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Quem NO Tem CãO CaçA Com Gato?

O que significa o ditado quem não tem cão caça com gato?

Provérbios e ditados populares que mudaram com o tempo Quem NO Tem CãO CaçA Com Gato A expressão «cor de burro quando foge» era, inicialmente, «corra de burro quando ele foge». Foto: Getty Images Toda língua tem algumas expressões que fazem sentido dentro de seu contexto, com significados próprios, muitas vezes diferentes do sentido literal das palavras.

  1. Algumas vezes, usamos essas expressões e ditos populares, mas não temos ideia do que elas significam, ou de qual é a sua história.
  2. Ao investigar a origem dessas expressões, nota-se que o significado e até mesmo as palavras de alguns ditos populares sofreram alterações com o tempo.
  3. Isso acontece porque há uma relação com a oralidade muito forte.

É como na brincadeira do telefone sem fio, a constante reprodução com o passar dos anos causa mudanças e adaptações. Vamos conhecer a forma original de alguns ditos? «O menino é cuspido e escarrado o pai» Significado: O menino é muito parecido com o pai.

  1. Origem: Esse dito popular, na realidade, era «esculpido em carrara» (mármore).
  2. O provérbio foi passando de boca em boca, sofreu alterações nas palavras, mas o significado se manteve.
  3. Quem não tem cão, caça com gato» Significado: Você deve se virar como puder, com os recursos que tem, para alcançar seus objetivos.

Origem: A expressão correta seria «Quem não tem cão, «. Isto é, caça astutamente, sorrateiramente, escondendo-se como faz um felino. «Quem tem boca vai a Roma» Significado: Quem sabe se comunicar vai a qualquer lugar. Origem: Originalmente, o provérbio era «Quem tem boca vaia Roma», do verbo vaiar.

Neste caso, não somente a expressão como seu significado sofreram alterações com o passar do tempo. Na época do imperador romano Júlio Cesar, ninguém podia contrariar sua opinião. Portanto, a plebe e os escravos acreditavam que a cidade de Roma merecia vaias por causa de seu imperador. Com o tempo, o dito foi sendo alterado em função do que o povo ouvia, até mudar totalmente o sentido.

«Esse menino parece que tem bicho carpinteiro» Significado: O menino é muito agitado, não para quieto. Origem: A expressão original era «Esse menino parece que tem bicho no corpo inteiro», que também tem o sentido de um corpo agitado, que não consegue ficar parado.

Segundo o dicionário Houaiss, o bicho carpinteiro é uma espécie de besouro que, durante o estágio de larva, broca troncos e cascas de árvores. «O colega enfiou o pé na jaca ontem» Significado: O colega cometeu excessos ontem, bebeu demais. Origem: A origem dessa expressão remonta aos tempos em que os bares tinham, na parte da frente, cestas com legumes e frutas para serem vendidos.

Essas cestas tinham o nome de «jacá». Quando uma pessoa bebia demais, ficava de pileque, saía cambaleando e enfiava o pé no jacá, pois não percebia a presença dele. Por isso, a expressão «verdadeira» era «Enfiou o pé no jacá». À medida que essa expressão foi sendo usada e apropriada pelos brasileiros, passando de boca em boca, foi modificada para «jaca».

  1. Isso está da cor de burro quando foge» Significado: Está indefinido, não tem uma cor definida.
  2. Origem: O burro, quando enraivecido, é muito perigoso.
  3. Nesse contexto, a frase original tinha sentido: «Corra do burro quando ele foge».
  4. A tradição oral foi modificando a frase, e a palavra «corra» foi transformada em «cor».

Com a mudança, um novo sentido foi atribuído a esse dizer popular. Veja outras dicas sobre a Língua Portuguesa na página : Provérbios e ditados populares que mudaram com o tempo

Quem não tem cão caça com gato vírgula?

Quem ama, educa – Em homenagem a Içami Tiba – Em 2 de agosto de 2015, despediu-se de nós o psiquiatra Içami Tiba. Escritor por excelência, trazia em sua bagagem mais de trinta livros. Como dói saber que conferimos tão pouco valor a pessoas desse quilate.

  1. Simplesmente passou.
  2. Interessa-nos, mais que tudo, centrar nossa atenção no título de seu 14º livro: Quem ama, educa! Esta obra, apenas ela, vendeu mais de um milhão de exemplares.
  3. No total, a venda de seus livros ascende a quatro milhões.
  4. Para quem, um dia, sonhou ser caminhoneiro, é de admirar.
  5. Sua obra-referência foi Quem ama, educa! Quando a lançou no mercado, não faltou quem, do alto de seu conhecimento, desferisse farpas contra ele.

Acusavam-no de ter escorregado já no título. Maldade pura! De fato, lá no saudoso curso ginasial aprendemos que constituía falha imperdoável o emprego da vírgula entre o sujeito e o verbo. Eis um princípio válido também para a pontuação de nossos dias.

  • O mesmo pecado cometeríamos se puséssemos vírgula entre o verbo e seu objeto, ou entre um núcleo e seu adjunto.
  • Veja o absurdo: João comprou, um carro.
  • A casa, de madeira foi refeita.
  • Como maltratamos o texto com essas vírgulas bisonhas! Há em português uma ordem canônica a ser respeitada: sujeito – verbo – objeto.

Às vezes, a ela acrescentamos uma circunstância de tempo, lugar, modo. Vejamos esta oração: Maria emprestou a caneta à sua colega (na escola). Aí estão: sujeito / verbo (transitivo direto e indireto) / objeto direto / objeto indireto / e adjunto adverbial, algo opcional.

Nessa sequência, a vírgula não tem vez jamais. Terá ela sentido em duas situações. É possível quebrar esta ordem com a intercalação, Nada mais é que a inclusão de um elemento novo: Maria emprestou, vocês sabem, a caneta à sua colega na escola. Por ser algo estranho ao ninho, verdadeiro intruso, convém cercá-lo com as duas vírgulas.

O mesmo pode ocorrer com a inversão de um elemento – próprio da ordem canônica – para uma posição que não é a sua: Maria, na escola, emprestou a caneta à sua colega. Deslocado, o adjunto adverbial fica ensanduichado entre vírgulas. Enfrentemos o touro: Quem ama, educa! Numa primeira reflexão, essa vírgula desfaz o vínculo entre o sujeito – quem ama, isto é, o amador/amante – e seu predicado: educa,

  • Isso nos convidaria a prontamente apagar aquele enxerido tracinho, a que chamamos vírgula.
  • Significa isso, sem mais delonga, que o correto seria: Quem ama educa! Despido da vírgula.
  • No entanto, não coloquemos o carro adiante dos bois.
  • Há um elemento novo na história.
  • A «regra» – em pontuação, mais apropriado seria dizer recomendação, conselho, orientação – que manda não colocar vírgula entre o sujeito e seu verbo perde seu status quando posta ao lado de algo mais significativo: na produção de um texto, nada é mais importante que a clareza,
See also:  Exame ToxicolGico Quanto Tempo?

É dona do pedaço. Isto não podemos esquecer: escrevo para o leitor, Na linguagem jurídica, o mesmo entendimento: escrevo para a parte, Leitor e parte, os dois beneficiários do texto. Para que compreendam a mensagem, toda em favor deles, se pode atropelar até mesmo uma «regra».

Em sua deliciosa obra sobre pontuação, o prof. Cláudio Moreno repisa vezes mil: o motivo essencial de existir a pontuação é orientar o leitor na interpretação do que está escrito. A essa luz, Içami Tiba, acolitado por seu editor, optou pela vírgula – Quem ama, educa! – para facilitar a instantânea compreensão da frase.

Deu valor a quem se endereça o livro: ao leitor. Aplausos ao autor. Essa quebra do padrão canônico – separar o sujeito do verbo por uma vírgula –, nós a encontramos em Mário Palmério, mineiro de Monte Carmelo: Aquela, era a minha oportunidade, No virgular, pretendeu o escritor, membro da Academia Brasileira de Letras, assinalar uma pausa expressiva, buscando maior ênfase.

É como se nos dissesse: Aquela – e não a outra – era a minha oportunidade. O povo – que não é nada bobo – vai imprimindo seu conhecimento de mundo por meio de provérbios. Por isso se diz sabedoria popular. Recorre, para tanto, ao mesmo padrão usado por Içami Tiba, em que a parte inicial – quem ama – recebe o nome de oração subjetiva, dita também sujeito oracional, iniciada por quem,

Alguns provérbios: Quem cochicha o rabo espicha. / Quem entra na chuva é pra se molhar. / Quem fica parado é poste. / Quem morre de véspera é peru. / Quem não chora não mama. / Este é curioso: Quem com porcos se mistura farelo come. Com uma virgulazinha, ficaria bem melhor! Concordam? Privilegiemos um: Quem não tem cão caça com gato.

  • A verdade manda dizer que este provérbio é uma adulteração – mais correto seria dizer corruptela – deste: Quem não tem cão caça como gato.
  • Por outras palavras, caça à maneira do gato, que parece estar espreitando tudo.
  • Para não errar o bote, vai pé ante pé, quase abafando a respiração, silencioso como o mais matreiro dos gatos.

Agora, o mais importante desta coluna. Quanto ao título da obra de Içami Tiba – Quem ama, educa! –, por que está correto? Para eliminar de vez esse impasse, seguimos a trilha já percorrida por Cláudio Moreno. Não há nada melhor. Esclarecedora. A princípio, se devemos reservar a vírgula para assinalar o que quebra a estrutura canônica da oração, à primeira vista parece não haver razão para inseri-la no título em apreço.

Então, por que os bons escritores recorrem, de onde em onde, a ela? Pontifica o prof. Moreno: Para assinalar com maior clareza o fim do bloco do sujeito, Finalizemos. Há quatro possíveis saídas. Mais comum é escrever sem a vírgula – confirmado na relação dos provérbios –, embora sua presença não caracterize nenhum pecado mortal: Quem avisa amigo é.

Quem bate no cão bate no dono. Na mesma toada, a proposta inicial: Quem não tem competência não se estabelece. Seja com vírgula, seja sem ela. Por vezes, a vírgula passa a ser recomendável, útil, o que se dá quando os dois verbos estiverem um ao lado do outro: Quem quer, faz.

  • Quem não quer, manda.
  • Na linguagem do futebol: Quem não faz, leva.
  • Aqui se encaixa o foco deste artigo: Quem ama, educa! Engrossemos o exército daqueles que partilham desta opção.
  • Aliás, é o proceder do Dicionário editado pela Academia Brasileira de Letras: Quem viver, verá.
  • Há uma terceira situação: se o verbo for idêntico nas duas orações, a vírgula é indispensável : Quem sabe, sabe.

Quem pode, pode. No estádio do Morumbi, o vendedor de picolés gritava a plenos pulmões: Quem não pediu, «pida». Mais esta possibilidade. Numa rotatória de uma grande cidade, chamou-me a atenção esta faixa: Quem ama vacina, Nada disso: faltou a necessária vírgula.

  • Vamos lá: no caso, tem ela o papel de desfazer qualquer ambiguidade quando o verbo da frase se confunde com o substantivo que tem a mesma grafia.
  • Ponha a vírgula – e ponto! Em nome da clareza,
  • Daí: Quem ama, vacina,
  • Assim, o verbo vacinar – imunizar por meio de vacina – é que ganha um lugar ao sol, e não o substantivo: quem ama (a) vacina.

Outros exemplos: Quem quiser, peça, Quem deseja, casa, Quem ama, cobra, Fique muito claro: não se trata de alguém que «quer peça», que «deseja casa». Cá entre nós: » quem ama cobra» é vinho de outra pipa. Palmas pelo emprego adequado da vírgula: Quem ama, educa ! Aplausos a Içami Tiba pela vida primorosa que palmilhou.

Quem não tem cão caça com gato qual o sujeito?

Ele caçava logo né’ e »Quem não tem cão não caça’ porque ele não é caçador’. O sujeito MN reconheceu o provérbio-origem ‘Quem não tem cão caça com gato’ e fez vários comentários sobre o sentido desse provérbio, sobre o sentido do gato não ser caçador, mas ele poder caçar alguns ratos.

Como é o ditado do gato?

Significado de Gato escaldado tem medo de água fria (O que significa, Conceito e Definição) Gato escaldado tem medo de água fria é um ditado muito utilizado para dizer que quando um indivíduo faz alguma coisa e sofre com isso, jamais fará algo onde correrá o risco de voltar a se sentir da mesma maneira.

A frase tem esse sentido, pois se o gato um dia se escaldou, nunca mais vai querer tomar banho. É conhecido o pavor que os gatos tem de banho, consequentemente, o gato que foi escaldado, ou seja, caiu água quente nele, porém agora ele corre ate de água fria, pois realmente já não sabe mais a diferença.

Quando o gato tem medo, ele se torna precavido, pois sabe que se não foi bom uma vez, provavelmente não será novamente. O ditado gato escaldado tem medo de água fria também é utilizado em inglês, que tem sua correspondência em «once burned, twice shy», ou seja, uma vez queimado, duas vezes tímido.

See also:  Quando A DiarrIa é Preocupante?

Quem me conhece sabe onde tem vírgula?

Quem ama, educa – Em homenagem a Içami Tiba – Em 2 de agosto de 2015, despediu-se de nós o psiquiatra Içami Tiba. Escritor por excelência, trazia em sua bagagem mais de trinta livros. Como dói saber que conferimos tão pouco valor a pessoas desse quilate.

  • Simplesmente passou.
  • Interessa-nos, mais que tudo, centrar nossa atenção no título de seu 14º livro: Quem ama, educa! Esta obra, apenas ela, vendeu mais de um milhão de exemplares.
  • No total, a venda de seus livros ascende a quatro milhões.
  • Para quem, um dia, sonhou ser caminhoneiro, é de admirar.
  • Sua obra-referência foi Quem ama, educa! Quando a lançou no mercado, não faltou quem, do alto de seu conhecimento, desferisse farpas contra ele.

Acusavam-no de ter escorregado já no título. Maldade pura! De fato, lá no saudoso curso ginasial aprendemos que constituía falha imperdoável o emprego da vírgula entre o sujeito e o verbo. Eis um princípio válido também para a pontuação de nossos dias.

  • O mesmo pecado cometeríamos se puséssemos vírgula entre o verbo e seu objeto, ou entre um núcleo e seu adjunto.
  • Veja o absurdo: João comprou, um carro.
  • A casa, de madeira foi refeita.
  • Como maltratamos o texto com essas vírgulas bisonhas! Há em português uma ordem canônica a ser respeitada: sujeito – verbo – objeto.

Às vezes, a ela acrescentamos uma circunstância de tempo, lugar, modo. Vejamos esta oração: Maria emprestou a caneta à sua colega (na escola). Aí estão: sujeito / verbo (transitivo direto e indireto) / objeto direto / objeto indireto / e adjunto adverbial, algo opcional.

  • Nessa sequência, a vírgula não tem vez jamais.
  • Terá ela sentido em duas situações.
  • É possível quebrar esta ordem com a intercalação,
  • Nada mais é que a inclusão de um elemento novo: Maria emprestou, vocês sabem, a caneta à sua colega na escola.
  • Por ser algo estranho ao ninho, verdadeiro intruso, convém cercá-lo com as duas vírgulas.

O mesmo pode ocorrer com a inversão de um elemento – próprio da ordem canônica – para uma posição que não é a sua: Maria, na escola, emprestou a caneta à sua colega. Deslocado, o adjunto adverbial fica ensanduichado entre vírgulas. Enfrentemos o touro: Quem ama, educa! Numa primeira reflexão, essa vírgula desfaz o vínculo entre o sujeito – quem ama, isto é, o amador/amante – e seu predicado: educa,

  • Isso nos convidaria a prontamente apagar aquele enxerido tracinho, a que chamamos vírgula.
  • Significa isso, sem mais delonga, que o correto seria: Quem ama educa! Despido da vírgula.
  • No entanto, não coloquemos o carro adiante dos bois.
  • Há um elemento novo na história.
  • A «regra» – em pontuação, mais apropriado seria dizer recomendação, conselho, orientação – que manda não colocar vírgula entre o sujeito e seu verbo perde seu status quando posta ao lado de algo mais significativo: na produção de um texto, nada é mais importante que a clareza,

É dona do pedaço. Isto não podemos esquecer: escrevo para o leitor, Na linguagem jurídica, o mesmo entendimento: escrevo para a parte, Leitor e parte, os dois beneficiários do texto. Para que compreendam a mensagem, toda em favor deles, se pode atropelar até mesmo uma «regra».

  1. Em sua deliciosa obra sobre pontuação, o prof.
  2. Cláudio Moreno repisa vezes mil: o motivo essencial de existir a pontuação é orientar o leitor na interpretação do que está escrito.
  3. A essa luz, Içami Tiba, acolitado por seu editor, optou pela vírgula – Quem ama, educa! – para facilitar a instantânea compreensão da frase.

Deu valor a quem se endereça o livro: ao leitor. Aplausos ao autor. Essa quebra do padrão canônico – separar o sujeito do verbo por uma vírgula –, nós a encontramos em Mário Palmério, mineiro de Monte Carmelo: Aquela, era a minha oportunidade, No virgular, pretendeu o escritor, membro da Academia Brasileira de Letras, assinalar uma pausa expressiva, buscando maior ênfase.

É como se nos dissesse: Aquela – e não a outra – era a minha oportunidade. O povo – que não é nada bobo – vai imprimindo seu conhecimento de mundo por meio de provérbios. Por isso se diz sabedoria popular. Recorre, para tanto, ao mesmo padrão usado por Içami Tiba, em que a parte inicial – quem ama – recebe o nome de oração subjetiva, dita também sujeito oracional, iniciada por quem,

Alguns provérbios: Quem cochicha o rabo espicha. / Quem entra na chuva é pra se molhar. / Quem fica parado é poste. / Quem morre de véspera é peru. / Quem não chora não mama. / Este é curioso: Quem com porcos se mistura farelo come. Com uma virgulazinha, ficaria bem melhor! Concordam? Privilegiemos um: Quem não tem cão caça com gato.

A verdade manda dizer que este provérbio é uma adulteração – mais correto seria dizer corruptela – deste: Quem não tem cão caça como gato. Por outras palavras, caça à maneira do gato, que parece estar espreitando tudo. Para não errar o bote, vai pé ante pé, quase abafando a respiração, silencioso como o mais matreiro dos gatos.

Agora, o mais importante desta coluna. Quanto ao título da obra de Içami Tiba – Quem ama, educa! –, por que está correto? Para eliminar de vez esse impasse, seguimos a trilha já percorrida por Cláudio Moreno. Não há nada melhor. Esclarecedora. A princípio, se devemos reservar a vírgula para assinalar o que quebra a estrutura canônica da oração, à primeira vista parece não haver razão para inseri-la no título em apreço.

Então, por que os bons escritores recorrem, de onde em onde, a ela? Pontifica o prof. Moreno: Para assinalar com maior clareza o fim do bloco do sujeito, Finalizemos. Há quatro possíveis saídas. Mais comum é escrever sem a vírgula – confirmado na relação dos provérbios –, embora sua presença não caracterize nenhum pecado mortal: Quem avisa amigo é.

Quem bate no cão bate no dono. Na mesma toada, a proposta inicial: Quem não tem competência não se estabelece. Seja com vírgula, seja sem ela. Por vezes, a vírgula passa a ser recomendável, útil, o que se dá quando os dois verbos estiverem um ao lado do outro: Quem quer, faz.

  • Quem não quer, manda.
  • Na linguagem do futebol: Quem não faz, leva.
  • Aqui se encaixa o foco deste artigo: Quem ama, educa! Engrossemos o exército daqueles que partilham desta opção.
  • Aliás, é o proceder do Dicionário editado pela Academia Brasileira de Letras: Quem viver, verá.
  • Há uma terceira situação: se o verbo for idêntico nas duas orações, a vírgula é indispensável : Quem sabe, sabe.
See also:  Quem Inventou A Matematica?

Quem pode, pode. No estádio do Morumbi, o vendedor de picolés gritava a plenos pulmões: Quem não pediu, «pida». Mais esta possibilidade. Numa rotatória de uma grande cidade, chamou-me a atenção esta faixa: Quem ama vacina, Nada disso: faltou a necessária vírgula.

  • Vamos lá: no caso, tem ela o papel de desfazer qualquer ambiguidade quando o verbo da frase se confunde com o substantivo que tem a mesma grafia.
  • Ponha a vírgula – e ponto! Em nome da clareza,
  • Daí: Quem ama, vacina,
  • Assim, o verbo vacinar – imunizar por meio de vacina – é que ganha um lugar ao sol, e não o substantivo: quem ama (a) vacina.

Outros exemplos: Quem quiser, peça, Quem deseja, casa, Quem ama, cobra, Fique muito claro: não se trata de alguém que «quer peça», que «deseja casa». Cá entre nós: » quem ama cobra» é vinho de outra pipa. Palmas pelo emprego adequado da vírgula: Quem ama, educa ! Aplausos a Içami Tiba pela vida primorosa que palmilhou.

O que é um provérbio exemplo?

Provérbios religiosos Muitos provérbios têm origem na religião. O Livro dos Provérbios, parte do antigo testamento, é uma coletânea de frases cujo objetivo é transmitir valores, aconselhar e educar. Exemplos de provérbios religiosos: Quando os justos florescem, o povo se alegra; quando os ímpios governam, o povo geme.

Quais são os 5 tipos de sujeito que existem?

Os tipos de sujeito se classificam em cinco categorias: simples, composto, indeterminado, oculto e oração sem sujeito.

Quais os três tipos de sujeito?

Sujeito simples, composto, elíptico e indeterminado : São esses os tipos de sujeito encontrados nas orações.

Quais são os quatro tipos de sujeito?

O sujeito, assim como o predicado, é um termo essencial da oração. É o termo sobre o qual se declara alguma coisa. Ele também é o elemento que concorda com o verbo. Os tipos de sujeito são: simples, composto, implícito e indeterminado.

Qual é o significado de quem vê cara não vê coração?

Quem vê cara vê coração Quem vê cara não vê coração. Esta expressão, tão popular, é usada quando queremos dizer que algo ou alguém nem sempre é aquilo que aparenta. Esta frase pode até estar correta em certo sentido, porém a ciência tem mostrado cada vez mais que quem vê cara, vê muita coisa! Clique no play ou faça o download para ouvir todo o programa.

Qual é o significado de cada macaco no seu galho?

6) Cada macaco no seu galho – apresenta o conceito de que cada um deve cuidar da sua vida e não se intrometer na do outro.

Como diz o velho ditado Chapolin?

‘Já diz o velho e conhecido refrão popular: de onde menos se espera vem o seguro, não não O perigo morreu de velho

O que o gato falou para o rato?

Disse o rato pro gato: – Um julgamento tal, sem juiz, nem jurado, seria um disparate. O juiz e o jurado Serei eu, disse o gato. E tu, rato, réu nato, eu condeno a meu prato.

Qual é a fala do gato?

Enquanto as pessoas usam principalmente a fala para se comunicar, os gatos se comunicam predominantemente em uma linguagem silenciosa. Isto é, gatos falam usando combinações complexas de linguagem corporal, sinais e vocalização. Uma das partes principais da linguagem felina são as orelhas.

Qual a maior curiosidade do gato?

As gatas tendem a ser destras, enquanto os machos tendem a ser canhotos. Os gatos emitem cerca de 100 sons diferentes, enquanto os cães emitem cerca de 10 sons diferentes. Existem aproximadamente 40 raças reconhecidas de gatos pelo mundo e mais de 500 milhões de gatos domésticos.

O que significa o ditado no mato sem cachorro?

Não é possível ir mais longe ao se chegar ao fim da picada. É o sentido da frase.

O que significa a expressão como cães e gatos?

Dão-se como cão e gato As expressões «lutam como cão e gato» ou «são como cão e gato» utilizam-se para referir que dois indivíduos não se dão bem um com o outro. O conflito entre estas duas espécies é uma ideia preconcebida que se baseia em algumas razões biológicas.Para começar, o gato tem o tamanho ideal para o cão reconhecê-lo como presa e persegui-lo se o vir a correr.

  1. No entanto, cães e gatos podem viver debaixo do mesmo teto sem que ocorram problemas de predação.Contudo, quando vivem juntos, muitas vezes há problemas de compreensão que podem provocar dificuldades de interação entre ambos.
  2. Ambas as espécies comunicam através de sinais visuais (como a postura), olfativos (como a marcação do território com urina) e acústicos (como o ato de ladrar e miar).Alguns dos sinais de comunicação emitidos são claros, pois baseiam-se num código universal partilhado entre espécies diferentes: o tamanho grande e os sons graves têm um efeito ameaçador.À exceção destes sinais, há outros que são específicos de cada espécie e que podem ser mais difíceis de interpretar corretamente.Um cão que se deite de barriga para cima está a mostrar submissão e a tentar reduzir o conflito com outro indivíduo, ou está a pedir interação social e festas na barriga.

Contudo, um gato pode expor o abdómen como convite para brincar, durante o ritual de acasalamento ou para se defender com as unhas das quatro patas, caso enfrente uma ameaça muito intensa.Apesar destas diferenças básicas, cães e gatos podem aprender a perceber o significado dos sinais de comunicação um do outro e a viver em harmonia.

Como é o ditado Malandro é o gato?

Malandro é o gato, que já nasceu de bigode – Kleber Leite.