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Tosse Em Beb Quando Se Preocupar?

Tosse Em Beb Quando Se Preocupar

Quando a tosse do bebê é preocupante?

Tosse Em Beb Quando Se Preocupar Pode ser bastante desesperador presenciar um ataque de tosse em um bebê. A sensação dos pais muitas vezes é de impotência e exaustão após uma noite em claro pontuada por sessões ritmadas de tosse. O que fazer nessas situações? Há estratégias comprovadamente eficazes para aliviar o sintoma? Em casos mais graves, não há dúvida.

É preciso levar a criança ao médico ou a um serviço de emergência. Alguns sinais de alerta que indicam a necessidade de um atendimento profissional imediato são: dificuldade de respirar mesmo nos momentos em que o bebê não está tossindo, pele azulada ao redor da boca, febre alta persistente e prostração.

A maior parte dos casos de tosse em bebês, no entanto, tem uma causa bem menos preocupante: o resfriado comum, resultante de infecções virais. Segundo a pediatra Sônia Chiba, presidente do Departamento Científico de Pneumologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo, a maioria dos resfriados não requer nenhuma medicação.

Quando a tosse do bebê é normal?

Tosse em bebês é normal? – Assim que o clima muda, chegam as baixas temperaturas e o ar seco dos meses de outono e inverno, aumentando a incidência de problemas respiratórios, principalmente nas crianças pequenas, que são mais vulneráveis e exigem mais cuidado para se manterem saudáveis.

  1. Nesse ponto, é comum que surja a tosse como um dos sintomas mais comuns.
  2. Com ela, os pequenos tendem a sofrer bastante desconforto, que é capaz de prejudicar o sono, aumentar o choro e a irritação, provocar a perda de apetite e até impactar a respiração, o que acende um alerta aos pais.
  3. Ainda assim, a tosse em bebês é normal e bastante frequente, já que se trata de um mecanismo natural do organismo para desobstruir e proteger as vias aéreas.

Na infância, os pequenos possuem o trato respiratório mais estreito, aumentando as chances de corpos estranhos causarem algum incômodo. Também é importante lembrar que o sistema imune infantil ainda é imaturo e incapaz de combater infecções de maneira eficaz, o que justifica a maior frequência de gripes, resfriados e de outras doenças similares em crianças.

Como identificar a bronquiolite?

Quais sâo os sintomas de bronquiolite? – No início, os sintomas de bronquiolite parecem um resfriado comum, com o nariz entupido, febre, tosse leve e falta de apetite. À medida que a bronquiolite piora, outros sintomas podem surgir, incluindo:

Respirar rapidamente ou ter dificuldade para respirar (em bebês, o primeiro sinal pode ser uma pausa entre as respirações que dura mais de 15 a 20 segundos) Sibilância (som de chiado) durante a respiração, que normalmente dura uma semana Tosse grave (muito ruim) que pode durar mais de duas semanas

Como é a tosse de bronquiolite?

O que é? A bronquiolite aguda trata-se de uma infecção viral, que acomete a parte mais delicada do pulmão dos bebês (os bronquíolos). Essas estruturas do organismo são a continuidade dos brônquios, que distribuem o ar para dentro dos pulmões. O que causa essa doença? A bronquiolite aguda é, na maior parte das vezes, causada pelos vírus respiratórios. O principal deles o Vírus Sincicial Respiratório. Outros vírus também podem causar este quadro como: adenovírus, vírus parainfluenza, vírus influenza, rinovírus entre outros. Como saber se um bebê está com bronquiolite? Como é uma doença causada por vírus respiratórios, o quadro se inicia como um resfriado, com obstrução nasal, coriza clara, tosse, febre, recusa das mamadas e irritabilidade de intensidade variável. Em um ou dois dias o quadro evolui para tosse mais intensa, dificuldade para respirar, respiração rápida e sibilância (chiado/chio de peito). Por vezes, podem haver sinais e sintomas mais graves, como sonolência, gemência, cianose (arroxeamento dos lábios e extremidades) e pausas respiratórias. Quais as crianças que têm mais risco de apresentar esse problema? As crianças mais novas (menores de um ano); os prematuros; os portadores de doenças cardíacas ou de doença pulmonar crônica (broncodisplasia); os imunodeficientes; os bebês que nascem com baixo peso estão no grupo daqueles que possuem maior risco de desenvolver quadros de bronquiolite mais graves, que necessitam de internação, por vezes em Unidade de Terapia Intensica (UTI). Como tratar a bronquiolite aguda? Não existe nenhum tratamento específico para bronquiolite. Na maioria dos casos, especialmente das crianças sem fatores de risco, a evolução do quadro é benigna, sem necessidade de nenhum tratamento medicamentoso, evoluindo para cura. Nos casos em que há necessidade de algum tipo de intervenção, a maior parte pode ser feita em casa, com acompanhamento da febre, observação do padrão respiratório e cuidados para manter o estado do bebê em termos de hidratação e nutrição em níveis adequados. Porque é necessário internar alguns pacientes? Em casos mais graves, a internação é necessária para que se possa ofertar oxigênio aos pacientes. Há situações em que eles também podem se beneficiar com o uso de uma inalação especial com solução salina hipertônica. A admissão em UTI para o suporte ventilatório adequado é rara, mas pode ocorrer em até 15% das crianças internadas. Qual o segredo para evitar casos de bronquiolite aguda em casa? O segredo é a prevenção! Medidas simples e eficazes nos cuidados de bebês, especialmente nos menores de um ano de vida e naqueles com fatores de risco, podem protegê-los dos quadros de bronquiolite. Por isso, é recomendável evitar o contato com crianças e adultos resfriados, lavar as mãos e higienizá-las com álcool 70%, principalmente antes de tocar os bebês. Também se sugere fugir de aglomerações, promover a amamentação e evitar o tabagismo passivo. Finalmente, deve-se buscar o acompanhamento pediátrico para monitorar o crescimento, a introdução adequada da alimentação e o cumprimento do calendário de vacinação. Além dessas recomendações, existem outras? Sim. É fundamental ficar atento quando um bebê se resfriar. Nessas ocasiões, o pediatra precisa ser consultado para repassar suas orientações. Em casos de tosse persistente, dificuldade para respirar, respiração rápida e sonolência, a criança deve ser levada para a avaliação médica imediatamente. Se o bebê for prematuro, cardiopata ou fizer tratamento para o pulmão, deve-se buscar informações sobre o uso e o acesso à imunoprofilaxia (Palivizumabe). Existe alguma vacina? As crianças com fatores de risco (prematuros com menos de 29 semanas, aquelas com diagnóstico de doença pulmonar crônica e cardiopatas graves) podem ser beneficiadas com o uso do anticorpo monoclonal humanizado contra o Vírus Sincicial Respiratório (VSR). Esse medicamento é o Palivizumabe, que pode ser aplicado em cinco doses nos meses de circulação deste vírus (no Brasil, de abril a agosto). Quais cuidados devem ser tomados no primeiro ano de vida da criança? A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), recomenda nesses casos: evitar contato com pessoas resfriadas; lavar as mãos com frequência; amamentar o bebê até os seis meses exclusivamente com leite materno; evitar o tabagismo passivo; não frequentar espaços lotados, com aglomerações; manter as vacinas em dia; e, se possível, retardar a ida do bebê para creches e berçários. Finalmente, levar a criança para consultas regulares com o pediatra. FONTE: Sociedade Brasileira de Pediatria. Departamento Científico de Pneumologia. Bronquiolite aguda. Disponível em: https://www.sbp.com.br/especiais/pediatria-para-familias/doencas/bronquiolite-aguda/ >. Acesso em 14 out.2020.

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Quando devo levar o bebê com tosse ao médico?

Recursos do assunto A tosse ajuda a expelir materiais das vias respiratórias e impedir que eles penetrem nos pulmões. Esses materiais podem ser partículas que foram inaladas ou substâncias dos pulmões e/ou das vias respiratórias. Mais comumente, o material expelido dos pulmões e das vias respiratórias pela tosse é escarro (também chamado catarro – uma mistura de muco, dejetos e células ejetadas dos pulmões).

  • Mas, às vezes, a tosse produz sangue.
  • Uma tosse que produz qualquer uma das possibilidades é chamada «produtiva».
  • Crianças mais velhas (e adultos) normalmente expelem materiais na tosse, mas crianças mais novas podem engoli-los.
  • Algumas tosses não produzem nada.
  • Elas são consideradas secas ou não produtivas.

A tosse é uma das principais razões pelas quais os pais levam seus filhos a um profissional de saúde. As causas prováveis da tosse dependem de ela ter durado menos de quatro semanas (aguda) ou quatro semanas ou mais (crônica). A causa mais comum de tosse aguda é As causas mais comuns de tosse crónica são

Rinorreia posterior (drenagem de líquido do nariz para a garganta)

Nem toda tosse exige avaliação imediata por um médico. Saber quais sintomas podem indicar uma causa grave pode ajudar os pais a decidir se é necessário entrar em contato com um médico. Os seguintes sintomas são especialmente preocupantes:

Dificuldade em respirar Aparência doente Espasmos de tosse incontrolável e repetitiva seguidos de inspirações agudas (com um guincho)

As crianças com sinais de alerta devem ser levadas a um médico ou pronto-socorro imediatamente, assim como aquelas cujos pais acharem que elas podem ter inalado um corpo estranho. Caso as crianças não apresentem sinais de alerta, mas apresentem uma tosse seca, os pais devem chamar o médico.

Os médicos normalmente querem avaliar essas crianças em aproximadamente um dia, dependendo da idade, dos outros sintomas (tais como febre) e do histórico clínico (especialmente histórico de distúrbios pulmonares, tais como asma ou fibrose cística). Crianças de outro modo saudáveis ocasionalmente com tosse e sintomas típicos de resfriado (tais como coriza) podem não precisar ser atendidas por um médico.

As crianças com tosse crônica e nenhum sinal de alerta devem ser avaliadas por um médico, mas um atraso de alguns dias a uma semana não costuma ser prejudicial. Informações sobre a tosse ajudam o médico a determinar sua causa. Assim, o médico pode perguntar

Em que parte do dia a tosse mais se manifesta? Quais fatores – como ar frio, posição do corpo, conversar, comer, beber ou se exercitar – desencadeiam ou aliviam a tosse? Qual é o som da tosse? Os sintomas começaram de maneira repentina ou gradual? Quais são os outros sintomas da criança? A tosse causa expectoração com escarro ou sangue?

Uma tosse noturna pode ser causada por asma ou rinorreia posterior. Tosse assim que a pessoa adormece e pela manhã quando acorda geralmente é causada por inflamação dos seios nasais ( sinusite Sinusite A sinusite é a inflamação dos seios paranasais, muitas vezes causada por infecção bacteriana ou viral, ou por alergia.

Alguns dos sintomas mais comuns da sinusite são dor, sensibilidade, congestão. leia mais ). Tossir no meio da noite é mais consistente com asma Asma em crianças A asma é um distúrbio pulmonar inflamatório recorrente no qual certos estímulos (fatores desencadeantes) inflamam as vias respiratórias e fazem com que elas se estreitem temporariamente, o que.

leia mais Uma tosse seca sugere crupe Crupe O crupe é uma inflamação da traqueia e da laringe normalmente causada por uma infecção viral contagiosa que causa tosse, um som estridente e alto (estridor) e, às vezes, dificuldade para inspirar. leia mais ou, às vezes, uma tosse que restou de uma infecção viral das vias respiratórias superiores já curada.

Uma tosse que começa subitamente em uma criança sem outros sintomas sugere possível inalação de corpo estranho. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o fato de o escarro ser amarelo, verde, grosso ou fino não ajuda a distinguir uma infecção bacteriana de outras causas. Quando as crianças têm entre seis meses e seis anos de idade, pergunta‑se aos pais sobre a possibilidade de a criança ter engolido um corpo estranho (como um brinquedo pequeno) ou alimentos pequenos, lisos e firmes (como amendoins ou uvas).

Os médicos podem perguntar se a criança teve alguma infecção respiratória recente, crises frequentes de pneumonia, alergias ou asma ou se foi exposta a tuberculose ou outras infecções, como pode ocorrer durante viagens para certos países. Um exame físico é realizado. Exames podem também não ser necessários caso os sintomas sugiram fortemente uma causa. Em tais casos, os médicos podem simplesmente iniciar tratamento para a causa presumida. Contudo, caso os sintomas persistam a despeito do tratamento, exames são, com frequência, realizados.

O tratamento da tosse dá enfoque a tratar a causa (antibióticos para pneumonia bacteriana, por exemplo, ou anti-histamínicos para rinorreia posterior alérgica). Para aliviar sintomas de tosse, tem-se aconselhado aos pais, com frequência, a utilização de remédios caseiros como fazer a criança inalar ar úmido (de um vaporizador de névoa fria ou em um banho quente) e beber mais líquidos.

Ainda que esses remédios sejam inofensivos, há pouca evidência científica de que eles façam qualquer diferença para o bem-estar da criança. No entanto, em crianças com mais de um ano de idade, pode ser administrado mel (puro ou diluído em líquido) para aliviar a tosse.

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Medicamentos supressores da tosse (tais como dextrometorfano e codeína) raramente são recomendados para crianças. A tosse é uma importante maneira de o corpo eliminar secreções das vias respiratórias. Além disso, esses medicamentos podem ter efeitos colaterais, tais como confusão e sedação, e há pouquíssima evidência de que eles ajudem as crianças a se sentirem melhor ou se recuperarem mais rapidamente.

Expectorantes, que supostamente afinam e soltam o muco (tornando-o mais fácil de expectorar), também não são em geral indicados para crianças.

Em geral, a causa da tosse pode ser identificada com base nos resultados do exame médico. Em crianças com seis meses a seis anos de idade, um corpo estranho nas vias respiratórias deve ser considerado. Radiografias do tórax são feitas se as crianças tiverem sinais de alerta ou uma tosse que está durando mais do que quatro semanas. Geralmente, não se recomenda a administração de antitussígenos e expectorantes; pode-se administrar mel a crianças com mais de um ano de idade.

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O que fazer para diminuir a tosse do bebê?

A tosse é uma condição comum em bebês, mas pode ser preocupante para os pais, especialmente quando se trata de um recém-nascido. Existem várias maneiras de ajudar a aliviar a tosse em um bebê. Uma das coisas mais importantes é manter o bebê hidratado. Oferecer água ou leite materno com frequência pode ajudar a soltar o muco nas vias aéreas e aliviar a tosse.

O que é bom para aliviar a tosse do bebê?

O que fazer quanto à tosse de resfriado? –

Ofereça líquidos, como água e sucos, constantemente. Em caso de bebês com menos de 6 meses, aumente a oferta de leite;Use soro fisiológico para lavar as narinas da criança;Deixe a criança encontrar a posição em que ela se sente mais confortável para respirar melhor;Nenhum medicamento é comprovadamente eficaz em aliviar a tosse de resfriado em crianças. Tenha paciência e aguarde a doença terminar seu ciclo.

Como é a tosse de quem tem pneumonia?

Quais os principais sinais da doença e como é feito o diagnóstico? – Os sintomas mais comuns são tosse com secreção (pode haver sangue misturado), febre alta (que pode chegar a 40°C), calafrios e falta de ar ou dor no peito durante a respiração. O diagnóstico é feito por meio da história do paciente, do exame clínico e de raio-x do tórax.

Como é a tosse alérgica em bebê?

Tosse alérgica infantil – A tosse alérgica infantil é uma forma que serve para se referir tanto ao reflexo ocasional quanto às situações onde a criança apresenta alergias respiratórias, que além da tosse também deixam os olhos lacrimejados, irritam as mucosas e podem levar a inflamações de garganta.

Como saber se a tosse é alérgica ou não?

Como identificar a tosse alérgica? – Na maioria das vezes, a tosse alérgica é seca, sem ocorrer acúmulo de secreção na garganta. Geralmente, a garganta apresenta ressecamento, coceira e irritação, desencadeando crises ao longo do dia. Nesses momentos, você pode sentir falta de ar e enjoo, por tossir várias vezes seguidas.

Porque a tosse do bebê piora à noite?

Quando a criança está deitada, ocorre aumento do fluxo de sangue na região do nariz, o que facilita o acúmulo de secreção dentro do nariz.

É possível ter bronquiolite sem febre?

Sintomas – Inicia-se habitualmente por corrimento e obstrução nasal, tosse, com ou sem febre. Após um período de dois a três dias, surge dificuldade respiratória que se vai agravando e que se acompanha por sibilos (pieira), irritabilidade e recusa alimentar.

Como saber se o bebê está com esforço respiratório?

Verificando se há chiado ou ruídos anormais durante a respiração – Se o bebê emite chiados, gemidos intensos e constantes, acordado ou dormindo, pode ser um sinal de distúrbio respiratório. Observe também se as regiões da garganta e costela afundam quando ele inspira – trata-se de um sinal de anormalidade. Informe o pediatra.

Como saber se o bebê está com catarro no pulmão?

Normalmente, o diagnóstico é realizado por meio do exame de raio-x do tórax, que permite identificar a presença de secreções no pulmão. A verificação da frequência respiratória do bebê é uma outra forma muito comum de diagnosticar a doença. O aumento dessa frequência possibilita a confirmação do quadro.

Como o bebê respira com bronquiolite?

O que acontece quando o bebê está com bronquiolite? – Quando o bebê está com bronquiolite ocorre um inchaço nos bronquíolos, que são os pequenos tubos respiratórios dos pulmões. Isso resulta no bloqueio do fluxo de ar através dos pulmões, causando dificuldade para respirar.

Porque a cebola faz parar de tossir?

Como utilizar a cebola para diminuir a tosse e a expetoração? – A cebola ajuda a descansar melhor à noite durante os processos catarrais. Para isso, corte uma cebola ao meio, coloque as duas metades num prato leve para a mesinha de cabeceira, onde começarão a libertar os seus aromas.

Quanto maior for a superfície de cebola exposta, mais eficaz será, pois serão libertadas mais substâncias. Quando estas substâncias entram em contacto com o ar, conseguem reduzir a frequência da tosse e fluidificar o muco. O alívio da congestão é evidente e favorece o tão necessário período de descanso.

Em contrapartida, ficará com um cheiro forte no quarto, que pode tornar-se algo desagradável. Consumir cebola crua é também uma opção muito recomendável para melhorar os sintomas do processo catarral. O corpo assimila as vitaminas presentes neste bolbo, especialmente rico em vitamina C, pelo que a recuperação pode ser ainda mais rápida. Está com tosse e tem expetoração? Tem uma sensação de aperto no peito? A expetoração di. As secreções mucosas são nossas companheiras inseparáveis quando sofremos um As secreções mucosas que se acumulam tanto no peito como no nariz são um sint : Os benefícios da cebola no alívio da tosse e da expetoração

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Como saber se o bebê está com catarro no pulmão?

Normalmente, o diagnóstico é realizado por meio do exame de raio-x do tórax, que permite identificar a presença de secreções no pulmão. A verificação da frequência respiratória do bebê é uma outra forma muito comum de diagnosticar a doença. O aumento dessa frequência possibilita a confirmação do quadro.

Como saber se o bebê está com pneumonia?

Pneumonia Infantil: Como diagnosticar e tratar? Pneumonia é um termo genérico para infecções pulmonares, que podem ser causadas por vários tipos de agentes, como vírus e bactérias. Os principais sintomas são febre e tosse, bem parecidos com os da gripe, por isso o diagnóstico pode ser difícil.

Se seu filho estava resfriado ou gripado e piorou depois de alguns dias, ou se parece não melhorar nunca, mesmo depois de duas semanas, procure o médico. Como a pneumonia é diagnosticada? Existem dois tipos principais de pneumonia, a viral e a bacteriana. A pneumonia viral normalmente começa como um resfriado, e vai piorando aos poucos.

A criança pode ter febre acima de 38,5 graus, tosse que não melhora, além de respiração rápida e curta. O início da pneumonia bacteriana tem um começo mais repentino. Os sintomas aparecem de uma hora para outra: febre alta, acima de 39 graus, respiração curta e ofegante e tosse.

  1. A perda de apetite e a falta de energia também são marcas registradas da pneumonia, mas é sinal de alerta o fato de a criança continuar prostrada e inerte mesmo depois de controlada a febre.
  2. O médico vai auscultar os pulmões da criança com o estetoscópio.
  3. Quando há pneumonia, surgem sons anormais na respiração.

Caso haja suspeita de pneumonia, seu filho terá de fazer uma radiografia de tórax para obter uma imagem dos pulmões. Talvez o médico peça também outros exames, como um hemograma (exame de sangue) e coletas de amostras do nariz ou da garganta, para tentar identificar se a causa da infecção é viral ou bacteriana.

  • Pode ser que o médico prefira fazer esses exames no hospital, porque os resultados já saem na hora.
  • Às vezes a pneumonia pode ser atípica, ou seja, aparecer sem tosse, por exemplo, ou com uma tosse seca, sem catarro — ou até sem febre.
  • Esse tipo de pneumonia pode causar pequenas epidemias familiares ou na escola, e costuma ser causado por vírus ou bactérias mais incomuns, como a clamídia e o micoplasma.

Nesses casos, a melhora demora mais para acontecer que no caso da pneumonia bacteriana mais comum. Há crianças que reclamam de dor na barriga quando estão com pneumonia, o que pode causar confusão no diagnóstico, e até desconfiança de apendicite. A dor abdominal pode ser causada por infecções nas regiões mais inferiores do pulmão, quando a pleura (camada que cobre o pulmão) é atingida.

Sempre que seu filho apresentar febre e mal-estar por mais de dois dias, contate o pediatra para ver se não é o caso de um exame mais detalhado. Qual é o tratamento? O tratamento vai depender do tipo de pneumonia, do estado geral da criança e da idade dela. A pneumonia viral, assim como todas as outras infecções provocadas por vírus, não responde a antibióticos.

O tratamento, nesse caso, pode se limitar a repouso, administração de líquidos, remédios para a febre e eventuais inalações, para facilitar a respiração. Caso a criança esteja muito fraca, os médicos podem preferir que ela fique no hospital, onde receberá líquidos pela veia e poderá respirar com a ajuda de uma máscara com oxigênio.

Existem também tratamentos de fisioterapia respiratória que podem ser benéficos. Quando a pneumonia é causada por bactéria, a criança tem de tomar antibióticos. Dependendo da gravidade, os antibióticos podem ser dados em casa, por via oral, ou no hospital, pela veia. Os outros tratamentos (inalação, oxigênio, fisioterapia respiratória e medicamentos para aliviar os sintomas) também são usados de acordo com o estado geral da criança.

Há algo que eu possa fazer para evitar que meu filho tenha pneumonia? Sim, há medidas que você pode tomar para reduzir o risco de seu filho ter pneumonia:

Mantenha a vacinação dela em dia. As vacinas contra a bactéria Haemophilus influenzae tipo b (DTP Hib), contra a difteria e a coqueluche são importantes porque previnem doenças que podem levar à pneumonia. Existe também uma imunização específica contra pneumonias provocadas pela bactéria pneumococo, oferecidas gratuitamente nos postos de vacinação. Vale lembrar que nenhuma vacina imuniza contra todos os tipos de pneumonia. Converse com o pediatra e mantenha o calendário de vacinação do seu filho sempre em dia. Lave sempre as mãos. O hábito de lavar as mãos com frequência, tanto as suas quanto as da criança, ajuda a evitar a disseminação dos agentes causadores da doença. Não exponha seu filho à fumaça de cigarro. O ideal é largar o cigarro, se você ou o pai da criança fumarem. Estudos já mostraram que crianças que convivem com fumantes e com a fumaça do cigarro adoecem com mais frequência e são mais suscetíveis a doenças como pneumonia, infecções respiratórias altas, asma e otite.

: Pneumonia Infantil: Como diagnosticar e tratar?

Como é a tosse de quem tem pneumonia?

Quais os principais sinais da doença e como é feito o diagnóstico? – Os sintomas mais comuns são tosse com secreção (pode haver sangue misturado), febre alta (que pode chegar a 40°C), calafrios e falta de ar ou dor no peito durante a respiração. O diagnóstico é feito por meio da história do paciente, do exame clínico e de raio-x do tórax.