Magnotta, autor de um livro que narra a experiência.

O músico tentou tranquilizar os passageiros afirmando que o capitão estava prestes a fazer um anúncio. «Eu prometi, mas Schettino nunca falou. Foi uma enorme traição», resume. O pianista de 51 anos finalmente conseguiu sair do navio, mas dois dos seus amigos morreram naquela noite.

  • Magnotta, que sofre de stress pós-traumático, decidiu mudar-se para Londres, onde encontrou trabalho como empregado de café.
  • Gostava de voltar a tocar na ilha de Giglio, mas não é capaz de perdoar Schettino, «porque ele nunca pediu desculpa» por ter deixado o navio quando centenas de passageiros ainda estavam a bordo, violando a regra mais elementar da navegação.

O ex-capitão do Costa Concordia foi condenado em 2015 por homicídio, abandono do navio e naufrágio. Recorreu ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos. Os seus advogados devem pedir este ano para que ele cumpra o que falta da pena de prisão em casa por bom comportamento.

Quanto custou o porta-aviões Minas Gerais?

Nota: Se procura pelo estado brasileiro, veja Minas Gerais,

NAeL Minas Gerais
NAeL Minas Gerais (A-11) Minas Gerais em serviço brasileiro
Operador Royal Navy, Royal Australian Navy, Marinha do Brasil.
Fabricante Swan Hunter
Custo US$ 27 000 000,00
Homônimo Estado de Minas Gerais
Lançamento 23 de fevereiro de 1944
Batismo 16 de novembro de 1942 como HMS Vengeance (R71)
Comissionamento 1945 ( Reino Unido ) 6 de dezembro de 1960 ( Brasil )
Descomissionamento 1952 (Reino Unido) 16 de outubro de 2001 (Brasil)
Indicativo visual R-71 (RN e RAN) ; A-11 (MB)
Renomeado HMS/HMAS Vengeance
Estado Vendido para desmanche
Emblema do navio
Características gerais
Classe Classe Colossus modificada
Deslocamento 15 890 t (padrão) e 19 890 t (carregado)
Comprimento 211,25 m
Boca 36,44 m (convoo) ou 24,50 m (casco).
Calado 7,15 m
Velocidade 25 nós (46 km/h )
Autonomia 12 000 milhas náuticas (22 000 km )
Armamento Inicial : 6 canhões navais QF de 2 libras, 19 Oerlikon 20 mm 1945 : 6 canhões quádruplos de 2 libras, 8 canhões antiaéreos Bofors de 40 mm, 11 Oerlikons 1952 : 12 Bofors, 32 Oerlikons No Brasil : 10 Bofors de 40 mm, 3 lançadores duplos de mísseis de defesa de ponto Mistral (sistema SIMBAD)
Sensores Busca aérea: Lockheed SPS-40B; banda E/F Busca de superfície: Plessey AWS 4; banda E/F Navegação: Signaal ZW06; banda I Controle de tiro: 2x SPG-34; banda I/J CCA: Scanter Mil-Par; banda I (1998)
Aeronaves Inicial : 24 Vought F4U Corsair e 24 Barracuda Anos 90 : 6 P-16E Tracker, 4-6 SH-3A/B Sea King, 2 UH-12/UH-13 Esquilo e 3 UH-14 Super Puma
Tripulação 1000 + 350 do grupo aéreo
Notas
Referências:

O NAeL Minas Gerais (A-11) foi um porta-aviões leve da classe Colossus operado pela Marinha do Brasil (MB), de 1960 até 2001. O navio, estabelecido pela Marinha Real do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial como HMS Vengeance, foi concluído pouco antes do fim do conflito e não entrou em combate.

  1. Após passagens como navio de treinamento e navio de pesquisa no Ártico, o porta-aviões foi emprestado à Marinha Real Australiana de 1952 a 1955.
  2. Ele foi devolvido aos ingleses, que o venderam ao Brasil em 1956.
  3. Para a MB nesse período, a principal função de um porta-aviões seria a guerra antissubmarino,

O navio passou por uma conversão de quatro anos na Holanda para torná-lo capaz de operar aeronaves mais pesadas. Comissionado na MB como Minas Gerais em 1960, ele foi o primeiro porta-aviões comprado por uma nação latino-americana e o segundo a entrar em serviço, atrás do ARA Independência,

A aquisição do navio permitiu à MB reconstituir sua Aviação Naval, gerando o problema da aviação embarcada, uma disputa com a Força Aérea Brasileira (FAB) pelo direito de embarcar aeronaves no porta-aviões. O Minas Gerais quase foi usado para ameaçar de bombardeio aéreo as forças alinhadas à Campanha da Legalidade em 1961, mas a disputa com a FAB comprometia sua funcionalidade.

Ao final da crise, em 1965, a Marinha foi proibida de ter aeronaves de asa fixa. Numa situação única entre as marinhas de sua época, a aviação embarcada no Minas Gerais consistiu a partir de então em aviões de patrulha P-16 Tracker da FAB, organizados no 1.º Grupo de Aviação Embarcada (1.º GAE), e helicópteros da Marinha.

O navio era a principal unidade da MB e passou por diversas reformas nesse período. De 1987 a 1996, tornou-se incapaz embarcar os aviões da FAB devido a uma catapulta defeituosa, sendo reatribuído como porta-helicópteros e navio de assalto anfíbio, A aposentadoria dos P-16 da FAB em 1996 deu oportunidade à Marinha para reaver o direito a operar aviões, organizando o 1.º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque, cujos jatos chegaram a pousar no convés do Minas Gerais em 2001.

Entretanto, o navio era lento demais para o pouso seguro dos jatos em condições de pouco vento. Em 2001 o Minas Gerais foi retirado de serviço e substituído pelo NAe São Paulo, Na época de seu descomissionamento, era o porta-aviões operacional mais antigo do mundo e a última unidade operacional do projeto «Frota Leve», da Segunda Guerra Mundial.

Qual porta avião substituiu o Minas Gerais?

Ttulo: ACIDENTE NO PORTA-AVIES Autor: Ronaldo Braga e Tulio Brando Fonte: O Globo, 18/05/2005, Rio, p.14 Rompimento de tubulao de vapor causa morte de militar e ferimentos em outros dez Um tripulante morreu e dez ficaram feridos, sendo trs em estado grave, num acidente ontem de manh a bordo do porta-avies So Paulo, a cerca de 18 quilmetros ao sul da Ilha Rasa.

Segundo a Marinha, uma tubulao de vapor se rompeu numa das praas de mquinas da embarcao, causando queimaduras nos militares em servio. Um inqurito policial-militar investigar o caso, com prazo de concluso de 40 dias. O navio ser periciado antes de serem iniciados os reparos. Em nota assinada pelo capito-de-corveta Carlos Alberto Macedo Jnior, a Marinha informou que no houve exploso.

Segundo a nota, com o rompimento da tubulao foi liberado vapor superaquecido junto a um quadro eltrico que estava sendo operado pelos militares. O especialista em Foras Armadas Guilherme Poggio, colaborador do site Poder Naval On Line, explicou que pela tubulao circula vapor em alta presso.

A energia gerada no sistema responsvel pela propulso do navio e pelo lanamento e recolhimento de avies. A ruptura ocorreu na tubulao que liga a caldeira ao sistema de lanamento das aeronaves. Porta-avies custou US$12 milhes Eram cerca de 15h quando o corpo do terceiro-sargento Anderson Fernandes do Nascimento chegou ao Hospital Naval Marclio Dias, no Lins, num dos helicpteros do navio.

Durante toda a tarde, a movimentao de parentes dos tripulantes do So Paulo foi grande na porta da unidade. Por trs vezes, um helicptero da Marinha aterrissou no ptio do hospital levando marinheiros feridos. Um forte esquema de segurana foi montado no local e no foi permitida a aproximao da imprensa.

Esto internados os cabos Daniel Pires de Andrade, Jos Roberto da Silva Bahia, Erivelton dos Santos Coelho, Angelo Jos Moraes dos Anjos e o marinheiro Felipe Machado da Rocha. Desses, os trs primeiros apresentam um quadro clnico ainda considerado grave e inspiram cuidados. Outros cinco militares, feridos levemente, permaneceram a bordo.

Rebatizado como So Paulo, o porta-avies francs Foch foi construdo entre 1957 e 1960 e comprado pela Marinha por US$12 milhes (cerca de R$29,7 milhes), chegando ao Rio em fevereiro de 2001. Ainda na Frana o navio sofreu modificaes para operar os jatos brasileiros.

  1. O navio entrou em servio em 1963 e foi usado nas guerras do Golfo e de Kosovo, entre outras.
  2. Projetado para operar com 40 aeronaves, tem capacidade para uma tripulao de dois mil homens.
  3. Em 1999, participou da campanha da Otan na Iugoslvia.
  4. Deputado sugere falta de manuteno Em Braslia, o deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), um dos representantes dos militares no Congresso, disse que, apesar de ser relativamente novo, o porta-avies padece de um problema enfrentado por outros setores das Foras Armadas: a falta de reposio de peas.

Ele tambm afirmou, sem dar detalhes, que a desmotivao dos militares com a falta do reajuste salarial prometida pelo governo pode ter contribudo para o acidente: – Tudo pode ser apontado como causa desse acidente. At mesmo a desmotivao da categoria. A deputada Maria Jos Maninha (PT-DF), integrante da Comisso de Relaes Exteriores e Defesa Nacional da Cmara, tambm reclamou da falta de recursos destinados s Foras Armadas.

  • Outro que tambm citou a falta de verbas, antes mesmo de saber da informao oficial da Marinha sobre o acidente, foi o o almirante Armando Vidigal, ex-comandante do 3 Distrito Naval e consultor do Sindicato Nacional das Empresas de Navegao (Syndarma).
  • No foi erro de manobra ou de manuseio.
  • Imprevisvel.

Temos que ver tambm que o material fica mais vulnervel quando existe um corte de verba para determinadas manutenes – disse ele, acrescentando que o conserto simples e o prejuzo no ser grande. Para ele, o que aconteceu foi uma fatalidade: – Isso um acidente muito difcil de acontecer.

Toda embarcao com propulso a vapor, como o porta-avies, corre risco. O So Paulo substituiu o Minas Gerais, que estava em operao desde 1945. Apesar de terem sido criticados na poca por comprarem um navio que teria apenas mais 20 anos de vida til, militares brasileiros consideraram a aquisio um excelente negcio.

Segundo dados da Marinha de 2000, foi pago pela embarcao praticamente a metade do que custaria um avio de caa moderno. No a primeira vez que acontecem problemas com o navio. Em abril de 2000, quando o porta-avies ainda pertencia Marinha Francesa e se preparava para deixar o porto do Rio rumo a Dacar, na frica, emitiu rolos de fumaa que cobriram o cu do Centro da cidade.

  • Na poca, a Secretaria municipal de Meio Ambiente tentou multar o porta avies, mas ele j havia deixado o porto.
  • Diplomatas franceses atriburam o caso a um problema na regulagem das caldeiras.
  • Em maio de 2001, o corpo do cabo-maquinista Gilberto Alves da Costa, de 22 anos, foi encontrado num compartimento do porta-avies, que estava atracado no Arsenal da Marinha de Guerra, junto ao 1 Distrito Naval, na Praa Mau.

Um exame da Polcia Tcnica da Marinha chegou concluso de que o rapaz foi vtima de um mal sbito. EM 2000, SUBMARINO AFUNDOU NO CAIS DO PORTO A Marinha j teve problemas outras vezes com sua frota. Em dezembro de 2000, o submarino Tonelero naufragou em pleno cais da Praa Mau.

  • O submarino, avaliado em US$150 milhes, estava ancorado para reparos e teria afundado devido a «uma seqncia de avarias em vlvulas do sistema hidrulico».
  • Havia quatro torpedos desativados em seu interior.
  • A fuga dos tripulantes foi dramtica, mas no houve feridos.
  • Em novembro de 2004, durante um exerccio, uma fragata brasileira foi atingida por um tiro acidental de uma embarcao argentina, a 300 quilmetros da costa de Cabo Frio.

Quatro militares do Brasil e um da Argentina ficaram feridos no acidente. Pequenos acidentes so comuns em embarcaes com turbina a vapor, como o caso do porta-avies So Paulo. O especialista em Foras Armadas Guilherme Poggio diz que a manuteno desse sistema de propulso mais cautelosa.

  • Segundo ele, quase todos os antigos destrieres da Marinha que usavam esse sistema foram substitudos por diesel com turbina a gs.
  • O Minas Gerais provocou racha entre militares O porta-avies So Paulo substituiu o antigo Minas Gerais, que tinha tecnologia inferior, mas a mesma capacidade de provocar polmicas e problemas que seu sucessor.

Comprado de segunda mo da Inglaterra em 1956, passou trs anos em reforma estrutural na Holanda e, quando chegou ao Brasil, provocou um racha nas Foras Armadas. Marinha e Aerontica brigaram pelo direito de operar os avies anti-submarinos P-16 Tracker. Por conta disso, o Minas Gerais ficou alguns anos sem avies.

Foi apelidado, ento, de «O Belo Antnio», numa aluso ao personagem vivido por Marcelo Mastroianni em filme homnimo, que via-se impotente diante de sua paixo, vivida por Claudia Cardinale. O acordo entre as duas corporaes aconteceu apenas em 1965. Ficou decidido que apenas a Fora Area Brasileira poderia operar avies, enquanto a Marinha estaria apta a lidar com helicpteros.

See also:  Que Dia E O Carnaval?

A Marinha s comprou avies em 1998, quando adquiriu caas A-4 Skyhawk. Com o tempo, a embarcao tornou-se obsoleta. No entanto, quando a Marinha anunciou a inteno de comprar o So Paulo, foi criticada. Chamaram o novo porta-avies de elefante branco por tambm ser de segunda mo.

Em que ano o Brasil comprou o porta-aviões São Paulo?

Maior navio de guerra do Brasil – O navio-aeródromo São Paulo chegou às mãos da Marinha do Brasil no ano 2000, comprado da França por US$ 12 milhões durante o governo de Fernando Henrique Cardoso. O navio foi o substituto do NAeL Minas Gerais, que operou no Brasil entre 1960 e 2001.

Quando ainda estava ativo, o São Paulo era o porta-aviões mais antigo do mundo em operação. A embarcação foi lançada ao mar em 1960 e serviu com a marinha da França com o nome FS Foch, de 1963 até 2000. Sob a identidade francesa, o navio de 32,8 mil toneladas e 265 metros de comprimento atuou em frentes de combate na África, Oriente Médio e na Europa.

Com a Marinha do Brasil, no entanto, a embarcação teve uma carreira curta e bastante conturbada, marcada por uma série de problemas mecânicos e acidentes. Por esses percalços, o navio passou mais tempo parado do que navegando. Em fevereiro de 2017, após desistir de atualizar o porta-aviões, o comando naval decidiu desativar o NAe São Paulo em definitivo. Que Tipo De EmbarcaO Militar Era O Minas Gerais Vendido Como Sucata No Mercado Internacional Caças AF-1 estacionados no convés de voo do NAe São Paulo (MB) Segundo dados da marinha brasileira, o São Paulo permaneceu um total de 206 dias no mar, navegou por 54.024,6 milhas (85.334 km) e realizou 566 catapultagens de aeronaves. A principal aeronave operada na embarcação foi o caça naval AF-1, designação nacional para o McDonnell Douglas A-4 Skyhawk, hoje operados a partir de bases terrestres.

Quando o Brasil comprou o porta-aviões São Paulo?

História – Foch (R99) a serviço da Marinha Francesa em 1992. Construído na França entre 1957 e 1960, serviu à Marinha da França como porta-aviões da Classe Clemenceau, sob o nome FS Foch, uma homenagem a Ferdinand Foch, comandante das tropas aliadas durante a Primeira Guerra Mundial,

  1. Adquirido pelo equivalente a 12 milhões de dólares norte-americanos em setembro de 2000, foi recebido operacional pela Marinha do Brasil em 15 de novembro desse mesmo ano, no porto de Brest, na França, quando teve passada a sua Mostra de Armamento.
  2. Com 50% mais velocidade e podendo transportar o dobro de aeronaves que o antigo NAeL Minas Gerais (A-11), o NAe São Paulo (A-12) opera aviões de ataque AF-1 e helicópteros, tendo sido a capitânia da armada.

NAe é o acrônimo para Navio Aeródromo,

Qual a embarcação mais antiga do mundo?

História – Um barco em uma pintura, túmulo egípcio cerca de 1450 a.C. Desde os tempos mais remotos, os barcos têm sido usado para transporte de curta distância. Evidências circunstanciais, como um primitivo acampamento da Austrália de mais de 40 mil anos, e descobertas em Creta datadas de 130 mil anos sugerem que barcos têm sido usado desde a Idade da Pedra,

  1. Considera-se que os primeiros barcos tenham sido as canoas de tronco.
  2. Os mais antigos barcos descobertos por escavações arqueológicas são canoas de tronco de 7.000-10.000 anos atrás.
  3. O mais antigo barco recuperado no mundo é a canoa de Pesse, uma canoa de tronco escavado de Pinus sylvestris, construída entre 8200 e 7600 a.C.

Esta canoa está exibida no museu Drents, na cidade holandesa de Assen. Muitas outras canoas de tronco antigas têm sido descobertas. Um barco feito de junco de 7000 anos foi encontrado no Quaite, Entre 4000 e 3000 a.C., já eram utilizados na Suméria Egito antigo e no Oceano Índico,

Porque a âncora afunda e o navio não?

O navio flutua no mar porque sua densidade é menor do que a densidade da água e porque as forças peso e empuxo que agem sobre ele são iguais. Por mais massa que tenha o navio, é a densidade que determina se ele afunda ou boia.

Qual a nacionalidade do Titanic?

Nota: «Titanic» redireciona para este artigo. Para outros significados, veja Titanic (desambiguação),

RMS Titanic
RMS Titanic partindo de Southampton em 10 de abril de 1912
Reino Unido
Proprietário White Star Line
Operador White Star Line
Fabricante Harland and Wolff, Belfast, Irlanda
Custo GB£ 1,5 milhão (£ 140 milhões em 2016)
Data de encomenda 17 de setembro de 1908
Batimento de quilha 31 de março de 1909
Lançamento 31 de maio de 1911
Comissionamento 2 de abril de 1912
Viagem inaugural 10 de abril de 1912
Porto de registro Liverpool, Inglaterra
Indicativo de chamada MGY
Número do casco 401
Rota Southampton a Nova Iorque
Comandante(s) Edward Smith
Estado Naufragado
Destino Afundou no oceano Atlântico em 15 de abril de 1912
Características gerais
Tipo de navio Transatlântico
Classe Olympic
Deslocamento 52 310 t
Tonelagem 46 328 t
Maquinário 29 caldeiras 2 motores de tripla-expansão com quatro cilindros 1 turbina de baixa pressão
Comprimento 269 m
Boca 28 m
Calado 10,5 m
Altura 53 m
Propulsão 2 hélices triplas 1 hélice quádrupla
46 000 cv (33 800 kW )
Velocidade 21 nós (39 km/h ) (média)
Tripulação 892
Passageiros 2 435

O RMS Titanic foi um navio de passageiros britânico operado pela White Star Line e construído pelos estaleiros da Harland and Wolff, em Belfast, Segunda embarcação da Classe Olympic de transatlânticos, depois do RMS Olympic e seguido pelo HMHS Britannic, foi projetado pelos engenheiros navais Alexander Carlisle e Thomas Andrews,

  1. Sua construção começou em março de 1909 e seu lançamento ao mar ocorreu em maio de 1911.
  2. O Titanic foi pensado para ser o navio mais luxuoso e mais seguro de sua época, gerando lendas que era supostamente «inafundável».
  3. A embarcação partiu em sua viagem inaugural de Southampton com destino a Nova Iorque em 10 de abril de 1912, no caminho passando em Cherbourg-Octeville, na França, e por Queenstown, na Irlanda,

Colidiu com um iceberg na proa do lado direito às 23h40 de 14 de abril, naufragando na madrugada do dia seguinte, com mais de 1 500 pessoas a bordo, sendo um dos maiores desastres marítimos em tempos de paz de toda a história. Seu naufrágio destacou vários pontos fracos do projeto, deficiências nos procedimentos de evacuação de emergência e falhas nas regulamentações marítimas.

  • Comissões de inquérito foram instauradas nos Estados Unidos e no Reino Unido, acarretando mudanças nas leis internacionais de navegação, que permanecem em vigor mais de um século depois.
  • Os destroços do Titanic foram procurados por décadas até serem encontrados, em 1985, por uma equipe liderada por Robert Ballard,

Ele se encontra a 3 843 metros de profundidade e a 650 quilômetros ao sudeste de Terra Nova, no Canadá, Sua história e naufrágio permanecem no imaginário popular, levando à produção de vários livros e filmes a seu respeito, mais notavelmente o filme Titanic, de 1997.

Qual o nome das embarcações antigas?

Brigues eram utilizados tanto como navios militares como de transporte de mercadoria. Embarcação de casco arredondado e popa alta originária de Portugal (século XIII); utilizavam geralmente três mastros com velas latinas.

Qual foi o tipo de embarcação usado pelos portugueses?

Caravelas

A principal inovação do período das grandes navegações foi o uso de caravelas, um tipo de embarcação pouco utilizada para explorações.
A caravela era um barco pesqueiro, utilizado principalmente ao longo da costa da Europa, mas que também podia ser utilizado em alto mar.
As caravelas eram pequenas, com no máximo três mastros até então, e utilizavam velas num fomato que foi batizado «latino» (triangular). Eram barcos fáceis de conduzir e controlar.
O que tornou as exploracões oceânicas possíveis foi a utilização de barcos com três mastros e quatro velas, um barco diferente da caravela, que foi desenvolvido no final do século 15.
O tipo de velas utilizado nessas embarcações acabou sendo adaptado para as caravelas, o que permitiu que as embarcações se afastassem do litoral da Europa e da África e se aventurassem em alto-mar.
Os instrumentos essenciais para a navegação da época eram a bússola, para saber a direção em que se está viajando, e o diário de bordo, para estimar a velocidade.
Sabendo-se a direção e a velocidade, os outros aspectos da navegação eram relativamente simples.

/td>

Qual é a diferença entre navio e embarcação?

Um barco é uma embarcação projetada para uso em corpos d’água menores, como lagos, rios e vias navegáveis interiores. Geralmente é movido por remos, velas ou um motor, ou ambos. Um navio é uma grande embarcação criada para uso em águas profundas. Navio : Substantivo.

O que foi feito com o porta-aviões Minas Gerais?

Nota: Se procura pelo estado brasileiro, veja Minas Gerais,

NAeL Minas Gerais
NAeL Minas Gerais (A-11) Minas Gerais em serviço brasileiro
Operador Royal Navy, Royal Australian Navy, Marinha do Brasil.
Fabricante Swan Hunter
Custo US$ 27 000 000,00
Homônimo Estado de Minas Gerais
Lançamento 23 de fevereiro de 1944
Batismo 16 de novembro de 1942 como HMS Vengeance (R71)
Comissionamento 1945 ( Reino Unido ) 6 de dezembro de 1960 ( Brasil )
Descomissionamento 1952 (Reino Unido) 16 de outubro de 2001 (Brasil)
Indicativo visual R-71 (RN e RAN) ; A-11 (MB)
Renomeado HMS/HMAS Vengeance
Estado Vendido para desmanche
Emblema do navio
Características gerais
Classe Classe Colossus modificada
Deslocamento 15 890 t (padrão) e 19 890 t (carregado)
Comprimento 211,25 m
Boca 36,44 m (convoo) ou 24,50 m (casco).
Calado 7,15 m
Velocidade 25 nós (46 km/h )
Autonomia 12 000 milhas náuticas (22 000 km )
Armamento Inicial : 6 canhões navais QF de 2 libras, 19 Oerlikon 20 mm 1945 : 6 canhões quádruplos de 2 libras, 8 canhões antiaéreos Bofors de 40 mm, 11 Oerlikons 1952 : 12 Bofors, 32 Oerlikons No Brasil : 10 Bofors de 40 mm, 3 lançadores duplos de mísseis de defesa de ponto Mistral (sistema SIMBAD)
Sensores Busca aérea: Lockheed SPS-40B; banda E/F Busca de superfície: Plessey AWS 4; banda E/F Navegação: Signaal ZW06; banda I Controle de tiro: 2x SPG-34; banda I/J CCA: Scanter Mil-Par; banda I (1998)
Aeronaves Inicial : 24 Vought F4U Corsair e 24 Barracuda Anos 90 : 6 P-16E Tracker, 4-6 SH-3A/B Sea King, 2 UH-12/UH-13 Esquilo e 3 UH-14 Super Puma
Tripulação 1000 + 350 do grupo aéreo
Notas
Referências:

O NAeL Minas Gerais (A-11) foi um porta-aviões leve da classe Colossus operado pela Marinha do Brasil (MB), de 1960 até 2001. O navio, estabelecido pela Marinha Real do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial como HMS Vengeance, foi concluído pouco antes do fim do conflito e não entrou em combate.

  • Após passagens como navio de treinamento e navio de pesquisa no Ártico, o porta-aviões foi emprestado à Marinha Real Australiana de 1952 a 1955.
  • Ele foi devolvido aos ingleses, que o venderam ao Brasil em 1956.
  • Para a MB nesse período, a principal função de um porta-aviões seria a guerra antissubmarino,

O navio passou por uma conversão de quatro anos na Holanda para torná-lo capaz de operar aeronaves mais pesadas. Comissionado na MB como Minas Gerais em 1960, ele foi o primeiro porta-aviões comprado por uma nação latino-americana e o segundo a entrar em serviço, atrás do ARA Independência,

  1. A aquisição do navio permitiu à MB reconstituir sua Aviação Naval, gerando o problema da aviação embarcada, uma disputa com a Força Aérea Brasileira (FAB) pelo direito de embarcar aeronaves no porta-aviões.
  2. O Minas Gerais quase foi usado para ameaçar de bombardeio aéreo as forças alinhadas à Campanha da Legalidade em 1961, mas a disputa com a FAB comprometia sua funcionalidade.

Ao final da crise, em 1965, a Marinha foi proibida de ter aeronaves de asa fixa. Numa situação única entre as marinhas de sua época, a aviação embarcada no Minas Gerais consistiu a partir de então em aviões de patrulha P-16 Tracker da FAB, organizados no 1.º Grupo de Aviação Embarcada (1.º GAE), e helicópteros da Marinha.

O navio era a principal unidade da MB e passou por diversas reformas nesse período. De 1987 a 1996, tornou-se incapaz embarcar os aviões da FAB devido a uma catapulta defeituosa, sendo reatribuído como porta-helicópteros e navio de assalto anfíbio, A aposentadoria dos P-16 da FAB em 1996 deu oportunidade à Marinha para reaver o direito a operar aviões, organizando o 1.º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque, cujos jatos chegaram a pousar no convés do Minas Gerais em 2001.

See also:  O Que Mapa Mental E Como Fazer?

Entretanto, o navio era lento demais para o pouso seguro dos jatos em condições de pouco vento. Em 2001 o Minas Gerais foi retirado de serviço e substituído pelo NAe São Paulo, Na época de seu descomissionamento, era o porta-aviões operacional mais antigo do mundo e a última unidade operacional do projeto «Frota Leve», da Segunda Guerra Mundial.

Quando o Brasil comprou porta-aviões?

Em 2000, o porta-aviões foi adquirido pelo governo brasileiro, a um custo de 12 milhões de dólares e serviu à Marinha até 2014.

Por que o porta-aviões foi afundado?

O que se sabe e o que falta saber sobre o porta-aviões desativado afundado no litoral brasileiro 1 de 2 Marinha decide afundar porta-aviões desativado que está vagando no litoral brasileiro — Foto: Reprodução Marinha decide afundar porta-aviões desativado que está vagando no litoral brasileiro — Foto: Reprodução A embarcação começou a operar na década de 1960 na Marinha francesa, sendo comprada no ano 2000 pela Marinha brasileira.

O ex-porta-aviões foi para o fundo do oceano, após um longo impasse que durou vários meses e começou quando o Ministério do Meio Ambiente da Turquia se recusou a receber a carcaça do navio e devolveu a embarcação para o Brasil. No entanto, o navio foi barrado no país por conter, entre outros poluentes, amianto, substância com potencial tóxico e cancerígeno.

A Marinha decidiu afundar o porta-aviões, medida que foi alvo de questionamentos do e do Ibama.

O que foi feito com o porta-aviões Minas Gerais?

Nota: Se procura pelo estado brasileiro, veja Minas Gerais,

NAeL Minas Gerais
NAeL Minas Gerais (A-11) Minas Gerais em serviço brasileiro
Operador Royal Navy, Royal Australian Navy, Marinha do Brasil.
Fabricante Swan Hunter
Custo US$ 27 000 000,00
Homônimo Estado de Minas Gerais
Lançamento 23 de fevereiro de 1944
Batismo 16 de novembro de 1942 como HMS Vengeance (R71)
Comissionamento 1945 ( Reino Unido ) 6 de dezembro de 1960 ( Brasil )
Descomissionamento 1952 (Reino Unido) 16 de outubro de 2001 (Brasil)
Indicativo visual R-71 (RN e RAN) ; A-11 (MB)
Renomeado HMS/HMAS Vengeance
Estado Vendido para desmanche
Emblema do navio
Características gerais
Classe Classe Colossus modificada
Deslocamento 15 890 t (padrão) e 19 890 t (carregado)
Comprimento 211,25 m
Boca 36,44 m (convoo) ou 24,50 m (casco).
Calado 7,15 m
Velocidade 25 nós (46 km/h )
Autonomia 12 000 milhas náuticas (22 000 km )
Armamento Inicial : 6 canhões navais QF de 2 libras, 19 Oerlikon 20 mm 1945 : 6 canhões quádruplos de 2 libras, 8 canhões antiaéreos Bofors de 40 mm, 11 Oerlikons 1952 : 12 Bofors, 32 Oerlikons No Brasil : 10 Bofors de 40 mm, 3 lançadores duplos de mísseis de defesa de ponto Mistral (sistema SIMBAD)
Sensores Busca aérea: Lockheed SPS-40B; banda E/F Busca de superfície: Plessey AWS 4; banda E/F Navegação: Signaal ZW06; banda I Controle de tiro: 2x SPG-34; banda I/J CCA: Scanter Mil-Par; banda I (1998)
Aeronaves Inicial : 24 Vought F4U Corsair e 24 Barracuda Anos 90 : 6 P-16E Tracker, 4-6 SH-3A/B Sea King, 2 UH-12/UH-13 Esquilo e 3 UH-14 Super Puma
Tripulação 1000 + 350 do grupo aéreo
Notas
Referências:

O NAeL Minas Gerais (A-11) foi um porta-aviões leve da classe Colossus operado pela Marinha do Brasil (MB), de 1960 até 2001. O navio, estabelecido pela Marinha Real do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial como HMS Vengeance, foi concluído pouco antes do fim do conflito e não entrou em combate.

Após passagens como navio de treinamento e navio de pesquisa no Ártico, o porta-aviões foi emprestado à Marinha Real Australiana de 1952 a 1955. Ele foi devolvido aos ingleses, que o venderam ao Brasil em 1956. Para a MB nesse período, a principal função de um porta-aviões seria a guerra antissubmarino,

O navio passou por uma conversão de quatro anos na Holanda para torná-lo capaz de operar aeronaves mais pesadas. Comissionado na MB como Minas Gerais em 1960, ele foi o primeiro porta-aviões comprado por uma nação latino-americana e o segundo a entrar em serviço, atrás do ARA Independência,

A aquisição do navio permitiu à MB reconstituir sua Aviação Naval, gerando o problema da aviação embarcada, uma disputa com a Força Aérea Brasileira (FAB) pelo direito de embarcar aeronaves no porta-aviões. O Minas Gerais quase foi usado para ameaçar de bombardeio aéreo as forças alinhadas à Campanha da Legalidade em 1961, mas a disputa com a FAB comprometia sua funcionalidade.

Ao final da crise, em 1965, a Marinha foi proibida de ter aeronaves de asa fixa. Numa situação única entre as marinhas de sua época, a aviação embarcada no Minas Gerais consistiu a partir de então em aviões de patrulha P-16 Tracker da FAB, organizados no 1.º Grupo de Aviação Embarcada (1.º GAE), e helicópteros da Marinha.

O navio era a principal unidade da MB e passou por diversas reformas nesse período. De 1987 a 1996, tornou-se incapaz embarcar os aviões da FAB devido a uma catapulta defeituosa, sendo reatribuído como porta-helicópteros e navio de assalto anfíbio, A aposentadoria dos P-16 da FAB em 1996 deu oportunidade à Marinha para reaver o direito a operar aviões, organizando o 1.º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque, cujos jatos chegaram a pousar no convés do Minas Gerais em 2001.

Entretanto, o navio era lento demais para o pouso seguro dos jatos em condições de pouco vento. Em 2001 o Minas Gerais foi retirado de serviço e substituído pelo NAe São Paulo, Na época de seu descomissionamento, era o porta-aviões operacional mais antigo do mundo e a última unidade operacional do projeto «Frota Leve», da Segunda Guerra Mundial.

Quanto custou o porta-aviões Minas Gerais?

Nota: Se procura pelo estado brasileiro, veja Minas Gerais,

NAeL Minas Gerais
NAeL Minas Gerais (A-11) Minas Gerais em serviço brasileiro
Operador Royal Navy, Royal Australian Navy, Marinha do Brasil.
Fabricante Swan Hunter
Custo US$ 27 000 000,00
Homônimo Estado de Minas Gerais
Lançamento 23 de fevereiro de 1944
Batismo 16 de novembro de 1942 como HMS Vengeance (R71)
Comissionamento 1945 ( Reino Unido ) 6 de dezembro de 1960 ( Brasil )
Descomissionamento 1952 (Reino Unido) 16 de outubro de 2001 (Brasil)
Indicativo visual R-71 (RN e RAN) ; A-11 (MB)
Renomeado HMS/HMAS Vengeance
Estado Vendido para desmanche
Emblema do navio
Características gerais
Classe Classe Colossus modificada
Deslocamento 15 890 t (padrão) e 19 890 t (carregado)
Comprimento 211,25 m
Boca 36,44 m (convoo) ou 24,50 m (casco).
Calado 7,15 m
Velocidade 25 nós (46 km/h )
Autonomia 12 000 milhas náuticas (22 000 km )
Armamento Inicial : 6 canhões navais QF de 2 libras, 19 Oerlikon 20 mm 1945 : 6 canhões quádruplos de 2 libras, 8 canhões antiaéreos Bofors de 40 mm, 11 Oerlikons 1952 : 12 Bofors, 32 Oerlikons No Brasil : 10 Bofors de 40 mm, 3 lançadores duplos de mísseis de defesa de ponto Mistral (sistema SIMBAD)
Sensores Busca aérea: Lockheed SPS-40B; banda E/F Busca de superfície: Plessey AWS 4; banda E/F Navegação: Signaal ZW06; banda I Controle de tiro: 2x SPG-34; banda I/J CCA: Scanter Mil-Par; banda I (1998)
Aeronaves Inicial : 24 Vought F4U Corsair e 24 Barracuda Anos 90 : 6 P-16E Tracker, 4-6 SH-3A/B Sea King, 2 UH-12/UH-13 Esquilo e 3 UH-14 Super Puma
Tripulação 1000 + 350 do grupo aéreo
Notas
Referências:

O NAeL Minas Gerais (A-11) foi um porta-aviões leve da classe Colossus operado pela Marinha do Brasil (MB), de 1960 até 2001. O navio, estabelecido pela Marinha Real do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial como HMS Vengeance, foi concluído pouco antes do fim do conflito e não entrou em combate.

  1. Após passagens como navio de treinamento e navio de pesquisa no Ártico, o porta-aviões foi emprestado à Marinha Real Australiana de 1952 a 1955.
  2. Ele foi devolvido aos ingleses, que o venderam ao Brasil em 1956.
  3. Para a MB nesse período, a principal função de um porta-aviões seria a guerra antissubmarino,

O navio passou por uma conversão de quatro anos na Holanda para torná-lo capaz de operar aeronaves mais pesadas. Comissionado na MB como Minas Gerais em 1960, ele foi o primeiro porta-aviões comprado por uma nação latino-americana e o segundo a entrar em serviço, atrás do ARA Independência,

  1. A aquisição do navio permitiu à MB reconstituir sua Aviação Naval, gerando o problema da aviação embarcada, uma disputa com a Força Aérea Brasileira (FAB) pelo direito de embarcar aeronaves no porta-aviões.
  2. O Minas Gerais quase foi usado para ameaçar de bombardeio aéreo as forças alinhadas à Campanha da Legalidade em 1961, mas a disputa com a FAB comprometia sua funcionalidade.

Ao final da crise, em 1965, a Marinha foi proibida de ter aeronaves de asa fixa. Numa situação única entre as marinhas de sua época, a aviação embarcada no Minas Gerais consistiu a partir de então em aviões de patrulha P-16 Tracker da FAB, organizados no 1.º Grupo de Aviação Embarcada (1.º GAE), e helicópteros da Marinha.

O navio era a principal unidade da MB e passou por diversas reformas nesse período. De 1987 a 1996, tornou-se incapaz embarcar os aviões da FAB devido a uma catapulta defeituosa, sendo reatribuído como porta-helicópteros e navio de assalto anfíbio, A aposentadoria dos P-16 da FAB em 1996 deu oportunidade à Marinha para reaver o direito a operar aviões, organizando o 1.º Esquadrão de Aviões de Interceptação e Ataque, cujos jatos chegaram a pousar no convés do Minas Gerais em 2001.

Entretanto, o navio era lento demais para o pouso seguro dos jatos em condições de pouco vento. Em 2001 o Minas Gerais foi retirado de serviço e substituído pelo NAe São Paulo, Na época de seu descomissionamento, era o porta-aviões operacional mais antigo do mundo e a última unidade operacional do projeto «Frota Leve», da Segunda Guerra Mundial.

Por que foi criada a Capitania de Minas Gerais?

A capitania de Minas Gerais foi o primeiro passo para a autonomia administrativa de Minas e ela é resultado do desmembramento da capitania de São Paulo e Minas do Ouro. Com a descoberta da abundância de ouro no fim do século XVII a região se tornou o centro econômico da colônia.

Como surgiu a capitania de Minas Gerais?

Presidente Gilson Lemes ressalta a grandeza histórica e a pluralidade do estado – 02/12/2020 20h05 – Atualizado em 03/12/2020 16h57 Número de Visualizações: O presidente do TJMG, Gilson Lemes: «Celebrar esses três séculos de existência é rememorar a relevância de nosso território e dos extraordinários personagens que construíram nossa história» Há exatos 300 anos, em 2 de dezembro de 1720, a então Capitania de São Paulo e Minas do Ouro era desmembrada pela Coroa Portuguesa, dando origem à Capitania de Minas Gerais.

  • Aquele longínquo dia marcou, simbolicamente, o nascimento do nosso estado, tornando a data um marco crucial para o povo mineiro.
  • Celebrar esses três séculos de existência é rememorar a relevância de nosso território e dos extraordinários personagens que construíram nossa história, nos mais diversos campos — nas artes, nas ciências, na literatura, na política.

É também enaltecer e reconhecer a contribuição de Minas para o desenvolvimento da nação brasileira. Nosso estado foi forjado na confluência de uma miríade de referências e heranças — o encontro entre indígenas, bandeirantes, escravos, tropeiros, artistas e tantos mais.

  • Trilhou, a partir daí, percursos que foram feitos de muita história e tradição, e que dotaram Minas Gerais de uma grandeza cultural inigualável.
  • Nessa trajetória, emergiram as várias faces das alterosas — a Minas do Ouro; a Minas colonial; a Minas Imperial; a Minas Republicana — que tiveram sempre, em comum, a vocação libertária e a incontida sede de justiça como marcas de seu povo.

Aqui surgiu uma estirpe destinada a aspirar aos ideais de liberdade. De Minas para o Brasil, se irradiaram movimentos políticos diversos: a Guerra dos Emboabas, a Inconfidência Mineira, a Revolução Liberal de 42, o Manifesto Republicano, a Revolução da Aliança Liberal de 30, o Manifesto dos Mineiros de 43, entre muitos outros! Berço de tantos e notáveis juristas, múltiplas foram também as contribuições do nosso estado para a formação do Direito Nacional e para a propagação da defesa e das garantias de liberdades individuais.

Da primeira constituição brasileira, em 1824, à última, em 1988, sempre lá estiveram – como protagonistas – os mineiros. Minas hoje são muitas, mas também uma só. Pluralidade e unidade são a síntese do nosso estado. Um paradoxo que se explica em duas palavras: Minas Gerais. Como bom mineiro, sinto-me profundamente honrado e privilegiado de me encontrar na condição de presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais em 2020, quando se comemora o tricentenário de criação da Capitania de Minas.

Há muito a celebrar, nestes 300 anos de história, e todo um sentimento de orgulho me acomete, nesta data emblemática. O orgulho de ser mineiro, e que reside propriamente na sua essência, tão clara quanto indizível. Parabéns a Minas e a nós mineiros. Ontem, hoje e sempre! Desembargador Gilson Soares Lemes Presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais