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Quem Foi Debora Na BBlia?

Qual foi o papel de Débora na bíblia?

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Débora
Débora (juíza) Débora em Promptuarii Iconum Insigniorum,
4.º Juíza de Israel
Cônjuge Lapidote
Função

Profetisa Juíza Líder de Guerra

Menção bíblica Livro de Juízes
Predecessor Sangar
Sucessor Gideão

Débora (em hebraico : דְּבוֹרָה‎, Dəḇōrā, «abelha»; em árabe : دبوراه‎, Dabūrā ), foi uma profetisa do Deus dos israelitas, e a quarta juíza da Confederação Israelita, sendo sucedida por Gideão, Ela, juntamente com Baraque, liderou os israelitas contra o domínio de Canaã, por volta do século XII a.C.

Juízes na Bíblia
Italico indica que não são explicitamente descritos como juízes
Livro de Josué

Josué

Livro dos Juízes

Otniel Eúde Sangar Débora Gideão Abimeleque Tola Jair Jefté Ibsã Elom Abdão Sansão

Primeiro Livro de Samuel

Eli Samuel

v d e

Qual foi o pecado de Débora?

Juízes 4–5: Débora, a Profetisa Velho Testamento—Guia de Estudo do Aluno Débora, a Profetisa Juízes 4–5 relata como Israel foi libertado do cativeiro de seus inimigos sob a direção de uma mulher chamada Débora, que era juíza e também profetisa. Ela profetizou que uma mulher destruiria os líderes dos inimigos. A profecia foi cumprida quando uma mulher não israelita chamada Jael matou o líder do exército inimigo.

O que podemos aprender com a história de Débora?

«Débora,. Era também juíza dos israelitas naquele tempo.Havia uma palmeira entre Ramá e Betel, na região montanhosa de Efraim. Débora sentava-se debaixo dela, e os israelitas vinham até ali para que ela julgasse as questões que eles traziam». Juízes 4:4-5 1 – A Verdadeira autoridade vem de Deus.

A Bíblia não diz que Débora era influente ou rica, ela não se tornou líder por estatuto ou força, Ela se tornou líder por ser sabia e ouvir a voz de Deus. A verdadeira liderança não vem da força física ou por coerção. Toda autoridade vem de DEUS («Todos devem sujeitar-se às autoridades governamentais, pois não há autoridade que não venha de Deus; as autoridades que existem foram por ele estabelecidas.»Rm 13:1); 2 – Um líder sabe delegar.

Um bom líder não tenta ser melhor em tudo, impedindo dos outros desenvolverem seus dons. A verdadeira liderança é reconhecer o talentos de cada um em sua equipe e motivar a fazer um bom trabalho, sabendo delegar responsabilidades de maneira coerente e sábia.

  1. Débora não era guerreira e conhecia suas limitações e não se sentiu ameaçada quando Deus mandou lhe chamar Baraque para liderar a guerra, pelo contrário, ela o motivou a fazer o seu melhor(«E Débora disse também a Baraque: «Vá! Este é o dia em que o Senhor entregou Sísera em suas mãos.
  2. O Senhor está indo à sua frente.».Juízes 4:14).

Liderar não é uma questão de poder.Liderar é servir.3 – Liderar por exemplo. Quando Baraque recebeu a informação que deveria sair para guerra, ele exigiu que Débora fosse com ele(Juízes 4:8-10). A Bíblia diz que Débora era uma juíza e não guerreira. Ela não precisaria derramar o sangue de ninguém, ela precisava inspirar confiança aos guerreiros de Israel.

Quem era Débora Antes de ser juíza?

Antes de tornar-se juíza, Débora foi uma líder, uma conselheira. O texto bíblico, em Juízes 4, diz que as pessoas procuravam Débora para resolver os problemas. Ela ‘chegou ao poder em um tempo em que os israelitas ignoravam a Lei de Deus e viviam sob o domínio opressor do rei cananeu Jabim e do general Sisera’16.

O que Débora fazia?

Um pouco da sua historia e contexto – Debora foi uma mulher casada (Jz 4.4) profetisa e também juíza (Jz 4.5). Sua posição na época seria equivalente a de uma mulher casada e profissional nos dias de hoje. No antigo Israel, como sua religião estava diretamente relacionada com sua politica, os líderes — como os reis e sacerdotes — sempre foram homens.

A única exceção foi a rainha Atália, filha de Jezabel e Acabe; e ela não recebeu esse titulo, mas o roubou quando seu esposo, que era o rei, morreu e, logo depois, ela matou todos os seus filhos para que ninguém lhe tirasse o reino! Esse foi o tempo mais escuro na historia de Israel, assim como foi nos tempos de Débora.

Israel havia estado 200 anos sem líder depois da queda de Jericó.

O que quer dizer Desperta Débora?

Notícias – Atualizado em ( 27/05/2015 – 21h19 ) | Cidade, Notícias Quem Foi Debora Na BBlia Movimento foi criado com intuito de evangelizar mães para orarem pelos filhos Foto: André Bueno/CMSP DA REDAÇÃO O movimento religioso Desperta Débora comemorou 20 anos de fundação em uma sessão solene realizada na noite desta quarta-feira (27/5), na Câmara Municipal de São Paulo.

  1. A homenagem foi uma iniciativa da vereadora Patrícia Bezerra (PSDB).
  2. Criado em 1995, durante a GCOWE (Consulta Global sobre Evangelização Mundial), o grupo nasceu com o intuito de evangelizar as mães para se unirem e orarem pelos seus filhos e famílias.
  3. O nome do movimento foi inspirado na história bíblica de Débora, no livro dos Juízes — uma juíza e mãe que defendeu a terra de Israel.

O movimento esta presente em mais de 47 países e ultrapassou marca de 100 mulheres intercessoras. A coordenadora Estadual do Movimento, Sisera de Oliveira, ressaltou a influência que as mães têm em um trabalho transformador na vida dos jovens. «Quando olhamos para a sociedade a gente vê que as coisas estão perdendo o sentido e eles estão perdidos.

  • E quando as mães entram com o propósito de ajudar esse filho e ajudar esses jovens eu acho que há um resultado melhor nisso.
  • Porque é a mãe que convive com ele todo dia e que sabe a dificuldades diárias e observa os desafios que a própria sociedade impõe sobre os jovens», disse.
  • A coordenadora Nacional do Desperta Débora, Maria Luiza Targino, agradeceu o reconhecimento do trabalho do movimento.

«Nós agradecemos muito essa homenagem, fruto de um trabalho que temos feito ao longo desses 20 anos na certeza de que nada disso é em vão, que nossas orações estão diante do Senhor e que os frutos estão sendo colhidos. Essa homenagem gratifica o nosso coração e nos enche de muita alegria», disse.

  1. A vereadora Patrícia Bezerra (PSDB) destacou a importância social que o movimento tem para a cidade.
  2. Além de ser um projeto de oração, que envolve o relacionamento com Deus e a espiritualidade, existe uma preocupação que não deixa de ser de cidadania por trás de tudo.
  3. Toda base da sociedade que funciona bem é de uma família saudável.

Então não deixa de ter um componente que seja social no envolvimento do projeto Déboras com a cidade e com o bem estar das famílias de São Paulo», afirmou.

Como era a vida de Débora?

Biografia – Quase nada se sabe sobre Débora além do que se expressa nos textos bíblicos. Como se trata de uma liderança feminina registrada por um povo patriarcal, sua historicidade é altamente plausível. Da mesma forma, o cenário de dominação cananeu sobre as tribos montanhesas israelitas também é atestado pela arqueologia, ainda que se precise deslocar o conflito para uma data bem mais recente do que tradicionalmente se considera (do século XIII a.C.

Para o século XI a.C. Após a morte de Eúde o povo de Israel tornou a pecar contra Deus e por isso Ele os entregou nas mãos de Jabim, rei de Canaã, Por vinte anos Israel esteve sob o jugo de Canaã, sendo violentamente oprimido por Sísera, capitão do exército de Jabim e que contava com uma frota de carros de ferro que o tornava invencível para Israel.

Débora vivia na região montanhosa de Efraim, entre Ramá e Betel, Ela sentava-se debaixo de uma palmeira e o povo de Israel vinha até ela a fim de que ela os ajudasse a resolver as questões que traziam. Desde sempre judeus em cristãos consideram que ela era casada com um homem chamado Lapidote, baseando-se em Jz 4:4).

Contudo, o termo Lapidote significa algo como «tochas acesas» ou «fogo aceso», sendo possível que o termo «Débora, mulher de Lapidote» possa significar que ela fosse uma «acendedora de tochas» ou uma «mulher flamejante». De qualquer forma, além de juíza ela também era profetisa, sendo assim, tinha autoridade divina para discernir e dar soluções ao que a procuravam.

Certo dia Débora mandou chamar Baraque, e lhe disse que Deus havia ordenado que ele escolhesse dez mil homens das tribos de Naftali e Zebulom para enfrentar Sísera e que a vitória já estava garantida por Ele. Apesar de confiar na palavra que recebeu, Baraque pediu para que Débora acompanhasse a ele e seu exercito no dia da batalha.

Isso porque ela era juíza e profeta e sua presença com certeza seria capaz de inspirar confiança nos homens escolhidos para a guerra. Interpretes judeus e cristãos tem alegado que, por esse pedido, Baraque havia perdido a honra de matar Sísera e receber o renome pela vitória, como Débora teria lhe dito que tal essa honra seria dada a uma mulher.

Entretanto, esta interpretação não é a única possível: as palavras de Débora podem ter sido o vaticínio do que se daria ao fim da batalha, não uma maldição. Ademais, tal hermenêutica é complicada para os cristãos, na medida em que a Carta aos Hebreus cita a Baraque como um Herói da Fé ao lado de Davi e Gideão Ao ouvir dizer que os israelitas estavam alinhados para a guerra, Sísera convocou todo os seus carros, novecentos carros de ferro e todo o povo que estava com ele. Baraque e Débora vendo o corpo morto de Sísera na tenda de Jael. Imagem da Biblioteca da Universidade de Oklahoma, Cansado, Sísera lhe pediu água e Jael lhe deu leite, e ele adormeceu. Então Jael pegou uma estaca e a cravou na fonte de Sísera com um martelo e o matou, assim cumprindo o que Débora dissera a Baraque,

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Porque Débora ficava debaixo da palmeira?

Débora: um incômodo no patriarcalismo – Segundo o Primeiro Testamento, uma mulher assentava-se abaixo da palmeira localizada nas Montanhas de Efraim, entre Ramá e Betel, Tratava-se de uma profetisa, cuja autoridade era tamanha a ponto de hebreus de todas as tribos subirem ao monte levando a ela suas demandas para julgamento.

A reputação da personagem fez com que a palmeira debaixo da qual se sentava recebesse seu nome, tornando-a a Palmeira de Débora (Jz.4: 4,5). Todavia, eram tempos difíceis para os filhos de Israel. Estavam oprimidos pelo rei de Canaã, Jabim, Sísera, seu general, dispunha de assombroso poder militar, no qual figuravam numerosos carros de ferro (Jz 2: 3).

Débora, portando um oráculo de Javé, mandou trazer um homem chamado Baraque e ordenou-lhe ir à batalha contra o poderoso exército de Sísera (Jz 4: 6,7). Mas, apesar da profecia garantir a intervenção Divina e a vitória na guerra, Baraque condicionou sua ida ao acompanhamento de Débora.

Ela aceitou, mas alertou que a glória pela vitória não seria dele, e sim de uma mulher (Jz 4: 8,9). A batalha teria se dado entre Ribeito de Quisom e o Monte Tabor: após Débora declarar que o Deus dos israelitas havia saído à frente das tropas de Israel, seguiu-se a retumbante vitória sobre as tropas cananeias (Jz 4: 8,9).

Sísera, no entanto, teria fugido e refugiando-se numa tenda, acolhido por uma mulher chamada Jael, Pediu água, mas recebeu leite e, exausto devido à peleja, adormeceu. Jael então matou o temido general, cravando-lhe uma estaca enquanto ele dormia (Jz 4: 18-21).

Baraque foi levado ao corpo de seu oponente por aquela mulher: a luta estava terminada, e os israelitas, dali por diante, venceriam outras batalhas contra o rei de Canaã. Este teria sido um acontecimento memorável entre os filhos de Israel. Uma vitória tão grandiosa que teria levado tanto Baraque quanto a profetisa Débora a entoarem o cântico que ficaria, como veremos mais adiante, marcado para sempre entre os antigos israelitas.

O cântico encontra-se no capítulo 5 do livro dos Juízes, vindo logo após a narrativa da batalha. Trata-se da celebração pela grande vitória, mas percebemos alguns elementos que não constam no capítulo anterior. Nele, Débora descreve como cada tribo tomou ou não parte na Batalha, elogiando-as ou censurando-as conforme sua participação.

Inclusive, dá-se a entender que uma cidade não veio em socorro dos israelitas no confronto, motivo pelo qual o Anjo do Senhor ordenou a profetisa que vaticinasse-lhes maldição (Jz 5:23). Jael é bendita quanto a seu ato de matar Sísera no cântico, enquanto um breve relato da mãe deste general é entoado (Jz 5:28-30).

E, curiosamente, não há menção ao nome de Jabim, rei de Canaã, mas é dito que vários reis participaram da Batalha, sem dar-lhes os nomes (Jz 5:19). A experiência da própria Débora no evento é descrita com mais detalhes. Ela declara que Javé saiu de Seir – território estrangeiro, em Edom – fazendo «a terra estremecer» e «os céus se entornarem» (Jz 5:4), enquanto no capítulo anterior, é narrada apenas sua declaração de que o Senhor saiu à frente de Baraque.

O termo «céus se entornarem», acompanhado de «as nuvens se desfizeram em água» seria uma forma poética de narrar a tempestade que se seguiria, no qual «os montes se derreteram diante do Senhor» (Jz 5:5). E o protagonismo de Débora no tocante à intervenção divina e vitória contra o opressor se mostra mais evidente no referido cântico, posto que declara: «Cessaram as aldeias em Israel, cessaram; até que eu, Débora, me levantei, por mãe em Israel me levantei » (Jz 5:7).

Seria surpresa uma mulher em posição de proeminência nos textos bíblicos? Com autoridade para julgar, convocar exércitos, dar ordem de batalha e ser reputada num cântico como a heroína do episódio? Ora, ao mesmo tempo em que confere tal visibilidade à personagem, os próprios textos do Primeiro Testamento deixam vazar alguma polêmica quanto a isso.

Quem Foi Debora Na BBlia

Como foi a vida de Débora?

Quem foi Débora? – A história bíblica conta que Débora era uma mulher muito sabia, temente a Deus e usada em profecias. Ela costumava ficar sentava debaixo de uma tamareira e o povo ia constantemente até ela para consultá-la a respeito de suas questões pessoais, ou seja, ela também era uma conselheira e intercessora (Juízes 4:4-5).

  • Além disso, Débora era a responsável por resolver as disputas daquele povo que estavam sendo oprimidos pelo rei de Canaã (Juízes 4:1-2).
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Os juízes eram pessoas influentes da sociedade que atuavam nas áreas militares, política e espiritual. Em um momento difícil da história de Israel, o Senhor Deus usou Débora para profetizar a respeito de uma grande vitória que seria dada ao povo de Israel.

Qual foi a estratégia que Deus deu a Débora?

Continua após publicidade Maria Fernanda Vomero Mais ou menos entre 1200 a.C. e 1000 a.C., as tribos israelitas já ocupavam territórios dos dois lados do rio Jordão e seguiam em campanha pela conquista definitiva de Canaã. Várias nações canaanitas, porém, não só ofereciam resistência como mantinham assentamentos judaicos sob constante opressão.

Algumas obtinham apoio bélico de reinos mais distantes, que não viam com bons olhos o fortalecimento dos israelitas. Foi nesse contexto que os cananeus de Hazor, velhos adversários, lançaram um ataque. No comando de um exército com 900 carros de guerra, estava um general de nome Sísera. Naquela época, uma israelita chamada Débora atuava como juíza – o termo «juiz» designava líderes carismáticos que acumulavam funções religiosas, políticas e militares.

Segundo a Bíblia, foi ela quem organizou a resistência e planejou o contra-ataque. Ao lado de Barac, a quem confiou cerca de 10 mil soldados, Débora atraiu os inimigos para uma região pantanosa, onde o poder das carruagens canaanitas poderia ser neutralizado.

Ao mesmo tempo, ordenou um ataque pela retaguarda adversária. Sísera fugiu. E seu exército foi trucidado (leia mais nas págs.46 e 47). Chama a atenção o destaque dado à participação feminina nessa passagem do livro bíblico Juízes. «As mulheres na sociedade tribal tinham muito mais força e projeção do que no mundo patriarcal da monarquia», diz o teólogo José Ademar Kaefer, do Instituto São Paulo de Estudos Superiores.

Pesquisas indicam que os dois capítulos dedicados à atuação de Débora – um deles em prosa e o outro sob a forma de um cântico que narra, com detalhes e emoção, a batalha contra os cananeus – são textos muito antigos, cuja redação final provavelmente ficou a cargo de sacerdotes israelitas entre 600 e 500 a.C.

  1. Embora Barac seja apresentado como um comandante dos mais eficientes, a verdade é que ele não passa de um personagem secundário, já que a ação militar ficou praticamente toda nas mãos da juíza Débora.
  2. Ela é a única mulher de que temos notícia nessa função.
  3. A tradição posterior – por certo patriarcal e androcêntrica – pretendeu reduzi-la ao papel de cantora», afirma o teólogo Carlos Arthur Dreher, professor das Faculdades EST em São Leopoldo (RS).

Mas o Velho Testamento não nega seu papel de heroína, como atesta uma passagem de Juízes (5:7): «Desertos se achavam os campos em Israel, desertos, senão quando eu, Débora, me levantei () como uma mãe em Israel». Continua após a publicidade BENDITA TRAIÇÃO Débora e Barac derrotaram Sísera, mas não tiveram a «honra» de matá-lo.

Quem acabou executando essa tarefa foi outra mulher, que aparentemente não tinha nada a ver com o conflito entre israelitas e cananeus. Seu nome, segundo a Bíblia, era Jael. Ela e o marido pertenciam a um grupo seminômade que mantinham boas relações tanto com um povo quanto com o outro. Ao buscar refúgio no acampamento do casal, depois de fugir da investida de seus inimigos, Sísera pediu abrigo na tenda de Jael.

A moça o acolheu, deu-lhe de beber e ofereceu-lhe esconderijo. Mas, enquanto o general cananeu dormia coberto por um tapete, ela não teve dúvida: levantou-se, pegou um martelo e cravou-lhe uma estaca na cabeça. «Bendita seja entre as mulheres Jael», diz a juíza Débora em seu famoso cântico bíblico.

  1. Com uma das mãos segurou o prego, e com a outra o martelo de operário, e malhou Sísera(1), espedaçando-lhe a cabeça ().» Quando Barac chegou ao acampamento, o inimigo jazia morto, estirado no chão.
  2. Nas estrofes seguintes do cântico, Débora comenta que a mãe de Sísera permanece na janela, à espera do retorno do filho, confiante em sua vitória.
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Ela nem intui o desfecho infeliz. «Assim pereçam, Senhor, todos os vossos inimigos», exalta a juíza. Coadjuvante – Ben-hadade O rei sírio que teria admitido a superioridade do deus hebreu. A Bíblia está cheia de «vilões» como o general cananeu Sísera. Um eles é Ben-Hadade, rei da Síria que lutou algumas batalhas contra os israelitas na primeira metade no século 9 a.C.

  • Quando sucedeu ao pai, Hadade herdou também a rivalidade com o povo de Israel – que avançava sobre a Terra Prometida sempre com o objetivo de conquistá-la, nunca com a intenção de compartilhá-la.
  • Depois de amargar derrotas humilhantes em Samaria e nas colinas de Golã (leia mais nas págs.50 e 51), foi afligido por uma doença que o deixou preso à cama – é bem provável que sua queda por bebidas etílicas, mencionada no Velho Testamento, tenha colaborado para esse fim.

Já velho, ele teria teria admitido que o Deus hebreu era mais poderoso que as deidades sírias. JFB e RL. Continua após a publicidade

Cristianismo – Católicos Origem das coisas

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Quem foi Lapidote esposo de Débora na bíblia?

Lapidote (nome hebraico que significa ‘tochas’ ou ‘chamas’) foi marido da juíza Débora (Juízes 4:4) e não possui mais relatos na bíblia falando sobre ele. Os rabinos o identificam com Baraque.

Quais são as qualidades de Débora da bíblia?

«Desperta, Débora, desperta, desperta, acorda, entoa um cântico; levanta-te, Baraque, eleva presos os que te prenderam, tu, filho de Abinoão» – Juízes 5.12 Débora foi uma importante profetisa e única juíza do povo de Israel. Possuía inúmeras qualidades: era sábia, estrategista e realizadora.

  1. Viveu em uma época em que seu povo estava sob o domínio dos cananeus e afastado do Senhor.
  2. Não havia exército, armas, nem mesmo forças para lutar, mas o medo e a apatia, que caracterizam quem vive sem Deus.
  3. Débora se levanta como mãe em Israel e, no exercício do seu ministério profético, Deus a constitui também como juíza para entregar a Palavra e assim conduzir o povo à vitória.

A palavra profética exorta o povo a se levantar para a guerra, quebrando a passividade em que se encontravam e, por consequência, também o peso do cativeiro. Assim, Deus lhes deu vitória! Desafios Naquele tempo e cultura em que apenas os homens lideravam, Débora foi uma pioneira, ousada, posicionada e segura, que bem demonstrou o chamado e envio de Deus para o ministério feminino.

  1. Mas, com certeza, não foi fácil.
  2. Como mulher à frente do seu tempo, precisou vencer os preconceitos e conciliar seus vários papéis, como mãe, esposa, juíza, conselheira e profetisa.
  3. Tinha ainda os desafios de conduzir o povo para fora da condição de passividade e reacender no coração dos homens o sentimento de guerreiros, vitoriosos em Deus.

A mulher +QV em Débora: 1- A palavra de Deus em sua boca é verdade Débora era uma mulher cheia do Espírito Santo de Deus. Só assim, foi possível dirigir, orientar e julgar toda uma nação. Ela não falava de si mesma, mas esperava e ouvia a direção do Senhor em todo o tempo.

Hoje, é comum encontrar mulheres estressadas e cansadas por suas muitas atribuições e missões que parecem grandes demais para elas. Mas, assim como Débora, aquelas que buscam conselho no Senhor sabem o que fazem, como fazer e ainda conseguem descansar. A mulher guiada pela Palavra de Deus saberá sempre como orientar sua casa, seus filhos, seu esposo; e terá sempre, para ela mesma, escape e força vital.

O segredo é, assim como ela, meditar na Palavra de Deus para ter o cuidado de fazer tudo o que nela está escrito e assim fará prosperar seus caminhos (Josué 1.7-8).2- Tem discernimento e age por princípios espirituais Só alguém com muita convicção, coragem e autoridade que vem da Palavra teria condições de enviar 10 mil homens para uma guerra contra um inimigo sabidamente mais forte.

  1. Débora agia com base na verdade de Deus e não nos fatos ao seu redor.
  2. Ela era guiada por princípios espirituais, como louvor, gratidão, posicionamento, fé, autoridade e comunhão com Deus e Sua Palavra.
  3. Você está vivendo uma situação que precisa ser resolvida, mas que parece impossível? Busque de Deus discernimento espiritual, aja por princípios e você vai vencer.

Um princípio espiritual: «Buscai, pois, em primeiro lugar, o seu reino e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.» (Mateus 6.33). Tenha seu lugar de comunhão com Deus, estudo da Palavra e oração como Débora tinha – «Ela atendia debaixo da palmeira de Débora, entre Ramá e Betel, na região montanhosa de Efraim; e os filhos de Israel subiam a ela a juízo.» (Juízes 4.5) 3.

  1. Com a palavra profética e atitudes de amor vence a passividade e traz a paz Débora profetiza que Deus daria a vitória a Baraque se ele fosse para a guerra, mas ele diz que só iria se ela fosse junto.
  2. Que homem é esse que espera que uma mulher vá para a guerra com ele? Na verdade, todos os homens esperam, seja seu esposo, seu filho, seu pai, seu irmão.

A resposta de Débora foi sábia e pacificadora, baseada na consciência plena de seu chamado como juíza e profeta, aquela que cuida do povo e proclama a Palavra de Deus, trazendo direção. Ela não foi chamada para guerrear no campo de batalha. Não estava ali para tomar decisões baseadas nos sentimentos e reações de Baraque.

  • Antes, ela responde a ele com a Palavra que recebeu de Deus.
  • Quando não abrimos mão do nosso chamado, mesmo diante das guerras, fraquezas, carências que nos cercam, o Senhor nos honra e faz com que sua Palavra se cumpra, trazendo libertação do cativeiro e fazendo não só com que sejamos mais que vencedoras, mas também a tudo e todos que alimentamos com a sua Palavra.

A Palavra de Deus é a Espada que nos faz mais que vencedoras no nosso chamado. Está chegando o grande dia! 2 Coríntios 10.4: «Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas» No próximo dia 21 de abril, feriado nacional, a Renascer Arena – antigo Ginásio da Portuguesa – ficará cor-de-rosa, com a realização do Encontro Nacional +QV Armas de Guerra.

Durante o congresso, marcado para começar às 9 horas, mulheres de todas as partes do país serão ministradas pelas Bispas e fundadoras do projeto Mais que Vencedoras, Sonia Hernandes e Fernanda Hernandes Rasmussen, que abordarão diversos temas em uma linguagem abrangente de mãe, filha, avó e esposa, de acordo com as experiências e os ensinamentos que receberam do Espírito Santo.

«O nosso objetivo, com a realização destes encontros, é dividir nossas experiências como mãe e filha e mostrar que existem, sim, caminhos para superarmos nossos medos, traumas, complexos, perdas, dificuldades e os nossos impossíveis, porque, para Deus, não existem situações irreversíveis.

  1. Quando deixamos nossas vidas serem guiadas pelo Espírito Santo, e não pelos nossos problemas, nada nos abala!», afirmaram elas.
  2. No final do evento, todas as mulheres receberão um lindo presente da linha +QV, como símbolo desta emocionante jornada.
  3. Os convites para o congresso estão disponíveis nas sedes estaduais da Igreja Renascer em Cristo.

A estrutura do local Situada a poucos metros da estação Tietê do Metrô, A Renascer Arena conta com um estacionamento amplo e toda a estrutura necessária para receber o grande público esperado, incluindo um departamento infantil e uma praça de alimentação com cardápios variados.

  • Um projeto revolucionário O +QV (Mais que Vencedoras) é uma rede de discipulado criada pelas Bispas Sonia e Fernanda Hernandes, com o objetivo de revolucionar o ministério feminino no Brasil.
  • Além de promover comunhão entre as participantes e acompanhamento pastoral nas igrejas – por meio de reuniões e das redes sociais –, o projeto é composto por desafios, que abrangem diversas áreas, como relacionamentos, saúde, carreira, vida financeira e ministério.

Mais de 15 mil mulheres estão inscritas no projeto. Para fazer parte deste exército cor-de-rosa e revolucionário, acesse o site maisquevencedoras.com.br, Acompanhe o projeto nas mídias sociais e no blog: Facebook: facebook.com/maisquevencedoras Instagram: @MaisQV Canal no YouTube: youtube.com/maisquevencedoras Blog: maisquevencedoras.tumblr.com Serviço: Encontro Nacional +QV Armas de Guerra Data: 21 de abril Horário: a partir das 9 horas Local: Renascer Arena Endereço: Marginal Tietê, 3712 (São Paulo/SP) Convites disponíveis nas sedes estaduais da Igreja Renascer Redação iGospel

Quantos anos tinha Débora quando julgou Israel?

Personagens bíblicos – Débora Aprendizados com Débora, a profetisa e juíza, levantada pelo Senhor para livrar Seu povo da opressão dos cananeus. Sua atitude ousada estimulou Baraque, o capitão do exército, e trouxe um avivamento à sua nação. Quais foram os doze juízes de Israel? Personagens Noé Abraão Isaque Jacó José do Egito Moisés Josué Gideão Sansão Rute Ana e Samuel Davi Reis Elias Eliseu Ester Jó Paulo de Tarso Textos de referência: Jz 2: 1-18; Jz 4; Jz 5 Resumo: O período dos juízes (Com início em 1375 AC) compreende o período depois que o povo entrou em Canaã e depois que morreram Josué e todos os anciãos de Israel, que viram todas as grandes obras de Deus no meio deles (Jz 2: 7-10; 16), e se estende por um tempo de trezentos e cinqüenta anos.

A outra geração que se levantou depois de Josué ter morrido não conhecia o Senhor, tampouco as obras que fizera a Israel. Fizeram o que era mau perante o Senhor, pois serviram os baalins (plural de Baal = ‘Senhor, possuidor, marido’; Astarote ou Aserá era sua consorte), que eram os deuses cananeus cultuados em cada localidade da terra.

Deus já tinha se desagradado do Seu povo por não tê-la tomado toda, deixando os antigos moradores ficarem, pois conhecia o risco que ele corria de aderir à idolatria. Por isso, o Anjo do Senhor veio e os advertiu (Jz 2: 1-5), entretanto, não mudaram de atitude.

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Quem foi a primeira pastora da bíblia?

CASSIANE. Cassiane é primeira pastora da Assembléia de Deus.

Qual foi a primeira profetisa da bíblia?

Miriam é a primeira mulher a ser chamada profetisa na Bíblia. Assim, ela se torna referência de tradição profética das mulheres no Antigo e no Novo Testamento. O Livro do Deuteronômio afirma que Moisés era o maior dos profetas e, por causa disso, sua irmã tornou-se a primeira e a maior das profetisas.

Como se vestia Débora na bíblia?

‘E Débora, mulher profetisa, mulher de Lapidote, julgouva a Israel naquele tempo.’ VESTIDO DE HELANCA LIGHT CORES MARROM E VERMELHO.

Quem mandou Débora despertar?

«Desperta, Débora, Desperta, Desperta, Acorda» Juízes 5;7 «DESPERTA DÉBORA» é um movimento de oração, cujo alvo é despertar milhares de mães, biológicas, adotivas ou espirituais de qualquer denominação, comprometidas em orar 15 minutos por dia, para que Deus opere um despertamento espiritual sem precedentes na história da juventude Mundial.

  1. São 15 minutos diários de oração que farão diferença para a eternidade.
  2. Nossos filhos precisam de uma grande cobertura de oração Ninguém ora por um filho ou filha como as mães oram.
  3. Como surgiu o ministério Desperta Débora? O Desperta Débora nasceu no coração de Deus, que tocou o Pr.
  4. Jeremias Pereira da Silva, por ocasião do GCOWE 95 (Consulta Global sobre Evangelização Mundial), realizado em maio de 1995 em Seoul, Coréia.

Um dos pontos altos daquele encontro foi a consagração de 100.000 jovens da igreja coreana de todas as denominações para a obra missionária, realizada no estádio Olímpico de Seoul. Isto despertou o sonho no coração do Pr. Jeremias e do Pr. Marcelo Gualberto, Diretor Nacional da Mocidade Para Cristo do Brasil, de verem algo semelhante em nosso país.

Houve na consagração dos jovens coreanos, uma menção de gratidão para as mães que oraram para a realização desse sonho. Resolveu-se então desafiar as mães brasileiras (e agora os pais também participam deste desafio com os Homens de Coragem) a orarem intensamente, pois um despertamento missionário sempre é fruto de muita oração.

De volta para o Brasil, o Pr. Marcelo e o Pr. Jeremias convidaram Ana Maria, esposa do Pr. Jeremias, para assumir a coordenação geral do projeto, e assim os três iniciaram o movimento. Quem coordena o projeto? O ministério Desperta Débora, é um ministério coordenado pela MPC- Mocidade Para Cristo do Brasil.

O Desperta Debora é um departamento da MPC. Origem do nome «Desperta Débora» O nome «Desperta Débora» veio da leitura de Juízes 5. No texto bíblico, Débora afirma que as aldeias estavam desertas, outros deuses surgiram na nação, até que «Eu, Débora, me levantei por mãe de Israel». E em Juízes 5:7, ela faz como que uma auto-ministração, quando diz com força e auto desafio: «Desperta, Débora, Desperta, Desperta, Acorda».

Este é o perfil das mães intercessoras, mães biológicas, adotivas e espirituais. Mães que se comprometem a investir tempo de joelhos em oração diária por ao menos 15 minutos, por uma Geração Comprometida com Deus, com a Sua palavra e com a obra missionária, a começar por seus filhos.

A conversão de nossos filhos; A restauração dos que estão desviados dentro e fora das igrejas evangélicas; O despertamento missionário dos jovens. Um compromisso missionário para o resto de suas vidas, se tornando um «JOVEM, GERAÇÃO COMPROMISSO». Se tornar um missionário na sua escola, em outra cultura, como um (a) pastor (a), um fazedor de tendas (aqueles que tiram o sustento do próprio trabalho), e/ou um mantenedor de missões. A consagração de uma Geração Compromisso. Um avivamento das escolas e das universidades, local onde os filhos passam a maior parte do dia, e onde há grande influência de vícios, materialismo e mensagens anticristãs em geral.

Porque Débora julgava o povo debaixo de uma palmeira?

Débora: um incômodo no patriarcalismo – Segundo o Primeiro Testamento, uma mulher assentava-se abaixo da palmeira localizada nas Montanhas de Efraim, entre Ramá e Betel, Tratava-se de uma profetisa, cuja autoridade era tamanha a ponto de hebreus de todas as tribos subirem ao monte levando a ela suas demandas para julgamento.

  • A reputação da personagem fez com que a palmeira debaixo da qual se sentava recebesse seu nome, tornando-a a Palmeira de Débora (Jz.4: 4,5).
  • Todavia, eram tempos difíceis para os filhos de Israel.
  • Estavam oprimidos pelo rei de Canaã, Jabim,
  • Sísera, seu general, dispunha de assombroso poder militar, no qual figuravam numerosos carros de ferro (Jz 2: 3).

Débora, portando um oráculo de Javé, mandou trazer um homem chamado Baraque e ordenou-lhe ir à batalha contra o poderoso exército de Sísera (Jz 4: 6,7). Mas, apesar da profecia garantir a intervenção Divina e a vitória na guerra, Baraque condicionou sua ida ao acompanhamento de Débora.

  • Ela aceitou, mas alertou que a glória pela vitória não seria dele, e sim de uma mulher (Jz 4: 8,9).
  • A batalha teria se dado entre Ribeito de Quisom e o Monte Tabor: após Débora declarar que o Deus dos israelitas havia saído à frente das tropas de Israel, seguiu-se a retumbante vitória sobre as tropas cananeias (Jz 4: 8,9).

Sísera, no entanto, teria fugido e refugiando-se numa tenda, acolhido por uma mulher chamada Jael, Pediu água, mas recebeu leite e, exausto devido à peleja, adormeceu. Jael então matou o temido general, cravando-lhe uma estaca enquanto ele dormia (Jz 4: 18-21).

  1. Baraque foi levado ao corpo de seu oponente por aquela mulher: a luta estava terminada, e os israelitas, dali por diante, venceriam outras batalhas contra o rei de Canaã.
  2. Este teria sido um acontecimento memorável entre os filhos de Israel.
  3. Uma vitória tão grandiosa que teria levado tanto Baraque quanto a profetisa Débora a entoarem o cântico que ficaria, como veremos mais adiante, marcado para sempre entre os antigos israelitas.

O cântico encontra-se no capítulo 5 do livro dos Juízes, vindo logo após a narrativa da batalha. Trata-se da celebração pela grande vitória, mas percebemos alguns elementos que não constam no capítulo anterior. Nele, Débora descreve como cada tribo tomou ou não parte na Batalha, elogiando-as ou censurando-as conforme sua participação.

  • Inclusive, dá-se a entender que uma cidade não veio em socorro dos israelitas no confronto, motivo pelo qual o Anjo do Senhor ordenou a profetisa que vaticinasse-lhes maldição (Jz 5:23).
  • Jael é bendita quanto a seu ato de matar Sísera no cântico, enquanto um breve relato da mãe deste general é entoado (Jz 5:28-30).

E, curiosamente, não há menção ao nome de Jabim, rei de Canaã, mas é dito que vários reis participaram da Batalha, sem dar-lhes os nomes (Jz 5:19). A experiência da própria Débora no evento é descrita com mais detalhes. Ela declara que Javé saiu de Seir – território estrangeiro, em Edom – fazendo «a terra estremecer» e «os céus se entornarem» (Jz 5:4), enquanto no capítulo anterior, é narrada apenas sua declaração de que o Senhor saiu à frente de Baraque.

O termo «céus se entornarem», acompanhado de «as nuvens se desfizeram em água» seria uma forma poética de narrar a tempestade que se seguiria, no qual «os montes se derreteram diante do Senhor» (Jz 5:5). E o protagonismo de Débora no tocante à intervenção divina e vitória contra o opressor se mostra mais evidente no referido cântico, posto que declara: «Cessaram as aldeias em Israel, cessaram; até que eu, Débora, me levantei, por mãe em Israel me levantei » (Jz 5:7).

Seria surpresa uma mulher em posição de proeminência nos textos bíblicos? Com autoridade para julgar, convocar exércitos, dar ordem de batalha e ser reputada num cântico como a heroína do episódio? Ora, ao mesmo tempo em que confere tal visibilidade à personagem, os próprios textos do Primeiro Testamento deixam vazar alguma polêmica quanto a isso.

Quem Foi Debora Na BBlia

Quem foi a primeira pastora da bíblia?

CASSIANE. Cassiane é primeira pastora da Assembléia de Deus.

O que aprendemos com Débora e Jael?

No texto, Débora exerce a liderança oficial das tribos e convoca os homens à guerra. Já Jael, que não estava inserida nas tribos israelitas, exerce liderança de forma difusa, sendo inclusive, responsável pela morte do comandante do exército inimigo do povo israelita.

Quem foi lapidote esposo de Débora na bíblia?

Lapidote (nome hebraico que significa ‘tochas’ ou ‘chamas’) foi marido da juíza Débora (Juízes 4:4) e não possui mais relatos na bíblia falando sobre ele. Os rabinos o identificam com Baraque.